Lisa Kudrow faz última despedida de Matthew Perry
Ultima integrante de “Friends” a homenagear individualmente Matthew Perry, Lisa Kudrow, a Phoebe, publicou nesta quarta (15/11) uma foto antiga ao lado do ator e lembrou do piloto da série em seu Instagram. “”Filmamos o piloto, ‘Friends Like Us’, fomos aprovados imediatamente e estávamos no NBC Upfronts. Então… Você sugeriu que jogássemos pôquer. E tornou tudo muito divertido enquanto a gente se conhecia. Obrigada por isso”. “Obrigada por me fazer rir tanto de algo que você dizia, que meus músculos doíam e lágrimas escorríam pelo meu rosto TODOS OS DIAS. Obrigada por seu coração aberto em um relacionamento de seis pessoas que exigia sacrifícios. E muita conversa”, continuou. A atriz também reconheceu os sacrifícios do amigo, em sua luta para manter a sobriedade. “Obrigada por vir ao trabalho quando você não estava bem e ser completamente brilhante. Obrigada pelos melhores 10 anos que uma pessoa pode ter. Obrigada por confiar em mim. Obrigada por tudo que aprendi sobre GRAÇA e AMOR por conhecer você”. Mais cedo, Jennifer Aniston e David Schwimmer também se manifestaram, seguindo Matt LeBlanc e Courteney Cox, que publicaram homenagens na terça (14/11). Elenco se uniu no luto Anteriormente, o elenco principal de “Friends”, composto por Jennifer Aniston, Courteney Cox, Lisa Kudrow, David Schwimmer e Matt LeBlanc, havia lamentado a morte do amigo em uma mensagem conjunta. “Éramos mais do que apenas colegas de elenco. Somos uma família. Há muito a dizer, mas agora vamos reservar um momento para lamentar e processar esta perda incomensurável”, dizia o comunicado, emitido logo após a morte de Matthew Perry. Eles também se reuniram no funeral do amigo. Matthew Perry foi encontrado morto na banheira de sua casa em Los Angeles, em 28 de outubro. A causa da morte permanece incerta, com a autópsia inicial sendo considerada inconclusiva. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lisa Kudrow (@lisakudrow)
Jennifer Aniston e David Schwimmer se despedem de Matthew Perry
Jennifer Aniston, a Rachel de “Friends”, e David Schwimmer, o Ross, compartilharam suas homenagens a Matthew Perry nas redes sociais. Ambos se manifestaram com imagens da série. “Sempre fomos nós 6. Esta foi uma família escolhida que mudou para sempre o rumo de quem éramos e qual seria o nosso caminho”, disse Aniston, junto de um registro dos bastidores e uma mensagem do ator, feliz por fazê-la rir. “Nas últimas semanas, tenho repassado nossas mensagens que enviamos uma para o outro. Rindo e chorando e depois rindo de novo. Vou mantê-las para todo o sempre. Encontrei uma mensagem que ele me enviou do nada um dia. Isso diz tudo”. Já Schwimmer compartilhou uma foto de uma de suas cenas favorita da série. “Essa foto é de um dos meus momentos favoritos com você. Agora isso me faz sorrir e chorar ao mesmo tempo. Imagino você aí em cima, em algum lugar, com o mesmo terno branco, as mãos nos bolsos, olhando em volta… ‘Poderia haver mais nuvens?'”, escreveu. As declarações da dupla se seguem às de Matt LeBlanc e Courteney Cox na terça (14/11). Elenco se uniu no luto Anteriormente, o elenco principal de “Friends”, composto por Jennifer Aniston, Courteney Cox, Lisa Kudrow, David Schwimmer e Matt LeBlanc, havia lamentado a morte do amigo em uma mensagem conjunta. “Éramos mais do que apenas colegas de elenco. Somos uma família. Há muito a dizer, mas agora vamos reservar um momento para lamentar e processar esta perda incomensurável”, dizia o comunicado, emitido logo após a morte de Matthew Perry. Eles também se reuniram no funeral do amigo. O astro de “Friends” foi encontrado morto na banheira de sua casa em Los Angeles, em 28 de outubro. A causa da morte permanece incerta, com a autópsia inicial sendo considerada inconclusiva. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jennifer Aniston (@jenniferaniston) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por David Schwimmer (@_schwim_)
