Intérprete de Gal Costa no cinema, Sophie Charlotte impressiona ao cantar no “Altas Horas”
Como diria Faustão, quem sabe faz ao vivo. E Sophie Charlotte, que vive Gal Costa no filme “Meu Nome É Gal”, mostrou que dispensa dublagem para cantar como a diva. Ela participou do programa “Altas Horas” de sábado (7/10), onde chamou atenção por cantar a música “Divino Maravilhoso”, clássico de Gal, de forma divina e maravilhosa. Após a apresentação, Serginho Groisman celebrou: “Sophie Charlote! Viva Gal!”. “Viva Gal, pra sempre! Viva Gal, no lugar mais bonito, sempre! Obrigada, gente!”, retribuiu a atriz. A performance da atriz arrancou vários elogios nas redes sociais. “Não existe absolutamente nada que essa mulher não faça bem, né?”, reagiu um internauta, enquanto outro foi além: “Podia ter colocado ela no lugar da Marina Sena pra cantar essa no The Thown”. E teve comentários ainda mais emocionados: “A sensação que tenho depois de assistir a pré-estreia do filme, é que ela nasceu pra ser Gal, que trabalho magnífico, esplendoroso, arrepiante, meu Deus!” O filme de Gal Costa “Meu Nome É Gal” foca o começo da carreira da cantora, que faleceu em novembro passado aos 77 anos, mostrando a escolha de seu nome artístico, a convivência com os colegas baianos durante Tropicália, a época do desbunde e o enfrentamento da repressão durante a ditadura militar. Tudo isso com vários visuais marcantes incorporados por Sophie. Dirigido por Dandara Ferreira (que escreveu e dirigiu a série documental “O Nome Dela É Gal”) e Lô Politii (“Alvorada”), o filme também traz o baiano Rodrigo Lelis (“A Matriarca”) como Caetano Veloso, Dan Ferreira (“Pixinguinha, Um Homem Carinhoso”) como Gilberto Gil e a própria Dandara Ferreira como Maria Bethânia. A estreia acontece na quinta-feira (12/10) nos cinemas. Linda — Jo (@Jo54627863) October 8, 2023 Podia ter colocado ela no lugar da Marina Sena pra cantar essa no The Thown. — Sr. Pac (@Paczin_) October 8, 2023 Longe de mim desmerecer qualquer parte da carreira da Sophie, até porque a admiro demais! Mas olha, a sensação que tenho depois de assistir a pré estreia do filme, é que ela nasceu pra ser Gal, que trabalho magnífico, explendoroso, arrepiante, meu Deus 👏👏👏 — DSBH 🍭🌵🌪 (@DivulgaSophiaBH) October 8, 2023 não existe absolutamente nada que essa mulher não faça bem né — gabuzinho 🩸 (@gabuzinhoof) October 8, 2023
Terence Davies, diretor de “Vozes Distantes” e “Amor Profundo”, morre aos 77 anos
Terence Davies, cineasta britânico renomado por suas obras autobiográficas e dramas de época, faleceu aos 77 anos. A informação foi confirmada neste sábado (7/10) pela conta oficial do diretor no Instagram, que informou que ele morreu pacificamente em casa após uma breve doença. Início promissor e premiado Davies ganhou notoriedade internacional a partir do final dos anos 1980 com seus primeiros longas-metragens, “Vozes Distantes” (1988) e “O Fim do Longo Dia” (1992), ambientados em sua cidade natal, Liverpool. Ambos exploram, em diferentes graus, sua experiência pessoal com a família e de crescer como um homem gay e católico em Liverpool nas décadas de 1950 e 1960. Bem-recebidos pela crítica e muito premiados, inclusive no Festival de Cannes, os filmes criaram grande expectativa sobre a carreira do cineasta. A predileção por dramas de época Ao mudar de cenário com “Memórias” (1995), sobre a vida de um menino no interior dos EUA dos anos 1940, o diretor não teve tão boa recepção quanto com seus predecessores, mas isso não o desestimulou. De fato, Davies não parou de produzir obras significativas ao longo de sua carreira, optando por adaptar diversos romances de época. Sua entrada nos anos 2000 se deu com “A Essência da Paixão”. uma adaptação do romance de Edith Wharton, que rendeu o prêmio de Melhor Atriz para Gillian Anderson no BIFA (premiação do cinema independente britânico). Ao explorar as complexidades e armadilhas da sociedade da elite de Nova York no início do século 20, o filme foi bastante elogiado por sua representação incisiva das distinções de classe e da crueldade social. A volta a Liverpool Ele deu um grande hiato na carreira após o longa, voltando com um documentário, “Do Tempo e da Cidade”, em que voltou à cidade de sua infância e de seus primeiros filmes. “Voltei à minha igreja paroquial durante as filmagens”, Davies revelou ao The Hollywood Reporter na época. “Orei para ser perdoado até meus joelhos sangrarem, e eu não tinha feito nada. Você não pode se livrar da culpa. Você é, ipso facto, um pecador porque tem o pecado original em sua alma. Isso é errado.” O sucesso comercial Em sua volta aos dramas de ficção, ele fez seu maior sucesso comercial, “Amor Profundo” (2011), uma adaptação da peça de Terence Rattigan, em que Tom Hiddleston e Rachel Weisz vivem um caso de amor tumultuado no pós-guerra em Londres. O filme