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  • Música

    Rolling Stones homenageiam Charlie Watts

    28 de agosto de 2021 /

    Os Rolling Stones homenagearam Charlie Watts com um vídeo que reúne vários momentos do baterista ao longo de mais de meio século de rock’n’roll. Falecido na terça-feira passada (24/8), o músico de 80 anos já tinha anunciado seu afastamento da banda para cuidar de problemas de saúde. Em um primeiro momento, os demais membros da banda permaneceram em silêncio sob o impacto da perda. Ele foi o último músico da formação original a entrar na banda, trocando os shows do grupo Blues Incorporated pelo novo projeto musical de Mick Jagger, Keith Richards, Brian Jones e Bill Wyman em 1963, batizado de The Rolling Stones em homenagem a um blues de Muddy Waters. A faixa que acompanha o vídeo postado nas redes sociais é “If You Can’t Rock Me”, que abre o disco “It’s Only Rock ‘n Roll”, de 1974, quando Mick Taylor fazia parte da banda, assumindo as guitarras de Brian Jones, primeiro Stone a fazer show em outra dimensão. Com a morte de Watts e a aposentadoria de Wyman em 1993, restam apenas Jagger e Richards, os principais compositores, da formação clássica dos Stones. E eles não pensam em parar. Já tinham até fechado com um baterista substituto, antes da morte de Watts, para levar adiante uma nova turnê com o guitarrista Ron Wood, que está na banda desde 1975, e o baixista Darryl Jones, que substituiu Wyman em 1993. Apesar da morte de Watts, a turnê está mantida. Batizada de “No Filter”, terá 12 apresentações nos Estados Unidos. A estreia está marcada para 26 de setembro em St. Loui, no Missouri, e o encerramento em Austin, no Texas, em 11 de novembro. pic.twitter.com/K6OKExXBED — The Rolling Stones (@RollingStones) August 27, 2021

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  • Filme

    Chadwick Boseman ganha homenagens no primeiro aniversário de sua morte

    28 de agosto de 2021 /

    O ator Chadwick Boseman foi celebrado neste sábado (28/8) com várias homenagens online por ocasião do primeiro aniversário de sua morte. Vários amigos, colegas, fãs e até estúdios de cinema se manifestaram para lembrar o astro de “Pantera Negra”, que morreu de complicações de câncer de cólon em 28 de agosto do ano passado, aos 43 anos. Por ter mantido o tratamento do câncer em segredo, sua morte prematura chocou a comunidade cinematográfica. A Marvel Entertainment e o Marvel Studios abriram as homenagens com a mensagem: “Honrando nosso amigo, nossa inspiração e nosso Rei, Chadwick Boseman.” O texto foi traduzido e reproduzido em várias línguas ao redor do mundo, inclusive no Brasil. Lupita Nyong’o, que interpretou o interesse amoroso do rei T’Challa, Nakia, compartilhou uma imagem dos dois juntos. “Eu não sabia que poderia sentir falta de sua risada e de seu silêncio na mesma medida. Eu sinto. Sim … Um ano após sua morte, a memória de Chadwick Boseman continua viva em mim”, escreveu Nyong’o. Mark Ruffalo, intérprete do Hulk, ponderou como o tempo passou rápido desde a morte do ator, que continua presente no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), graças às gravações de sua voz na série “What If…?”. A produção ainda tem três episódios inéditos com dublagens feitas por Boseman. “Não tem um dia que passe que eu não te ame e sinta sua falta, irmão”, escreveu Michael B. Jordan no Instagram. “Mas eu sei que você ainda está conosco”. Viola Davis, que contracenou com Boseman em seu último trabalho, “A Voz Suprema do Blues”, a atriz Jane Lynch (“Glee”), a modelo Naomi Campbell (“Star”) e muitas outras celebridades também se manifestaram. Confiram algumas das mensagens abaixo. Honrando nosso amigo, nossa inspiração e nosso Rei, Chadwick Boseman. pic.twitter.com/iztGK6kQ41 — MarvelBR (@MarvelBR) August 28, 2021 Can’t believe how fast time has gone. Thinking of you today, @chadwickboseman. 📸 Sam Jones pic.twitter.com/uKzLevgOe4 — Mark Ruffalo (@MarkRuffalo) August 28, 2021 I did not know that I could miss both his laughter and his silence in equal measure. I do. I do… One year after his passing, the memory of @chadwickboseman remains this alive in me. pic.twitter.com/4y7H7Bhtpo — Lupita Nyong'o (@Lupita_Nyongo) August 28, 2021 This day last year you left this earth and us. Man you are missed!!! 💔🙏🏿❤ pic.twitter.com/HjmPYgmt20 — Viola Davis (@violadavis) August 28, 2021 The death of Chadwick Boseman boggles the mind. Seemingly out of nowhere, he appeared in a flash, bursting on the scene with light and power and youth and strength and love and LIFE. And then he was gone. https://t.co/lugDdyTeaU — Jane Lynch (@janemarielynch) August 28, 2021 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Michael B. Jordan (@michaelbjordan) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Naomi Campbell (@naomi)

