Governo carioca pega carona no novo clipe de Anitta para fazer campanhas de trânsito e saúde
O governo do estado do Rio de Janeiro aproveitou a enorme popularidade do novo clipe de Anitta para chamar atenção para alguns detalhes que não renderam a mesma polarização das bundas nas redes sociais – com ou sem celulites. O Detran carioca elogiou Anitta por servir de bom exemplo. Após criticar o apresentador Luciano Huck por publicar vídeo na garupa de uma moto sem capacete, o Twitter do órgão de trânsito publicou um trecho do clipe “Vai Malandra” em que a cantora pega carona num moto-táxi e não se esquece do assessório de segurança. “Malandra que é malandra só vai de capacete”, elogiou o tuíte, que ainda usou a hashtag #SejaEssaPessoa. Já a Secretaria de Saúde chamou a atenção para a água parada sobre a laje onde o clipe foi gravado, ideal para a proliferação de mosquitos. “Tu tá louca?! Não dá mole pra dengue, zika e chikungunya!”, criticou o Twitter da Secretaria da Saúde. Em outro tuíte, ilustrado pela foto da cantora refletida no espelho d’água da lage no Morro do Vidigal, a Secretaria frisou: “Malandro mesmo é o aedes aegypti, que, enquanto você curte distraído o novo hit da Anitta, ele aproveita essa água parada para se reproduzir”. Veja abaixo como Anitta se tornou importante para salvar o Rio de Janeiro. Anitta para governador em 2018? Malandra que é malandra só vai de capacete. #VaiMalandra #SejaEssaPessoa pic.twitter.com/rWdOFDJFjL — Detran-RJ (@DetranRJ) 18 de dezembro de 2017 Malandro mesmo é o Aedes aegypti, q, enquanto vc curte distraído o novo hit da @Anitta, ele ta aproveita essa água parada pra se reproduzir. Se liga: combatendo o mosquito, você cuida da sua saúde! Bora manter a menor taxa de mortalidade por dengue no RJ desde 2005! #VaiMalandra pic.twitter.com/8tc5TBLyS9 — Conexão Saúde RJ (@SaudeGovRJ) December 19, 2017
Anitta requebra e provoca em clima de baile funk no clipe de Vai Malandra
Anitta lançou seu aguardado clipe de “Vai Malandra”, gravado na comunidade do Vidigal em agosto. O vídeo mostra a cantora requebrando o bumbum (como diz a letra) com celulite, sobre um moto-táxi e num biquíni de fita isolante, ao som de um funk eletrônico e pesadão. E funk é realmente o que ela faz melhor. “Tive a oportunidade de mostrar minhas origens neste clipe. Um pouco do que eu mesma curtia e onde eu morava. O bronze na laje, o baile funk, o mototaxi e a alegria, claro. O clipe é pra cima, cheio de vida. O funk mora em mim e faz parte de quem eu sou”, ela afirmou antes do lançamento. A música é resultado de uma parceria com o grupo de música eletrônica Tropkillaz, do Dj Yuri Martins e Mc Zaac, e inclui batidas de samba, que traduzem para turistas o sincretismo do pop brasileiro moderno. E com direito a visita de gringo, o rapper americano Maejor. O lançamento marca o fim do projeto ChequeMate em 2017, em que Anitta prometeu divulgou uma música e um clipe novos por mês. Este evento virtual foi uma brilhante ideia de marketing, que a deixou em evidência por meses a fio. Mas escorregou no detalhe final. O clipe repleto de bumbums é típico de seu diretor, o americano Terry Richardson, conhecido por despir suas modelos em clima provocante – foi ele quem gravou Miley Cyrus nua em “Wrecking Ball”. Mas entre as gravações e a estreia do clipe, Richardson foi envolvido nos escândalos sexuais que sacodem Hollywood. Acusado de abuso sexual e chamado de “o Harvey Weinstein da moda” pelo jornal britânico The Times, perdeu diversos contratos com grifes de luxo e foi banido das publicações de moda que utilizavam seus serviços como fotógrafo. “Vai Malandra” pode ter sido seu último trabalho.
