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  • Música

    Anitta volta a dar o que falar com o lançamento de clipe “ao vivo”

    27 de março de 2018 /

    Parece que tudo o que Anitta faz, dá o que falar. Desta vez, ela arriscou fazer um clipe num único take e, ainda por cima, ao vivo. Mas a internet brasileira não ajudou. Assim como a iluminação escura da locação escolhida: a própria casa da estrela, decorada para festa e cheia de convidados. O clima de festa tinha motivo: o aniversário de Anitta, que foi comemorado com o lançamento do vídeo de “Indecente”, música em espanhol com dub e influência de reggae. Nego do Borel, Jojo Todynho, Gabriel o Pensador e Pabllo Vittar aparecem dançando, entre os convidados, além de Thiago Magalhães, a cara metade da estrela, com direito a beijão. Mas a iluminação escura não facilita a identificação. Com o fim da transmissão, as opiniões sobre o clipe se dividiram. Enquanto muita gente se manifestou com “Amei!”, “Lindo!”, “Que tiro foi esse?”, outros esperavam mais: “Decepcionada”, “Esperava mais”, “Sério que foi isso?”. E houve até quem achasse que nada daquilo tinha sido ao vivo – foi mesmo bem-coreografado, com a câmera acompanhando Anitta de perto, enquanto ela percorre os cômodos da casa. “Era ao vivo, mas tivemos um problema de internet, então o link demorou para subir o vídeo com qualidade grande. Estávamos correndo o risco de subir com qualidade ruim, então preferi atrasar um pouco. Mas foi tudo feito de uma vez só, podem perguntar pros convidados”, Anitta escreveu no Twitter. Ela ainda explicou que algumas postagens feitas antes no Instagram não eram prova de que se tratava de uma gravação, mas que houve ensaio para o clipe. “Ensaiamos quatro vezes antes de fazer ao vivo.” Passada a novidade da iniciativa, o vídeo ganhou versão final e já pode ser conferido no canal oficial da cantora no YouTube, marcando nova parceria entre Anitta e o diretor Bruno Ilogti. Ou simplesmente veja abaixo.

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  • Música

    Vida de Gretchen vai virar filme

    26 de março de 2018 /

    A vida da cantora Gretchen vai ser transformada numa cinebiografia pelas mãos da atriz e apresentadora Antonia Fontenelle (“Assalto ao Banco Central”). Ambas anunciaram a produção nas redes sociais. “Em 2018, a verdadeira história, contada por uma mulher forte e guerreira. Aguardem!”, escreveu Gretchen no post. Em seu pronunciamento, Antonia Fontenelle se alongou um pouco mais. “Vou tentar em poucas palavras dizer o porque gosto tanto de você Gretchen. Porque mesmo depois de tudo que você passou nessa vida, você nunca perdeu a sua doçura, uma certa inocência e alegria de viver”, disse. O filme marcará a estreia da atriz na direção. Mas, segundo ela conta, o convite partiu da própria Gretchen. “Eu, assustada com a responsabilidade, levei alguns anos para dizer sim. Agora que disse sim, prepare-se para sair daquela sala de cinema orgulhosa de você mesma”, explicou. Não há outros detalhes do projeto, como quem vai escrever o roteiro ou a intérprete de Gretchen – que foi vivida por Emanuelle Araújo em “Bingo: O Rei das Manhãs”. Nem mesmo previsão de estreia” “Ainda temos chão pela frente”, confirmou Antonia, ao assumir que falta muito a ser feito. Confira os posts originais na íntegra: EM 2018, A VERDADEIRA HISTÓRIA, CONTADA POR UMA MULHER FORTE E GUERREIRA @ladyfontenelle, AGUARDEM! Uma publicação compartilhada por Gretchenoficial (@mariagretchen) em 24 de Mar, 2018 às 1:29 PDT Vou tentar em poucas palavras dizer o porque gosto tanto de você @mariagretchen Porque mesmo depois de tudo que você passou nessa vida, você nunca perdeu a sua doçura, uma certa inocência e alegria de viver. Hoje você me surpreendeu com esse video idealizado por você, pra dizer ao seu publico que a real historia da sua vida será contada no cinema. Ja faz um tempo que você me fez o convite pra dirigir e produzir sua biografia pras telonas e eu assustada com a responsabilidade levei alguns anos pra dizer sim. Agora que disse SIM, prepare se pra sair daquela sala de cinema orgulhosa de você mesma. Ainda temos chão pela frente, chão esse que vamos tirar de letra, afinal mulheres como você, como eu, viemos ao mundo pra isso, pra desafiar a vida e fazer a diferença, tenho certeza absoluta que qualquer mulher nesse país, independende de cor, raça, cargo ou posição social se alegra ao ouvir o som da sua conga la conga, do seu freak le boom boom e do seu melo do piripipi…. Portanto você fez a diferença sim. #Brevenumcinemapertodevocê. Uma publicação compartilhada por ladyfontenelle (@ladyfontenelle) em 24 de Mar, 2018 às 4:45 PDT