Courteney Cox homenageia Matthew Perry no Instagram: “Sinto sua falta”
Após a primeira manifestação de Matt LeBlanc, Courteney Cox também decidiu homenagear Matthew Perry em suas redes sociais nesta terça (14/11). Ela formou par romântico com o ator em “Friends”, onde interpretaram Monica e Chandler. “Sou muito grata por cada momento que tive com você, Matty, e eu sinto sua falta todos os dias. Quando você trabalha tão perto de alguém como eu trabalhei com Matthew, tem milhares de momentos que eu gostaria de compartilhar. Por agora, esse é um dos meus favoritos”, escreveu, compartilhando os bastidores de uma cena da produção em seu perfil no Instagram. A cena escolhida pertence ao 24º episódio da 4ª temporada, quando Monica e Chandler se relacionam pela primeira vez. “Chandler e Monica deveriam ter um caso de uma noite só em Londres. Mas, por causa da reação do público, se tornou o começo da história de amor deles. Nessa cena, antes de começarmos, ele sussurrou uma fala engraçada para eu dizer. Ele fazia coisas assim constantemente. Ele era engraçado e generoso”, acrescentou. Nesta terça, Matt LeBlanc também se pronunciou sobre a morte do amigo. “Os tempos que passamos juntos estão honestamente entre os favoritos da minha vida. Foi uma honra compartilhar o palco com você e te chamar de amigo. Eu sempre vou sorrir quando pensar em você e nunca vou te esquecer”, declarou. Elenco se uniu no luto Anteriormente, o elenco principal de “Friends”, composto por Jennifer Aniston, Courteney Cox, Lisa Kudrow, David Schwimmer e LeBlanc, havia lamentado a morte do amigo em uma mensagem conjunta. “Éramos mais do que apenas colegas de elenco. Somos uma família. Há muito a dizer, mas agora vamos reservar um momento para lamentar e processar esta perda incomensurável”, dizia o comunicado, emitido logo após a morte de Matthew Perry. Eles também se reuniram no funeral do amigo. O astro de “Friends” oi encontrado morto na banheira de sua casa em Los Angeles, em 28 de outubro. A causa da morte permanece incerta, com a autópsia inicial sendo considerada inconclusiva. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Courteney Cox (@courteneycoxofficial)
Matt LeBlanc se despede de Matthew Perry: “Você está finalmente livre”
Passado o período mais intenso de luto, Matt LeBlanc se pronunciou publicamente pela primeira vez nesta terça (14/11) sobre a morte de Matthew Perry, seu colega de elenco da série “Friends”. Os dois atores interpretaram, respectivamente, Joey e Chandler na série clássica, exibida entre 1994 e 2004. “É com o coração pesado que eu digo adeus. Os tempos que passamos juntos estão honestamente entre os favoritos da minha vida. Foi uma honra compartilhar o palco com você e te chamar de amigo. Eu sempre vou sorrir quando pensar em você e nunca vou te esquecer. Nunca. Abra suas asas e voe, irmão. Você está finalmente livre. Muito amor. E acho que você vai ficar com os US$ 20 que me deve”, completou num texto publicado no Instagram, junto a imagens dos bastidores da série. A homenagem foi publicada por LeBlanc nesta terça (14) em seu perfil no Instagram. Em sua despedida, o ator afirmou que os momentos que passou com Perry estão entre os favoritos de sua vida. Elenco se uniu no luto Anteriormente, o elenco principal de “Friends”, composto por Jennifer Aniston, Courteney Cox, Lisa Kudrow, David Schwimmer e LeBlanc, havia lamentado a morte do amigo em uma mensagem conjunta. “Éramos mais do que apenas colegas de elenco. Somos uma família. Há muito a dizer, mas agora vamos reservar um momento para lamentar e processar esta perda incomensurável”, dizia o comunicado, emitido logo após a morte de Matthew Perry. Eles também se reuniram no funeral do amigo. O astro de “Friends” oi encontrado morto na banheira de sua casa em Los Angeles, em 28 de outubro. A causa da morte permanece incerta, com a autópsia inicial sendo considerada inconclusiva.