Anitta e J. Balvin se unem para dar golpes num cassino em novo clipe glamouroso
Anitta lançou mais um clipe carregado de glamour e sensualidade. “Downtown” é seu segundo single em espanhol, que ela canta em parceria com J. Balvin. A música não empolga como a primeira, a ótima “Paradinha”, nem o clipe, que tem o mesmo diretor, o carioca Bruno Ilogti – que dirige Anitta desde o divertido “Bang”. Com cenas gravadas no edifício Empire State de Nova York, o vídeo explora o universo dos cassinos e traz Anitta e J. Balvin como golpistas em meio a jogos de roletas, dados e muitas notas de dólares. Esta é a segunda colaboração entre a brasileira e o colombiano, após a participação de Anitta no remix da música “Ginza”, há dois anos, e o terceiro clipe da cantora em Nova York. Mas, curiosamente, o vídeo ignora o duplo sentido da letra. Desde que Rihanna demonstrou em “What’s My Name”, de 2010, “downtown” é entendido como gíria para sexo oral feminino. O lançamento continua o projeto Check Mate, em que Anitta prometeu lançar um clipe novo por mês, e que será finalizado com o lançamento do funk “Vai, Malandra”, gravado em outubro em uma favela no Rio com direção do fotógrafo americano Terry Richardson – desde então, acusado de assédio sexual e banido do mundo da moda.
Preta Gil lança clipe com Gal Gosta em reação aos haters e opressores
Preta Gil lançou o clipe de “Vá Se Benzer”, parceria com sua madrinha, a cantora Gal Costa. A música é um desabafo contra haters e opressores, que funciona como um “vá se” – isto é, fazer outra coisa que rima com benzer – e reage ao clima de ódio que viceja nas redes sociais e alimenta candidaturas à presidência do Brasil. “Me chamam de gorda, rolha de poço, mas me acho linda”, ela disse no programa “Encontro com Fátima Bernardes” sobre a canção. Com direção do publicitário Adriano Alarcon (vencedor de 15 Leões em Cannes), o vídeo se apresenta como “clipe-manifesto” e celebra a diversidade, misturando gordos, magros, negros, brancos, heteros e LGBTs, todos cobertos por tinta dourada. Mas apesar do visual, seu tema não aborda especificamente a homofobia, como o clipe de “Igual”, do cantor Yann. Por sinal, aquele foi um clipe-manifesto – e nem precisou se autodenominar assim. “Vá Se Benzer” integra o quarto disco de Preta, “Todas As Cores”, que traz também colaborações com Pabllo Vittar e Marília Mendonça.
Clipe de Yann reúne Britney Spears, Demi Lovato e Lana Wachowski contra homofobia no Brasil
O cantor brasileiro Yann lançou um clipe-manifesto contra a homofobia que transforma o Brasil no país que mais mata homossexuais. “Igual” inclui participações de diversas celebridades, inclusive artistas internacionais, como as cantoras Britney Spears, Céline Dion, Lorde e Demi Lovato, e os cineastas John Waters (“Hairspray”) e Lana Wachowski (“Matrix”, série “Sense8”), que aparecem rapidamente em cena para reforçar a mensagem do protesto. “Este vídeo é dedicado às 343 pessoas LGBTI+ mortas por crimes de ódio no Brasil em 2016”, diz um texto no começo do clipe. Além dos citados, o clipe inclui ainda Alfonso Herrera, Boy George, Bruno Gagliasso, Chelsea Handler, Claudia Alencar, Diplo, Dita Von Teese, Fernanda Lima, Jason Mraz, Jesuíta Barbosa, John Waters, Laerte, Luba, Melanie C, MØ, Nico Tortorella, Sonia Braga, Tegan Quinn (da dupla Tegan & Sara) e a banda Chainsmokers. A direção do clipe ficou a cargo do próprio Yann. Toda a renda obtida com a venda digital e streaming de “Igual” será revertida para entidades de apoio à comunidade LGBT+.
