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  • Etc

    Família de Zacarias acusa Os Trapalhões de abandono

    2 de abril de 2017 /

    As irmãs de Mauro Faccio Gonçalves, o eterno Zacarias dos Trapalhões, acusaram os demais integrantes da trupe de nunca mais procurarem a família do falecido comediante, nem atenderem suas ligações. A denúncia foi ao ar em entrevista a Geraldo Luis para o programa Domingo Show, da rede Record, que foi ao ar neste domingo (2/4). O intérprete de Zacarias morreu em 1990 em decorrência de uma insuficiência respiratória, aos 57 anos. Desde então, a família diz, o restante da trupe nunca mais apareceu para perguntar se estava tudo bem. “Depois que ele morreu, sumiu todo mundo. Pessoal que ligava para a nossa mãe sumiu. Ela tentou conversar com todos, ninguém atendeu mais. Eles vieram no dia do velório, deram os pêsames, ficaram uma hora mais ou menos e foram embora”, disse Marli Gonçalves. “Nunca mais. Acabou”, completou. O ex-produtor de Zacarias, Carlos Dias, também foi entrevistado para a reportagem e disse que, no fim da vida, o intérprete de Zacarias já não tinha uma boa relação com os ex-colegas de trupe. “Mauro não se dava mais com o Renato Aragão”, contou. Segundo ele, o ator só mantinha relação boa com Mussum. A família do ator vive até hoje em Sete Lagoas, interior de Minas Gerais, onde Zacarias chegou a trabalhar como vendedor de sapatos, funcionário de uma fábrica de café e bancário, antes de começar a carreira de comediante, em 1955. “Ele viveu o tempo que tinha que viver. Veio com a missão de alegrar o povo de Sete Lagoas. Fez muita gente feliz”, disse a irmã Marli no programa. Durante a entrevista, as duas irmãs contaram ainda que, pouco tempo antes de falecer, o comediante já previa que iria morrer, que “estava perto de ir”. Ele faleceu vítima de insuficiência respiratória. De acordo com a família, o comediante estava tomando remédios para emagrecer, mas sem o acompanhamento médico.

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  • Série

    Morte de Bill Paxton não afetará a 1ª temporada de Training Day

    26 de fevereiro de 2017 /

    A morte inesperada de Bill Paxton não deve interromper a exibição da 1ª temporada de “Training Day”, série baseada no filme “Dia de Treinamento” (2001). Os produtores da série, estrelada por Paxton, informaram que todos os 13 episódios já foram gravados. Em comunicado, os produtores também prestaram sua homenagem ao astro. “Bill era, naturalmente, um ator talentoso e popular com tantos papéis memoráveis ​​no cinema e na televisão. Seus colegas na CBS e na Warner Bros. Television também se lembrarão dele como um cara que iluminou todas as salas com charme, energia e calor infecciosos e como um grande contador de histórias, que gostava de compartilhar histórias divertidas sobre seu trabalho”, diz o texto divulgado. “Estamos verdadeiramente devastados com a morte de nosso amigo Bill Paxton”, acrescentou o produtor Jerry Bruckheimer num comunicado mais pessoal. “Ele era um ator tremendamente talentoso e um homem maravilhoso, amado por todo o elenco e equipe de ‘Training Day’. A filmografia extraordinária de Bill garante que ele nunca será esquecido. Nossas sinceras condolências à família e amigos de Bill. Ele fará falta mais do que possivelmente possamos expressar”. “Training Day” foi criada por Will Beall, roteirista do fraco “Caça aos Gângsteres” (2013) e ex-detetive do departamento de Los Angeles, e conta com produção de Jerry Brukheimer (“CSI”) e do próprio diretor de “Dia de Treinamento”, Antoine Fuqua. Paxton tinha o papel equivalente ao que rendeu o Oscar a Denzel Washington, como o policial corrupto que recebe a missão de treinar um novato, um jovem negro idealista, vivido pelo quase estreante Justin Cornwell (visto antes num episódio de “Chicago P.D.”), numa inversão das etnias dos protagonistas do filme. Mas esta versão também traz outros jovens policiais, interpretados por Katrina Law (série “Arrow”) e Drew Van Acker (série “Pretty Little Liars”). Além do imprevisto, “Training Day” vinha registrando baixa audiência, com média de 4,1 milhões de telespectadores na exigente rede CBS. E não agradou à crítica – com só 21% de aprovação no Rotten Tomatoes. Será difícil para a série voltar para sua 2ª temporada.