foi elogiado por sua representação emocionalmente carregada de amor e perda. Sua adaptação seguinte foi uma obra que levou 18 anos para sair do papel, com busca de financiamento iniciada ainda nos anos 1990. “A Canção do Pôr do Sol” (2015) levou às telas o romance clássico de Lewis Grassic Gibbon sobre a vida difícil de uma jovem em uma fazenda escocesa no início do século 20, mantendo-se fiel ao espírito do livro enquanto explora temas universais como amor, perda e a passagem do tempo. Os poetas finais Acostumados com a demora entre seus filmes, os cinéfilos foram surpreendidos com um novo lançamento em tempo recorde, após apenas um ano. Primeira biografia da carreira do diretor, “Além das Palavras” (2016) foi um retrato da vida da poeta Emily Dickinson, interpretada por Cynthia Nixon, e também recebeu aclamação da crítica por sua abordagem íntima e meticulosa da vida da escritora. Depois disso, ele levou mais cinco anos para realizar novo filme, e foi para sua despedida. “Benediction” (2021), a derradeira de Davies, foi outro drama biográfico sobre poeta, o britânico Siegfried Sassoon. O filme explora a vida de Sassoon, sua experiência na 1ª Guerra Mundial e sua vida amorosa. Apesar da vasta carreira, com filmes sempre muito elogiados, Davis não conquistou o reconhecimento institucional devido para seu trabalho na Grã-Bretanha. Em uma entrevista de 2021 ao jornal britânico The Guardian, ele desabafou: “Teria sido bom ser reconhecido pela BAFTA. Mas nunca fui. Por outro lado, também há uma parte de mim que pensa: não é apenas vaidade? Se um filme vive toda vez que é visto, essa é a verdadeira recompensa.”
Conclusão de inquérito culpa pilotos por acidente que matou Marília Mendonça
A Polícia Civil de Minas Gerais divulgou nesta quarta-feira (4/10) o resultado do inquérito sobre o acidente aéreo que vitimou a cantora Marília Mendonça e outras quatro pessoas em novembro de 2021. Segundo a investigação, a responsabilidade pela tragédia recai sobre o piloto Geraldo Medeiros e o copiloto Tarcíso Viana, ambos falecidos no acidente. Negligência e imprudência Ivan Lopes Sales, delegado regional de Caratinga, afirmou que a tripulação foi negligente ao colidir com uma torre de transmissão não sinalizada. “O manual de treinamento da aeronave estipula a velocidade a ser feita na perna do vento, e o que ficou evidenciado é que os pilotos ultrapassaram essa velocidade, desrespeitando o manual e saindo da zona de proteção do aeródromo. Qualquer responsabilidade cabia aos pilotos observar. Dessa forma houve negligência e imprudência”, afirmou Sales. Ele também destacou que havia equipamentos e documentos que auxiliariam na identificação de obstáculos. “É fato que esse equipamento pode ser desligado pelos pilotos”, acrescentou, referindo-se ao EGPWS, um sistema de alerta para proximidade de obstáculos. Homicídios culposos O inquérito concluiu pela prática de três homicídios culposos por parte dos pilotos, com extinção da punibilidade devido à morte dos mesmos. “O resultado dessa investigação é com o mais absoluto respeito a todos os familiares das vítimas”, finalizou o delegado Ivan Lopes Sales. Em maio deste ano, o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) já havia descartado falha mecânica como causa do acidente. O relatório apontou que a avaliação inadequada do piloto contribuiu para a tragédia. Contestação Sérgio Alonso, advogado que representa a família do piloto, contestou as conclusões do inquérito. “O acidente ocorreu pela falta de sinalização da rede, pela ausência de carta de aproximação visual e por essa rede estar colocada na mesma altura do tráfego padrão, que é de mil pés”, afirmou. Ele criticou ainda a falta de conhecimento em aviação por parte dos delegados envolvidos na investigação. “Os delegados concluem sem conhecer nada de aviação, falaram absurdos sobre velocidade, zona de proteção. Eles concluem que os culpados são os pilotos que foram mortos e ainda atribuem a eles triplo homicídio culposo, se arvorando na posição de juízes.” O acidente O acidente ocorreu em 5 de novembro de 2021, quando a cantora Marília Mendonça e sua equipe estavam a caminho de Caratinga, na região leste de Minas Gerais, para um show. A aeronave colidiu com uma torre de transmissão de energia durante a aproximação ao aeroporto. Além de Marília Mendonça, perderam a vida no acidente o piloto Geraldo Medeiros, o copiloto Tarcísio Pessoa Viana, o tio e assessor da cantora, Abicieli Silveira Dias Filho, e o produtor Henrique Ribeiro. Após o acidente, a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) instalou uma esfera de sinalização na torre de transmissão onde ocorreu a colisão, seguindo recomendação do Cenipa e do Comando Aéreo. “Se tudo isso tivesse sido feito anteriormente, não teria ocorrido o acidente”, avaliou o advogado Sérgio Alonso.
