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    Ellen Burstyn e Linda Blair prestam homenagens ao diretor de “O Exorcista”

    8 de agosto de 2023 /

    As atrizes Ellen Burstyn e Linda Blair, protagonistas do clássico de terror “O Exorcista” (1973), prestaram homenagens ao diretor do filme, William Friedkin, que faleceu na segunda-feira (7/8) aos 87 anos.   Ellen Burstyn recorda Friedkin Em comunicado oficial à imprensa, Burstyn comentou: “Meu amigo Bill era um homem original, inteligente, culto, destemido e selvagemente talentoso. No set, ele sabia o que queria, fazia o que fosse preciso para conseguir, mas também sabia quando deixar sua ideia original para trás porque algo ainda melhor estava acontecendo. Ele era, sem dúvida, um gênio.”   Linda Blair homenageia diretor Linda Blair, por sua vez, utilizou o Instagram para compartilhar fotos ao lado de Friedkin ao longo dos anos e escreveu um longo tributo ao diretor. “Como posso colocar em palavras a minha apreciação pela pessoa que mudou a minha vida para sempre, assim como mudou o mundo?”, questionou a atriz. Blair descreveu Friedkin como um talento transformador, um homem que pensava fora da caixa, um gênio com uma personalidade incrivelmente ousada, capaz de criar imagens que eletrizavam seus colegas e seu público na mesma medida. “Durante toda a sua carreira, ele se manteve à frente do seu tempo”, afirmou.   A experiência de Blair em “O Exorcista” A atriz recordou a experiência de trabalhar com Friedkin em “O Exorcista” quando tinha apenas 13 anos. “A direção dele era exigente, comprometida, estritamente ética. Nas filmagens, ele sempre buscava me provocar intelectualmente, e inovou imensamente com os efeitos especiais que tornaram aquela atuação chocante e inesquecível”, disse Blair. A atriz também destacou a proteção que Friedkin lhe ofereceu após o lançamento do filme, quando a fama ameaçou engoli-la. “Ele era meu diretor, meu amigo e meu protetor. Foi uma honra conhecê-lo, e estou profundamente triste neste momento. Ele mudou a minha vida para sempre, e todas as minhas atuações que vieram depois têm uma dívida com o trabalho que fizemos juntos”, concluiu Blair.   Outros trabalhos de Friedkin Além de “O Exorcista”, Friedkin foi responsável por outros clássicos de Hollywood, como “Os Rapazes da Banda” (1970), “Operação França” (1971), que lhe rendeu o Oscar de Melhor Diretor, “Parceiros da Noite” (1980), “Viver e Morrer em Los Angeles” (1985) e “Killer Joe – Matador de Aluguel” (2011).   Nova sequência de “O Exorcista” A morte de Friedkin ocorre meses antes do lançamento de “O Exorcista: O Devoto”, sequência de “O Exorcista” na qual Ellen Burstyn reprisa seu papel como Chris MacNeil. O novo filme é dirigido por David Gordon Green, responsável pela nova trilogia de “Halloween”. A estreia vai acontecer em 12 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Aracy Balabanian ganha homenagens na TV

    7 de agosto de 2023 /

    A atriz Aracy Balabanian, que faleceu nesta segunda-feira (7/8) aos 83 anos, vai receber diversas homenagens na televisão. A TV Globo, onde ela trabalhou por boa parte de sua vida, alterou sua programação em referência à artista. Além disso, outros canais do Grupo Globo e até a TV Cultura preparam suas próprias reverências à carreira da estrela. Tributos na TV Globo A primeira homenagem ocorreu na “Sessão da Tarde”, que substituiu “Madagascar 3: Os Procurados” por “Sai de Baixo – O Filme”, lançado em 2019. Aracy deu vida à icônica personagem Cassandra no filme, baseado na série homônima exibida entre 1996 a 2002. O “Conversa com Bial” desta segunda-feira também sofreu alterações: o programa noturno irá reexibir uma entrevista com Aracy, transmitida originalmente em agosto de 2022, que foi a última aparição da artista na TV. Os jornalísticos da Globo irão contar com homenagens à atriz ao longo da programação e o “Criança Esperança”, exibido a partir das 22h25, também fará um exaltação de sua trajetória artística. Clássicos na TV Cultura Na TV Cultura, o destaque é a reexibição do episódio inaugural da série “Vila Sésamo”, de 1972, no qual Aracy atuou ao lado de Sonia Braga, Armando Bogus e personagens como Garibaldo, Gugu, Ênio, Beto, Come-Come e outros. Vai ao ar nesta segunda, às 23h45. Na madrugada de quarta para quinta-feira (10), a partir da 1h, será possível rever a participação da artista no teleteatro “A Dama de Bruxelas”, de 1985. E na próxima sexta-feira (11/8), às 23h, a emissora ainda transmite uma entrevista de 2016 com a atriz no programa “Persona Em Foco”. Homenagens no VIVA, Canal Brasil e GNT O canal pago VIVA começou as homenagens com um episódio dedicado à atriz na série “Damas da TV”, exibido às 18h. E fará exibições especiais de “Sai de Baixo”, em que Aracy deu vido à Cassandra, durante toda a semana. Episódios selecionados da série irão ao ar diariamente até a próxima sexta, às 18h30, e ganharão uma maratona no sábado (12/8), a partir das 18h. O Canal Brasil levará ao ar duas atrações na madrugada desta segunda para terça-feira, a partir de 0h15: uma entrevista da atriz ao programa “Espelho”, com Lázaro Ramos, seguida do longa “Sai de Baixo – O Filme”. No GNT, os programas “Papo de Segunda” e “Saia Justa” também farão homenagens para a atriz.

