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    Kirstie Alley, estrela da comédia “Olha quem Está Falando”, morre aos 71 anos

    6 de dezembro de 2022 /

    A atriz Kirstie Alley, que ficou famosa com o sucesso da comédia “Olha quem Está Falando”, morreu na segunda-feira (5/12) aos 71 anos, em decorrência de um câncer. A informação foi compartilhada por seus filhos nas redes sociais. “Estamos tristes em informar que nossa mãe incrível, feroz e amorosa faleceu após uma batalha contra um câncer descoberto recentemente. Ela estava cercada por sua família mais próxima e lutou com muita força, deixando-nos com a certeza da sua eterna alegria de viver e das aventuras que vierem pela frente”, escreveram True e Lillie Parker em comunicado. “Por mais icônica que ela tenha sido na tela, ela era ainda mais maravilhosa como mãe e avó”, completaram. Kirstie Alley ficou mais conhecida por comédias, mas chamou atenção pela primeira vez numa sci-fi. Ela viveu uma oficial vulcana à bordo da nave Enterprise no filme “Jornada nas Estrelas 2: A Ira de Khan” (de 1982), que é considerado o melhor filme da franquia espacial. O sucesso do filme a colocou no elenco de sua primeira série, “Missão Secreta” (1983), que só durou uma temporada, mas a impediu de repetir o papel da Tenente Saavik em “Jornada nas Estrelas III: À Procura de Spock” (1984) – acabou substituída por Robin Curtis, que também viveu Saavik em “Jornada nas Estrelas IV: A Volta para Casa” (1986). Ela acabou mudando a direção de sua carreira ao entrar na série “Cheers”. Kristie foi contratada para substituir Shelley Long na 6ª temporada e acabou aparecendo em 148 episódios, entre 1987 e 1993, como a nova da gerente do bar Rebecca Howe. O papel lhe rendeu um Emmy de Melhor Atriz de Comédia em 1991. A experiência em “Cheers” a impulsionou como atriz de comédia. Mas o estouro só veio com o filme “Olha quem Está Falando” (1989), narrado pelo ponto de vista de um bebê falante, que comenda a vida e o namoro de sua mãe solteira com um taxista vivido por John Travolta. Foi um sucesso enorme, que rendeu duas continuações: “Olhe quem Está Falando Também” (1990) e “Olhe quem Está Falando Agora” (1993). Ela também estrelou as comédias “Tem um Morto ao Meu Lado” (1990), “A Casa Maluca” (1990), “As Namoradas do Papai” (1995) com as gêmeas Olsen e até “Desconstruindo Harry” (1997), de Woody Allen. E quando se cansou do gênero, fez um clássico do terror: “A Cidade dos Amaldiçoados” (1995), de John Carpenter. No final dos anos 1990, ela voltou para a TV para estrelar a comédia “Veronica’s Closet”, que durou três temporadas entre 1997 e 2000, seguida pela gordofóbica “Fat Actress”, com apenas cinco episódios em 2005, e mais tarde “Kirstie”, com uma temporada entre 2013 e 2014. Entre esses trabalhos, fez várias participações especiais em séries e virou estrela de realities, como “Kirstie Alley Contra a Balança” (de 2010), em que expôs seu drama para perder peso, e até a edição de 2018 de “Celebrity Big Brother”, quando foi vice-campeã. Nesta época, Kristie revelou ser viciada em cocaína há 40 anos e também sua tática para se afastar das drogas: gastar o dinheiro do vício em flores, que presenteava a si mesma. Seus últimos trabalhos como atriz foram um papel recorrente na série “Scream Queens” (2016) e uma participação num episódio de “Os Goldbergs” (em 2019). Seu grande parceiro nos três “Olha quem Está Falando”, John Travolta lamentou a perda da amiga no Instagram. “Kirstie foi um dos relacionamentos mais especiais que já tive. Eu te amo Kirstie. Sei que nos veremos novamente”, disse. Assim como Travolta, a atriz era uma adepta da Igreja da Cientologia desde a década de 1970. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por John Travolta (@johntravolta)

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    Helena Xavier, atriz de “Os Mutantes”, morre aos 92 anos

    5 de dezembro de 2022 /

    A atriz Helena Xavier, que viveu a dona de pensão Simone Santos nas novelas “Caminhos do Coração” e “Os Mutantes”, morreu em sua casa nesta segunda-feira (5/12), aos 92 anos de idade. A morte foi confirmada por seu filho, o autor de novelas Tiago Santiago. Em uma postagem no Instagram, ele lembrou a carreira da mãe, enumerando trabalhos e vários prêmios conquistados. “Com profundo pesar, venho comunicar o falecimento da minha mãe, Helena Xavier, atriz e professora, aos 92 anos de idade, de causas naturais, em sua residência. Formada pela Fundação Brasileira de Teatro, teve como mestras Dulcina de Moraes, Cecília Meirelles, Glorinha Beutenmuller, entre outras. Foi estrela de TV, na década de 50, quando participou, entre outros, do ‘Teatro Trol’, ‘Teatro Tupi’ e ‘Câmera Um'”, escreveu. “No Teatro, participou de diversos espetáculos, no Teatro Nacional de Comédia, no Teatro Tablado, e ganhou o prêmio Padre Ventura, um dos mais importantes da época, da Associação de Críticos Teatrais Independentes, e prêmio revelação da Associação Brasileira de Criticos Teatrais, por sua atuação na peça ‘Calúnia’, da companhia Tônia-Celi-Autran”, continuou. “Na TV Globo, atuou na série ‘Caso Especial”, e participou do elenco de diversas novelas da TV Record: ‘A Escrava Isaura’, ‘Prova de Amor’, ‘Caminhos do Coração’ e ‘Mutantes’, entre outros trabalhos”, listou. “Deixa três filhos, o advogado e sindicalista Gerardo Santiago, o autor Tiago Santiago e o professor titular de física da UFRGS, Basílio Santiago, e um neto, João Lucas. Excelente mãe e avó, querida por todos que tiveram o privilégio de conhecê-la, está agora de volta ao lar da Criação, no seio do Criador. Amor eterno, mãe! Por onde você foi, um dia eu vou também!”, completou Tiago.  Ela também era tia-avó do ator Ricky Tavares, que também lamentou a morte dela com um recado nas redes sociais. “Hoje o céu ganha mais uma estrela linda. Minha tia, Helena Xavier, irmã do meu pai, atriz incrível, uma professora maravilhosa. Graças a ela, hoje amo o que faço. Obrigado por tanto, tia. Que Deus te receba de braços abertos. Te amo para sempre”, disse ele. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tiago Santiago (@tiagosantiago)