Netflix fará série brasileira passada na época da bossa nova
A Netflix anunciou a produção de mais uma série original brasileira: o drama de época “Coisa Mais Linda”. Passada no final da década de 1950 e no início dos anos 1960, a série terá como pano de fundo o surgimento e a revolução cultural da bossa nova no Rio. Anunciada nesta segunda-feira (6/11), “Coisa Mais Linda” vai girar em torno de Maria Luiza, uma mulher conservadora e obediente que sempre dependeu de seu pai, Ademar, e de seu marido, Pedro. Mas quando Pedro desaparece, Maria Luiza precisa viajar de São Paulo ao Rio de Janeiro, onde o marido tinha planejado abrir um elegante restaurante. Contrariando o seu bom senso – e para o sofrimento de seu rígido pai –, ela decide ficar no Rio e dedicar-se a transformar a propriedade de Pedro em uma casa noturna de bossa nova. É essa decisão que marca o despertar de uma apaixonada transformação em Maria Luiza, uma mudança influenciada por novas amigas liberais e feministas, bem como uma nova chance de amar. “Estamos ansiosos para continuar investindo na incrível narrativa que o Brasil tem para oferecer, e nossos parceiros da Prodigo Films capturaram exatamente isso com “Coisa Mais Linda”, disse Erik Barmack, vice-presidente de Conteúdo Original Internacional da Netflix. “Além de ser ambientada em uma época vibrante na cultura brasileira, a série conta uma história mais ampla sobre a autodescoberta, a busca dos sonhos e a emancipação das mulheres, temas incrivelmente relevantes para o nosso público, tanto no Brasil quanto no mundo.” A série foi criada por Heather Roth e Giuliano Cedroni (roteirista de “Estação Liberdade” e produtor da série “(fdp)”) e é escrita por Pati Corso e Leo Moreira. Terá oito episódios em sua 1ª temporada, com gravações previstas para 2018. “Coisa Mais Linda” é a quarta série original brasileira da Netflix. A primeira foi “3%”, que estreou em 2016 e ganhará uma nova temporada em 2018, quando também estreiam duas novas séries do serviço de streaming: “O Mecanismo”, criada por José Padilha (“Tropa de Elite”) e estrelada por Selton Mello, e a sitcom “Samantha!”, estrelada por Emanuelle Araújo e Douglas Silva.
Gabriel o Pensador lança clipe-manifesto e celebra 25 anos de carreira com protesto político
O rapper Gabriel o Pensador lançou o clipe de “Tô Feliz (Matei o Presidente) 2”, cujo título faz referência à sua primeira música e celebra 25 anos de carreira, ao mesmo tempo em que demonstra que o país só piorou, desde então, em relação à corrupção política. A letra é um verdadeiro manifesto e captura como nenhuma outra o zeitgeist, o sentimento coletivo da repulsa da população brasileira nestes tempos sinistros. O tema parte do primeiro rap lançado por Gabriel o Pensador, que em 1992 criticava o governo Collor. “Tô Feliz (Matei o Presidente)” chegou a ser censurado na época, e a controvérsia ajudou a torná-lo conhecido, especialmente por sua mãe ter trabalhado na campanha de marketing que elegeu Fernando Collor – o que demonstra sua independência de opinião. O próprio clipe se encarrega de ilustrar a história, mostrando imagens das reportagens de 25 anos atrás, enquanto Gabriel canta que era menino na época, mas agora é um adulto sofrendo com os mesmos pesadelos. O vídeo traz inúmeros brasileiros cantando o refrão, numa caixa de ressonância da indignação nacional contra a impunidade. “Mata mesmo esse vampiro. Mas um tiro é muito pouco, Gabriel”, diz a letra, ecoando o sentimento geral. Diferente de 1992, o alvo não é apenas o representante do poder executivo. Afinal, a podridão é disseminada. “Invade a Câmara e pega os sacanas distraídos com veneno na zarabatana, bem no pé do ouvido. Em nome da Amazônia desmatada. Leva um arco e muitas flechas e finca uma no coração de cada”, pede o coral grego da tragédia que é anunciada. Mas Gabriel é inteligente e salienta para os apressados que não matou ninguém, nem prega a violência, e sua exaltação metafórica resulta do saco cheio diante de tanta desfaçatez. “Eu não matei nem vou matar literalmente um presidente. Mas se todos corruptos morressem de repente, ia ser tudo diferente, ia sobrar tanto dinheiro que andaríamos nas ruas sem temer o tempo inteiro. Seu pai não ia ser assaltado, seu filho não ia virar ladrão, sua mãe não ia morrer na fila do hospital”, ele conclui, apontando quem paga pelos crimes de Brasília. “O Pensador é contra violência, mas aqui a gente peca por excesso de paciência com o rouba, mas faz dos verdadeiros marginais”, conclui a letra precisa. O clipe foi dirigido por PH Stelzer da Ganja Filmes e gravado em vários estados do Brasil.