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    Namorado de Sandra Bullock morre aos 57 anos

    7 de agosto de 2023 /

    Bryan Randall, namorado de longa data da atriz Sandra Bullock, faleceu aos 57 anos após uma batalha privada de três anos contra a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), também conhecida como doença de Lou Gehrig. A notícia do falecimento de Randall, que era fotógrafo e ex-modelo, aconteceu no último sábado (5/8), surpreendendo a todos, pois ele não havia divulgado publicamente seu diagnóstico.   Uma batalha privada contra a ELA A família de Randall emitiu uma nota, na qual expressou: “É com grande tristeza que compartilhamos que em 5 de agosto, Bryan Randall faleceu pacificamente após uma batalha de três anos contra a ELA. Bryan escolheu desde cedo manter sua jornada com a ELA privada e aqueles de nós que cuidamos dele fizemos o possível para honrar seu pedido”. A família também agradeceu à equipe médica e às enfermeiras que se tornaram suas colegas de quarto, muitas vezes sacrificando suas próprias famílias para estar com a deles.   Relacionamento discreto com Sandra Bullock Randall e Bullock, que se conheceram em 2015 quando ele foi contratado para fotografar o aniversário do filho da atriz, Louis, mantiveram um relacionamento discreto, longe dos holofotes. No entanto, Bullock falou algumas vezes sobre o relacionamento, referindo-se a Randall como o “amor da sua vida”. Em uma entrevista em 2021, a atriz disse: “Encontrei o amor da minha vida. Temos dois filhos lindos – três filhos, tem a filha mais velha [de Bryan]. É a melhor coisa do mundo. Ele é o exemplo que eu gostaria que meus filhos tivessem”.   Aposentadoria temporária de Bullock No início de 2022, Bullock anunciou uma aposentadoria temporária. Especula-se agora que a decisão da atriz de se afastar do trabalho tenha sido para apoiar Randall em sua luta contra a ELA. Bullock também afirmou que não sentia a necessidade de oficializar a relação: “Não preciso de um papel para ser uma parceira dedicada e uma mãe dedicada”.   O que é a ELA? A Esclerose Lateral Amiotrófica é uma doença que afeta o sistema nervoso de forma degenerativa e progressiva, resultando em paralisia motora irreversível. A família de Randall sugere que doações sejam feitas para a Associação de ELA e o Hospital Geral de Massachusetts.

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    William Friedkin, diretor de “O Exorcista”, morre aos 87 anos