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  • Etc

    Matthew Mindler (2001-2021)

    28 de agosto de 2021 /

    O ator Matthew Mindler foi encontrado morto neste sábado (28/8), aos 19 anos, perto da universidade de Millersville, na Pensilvânia. O jovem, que ficou conhecido com 9 anos de idade ao atuar no filme “O Idiota do Meu Irmão”, estava desaparecido desde que não retornou a seu dormitório na noite de terça-feira (24/8), quando uma câmera do campus universitário, em que ele era calouro, registrou suas última imagens caminhando em direção ao estacionamento. Depois de também faltar às aulas na universidade, ele se tornou oficialmente desaparecido na quinta-feira. O caso estava sendo investigado pela polícia e colegas vinham distribuindo cartazes de “Desaparecido” na região da universidade. De acordo com comunicado da universidade, Mindler foi encontrado durante uma busca na manhã deste sábado em Manor Township, perto do campus. A causa da morte não foi revelada, mas um relatório forense será divulgado nos próximos dias. “O Idiota do meu Irmão” foi lançado em 2011 e trazia Mindler como o filho frustrado de Steve Coogan e Emily Mortimer, que precisa ceder seu quarto para o tio maconheiro Paul Rudd, num elenco que ainda incluía Elizabeth Banks, Zooey Deschanel e Rashida Jones. Depois do filme, ele fez alguns especiais de TV e o telefilme “Chad: An American Boy” (2016), mas sua carreira não foi adiante.

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    Kaycee Moore (1944-2021)

    26 de agosto de 2021 /

    A atriz Kaycee Moore, estrela dos drama indies cultuados “O Matador de Ovelhas” (1978) e “Abençoe seus Pequeninos Corações” (1983), morreu em 13 de agosto aos 77 anos. Nascido em Kansas City em 1944, Moore conheceu o diretor Charles Burnett enquanto ele ainda estava na escola de cinema da UCLA, e conseguiu seu primeiro papel importante em seu filme de 1978, “O Matador de Ovelhas”. Burnett, que recebeu um Oscar honorário em 2018 por sua carreira, estreou no cinema com aquele filme, retratando a realidade da opressão socioeconômica enfrentada pela comunidade negra em Los Angeles na década de 1970. Cinco anos depois, Moore voltou a trabalhar com o cineasta em “Abençoe seus Pequeninos Corações”, escrito e fotografado por Burnett e dirigido por Billy Woodberry. O filme era uma continuação temática do anterior, passado na mesma comunidade. A trama acompanhava uma família em Watts, bairro pobre de Los Angeles, em sua trajetória de raça, dinheiro e gênero, e foi aclamado pela crítica. Moore ainda apareceu em “Filhas de Pó” (1991), de Julie Dash, que junto com os dois anteriores foram selecionados para preservação no Nacional de Filmes da Biblioteca do Congresso por seu importante impacto artístico e representação da experiência negra em América. Ela se afastou do cinema após “Ninth Street”, dirigido por Tim Rebman e Kevin Willmott em 1999. Paralelamente à carreira artística, juntou-se ao trabalho de sua mãe pela mobilização em prol de pacientes com doença falciforme e suas famílias. De 1984 a 1998, ela atuou como diretora executiva da seção de Kansas City da Sickle Cell Disease Association.

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    Marilyn Eastman (1933-2021)