Cinebiografia de Roberto Carlos vai mostrar o acidente em que o cantor perdeu a perna
A cinebiografia de Roberto Carlos vai abordar um dos maiores tabus da vida do cantor. Segundo o diretor Breno Silveira, o filme vai começar mostrando o acidente em que, aos seis anos de idade, ele perdeu parte de sua perna direita. A revelação foi feita durante o programa “Conversa com Bial”. “É o filme contado por ele, na primeira pessoa. Está partindo muito do que ele está contando da história dele. É muito bonito. O convite partiu dele. Ele se abriu, contou histórias que muita gente não sabe. O tamanho que é Roberto Carlos nesse país me deixa muito impressionado. O que mais me deixa emocionado é ver que, de certa forma, ele cantou a vida dele”, revelou o diretor no programa de TV. O episódio nunca foi abordado pelo cantor em entrevistas e costumava ser negado – e até mesmo rendido ameaças da equipe jurídica do artista. Meticuloso, Roberto Carlos sempre exerceu grande controle sobre sua imagem e chegou a processar o escritor Paulo Cesar de Araújo, que escreveu uma biografia não autorizada, “Roberto Carlos em Detalhes”, retirada das livrarias por ordem judicial em 2007. Mas, para Silveira, Roberto está em outro momento de sua vida. “Ele está num ponto bonito da vida. Chegou com uma vontade surpreendente de contar essa história. Ele está parando praticamente toda a sua agenda para conversar com a gente, se concentrar. Está tratando como se fosse um legado”, ele contou ao jornalista Pedro Bial. “Várias vezes, tem uma música que você não entende como foi feita e quando se revela a forma como ele criou, como ele viveu, como botou para fora, você vai às lágrimas… É uma responsabilidade”. O filme de Roberto Carlos será a terceira cinebiografia musical de Breno Silveira, que já filmou “2 Filhos de Francisco” (2005), sobre a vida de Zezé Di Camargo e Luciano, e “Gonzaga: de Pai para Filho” (2012), sobre Luiz Gonzaga e Gonzaguinha. Entre um e outro, ele filmou “À Beira do Caminho” (2012), drama de caminhoneiro inspirado pela música homônima de Roberto Carlos. Foi este filme que aproximou diretor e cantor. Ainda sem previsão de lançamento, o longa será narrado pelo próprio Roberto Carlos, em uma estrutura semelhante à de “2 Filhos de Francisco”. O cantor também trabalhará na produção e supervisão do projeto, terá total controle sobre a obra, escolhendo elenco e aprovando o roteiro, que é escrito por Nelson Motta e Patrícia Andrade.
Cantora Gaby Amarantos vai viver assassina justiceira no cinema
A cantora Gaby Amarantos, maior estrela do tecnobrega paraense, vai fazer sua estreia como protagonista de cinema. O jornal O Globo revelou que ela será a estrela de “Serial Kelly”, uma cantora de forró que se revela uma assassina justiceira durante uma turnê por Alagoas. A direção é do alagoano Renê Guerra, que estreia em longa-metragem após dirigir alguns curtas e trabalhar como preparador de elenco de “Mãe Só Há Uma” (2016) e do vindouro “O Animal Cordial”. Gaby engordou dez quilos para o papel e gravou músicas inéditas exclusivamente para a trilha sonora do filme, que será lançado em 2018, ainda não tem data prevista. Apesar de marcar a estreia da cantora como protagonista, “Serial Kelly” será o segundo longa de sua carreia. Gaby apareceu como si mesma em “Crô: O Filme”, de 2013. Mas esta nem será a maior mudança da carreira da estrela paraense em 2018. A partir de março, ela irá substituir Taís Araújo no programa “Saia Justa”, do canal pago GNT.