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    Márcia Manfredini, atriz de “A Grande Família”, morre aos 62 anos

    5 de dezembro de 2022 /

    A atriz Márcia Manfredini, que interpretou a personagem Abigail em “A Grande Família”, morreu nesta segunda-feira (5/12) aos 62 anos de idade. A causa da morte ainda não foi divulgada pela família. A morte foi confirmada pelos atores Kiko Mascarenhas e Blota Filho no Instagram, lamentando pela perda da atriz e amiga. “Minha melhor amiga! Um ser de luz e amor! Sempre rindo de tudo! Ontem nos falamos por 2 horas! Vc vai fazer muita falta na minha vida! Biiii segue com luz e muita porque foi luz que vc espalhou por aqui!!! Não acredito até agora! Mas Deus sabe o que faz! Gratidão por tudo que passamos, rimos e vivemos nesses 30 anos de união! Te amo magrela!”, escreveu Blota Filho. “Acabei de saber do falecimento da querida Marcia Manfredini. Tão prematuramente… uma tristeza. Aos familiares e amigos, meus sentimentos sinceros. Descanse em paz, querida”, lamentou Kiko Mascarenhas. Guta Stresser, que interpretou a personagem Bebel em “A Grande Família”, também lamentou a morte da atriz. “Minha amiga! Querida, amiga Márcia. Que tristeza… Não estou conseguindo acreditar”, escreveu ela. Márcia Manfredini viveu a Dona Abigail em 71 episódios de “A Grande Família”, entre 2006 e 2011. A personagem era a superintendente do bairro, sempre se portando de forma arrogante e rabugenta, e tinha Agostinho como alvo preferencial das suas broncas, além de invejar Dona Nenê por esta ser muito mais querida pelos vizinhos. Para completar, foi apaixonada por Beiçola e, em certo ponto da história, começou a namorá-lo, o que promoveu a paz entre ela e a grande família de Nenê e Lineu. Ela também viveu a Dona Irena, tia da cantina da série “Sandy & Jr.” (1999-2001), participou do longa “Carrossel: O Filme” (2015) e fez participações em algumas novelas e de muitas peças de teatro. Seu trabalho mais recente foi no humorístico “Família Paraíso”, atualmente no ar na Globo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Blota Filho🔆 (@blotafilhooficial) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Kiko Mascarenhas (@kikomascarenhas) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Maria Augusta L Stresser (@gutastresser)

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    Brad William Henke, ator de “Orange Is the New Black”, morre aos 56 anos

    2 de dezembro de 2022 /

    Brad William Henke, ex-jogador de futebol americano que virou ator e apareceu com destaque em séries como “Orange Is the New Black”, “Justified” e “Lost”, morreu na última terça (29/11) enquanto dormia. Ele tinha 56 anos. Nascido em 10 de abril de 1966, em Columbus, no estado americano de Nebraska, Henke foi criado na cidade de Littleton, no Colorado e jogou futebol americano na Universidade do Arizona, onde foi capitão do time e jornalista estudantil. Selecionado pelo New York Giants em 1989, ele passou a jogar na linha defensiva do Denver Broncos e chegou a aparecer no Super Bowl XXIV. Porém, depois de diversas lesões, foi obrigado a se aposentar do esporte em 1994. Nessa época, se mudou para Los Angeles em busca de um emprego como treinador. Porém, ao participar de um teste de elenco que buscava “caras grandes” para fazer um comercial, logo começou uma nova e inesperada carreira. Somente no ano de 1996, Henke apareceu nos filmes “Deu Tudo Errado”, “Estranha Obsessão”, “Space Jam: O Jogo do Século”, e nas séries “Chicago Hope”, “Paixões Perigosas” e “Nash Bridges”. Nos anos seguintes, ele também participou de “Plantão Médico” (em 1998), “Sports Night” (1998) e “Um Policial da Pesada” (1999), sempre em episódios isolados. Seu primeiro papel recorrente foi na série de comédia “Nikki” (entre 2000 e 2001), em que interpretou o personagem Thor em 16 episódios. Depois disso, Henke foi escalado para o papel principal ao lado de Sam Trammell na série “Going to California”, que durou apenas uma temporada. Com o cancelamento de “Going to California”, ele voltou a fazer participações em diversas séries e ainda apareceu num punhado de filmes, com destaque para “Terra Fria” (2005) e “As Torres Gêmeas” (2006). Ele começou a chamar mais atenção ao participar de quatro episódios da série “Dexter”. Em seguida, esteve em 19 episódios de “October Road”, mais seis episódios de “Lost” (entre 2009 e 2010) e sete em “Justified” (2011), na qual interpretou o personagem Coover Bennett. Mas seu grande papel de destaque foi em “Orange Is the New Black” (entre 2016 e 2018), na qual interpretou o grande vilão das temporadas finais, Desi Piscatella, um agente penitenciário truculento responsável pelos momentos mais tensos da trama. Entre seus últimos papéis no cinema, encontram-se participações em “Círculo de Fogo” (2013), “Corações de Ferro” (2014), “Fragmentado” (2016) e “Bright” (2017). Ele se despediu como ator num episódio da série “Law & Order” e no filme “Block Party Juneteenth” (2022).