Polícia de Las Vegas prende suspeito pelo assassinato do rapper Tupac Shakur
Duane “Keffe D” Davis, de 60 anos, foi preso na sexta-feira (29/9) em Las Vegas, acusado de envolvimento no assassinato do rapper Tupac Shakur, ocorrido em 1996. O vice-procurador distrital do condado de Clark, Marc DiGiacomo, informou que Davis foi indiciado por assassinato com arma de fogo. A prisão ocorre após décadas de investigações e dois meses depois de uma busca na residência de Davis, que revelou novas evidências. Davis era uma das últimas testemunhas vivas do crime e já havia admitido em seu livro de memórias de 2019, “Compton Street Legend”, que estava no carro de onde partiram os tiros que mataram Tupac. Ele também fez declarações semelhantes em entrevistas e programas de televisão, sempre se apresentando como uma testemunha e não como um suspeito. No livro, ele relatou que estava no Cadillac branco que emparelhou com a BMW de Tupac na noite de 7 de setembro de 1996. Tupac foi atingido por quatro tiros e morreu quatro dias depois. Davis, que pertence à gangue Crips e já cumpriu 15 anos de prisão por tráfico de drogas, pode agora enfrentar a pena de morte ou prisão perpétua. Ele está detido sem possibilidade de fiança. A polícia de Las Vegas deve realizar uma coletiva de imprensa para fornecer mais detalhes sobre a prisão e as novas evidências. Legado de Tupac O rapper Tupac Shakur vendeu mais de 75 milhões de discos em todo o mundo em uma carreira de apenas cinco anos. Ele foi o primeiro artista solo de hip-hop a entrar para o Rock and Roll Hall of Fame. Sua morte, assim como a de seu rival Notorious Big, permanece como um dos casos mais intrigantes e teorizados da história do hip-hop. Até agora, nenhum dos dois assassinatos foi solucionado.
Ator Geraldo Matheus, pai de Cristiane Torlone, morre aos 93 anos
Geraldo Matheus Torloni, ator e diretor de teatro, morreu nesta sexta-feira (29/9) aos 93 anos no Hospital Unimed-Rio, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A informação foi confirmada por sua filha, a atriz Christiane Torloni, que revelou que a causa da morte foi natural. O artista estava internado desde o dia 10 de setembro. Trajetória e legado Geraldo Matheus teve uma carreira multifacetada nas artes, atuando não apenas como ator, mas também como diretor, produtor, administrador teatral e autor. Ele foi um dos pioneiros da Escola de Arte Dramática de São Paulo, integrando a primeira turma em 1948. Em 1954, casou-se com Monah Delacy, professora de teatro. Além de sua atuação em palcos e bastidores, Geraldo dirigiu o Theatro Municipal do Rio de Janeiro e o antigo Teatro Bloch, contribuindo significativamente para a cena teatral brasileira. Homenagem da filha Nas redes sociais, Christiane Torloni prestou uma homenagem ao pai. “Despeço-me do meu amado pai, Geraldo Matheus, grata pela linda jornada que trilhamos juntos. Grata pela Arte, Ética e Amor com que ele me abençoou. E como diz Oscar Wilde: ‘O mistério do Amor é maior do que o mistério da Morte'”, escreveu a atriz. Geraldo deixa sua esposa Monah Delacy, dois filhos, Christiane e Márcio Torloni, um neto, Leonardo Carvalho, e um bisneto, Lucca Carvalho. O velório e o enterro estão programados para sábado (30/9), no Rio de Janeiro, em uma cerimônia íntima para família e amigos próximos.