    23 de agosto de 2021 /

    A atriz Marilyn Eastman, que lutou contra zumbis na frente e atrás das câmeras no clássico “A Noite dos Mortos-Vivos”, morreu no domingo (22/8) enquanto dormia em sua casa em Tampa, na Flórida, aos 87 anos. Ela foi vice-presidente e diretora de criação da Hardman Associates, uma produtora de filmes criada com seu parceiro de negócios e de vida Karl Hardman nos anos 1960. Os dois se juntaram ao diretor George A. Romero, ao roteirista John A. Russo e ao produtor Russel Streiner para formar a Image Ten Productions e reunir os US$ 6 mil necessários para iniciar a produção de “Night of the Flesh Eaters”, um terror barato em preto e branco, que virou um fenômeno de bilheteria, mudou a história de cinema e, apesar disso, não rendeu um centavo para seus investidores. Eastman deu duro para garantir que o filme fosse o melhor possível. Além de entrar com dinheiro, ela ajudou nos departamentos de maquiagem, adereços e som, e ainda interpretou uma das protagonistas: Helen Cooper, que encontra seu fim no porão de uma casa de fazenda na Pensilvânia, morta pela própria filha zumbi. Por curiosidade, seu marido no filme, considerado o grande vilão da história, foi interpretado por seu sócio Hardman. Para completar, depois de sua personagem morrer, ela ainda apareceu como um zumbi comedor de insetos. A produção modesta inventou os filmes de zumbis modernos ao estrear nos cinemas em 1968. Até então, zumbis eram monstros sobrenaturais de filmes de vudu, relacionados à sacerdotes mágicos do Haiti – como no clássico “Zumbi, A Legião dos Mortos” (1932). O terror dirigido e coescrito por George A. Romero tirou os elementos místicos, trocando-os por ficção científica. Uma contaminação e não um ritual transformava as pessoas em seu clássico. E a infecção se espalhava por contágio, originando uma epidemia. O diretor nem sequer usa a palavra zumbi em seu filme, para evitar a comparação com o vudu. Eram mortos-vivos. Outros detalhes incluídos no filme mencionavam que os mortos-vivos eram lentos e famintos por carne humana, uma mordida ou arranhão podia transformar qualquer pessoa numa desses monstros e eles só paravam com um tiro na cabeça. Multidões lotaram os cinemas para assistir ao lançamento nas sessões da meia-noite do final da década de 1960. Mas a Image Ten ficou sem os direitos da produção por um descuido. A produtora permitiu que os distribuidores mudassem o título de “Night of the Flesh Eaters” para “Night of the Living Dead”, literalmente “A Noite dos Mortos-Vivos”. Era um título melhor, mas não estava registrado. Sem dinheiro, a produtora faliu e Eastman só foi voltar aos cinemas nos anos 1990, fazendo uma pequena participação como atriz na comédia “Hóspede por Acaso” (1995) e um último papel mais substancial no terror “Santa Claws” (1996), dirigido por John A. Russo, o roteirista de “A Noite dos Mortos-Vivos”. Seu parceiro Hardman morreu em setembro de 2007 e a fundação Fundação George A. Romero também lembrou dele ao tuitar uma homenagem à estrela. “Boa viagem, Marilyn. Dê o nosso amor a Karl”, tuitou a organização após a confirmação da morte da atriz-produtora. It is with great sadness that we can confirm the passing of Marilyn Eastman on 8/22/21. Please join us in wishing her family peace at this painful time.Godspeed, Marilyn. Give our love to Karl. 💔 pic.twitter.com/qBidxsEIW3 — The George A. Romero Foundation (@theGARFofficial) August 23, 2021

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  • Música

    Funkeiros homenageiam MC Kevin em clipe com reza e festa

    20 de agosto de 2021 /

    Vários funkeiros se juntaram para homenagear MC Kevin no clipe de “Revoada do Tubarão 2”. Lançado em 4K nesta sexta (28/8), o vídeo revisita a canção de 2020 trazendo referências à morte de Kevin, que em maio passado caiu da varanda de um hotel na Barra da Tijuca, Rio, onde estava hospedado com amigos. Oficialmente uma faixa de MC Ryan SP, o vídeo tem quase 11 minutos de duração e inclui participações do próprio Kevin (num resgate póstumo), Kevinho, MC Dricka, MC Davi, MC Hariel, MC PP da VS, Salvador da Rima, Gaab, MC LBX, MC Don Juan, MC Pedrinho e até o pagodeiro Ferrugem, acompanhados por várias modelos em trajes de banho e cenas de festa. Há poses de oração dos funkeiros e cenas de arquivo de Kevin, tratadas com simbologia celestial. Mas isso é rapidamente superado pelo clima de festa, rimas sobre mulheres e cenas de azaração nos 90% finais da produção. O clipe da primeira parte da canção, “Revoada do tubarão”, foi lançado em 11 de setembro de 2020 e incluía uma longa lista de convidados de MC Ryan SP, incluindo MC Kevin e VK, testemunha da queda fatal do amigo. Ambos os vídeos são produção da GR6 Explode. Compare os dois abaixo.

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    Sonny Chiba (1939-2021)