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    Mylène Demongeot, estrela de clássicos franceses, morre aos 87 anos

    2 de dezembro de 2022 /

    A atriz francesa Mylène Demongeot, dona de uma carreira que durou quase 70 anos, morreu nessa quinta (1/12) em um hospital de Paris. Ela tinha 87 anos de idade. Entre seus principais papéis, destacam-se suas participações nos clássicos “Bom Dia, Tristeza” (1958), dirigido por Otto Preminger, e “A Vingança de Milady” (1961), onde vive a famosa vilã Milady de Winter, criada por Alexandre Dumas no livro “Os Três Mosqueteiros”. Nascida em 29 de setembro de 1935, em Nice, na França, ela despontou para as premiações desde cedo, quando foi indicada ao BAFTA de Melhor Estreante por “As Virgens de Salem” (1957), filme baseado numa peça de Arthur Miller adaptada para as telas por ninguém menos que o filósofo Jean-Paul Sartre. Desde então, estrelou mais de 100 produções europeias, incluindo duas trilogias: os filmes de “Fantomas” na década de 1960, e a trilogia “Camping” nos anos 2000. Outros trabalhos de destaque de sua longa trajetória foram “Um Amor em Roma” (1960), “O Marujo Tremendão” (1968), “Surprise Party” (1983), “36” (2004), “Victoire” (2004), “Ela Vai” (2013) e “O Reencontro” (2017). Ela se manteve popular até o fim, estrelando “Retirement Home” ao lado de Gerard Depardieu, filme que se tornou um dos maiores sucessos de bilheteria de 2022 na França. Demongeot era frequentemente comparada à sua contemporânea Brigitte Bardot na sua juventude. Além da similaridade física, as duas partilhavam da paixão por causas sociais, de defesa ambiental e de defesa dos animais.

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    Esposa confirma que ator de “Power Rangers” se suicidou

    1 de dezembro de 2022 /

    A esposa de Jason David Frank, um dos “Power Rangers” originais, confirmou que a morte do ator foi um suicídio. Apesar disso, Tammie Frank lamentou que veículos de notícias dos Estados Unidos, como o site TMZ, tenham exposto o suicídio sem contexto, fazendo “suposições incorretas” sobre ela e o relacionamento do casal. A morte do artista, que também era lutador de MMA, foi informada em 19 de novembro por Mike Bronzoulis, que foi seu treinador, sem revelar a causa. Frank tinha 49 anos de idade. Dizendo que gostaria de esclarecer o que aconteceu, Tammie Frank escreveu uma carta sobre a última noite da vida do ator, que foi publicada pela revista americana People. No texto, ela confirma que o casal pretendia se separar, mas garantiu que isso tinha mudado nos últimos dias. “Meu nome é Tammie Frank, e meu marido era Jason David Frank, que tragicamente perdeu a vida para o suicídio na semana passada. Embora Jason fosse um nome bem conhecido para alguns, vivíamos uma vida muito normal com altos e baixos, como qualquer outra pessoa”, escreveu. “Fiquei chocada e triste, além de ver que a mídia transformou a tragédia da minha família em uma história exagerada. Desde a morte de Jason, tenho sido assediada online e não aguento mais ver o bom nome de meu marido ser caluniado”, continuou. “Eu amava meu marido e estávamos tentando resolver nossos problemas. A morte dele foi um choque para mim tanto quanto para qualquer outra pessoa. A verdade é que eu não tinha ideia de que Jason estava pensando em acabar com as coisas. Sim, ele já havia lutado com problemas de saúde mental e depressão antes, mas eu nunca poderia prever o que aconteceria naquela noite. Era para ser uma escapadela de fim de semana divertida e, ao invés disso, perdi o amor da minha vida”, lamentou. Ela confirmou que o casal enfrentava problemas. “Inicialmente planejamos nos separar, essa parte é verdade. No entanto, isso é apenas parte da história. A parte que não foi contada é que, na época de sua morte, cancelamos nossa separação e estávamos no processo de reencontro. Não me interpretem mal, tivemos altos e baixos e muitos problemas durante nosso casamento de 19 anos, mas este foi um ano especialmente difícil para nós. E explicou: “Um ano atrás, minha filha Shayla, que Jason me ajudou a criar como filha, faleceu repentinamente. Jason foi quem a encontrou quando isso aconteceu, e a situação destruiu nossa família emocionalmente. Entre perdê-la e ajudar a criar seu filho bebê, Jason e eu começamos a ter problemas conjugais. Para quem já conheceu a dor de perder um filho, sei que você entende como essa perda muda as coisas em seu casamento”. Tammie ainda disse que há seis semanas decidiram retomar a relação, após um amigo próximo da família lhes ajudar a perceber que ainda se amavam. Foi quando Jason marcou uma viagem de dois dias para os dois, como forma de se reconectar. Eles participaram de um evento de dança country, o que adoravam fazer juntos. Mas mesmo nessa viagem, Tammie disse que escolheram ficar em quartos separados, com a desculpa de que o ator roncava muito. Ela também contou que recebeu uma reclamação do hotel por causa de barulho, mas que o casal não estava brigando, e sim “se divertindo e aproveitando o tempo junto”. “Dançamos e ficamos no evento até o bar fechar. Quando voltamos para o hotel, Jason e eu estávamos tendo uma conversa sincera e emocionante em seu quarto”, afirmou. “Para ajudar Jason a relaxar e ficar sóbrio antes de dormir, desci para pegar lanches no saguão. Devo ter saído não mais do que dez minutos, voltei para o andar de cima e comecei a bater na porta sem resposta. Bati várias vezes e ficava chamando pelo nome dele para abrir a porta”, revelou. “Não sei se foi o funcionário do hotel ou um hóspede que chamou a polícia, mas depois que fui levada para baixo pela polícia, eles conseguiram abrir a porta e descobriram que Jason havia tirado a própria vida”, descreveu. Ela encerrou pedindo para as pessoas deixarem de supor o que possa ter acontecido para que sua família possa ficar em paz. “Tudo o que queremos é lembrar de Jason e de nossas memórias mais felizes, e superar a dor de perder um ente querido. Só peço solidariedade e compreensão neste momento difícil. Para todos os fãs e apoiadores de Jason e nossa família, obrigado por suas amáveis palavras e pêsames e que Deus abençoe a todos”, finalizou. Caso esteja pensando ou conheça alguém pensando em suicídio, procure ajuda no CVV e os CAPS (Centros de Atenção Psicossocial) da sua cidade. O CVV (https://www.cvv.org.br/) funciona 24 horas por dia (inclusive aos feriados) pelo telefone 188, e também atende por e-mail, chat e pessoalmente. São mais de 120 postos de atendimento em todo o Brasil.