Celso Portiolli presta homenagem a Luana Andrade no “Domingo Legal”
O “Domingo Legal” exibiu na tarde deste domingo (12/11) a última participação gravada de Luana Andrade no programa. Ela era assistente de palco do quadro “Passa ou Repassa” e morreu durante um procedimento estético na terça-feira (7/11), aos 29 anos. Celso Portiolli abriu o programa em tom solene, dedicou a edição à memória de Luana, justificando a exibição do último programa gravado por ela como uma oportunidade de despedida da modelo. “Colocar esse programa no ar não foi uma decisão fácil”, admitiu Portiolli. Mas explicou que seria uma oportunidade para homenagear o trabalho e a dedicação da jovem modelo. “Vai doer para todos nós vermos Luana em um lugar que ela amava estar”, expressou. O apresentador relembrou a trajetória de Luana, que iniciou sua jornada no programa em 30 de abril deste ano. Ele destacou o crescimento e a conquista de espaço da assistente de palco, mencionando seu jeito tímido e sua capacidade de aprender e se adaptar às exigências do trabalho. Portiolli descreveu Luana como uma presença radiante nos bastidores, “Educada, prestativa, uma luz que radiava alegria”. Portiolli estendeu seu apoio à família de Luana. “Fica aqui o nosso abraço mais do que apertado em toda a família da Luana. Que seus pais e seu companheiro possam encontrar algum conforto no tempo”. E concluiu com palavras de despedida à ex-funcionária do SBT: “Que seu caminho seja de luz, de muita luz. Que você continue brilhando lá em cima. A gente vai ficar aqui, por enquanto, com muita saudade”. Começamos o programa de hoje com uma linda e merecida homenagem à Luana Andrade! 🥺 Uma jovem tão querida por todos! A saudade é grande! ❤️ O nosso abraço apertado em toda a família da Luana!#DomingoLegal pic.twitter.com/8qoNk70c6X — Domingo Legal (@Domingo_Legal) November 12, 2023
Robert Butler, diretor dos pilotos de “Batman” e “Star Trek”, morre aos 95 anos
Robert Butler, que dirigiu os pilotos de algumas das séries mais cultuadas da TV americana entre os anos 1960 e 1990, morreu em 3 de novembro em Los Angeles, anunciou sua família neste fim de semana. Ele tinha 95 anos. Butler dirigiu os capítulos iniciais de “Batman”, “Jornada nas Estrelas” (Star Trek), “Guerra Sombra e Água Fresca” (Hogan’s Heroe), “Chumbo Grosso” (Hill Street Blues), “A Gata e o Rato” (Moonlighting) e “Lois e Clark: As Novas Aventuras do Superman”. Ele também co-criou a série “Jogo Duplo” (Remington Steele), estrelada por Pierce Brosnan, além de também dirigir seu piloto. Depois de se formar em inglês pela UCLA, Robert Stanton Butler conseguiu um emprego como recepcionista na CBS em Hollywood e rapidamente subiu na hierarquia para secretário de produção, gerente de palco e depois assistente de direção em séries de antologias ao vivo como “Climax!” e “Playhouse 90”. Ele teve sua primeira chance como diretor num episódio de 1959 da comédia “Hennesey”, estrelado por Jackie Cooper, e seguiu por vários programas populares, incluindo “O Paladino do Oeste” (Have Gun – Will Travel), “Bonanza”, “O Homem do Rifle”, “O Fugitivo”, “Os Intocáveis”, “O Homem de Virgínia” (The Virginian) e “Além da Imaginação” (The Twilight Zone). O piloto perdido no espaço Curiosamente, seu primeiro piloto foi rejeitado. Mas entrou para a história da TV assim mesmo. Depois de dirigir dois episódios do drama militar “O Tenente”, de Gene Roddenberry, em 1963 e 64, o produtor lhe apresentou naquele ano o roteiro de “The Cage”, episódio piloto original de “Jornada nas Estrelas”, que trazia Jeffrey Hunter como o Capitão Pike, ao lado de Leonard Nimoy como Sr. Spock. Os executivos da rede NBC gostaram do visual apresentado, mas não entenderam nada. Então pediram para Rodenberry recriar a série, que finalmente foi ao ar com um novo piloto em 1966. As cenas do piloto original de 1964, porém, não foram descartadas e trechos acabaram indo ao ar num episódio de duas partes sobre a primeira tripulação da nave Enterprise, exibido em 1966. Anos depois, a fama do capítulo perdido levou a seu lançamento em vídeo. E, décadas ainda mais tarde, “The Cage” serviu como base para o lançamento da série “Star Trek: Strange New Worlds”, que estreou em 2022. O diretor teve mais sorte com seu piloto seguinte, “Guerra Sombra e Água Fresca” em 1965. A série sobre prisioneiros de um campo de concentração nazista precisava encontrar o tom certo para fazer rir – apesar do tema – , e Butler encontrou a forma perfeita de ridicularizar nazistas e fazer a produção virar um enorme sucesso. Santa inovação No ano seguinte, ele foi chamado para dirigir o episódio inaugural da produção mais hypada da época: “Batman”. Ele levou 21 dias para filmar o elogiado episódio piloto de Batman (dividido em duas partes de meia hora que foram ao ar em 12 e 13 de janeiro de 1966), empregando câmeras portáteis e tomadas de “ângulo holandês”, que mostravam o vilão O Charada (Frank Gorshin) e seus capangas em ambientes “inclinados” (afinal, eles eram tortos). A abordagem foi considerada revolucionária para TV e a série estrelada por Adam West (Batman) e Burt Ward (Robin) virou um fenômeno pop. Passeio pela Disney Em 1969, Butler estreou no cinema com “O Computador de Tênis”, uma comédia da Disney estrelada pelo jovem Kurt Russell. Ele reprisou a dose em “O Chimpanzé Manda-Chuva” de 1971, nova produção da Disney com Russell, e na continuação do primeiro filme, “Invencíveis e Invisíveis”, de 