    19 de agosto de 2021 /

    O icônico ator japonês Sonny Chiba, que o público ocidental conhecmais pela participação em “Kill Bill”, de Quentin Tarantino, morreu nesta quinta (19/8) aos 82 anos, por complicações da covid-19. Ele estava internado num hospital desde o dia 8 de agosto, desenvolveu pneumonia e acabou não resistindo. Com meio século de carreira, Sonny Chiba apareceu em inúmeros filmes japoneses populares e até blockbusters americanos, exibindo sua técnica exuberante em artes marciais, que o levou a interpretar grandes mestres em sua carreira. O jovem Sadaho Maeda começou a estudar artes marciais na Nippon Sport Science University em 1957 com o mestre de caratê Masutatsu “Mas” Oyama e ganhou a faixa preta de primeiro grau em 1965. Mais tarde, ele interpretou o próprio Oyama em uma trilogia de filmes, “Combate Mortal”, “Karate Bearfighter” e “Karate for Life”, no final dos anos 1970. Em 1984, ele recebeu a faixa preta de quarto grau. Também foi faixa-preta em ninjutsu, shoreinji kempo, judô, kendo e goju-ryu karate. Ele começou a atuar em 1959, quando finalmente assumiu o nome de Sonny Chiba e eventualmente Shin’ichi Chiba. Seus primeiros papéis foram como dublê em programas de tokusatsu (super-heróis mascarados japoneses), onde substituía o ator principal, mas logo se destacou em uma série de thrillers do diretor japonês Kinji Fukasaku, com quem colaborou frequentemente, e na ficção científica “Invasion of the Neptune Men” em 1961. Chiba estrelou sua primeira franquia em 1970, graças ao sucesso do thriller criminal “Yakuza Cop”, onde viveu um policial infiltrado na máfia japonesa. A produção rendeu três continuações no espaço de dois anos. Seu primeiro filme de artes marciais veio depois, “Karate Kiba”, em 1973. Já o reconhecimento internacional foi consequência da repercussão de “Street Fighter” de 1974, que foi lançado nos Estados Unidos pela New Line Cinema com uma classificação X (mais usada para a pornografia) por sua violência extrema. Para aproveitar o impacto, a trama virou uma trilogia e até ganhou spin-off, “Sister Street Fighter”, tudo no mesmo ano! A popularidade de “Street Fighter” transformou Chiba num astro de ação e o levou a estrelar adaptações de mangás populares, como “Lobisomem Enfurecido” (1975) e o cultuado “Golgo 13 – A Missão Kowloon” (1977), além de muitos filmes de samurais e ninjas, incluindo os clássicos “A Conspiração do Clã Yagyu” (1978), “Portal do Inferno” (1981) e “A Guerra dos Ninja” (1982), em que expandiu suas atividades para virar coreógrafo de cenas de ação. Sua estreia em Hollywood aconteceu em 1992, no filme de ação “Águia de Aço III: Ases do Céu”, que o levou a ser contratado para outras produções B lançadas diretamente em vídeo. Sem receber o devido reconhecimento nos EUA, acabou consagrado pelo cinema de Hong Kong com o papel de vilão num dos maiores clássicos modernos do gênero wuxia (artes marciais e fantasia), “Os Cavaleiros da Tempestade” (1998), de Andrew Lau, em que viveu o terrível Lorde Conquistador da humanidade. Ao decidir homenagear o cinema de ação asiático em “Kill Bill”, Tarantino reservou para Chiba o papel de Hattori Hanzo, um espadachim lendário transformado em dono de restaurante de sushi que no “Volume 1” (2003) da saga de vingança fabrica uma espada samurai para a Noiva (Uma Thurman). Ele também apareceu em “Velozes e Furiosos: Desafio em Tóquio” como Kamata, um chefe da Yakuza e tio do principal antagonista, Takashi (Brian Tee), numa homenagem a seus thrillers criminais dos anos 1970. Seus últimos trabalhos foram “Outbreak Z”, um filme B americano de zumbis estrelado por Wesley Snipes, e “Bond of Justice: Kizuna”, uma história de vingança contra a Yakuza. Ambos ainda estão inéditos.

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    Dubladora da pata Margarida é assassinada no Rio

    15 de agosto de 2021 /

    A dubladora Christiane Louise de Paula da Silva, de 49 anos, que dava voz à pata Margarida nos desenhos da Disney, foi assassinada no Rio de Janeiro. Seu corpo foi encontrado há alguns dias em uma área de vegetação na praia de Grumari, zona oeste do Rio de Janeiro, envolto em lençóis e sacos plásticos, e no sábado (14/8) a polícia prendeu o economista Pedro Paulo Gonçalves Vasconcellos da Costa, 27, pelo crime. Durante o depoimento na delegacia, ele confessou o assassinato. Segundo os investigadores, Christiane foi morta dentro de seu apartamento em Ipanema, Zona Sul do Rio, e o corpo levado de carro até Grumari. A arma utilizada foi um cálice quebrado, que cortou a garganta da vítima. O economista alegou ter agido em legítima defesa depois de um surto da dubladora. Mas o caso tem muitas lacunas. Os dois eram amigos. Conheceram-se em 2017 numa clínica psiquiátrica durante um tratamento. Nos últimos tempos, Pedro Paulo teria tido uma crise e foi acolhido por Christiane no apartamento dela em Ipanema. A investigação aponta que Pedro teve a ajuda de duas pessoas no crime, uma delas a própria mãe, Eliane Gonçalves Vasconcellos da Costa, que se encontra foragida. O cadáver de Christiane teria ficado de dois a três dias no apartamento antes de ter sido retirado, com ajuda de uma terceira pessoa ainda não identificada e transportado num carro não localizado. Uma das principais suspeitas é que Pedro Paulo e sua mãe estavessem interessados no patrimônio de Christiane. Os policiais encontraram computadores avaliados em R$ 10 mil e os celulares da dubladora na casa de Eliane. Ela e o filho chegaram a vender algumas roupas da vítima. Além da Margarida, ela dublava Helen Lovejoy, Edna Krabappel e Manjula na série “Os Simpsons”, a Sra. Morello na série “Todo Mundo Odeia o Chris”, a heroína Zatanna em “Liga da Justiça sem Limites” e muitos personagens de videogames, como Cortana de “Halo”, Mercy de “Overwatch”, Sivir do “League of Legends” e novamente Zatanna em “Injustice: Gods Among Us”.

