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  • Filme

    Divergente: Shailene Woodley se diz surpresa com os planos para o final da franquia

    22 de julho de 2016 /

    Não foi só o público que ficou surpreso pela divulgação dos planos do estúdio Lionsgate para o final da saga “Divergente”, que pode ser lançado direto para a TV ou um serviço de streaming. Enquanto divulgava o vindouro filme “Snowden” na San Diego Comic-Con, a protagonista Shailene Woodley revelou ter descoberto a novidade pela imprensa e ainda não sabe como reagir. “Sinceramente, estava no avião quando tudo aconteceu, desembarquei e fiquei meio ‘Wow, o que está acontecendo?'”, disse a atriz. Quando questionada se estaria disposta a reprisar o seu papel como a mocinha Tris nesses novos termos, a artista deixou a resposta no ar: “Preciso conversar e descobrir os detalhes”. A decisão, que ainda não é oficial, seria reflexo da queda de bilheteria registrada no filme anterior. Enquanto “Divergente” (2014) e “A Série Divergente: Insurgente” (2015) arrecadaram US$ 288,8 milhões e US$ 297,2 milhões, respectivamente, “A Série Divergente: Convergente” (2016) implodiu com US$ 179 milhões em todo o mundo. O fracasso, inclusive, também já rendeu um corte de orçamento da sequência. Segundo o site Variety, a ideia é que “A Série Divergente: Ascendente” finalize o enredo envolvendo os protagonistas da franquia e apresente novos personagens, que se tornarão estrelas de uma série televisiva. Assim, o final da saga viraria o piloto de série mais caro de todos os tempos. “A Série Divergente: Ascendente”, atualmente em pré-produção, tem direção de Lee Toland Krieger (“A Incrível História de Adaline”) e ainda pode ser lançado nos cinemas no mercado internacional. No Brasil, a estreia ainda está mantida em 8 de junho de 2017.

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  • Filme

    Final da saga Divergente pode ser lançado direto na televisão

    21 de julho de 2016 /

    O último capítulo da franquia juvenil “Divergente” pode ter sua estreia suspensa nos cinemas. Segundo apurou o site da revista Variety, o estúdio Lionsgate está planejando lançar “A Série Divergente: Ascendente”, atualmente em pré-produção, diretamente na televisão ou num serviço de streaming. A mudança de estratégia seria reflexo da queda de bilheteria registrada no filme anterior. Enquanto “Divergente” (2014) e “A Série Divergente: Insurgente” (2015) arrecadaram US$ 288,8 milhões e US$ 297,2 milhões, respectivamente, “A Série Divergente: Convergente” (2016) implodiu com US$ 179 milhões em todo o mundo. Diante de um calendário lotado de blockbusters no verão de 2017, o estúdio passou a considerar uma mudança de estratégia. Segundo a Variety, além de levar “Ascendente” para a televisão, o estúdio ainda está pensando em transformar o universo criado pela escritora Veronica Roth em uma série televisiva, mas ainda não fechou parceria com nenhum canal de TV ou streaming. A ideia é que o filme finalize o enredo envolvendo os protagonistas da franquia e apresente novos personagens, que serão as estrelas da vindoura série. Assim, o final da saga viraria o piloto de série mais caro de todos os tempos. Com direção de Lee Toland Krieger (“A Incrível História de Adaline”), “A Série Divergente: Ascendente” ainda pode ser lançado nos cinemas no mercado internacional. No Brasil, a estreia ainda está mantida em 8 de junho de 2017.