1972. Mas não se afastou da TV, comandando episódios de várias séries clássicas, como “Missão: Impossível”, “Havaí 5-0”, “Lancer”, “Cimarron”, “Kung Fu”, “Columbo” e “Os Waltons”, que lhe rendeu seu primeiro prêmio do Sindicado dos Diretores (DGA), além de telefilmes populares, como “A História de James Dean” (1976) e “The Blue Knight” (1973), drama policial estrelado por William Holden, pelo qual recebeu seu primeiro Emmy. Foram dois, na verdade: Melhor Diretor de Drama e Diretor do Ano. Bagunçando a estética televisiva Butler voltou a dirigir um piloto marcante em 1981, quando foi convocado a transformar o roteiro de “Chumbo Grosso”, de Steven Bochco e Michael Kozoll, numa série policial como nunca tinha se visto. Ele declarou que queria que os episódios parecessem “bagunçados”, inspirando-se numa estética documental para registrar o cotidiano agitado de uma delegacia de polícia. “Lembro-me do operador de câmera buscar imagens tradicionais, no estilo clássico de Hollywood que eu comecei a odiar, e tive que fazer uma lavagem cerebral nele para deixar tudo uma bagunça”, disse Butler numa entrevista de 2011 publicada no site do Sindicado dos Diretores dos EUA (DGA). “O truque era fazer com que parecesse real, vivo, obsceno, congestionado. Enchemos as ruas com carros abandonados e pichações. Sugerimos muito bem a crise da cidade”. Michael Zinberg, vice-presidente de desenvolvimento da NBC na época, disse que o piloto “foi a exibição mais convincente que já vi. Isso matou a sala. Por melhor que fosse o roteiro, só quando Bob Butler colocou as mãos nele é que virou ‘Chumbo Grosso’. Se tivessem contratado qualquer outro diretor, não teríamos aquela série.” A estética de “Chumbo Grosso” causou enorme impacto na TV americana, inspirando produções que viriam décadas depois na TV paga, e o trabalho de Butler foi reconhecido com seu terceiro Emmy, além de um novo DGA Award. Outros trabalhos marcantes Com o piloto de “A Gata o Rato”, estrelado por Cybill Shepherd e Bruce Willis como detetives particulares em 1985, Butler conseguiu sua única indicação ao Emmy na categoria de Comédia. Ele também é creditado como co-criador de “Jogo Duplo”, por ter sugerido a premissa, centrada numa mulher (Stephanie Zimbalist) determinada a dirigir uma agência de detetives, que, para ser levada a sério, decide inventar um superior masculino fictício, chamado Remington Steele (o futuro James Bond, Pierce Brosnan). Sua última indicação ao Emmy foi pelo piloto de “Lois e Clark: As Novas Aventuras do Superman” em 1993, que misturou a ação dos quadrinhos do Superman com elementos de soup opera romântica. Sua carreira foi homenageada pelo Sindicato dos Diretores com dois prêmios por suas realizações, em 2001 e 2015. “Poucos diretores mudaram tanto a face da televisão quanto Bob – seu impacto no meio é verdadeiramente imensurável, e essa perda para nosso Sindicato é profundamente sentida”, disse o presidente da DGA, Lesli Linka Glatter, em um comunicado. “À vontade em qualquer gênero, os pilotos de Bob estabeleceram a aparência de várias séries seminais, incluindo ‘Guerra Sombra e Água Fresca’, ‘Batman’ e ‘Jornada nas Estrelas’. Seu trabalho inovador em ‘Chumbo Grosso’ trouxe à vida a coragem e a realidade de um ambiente urbano, combinando seu estilo visual único com performances evocativas, que ele conseguiu de um elenco incomparável, mudando para sempre a trajetória e o estilo das séries do gênero”, completou a diretora.
João Leite Neto, ex-apresentador do “Cidade Alerta”, morre aos 80 anos
O jornalista João Leite Neto, ex-apresentador do “Cidade Alerta”, morreu nesta terça-feira (7/11) aos 80 anos, em Curitiba. Ele estava internado no Hospital Santa Cruz há cerca de um mês, lutando contra um câncer que começou na vesícula e se disseminou por seu corpo. A notícia foi compartilhada por sua família em comunicado: “João dedicou sua vida ao jornalismo, informando e guiando a população com sua voz carismática e sua paixão pela verdade. Seu legado perdurará na memória de todos aqueles que acompanharam sua carreira brilhante e sua dedicação incansável a contar as histórias que moldam o nosso mundo”. Carreira televisiva Natural de Itaporanga, no interior de São Paulo, Neto começou a carreira televisiva como repórter da Globo, após passar pelo jornal impresso Última Hora. Ele foi o primeiro repórter especial de São Paulo do Jornal Nacional, no qual permaneceu até 1979. Também foi deputado estadual por São Paulo entre 1978 e 1982. Mas seu destaque nos noticiários veio só em 1997, quando assumiu o comando do “Cidade Alerta” na Record TV, em substituição a Ney Gonçalves Dias. No ano seguinte, deixou a atração para se candidatar ao Senado, mas não se elegeu e retornou à televisão em 2008, para a segunda fase do “Aqui Agora” no SBT. Nos últimos tempos, o jornalista comandava um programa no Youtube, o “Milk News TV”, em que comentava notícias policiais e da política. Ele deixa a mulher, Valéria, e dois filhos. Despedida de Ratinho Por meio do Instagram, Ratinho lamentou a morte do amigo e disse que o jornalista “era uma luz brilhante em nossas vidas”. “Hoje nos despedimos de você, mas suas memórias e alegria sempre viverão em nossos corações. Sua partida deixou um vazio que nunca poderá ser preenchido, e sentiremos sua falta todos os dias. Você era uma luz brilhante em nossas vidas, e sua bondade e generosidade nunca serão esquecidas”, disse o apresentador.