Otto lança clipe cinematográfico para o samba jazz Carinhosa
O cantor e músico pernambucano Otto divulgou o clipe de “Carinhosa”, faixa de seu sexto disco, “Ottomatopeia”. A música é belíssima, um samba jazz dodecafônico, conduzida por um toque de violão (de Zé Renato) evocativo de sambas boêmios sofridos. As imagens do clipe vão às alturas de serras verdejantes, que também estão na capa do disco, e se expandem num panorama cinematográfico, antes de entrarem em colapso em cenas introspectivas, comprimindo Otto em arte dolorida. A obra visual é resultado da combinação de multitalentos em sua direção, do próprio Otto, de sua namorada, a fotógrafa Kenza Said, e do artista plástico Lourival Cuquinha.
BaianaSystem mistura tudo num clipe com Titica, Margareth Menezes e eco do além
A banda BaianaSystem lançou novo clipe, que alarga seus horizontes musicais, no momento em que chama atenção no Rock in Rio. “Capim Guiné” centrifuga influências, combinando ritmos regionais, dub, rock, funk e kuduro, com uma levada que faz dançar e bater cabeças ao mesmo tempo. A relação com o kuduro é reforçado pela participação de Titica, cantora transexual angolana, mas a música também traz Margareth Menezes para a roda de samba reggae. Uma colisão de influências tão grande quanto o sincretismo do clipe, que passa por referências de umbanda, cultura africana, índios brasileiros e muita dança. É místico até virar dub, eco do além. O clipe impressionante tem direção de Filipe Cartaxo, responsável pela identidade visual da banda – as máscaras, as artes, os clipes – e de Filipe Bezerra. Os dois colaboraram também no ótimo clipe anterior da banda, “Invisível”.
Anitta vira morena bossa nova em clipe com cenas de nudez
Anitta volta a cantar em inglês, após o dueto com a australiana com Iggy Azalea na música “Switch”. Em seu novo clipe, ele é produzida por Poo Bear, responsável por hits de Justin Bieber, mostrando mais alcance vocal que em suas músicas dançantes, e sem perder a brasilidade, ao combinar a letra importada com bossa nova. Mas o que chama mais atenção no vídeo de “Will I See You” são as cenas de nudez da morena bossa nova. Em entrevista à revista Caras, ela procurou minimizar. “É bem sutil, né? Não to dançando, é uma coisa mais emotiva, mais artística. Para mim tranquilo”, comentou. Em um evento para divulgar a música, ela adiantou que tem sete parcerias na “gaveta”, que serão lançados até o fim do ano, e chamou a estratégia de projeto “CheckMate”, na qual lançará um clipe de música nova por mês. A ideia é patrocinada pela C&A, que aproveita os vídeos para vender roupas. O top de renda usado pela cantora, por exemplo, custa R$ 39,90 nas lojas da rede.
Cleo Pires estrela novo clipe de Gusttavo Lima
Cleo Pires estrela seu segundo clipe em uma semana. O vídeo da música “Eu Vou Te Buscar”, do sertanejo Gusttavo Lima, foi lançado no Vídeo Show na tarde de sexta-feira (1/9), e traz a atriz como musa da letra, novamente de lingerie e fazendo caras e bocas (muitos closes de bocas) sensuais. Após um começo intimista, o clipe vai para as ruas e ganha participação do rapper Hungria. A gravação de visual interiorano foi realizada na cidade de Pirenópolis, em Goiás, que, com carros antigos nas ruas, vira dublê de Cuba na evocação que faz de “Velozes e Furiosos 8” – ou melhor, do clipe de “Hey Ma”, da trilha do filme. O clipe de “Despacito”, rodado em San Juan, também já tinha bebido desta referência. Mas não deixa de ser contagiante a mistura pop que a música evoca – e vem acontecendo como tendência há algum tempo no Brasil. A combinação do chororô sertanejo com quebrada de rap e pegada de reggaeton segue a deixa do fenômeno “Despacito”, sim, mas com elementos regionais que conferem um tempero original brasileiro à salada cultural.