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  • Música

    Vinyl: HBO surpreende e cancela a série após anunciar sua renovação

    22 de junho de 2016 /

    O canal pago americano HBO tomou uma decisão surpreendente e anunciou nesta quarta (22/6) o cancelamento da série “Vinyl”, quatro meses após encomendar sua renovação. “Após uma reflexão cuidadosa, decidimos não seguir em frente com a 2ª temporada de ‘Vinyl’. Obviamente, não foi uma decisão fácil. Nós temos um grande respeito pela equipe e pelo elenco pelo trabalho e paixão que dedicaram a este projeto”, afirmou o canal em comunicado. A produção estava passando por uma reformulação completa e o cancelamento vem dois meses após Terence Winter (“Boardwalk Empire”) deixar o cargo de showrunner da série, por diferenças criativas. Ele trabalhava ao lado do cineasta Martin Scorsese (“O Lobo de Wall Street”) e do cantor Mick Jagger, dos Rolling Stones, cocriadores da atração. Segundo apurou o site The Hollywood Reporter, a decisão do cancelamento partiu do novo presidente de programação da HBO, Casey Bloys, que assumiu o cargo no começo do ano, após a saída de Michael Lombardo, responsável pela aprovação da série. Jagger e Scorsese maturaram a ideia de “Vinyl” por cerca de duas décadas, pensando num filme, até Winter entrar a bordo com a determinação de transformar o conceito numa série. O programa aborda a indústria da música do começo dos anos 1970, enfocando a fictícia gravadora American Century, presidida pelo instável Richie Finestra (Bobby Cannavale), que busca um “novo som” capaz de salvar seu negócio da falência. Tudo isso é mote para mostrar a cena musical da época, com direito a flashes de bandas e cantores como Velvet Underground, David Bowie e New York Dolls. Apesar de Scorsese ter dirigido o primeiro episódio, com 2 horas de duração, a série não emplacou em audiência nem empolgou a crítica. Após uma estreia com pouco mais de 764 mil espectadores ao vivo, o público se estabilizou em torno de 500 mil pessoas por episódio. Muito abaixo do esperado pelo tema e os nomes envolvidos. Além do peso dos produtores envolvidos, o elenco também destacava atores conhecidos como Bobby Cannavale (“Blue Jasmine”), Olivia Wilde (“Rush – No Limite da Emoção”), Juno Temple (“Malévola”), Ray Romano (série “Parenthood”) e James Jagger (“Sex & Drugs & Rock & Roll”), o filho de Mick. Embora o cancelamento tenha sido surpreendente, não é um fato inédito. O HBO cometeu o mesmo recuo com a série “The Brink”, estrelada por Jack Black (“Goosebumps”) e Tim Robins (“Lanterna Verde”), cancelada em novembro do ano passado, quatro meses após o anúncio de sua renovação.

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  • Série

    Lilly Wachowski se afasta da produção da 2ª temporada de Sense8

    28 de maio de 2016 /

    A 2ª temporada de “Sense8” sofreu uma mudança de bastidores. Após perder um dos protagonistas em abril, a co-criadora, produtora e diretora da série Lilly Wachowski decidiu deixar o programa. Segundo a atriz Jamie Clayton, que interpreta Nomi, “Lilly precisava de um tempo de folga”, mas poderá retornar para uma eventual terceira temporada. Jamie informou ao BuzzFeed News que Lana Wachowski, irmã e parceira criativa de Lilly, assumiu o comando criativo da temporada sozinha. “Lana é absolutamente uma supermulher. O jeito que ela canaliza sua energia e sua criatividade… me mantém em reverência absoluta sempre que estou perto dela. Ela é uma força absoluta”, contou a atriz. Aparentemente, Lana sempre foi a principal mente criativa por trás do programa, responsável por grande parte das ideias da 1ª temporada. E Lilly estaria passando por um momento difícil, após revelar em março sua mudança de gênero sexual (seguindo os passos da irmã Lana), sob ameaça de um jornal britânico que pretendia revelar sua transição publicamente. Além de “Sense8”, Lilly e Lana Wachowski são conhecidas por filmes como a trilogia “Matrix” (1999-2003), “Speed Racer” (2008), “A Viagem” (2012) e “O Destino de Júpiter” (2015). A série está atualmente gravando cenas da nova temporada no Brasil, que incluirão a Parada do Orgulho LGBT de São Paulo.