    7 de agosto de 2023 /

    O diretor William Friedkin, vencedor do Oscar por “Conexão Francesa” (1971) e responsável pelo icônico “O Exorcista” (1973), faleceu nesta segunda-feira (7/8) em Los Angeles aos 87 anos. Com uma carreira de mais de cinco décadas, ele era um dos diretores mais admirados da “Nova Hollywood”, uma onda de cineastas brilhantes que deixaram sua marca na década de 1970, como Martin Scorsese, Francis Ford Coppola, Michael Cimino, Peter Bogdanovich, Steven Spielberg e George Lucas, entre outros.   Início de carreira Nascido em Chicago em 29 de agosto de 1935, Friedkin era filho único de uma ex-enfermeira que ele chamava de “santa” e de um pai que alternava entre empregos para pagar as contas. Ambos vieram com suas famílias judaicas em fuga da Ucrânia após os pogroms do início do século 20. Friedkin começou sua carreira cuidando das entregas de correio de uma estação de TV de Chicago, WGN, onde rapidamente ascendeu para a direção de programas de televisão ao vivo e documentários. Ele afirmou ter dirigido cerca de 2 mil programas de TV durante esses primeiros anos, incluindo o documentário de 1962 “The People vs. Paul Crump”, sobre a reabilitação de um homem no corredor da morte. O documentário ganhou o Golden Gate Award no San Francisco Film Festival e o levou a liderar a divisão de documentários da WBKB e, posteriormente, a um trabalho dirigindo documentários para o produtor David L. Wolper. A transição para o cinema aconteceu com “Good Times” (1967), uma comédia musical estrelada pelo casal de cantores Sonny e Cher. O filme, que parodiava vários gêneros de filmes populares da época, como westerns, filmes de espionagem e dramas de guerra, foi uma oportunidade para Sonny e Cher mostrarem seu talento cômico e musical. Embora não tenha sido um grande sucesso de bilheteria, a obra serviu como um trampolim para a carreira de Friedkin. Após “Good Times”, Friedkin dirigiu outra comédia musical, “Quando o Strip-Tease Começou” (1968), e o suspense “Feliz Aniversário” (1968), adaptação da peça homônima de Harold Pinter, que recebeu elogios da crítica e ajudou a estabelecer a reputação do cineasta. Este filme, juntamente com outra adaptação de teatro, “Os Rapazes da Banda” (1970), demonstrou a habilidade de Friedkin em trabalhar com material dramático complexo e temas provocativos.   Primeiro impacto O cineasta começou a dizer a que veio com “Os Rapazes da Banda”, drama baseado na peça de Mart Crowley sobre um grupo de homossexuais em Nova York. O longa marcou época como uma das primeiras produções de Hollywood a retratar personagens gays de maneira aberta e sem julgamentos, e é considerado uma das obras mais importantes da representação LGBTQIAPN+ no cinema. Na época, foi um escândalo, mas não afetou sua carreira como muitos lhe avisaram. Na verdade, teve efeito contrário. A influência de “Os Rapazes da Banda” na trajetória de Friedkin não pode ser subestimada. O filme demonstrou a habilidade do cineasta em lidar com material provocativo e complexo, e estabeleceu-o como um diretor disposto a correr riscos e a desafiar as convenções de Hollywood.   A consagração de “Conexão Francesa” A consagração de Friedkin veio no ano seguinte com “Conexão Francesa” (1971), um thriller policial baseado em uma história real sobre dois detetives da polícia de Nova York que tentam interceptar um grande carregamento de heroína vindo da França. Filmado com um orçamento modesto de US$ 1,5 milhão, fez bom uso da experiência documental do diretor para registrar realismo visceral e suspense de tirar o fôlego. A sequência de perseguição de carro do policial Popeye Doyle, interpretado por Gene Hackman, a um trem elevado sequestrado no Brooklyn, é frequentemente citada como a melhor cena de perseguição de carro já filmada. Ela foi rodada sem permissões oficiais nas ruas do Brooklyn, de forma clandestina e em meio ao tráfego real. Friedkin queria que a sequência fosse o mais autêntica possível, então ele e sua equipe filmaram uma perseguição real em alta velocidade, com Hackman de fato dirigindo seu carro. “Conexão Francesa” dominou o Oscar de 1972, vencendo o prêmio de Melhor Filme, Ator (Gene Hackman), Edição, Roteiro Adaptado e, claro, Melhor Direção.   A revolução de “O Exorcista” Friedkin conseguiu superar a tensão de “Conexão Francesa” com “O Exorcista”, adaptação do best-seller de terror de William Peter Blatty sobre a possessão demoníaca de uma jovem. Lançado no final de dezembro de 1973, tornou-se um sucesso fenomenal, um dos maiores sucessos de bilheteria de Hollywood até aquela data, com vendas de ingressos de mais de US$ 200 milhões. Foi também o primeiro terror a ser indicado ao Oscar de Melhor Filme – além de outras 9 estatuetas, incluindo novamente Melhor Direção. O filme é famoso por suas cenas intensas e efeitos especiais inovadores. Durante as filmagens, Friedkin usou várias técnicas para obter as reações desejadas de seus atores. Por exemplo, ele disparou uma arma no set para assustar Jason Miller (que interpretou o Padre Karras) e obter uma reação de choque genuína. Além disso, a cena em que Regan (Linda Blair), a menina possuída, vomita sopa de ervilha no Padre Karras foi realizada com uma mangueira escondida e a sopa foi realmente atirada no ator. Para completar, como teste para ver se a boneca animatrônica de Regan, que girava a cabeça em 360 graus, seria convincente o suficiente, pediu para a equipe levá-la em passeios de táxi, deixando motoristas apavorados – foi a primeira pegadinha de terror da História. Mas “O Exorcista” (1973) não foi um marco apenas no gênero de terror, com sua bilheteria recorde e tratamento de superprodução. Seu lançamento desempenhou um papel crucial na formação da era moderna dos blockbusters. O filme foi um fenômeno cultural e comercial, arrecadando mais de US$ 441 milhões em todo o mundo, um feito impressionante para a época. A década de 1970 foi um período de transição significativa para a indústria cinematográfica. Antes de “O Exorcista”, os filmes eram geralmente lançados em um pequeno número de cinemas e só depois se expandiam para um lançamento mais amplo. No entanto, “O Exorcista” quebrou esse molde com um lançamento em larga escala, chegando a centenas de cinemas simultaneamente. Esse método de distribuição, agora conhecido como “lançamento de saturação”, foi uma estratégia de marketing inovadora que ajudou a maximizar a receita do filme e a criar um burburinho imediato. Além disso, “O Exorcista” foi um dos primeiros filmes a usar uma campanha de marketing extensa e agressiva, com trailers provocativos e pôsteres icônicos que se tornaram sinônimos do filme. Essa abordagem de marketing, que agora é padrão na indústria cinematográfica, foi pioneira na época e contribuiu para o sucesso estrondoso do filme. O efeito de “O Exorcista” na indústria cinematográfica abriu caminho para os blockbusters que se seguiram, como “Tubarão” (1975) e “Guerra nas Estrelas” (1977), que usaram os mesmos métodos de saturação e campanhas de marketing agressivas para alcançar um público amplo e gerar receitas recordes, dando início ao cinema moderno.   A ressaca Após o sucesso de “Conexão Francesa” e “O Exorcista”, Friedkin tornou-se um dos diretores mais venerados de Hollywood. No entanto, seu filme seguinte foi um documentário de 1975 em que entrevistava um de seus ídolos, o alemão Fritz Lang, diretor do clássico “Metrópolis” (1927) e de vários filmes noir famosos. Depois, decidiu fazer um remake de “O Salário do Medo”, o clássico thriller francês de Henri-Georges Clouzot de 1953. “O Comboio do Medo” (1977) trouxe Roy Scheider no papel originalmente interpretado por Yves Montand, mas a maioria dos críticos achou o filme longo e pouco emocionante em comparação ao original. Foi lançado ao mesmo tempo que “Guerra nas Estrelas” e sumiu rapidamente. Pelo menos, ganhou revisão histórica e voltou a ser considerado um filme importante com o passar do tempo, ao contrário de seu filme seguinte, a comédia policial “Um Golpe Muito Louco” (1978), pouquíssimo lembrada.   Nova polêmica O diretor voltou a ousar com “Parceiros da Noite” (1980), com Al Pacino como um detetive de Nova York que se infiltra em bares gays e na subcultura S&M da cidade para resolver um assassinato. O filme provocou forte oposição de ativistas gays, que se opuseram à representação da comunidade e o consideraram nocivo à sua luta por aceitação, para grande desgosto de Friedkin. Mas este longa também se tornou cultuado com o passar dos anos. Alguns críticos e espectadores reavaliaram o filme, argumentando que, apesar de suas falhas, ele oferece uma visão fascinante e complexa da subcultura gay de Nova York no final dos anos 1970. Além disso, a performance intensa de Al Pacino e a direção estilizada de Friedkin foram reconsideradas, e o filme é atualmente reconhecido por sua abordagem sem rodeios de um tema que era considerado tabu na época.   Influência nos anos 1980 Depois de marcar o cinema dos anos 1970, Friedkin criou nova estética cinematográfica que acabou adotada por vários cineastas dos 1980 com “Viver e Morrer em Los Angeles” (1985), outro de seus filmes emblemáticos. O thriller policial, que segue dois agentes federais (William Petersen e John Pankow) em uma caçada implacável a um falsificador de dinheiro (Willem Dafoe), é conhecido por sua paleta de cores vibrantes, cinematografia estilizada, abordagem fashion do mundo do crime e trilha sonora sintetizada pulsante, composta pela banda britânica Wang Chung. Esses elementos combinados criaram uma atmosfera que capturou a essência da cultura pop dos anos 1980. Friedkin criou uma nova linguagem, influenciada pela crescente popularidade dos videoclipes da época, aproveitando as técnicas visuais inovadoras que estavam sendo usadas nesse meio para criar uma obra que era tanto uma experiência sensorial quanto uma narrativa de suspense. Ele combinou cenas que pareciam sair da MTV com algumas de suas marcas mais conhecidas, incluindo outra perseguição de carros que é considerada uma das melhores de todos os tempos. Síntese visual dos anos 1980, o filme teve uma influência significativa para as produções de ação que se seguiram, especialmente os filmes de Tony Scott e Michael Bay.   Volta matadora no século 21 Friedkin continuou a dirigir suspenses, terrores e filmes de ação, como “Síndrome do Mal” (1987), “A Árvore da Maldição” (1990), “Jade” (1995). “Regras do Jogo” (2000), “Caçado” (2003) e “Possuídos” (2006), mas nenhum deles teve um terço da repercussão de seus trabalhos anteriores. Seu último filme, “Killer Joe – Matador de Aluguel” (2011), foi um thriller sombrio estrelado por Matthew McConaughey como um assassino de aluguel, contratado por um jovem traficante de drogas (Emile Hirsch) para matar sua mãe e coletar o dinheiro do seguro. Quando o traficante não consegue pagar o adiantamento de Joe, ele sugere uma alternativa perturbadora: a irmã mais nova do jovem (Juno Temple) como “garantia sexual” até que o pagamento seja feito. Chocante, mas irresistivelmente envolvente, o filme baseado numa peça de Tracy Letts, foi classificado como NC-17, a mais elevada classificação etária permitida nos cinemas dos EUA, que normalmente limita a distribuição e a bilheteria de um filme. Friedkin não quis negociar e conseguiu lançar o filme sem cortes apenas para maiores de idade. Sacrificando o sucesso comercial, “Killer Joe” causou ótima impressão entre os críticos e ajudou a relançar Matthew McConaughey como um ator a ser levado a sério, capaz de uma performance ao mesmo tempo charmosa e aterrorizante, que ele não demonstrava ser capaz em suas comédias românticas – dois anos depois, McConaughey ganhou o Oscar de Melhor Ator por “Clube de Compra Dallas” (2013). Muitos alardearam “Killer Joe” como a volta de Friedkin à boa forma cinematográfica.   Últimas obras O último lançamento do diretor em vida foi o documentário “The Devil and Father Amorth” (2017), sobre o padre exorcista Gabriele Amorth (que inspirou o recente filme de terror “O Exorcista do Papa”). Mas ele deixou finalizado o longa de ficção “The Caine Mutiny Court-Martial”, que terá première mundial nos próximos dias, durante o Festival de Veneza. O filme é baseado no livro de Herman Wouk, que narra o julgamento de um oficial da marinha por motim, após assumir o comando de um navio por sentir que o capitão estava agindo de maneira instável e colocando a vida da tripulação em risco. A...