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  • Etc

    James Cameron divulga carta emocionada em tributo ao ator Bill Paxton

    26 de fevereiro de 2017 /

    O cineasta James Cameron escreveu uma carta emocionada sobre a morte de Bill Paxton, um de seus mais antigos e melhores amigos em Hollywood, a quem dirigiu em quatro filmes. Como ele recorda, os dois se conheceram há 36 anos, quando Paxton ainda não era ator. O jovem era um assistente de produção, trabalhando como carpinteiro e pintor na sci-fi barata “Galáxia do Terror” (1981), que tinha Cameron como cenógrafo, também em começo de carreira. Depois disso, o cineasta o escalou numa pequena figuração em “O Exterminador do Futuro” (1984), deu-lhe seu primeiro grande papel em “Aliens, o Resgate” (1986), além de ter feito participação como ator no primeiro filme a destacar Paxton num pôster, o terror “Quando Chega a Escuridão” (1987), de Kathryn Bigelow – namorada de Cameron na época. Os dois ainda trabalharam juntos nos sucessos “True Lies” (1994) e “Titanic” (1997). Mas compartilharam muito mais que filmes, como conta o diretor na carta abaixo. Leia na íntegra: “Estou sofrendo com isso, tentando fazer meu coração e minha mente aceitarem. Bill deixa um vazio. Ele e eu éramos amigos íntimos há 36 anos, desde que nos conhecemos no set de um filme de baixo orçamento de Roger Corman. Ele entrou para trabalhar no cenário, e eu lhe dei um pincel e apontei para uma parede, dizendo: “Pinte isso!” Reconhecemos rapidamente a centelha criativa que havia surgido naquele simples gesto e nos tornamos amigos rapidamente. O que se seguiu foram 36 anos de filmagens em conjunto, ajudando a desenvolver projetos uns dos outros, indo em viagens de mergulho juntos, assistindo nossos filhos crescerem juntos, até mesmo visitando os destroços naufragados do Titanic em um submarino russo. Era uma amizade de riso, aventura, amor ao cinema e respeito mútuo. Bill me escreveu belas cartas sinceras e pensadas, um anacronismo nesta era da digitação eletrônica. Ele cuidava bem de seus relacionamentos com as pessoas, sempre preocupado e presente para os outros. Ele era um bom homem, um grande ator e um dínamo criativo. Espero que, em meio ao burburinho da noite do Oscar, as pessoas levem um momento para se lembrar deste homem maravilhoso, não apenas por todas as horas de alegria que ele nos trouxe com sua presença vívida nas telas, mas para o grande humano que ele foi. O mundo é um lugar menor após sua morte, e eu sentirei profundamente sua falta.”

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  • Etc,  Filme,  Série

    Bill Paxton (1955 – 2017)