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    Frank Vallelonga Jr., ator de “Green Book”, é encontrado morto aos 60 anos

    1 de dezembro de 2022 /

    O ator Frank Vallelonga Jr., que trabalhou no filme “Green Book: O Guia” (2018), foi encontrado morto nessa segunda (28/11). A polícia o encontrou caído do lado de fora de uma fábrica de chapas metálicas no bairro do Bronx, em Nova York. Ele foi declarado morto no local. A causa da morte ainda não foi divulgada e não havia sinal de trauma no corpo do ator de 60 anos, mas a polícia confirmou ter detido um homem de 35 anos, chamado Steven Smith sob a acusação de ocultação de um cadáver humano. Vallelonga Jr. era filho do falecido ator Tony Lip, apelido de Frank Vallelonga, que viveu mafiosos em filmes famosos como “O Poderoso Chefão” (1972), “Os Bons Companheiros” (1990) e “Donnie Brasco” (1997), além de ter interpretado Carmine Lupertazzi em “Família Soprano”. Tony Lip também inspirou o filme “Green Book”. O filme narra uma passagem específica de sua vida, quando trabalhou como motorista de um músico negro durante o ano de 1962, viajando com ele pelo sul racista dos EUA. O papel de Tony foi desempenhado por Viggo Mortensen, enquanto o papel do músico, Dr. Donald Shirley, rendeu o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante para Mahershala Ali. Na trama, Frank Vallelonga Jr. interpretou outro parente, seu tio na vida real Rudy Vallelonga. Para completar, o filme foi escrito por seu irmão, Nick Vallelonga, que venceu o Oscar de Melhor Roteiro por contar a história da família. Em sua curta carreira como ator, Frank Vallelonga Jr. também fez participações nos filmes “Um Brilhante Disfarce” (1994), “Olho por Olho” (1995) e “Cartada De Risco” (2006), todos dirigidos por seu irmão Nick, além de “The Signs of the Cross” (2005) e “The Birthday Cake” (2021). Ele também participou das séries “Família Soprano”, “The Neighborhood” e “Gravesend”. E era dono do Tony Lip’s Italian Restaurant, em Nova Jersey.

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    Clarence Gilyard, de “Duro de Matar” e “Chuck Norris: O Homem da Lei”, morre aos 66 anos

    29 de novembro de 2022 /

    Clarence Gilyard, um ator veterano que teve papéis de destaque ​​em filmes como “Duro de Matar” (1988) e nas séries “Matlock” e “Chuck Norris: O Homem da Lei”, morreu na segunda-feira (28/11), aos 66 anos. O anúncio da sua morte foi feito pela Universidade de Nevada, onde Gilyard lecionou. Ele já vinha sofrendo de uma doença há muito tempo, mas não foram divulgados detalhes a respeito da causa da morte. Clarence Darnell Gilyard Jr. (seu nome de batismo) nasceu em 24 de dezembro de 1955, em Moses Lake, Washington, cursou a Academia da Força Aérea dos EUA e frequentou o Sterling College no Kansas, com cota de atleta. Mas como não tinha dinheiro para bancar sua estadia, acabou se mudando para a Califórnia, onde buscou aulas e carreira na área de atuação. Ele começou a aparecer em pequenos papéis na TV no começo dos anos 1980, em séries como “Arnold” (em 1981), “Making the Grade” (1982) e no telefilme “The Kid with the 200 I.Q.” (1983). Seu primeiro papel recorrente foi na série policial “CHiPs”. Ele interpretou o oficial Ben Webster em 20 episódios da temporada final, entre 1982 e 1983. Em seguida, conseguiu outro papel de destaque ao lado do comediante Jim Carrey em “A Fábrica de Patos” (1984), que durou só uma temporada. Paralelamente, começou a fazer pequenas aparições em grandes filmes, como “Top Gun: Ases Indomáveis” (1986), “Karatê Kid 2: A Hora da Verdade Continua” (1986) e “Duro de Matar” (1988), no qual interpretou Theo, um terrorista hacker da gangue de Hans Gruber (Alan Rickman). Seu primeiro grande destaque veio em 1989, quando conseguiu o papel de Conrad McMasters no drama jurídico “Matlock”, em que trabalhou ao lado de um herói da sua infância, Andy Griffith. Gilyard apareceu em 96 episódios da série. “Andy poderia ter escolhido qualquer um entre mil caras para ser seu parceiro por quatro temporadas e ele me escolheu”, disse Gilyard ao Review-Journal em 2017. “Andy era engraçado, um contador de histórias e um artesão. Eu não acho que eu era engraçado antes dele. Ele me ensinou o timing cômico.” Ele deixou “Matlock” em 1993 para viver seu maior papel, como um dos protagonistas de “Chuck Norris: O Homem da Lei” (Walker, Texas Ranger). Na série, Gilyard interpretava o Sargento James “Jimmy” Trivette, o melhor amigo e parceiro do protagonista Cordell Walker (Chuck Norris). A atração durou oito temporadas – e um total de 203 episódios até 2001 – , além de ter gerado um telefilme, intitulado “Trial by Fire” (2005), que também contou com uma participação especial de Gilyard. Declaradamente católico, ele também apareceu em diversos filmes de temática religiosa, como “Deixados para Trás” (2000), “Deixados para Trás II: Comando Tribulação” (2002) e “Uma Questão de Fé” (2014). Em meados dos anos 2000, após o fim de “Chuck Norris: O Homem da Lei”, Gilyard foi largando a atuação para passar a lecionar teatro na Universidade de Nevada. Sobre o motivo de ter trocado as telas por aulas, ele disse ao Review-Journal: “Conheci minha esposa, me casei, tivemos filhos e meus dois primeiros filhos não me tiveram. Eu estava atuando o tempo todo – 15 anos consecutivos na televisão. Mas o compromisso com minha família e minha esposa é fundamental. Eu sabia que se não trabalhasse no casamento, não daria certo”. A reitora da UNLV College of Fine Arts, Nancy Uscher, disse ao Review-Journal que os alunos de Gilyard “foram profundamente inspirados por ele, assim como todos os que o conheceram. Ele tinha muitos talentos extraordinários e era extremamente conhecido na universidade por sua dedicação ao ensino e suas realizações profissionais. Sua generosidade de espírito era ilimitada – ele estava sempre pronto para contribuir com projetos e performances da maneira que fosse possível.” Nos últimos anos, Gilyard ainda apareceu em filmes pouco conhecidos, como “Little Monsters” (2012), “Chasing Shakespeare” (2013), “The Track” (2015), “The Sector” (2016) e “The Perfect Race” (2019), seu último trabalho em um longa-metragem. No momento da sua morte, ele estava envolvido no telefilme “Eleanor’s Bench”, que ainda não tem previsão de estreia. A última atuação de Gilyard foi ao ar em 2021, quando voltou a viver o personagem Theo, de “Duro de Matar”, em um comercial de bateria exibido durante o intervalo do Super Bowl. Assista abaixo ao comercial.