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  • TV

    Aracy Balabanian morre aos 83 anos no Rio de Janeiro

    7 de agosto de 2023 /

    A atriz Aracy Balabanian morreu nesta segunda-feira (7/8) aos 83 anos no Rio de Janeiro. Ela estava internada na Clínica São Vicente, na zona sul da capital fluminense, e lutava contra um câncer de pulmão desde outubro do ano passado. O anúncio da morte aconteceu nesta manhã por César Tralli já na reta final do programa “Encontro”. A triste notícia também foi confirmada por familiares da veterana. “É com muita desolação, é muito triste dar esta notícia. Aracy era uma grande amiga. Meu filho a chamava de ‘dinda’, ele adorava ficar na casa dela, brincar com ela. Era uma mulher muito especial e uma grande artista”, lamentou a apresentadora Patrícia Poeta. No ano passado, o programa “A Tarde é Sua” informou que a atriz descobriu dois tumores no pulmão depois de passar por um tratamento para um derrame pleural, que causa acúmulo de líquido no órgão. Aracy Balabanian não era vista nas telas desde 2019, quando participou de “A Magia Acontece”, um especial de fim de ano exibido na TV Globo. No ano anterior, ela fez uma aparição em “Malhação: Vidas Brasileiras”, quando completava 56 anos de carreira.   Carreira de Aracy Balabanian Aracy Balabanian nasceu em 22 de fevereiro de 1940 na cidade de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Filha de imigrantes armênios, ela decidiu seguir carreira de atriz em São Paulo, depois de assistir uma peça do dramaturgo Carlo Godoni na companhia da irmã mais velha, a atriz Maria Della Costa. Aos 14 anos, Aracy passou a estudar no Colégio Bandeirantes, na capital paulista, onde ela assistiu uma palestra do dramaturgo Augusto Boal, que a convidou para um teste no Teatro Paulista do Estudante. Seu primeiro trabalho no grupo foi na peça “Almajarra”. Depois do colégio, a artista entrou para a Universidade de São Paulo (USP) onde estudou na Escola de Arte Dramática (EAD) e no curso de Ciências Sociais da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), que ela não concluiu. Aracy Balabanian participou de alguns espetáculos do Teatro Brasileiro de Comédia (TBC), como “Os Ossos do Barão” (1963) e integrou o elenco da primeira montagem brasileira do musical “Hair” (1969). Nesse período, ela também encarou a adaptação da obra grega “Antígona” num teleteatro da extinta TV Tupi. A partir daí, sua carreira na televisão se consolidou por mais de 50 anos e mais de 30 novelas televisivas. A artista fez sua grande estreia em novelas no final de 1964 no folhetim “Marcados pelo Amor” da TV Record, escrita por Walther Negrão e Robeiro Freire. Quatro anos depois, fez par romântico com o ator Sérgio Cardoso em “Antônio Maria”, um sucesso enorme de audiência em sua época. Em 1973, Aracy surpreendeu ao mudar de rumo. Ela deu vida à Gabriela e passou a contracenr com os bonecos infantis do programa aclamado “Vila Sésamo”. Seu personagem ficou marcado na memória do público. Apesar da longa jornada, Aracy Balabanian viveu seus maiores sucessos televisivos nos anos 1990, quando ela estreou como a “dona Armênia” em “Rainha da Sucata”, escrita por Silvio de Abreu. A personagem fazia referência à ascendência da própria atriz numa trama cujo tema principal era “a oposição entre os novos-ricos e a elite paulista decadente”. Ela ainda repetiu seu papel em “Deus nos Acuda” (1992). Nos anos seguintes, Aracy interpretou Filomena em “A Próxima Vítima” (1995), papel que a rendeu o prêmio de Melhor Atriz da Associação Paulista de Críticos de Arte, e a eterna socialite Cassandra na sitcom “Sai de Baixo” (1996), um de seus papéis mais populares, inclusive reprisado no cinema – em “Sai de Baixo: O Filme”, de 2019. A atriz também participou das novelas “Da Cor do Pecado” (2004), “Passione” (2010), “Cheias de Charme” (2012) e do remake de “Saramandaia” (2013). Em 2014, Aracy Balabanian se afastou por um mês das gravações de “Geração Brasil” por conta de uma infecção respiratória. Mas superou e voltou a mostrar seu talento em “Sol Nascente” (2016) e “Pega-Pega” (2017). Sua última aparição na TV foi como entrevista do programa “Conversa com Bial”, que foi ao ar em agosto de 2022. O bate-papo será reprisado nesta madrugada, em homenagem à atriz.