Elenco de “Harry Potter” lamenta morte de Michael Gambon
Os atores da franquia “Harry Potter” se emocionaram com a morte de Michael Gambon, intérprete de Albus Dumbledore na franquia do cinema, que foi confirmada pela família nesta quinta-feira (28/9). Elogiando o talento Gambon, eles desejaram forças aos parentes do ator veterano. O astro Daniel Radcliffe, o Harry Potter, escreveu um comunicado, em que diz que “com a perda de Michael Gambon, o mundo ficou consideravelmente menos divertido”. “Michael Gambon foi um dos atores mais brilhantes e sem esforço com quem já tive o privilégio de trabalhar, mas apesar de seu imenso talento, a coisa que mais me lembrarei dele é o quanto ele se divertiu fazendo seu trabalho. Ele era bobo, irreverente e hilário. Ele amava seu trabalho, mas nunca parecia definido por ele. Ele era um incrível contador de histórias e piadas e seu hábito de borrar as linhas de fato e ficção ao falar com jornalistas significava que ele também era uma das pessoas mais divertidas com quem você poderia querer fazer uma entrevista”, contou. Emma Watson escreveu “Gentil, gentil, gentil Michael Gambon” nos Stories. “Você nunca levou tão a sério, mas de alguma forma entregou os momentos mais sérios com toda a gravidade. Obrigada por nos mostrar como é vestir a grandeza de forma leve. Vamos sentir sua falta”, completou. “É muito triste ouvir [a notícia] sobre Michael”, escreveu Rupert Grint, o Ron Weasley, no Instagram. “Ele trouxe muito calor e travessuras todos os dias no set. Ele me cativou quando criança e se tornou um modelo pessoal para mim por encontrar a diversão e as excentricidades da vida. Enviando todo o meu amor para sua família”. James Phelps, que interpretou Fred Weasley também compartilhou suas lembranças do ator: “Ele sempre tinha bom humor e era bem simpático e aberto a dividir qualquer conhecimento que tivesse”. Bonnie Wright, que viveu Gina Weasley, acrescentou: “Sempre fiquei admirada com a presença e o desempenho do Michael. Descanse em paz. Enviando amor para sua família”, postou ela. Jason Isaacs, intérprete de Lucius Malfoy, revelou: “Aprendi o que poderia ser atuar com Michael em ‘Crime de um Detetive’ – complexo, vulnerável e totalmente humano. A maior emoção de estar nos filmes de ‘Potter’ era que ele sabia meu nome e compartilhava comigo seu destemido e levado senso de diversão”.
Michael Gambon, o bruxo Dumbledore de “Harry Potter”, morre aos 82 anos
Michael Gambon, conhecido por interpretar Alvo Dumbledore em “Harry Potter”, morreu aos 82 anos em decorrência de uma pneumonia. A informação foi confirmada pela família nesta quinta-feira (28/9). “Estamos arrasados em anunciar a perda de Sir Michael Gambon. Amado marido e pai, Michael morreu pacificamente no hospital com sua esposa Anne [Miller] e seu filho Fergus ao lado de sua cama, após um ataque de pneumonia. Pedimos que respeitem nossa privacidade neste momento doloroso e obrigado por suas mensagens de apoio e amor”, comunicou seu representante, Clair Dobbs. Carreira teatral Natural de Dublin, o ator irlândes emigrou aos cinco anos para o Reino Unido, em 1945, onde ele passou a estudar numa escola católica. Michael Gambon integrou ao Teatro Nacional, sob a diretoria artística de Laurence Olivier (“Hamlet”), e conseguiu vários papéis escritos por Alan Ayckbourn (“Bedroom Farce”). A carreira, no entanto, deslanchou quando ele viveu John Dexter em “Galileo” (1980). Desde então, o artista fez apresentações no Teatro Nacional Real e no RSC em papéis como Rei Lear, Othello, Mark Anthony e Volpone. Ele chegou a ser considerado uma das maiores celebridades teatrais britânicas e até recebeu o título de “Sir” da Rainha Elizabeth II. Carreira cinematográfica Sua transição para as telas começou com uma adaptação teatral, uma versão de “Othelo”, de Shakespeare, em 1965. Mas Gambon só se tornou mais conhecido a partir dos anos 1980, quando foi premiado por seu papel em “O Cozinheiro, o Ladrão, Sua Mulher e o Amante” (1989), de Peter Greenaway. Depois desse sucesso, ele passou a assumir papéis em filmes importantes como “Nunca te Amei” (1994), “O Informante” (1999), “A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça” (1999), “Assassinato em Gosford Park” (2001) e “Adorável Júlia” (2004), até que surgiu com uma barba esvoaçante e chapéu de bruxo. Foi na franquia “Harry Potter” que Gambon eternizou sua imagem entre frequentadores de cinema. O ator passou a interpretar Alvo Dumbledore a partir do terceiro filme, “Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban” (2004), após a morte do intérprete original, Richard Harris. Nos anos seguintes, ele participou de “Jornada pela Liberdade” (2006), “O Livro de Eli” (2010), “O Quarteto” (2012), “Kingsman: O Círculo Dourado” (2017), a série “Fortitude” (2015-2018) e se despediu das telas em 2019, com “Judy: Muito Além do Arco-Íris” e “Cordelia”.