Celso Portiolli lamenta morte de Luana Andrade, colega do “Domingo Legal”
O apresentador Celso Portiolli lamentou a morte de Luana Andrade, que faleceu ao fazer uma lipoaspiração no joelho. Ela era assistente de palco do quadro “Passa ou Repassa”, comandado pelo apresentador no “Domingo Legal”, desde abril deste ano. “Não dá pra acreditar. Estou arrasado com a partida precoce de Luana, nossa querida assistente de palco. Luana nos deixou aos 29 anos e sua falta será profundamente sentida”, desabafou o apresentador no Instagram. Celso encerrou o texto desejando força à família e aos amigos da influencer. “Enviamos nosso amor e força a todos os seus entes queridos neste momento difícil. Descanse em paz, Luana. Sua memória será eternamente preservada em nossos corações. Triste demais”, completou. Namorado se declara “dilacerado” O namorado de Luana, João Hadad, que participou com ela do “Power Couple Brasil 6” no ano passado, também se manifestou. Em um texto publicado no Instagram nesta terça-feira (7/11), ele disse que a companheira era “sua luz” e afirmou estar “dilacerado e vivendo o meu maior pesadelo”. “Estou dilacerado e vivendo o meu maior pesadelo. Uma parte de mim foi embora. É com imenso pesar e muita dor no coração que eu me despeço da minha Luana, da minha princesa, da minha linda…”, iniciou. “Foram dois anos ao seu lado e eu não tenho palavras para expressar o quanto eu fui feliz… Construímos uma história linda e vivemos nossos sonhos intensamente. Além de namorada, você é e sempre será uma parceira para além da vida, meu amor. Hoje, está difícil entender os planos de Deus, e não sei quando e se algum dia irei processar a falta que você fará na minha vida e na vida de uma legião de pessoas que amavam a sua presença”, acrescentou. Por fim, ele declarou seu eterno amor. “Você é a minha luz, princesa. Peço que continue olhando por mim e por todos nós aí de cima. Sempre te amarei, daqui até a eternidade! Obrigado por tanto, você seguirá comigo até depois do fim. Eu te amo, eu te amo, eu te amo”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Celso Portiolli (@celsoportiolli) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por HADAD (@joaohadad)
Hospital explica morte de Luana Andrade em lipoaspiração
O Hospital São Luiz do Itaim, em São Paulo, explicou a causa da morte de Luana Andrade, em boletim médico oficial emitido na tarde desta terça (7/11). A assistente de palco do “Domingo Legal” e ex-Power Couple morreu após um procedimento de lipoaspiração ser interrompido. “O Hospital São Luiz do Itaim informa que a paciente Luana Andrade foi internada, acompanhada por seus familiares, na tarde desta segunda-feira (6/11) na unidade para procedimento de lipoaspiração, realizado por cirurgião e anestesista particulares contratados pela família”, começou o documento. “Transcorridas aproximadamente duas horas e meia de cirurgia, a paciente apresentou intercorrência abrupta respiratória e teve uma parada cardíaca, sendo imediatamente reanimada pela equipe”, explica o texto sobre o primeiro problema constatado. “A cirurgia foi interrompida e a paciente, submetida a exames que constataram quadro de trombose maciça. Foi transferida para a UTI onde foi submetida a tratamento medicamentoso e hemodinâmico”, continua e explicação. Com os exames, foi identificada a causa da morte: “Mesmo com todos os esforços da equipe do hospital, ela evoluiu desfavoravelmente e morreu por volta de 5h30 de hoje. A causa da morte foi embolia pulmonar maciça. O Hospital São Luiz do Itaim lamenta profundamente o óbito da paciente e se solidariza com a família”.