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  • Filme

    Sharon Farrell, atriz de “Nasce um Monstro”, morre aos 82 anos

    5 de agosto de 2023 /

    A atriz Sharon Farrell, conhecida por seu papel como a mãe de um bebê assassino no cultuado terror “Nasce um Monstro” (1974), morreu aos 82 anos. A notícia foi divulgada por seu filho, Chance Boyer, neste sábado (5/8), informando que a atriz faleceu de causas naturais em um hospital de Orange County, Califórnia.   Começo da carreira Nascida como Sharon Forsmoe na véspera de Natal de 1940 em Sioux City, Iowa, Farrell se mudou na juventude para Nova York, onde atuou e modelou. Ela fez sua estreia no cinema em 1959 no filme “Kiss Her Goodbye” e em seguida começou a trabalhar como dançarina na Broadway. Em 1962, Farrell apareceu com Tony Curtis e Suzanne Pleshette no filme de comédia “20 Quilos de Confusão”. Mas também apostou na carreira televisiva, ao estrelar no mesmo ano o drama jornalístico “Saints e Sinners”. Infelizmente, a série não passou da 1ª temporada e ela ficou restrita a aparições televisivas durante um bom tempo, incluindo participações em séries clássicas como Meu Favorito Marciano”, “Caravana”, “Gunsmoke”, “A Família Buscapé”, “O Agente da UNCLE” e “James West”, entre muitos outras.   Nasce um Monstro Ela voltou ao cinema no final dos anos 1960, com papéis em “Entre o Desejo e a Morte” (1968), ao lado de Kirk Douglas, “Detetive Marlowe em Ação” (1969), com James Garner e Bruce Lee, e “Os Rebeldes” (1969), com Steve McQueen. Mas foi o terror de baixo orçamento de Larry Cohen que chamou atenção para sua carreira. Em “Nasce um Monstro” (1974), a atriz interpretou Lenore Davis, que tenta proteger seu filho recém-nascido deformado, mesmo que o bebê mutante tenha escapado do hospital e esteja matando pessoas pela cidade. “Nasce um Monstro” tornou-se um marco no gênero de terror, sendo reconhecido por sua premissa inovadora, bizarra e aterrorizante. Sucesso de bilheteria, acabou ganhando duas sequências: “Nasce um Monstro 2” em 1978 e “Nasce um Monstro 3: A Ilha dos Monstros” em 1987, além de um remake em 2008. A performance de Farrell como a mãe do infante assassino é frequentemente destacada como um dos pontos fortes do longa original.   Mais filmes e séries Farrell continuou a ter sucesso na carreira nos anos 1980, quando trabalhou nos filmes clássicos “O Substituto” (1980), de Richard Rush, “Anos de Rebeldia” (1980), de Dennis Hopper, “McQuade, o Lobo Solitário” (1983), com Chuck Norris, “A Noite do Cometa” (1984) e “Namorada de Aluguel” (1987), com Patrick Dempsey. Ela também participou da última temporada da série original “Havaí 5-0” em 1980, interpretando a Detetive Lori Wilson. Nos anos 1990, ela virou atriz de novela, vivendo Florence Webster em 81 capítulos de “The Young and the Restless”, de 1991 a 1997. Ao sair da atração diurna, fez poucas aparições nas telas, incluindo um capítulo em “JAG: Ases Invencíveis”, exibido em 1999.   Relacionamentos e vida pessoal Farrell teve relacionamentos com os atores Andrew Prine, Steve McQueen e John F. Boyer, o produtor Ron DeBlasio e o diretor Dale Trevillion, mas nunca se casou com nenhum deles, de acordo com seu filho Chance Boyer. Chance foi filho único e também seguiu a carreira de ator, interpretando um surfista na série “Harry e os Hendersons” (de 1991 a 1993). Veja o trailer original de “Nasce um Monstro”.

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  • Música

    Morre John Gosling, ex-tecladista dos Kinks, aos 75 anos

    5 de agosto de 2023 /

    John Gosling, ex-tecladista da banda britânica The Kinks, morreu aos 75 anos. A notícia foi anunciada nas redes sociais oficiais da banda, que expressou profunda tristeza pela perda. “Estamos profundamente tristes com a notícia do falecimento de John Gosling. Enviamos nossas condolências à esposa e à família de John”, diz a publicação. Os membros fundadores sobreviventes dos Kinks, os irmãos Ray e Dave Davies e o baterista Mick Avory, também prestaram homenagens a Gosling, que tocou teclados e piano com a banda de 1970 a 1978.   Reações e homenagens O guitarrista e vocalista Dave Davies expressou sua consternação e tristeza profunda pela morte de seu “amigo e importante colaborador da música dos Kinks”. “Tenho profundo afeto e amor por ele em meu coração sempre. Grande músico e um grande homem”, acrescentou. Mick Avory lembrou Gosling como um “querido amigo e colega”, destacando seu grande talento musical e seu fantástico senso de humor. “Ele era um membro popular da banda, nos deixa com algumas memórias felizes. Deus o abençoe…”, disse. Ray Davies, vocalista e compositor principal da banda, também compartilhou suas condolências à família de Gosling: “Descanse em paz, querido John.”   Dos Kinks aos Kast Off Kinks Gosling ingressou nos Kinks em 1970, quando a formação original do quarteto de músicos se expandiu como quinteto. Em sua passagem, o tecladista tocou em clássicos como “Lola”, “Powerman”, “Celluloid Heroes”, “Strangers” e “Apeman” até sua saída em 1978, quando foi substituído por Ian Gibbons. Ele contou como foi sua audição para entrar na banda em uma entrevista de 2009: “Eles pareciam um grupo de caras tão tranquilos! Dave me entregou uma cerveja de uma caixa no meio da sala quando entrei e não havia comportamento de estrelas. Lembro-me de me sentir completamente em casa – quase como se eu sempre estivesse lá.” Após sua saída de The Kinks, Gosling foi um dos membros fundadores da banda Kast Off Kinks, composta por ex-músicos de sua antiga banda, incluindo Mick Avory, Ian Gibbons, Jim Rodford e John Dalton. Gosling permaneceu com o grupo até se aposentar em 2008. Veja abaixo o maior hit da banda nos 1970 e um show completo com Gosling nos teclados.