Criador de “Euphoria” revela intervenções e mudanças de roteiro para tentar salvar Angus Cloud
O cineasta Sam Levinson, criador de “Euphoria”, revelou esforços para ajudar Angus Cloud, estrela da série, antes de sua morte por overdose acidental aos 25 anos de idade. Em entrevista à revista People, Levinson detalhou as medidas tomadas, incluindo uma intervenção, um período de reabilitação financiado pela HBO e reescritas na série para manter o personagem de Cloud vivo, como forma de incentivá-lo a se entusiasmar com o futuro. A entrevista foi concedida após a confirmação da causa da morte do ator em 31 de julho, como uma overdose acidental. Levinson contou que inicialmente planejou matar o personagem de Cloud, Fezco, em dois momentos diferentes da série, mas mudou de ideia. “Angus deveria morrer no final da 1ª temporada, mas eu o amava tanto”, revelou Levinson. “Então, fique tipo ‘OK, eu não posso matar Fezco, porque, depois, o que vai ser dele’?” A série “Euphoria” é inspirada nas próprias lutas de Levinson como um adolescente viciado em drogas. Outros membros do elenco também enfrentaram desafios relacionados ao vício, incluindo Dominic Fike, que recentemente admitiu ser um viciado em drogas. Intervenção e reabilitação Levinson e a HBO intervieram quando perceberam que Cloud estava em apuros. “Olhei nos olhos dele e sabia que ele não estava bem. Ao mesmo tempo, já estive em situações assim antes, tentando ajudar alguém a se limpar. E eu apenas disse a ele: ‘Amo trabalhar com você e temos uma temporada incrível planejada, mas preciso que você esteja sóbrio porque preciso poder contar com você'”, explicou Levinson. O ator foi encaminhado para um programa de reabilitação de 30 dias financiado pela HBO. Uma vez concluído, Cloud retornou ao set enquanto continuava o tratamento em um programa ambulatorial por mais três meses. “Eu sempre senti que ele não queria [a sobriedade] tanto quanto todos nós queríamos para ele”, detalhou Levinson. “É aí que fica complicado, porque o mundo inteiro pode querer isso para você. Mas ele não queria. É apenas o lado autodestrutivo do vício e supera tudo. Mas você não pode desistir das pessoas. Eu não ia deixar ninguém desistir dele.” Recaída e mudanças de roteiro Apesar dos esforços, Cloud recaiu durante a produção da 2ª temporada, e Levinson realizou uma nova intervenção. Depois de terminar o quinto episódio, Cloud, vestindo o moletom vermelho de Rue, entrou em um carro com Levinson e sua esposa grávida, Ashley, produtora executiva da série, e foi levado para a reabilitação. Levinson informou a Cloud sobre os planos de matar Fezco em um episódio posterior em um tiroteio. No entanto, Levinson mudou de ideia ao ver a reação de Cloud. “Eu podia ver o sangue meio que escorrer do rosto dele. Acho que a coisa mais difícil é quando você tem problemas de vício – é encontrar seu propósito e encontrar seu significado na vida. A única coisa que eu sabia é que ele amava fazer este programa. Ele amava a equipe. Ele amava os atores. Ele amava tudo sobre isso. E eu apenas pensei, se isso acabar, eu não sei o que vai acontecer na vida dele”, disse Levinson. Em vez de Fezco ser vítima de tiros, seu irmão mais novo, Ashtray, interpretado na série por Javon Walton, acabou morreno no final da temporada. A despedida Depois de encerrar a produção, Levinson disse que ele e Cloud fizeram uma caminhada de quatro horas, durante a qual discutiram a sobriedade e a necessidade de Cloud estar limpo para a 3ª temporada. Levinson lembrou o ator dizendo: “Não, não, estou bem. Estou bem”. Mas ele não estava, como lembrou o produtor. “Eu podia dizer, naquele momento, que ele não estava interessado. Ele não ia fazer nada e ele não queria fazer nada”, disse Levinson. Foi a despedida dos dois.