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  • Música

    Vida de Emicida vai virar filme do produtor de Me Chame pelo Seu Nome

    20 de março de 2018 /

    A vida do rapper Emicida vai virar filme. E com produção de Rodrigo Teixeira, o produtor brasileiro por trás de sucessos marcantes do cinema indie americano, como “A Bruxa”, “Frances Ha” e o drama indicado ao Oscar 2018 “Me Chame pelo Seu Nome”. Segundo o jornal Folha de S. Paulo, o projeto está sendo escrito pelo próprio Emicida, que ainda deverá estrelar a produção, interpretando a si mesmo. A direção está a cargo de Aly Muritiba (“Para Minha Amada Morta”), que também divide o roteiro com Emicida, a roteirista Jessica Candal (com quem Muritiba trabalhou em “Ferrugem”) e o escritor Toni C., ligado à cena hip-hop. As primeiras reuniões entre o rapper e o produtor foram em abril do ano passado. As negociações chegaram até o Natal, quando o contrato para a produção foi assinado na casa de Teixeira. O filme vai se concentrar nos primeiros anos da carreira do rapper e marcará a segunda cinebiografia de músico brasileiro da carreira de Teixeira, após “Tim Maia”. Mas ele também produziu, nos EUA, “Patty Cake$”, sobre uma aspirante a rapper. A expectativa é que o roteiro final esteja pronto até o final do mês, para rodar o filme entre novembro e janeiro. A estreia vai acontecer em 2019.

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  • Música

    Rouge contracena com coelhos animados no clipe da trilha do filme Pedro Coelho

    19 de março de 2018 /

    O grupo Rouge lançou nesta segunda-feira (19/3) o clipe da música “Confia Em Mim”, criada para a trilha nacional do filme “Pedro Coelho” (Peter Rabbit, no original). O vídeo tem direção de João Monteiro e Fê Moares, dupla responsável também pelo clipe de “Bailando”, e apresenta as cantoras interagindo com o cenário e os personagens animados da história. O filme é um híbrido de animação e live action, que combina o famoso coelho falante criado em 1902 pela escritora Beatrix Potter com humanos interpretados por atores de carne e osso. Como o lançamento vai acontecer com dublagem nacional no país, o Rouge adaptou para a versão nacional outras duas músicas da trilha original – que forma criadas em inglês. A Sony Music lançará todas as faixas nas plataformas Spotify e Deezer no dia 22 de março, data do lançamento do filme nos cinemas brasileiros.