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    Tarcísio Meira e Paulo José marcaram encontro no Céu em cena de novela

    13 de agosto de 2021 /

    Uma cena da novela “Um Anjo Caiu do Céu”, de 2001, acabou lembrada após a morte de seus intérpretes, os atores Tarcísio Meira e Paulo José. Resgatada pelo programa “Encontro com Fátima Bernardes”, a cena mostrava os dois atores marcando um encontro no Céu. “Um dia nos veremos lá”, diz o personagem interpretado por Paulo José, apontando para o Céu e olhando para Tarcísio Meira, que responde: “Mais cedo do que você pensa”. A exibição emocionou a atriz Lilia Cabral, que participou do programa para homenagear os atores mortos com apenas um dia de diferença. Os artistas também trabalharam juntos nas novelas “O Homem que Deve Morrer”, em 1971, e “Roda de Fogo”, em 1986, além da minissérie “O Tempo e o Vento”, de 1985. “São dois grandes atores da história da TV”, disse Lilia no programa. Veja a cena abaixo. Paulo José e Tarcísio Meira juntos em cena. 🖤 #Encontro pic.twitter.com/WBAAOgiXJH — Encontro com Fátima (@EncontroFatima) August 12, 2021

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    Una Stubbs (1937–2021)

    13 de agosto de 2021 /

    A atriz Una Stubbs, que interpretou a Sra. Hudson na série “Sherlock”, morreu nesta quinta (12/8) em Edimburgo, na Escócia, aos 84 anos. De acordo com a rede BBC, ela estava doente já há alguns meses. A família não quis divulgar a causa da morte, afirmando apenas por meio de nota que ela faleceu pacificamente. Stubbs começou a atuar na TV ainda adolescente, no final dos anos 1950, mas só começou a ficar conhecida após aparecer como namoradinha do roqueiro Cliff Richards em dois filmes musicais, “Tudo Começou em Paris” (1963) e “Wonderful Life” (1964). Em seguida, ela entrou no elenco da série de comédia “Till Death Us Do Part” que foi um fenômeno de popularidade no Reino Unido. A atração original durou nove anos, exibida de 1966 a 1975, além de ter rendido um filme em 1968 e uma continuação em 1981, batizada apenas de “Till Death”. A atriz participou de todas as versões. A série a tornou conhecida como comediante, o que a levou a aparecer em “Fawlty Towers” (1979) e vários sitcoms britânicos clássicos. Ela também estrelou a série infantil “Worzel Gummidge”, sobre um espantalho (Jon Pertwee) que ganha vida. E esta atração também teve duas encarnações, com as primeiras quatro temporadas exibidas a partir de 1979 e um revival (“Worzel Gummidge Down Under”) com mais duas temporadas a partir de 1987. Além disso, foi a professora Miss Bat da academia das bruxas de “Worst Witch”, outro sucesso infantil britânico, exibido de 1998 a 2001. Em “Sherlock”, ela apareceu em todas as temporadas da série, do primeiro ao último capítulo, entre 2010 e 2017, vivendo a proprietária da famosa casa da rua Baker Street, onde morava o detetive Sherlock Holmes (Benedict Cumberbatch na série). Seu último trabalho foi a minissérie “Murder on the Blackpool Express” (2017), comédia em homenagem a “O Assassinato no Expresso do Oriente”, passada num ônibus com fãs de uma popular romancista de mistérios.

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    Emoção marca reações de artistas à morte de Tarcísio Meira