David McCallum, astro de “O Agente da UNCLE” e “NCIS”, morre aos 90 anos
O ator escocês David McCallum, que marcou época na TV ao interpretar o agente secreto Illya Kuryakin na série clássica “O Agente da U.N.C.L.E.” e o médico legista Donald “Ducky” Mallard na atual “NCIS”, faleceu nesta segunda-feira (25/9) aos 90 anos. O ator morreu de causas naturais no Hospital NewYork-Presbyterian, cercado por sua família, conforme anunciado por um porta-voz da rede CBS. Nascido em Glasgow em 19 de setembro de 1933, McCallum era filho de uma violoncelista, e de um violinista e líder de orquestra. A família mudou-se para a Inglaterra em 1936, quando seu pai foi contratado para conduzir a London Philharmonic. Embora seus pais desejassem que ele seguisse uma carreira na música, McCallum decidiu se tornar ator. Início da carreira no cinema Ele fez sua estreia no cinema britânico no final dos anos 1950 e se casou com a atriz Jill Ireland em 1957, após se conhecerem nas filmagens de “Na Rota do Inferno” no mesmo ano. O casamento durou uma década, até que Ireland o deixou pelo ator Charles Bronson. McCallum foi para Hollywood no começo dos anos 1960 e acabou escalado em filmes de sucesso, como “Freud – Além da Alma” (1963), de John Huston, e principalmente “Fugindo do Inferno” (1963), estrelado por Steve McQueen. A trama envolvia a fuga de um campo de concentração nazista e ator britânico acabou ganhando destaque na trama, como líder de uma das equipes encarregada de executar o plano ousado. Em seguida, ele entrou no épico sobre Jesus Cristo, “A Maior História de Todos os Tempos” (1964), de George Stevens, no qual interpretou Judas, aumentando ainda mais seu reconhecimento. O fenômeno de “O Agente da U.N.C.L.E.” Em ascensão em Hollywood, ele mudou completamente o rumo de sua carreira ao decidir assumir o papel do espião russo-americano Illya Kuryakin em “O Agente da U.N.C.L.E.” (The Man From U.N.C.L.E.), que foi ao ar de 1964 a 1968. O programa foi muito mais que um sucesso instantâneo. Verdadeiro fenômeno cultural, a série inspirada nos filmes de 007 transformou McCallum numa celebridade internacional. Mas seu êxito não foi casual. O próprio criador do agente 007, Ian Fleming, contribuiu para a criação do “O Agente da U.N.C.L.E.” – antes de ganhar o título pelo qual ficou conhecida, a produção tinha como nome provisório “Ian Fleming’s Solo”, além de girar em torno de um personagem introduzido em “007 Contra Goldfinger” (1964), Napoleon Solo. Robert Vaughn (1932–2016) viveu Solo, um agente secreto americano, que realizava missões ao lado de um aliado russo, Illya Kuryakin (McCallum), o que era completamente inusitado na época da Guerra Fria. Assim como nos filmes de 007, a série era repleta de supervilões e mulheres lindas de minissaia. E fez tanto sucesso que virou franquia, rendendo livros, quadrinhos, brinquedos, telefilmes e um spin-off, a série “A Garota da UNCLE”, estrelada por Stefanie Powers (“Casal 20″), cuja personagem também foi criada por Ian Fleming. O padrão de qualidade da produção era tão elevado que os produtores resolveram realizar episódios especiais de duas horas, como filmes. Exibidos em duas partes na TV americana, esses episódios foram realmente transformados em filmes para o mercado internacional. Para ampliar o apelo, ainda ganhavam cenas inéditas e picantes. Um desses telefilmes de cinema, por exemplo, incluiu participação exclusiva para a tela grande da belíssima Yvonne Craig, um ano antes de a atriz virar a Batgirl na série “Batman”, como uma atendente desinibida de missões da UNCLE, em aparições completamente nua. Além disso, Vaughan e McCallum ainda viveram Solo e Kuryakin em outras produções, como a comédia “A Espiã de Calcinhas de Renda” (1966), estrelada por Doris Day, e a sitcom “Please Don’t Eat the Daisies” (1965-1967). E voltaram a se reencontrar num telefilme de 1983, “A Volta do Agente da U.N.C.L.E.”. No auge de sua fama na década de 1960, McCallum ainda aproveitou para gravar quatro álbuns para a Capitol Records. Mas não como cantor. Em vez disso, o músico de formação clássica apresentava interpretações instrumentais de sucessos da época. Ele só veio a cantar num disco de 1996, intitulado “Open Channel D”, em referência a um bordão de “O Agente da U.N.C.L.E.”. Outras séries clássicas Após o fim da atração de espionagem, McCallum continuou a estrelar séries de sucesso. Uma das mais lembradas é “Colditz” (1972-1974), drama da BBC sobre prisioneiros de guerra, originalmente concebida como minissérie e que foi estendido em duas temporadas. Na trama, ele basicamente reviveu seu papel em “Fugindo do Inferno”, organizando uma grande fuga de campo de concentração. O ator também foi “O Homem Invisível” (The Invisible Man), numa série de 1975, e escrelou “Sapphire & Steel” (1979-1982), uma série britânica de ficção científica, ao lado de Joanna Lumley (“Absolutely Fabulous”). Depois disso, voltou a se encontrar com Robert Vaughn ao fazer uma participação especial em “Esquadrão Classe A”, que foi ao ar em 1986. Ele também apareceu em “Assassinato por Escrito, “SeaQuest 2032”, “Babylon 5”, “Law & Order” e até em “Sex and the City”, além de estrelar o thriller cibernético “VR.5”, primeira série sobre realidade virtual, de 1995 a 1997. O fenômeno de NCIS Em 2003, ele entrou em “NCIS”, onde deu vida a Ducky em todas as 20 temporadas da série, o equivalente a mais de 450 episódios, além de aparecer em derivados como “NCIS: Los Angeles” e videogames. Para viver o especialista em autópsias com um diploma em psicologia da Universidade de Edimburgo, McCallum aprendeu a realizar autópsias reais e frequentou convenções para médicos legistas. Os produtores executivos de “NCIS”, Steven D. Binder e David North, declararam: “Por mais de 20 anos, David McCallum conquistou o público ao redor do mundo interpretando o sábio, peculiar e, às vezes, enigmático Dr. Donald ‘Ducky’ Mallard. Ele era um estudioso e um cavalheiro, sempre cortês, um profissional consumado e nunca deixava passar a chance de uma piada.” Ele foi casado duas vezes. Depois de se separar de Jim Ireland, casou-se com a modelo Katherine Eaton Carpenter em 1967, com que viveu até seus últimos dias. Teve quatro filhos e oito netos.