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    Irene Cara, estrela de “Fama” e cantora de “Flashdance”, morre aos 63 anos

    26 de novembro de 2022 /

    A cantora e atriz Irene Cara, que venceu dois Oscars de Melhor Canção, morreu no sábado aos 63 anos, na Flórida. A causa da morte não foi divulgada. Irene Cara nasceu em 18 de março de 1959, na região do Bronx, em Nova York, e era filha de um saxofonista porto-riquenho, e era conhecida por cantar “Flashdance… What a Feeling”, da trilha de “Flashdance – Em Ritmo de Embalo” (1983) e a música-título de “Fama” (1980), ambas premiadas pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA. A artista também estrelou “Fama” como atriz, após se destacar anteriormente em outro musical: “Sparkle”, de 1976, sobre três irmãs cantoras cujos laços familiares são rompidos enquanto buscam a fama. O começo de sua carreira foi justamente em musicais da Broadway, ainda adolescente, de onde ela saiu para estrelar o romance interracial “Aaron Loves Angela” (1975) no cinema. Depois de “Sparkle”, ainda teve papéis proeminentes na minissérie de televisão “Raízes II” (1979) e no telefilme “Jim Jones: A Tragédia da Guyana” (1980). Mas foi no musical de 1980 de Alan Parker que ela despontou para o sucesso. Cara viveu a protagonista de “Fama”, Coco Hernandez, lutando ao lado de estudantes de um escola de artes cênicas para aperfeiçoar seus talentos e buscar viver de arte. O filme foi um fenômeno de bilheteria e de venda de discos. Ela cantou a faixa-título e o hit “Out Here on My Own”, que entraram nas listas das músicas mais tocadas do ano. Ambas ainda foram indicadas ao Oscar de Melhor Canção Original, numa disputa que deu a estatueta para “Fame”. A repercussão levou Cara a ser indicada ao Grammy de Melhor Artista Revelação e Melhor Performance Pop Feminina de 1980. E em 1983 ela dobrou o feito como cantora e coautora de “What a Feeling”, que lhe rendeu vitórias no Grammy e no Oscar em 1984. Entretanto, após atingir esse ponto alto da carreira, Cara viu tudo desabar com grande rapidez. Ela estrelou uma seleção de filmes muito ruins nos anos 1980, incluindo a comédia besteirol “Taxi Especial” (1983) com Mr. T., a comédia de ação “Cidade Ardente” (1984) com Clint Eastwood e o thriller “Choque Mortal” (1985) com Tatum O’Neal. Nenhum desses trabalhos fez sucesso comercial, o que a colocou na rota das produções trash e encurtou sua carreira. Em 1989, ela fez seu último filme: “Caged in Paradiso”, em que viveu uma presidiária encarcerada com outras mulheres numa ilha tropical. Depois disso, ainda estrelou a série policial “Anjo Maldito” (Gabriel’s Fire), ao lado de James Earl Jones, mas a produção durou apenas uma temporada, entre 1990 e 1991, e Cara só voltou a trabalhar como dubladora de games e animações lançadas diretamente em vídeo. Paralelamente, a carreira musical sofreu com sua decisão de processar sua gravadora, Network Records, por se sentir usada e roubada. No processo aberto em 1985, Cara pediu US$ 10 milhões, afirmando que a Network havia explorado o seu trabalho e sua confiança, fazendo-a assinar contratos que lhe custaram mais de US$ 2 milhões. A ação correu na Justiça durante oito anos, antes de a Corte reconhecer que Cara, de fato, havia sido prejudicada pela gravadora. Mas ela só ganhou US$ 1,5 milhão de indenização, grande parte comprometida com os custos do processo, e terminou com a reputação prejudicada numa época em que mulheres deveriam apenas fazer o que lhes era mandado. Em entrevistas ao longo dos anos, Cara afirmou que foi renegada pela indústria musical após ir atrás de seus direitos, recebendo o rótulo de “difícil”. Cara teve um último salvo de fama ao regravar “Flashdance… What a Feeling” com DJ BoBo para a trilha da comédia “Ou Tudo ou Nada” de 1997. O filme fez bastante sucesso e devolveu a música às rádios, lhe permitindo reviver pela última vez seus dias de glória. Historicamente, “Fama” e “Flashdance” se diferenciaram dos musicais que os precederam por mostrar diversidade racial e histórias de superação de personagens da classe trabalhadora. Isto também ajudou a transformar suas músicas em hinos de desprivilegiados dispostos a vencer as adversidades sociais. Esse detalhe foi lembrado pela atriz Jennifer Beals, que estrelou “Flashdance”, ao homenagear Cara em seu Instagram, enquanto celebrava o multitalento da artista. “Foi preciso uma bela sonhadora para criar e cantar as trilhas sonoras para aqueles que ousam sonhar.” Lembre abaixo os três maiores hits de Irene Cara.