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  • Música

    Emicida canta cover de Charlie Brown Jr. em vídeo extraído de DVD ao vivo

    17 de março de 2018 /

    O rapper Emicida lançou em seu canal do YouTube um vídeo extraído de seu futuro DVD ao vivo. Trata-se de “Como Tudo Deve Ser”, um cover de Charlie Brown Jr., dedicado ao cantor Chorão, falecido em 2013. A gravação registra um show de Emicida realizado em novembro, no Dia da Consciência Negra, na Audio em São Paulo. Todo o show foi gravado para lançamento em DVD, num registro comemorativo dos “10 Anos de Triunfo” – título da obra, que tem duplo sentido, já que trata da primeira década desde o lançamento do primeiro single, “Triunfo”, em 2008, como também do sucesso da carreira do rapper paulista. “Como Tudo Deve Ser” é o segundo clipe extraído do show. Anteriormente, Emicida liberou “Levanta e Anda”, com participação de Rael. Além dele, o show contou com diversos convidados – Caetano Veloso, Pitty, Karol Conka, Rashid, Guimê, entre outros A direção musical é de Dudu Marote e a direção do DVD de Fred Ouro Preto. O lançamento está previsto para abril.

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  • Música

    Trailer apresenta documentário pós-gravidez da cantora Pitty

    17 de março de 2018 /

    O documentário “Do Ventre à Volta”, sobre a cantora Pitty, ganhou o primeiro trailer. O filme é um registro do retorno da artista ao palco, um ano e meio após dar à luz à sua primeira filha, mostrando como a maternidade a transformou. Além de rock, o filme é marcado pelas dúvidas existenciais que afligem as mães do século 21, que tentam conciliar filhos pequenos e carreiras. Isso alimenta em Pitty inspiração para uma nova fase em sua carreira. Com direção de Otavio Sousa, o vídeo será disponibilizada na íntegra, de graça, nesta segunda (19/3), nos canais do Facebook e do YouTube da cantora.

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    Documentário resgata vida e morte intensas de Torquato Neto

    17 de março de 2018 /

    A escolha do personagem Torquato Neto para um documentário não poderia ser mais feliz. O poeta, que viveu pouco, mas teve intensa e profunda atuação cultural, estava mesmo precisando ser lembrado e resgatado em sua obra, que envolvia música, como letrista, cinema, como criador e intérprete, jornalismo, com seus textos e poemas, e a produção cultural, de modo geral. Isso foi feito. O filme de Eduardo Ades e Marcus Fernando resgata a poesia e a prosa de Torquato Neto, na voz do ator Jesuíta Barbosa, e compreende a sua atuação por meio de muitos depoimentos e trechos de filmes em que ele participou, com o personagem do curta “Nosferato no Brasil” (1970), dirigido por Ivan Cardoso, e muitos exemplares do cinema marginal, com quem ele interagia, e do cinema novo. Sua vida cultural envolveu trabalhos com Edu Lobo, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Tom Zé, Jards Macalé, Wally Salomão, Hélio Oiticica, e muitos outros que compunham com ele a geleia geral brasileira do período em que ele viveu. Esse piauiense tão talentoso, inovador e provocador, suicidou-se aos 28 anos de idade, em 1972, e falar da sua vida é, inevitavelmente, falar dessa escolha, que sempre o acompanhou como ideia e que ele acabou por concretizar. Não há respostas, há tentativas de aproximação e entendimento. O que importa hoje é a obra que ficou, que é muito relevante e merece ser revisitada. Não faltam elementos, informações, referências visuais ao documentário “Torquato Neto – Todas as Horas do Fim”, mas ele seria mais interessante se tivesse se preocupado um pouquinho mais em ser didático, o que costuma ser mal visto pelos documentaristas atuais, mas que faz falta, muitas vezes. E não é nenhum pecado mortal, convenhamos. As falas, os depoimentos, são ouvidos quase o tempo todo, enquanto as imagens mostram filmes e fotos. Algumas vezes, aparece o nome da pessoa que fala, outras, não. Quem não identificar o tom de voz, fica sem saber quem está falando. Caetano, Gil, Tom Zé, têm timbres bem conhecidos e divulgados, outros, nem tanto. É possível dizer que o importante é o que se diz, não quem disse. Mas, sem dúvida, o espectador quer saber e tem esse direito. Outro aspecto que causa estranheza é a ausência de Edu Lobo no filme. A música de Torquato Neto que mais se ouve ainda hoje é “Pra Dizer Adeus”, parceria com Edu, tocada duas vezes no filme. Porém, a única referência a Edu Lobo na vida de Torquato é uma foto, junto com outras pessoas, e o crédito na música citada, ao final. Enquanto isso, Caetano e Gil aparecem prodigamente. Nada contra. Mas há um descompasso que poderia ter sido pelo menos compensado por alguma citação, se é que Edu não pôde ou não quis dar depoimento para o filme. Ficou faltando a sua presença, que certamente é menos provocadora, mas não menos importante. O tropicalismo, movimento que Torquato Neto ajudou a criar e militou culturalmente, tem grande destaque no documentário e as imagens dele, no papel de vampiro, perpassam todo o filme. As palavras que ele manejava como poucos inundam a tela. Ao final, um resgate bonito e necessário.