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    Angus Cloud, ator de “Euphoria”, não cometeu suicídio, afirma mãe

    5 de agosto de 2023 /

    Lisa Cloud, mãe do ator Angus Cloud, conhecido por seu papel como Fezco na série “Euphoria” da HBO, fez uma publicação emocionada no Facebook neste sábado (5/8), afirmando que o jovem ator não tirou a própria vida. Angus Cloud faleceu em 31 de julho, aos 25 anos.   Emergência médica e especulações O Departamento de Bombeiros de Oakland recebeu uma ligação para o 911 por volta das 11h30 da segunda-feira, solicitando uma emergência médica, conforme relato oficial. Quando os paramédicos chegaram, o paciente foi declarado morto no local e a causa ainda é desconhecida, de acordo com a declaração.   Último dia de Angus Cloud Na tentativa de conter as especulações, a mãe de Cloud detalhou como foi o último dia do filho em sua postagem. “Amigos, quero que todos saibam que agradeço o amor de vocês pela minha família neste momento de despedaçamento. Também quero que saibam que, embora meu filho estivesse em profundo luto pela morte prematura de seu pai por mesotelioma, seu último dia foi alegre.” Lisa Cloud descreveu que Angus passou o dia reorganizando seu quarto e ajudando familiares com a faculdade, o que, segundo ela, indica que ele não estava suicida. “Não sei se ou o que ele pode ter colocado em seu corpo depois disso. Só sei que ele encostou a cabeça na mesa onde estava trabalhando em projetos de arte, adormeceu e não acordou. Podemos descobrir que ele teve uma overdose acidental e trágica, mas é abundantemente claro que ele não pretendia sair deste mundo.”   Pedido de Lisa Cloud Ela acrescentou: “Postagens nas redes sociais sugeriram que sua morte foi intencional. Quero que saibam que não é o caso. Para honrar sua memória, por favor, façam atos aleatórios de bondade como parte de sua vida diária.”

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  • TV

    Maria Helena Dias, atriz de “Elas por Elas”, morre aos 91 anos

    5 de agosto de 2023 /

    A atriz Maria Helena Dias, que marcou a teledramaturgia brasileira com sua atuação em diversas novelas, morreu na última terça-feira (1/8), aos 91 anos. A informação foi confirmada por amigos da artista neste sábado (5/8). Maria Helena estava internada em um hospital no Rio de Janeiro há um mês, após ser acometida por uma broncopneumonia e uma trombose na perna. A atriz foi submetida a uma angioplastia, mas devido à saúde frágil não resistiu ao procedimento. Maria Helena Dias iniciou sua carreira na extinta Rede Tupi, nos anos 1950, quando participou do pioneiro programa “Grande Teatro Tupi”. A atriz também estrelou dezenas de espetáculos nos palcos. Sua primeira novela foi “Renúncia”, em 1964, na TV Record, ao lado de Francisco Cuoco e Irina Grecco. Seis anos depois, estreou na Globo com “Ponte dos Suspiros” (1969), mantendo-se na emissora até o fim da carreira.   Trajetória na Globo Ao longo de três décadas, Maria Helena integrou o elenco de diversas novelas, incluindo “Escalada” (1975), “Um Sol Maior” (1977), “Pai Herói” (1979), “Água Viva” (1980) e “Ciranda de Pedra” (1981). Um de seus trabalhos mais conhecidos foi ao ar na novela “Elas por Elas” (1982), quando deu vida a Carmem, mulher que trabalha para sustentar o marido, dois filhos e um cunhado. O destaque foi tanto que ela também viveu a personagem na série “Mario Fofoca”, derivada da novela, que foi lançada em 1983. Por sinal, a atração vai ganhar remake, previsto para estrear no mês que vem. O papel de Maria Helena Dias será revivido por Maria Clara Spinelli, que será a primeira mulher trans a ser protagonista em uma novela brasileira. A atriz também marcou presença em “Tieta” (1989), “Rainha da Sucata” (1990), “A Próxima Vítima” (1995) e outras produções, despedindo-se do gênero em “Cobras e Lagartos” (2006), trama das 19h da TV Globo escrita por João Emanuel Carneiro. Um ano depois, ela se afastou definitivamente da atuação, fazendo seu último papel na série “Carga Pesada”.   Trabalhos no cinema Além de sua marcante presença na televisão, Maria Helena Dias também teve uma carreira significativa no cinema e no teatro. A atriz participou de diversos longa-metragens, como “Chofer de Praça” (1958) e “Zé do Periquito” (1960), ambos estrelados por Amácio Mazzaropi, além de “Asfalto Selvagem” (1964), “Vidas Estranhas” (1968), “O Super Manso” (1974), “Corpo Livre” (1985) e “Os Heróis Trapalhões: Uma Aventura na Selva” (1988), onde viveu a mãe dos cantores da banda Dominó. Em entrevista ao jornal O Globo, ela contou que teve problemas com a família por seguir carreira na atuação. “Para a minha família, fui uma espécie de ‘ovelha negra’ no início. Para o pessoal de teatro e TV, sou muito equilibrada. E é natureza. São polos bem diversos, opostos”, disse ela. Ela foi casada duas vezes e não teve filhos, afirmando que não conseguiria se “dividir em profissional, mãe e dona de casa”, mas que admirava as pessoas que conseguiam.