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  • Série

    Grey’s Anatomy: Após dez anos, Sara Ramirez deixa a série

    20 de maio de 2016 /

    Após 12 temporadas, os fãs de “Grey’s Anatomy” já se acostumaram com as saídas de personagens importantes da série. Mas algumas despedidas são mais doloridas. Não bastassem as perdas de Sandra Oh em 2014 e Patrick Dempsey em 2015, chegou a vez de Sara Ramirez dar adeus à produção, após dez anos como intérprete da Dra. Callie Torres – desde a 2ª temporada da série. A notícia já tinha sido antecipada no Twitter da atriz, mas só foi confirmada na quinta, quando foi ao ar o final da temporada. O destino da Dra Callie Torres, pelo menos, foi similar ao de Cristina Yang, a personagem de Oh, e não uma tragédia como a que tirou da série o Dr. Derek Shepherd, vivido por Dempsey. A despedida, rumo a outra cidade, sempre deixa no ar a possibilidade de uma visita, especialmente pela ligação de Callie com Arizona (Jessica Capshaw), com quem compartilha uma filha. As duas personagens protagonizaram um dos mais visíveis casamentos lésbicos da televisão. Ramirez se despediu dos fãs por meio de um comunicado nas redes sociais. “Eu sou profundamente grata em ter passado estes últimos dez anos com a minha família em ‘Grey’s Anatomy’ e na ABC, mas agora tenho que ter algum tempo para mim. Foi incrível trabalhar com Shonda, e definitivamente continuaremos a conversar. Eu mando todo o meu amor para Ellen (Pompeo), o resto do elenco e da equipe, e espero ser para sempre um membro da família Shondaland!”, ela escreveu.

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  • Filme

    Próximos filmes dos Vingadores serão renomeados

    6 de maio de 2016 /

    Quando a Marvel anunciou, em outubro de 2014, que os Vingadores ganhariam mais dois filmes, intitulados “Vingadores: Guerra Infinita – Parte 1” e “Vingadores: Guerra Infinita – Parte 2”, não existia sequer um roteiro esboçado, muito menos diretor definido para os projetos. Agora que o time do bem-sucedido “Capitão América: Guerra Civil” trabalha nesses filmes, ficou mais claro para o estúdio que eles não serão uma longa história dividida em duas partes, mas duas produções bem diferentes. Por isso, tudo se encaminha para que os lançamentos sejam renomeados. Os diretores Joe e Anthony Russo afirmaram que ainda não sabem ao certo quais serão os nomes, mas é certo que haverá uma alteração. “A intenção é que a gente mude esses títulos, só ainda não pensamos nos novos”, eles disseram, em entrevista para o site Uproxx. Mesmo com a mudança dos nomes, as datas dos lançamentos serão mantidos relativamente próximas, em 2018 e 2019.

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  • Etc,  Filme

    Globo de Ouro muda regras após vitória de Perdido em Marte como Melhor Comédia

    19 de abril de 2016 /

    Depois de virar piada, ao premiar “Perdido de Marte” como Melhor Comédia do ano, o Globo de Ouro resolveu mudar suas regras. O sistema foi revisto depois das críticas e a Associação de Correspondentes Estrangeiros em Hollywood, que organiza a premiação, anunciou o óbvio: que “dramas com conteúdo humorístico terão que se inscritos como dramas”. O longa de Ridley Scott ganhou não só o Globo de Ouro de Melhor Filme de Comédia ou Musical, mas também o de Melhor Ator na categoria, para Matt Damon, além de render uma indicação a Ridley Scott como Melhor Diretor. Isto gerou reação até de outros candidatos que apareceram com comédias de verdade. O comunicado sobre as novas regras também avisa que estão barradas indiciações a um ator em participação especial que interprete a si mesmo, e que filmes com menos de 75% das aparições dos protagonistas, como animações, não podem concorrer às categorias de Drama e Comédia. Filmes estrangeiros, por sua vez, terão que ter pelo menos 51% dos diálogos falados em idiomas diferentes do inglês, e documentários não poderão se inscrever. A 74ª edição do prêmio será realizada no dia 8 de janeiro de 2017.