    26 de fevereiro de 2017 /

    Morreu o ator americano Bill Paxton, que marcou época em grandes produções como “Aliens, o Resgate” (1986), “Twister” (1996) e “Titanic” (1997) e estrelou a série “Amor Imenso” (Big Love) na HBO. Segundo comunicado da família, ele morreu repentinamente devido a complicações de uma cirurgia, aos 61 anos. Paxton não começou sua carreira em Hollywood como ator. Nos anos 1970, ele trabalhou como carpinteiro e pintor de cenários de diversos filmes B, incluindo produções de Roger Corman. Foi numa delas, “Galáxia do Terror” (1981), que chamou atenção do cenógrafo e diretor assistente James Cameron. Os dois se tornaram grandes amigos e Cameron o convidou a participar de seu segundo filme como cineasta: “O Exterminador do Futuro” (1984). Ele viveu um punk que enfrentava o robô interpretado por Arnold Schwarzenegger logo no começo da trama. No mesmo ano, apareceu no clipe “Shadows of the Night” (1984), de Pat Benatar, e logo começou a demonstrar sua capacidade para roubar cenas, como o irmão mais velho de um dos nerds de “Mulher Nota Mil” (1985), clássico de John Hughes. Mas foi o velho amigo James Cameron quem lhe deu seu primeiro grande papel, como o soldado Hudson, um dos fuzileiros espaciais do cultuado “Aliens, o Resgate”. Indo do egoísmo ao sacrifício pessoal, da covardia ao heroísmo, Paxton construiu um arco tão rico do personagem que sua morte foi uma das mais lamentadas do filme. A cineasta Kathryn Bigelow, na época namorada de Cameron, também se impressionou com o rapaz e o escalou como um vampiro sanguinário em “Quando Chega a Escuridão” (1987), mistura de terror, western e love story rural com idéias inovadoras. Mergulhando no sadismo do personagem, Paxton roubou as cenas e acabou sendo escolhido para ilustrar o cartaz da produção, mesmo não sendo o mocinho. O ator também apareceu num clipe do New Order, “Touched by the Hand of God” (1989), enfrentou os futuros rivais dos Aliens em “Predador 2 – A Caçada Continua” (1990) e acabou se consolidando como um dos coadjuvantes mais requisitados de Hollywood. O período incluiu papéis de destaque em “Marcados Pelo Ódio” (1989), “Os Saqueadores” (1992), “Encaixotando Helena” (1993), “Tombstone” (1993), “Apollo 13” (1995) e “True Lies” (1994), novamente dirigido por Cameron. Tantos destaques consecutivos abriram caminho para sua transformação em protagonista, que aconteceu no filme de desastre ambiental “Twister” (1996), em que enfrentou tornados com a mesma coragem com que lutou contra Aliens. Ele confirmou ser um dos atores favoritos de James Cameron ao embarcar a bordo de “Titanic” (1997), que bateu recordes de bilheteria mundial. E aproveitou o período de sucesso para dar sequência à carreira de protagonista, estrelando o excelente suspense “Um Plano Simples” (1998), de Sam Raimi, um remake infantil da Disney, “Poderoso Joe” (1998), ao lado de Charlize Theron, e um thriller de alpinismo, “Limite Vertical” (2000). A esta altura, decidiu passar para trás das câmeras, estrelando e dirigindo o terror “A Mão do Diabo” (2001), que conquistou críticas positivas, mas baixa bilheteria. Ele só dirigiu mais um filme, “O Melhor Jogo da História” (2005), no qual escalou seu filho, James Paxton (atualmente na série “Eyewitness”). Mas acabou descuidando da própria carreira de ator. Apostou em produções infantis, como a franquia “Pequenos Espiões” e a adaptação da série de fantoches “Thunderbirds”, que implodiram. E o declínio o convenceu a realizar uma curva estratégica, rumo à televisão. Com o primeiro papel fixo numa série, veio a consagração que lhe faltava. Ele conquistou três indicações ao Globo de Ouro como protagonista de “Big Love”, história de um polígamo, casado com três mulheres diferentes, exibida entre 2006 e 2011. Também se agigantou na premiada minissérie “Hatfields & McCoys” (2011), que lhe rendeu sua única indicação ao Emmy, teve uma passagem marcante como vilão em “Agents of SHIELD” (em 2014) e liderou o elenco da minissérie “Texas Rising” (2015). Ao voltar às produções de ponta, relembrou o soldado Hudson na sci-fi “No Limite do Amanhã” (2014), na qual voltou a enfrentar alienígenas, desta vez ao lado de Tom Cruise. E ainda teve papel importante no excelente “O Abutre” (2014), filme indicado ao Oscar, com Jake Gyllenhaal. Paxton participava atualmente da nova série “Traning Day”, baseada no filme “Dia de Treinamento”, numa versão do papel que deu o Oscar a Denzel Washington, e poderá ser visto ainda em uma última sci-fi, “O Círculo”, de James Ponsoldt, com Emma Watson e Tom Hanks, que estreia em abril.

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  • Etc

    Intérprete de Samara em O Chamado é suspeita em investigação de morte

    23 de fevereiro de 2017 /

    A atriz Daveigh Chase, que ficou conhecida por interpretar a menina Samara no filme “O Chamado” (2002), está sendo investigada pela polícia nos Estados Unidos. Segundo o site TMZ, ela fugiu após deixar um homem na porta de um hospital na madrugada do dia 15 de fevereiro. Ele morreu antes de receber atendimento médico. O homem, com quem a atriz teria saído horas antes, morreu por overdose, segundo resultado de exames. A atriz de 26 anos foi detida para prestar esclarecimentos à polícia e, de acordo com o site, afirmou que apenas tentou prestar socorro à vítima. Além de interpretar Samara, Daveigh foi a irmã de “Donny Darko” (2001) e a voz de Lilo no longa animado “Lilo & Stitch” (2002) e em sua série derivada (2003-2006). Seus últimos trabalhos foram filmes de terror com baixo orçamento e nenhuma repercussão.