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  • Música

    Lady Gaga homenageia Tony Bennett no dia que seria seu aniversário de 97 anos

    3 de agosto de 2023 /

    A cantora Lady Gaga prestou uma homenagem emocionante ao amigo e ícone do jazz Tony Bennett, que teria completado 97 anos nesta quinta-feira (3/8). Bennett faleceu em 21 de julho passado, após muitos anos vivendo com a doença de Alzheimer. Em sua conta no Instagram, Lady Gaga compartilhou fotos tiradas em Nova York, onde aparece com um elegante vestido preto em frente a um carrinho de cachorro-quente. Na legenda, a cantora relembrou o amigo. “Feliz aniversário, Tony. 3 de agosto é o dia de Tony Bennett. Um dia para sorrir. Mas eu vou celebrar você muito mais do que uma vez no ano. Irei te celebrar toda vez que estiver no palco cantando jazz, toda vez que estiver com sua família, todas as vezes que andar pelas ruas de Nova York. Eu vou olhar a minha volta e me lembrar tudo o que você fez por essa cidade e por todo o mundo”, escreveu Gaga. Parceria musical e amizade Lady Gaga e Tony Bennett eram grandes parceiros na música e na vida pessoal. Juntos, lançaram dois álbuns – “Cheek to Cheek”, em 2014, e “Love for Sale”, em 2021. Com o primeiro, Bennett quebrou seu próprio recorde ao se tornar o artista mais velho a emplacar um álbum no topo da Billboard 200. A cantora sentia um carinho tão grande pelo ícone do jazz que eternizou o amigo em uma tatuagem, que é um desenho esboçado por ele. Lembranças e ensinamentos Após a morte de Bennett, Gaga levou alguns dias para se pronunciar ao público e fez um texto emocionante se despedindo daquele que ela chamou de seu melhor amigo. “Eu vou sentir saudades do meu amigo para sempre. Eu vou sentir saudades de cantar com ele, gravar com ele, conversar com ele, estar no palco com ele”, escreveu a cantora no Instagram. “Com Tony, eu consegui viver minha vida em um túnel do tempo. Tony e eu tínhamos um poder mágico. Nós nos transporávamos para outra era, modernizávamos a música juntos, e dávamos nova vida a ela como uma dupla de cantores. Mas não foi um ato. Nosso relacionamento era muito real”, acrescentou. Gaga também destacou os ensinamentos que recebeu de Bennett. “Claro que ele me ensinou sobre música, sobre a vida no showbiz, mas também me mostrou como manter meu ânimo elevado e minha cabeça no lugar. ‘Em frente’, ele dizia. Ele era um otimista, acreditava em trabalho de qualidade e vida de qualidade. Além disso, havia a gratidão… Tony sempre foi grato. Ele serviu na 2ª Guerra Mundial, marchou com Martin Luther King Jr. e cantou jazz com os maiores cantores e músicos do mundo”, destacou. A luta contra o Alzheimer Bennett foi diagnosticado com Alzheimer, uma doença neurodegenerativa que compromete a memória e funções diárias do paciente, no ano de 2016. Apesar dos problemas causados pela condição, ele continuou se apresentando até 2021. “Perder Tony para o Alzheimer foi doloroso, mas também foi muito bonito. Uma era de perda de memória é um momento tão sagrado na vida de uma pessoa. Há um sentimento de vulnerabilidade e um desejo de preservar a dignidade”, disse a popstar sobre o diagnóstico de Alzheimer. Mensagem ao mundo Por fim, a artista completou a homenagem ao músico dizendo que se pudesse dizer algo ao mundo, diria para que os mais velhos não fossem menosprezados. “Eu nunca vou esquecer esta experiência. Nunca vou esquecer Tony Bennett. Se eu pudesse dizer algo ao mundo sobre isso, diria para não menosprezar os mais velhos, não os deixe para trás quando as coisas mudarem. Não vacile quando se sentir triste, apenas siga em frente, a tristeza faz parte. Cuide dos mais velhos e prometo que aprenderá algo especial. Talvez até mágico. E preste atenção ao silêncio — algumas das trocas mais significativas de meu parceiro musical e eu não tinham nenhuma melodia”, finalizou. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lady Gaga (@ladygaga) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lady Gaga (@ladygaga)

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  • Série

    Zendaya presta homenagem a Angus Cloud, que morreu aos 25 anos: “Irmão”

    1 de agosto de 2023 /

    A atriz Zendaya, estrela da série “Euphoria”, prestou uma homenagem emocionada a Angus Cloud, seu colega de elenco que faleceu na segunda-feira (31/7) aos 25 anos. Em uma publicação no Instagram, a atriz expressou sua gratidão por ter conhecido Angus e o chamou de irmão. “Palavras não são suficientes para descrever a beleza infinita que é Angus (Conor). Sou muito grata por ter tido a chance de conhecê-lo nesta vida, de chamá-lo de irmão, de ver seus olhos calorosos e gentis e seu sorriso brilhante, ou ouvir sua risada contagiante (estou sorrindo agora só de pensar nisso)”, escreveu Zendaya. “Eu sei que as pessoas usam essa expressão com frequência quando falam sobre as pessoas que amam … ‘eles poderiam iluminar qualquer cômodo em que entrassem’, mas, cara, deixe-me dizer, ele era o melhor nisso. Gostaria de me lembrar dele assim. Por toda a luz, amor e alegria sem limites que ele sempre conseguiu nos dar. Vou valorizar cada momento.” A atriz também expressou seu apoio à família de Angus neste momento difícil. “Meu coração está com sua mãe e família neste momento e, por favor, seja gentil e paciente, pois o luto parece diferente para todos”, pediu.   Despedida de Sydney Sweeney Sydney Sweeney, que interpreta Cassie Howard em “Euphoria”, também se manifestou no Instagram, postando um carrossel de fotos dos dois atores juntos durante as gravações de “Euphoria”. “Angus, você era uma alma aberta, com o coração mais gentil, e você enchia todos os cômodos de risos”, escreveu ela. “Esta é a coisa mais difícil que já tive para postar e estou lutando para encontrar todas as palavras. Você fará mais falta do que imagina, mas sou muito abençoada por tê-lo conhecido nesta vida e tenho certeza de que todos que já o conheceram sentem o mesmo. Essa mágoa é real e eu gostaria que tivéssemos mais um abraço e uma ida a [loja de conveniências] 711. Todo o meu amor está com você.”   A morte de Angus Cloud Angus Cloud interpretou o personagem Fezco na série “Euphoria”, um traficante de drogas de bom coração que se preocupa com a protagonista Rue, interpretada por Zendaya. O papel de Fezco foi o primeiro do ator, descoberto nas ruas de Los Angeles, e o lançou ao estrelato sob aclamação da crítica. A causa da morte de Angus ainda não foi determinada. Ele foi encontrado desacordado em sua casa na segunda. Sua mãe ligou para a polícia falando em overdose e a família divulgou uma declaração, na qual mencionou que o jovem ator havia enterrado seu pai na semana anterior e estava lutando intensamente com a perda. “A única consolação que temos é saber que Angus está agora reunido com seu pai, que era seu melhor amigo”, disseram os familiares no comunicado. “Angus era aberto sobre sua batalha com a saúde mental e esperamos que sua passagem possa ser um lembrete para outros de que eles não estão sozinhos e não devem lutar contra isso em silêncio.” Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Zendaya (@zendaya) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Sydney Sweeney (@sydney_sweeney)