Morreu Terry Kirkman, cantor da banda The Association, que fez sucesso nos anos 1960
Terry Kirkman, membro fundador e cantor da banda pop rock The Association, faleceu no último sábado (23/9). A morte foi anunciada na página oficial do Facebook da banda. “Estamos tristes em informar que Terry Kirkman faleceu ontem à noite, RIP Terry”, escreveu a banda. “Ele viverá em nossos corações e na música que ele escreveu de forma brilhante.” Nascido em 12 de dezembro de 1939, em Salina, Kansas, Kirkman se tornou um dos membros fundadores da The Association em 1965, em Los Angeles, juntamente com Jules Gary Alexander, Russ Giguere, Ted Bluechel Jr., Brian Cole e Bob Page. Gestado na mesma cena folk californiana do grupo The Mamas and the Papas e também conterrâneo (e influenciado) pelos Beach Boys, The Association ficou conhecido por suas harmonias vocais complexas e exuberantes, e alcançou sucesso rapidamente com seu álbum de estreia em 1966, “And Then… Along Comes the Association”, que atingiu o 5º lugar na Billboard 200. Sucessos que marcaram época Duas músicas desse álbum se tornaram marcas registradas do grupo, ambas cantadas por Kirkman: “Cherish”, que ele compôs e ficou três semanas no topo da Billboard Hot 100, e “Along Comes Mary”, escrita por Tandyn Almer, que alcançou o 7º lugar na paradas pop. “Cherish” foi regravado por artistas tão diversos quanto Dizzy Gillespie, The Lettermen, Nina Simone, The Four Tops, Jodeci, Barry Manilow, Pat Metheny, Kenny Rogers e o elenco de Glee. Kirkman também dividiu os vocais principais com Larry Ramos e Russ Giguere em dois sucessos memoráveis de 1967 da banda: “Windy”, que liderou a Hot 100 por quatro semanas, e o hit número 2 “Never My Love”. Ambos os singles venderam mais de 1 milhão de cópias e o último foi destaque no álbum “Insight Out”, que ficou entre os 10 discos mais vendidos. A banda se apresentou no lendário Festival Pop de Monterey no mesmo ano e também atingiu o Top 10 pop com “Everything that Touches You” em 1968, que atingiu o 4º lugar. Ao todo, The Association foi indicada a seis prêmios Grammy, incluindo três por “Cherish”. Kirkman deixou o grupo em 1972, mas retornou para um período entre 1979 e 1984. Ele deixa a esposa Heidi, a filha Sasha e dois netos. Confira abaixo cinco dos maiores hits de The Association.
Rafael Ilha questiona morte de Gugu: “Não morreu consertando ar condicionado”
Rafael Ilha, ex-cantor do grupo Dominó e vencedor de “A Fazenda 10”, voltou a polemizar ao questionar as circunstâncias da morte de Gugu Liberato em 2019. Em participação no canal NaREAL nesta sexta-feira (22/9), ele duvidou que o apresentador tenha morrido ao sofrer uma queda, enquanto tentava arrumar o ar condicionado de sua casa em Orlando, nos Estados Unidos. No momento do acidente, Gugu estava acompanhado apenas de sua mulher, Rose Di Matteo. Questionamento sobre Gugu Liberato Em relação à morte de Gugu Liberato, Rafael Ilha foi enfático ao negar a versão oficial. “Com certeza ele não estava consertando um ar condicionado, né. Ele não ia estar entrando em um sistema de condicionamento de ar pra consertar algo”, afirmou Ilha. O artista ainda acrescentou: “O que eu acho é que ele foi lá em cima procurar algo. Eu acho, tenho o direito de achar. É uma coisa que me traz muita dor e raiva ao mesmo tempo.” O ex-Dominó explicou sua teoria: “Se você chegar pra mim e falar: ‘Poxa Rafael, deu pau aqui no condicionamento de ar do quarto. Você pode ver aqui o que aconteceu?’, eu vou falar: ‘Não! Não tenho condição nunca de fazer isso, não é a minha especialidade’, imagine o Gugu!”, apontou. Polêmica sobre Kayky Brito Recentemente, Rafael Ilha também deu o que falar ao opinar sobre o acidente sofrido por Kayky Brito, que teria tido o socorro negado pelo amigo Bruno de Luca, acusando os dois de estarem drogados. O artista, que teve conhecidos problemas com as drogas, questionou o tratamento recebido pelos envolvidos nas redes sociais, comparando com a reação que ele próprio receberia em situação semelhante. “Queria questionar sobre uma situação: e se fosse eu, Rafael Ilha, que estivesse deixado minha esposa e meus filhos em casa, e tivesse sido atropelado de madrugada, muito louco de álcool e de drogas? Será que o carinho, a solidariedade, e a torcida seriam as mesmas que estão acontecendo hoje?”