Luana Andrade, do “Domingo Legal”, morre durante lipoaspiração aos 29 anos
Luana Andrade, assistente de palco do SBT e ex-Power Couple, faleceu durante um procedimento estético nesta terça-feira (7/11). A morte da jovem de apenas 29 anos foi revelada por um de seus empresários. Ele contou que Luana foi fazer uma lipoaspiração, procedimento simples, mas teve complicações sérias. “Ela internou para fazer uma lipo. Estava tudo bem, com um dos profissionais mais conceituados do mercado, e aí aconteceu essa fatalidade. Ela veio a ter a parada cardíaca no meio do procedimento”, explicou o profissional. Ao longo do procedimento, Luana teve ao todo quatro paradas cardíacas. “Ela teve a primeira e reanimaram. Teve a segunda, ficou tudo bem. Teve a terceira, ficou tudo bem. E teve a quarta, que foi na madrugada. Ela estava fazendo a lipo e aconteceu a fatalidade de ter quatro paradas”, contou. Carreira na TV Luana trabalhava como modelo e foi contratada como assistente de palco do programa “Domingo Legal”, do SBT, em abril deste ano, após se tornar conhecida no ano passado por sua participação no “Power Couple Brasil 6” ao lado do namorado, o influenciador João Hadad. Ela participava do quadro “Passa ou Repassa” no programa dominical. O canal de Sílvio Santos emitiu uma nota oficial sobre a morte da funcionária. “O SBT lamenta profundamente o falecimento da assistente de palco do ‘Domingo Legal’, Luana Andrade. Segundo informações de sua família, a morte foi decorrente de complicações durante uma cirurgia estética de lipoaspiração, realizada ontem no Hospital São Luiz, unidade Itaim. Luana não resistiu a paradas cardiorrespiratórias”, diz o comunicado. Formada em publicidade, Luana também era dona de uma marca de roupas chamada LUKAND.
Evan Ellingson, ex-ator mirim de “CSI: Miami”, morre aos 35 anos
Evan Ellingson, conhecido como ex-ator mirim com papéis em séries como “CSI: Miami” e “24 Horas”, faleceu aos 35 anos. A morte ocorreu no domingo (5/11), em sua residência numa comunidade de moradia assistida para pessoas em recuperação de dependência química. A notícia foi confirmada ao TMZ pelo pai de Evan, que, entretanto, não especificou a causa do óbito. Ellingson se destacou como Kyle Harmon em “CSI: Miami”, filho do protagonista Horatio Crane (David Caruso), e como Josh Bauer, sobrinho de Jack Bauer (Kiefer Sutherland) em “24 Horas”. Ele apareceu em vários episódios das duas séries. Nascido em La Verne, Califórnia, o jovem cresceu com três irmãos e desde cedo demonstrou aptidão para esportes como surf e skate. Descoberto em um parque de skate aos 10 anos, iniciou sua carreira em comerciais, evoluindo para a atuação em filmes e séries. Aos 12 anos, teve seu primeiro papel no filme de TV “Living In Fear”. Ele também atuou em séries como “Complete Savages” e teve participações em produções como “Mad TV”, antes de virar o sobrinho de Jack Bauer em 2007, participando de 10 episódios da 6ª temporada da série de ação. No mesmo ano, entrou em “CSI: Miami”, participando de 18 capítulos entre a 6ª e a 8ª temporada da atração. Paralelamente, fez filmes como “Cartas para Iwo Jima” (2006), de Clint Eastwood, e “Uma Prova de Amor” (2009), interpretando o filho mais velho do personagem de Cameron Diaz. Vício trágico Apesar do sucesso, enfrentou adversidades pessoais, incluindo a morte de seu irmão Austin por overdose em 2008 e seu próprio combate à dependência de drogas. Afastado das telas desde 2010, ele estava focado em sua recuperação e dedicou seus últimos anos a apoiar outros em recuperação de vícios, vivendo em uma comunidade de ex-viciados. Ele deixa uma filha, Brooklynn, fruto de seu único relacionamento. Seu pai ressalta que, apesar dos desafios, Evan estava em recuperação e vinha melhorando nos últimos anos.