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  • Etc

    Angus Cloud: Mãe indica “possível overdose” do ator de “Euphoria”

    1 de agosto de 2023 /

    A mãe do ator Angus Cloud, encontrado morto na segunda-feira (31/7), fez uma chamada de emergência por volta das 11h30 daquele dia, relatando uma “possível overdose” e informando que Angus não tinha pulso. O Departamento de Polícia de Oakland e o Corpo de Bombeiros responderam à chamada e atestaram a morte do jovem astro da série “Euphoria” no local. A causa da morte do ator ainda é considerada desconhecida pelas autoridades, que abriram uma investigação.   Luto pela morte do pai Uma fonte próxima à família informou que Angus estava lutando contra problemas de saúde mental após o funeral de seu pai, na semana passada na Irlanda. Ele estava próximo aos familiares para receber apoio em seu luto. A família de Angus Cloud divulgou um comunicado lamentando a partida precoce do ator. “É com o coração mais pesado que tivemos que nos despedir de um ser humano incrível hoje. Como artista, amigo, irmão e filho, Angus foi especial para todos nós em tantos caminhos. Na semana passada, ele enterrou seu pai e lutou intensamente com essa perda. O único consolo que temos é saber que Angus agora está reunido com seu pai, que era seu melhor amigo”, escreveu a família.   Luta por saúde mental A família de Angus Cloud espera que a morte do ator possa servir de lembrete para outras pessoas que lutam contra problemas de saúde mental. “Angus foi aberto sobre sua batalha contra a saúde mental e esperamos que sua morte possa ser um lembrete para os outros de que eles não estão sozinhos e não devem lutar contra isso sozinhos em silêncio”, afirmaram. Eles também pediram privacidade neste momento, pois ainda estão processando a perda devastadora.

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  • Série

    Famosos se despedem de Angus Cloud: “O centro espiritual de Euphoria”

    31 de julho de 2023 /

    Hollywood e o mundo do entretenimento estão de luto pela perda precoce de Angus Cloud, o talentoso ator de “Euphoria”, que faleceu aos 25 anos. A notícia de sua morte foi anunciada pela família do ator em um comunicado divulgado nesta segunda-feira (31/7). A família destacou a luta de Cloud com a saúde mental e expressou a esperança de que sua morte sirva como um lembrete para outros de que “eles não estão sozinhos e não devem lutar sozinhos e em silêncio”.   Reações da família “Euphoria” Cloud ganhou fama na aclamada série da HBO, onde interpretou Fezco, um traficante de drogas de bom coração que serviu como âncora para Rue (Zendaya) e seus amigos, incluindo Lexi (Maude Apatow), que se tornou o interesse amoroso do personagem. Sam Levinson, criador de “Euphoria”, compartilhou uma declaração para a imprensa, dizendo: “Não havia ninguém como Angus. Ele era muito especial, muito talentoso e muito jovem para nos deixar tão cedo. Ele também lutou, como muitos de nós, com vício e depressão. Espero que ele soubesse quantos corações ele tocou. Eu o amava. Sempre amarei. Descanse em paz e Deus abençoe sua família.” Mason Shea Joyce, que interpretou a versão jovem de Fezco em “Euphoria”, também compartilhou suas lembranças de Cloud: “Angus tinha um sorriso realmente doce e uma alma generosa. Ele era gentil e solidário, nunca estava ocupado demais para uma rápida conversa ou uma conversa motivacional. Foi uma honra interpretar o jovem Fezco.” Javon “Wanna” Walton, que interpretou o irmão de Fezco, Ashtray, em “Euphoria”, publicou uma foto de um abraço no colega, escrevendo no Instagram: “Descanse em paz, irmão” e “família para sempre”.   Tributos de Hollywood Várias personalidades de Hollywood também prestaram homenagem a Cloud. Rachel Zegler, de “Amor, Sublime Amor”, escreveu no Twitter: “Por favor, lembre-se de como você é amado. Este mundo é tão rápido em fazer você se sentir o contrário. Há razões para ficar por aqui. E este mundo precisa de você. Oh, Angus. Nós celebramos você.” O cineasta e músico Questlove, vencedor do Oscar por “Summer of Soul (…ou, Quando A Revolução Não Pode Ser Televisionada)”, postou no Instagram: “Fez era o centro espiritual de ‘Euphoria’ e definitivamente meu personagem favorito na série. Amor para toda sua família e para aqueles que o conheciam”. Evan Ross Katz, escritor e apresentador de podcast, escreveu no Instagram: “Um talento incrível e a mais gentil das almas com o futuro mais brilhante à sua frente. Descanse em paz, Angus.” A atriz Kerry Washington, de “Scandal”, acrescentou que ele “fará falta profunda”, e Danny Ramirez, de “Top Gun: Maverick”, mandou seus sentimentos para a família do ator. A conta oficial de “Euphoria” no Twitter também expressou suas condolências: “Estamos incrivelmente tristes ao saber da morte de Angus Cloud. Ele era imensamente talentoso e uma parte amada da família HBO e Euphoria. Estendemos nossas mais profundas condolências a seus amigos e familiares durante este momento difícil.”

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