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  • Música

    Vinyl: Roteirista de O Ultimato Bourne é o novo showrunner da série

    10 de abril de 2016 /

    A HBO anunciou que Terence Winter não é mais o showrunner de “Vinyl”. Ele será substituído por Scott Z. Burns, roteirista de “O Ultimato Bourne” (2007), “Contágio” (2011) e “Terapia de Risco” (2013), que fará sua estreia na produção televisiva. Além dele, a equipe da atração será reforçada em sua 2ª temporada por Max Borenstein, roteirista de “Godzilla” (2014) e criador da série derivada do filme “Minority Report” (2015). “Vinyl” é um projeto do cantor Mick Jagger e do cineasta Martin Scorsese, que maturaram a ideia por cerca de duas décadas, até Winter entrar a bordo com a determinação de transformar o conceito numa série. O programa aborda a indústria da música do começo dos anos 1970, enfocando a fictícia gravadora American Century, presidida pelo instável Richie Finestra (Bobby Cannavale), que busca um “novo som” capaz de salvar seu negócio da falência. Tudo isso é mote para mostrar a cena musical da época, com direito a flashes de bandas e cantores como Velvet Underground, David Bowie e New York Dolls. Apesar de Scorsese ter dirigido o primeiro episódio, com 2 horas de duração, a série não emplacou em audiência nem empolgou a crítica. Após uma estreia com pouco mais de 764 mil espectadores ao vivo, o público se estabilizou em torno de 500 mil pessoas por episódio. Muito abaixo do esperado pelo tema e os nomes envolvidos. A 1ª temporada se encerra em 17 de abril. Na sua declaração oficial, a HBO afirmou: “Ao entrarmos na 2ª temporada de ‘Vinyl’, decidimos que era hora de fazer uma mudança na direção criativa da série. Ficamos gratos por nossa longa parceria com Terry Winter em ‘Família Soprano’, ‘Boardwalk Empire’ e agora em ‘Vinyl’ e ansiamos por nossa próxima colaboração com ele”. O comunicado lembra que Winter foi parceiro da HBO por mais de uma década, como roteirista e produtor da clássica “Família Soprano” (1999-2007), além de ter criado e produzido “Boardwalk Empire” (2010-2014) em parceria com Scorsese. Além disso, ele escreveu o roteiro de “O Lobo de Wall Street” (2013), de Scorsese, pelo qual foi indicado ao Oscar.

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  • Etc,  Filme

    Gael García Bernal entra no comitê do Oscar 2017

    16 de março de 2016 /

    Academia de Artes e Ciências Cinematográficas integrou três novos membros em seu conselho de 51 membros (chamados pela organização de “governadores”) e nomeou seis membros de minorias para outras posições de liderança, incluindo o ator mexicano Gael García Bernal (“Cartas para Julieta”). A presidente da Academia, Cheryl Boone Isaacs, anunciou as nomeações depois de uma reunião do conselho administrativo da organização. Além de Bernal, os novos membros do comitê incluem a cinegrafista Amy Vincent (“A Entidade 2”) e a produtora Effie Brown (“Mulheres de Verdade Têm Curvas”). Já os novos “governadores” são o roteirista Gregory Nava (“Frida”), a diretora Jennifer Yuh Nelson (“Kung-Fu Panda”) e o produtor Reginald Hudlin (“Django Livre”), que produziu a cerimônia do Oscar 2016. O conselho também ratificou outras mudanças propostas em janeiro para aumentar a diversidade dentro da Academia, reagindo à falta de diversidade do Oscar 2016. A decisão mais polêmica é a limitação do direito de voto ao Oscar, que só será permitido à pessoas ativas na indústria cinematográfica nos últimos dez anos. Com isso, vários membros atuais perderão o direito a votar no Oscar 2017 – o que gerou revolta entre os membros veteranos. Na manhã desta quarta-feira, a academia emitiu um comunicado em que dizia lamentar “qualquer aspecto da transmissão televisiva do Oscar que tenha sido ofensivo”, em resposta ao protesto, assinado entre outros pelo diretor Ang Lee (“As Aventuras de Pi”), contra piadas feitas, durante a cerimônia de premiação, às custas de estereótipos racistas asiáticos.

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