Lolita Rodrigues, pioneira da TV brasileira, morre aos 94 anos
A atriz Lolita Rodrigues, pioneira da TV brasileira, morreu na madrugada deste domingo (5/11), em João Pessoa, Paraíba, aos 94 anos. Ela estava internada no Hospital Nossa Senhora das Neves e não resistiu a uma pneumonia. Nascida Sylvia Gonçalves Rodrigues Leite, em 10 de março de 1929 em Santos, litoral de São Paulo, Lolita iniciou sua carreira nas radionovelas na Rádio Record aos dez anos, em São Paulo, e seguiu como cantora da rádio, com passagens pelas emissoras Bandeirantes, Cultura e Tupi. Durante a era do rádio, Lolita foi reconhecida com dois Troféus Roquette Pinto na categoria de melhor cantora. Este período também foi essencial para que ela construísse uma base sólida de fãs que a levou a ser bastante requisitada com a chegada da televisão. A estreia da TV brasileira A estreia de Lolita Rodrigues na televisão ocorreu em um momento histórico para o Brasil, marcando o início das transmissões televisivas no país. No dia 18 de setembro de 1950, Lolita surgiu na tela para cantar “Canção da TV” no programa inaugural da TV Tupi, a primeira emissora de TV brasileira. Originalmente, Hebe Camargo havia sido escalada para a apresentação, mas Lolita a substituiu de última hora, tornando-se a primeira cantora da TV. A canção executada por Lolita foi especialmente composta para o evento, com música do maestro Marcelo Tupinambá e letra do poeta Guilherme de Almeida. E nem ela e nem Hebe gostavam da música. Lolita Rodrigues compartilhou detalhes desse momento em entrevistas. Ela mencionou: “Hebe estava namorando o empresário Luiz Ramos e ele tinha um evento que precisava da presença dela. Aí sobrou para mim”, revelou Lolita ao portal Terra em 2009. A atriz também brincou sobre a qualidade da canção, dizendo: “Me chamaram no dia, aprendi aquela coisa horrível, e a Hebe toda vez que tem oportunidade, diz ‘que bom que eu não cantei isso'”, relembrando com bom humor o evento que se tornou um marco na história da televisão brasileira. Este momento não apenas consolidou a inauguração da TV Tupi, mas também posicionou Lolita Rodrigues como uma das pioneiras da televisão brasileira. A partir daí, Lolita tornou-se uma figura recorrente no canal, como apresentadora de diversos programas, entre eles “Música e Fantasia” (1950-1954), “Clube dos Artistas” (1955-1960), “Almoço com as Estrelas” (1956-1983), “Você Faz o Show” (1960) e “Chá das Bonecas” (1960). O mais famoso e duradouro, “Almoço com as Estrelas”, começou no rádio, tinha direção do famoso autor de novelas Cassiano Gabus Mendes e também se tornou o primeiro programa colorido da Tupi nos anos 1970. Nele, Lolita e seu marido Airton Rodrigues recebiam famosos para um bate-papo durante um almoço luxuoso, que ainda tinha shows ao vivo. A primeira telenovela Querendo ampliar ainda mais seus horizontes, Lolita decidiu virar atriz. Seu primeiro grande papel veio em 1957, no teleteatro “O Corcunda de Notre Dame”, onde interpretou a cigana Esmeralda. A experiência lhe garantiu sua entrada no universo das telenovelas. Ela estrelou a primeiríssima novela diária brasileira, “2-5499 Ocupado”, atuando ao lado de Glória Menezes e Tarcísio Meira em 1963 pela TV Excelsior. Vinda de uma família de espanhóis, Lolita geralmente era lembrada para interpretar personagens que falavam com sotaque castelhano, o que acabou se tornando uma marca em sua carreira. Ela engatou diversas produções da TV Excelsior, Record TV e Tupi nos anos 1960 e 1970, incluindo as clássicas “As Pupilas do Senhor Reitor” (1970), “Os Deuses Estão Mortos” (1971) e “O Direito de Nascer” (1978), até ser contratada pela Globo na década de 1980, onde participou de diversos sucessos dramáticos. Carreira na Globo Apesar da longa experiência como atriz, ela só foi beijar na telinha em 1987, quando viveu par romântico com Carlos Zara em sua primeira novela da Globo, “Sassaricando”. Lolita ainda participou de “Rainha da Sucata” (1990), “A Viagem” (1994), “Terra Nostra” (1999), “Uga Uga” (2000), “Kubanacan” (2003), “Pé na Jaca” (2006) e “Viver a Vida” (2009), além de ter cantado num especial de Roberto Carlos de 1992. Muitas dessas novelas foram compartilhadas com a amiga Nair Belo, com quem Lolita ainda trabalhou no humorístico “Zorra Total” (1999-2015). Mas a cumplicidade das duas é mais lembrada pelo dia em que se juntaram a Hebe Camargo numa participação histórica no “Programa do Jô”, exibida no ano 2000 pela Rede Globo, onde divertiram os espectadores com histórias deliciosas sobre os primórdios da TV brasileira. Lembrada até hoje, a edição foi considerada uma das melhores da trajetória do programa de entrevistas de Jô Soares. Lolita também participou de novelas de outras emissoras, como “A História de Ana Raio e Zé Trovão” (1990) na TV Manchete, e o remake de “2-5499 Ocupado” na Record, intitulado “Louca Paixão” (1999). Últimos anos Logo depois de encerrar sua participação na novela “Viver a Vida” (2009), onde interpretou Noêmia, avó de Luciana (Alinne Moraes), a estrela decidiu se aposentar. Em 2015, ela se mudou para João Pessoa, na Paraíba, onde passou a viver com sua filha, Silvia Rodrigues, que é médica. Durante esse período, Lolita Rodrigues fez poucas aparições públicas. Uma das suas últimas aparições foi em dezembro de 2017, quando prestigiou uma apresentação do espetáculo “Hebe – O Musical”, em São Paulo, em homenagem à amiga Hebe Camargo, falecida em 2012. Depois de tantos amigos mortos – o marido em 1992, Nair Belo em 2007 – , ela dizia que não tinha medo de morrer, mas tinha pena de morrer. “Sou muito feliz. Gosto muito da vida, tenho pena de morrer, mas não tenho medo, não. E envelheço com muita pena. Eu acho a velhice uma indignidade, no que concerne ao fato de você ficar doente, você perder a razão, de você ficar não-lúcida. Isso eu tenho muito medo. Gosto muito de morar sozinha, mas tenho medo de morrer e as pessoas não me acharem”, confessou numa entrevista antiga, explicando porque foi morar na Paraíba com a filha.