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    Hector Bonilla, galã de “Chaves”, morre aos 83 anos

    25 de novembro de 2022 /

    O ator mexicano Hector Bonilla morreu na tarde desta sexta (25/11), vítima de câncer renal, aos 83 anos. A informação foi confirmada pela Secretaria de Cultura do Governo do México. Em seu comunicado, a entidade ressalta que ele era “considerado um dos melhores atores do México”. Bonilla tinha sido diagnosticado em 2019 com um tumor maligno nos rins e fazia tratamento desde então. Embora tenha uma vasta carreira, iniciada nos anos 1960, ele ficou conhecido no Brasil por sua participação na série “Chaves”, como uma celebridade que visita a vila e é tietado pelas personagens femininas, como Chiquinha (María Antonieta de las Nieves) e Dona Florinda (Florinda Meza). Sua participação foi originalmente gravada em 1979, época em que era galã de telenovelas, como “Viviana” e “Pacto de Amor”. Além de interpretar, Bonilla também exerceu a função de diretor na Televisa e na TV Azteca, trabalhando nos bastidores de novelas e programas. Seu último trabalho como ator foi numa comédia natalina da Netflix, “Natal, mas Pouco”, lançada no fim do ano passado. Ele deixa uma viúva, a também atriz Sofía Álvarez, e três filhos, Leonor, Sergio e Fernando Bonilla.

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    Wilko Johnson, roqueiro e ator de “Game of Thrones”, morre aos 75 anos

    23 de novembro de 2022 /

    O músico Wilko Johnson, famoso guitarrista da banda britânica Dr. Feelgood e ator da série “Game of Thrones”, morreu na segunda-feira (21/11) aos 75 anos. Ele chegou a ser diagnosticado com câncer terminal, mas tinha superado a doença e viveu por uma década após ter recebido a sentença de morte natural. John Wilkinson, seu nome de batismo, nasceu em 12 de julho de 1947, em Canvey Island, uma cidade petroleira na Inglaterra. Ele estudou literatura anglo-saxônica na Universidade de Newcastle e trabalhou como professor antes de formar o Dr. Feelgood em 1971 com amigos locais. Em uma época de glamour extravagante e rock progressivo, eles tocavam uma versão de blues e R&B minimalista e raivosa, vestidos com ternos e gravatas baratos que os faziam parecer como “ladrões de banco de má qualidade”, conforme definiu o próprio Johnson certa vez. O visual “mod sem dinheiro” e o rock tocado de forma veloz e barulhenta chegou a ser chamado de “pub rock”, mas foi precursor do movimento punk e acabou inspirando muitas outras bandas, que impulsionaram a explosão punk do Reino Unido. Sua abordagem raivosa de rockabilly também foi o estopim de um revival do gênero. Com três álbuns influentes e um disco ao vivo estouradíssimo, eles estiveram à beira da fama global, chegando ao 1º lugar no Reino Unido com turnês marcadas pelos Estados Unidos e um contrato vultoso com a CBS Records. Mas tudo isso ruiu em 1977, quando Johnson saiu da banda em meio a atritos com o vocalista Lee Brilleaux, que morreu em 1994. Johnson disse mais tarde que se a banda tivesse sido capaz de seguir os pedidos de seus empresários para se comportarem, “tenho certeza de que seríamos multimilionários. Mas nós não conseguimos. Nós éramos de Canvey Island. Éramos apenas grandes amigos e nos separamos”. Apesar da separação, Dr. Feelgood continua na ativa até a morte do cantor, mas Wilko Johnson seguiu em frente. Passou a tocar na banda de Ian Dury, os Blockheads, antes de formar sua própria banda e uma base devota de fãs, principalmente no Reino Unido e no Japão. Além de música, Johnson também se arriscou como ator. Ele foi convidado e aceitou interpretar o personagem Ilyn Payne, um cavaleiro mudo que serve ao rei Baratheon (Robert e seu herdeiro Joffrey) em quatro episódios da série “Game of Thrones”, entre a 1ª e a 2ª temporada (2011-2012). Em 2012, Johnson foi diagnosticado com câncer de pâncreas e recebeu a notícia de que tinha pouco tempo de vida. A perspectiva da morte reviveu sua energia criativa. Ele recusou a quimioterapia e decidiu fazer uma turnê de despedida, gravando um álbum “final”, “Going Back Home”, com Roger Daltrey do The Who. “De repente, me vi em uma posição em que nada mais importava”, disse ele à Associated Press em 2013. “Normalmente, sou um miserável comum, que reclamava da cobrança de impostos e com todas as coisas com as quais nos preocupamos no cotidiano. E de repente nada disso importava mais. Você passa a andar na rua e se sentir intensamente vivo. ‘Oh, olhe para aquela folha!’ Você olha em volta e pensa: ‘Estou vivo. Não é incrível?’” Mas um fã do Dr. Feelgood, que também era especialista em câncer, surgiu em sua vida se oferecendo para lhe ajudar. Johnson aceito. Passou por uma cirurgia para remover seu tumor de quase três quilos, e anunciou em 2014 que estava livre do câncer. Ele lançou outro álbum, “Blow Your Mind” em 2018, e fez shows com sua Wilko Johnson Band até o mês passado. Ao saber da morte do colega, Roger Daltrey prestou uma homenagem. “Mais do que tudo, Wilko queria ser poeta”, escreveu ele no site oficial do The Who. “Tive a sorte de conhecê-lo e tê-lo como amigo. Sua música continua viva, mas não há como escapar da cortina final desta vez.” Lembre abaixo o pioneirismo de Dr. Feelgood com Wilko Johnson e a recente parceria mod do guitarrista com Roger Daltrey (tocando um clássico do repertório do Dr. Feelgood).

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  • Música

    Artistas homenageiam Erasmo Carlos: “Um gigante”