    12 de agosto de 2021 /

    Um dia depois da morte de Paulo José, as redes sociais voltaram a ser inundadas por depoimentos emocionados de artistas que admiravam Tarcísio Meira, um dos maiores ícones da TV brasileira, que faleceu nesta quinta (12/8) aos 85 anos em decorrência da covid-19. “Não esta sendo fácil”, desabafou Marcos Palmeira, que viveu o filho de Tarcísio em “Torre de Babel”, entre outras novelas, e interpretou o papel mais famoso do ator no remake de “Irmãos Coragem”. “Tarcísio, você é um exemplo pra mim. Tive a honra de fazer o remake de ‘Irmãos Coragem’ no papel de João Coragem! Já fui filho em vários trabalhos e sempre me divertia com seu humor maravilhoso! Muita saudade! Toda força pra amada Glória Menezes e meu irmãozinho Tarcísio Filho. Esse elenco lá de cima está ficando imbatível!”, completou. “Em menos de 24 horas despedindo de outro colega”, lamentou Rosa Maria Murtinho. “Dizem por aí que a vida é curta e devemos construir memórias e acredito que isso seja o mais importante quando fazemos trabalhos por aí com tantos amigos queridos de profissão. Assim aconteceu comigo e Tarcísio quando fomos par romântico em uma novela, não trabalhamos muito juntos mas foi suficiente para entender a pessoa bacana e profissional que era. Cultura em luto porque se foi um dos maiores que temos. Estendo meu abraço a Glória, Tarcisinho e Maria que consigam ter força e fé para atravessarem esse momento de dor”. O tom de tristeza marcou todos os comentários. “Todos amamos sempre Tarcísio por seu talento, por sua gentileza, por dignificar a profissão de ator. Seu amor por Glória foi dos mais lindos que já presenciei e desejo força pra ela e sua família. Qualquer homenagem será pequena. Vamos ficar sempre com muitas saudades”, exprimiu Serginho Groisman. A sensação é que houve um baque generalizado. “Estou em choque. Arrasado. Perdi um ídolo, um parceiro de trabalho e um amigo”, comentou Rodrigo Lombardi. “Inacreditável meu Deus do céu”, ecoou Eri Johnson. “Meu coração está despedaçado”, lamentou Vera Fischer. “Tarcisão, você foi meu companheiro desde a minha primeira novela de TV. Aprendi tudo com você: profissionalismo, parceria e lealdade. Obrigada por tantos trabalhos juntos, obrigada por teu grande coração”, ela acrescentou. Fernanda Paes Leme deu a medida do impacto que era contracenar com Tarcísio numa novela. “Eu era a Patty Telles de Mendonça, meu primeiro trabalho na TV! Chegou o episódio em que o pai da Patty finalmente aparecia pra ver a filha. Começou um burburinho nos bastidores e de repente me contaram: seu pai vai ser o Tarcisio Meira. Imaginem como eu fiquei! Imaginem a responsabilidade. Chegou o dia, eu nervosa e ele apareceu. A cena era de emoção e tava tudo ali no meu olhar, vendo aquele brilhante ator, que minha mãe sempre foi fã e que eu assistia e admirava desde pequena, na minha frente, lindo, generoso e muito cuidadoso. Fizemos a cena e foi incrível! Ali, eu tive a certeza que atuar era o que queria fazer pra sempre! Depois desse dia tivemos outros encontros que jamais esquecerei! Obrigada, Tarcísio Meira, por mim e por toda história da tv, cinema e teatro brasileiro”. Até quem não tem redes sociais, como Tony Ramos, manifestou sua dor. Ele mal conseguiu dar seu depoimento ao canal Globo News, demonstrando emoção à flor da pele. Veja abaixo algumas das reações à perda e homenagens ao talento de Tarcísio Meira. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Marcos Palmeira (@marcospalmeiraoficial) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Rosamaria Murtinho (@roseiramur) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tainá Müller (@tainamuller) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Fernanda Paes Leme (@fepaesleme) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Rodrigo Lombardi (@rodrigolombardi) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Zezé Motta (@zezemotta) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lavinia Vlasak (@laviniavlasak4real) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Serginho Groisman (@serginhogroisman) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Vera Fischer 🎥🎭 (@verafischeroficial) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por miguelfalabellareal (@miguelfalabellareal) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Eri Johnson💥✨🎭 (@eri) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Erika Januza (@erikajanuza) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Claudia Ohana (@ohanareal) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jose de Abreu (@josedeabreu) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Fabio Assunção (@fabioassuncaooficial) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Marcos Pasquim (@pasquim) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tata Werneck (@tatawerneck) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ary Fontoura (@aryfontoura) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Gloria Pires (@gpiresoficial) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Boninho (@jbboninho) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ana Maria Braga (@anamaria16) Descanse em paz Tarcísio Meira. E que Deus conforte os corações de amigos e familiares. Seu legado é eterno. Obrigada! 🙏🏼💙 pic.twitter.com/UvV11FPQiH — +a (@maisa) August 12, 2021 O ator Tony Ramos se emocionou ao falar do amigo Tarcísio Meira, que morreu de Covid-19, nesta quinta-feira (12), aos 85 anos. "Eu quero me lembrar dele com essa força, determinação", disse Tony. ➡ Assista na #GloboNews e nos #CanaisGlobo: https://t.co/bFwcwLHmLH pic.twitter.com/YOVQsUN4cK — GloboNews (@GloboNews) August 12, 2021 Hoje não tem clima pra humor. Só a tristeza por essas perdas em um intervalo tão curto. Paulo e Tarcísio são gigantes que nos inspiram a fazer sempre o melhor. A saudade ficará para sempre e os aplausos também. Obrigado por tanto 🖤 — Bruno Gagliasso – Pai de 3 (@brunogagliasso) August 12, 2021

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    Tarcísio Meira (1935-2021)