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    Emicida lança clipe com música inspirada no filme Pantera Negra

    2 de fevereiro de 2018 /

    O rapper Emicida divulgou o clipe da música “Pantera Negra”, inspirada no filme do super-herói e que deve integrar a trilha nas projeções nacionais do longa. A faixa tem versos como “Sou vingador, vingando a dor. Dos esmagados pela engrenagem” e “Vim esmagar boy que debocha da cultura black”. Mas apesar dessa referência aos Vingadores, a letra não cita outros heróis da Marvel. Em vez disso, louva três super-heróis da DC Comics (Lanterna Verde, Super Choque e Superman) numa confusão de universos de quadrinhos. “Estava empolgado com a possibilidade de o Pantera se tornar um filme e, com a concretização disso, me juntei ao produtor Felipe Vassão, meu parceiro desde ‘Triunfo’, para misturar nosso universo com o dos super-heróis que a gente curte”, disse o rapper em comunicado. A direção do clipe é de Fred Ouro Preto, sobrinho do cantor Dinho Ouro Preto, da banda Capital Inicial. “Pantera Negra” estreia nos cinemas brasileiros no dia 15 de fevereiro.

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    Pabllo Vittar dá beijão no americano Diplo em seu novo clipe dançante

    2 de fevereiro de 2018 /

    Depois de irritar conservadores com sua parceria sensual com Lucas Lucco em “Paraíso” – veja abaixo o clipe estilo “Lagoa Azul” – , Pabllo Vittar foi além das caras e bocas em seu novo vídeo musical. Em “Então Vai”, a drag queen aparece dando um beijão no DJ americano Diplo. O vídeo é uma celebração do amor e da diversidade, com Pabllo usando um maiô com as cores do arco-íris – e da bandeira LGBT+ – , e também inclui beijos de outros casais, inclusive heteros. Diplo não participou da música apenas para beijar. Ele produziu a gravação, que tem na batida e no arranjo dançante o seu maior trunfo. Trata-se da segunda colaboração entre o americano e a brasileira. Vittar cantou com Anitta o hit “Sua Cara”, produzido por Diplo para seu projeto musical Major Lazer (relembre o clipe aqui). O clipe marca a primeira parceria de Pabllo com a C&A. Nos mesmos moldes dos últimos vídeos musicais de Anitta, a rede vai vender os looks da cantora nas lojas. A direção é do fotógrafo de moda Hick Duarte. A música faz parte do primeiro álbum do cantor, “Vai Passar Mal”, lançado no ano passado. Pablo planeja lançar um último clipe do disco após o Carnaval. E já começou a trabalhar no segundo álbum.

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    Paródia de clipe de Anitta vira novo fenômeno viral de MC Melody