    22 de novembro de 2022 /

    Vários artistas usaram as redes sociais e a imprensa para expressar sua tristeza tristeza na tarde desta terça (22/11) pela morte de Erasmo Carlos. Companheiros de geração e até jovens que o idolatravam se manifestaram em tributo ao talento “tremendão” que o Brasil perdeu. Roberto Carlos e Wanderléa, dois dos amigos mais antigos de Erasmo Carlos, abrem a fila de tributos. Com Erasmo, o trio simbolizou a Jovem Guarda, aparecendo juntos em shows, no programa musical da Record TV e em filmes que marcaram o auge da geração que popularizou o rock no Brasil. Amigo e parceiro mais próximo de Erasmo por mais de meio século, Roberto Carlos publicou uma mensagem em seu perfil no Instagram, junto de um vídeo com vários momentos da dupla ao som de “Amigo”, grande sucesso da parceria, salientando que “ele viverá sempre em meu coração”. “Minha dor é muito grande, nem sei como dizer tudo o que eu penso desse meu amigo querido, meu grande irmão. Meu ídolo por tudo, pela sua lealdade, sua inteligência, sua bondade, por tudo o que eu conheço dele. Um ser humano maravilhoso esse meu irmão. É um privilégio para mim ter um amigo, um irmão assim por todos esses anos. Difícil encontrar palavras para falar desse cara: o meu amigo Erasmo Carlos. Ele viverá sempre em meu coração. Que o nosso Deus de bondade o proteja e o abençoe sempre. Amém, amém, amém”, diz o texto de Roberto. Wanderléa, por sua vez, enviou uma mensagem de áudio emocionada para a imprensa, em que se dirige aos fãs e também ao velho amigo. “Eu quero me reportar aos companheiros, aos amigos, aos fãs, que nos acompanharam desde muito cedo. Vocês podem imaginar o que estou sentindo. É o mesmo que vocês estão sentindo, pelo o que representa o Erasmo em nossos corações, na história da música brasileira. Esse talento, esse poeta, esse homem amoroso, esse “gigante gentil”. Um homem elegante, que nos deixa um legado de exemplo de vida. Ele estará sempre muito vivo em nossas lembranças mais profundas”, começou. “Amo Erasmo, assim como vocês, ele estará sempre em minhas orações. Tenho certeza que ele será recebido pelos anjos de luz, hoje no dia do músico, um dia muito especial. Erasmo, que os anjos de luz te recebam com todo amor, com toda reverência que você merece. Amado Erasmo, que a luz divina o acompanhe sempre, que sua luz brilhe, assim como brilhou aqui na Terra, que brilhe no céu”, completou a cantora. Também da mesma geração, Ronnie Von revelou ter passado mal ao saber da notícia. “Eu dei uma baqueada. Tinha acabado de almoçar e estava tomando um café, quando veio a notícia. Tomei um susto tão grande. Eu tomo remédio para transtorno de ansiedade todo dia e tive uma crise de extrassístole (quando o coração tem uma batida extra no ritmo normal) muito grande, um inferno. Aí comecei a passar mal, a casa virou de cabeça para baixo, fiquei zonzo, me levaram para o quarto e fiquei lá”, disse. Ao se recuperar, ele fez uma postagem breve no Instagram, ao lado de uma foto da Jovem Guarda em aparecia junto com o Tremendão. “Meu amigo, esteja onde estiver tenha a certeza que cumpriu sua missão. Sempre de bem com a vida, estar ao seu lado sempre foi motivo de festa e alegria. Vá em paz nosso amado gigante gentil, te levarei no meu coração para sempre”, escreveu. Vários outros se manifestaram de forma sucinta. O ator Chay Suede, que viveu Erasmo Carlos no filme “Minha Fama de Mau”, manifestou-se pelo Stories, publicando uma foto em que aparece ao lado do cantor e outra de Erasmo ao violão com a legenda: “para sempre”. Rita Lee publicou uma foto abraçada no amigo, escrevendo em seu Instagram: “Erasmo meu rock’n’roller favorito”. Gilberto Gil resgatou um trecho de uma live recente com o roqueiro. Os Paralamas do Sucesso postaram foto de show de uma parceria de 2014. E Maria Bethânia incluiu em seu Instagram um vídeo de “As canções que Você Fez pra Mim”, em que canta “Agora eu choro só, sem ter você aqui”. Em sua vez, Caetano Veloso fez diferente, dando show de eloquência. O tropicalista publicou um vídeo antigo com Erasmo e um grande texto para expressar a grandiosidade da carreira do amigo. “Erasmo, com seu imenso talento, com todo seu corpo grande, passava, como ninguém, a sensação de pureza. Ele dizia com sinceridade que não tinha medo da morte. Só conheci um outro que dissesse isso assim: o guitarrista Perinho Santana. Há muito o que celebrar a respeito da vida e da obra de Erasmo. Junto a Roberto e Wanderléa, ele formou uma máquina potente de criação que sintonizou a música popular do Brasil com o espírito do mundo. Não haveria tropicalismo sem eles. Sem eles não haveria vida verdadeira no Brasil. E Erasmo sempre o mais puro e o mais livre. Tenho a honra de ter escrito, desde o exílio, “De Noite na Cama”, a pedido dele. Outro dia falei numa entrevista de figuras decisivas na MPB. Não me referi a ele, talvez por senti-lo acima dessa sigla. Mas o fato é que, sem ele e seus companheiros da Jovem Guarda, eu não teria feito nada do que fiz de relevante. O amor pela pessoa era, foi, é ainda mais importante”, declarou Caetano. Nando Reis fez eco sobre a importância do artista. “Nosso mudo está desmoronando. Sem Erasmo nada teria acontecido, não haveria “Detalhes”, “Além do Horizonte”, “Sentado à beira do caminho”, “Cavalgada”… não haveria nada. Erasmo é parte da espinha dorsal do nosso cancioneiro, mestre da minha cartilha de como compor uma canção. Astro maior da constelação estelar da Música Brasileira. Que homem admirável perdemos”, o antigo Titã escreveu. Marina Lima, por sua vez, lembrou a reação de Erasmo para sua gravação de “Mesmo que Seja Eu”. E acrescentou uma belíssima homenagem a seu legado. “Nos anos 80, quando o Fantástico fazia vídeos musicais, o Ed Valesko fez esse clipe comigo de ‘Mesmo que Seja Eu’, canção do Roberto e Erasmo que eu tinha acabado de gravar. Essa gravação causou um auê danado, por ser uma mulher cantando essa letra. E o Erasmo comentou na época comigo ter adorado essa minha da música. Fiquei super orgulhosa!!!”, contou. “A verdade é que tive pouco contato com o Erasmo durante a minha carreira, mas tanto ele quanto o Roberto sempre foram de uma gentileza, uns cavalheiros incríveis a cada encontro. E hoje esse nosso Tremendão se foi… Sei que é triste partir. Mas quando se deixa uma obra dessas, as musicas mais lindas e eternas do cancioneiro popular brasileiro, é pra sentir Gratidão. Um gigante se foi, mas nos deixou de presente uma trilha pro resto de nossas vidas! Boa viagem, Erasmo! E obrigada por tanto!!!”, completou. Marisa Monte acrescentou elogios. “Um espírito colossal com um coração bondoso. Não era à toa que seu apelido era Gigante Gentil. Super pai, super avô, super-homem”, escreveu no Twitter. “Eu adoro a narrativa descritiva de suas composições e as cenas cinematográficas que ele sabia criar como ninguém para ilustrar as situações vividas nas canções. Aprendi muito com ele e me orgulho de ter sido sua parceira, cúmplice e amiga. Descanse em paz meu ídolo e querido amigo inspirador! Te amo Gigante Gentil”, acrescentou. Frejat compartilhou sua dor. “Estou com o coração em pedaços pelo falecimento do meu muito, mas muito querido amigo e parceiro Erasmo Carlos. Vai deixar muita saudade por seu carinho, gentileza, bom humor e talento. Vai por esse caminho de luz que sempre te iluminou, amigo querido!”, disse o ex-Barão Vermelho. E Milton Nascimento contou a história de quando Erasmo Carlos salvou sua vida. “Tive a sorte de conviver com Erasmo praticamente desde a minha chegada ao Rio. Sempre prestigiamos um ao outro, foram muitos shows, encontros pelo Brasil, e muitas conversas. Ele até salvou minha vida uma vez, na Urca, estava atravessando a rua e não vi o carro vindo. Erasmo saiu correndo e me empurrou bem na hora. Depois, até brinquei com ele dizendo que, se não tivesse morrido atropelado, poderia ter morrido com a força do empurrão dele”, contou. “Erasmo era coração puro, fiquei muito emocionado quando o encontrei na minha última temporada no Rio, em agosto, quando dediquei o show pra ele. Vai deixar muitas saudades. Te amo, meu amigo!”, finalizou Bituca. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Roberto Carlos (@robertocarlosoficial) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ronnie Von (@ronnievonoficial) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Rita Lee Jones (@ritalee_oficial) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Gilberto Gil (@gilbertogil) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Caetano Veloso (@caetanoveloso) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Os Paralamas do Sucesso (@osparalamas) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Marina Lima (@marinalimax1) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Maria Bethânia (@mariabethaniaoficial) astro maior da constelação estelar da Música Brasileira. Que homem admirável perdemos. — Nando Reis (@nando_reis) November 22, 2022 Um espírito colossal com um coração bondoso. Não era à toa que seu apelido era Gigante Gentil. Super pai, super avô, super-homem. pic.twitter.com/anBRSSVTfY — Marisa Monte (@marisamonte) November 22, 2022 Descanse em paz meu ídolo e querido amigo inspirador!💔Te amo Gigante Gentil 💫✨💫✨ Sinto muito junto com seus milhares de fãs, familiares e amigos. @ErasmoCarlosBR — Marisa Monte (@marisamonte) November 22, 2022 Estou com o coração em pedaços pelo falecimento do meu muito, mas muito querido amigo e parceiro Erasmo Carlos.Vai deixar muita saudade por seu carinho, gentileza, bom humor e talento.Vai por esse caminho de luz 💫que sempre te iluminou🌟,amigo querido!❤️❤️❤️🎶🎶🎶🙏🏼🙏🏼🙏🏼🙌🏼🙌🏼 pic.twitter.com/xCxE1zGzIb — Frejat (@FrejatOficial) November 22, 2022 Tive a sorte de conviver com Erasmo praticamente desde a minha chegada ao Rio. Sempre prestigiamos um ao outro, foram muitos shows, encontros pelo Brasil, e muitas conversas. Ele até salvou minha vida uma vez, na Urca, estava atravessando a rua e não vi o carro vindo. + pic.twitter.com/05NaWfrfAu — Milton Bituca Nascimento (@MiltonBituca) November 22, 2022 Erasmo era coração puro, fiquei muito emocionado quando o encontrei na minha última temporada no Rio, em agosto, quando dediquei o show pra ele. Vai deixar muitas saudades. Te amo, meu amigo! Obrigado por tudo! — Milton Bituca Nascimento (@MiltonBituca) November 22, 2022