Peter White, da pioneira obra gay “Os Rapazes da Banda”, morre aos 86 anos
Peter White, conhecido por sua atuação na longeva novela americana “All My Children” e por seu papel marcante em “Os Rapazes da Banda” (The Boys in the Band), tanto na versão original da peça quanto na adaptação cinematográfica, faleceu na última quarta-feira (1/11), aos 86 anos, de melanoma em sua residência em Los Angeles. Nascido em 10 de outubro de 1937, em Nova York, Peter White iniciou sua carreira em novelas – ou, como chamam os americanos, soup operas – , com um papel em “The Secret Storm”, em 1965. No entanto, foi sua atuação como Alan McCarthy, o personagem enrustido na peça de Mart Crowley, “Os Rapazes da Banda”, que o catapultou para o estrelato. A peça, que estreou off-Broadway em abril de 1968, girava em torno de um grupo de homens gays que se reuniam para uma festa de aniversário, desafiando os estereótipos e a representação de personagens gays na época. Os Rapazes da Banda “Os Rapazes da Banda” não apenas marcou um ponto de virada na carreira de White, mas também na representação de personagens gays no teatro americano. Antes disso, personagens gays eram muitas vezes enrustidos ou demonizados. No entanto, o drama trouxe à tona a vida e as lutas de amigos gays de uma maneira nunca antes vista. White estava trabalhando ao lado de Myrna Loy em uma produção itinerante de “Barefoot in the Park” quando foi oferecida a oportunidade de participar de “Os Rapazes da Banda”. Ele hesitou inicialmente devido ao risco associado, conforme recordou numa entrevista de 2008: “As coisas estavam realmente se movendo para mim; eu estava indo muito bem, e eu pensei, ‘Eu não preciso desse tipo de risco'”. Foi um conselho da atriz que o persuadiu a aceitar o papel. “Peter, se você vai ser um ator, você vai ter que correr alguns riscos na sua vida”, disse Mirna Loy, que se tornou sua mentora. “Na noite de estreia, nenhum de nós sabia o que tínhamos”, ele continuou. “Todos nós apenas pensávamos, ‘É uma peça, é algo novo, é diferente e é bom’. Era uma plateia 100% gay — e então, no dia seguinte, foi uma loucura!”. As filas davam volta no quarteirão. E o sucesso persistiu por semanas, meses, anos. “Os Garotas da Banda” teve mais de mil apresentações. A ressonância da peça foi tal que, ainda em 1970, foi adaptada para o cinema sob a direção de William Friedkin (“O Exorcista”), com White reprisando seu papel como Alan McCarthy. O longa também marcou época no cinema, como uma das primeiras produções de Hollywood a retratar personagens gays de maneira aberta e sem julgamentos, e é considerado uma das obras mais importantes da representação LGBTQIAPN+ nas telas. Na época, foi um escândalo, mas fez bem para a carreira de Friedkin, que demonstrou habilidade em lidar com material provocativo e complexo, e estabeleceu-o como um diretor disposto a correr riscos e a desafiar as convenções de Hollywood. Seus filmes seguintes foram indicados ao Oscar. Outros papéis Após “Os Rapazes da Banda”, White teve uma carreira diversificada, com participações em várias séries de TV como “The Colbys”, “Star Trek: Deep Space Nine” e “The West Wing”, e filmes como “Dave” (1993) e “Armageddon” (1998). Mas seu papel mais conhecido nos EUA foi o de Linc Tyler em “All My Children”, que ele interpretou por mais de quatro décadas. White interpretou Lincoln Tyler, filho da matriarca severa de Pine Valley, Phoebe Tyler (interpretada por Ruth Warrick), de 1974 a 1980, e retornou de forma recorrente para novas temporadas em 1981, 1984, 1986, 1995 e 2005. Foi uma colega de elenco, Kathleen Noone, que interpretou Ellen Shepherd Dalton na novela, que compartilhou a notícia de seu falecimento, destacando que White morreu de melanoma em sua casa em Los Angeles na quarta-feira.