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  • Filme

    Seijun Suzuki (1923 – 2017)

    22 de fevereiro de 2017 /

    Morreu o diretor Seijun Suzuki, um dos mais influentes cineastas japoneses dos anos 1960. Ele ganhou projeção mundial pelo filme que causou sua maior decepção, “A Marca do Assassino” (1967), que o levou a ser demitido pelo estúdio Nikkatsu. O diretor faleceu em Tóquio, em 13 de fevereiro, devido a uma doença pulmonar obstrutiva crônica. Seijun Suzuki fez cerca de 40 filmes para o estúdio Kikkatsu, entre 1954 e 1967, geralmente focando a vida violenta de marginais. A lista inclui clássicos como “Portal da Carne” (1964), sobre prostitutas que se aliam para trabalhar sem cafetões após a 2ª Guerra Mundial, “História de uma Prostituta” (1965), acompanhando uma prostituta no front da guerra, “A Vida de um Tatuado” (1965), focado num matador da Yakuza traído pela própria gangue, e “Tóquio Violenta” (1966), sobre o submundo do crime. Estes quatro filmes estão disponíveis em DVD no Brasil, num pack sob o título “A Arte de Seijun Suzuki”. Mas sua obra-prima é mesmo “A Marca do Assassino”, em que um matador fetichista falha num trabalho e se torna alvo de um assassino mais letal. Estilizadíssimo, fracassou nas bilheterias e não foi compreendido pelo estúdio, que simplesmente o demitiu. Mas o filme logo se tornou objeto de culto e devoção de cinéfilos obcecados pela era mod e pelas origens do cinema ultraviolento. O diretor não aceitava fazer filmes comuns, após ter desenvolvido, progressivamente, uma marca própria, em parceria com o designer de produção Takeo Kimura. Caracterizados por um visual surrealista, atuação de influência Kabuki, cores fortes e cenas de ação que pareciam extraídas de uma paisagem de sonhos, os longas que ele dirigiu nos anos 1960 se tornaram tão distintos que eram referidos como exemplos do “estilo Suzuki” de cinema. Sem aceitar a demissão, Suzuki entrou na justiça contra o estúdio e acabou conseguindo um acordo extrajudicial, mas, em contrapartida, foi banido da indústria cinematográfica japonesa por mais de uma década. Ele só voltaria a trabalhar em 1980 e fazendo terror. O detalhe é que, a esta altura, seu cinema tinha sido descoberto pelo Ocidente e seu retorno era tão esperado que “Zigeunerweisen”, seu terror surreal, foi exibido no Festival de Berlim. Para pavimentar de vez sua volta, a própria Academia Japonesa decidiu premiar o longa. Suzuki continuou dirigindo histórias de fantasmas e até um anime, mas não esqueceu de “A Marca do Assassino”, sua assombração pessoal. Em 2001, ele filmou “Pistol Opera”, um remake do filme de 1967, que foi premiado pelo experimentalismo visual no Festival de Brisbane. A influência do “estilo Suzuki” é marcante em filmes de cineastas tão distintos quanto o americano Quentin Tarantino e o chinês Wong Kar-wai. Mas até o diretor indie Jim Jarmusch prestou homenagem ao mestre japonês, citando referências de “A Marca do Assassino” em seu único filme de ação “Ghost Dog” (1999). Veja abaixo o trailer original de “A Marca do Assassino” e um vídeo da distribuidora Versátil sobre os demais filmes de sua carreira.

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  • Etc,  Série

    Warren Frost (1925 – 2017)