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  • Etc

    Ator de “Power Rangers” discutiu com a esposa antes de morrer, diz site

    22 de novembro de 2022 /

    Novas informações do site americano TMZ trouxerem à tona que o ator Jason David Frank (de “Power Rangers”) teria discutido com a esposa, Tammie, horas antes de morrer. Ele tirou a própria vida no sábado (19/11) aos 49 anos. Em depoimento, os policiais relatam que o casal estava hospedado em quartos separados desde sexta-feira (18/11), devido ao processo de divórcio. No entanto, Frank teria ido ao quarto de Tammie e eles começaram a discutir. O bate-boca foi apartado por funcionários do hotel, localizado no Texas, onde o corpo do ator foi encontrado. Logo depois dessa briga, o casal retomou as discussões e Tammie foi trancada para fora do quarto. Na manhã seguinte, a esposa do Ranger Verde decidiu acionar o departamento de polícia. De acordo com fontes das autoridades, Tammie estava “aparentemente preocupada com sua segurança” após as brigas. No entanto, como o ator não respondeu aos chamados dos policiais, a gerência do hotel permitiu o acesso ao quarto e Frank foi encontrado morto no banheiro. O caso ainda está sendo investigado pela polícia texana. Jason David Frank foi o segundo ator que mais estrelou capítulos e produções derivadas da franquia “Power Rangers”, encarnando versões diferentes do herói desde a temporada inaugural da série em 1993 até 2018, em sete títulos diferentes. Ele também fez uma breve participação no filme “Power Rangers”, reboot cinematográfico da série original, produzido pela Lionsgate, e estrelou um reality show sobre sua vida, “My Morphin Life”, entre 2014 e 2018. Além disso, era lutador de MMA. O ator deixa quatro filhos de dois casamentos. Caso você esteja pensando em cometer suicídio, procure ajuda especializada como o CVV (Centro de Valorização da Vida) e os CAPS (Centros de Atenção Psicossocial) da sua cidade. O CVV funciona 24 horas por dia (inclusive aos feriados) pelo telefone 188, e também atende por e-mail, chat e pessoalmente. São mais de 120 postos de atendimento em todo o Brasil.

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