    12 de agosto de 2021 /

    Morreu nesta quinta-feira (12/8), um dos atores mais famosos da TV brasileira. Após cinco dias internado na UTI do hospital Albert Einstein, em São Paulo, em tratamento contra a covid-19, Tarcísio Meira faleceu aos 85 anos. Ele estava internado junto com Glória Menezes, o grande amor de sua vida, com que estava casado há 59 anos, mas ela superou a doença e “deve ter alta em breve”, segundo a assessoria de imprensa da família. Tarcísio Meira se chamava Tarcísio Magalhães Sobrinho. O sobrenome Meira veio “emprestado” da mãe, Maria do Rosário Meira Jáio de Magalhães, por ser mais sonoro também por superstição: o nome artístico tinha 13 letras. Na juventude, ele sonhava em ingressar no Instituto Rio Branco para se tornar diplomata. Mas foi reprovado na prova, em 1957, e graças a isso o Brasil ganhou um ícone. Virou ator de teatro e foi quando ensaiava a peça “As Feiticeiras de Salém”, dirigida por Antunes Filho, que viu pela primeira vez Gloria Menezes. O contato mais próximo, porém, só aconteceu na TV, quando fizeram juntos o teleteatro “Uma Pires Camargo” (1961). Em entrevista ao jornal O Globo de 2015, ele conta que, depois de ficarem amigos, decidiu se aproximar mais. “Quando ela lançou o filme “O Pagador de Promessas” (1962) em Cannes, mandei flores e um cartão escrito ‘volte, volte, volte'”. Na volta, eles se tornaram inseparáveis. Marcando a trajetória da televisão brasileira, os dois protagonizaram a primeira telenovela diária do país, “2-5499 — Ocupado”, na Excelsior, em 1963. O sucesso do formato catapultou o casal ao estrelato. Eles fizeram mais nove novelas juntos antes de assinar com a Globo, onde se tornaram o casal favorito da televisão brasileira. O primeiro trabalho na Globo foi “Sangue e Areia”, em 1967, que também entrou para a História por inaugurar a famosa faixa das 20h na teledramaturgia do canal. Até então, as novelas eram adaptações de tramas importadas, geralmente de época, e por isso eram referidas como folhetins – um termo francês que definia a narrativa literária seriada de romances do século 19. Mas Tarcísio ajudou a mudar a trajetória do gênero ao protagonizar “Irmãos Coragem”, trama de Janete Clair de 1970 que combinava uma narrativa muito brasileira e atual, com garimpo e violência no sertão. O ator viveu João Coragem que, ao lado dos irmãos interpretados por Cláudio Cavalcanti (1940-2013) e Cláudio Marzo (1940-2015) – além de, claro, Gloria Menezes – , desafiavam a autoridade do Coronel Pedro Barros (Gilberto Martinho). O sucesso de “Irmãos Coragem” foi tanto que derrubou o preconceito masculino contra o gênero, levando homens a se engajarem na história. “Foi a primeira novela que os homens admitiam que viam. Até então, eles viam meio escondidos, porque novela era coisa de mulher”, contou Tarcísio ao site projeto Memória Globo, lembrando que a audiência do penúltimo capítulo foi maior que a da final da Copa do Mundo de 1970. Ao longo da carreira, Tarcísio atuou em mais de 60 obras na TV, entre novelas, minisséries e especiais, vivendo personagens marcantes. Ele chegou da interpretar papéis duplos duas vezes, como Hugo Leonardo e Raul em “O Semideus” (1973) e Diogo Maia e Ciro em “Espelho Mágico” (1977). Outros personagens que marcaram seu auge como protagonista foram Ciro Valdez em “O Homem que Deve Morrer” (1971), Rodrigo Soares em “Cavalo de Aço” (1973), Antônio Dias em “Escalada” (1975) e Fernando Lucas em “Os Gigantes” (1979), Juca Pitanga em “Coração Alado” (1980), Renato Villar em “Roda de Fogo” (1986), dando o que falar até em pequenas participações, feito o desempenho como Giusepe Berdinazi em “O Rei do Gado” (1996). “Os Gigantes”, por sinal, foi a primeira novela em que seu personagem viveu romance com outra mulher que não Gloria Menezes. Por curiosidade, apesar do longo romance histórico, ele chegou até mesmo a trair Gloria num casamento televisivo, com Natália do Vale na novela “Torre de Babel” (1998). Não foi a única vez que os autores de novela usaram sua trajetória para surpreender o público. Silvio de Abreu chegou a ser considerado ousado ao escalá-lo em “Guerra dos Sexos” em 1983, colocando Tarciso em sua primeira novela cômica. Mas não só o ator conhecido por papéis dramáticos correspondeu como protagonizou cenas de rolar de rir ao lado de Fernanda Montenegro e Paulo Autran. Ele se saiu tão bem que virou personagem-título de outra novela cômica, “Araponga” (1990), como o atrapalhado detetive Aristênio Catanduva, o Araponga. Além disso, estrelou uma sitcom com a esposa que tinha simplesmente o nome de “Tarcísio & Glória” (1988) – e um detalhe: Glória Menezes vivia uma alienígena! Versátil, o ator foi herói épico, vivendo o capitão Rodrigo Cambará na minissérie “O Tempo e o Vento” – dirigido pelo colega Paulo José, que morreu na quarta-feira (11/8) aos 84 anos – e também vilão marcante, como Renato Villar em “Roda de Fogo” e o terrível Dom Jerônimo da minissérie “A Muralha” (2000). Sua última novela foi “Orgulho e Paixão”, escrita por Marcos Bernstein em 2018, em que interpretou Lorde Williamson. Mas apesar de ter sido um dos atores mais ocupados da TV brasileira, Tarciso também criou uma obra significativa nos cinemas, iniciada por “Casinha Pequenina”, um dos maiores sucessos da filmografia de Mazzaropi, lançado em 1963. Seu talento contemplou mais de 20 produções cinematográficas, entre elas clássicos absolutos, como “A Idade da Terra” (1981), último filme de Glauber Rocha. “Um dia, Glauber me botou no meio de uma bateria de escola de samba. De uma hora para outra, na batida da música, notei algo: o que era para ser uma escola de samba virou uma banda militar, quase que numa marcha. Era um tipo de cinema que eu nunca tinha feito”, Tarcísio refletiu em outra entrevista para O Globo em 2010. Ele ainda foi o Dom Pedro Iº de “Independência ou Morte”, filme lançado em 1972 como grande destaque cultural do sesquicentenário da Independência Brasileira. Mas se agradou os militares na ocasião, ajudou a enfrentar e acabar com a censura ao protagonizar “O Beijo no Asfalto”, dirigido por Bruno Barreto em 1981. A adaptação da peça de Nelson Rodrigues gerou polêmica na época, devido ao beijo na boca do personagem de Tarcísio em Ney Latorraca. A lista de filmes históricos inclui a aventura “O Caçador de Esmeraldas” (1974) de Oswaldo de Oliveira, o drama “O Marginal” (1974) de Carlos Manga, o corajoso “República dos Assassinos” (1979) de Miguel Faria Jr, o sucesso “Eu Te Amo” (1981) de Arnaldo Jabor, o polêmico “Amor, Estranho Amor” (1982), de Walter Hugo Khouri, e o vibrante “Boca de Ouro” (1990), outra adaptação de Nelson Rodrigues, com direção de Walter Avancini. O último longa do ator foi a comédia “Não se Preocupe, Nada Vai Dar Certo!”, de Hugo Carvana, lançada em 2011. No fim de 2019, Tarcísio também se despediu dos palcos com a reencenação de “O Camareiro”, peça que já tinha estrelado em 2015 e lhe rendido o Prêmio Shell de Melhor Ator. Além da esposa, ele deixa o filho Tarcísio Filho, de 58 anos, além de Amélia Brito, 64, e João Paulo Brito, 62, frutos do casamento anterior de Glória com Arnaldo Brito.