    18 de fevereiro de 2017 /

    Morreu ator Warren Frost, mais conhecido por seus papéis nas séries “Twin Peaks” e “Seinfeld”. Ele faleceu na sexta-feira (17/2) aos 91 anos, após enfrentar uma longa doença, não divulgada. Ele era pai de Mark Frost, roteirista que criou “Twin Peaks” com o cineasta David Lynch em 1990. Sua carreira começou nos anos 1950, mas após figurar em mais de uma dezena de séries sem conseguir destaque, acabou desistindo de atuar por quase três décadas. Foi ressurgir em 1990 como o psiquiatra de Norman Bates em “Psicose IV – O Início” (1990), último filme da franquia estrelada por Anthony Perkins, e acabou escalado pelo filho para dar vida ao Dr. Will Hayward, legista que se recusou a realizar a autópsia de Laura Palmer em “Twin Peaks”. Além de ser creditado em 30 episódios das duas temporadas da série original, ele também reprisou o personagem no filme “Twin Peaks: Os Últimos Dias de Laura Palmer” (1992) e no revival da atração, que só vai estrear em maio nos EUA. Warren Frost também teve um papel recorrente e memorável em “Seinfeld” como o pai de Susan (a namorada recorrente de George), Henry Ross, aparecendo em cinco episódios. Além disso, participou do elenco recorrente da série “Matlock” e da célebre minissérie de terror “A Dança da Morte” (The Stand), adaptação de Stephen King. “Estamos tristes hoje em anunciar a morte de nosso querido pai, Warren Frost”, disse Mark Frost em um comunicado da família. “Das margens da Normandia no dia D aos seus 50 anos de carreira no palco e na tela, ele continuou sendo o mesmo homem humilde de Vermont que nos ensinou que uma vida dedicada a dizer o tipo certo de verdades pode fazer uma diferença real nas vidas de outros”.

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  • Filme

    Novo intérprete de R2-D2 é oficializado pela Disney

    15 de fevereiro de 2017 /

    A LucasFilm e a Disney anunciaram o substituto de Kenny Baker no icônico papel do robô R2-D2 nos próximos filmes de “Star Wars”. O papel vai ficar definitivamente com o escocês Jimmy Vee, que já havia vestido a couraça do pequeno personagem em “Star Wars: O Despertar da Força” (2016), embora não-creditado. Baker faleceu em agosto de 2016, aos 81 anos, e foi o homem responsável por dar vida ao simpático dróide desde “Guerra nas Estrelas” (1977). Pela idade avançada e problemas de saúde, ele não atuou diretamente em “O Despertar da Força”, mas seu nome permaneceu nos créditos como uma homenagem. Vee será creditado como R2-D2 oficialmente em “Star Wars: Os Últimos Jedi”. O ator de 57 anos e 1,12 metro de altura tem no currículo participações na série “Doctor Who” e em filmes como “Peter Pan” (2015) e “Harry Potter e a Pedra Filosofal” (2001), como o personagem Goblin. Novo R2-D2

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  • Série

    Último trabalho de Carrie Fisher, 3ª temporada de Catastrophe ganha data de estreia

    12 de fevereiro de 2017 /

    A Amazon anunciou a data de estreia do último trabalho da atriz Carrie Fisher. A 3ª temporada da série “Catastrophe” será disponibilizada no dia 28 de abril. A série foi criada por seus protagonistas, Sharon Horgan e Rob Delaney, e acompanha um casal pego de surpresa com uma gravidez inesperada. A atração conquistou a crítica britânica e rendeu o prêmio de Melhor Atriz para Sharon Horgan no Festival de Montecarlo – premiação internacional de televisão. Carrie Fisher interpretava a mãe do personagem de Rob Delaney e que adorava criticar a nora Sharon. Ela morreu logo após gravar suas participações na série, que é produzida na Inglaterra. Teve um ataque cardíaco durante o voo de Londres para Los Angeles e não se recuperou. Além dos episódios inéditos com sua participação, ela também será vista no fim do ano em “Star Wars: Os Últimos Jedi”, que chega aos cinemas em 15 de dezembro no Brasil.

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  • Série

    Caçadores de Trolls é renovada e exibirá novos capítulos com a voz do falecido Anton Yelchin

    11 de fevereiro de 2017 /

    A Netflix anunciou a renovação de “Caçadores de Trolls” para sua 2ª temporada. Mais 13 episódios foram encomendados para série animada produzida pelo cineasta Guillermo del Toro (“A Colina Escarlate”). Além disso, Del Toro confirmou que o ator Anton Yelchin (“Star Trek: Sem Froteiras”) seguirá como a voz do protagonista Jim. Falecido tragicamente no ano passado, o ator deixou bastante material inédito para ser utilizado na nova temporada. “Temos muita coisa de Anton, o que nos permite continuar usando-o como dublador até a metade da temporada”, disse Del Toro. Contudo, o produtor confirma que haverá uma troca de dubladores na série da DreamWorks Animation. “Por coincidência, temos um evento no último episódio que Anton gravou que nos permite trocar sua voz levemente, então o personagem seguirá”, revelou.