Maria Carmem Barbosa, criadora de “Sai de Baixo” e diversas novelas, morre aos 77 anos
Maria Carmem Barbosa, escritora e dramaturga, faleceu na madrugada desta sexta-feira (22) aos 77 anos, no Rio de Janeiro. Internada há dois meses na Casa de Saúde Pinheiro Machado, no bairro de Laranjeiras, a autora sofreu uma queda brusca de pressão, seguida de uma parada cardiorrespiratória. Ela também enfrentava o Mal de Alzheimer. Filha do humorista, jornalista e compositor Haroldo Barbosa, Maria Carmem foi uma figura proeminente na televisão brasileira. Seu pai foi uma influência significativa em sua decisão de seguir a carreira artística, iniciada aos 20 anos, quando passou a escrever programas educativos para a Rádio MEC. Trajetória de sucesso na Globo Na década de 1970, Maria Carmem entrou para a TV Globo como produtora da linha de shows. Atuou em programas humorísticos como “Satiricon” e “Chico City”, além de produzir musicais como “Mulher 80”, a série “Grandes Nomes” e especiais da Xuxa, Gilberto Gil e da banda Blitz. Como roteirista, fez parte da equipe que escreveu as séries “Armação Ilimitada” (1985-1988), produção pioneira para jovens na Globo, e “Delegacia de Mulheres” (1989-1990), abordando a temática de violência contra mulheres. O elenco contava com nomes como Heloísa Mafalda, Zilda Cardoso e Lúcia Veríssimo. Em seguida, escreveu sua primeira novela, “Lua Cheia de Amor” (1990), em parceria com Ricardo Linhares, seguida por “Olho por Olho” (1993), com Antonio Calmon. Em 1996, Maria Carmem criou seu maior sucesso, a série “Sai de Baixo”, em colaboração com o ator Luis Gustavo. A produção durou sete anos e contou com um elenco formado por Marisa Orth, Miguel Falabella, Aracy Balabanian, Tom Cavalcanti e Luis Gustavo, além de ter originado um filme. Além disso, a produção gerou uma parceria bem-sucedida com Miguel Falabella, com quem escreveu as novelas “Salsa & Merengue” (1996) e “A Lua Me Disse” (2005). Maria Carmen também esteve por trás do fenômeno da série “Sandy & Junior” (1999-2001) e de “Toma Lá, Dá Cá” (2007-2009), onde se reuniu novamente com Falabella e Marisa Orth. Seu último trabalho foi a série “Os Ausentes”, lançada em 2021 pela HBO Max. Tributo de Miguel Falabella Miguel Falabella, parceiro de longa data da autora, expressou seu pesar com a notícia de sua morte nas redes sociais. “A vida é sempre surpreendente. Acabei de postar uma homenagem pelo aniversário de Zezé e recebo a notícia da passagem de Maria Carmem Barbosa, minha parceira e amiga por anos incontáveis. Escrevemos juntos novelas, peças e roteiros, viajamos juntos, sonhamos e idealizamos projetos, foi uma amizade daquelas que ficam gravadas nas estrelas”, escreveu. O astro também lamentou o avanço rápido do Alzheimer que acometeu a autora, afirmando que ela “já tinha nos deixado há alguns anos, quando resolveu dar o viver já por vivido e saiu do ar, com muita rapidez, desligando-se do mundo. Agora, veio a morte física”.
Angus Cloud, ator de “Euphoria”, morreu por overdose
O médico legista do Condado de Alameda, na Califórnia, revelou nesta quinta-feira (21/9) que o ator Angus Cloud, intérprete de Fezco na série “Euphoria”, morreu por overdose acidental. O artista foi encontrado morto em sua casa no dia 31 de julho de 2023, aos 25 anos. Ele sofreu uma intoxicação aguda em decorrência da combinação de fentanil, cocaína, benzodiazepina e metanfetamina. Último dia de vida Na ocasião da morte, a causa não foi divulgada, levando à especulações nas rede sociais. Lisa Cloud, mãe do ator, chegou a fazer uma publicação emocionada no Facebook afirmando que seu filho não tinha se suicidado. Em sua postagem, ela detalhou como foi o último dia de Angus, descrevendo que ele passou o dia reorganizando seu quarto. “Não sei se ou o que ele pode ter colocado em seu corpo depois disso. Só sei que ele encostou a cabeça na mesa onde estava trabalhando em projetos de arte, adormeceu e não acordou. Podemos descobrir que ele teve uma overdose acidental e trágica, mas é abundantemente claro que ele não pretendia sair deste mundo.”