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    Morte de Paulo José emociona astros brasileiros: “Mestre dos mestres”

    11 de agosto de 2021 /

    A morte de Paulo José repercutiu com bastante força nas redes sociais. Muitos artistas lamentaram a perda do “maior mestre” e “o mestre dos mestres”, como descreveram Selton Mello, que o dirigiu em “O Palhaço” (2011), e Leandra Leal, que foi sua filha em “Explode Coração” (1995). “O ator que me mostrou a maneira de imprimir o máximo, com o mínimo de recursos”, escreveu Selton no Instagram, dedicando a estreia da novela “Nos Tempos do Imperador” a Paulo José. “Ele me abriu portais. Meu amor por ele é gigante. Paulo, eu faço meu trabalho pensando sempre como você faria. Te amo”. “Na família que criamos nessa profissão, muitos são os pais, muitas são as filhas”, filosofou Leandra. “Paulo foi o meu primeiro pai na ficção. Eu me lembro com riqueza dos seus ensinamentos. No meu primeiro dia de estúdio, ele me disse que era para imaginar uma lanterna dentro do meu peito e jogar com essa luz em cena. Na minha primeira noturna, ele me explicou pacientemente por que deveríamos repetir da mesma forma uma cena diversas vezes, desenhou dentro de um carro o que era eixo, e discorreu sobre continuidade de emoção. Eu sou muito grata e tenho muita felicidade de ter sido sua filha em alguma vida na arte”. Veja abaixo outras reações emocionadas das redes sociais. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Leandra Leal (@leandraleal) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Selton Mello (@seltonmello) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Cláudia Abreu (@claudiaabreu_atriz) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Leticia Sabatella (@leticia_sabatella) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ary Fontoura (@aryfontoura) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Drica Moraes (@oficialdricamoraes) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Patricia Pillar (@patriciapillar) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por AndréiaHorta (@aandreiahorta) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Leticia Spiller (@arealspiller) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Dira Paes (@dirapaes) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Alexandre Nero (@alexandrenero) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Murilo Rosa (@murilorosa_oficial) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ana Beatriz Nogueira (@anabeatriznogueira_oficial) Obrigado Paulo. E obrigado também Dina. Beijos pic.twitter.com/3NBuYpwFS3 — Kleber Mendonça Filho (@kmendoncafilho) August 11, 2021 Paulo José, ator grandioso, potente, generoso, dos meus preferidos. homem extremamente delicado. só podemos agradecer por tudo 🙏🏼 pic.twitter.com/Zs3oQLoaU5 — Marcelo Medici (@marcelomedici) August 11, 2021 Obrigadadá, Paulo Jose. Meu grande amor PJ nos deixou. A morte é um instantâneo. Uma hora se está, outra não se está mais. Que sorte a minha fazer a escola da terra com voce, meu amigo. Obrigada por ter nascido, homem gentil. Deus te abençoe por tanta sabedoria e bondade 🙏💙 pic.twitter.com/kiqzydLg0U — Dadá Coelho (@dadacoelho) August 11, 2021

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