    9 de janeiro de 2018 /

    Fenômeno viral que já dura três anos, a menina Melody (Gabriella Abreu Severino, anteriormente conhecida como MC Melody) emplacou outro sucesso. Seu clipe de “Vai Baranga”, paródia de “Vai Malandra”, de Anitta, está em 1º lugar no ranking dos vídeos mais acessados do Brasil no YouTube. Em menos de 24 horas, o clipe atingiu mais de 800 mil visualizações na rede de vídeos do Google e 1,5 milhões no Facebook. E mantém o vírus de Melody contagioso por mais tempo que o prognosticado. Pra quem não lembra, a filha do funkeiro MC Belinho virou fenômeno ao tentar imitar um falsete de Christina Aguilera, num vídeo que viralizou em 2015. Agora com 10 anos de idade, a criança continua fazendo graça com o funk e o pop, sem abandonar o viés de empoderamento infantil e seus infames “falsetes” guinchados, que parecem freiadas de carro. Enquanto Anitta celebrava os mototáxis e o bronze na laje das favelas cariocas, em sua paródia de periferia paulista, Melody destaca os aparelhos de ginástica das praças públicas. Pegando a deixa no close das celulites de Anitta, a menina conta uma história em que é “baranga” por inteiro. Mas, influenciada pela imagem de beleza projetada pelas celebridades, entra numa dieta que troca a comida trash por peixe e proteínas, e passa a se exercitar. Como não tem grana para frequentar academias, usa os aparelhos gratuitos das praças. E no final termina “chamando atenção até dos urubus”. Apesar da historinha dar margem à discussão da sexualização precoce, o clipe usa bonecas para reproduzir o visual de biquínis de fita isolante de Anitta, lembrando que se trata de uma brincadeira de criança, e embute uma mensagem de autoafirmação que é mais importante qualquer paranoia. O vídeo é engraçado, realista em seu contexto e, de quebra, ainda ensina a importância de uma alimentação correta e exercícios físicos! Basicamente, um novo clássico do estilo “Vila Sésamo” de educar e divertir visualmente.

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  • Música

    Retrospectiva: Os 20 melhores clipes da música pop brasileira em 2017

    2 de janeiro de 2018 /

    A seleção dos clipes nacionais da Retrospectiva 2017 juntou os universos do funk, rap e indie. É a nova MPB, música pop brasileira. E pelo menos uma banda vive o sincretismo dessa mistureba toda: BaianaSystem. Artista do ano, Anitta quase entrou com dois clipes. Ficou representada pelo mais comentado, “Vai Malandra”. 2017 também foi marcado pela explosão do funk LGBT. Embora Pablo Vittar tenha se projetado mais, graças à colaboração internacional com Major Lazer (e novamente Anitta), o afinadíssimo trio Não Recomendados fez o melhor clipe do “movimento” e Lia Clark o mais divertido. “Chifrudo” também é o mais cheio de palavrões, como “Deu Onda”, de MC G15, uma das músicas mais tocadas do ano passado – que mesmo assim, como outros sucessos populares, não entrou na seleção abaixo. Alguns clipes são superproduções. Mas o do Muntchako foi produzido com financiamento coletivo. Há artistas mais rodados como Gabriel o Pensador, ao lado de revelações como Nina Fernandes, de apenas 18 anos. E temas como a luta contra o preconceito, a vida dura na periferia, o empoderamento feminino, a corrupção política, a falta de planejamento urbano, acidentes de trânsito, a obsolescência tecnológica e o direito ao prazer, demonstrando as preocupações da atual geração nacional. Que nem por isso deixa de tocar temas instrumentais. Os 20 clipes não estão por ordem de preferência, mas organizados por estilo e sonoridade. Os títulos das músicas podem ser conferidos abaixo. Clique play para começar a sessão. Não Recomendados – Não Recomendado | Anitta, Mc Zaac, Maejor ft. Tropkillaz & DJ Yuri Martins – Vai Malandra | Lia Clark ft. Mulher Pepita – Chifrudo | BaianaSystem e Titica ft. Margareth Menezes – Capim Guiné | Gabriel O Pensador – Tô Feliz (Matei o Presidente) 2 | Rincon Sapiência – A Volta pra Casa | RZO ft. Sombra – Uma Multidão Rumo à Solidão | Papo Reto – Craca e Dani Nega | Matheus VK – Movimento Rebolático | Mani Carneiro – *Acessos* | Cafuá – 3 Pedras e um Gigante | Sarah Abdala – Cavalgada | Carne Doce – Sertão Urbano | Nina Fernandes – Cruel | Cícero & Albatroz – A Cidade | Letrux – Noite Estranha, Geral Sentiu | Nana – CMG-NGM-PDE | Muntchako – Golpe | O Terno – Não Espero Mais | Akeem Music – Could You Please? * Seleção do editor da Pipoca Moderna

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  • Música

    Filme da série infantil Gaby Estrella ganha vídeo com Maisa Silva – que não está na adaptação!

    30 de dezembro de 2017 /

    Quer ver algo curioso? A Downtown/Paris, que domina o mundo das comédias infantis brasileiras, lançou o primeiro trailer de “Gaby Estrella”, mais um filme baseado numa produção de TV. A série original passava no canal pago infantil Gloob, que é da Globo. Entretanto, o canal escolhido para fazer a divulgação foi o YouTube de Maisa Silva, a estrelinha do SBT. Maisa está no filme? Não. Mas aparece toda prosa no começo do vídeo para falar de seu filme favorito que não fez. Para deixar claro: “Gaby Estrella” não tem nada a ver com “Carrossel”, a novelinha estrelada por Maisa que também virou filme. Mas vale lembrar que a protagonista, vivida por Maitê Padilha, já apareceu na série dos “Detetives do Prédio Azul”, outra atração mirim que foi transposta para o cinema com grande bilheteria. O detalhe é que as três adaptações foram produzidas/distribuídas pela Downtown/Paris Filmes. Os que não conhecem – e são muitos – podem se contentar em saber que “Gaby Estrella” é uma “Hannah Montana” brasileira, menina do interior que vira sucesso musical. Sua série/novelinha teve três temporadas, entre 2013 e 2015, e o filme a encontra com problemas para manter a carreira de “estrella”. Outro fenômeno pop descartável surgiu e, para continuar seus 15 minutos de fama, ela é mandada de volta ao interior, com o objetivo de estrelar um reality show que possa voltar a lhe deixar em evidência. Mas os planos são sabotados por sua prima invejosa, Rita de Cássia (Bárbara Maia). A moral da história é que a verdadeira amizade é importante, mas, até chegar neste final feliz, é preciso suportar muita música ruim, como as vistas no trailer, e muita superficialidade – fama e inveja, aparentemente, são tudo na vida. Dirigido por Cláudio Boeckel (da novela “A Força do Querer”), “Gaby Estrella” tem estreia marcada para o dia 18 de janeiro.

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  • Música

    Planet Hemp disponibiliza documentário sobre os 20 anos de sua prisão

    22 de dezembro de 2017 /

    A banda Planet Hemp disponibilizou nessa sexta-feira (22/12) um documentário em curta-metragem para marcar os 20 anos de prisão de seus integrantes, que aconteceu em novembro de 1997, após um show para 7 mil pessoas em Brasília. Com direção e roteiro por Matias Maxx (cinematógrafo de “Sou Feia Mas Tô na Moda”) e direção de arte e edição a cargo de Felipe Benoliel (“Ouro Negro”), o curta monta uma linha do tempo com imagens de reportagens e shows, contando a repressão sofrida pelo grupo, acusado de fazer apologia às drogas, ao cantar músicas em favor da descriminalização da maconha no Brasil. Além da prisão, que durou cinco dias, a banda teve vários shows cancelados e CDs recolhidos, alimentando um debate sobre a liberdade de expressão e a política de drogas em um país recém-saído da ditadura. A repercussão do caso acabou servindo de combustível para o surgimento das chamadas Marchas da Maconha, passeatas que pedem a legalização da droga. Elas também foram proibidas e violentamente reprimidas, até a discussão chegar ao STF, que declarou sua legitimidade em 2011, em uma audiência histórica, na qual a prisão do Planet Hemp foi citada como uma “interferência brutal do processo de produção intelectual e artística”. Planet Hemp também ganhou um filme em longa-metragem, “Legalize já”, de Johnny Araújo e Gustavo Bonafé, que dramatiza com atores a origem da banda. A produção foi premiada na Mostra de São Paulo 2017 e estreia em fevereiro nos cinemas do Brasil. Por enquanto, fique com o curta que recorda o momento mais polêmico da trajetória da banda.

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