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  • Filme

    Frank Pellegrino (1944 – 2017)

    1 de fevereiro de 2017 /

    Morreu o ator Frank Pellegrino, uma das estrelas da série “Família Soprano”. Ele faleceu na terça-feira (31/1), em Nova York, aos 72 anos, de câncer de pulmão. Natural de Nova York, o ator estreou no cinema com um pequeno papel em “Os Bons Companheiros” (1990) e em seguida participou de dois filmes de Woody Allen, “Um Misterioso Assassinato em Manhattan” (1993) e “Celebridades” (1998). Sua filmografia inclui ainda “Cop Land: A Cidade dos Tiras” (1997), de James Mangold, a comédia de sucesso “Mickey Olhos Azuis” (1999) e o thriller “Filhos da Máfia” (2001), um dos primeiros filmes de Vin Diesel, que giravam em torno ou da corrupção policial ou da máfia. Pode-se dizer que sua carreira foi marcada por esse tipo de história, tanto que seu papel mais famoso foi mesmo na série da HBO “Família Soprano”, em que interpretou o chefe do FBI Frank Cubitoso, que liderava os esforços para tentar capturar o mafioso Tony Soprano (James Gandolfini). Além de ator, Pellegrino também era conhecido no circuito gastronômico nova-iorquino como um dos donos, ao lado do filho, do famoso restaurante italiano Rao’s, frequentado por seus ex-chefes Scorsese e Woody Allen. Ele ainda publicou vários livros de culinária baseados ns receitas de seu restaurante e abriu franquias em Los Angeles e Las Vegas. Sua morte foi confirmada por Bo Dietl, candidato à prefeitura de Nova York. “Nós perdemos uma parte de Nova York hoje quando perdemos Frankie. Não há ninguém como ele. Ele é um ícone”, afirmou à coluna Page Six, do New York Post.

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  • Etc,  Filme,  Série,  TV

    Vic Militello (1943 – 2017)

    28 de janeiro de 2017 /

    A atriz Vic Militello, que marcou época na novela clássica “Estúpido Cupido” e conquistou novas gerações em “Florbella”, morreu neste sábado (28/1), aos 73 anos. Ela estava fazendo tratamento contra um câncer. Filha de artistas circenses, a paulistana Vicência Militello Martelli aprendeu a atuar no picadeiro, com os pais, Dirce Militello e Humberto Militello, apresentando-se em viagens pelo interior do Brasil. Não por acaso, firmou rapidamente sua carreira no teatro, destacando-se em “A Celestina” (1969) e “A Menina e o Vento” (1972), ao mesmo tempo em que dava os primeiros passos no cinema. A estreia na tela grande foi com participações em chanchadas de Fauzi Mansur, mas logo enveredou pelas pornochanchadas, sendo dirigida até por José Mojica Marin, o Zé do Caixão, no terror erótico “Como Consolar Viúvas (1976). Entre “O Poderoso Machão” (1974) e “Eu Faço… Elas Sentem” (1976), acabou encaixando um clássico do cinema brasileiro, “O Rei da Noite” (1975), de Hector Babenco, como uma das três irmãs apaixonadas pelo personagem-título, vivido por Paulo José. A repercussão do filme de Babenco lhe abriu as portas da rede Globo, onde foi logo escalada para viver seu papel mais famoso, como Joana D’Arc, a Daquinha, fazendo par romântico com Tony Ferreira na novela de época “Estúpido Cupido” (1976), sobre a juventude rebelde dos anos 1950. Sua carreira televisiva seguiu curiosa, indo enfrentar o Conde Drácula (ou melhor, Vladimir, vivido por Rubens de Falco) em “Um Homem Muito Especial” (1980), novela gótica romântica da Bandeirantes. Ao retornar para a Globo, conquistou destaque em parcerias com o autor de novelas Carlos Lombardi, que explorou seu lado cômico em papéis exóticos, como a enfermeira Theda Bara de “Vereda Tropical” (1984), a Dominatrix de “Uga Uga” (2000) e Vicky em “Kubanacan” (2003). Ela também participou das minisséries “Primo Basílio” (1988) e “Memorial de Maria Moura” (1994), antes de viver a governanta Helga da novela “Florbella” (na Band, em 2005) e a Mulher Barbada do “Sítio do Pica-Pau Amarelo” (2005-2007) Paralelamente, seguiu fazendo teatro e cinema, alternando dramas importantes como “Romance da Empregada” (1987), de Bruno Barreto, e “O Homem do Ano”, de José Henrique Fonseca, com projetos mais comerciais, entre eles “Xuxa e os Duendes 2: No Caminho das Fadas” (2002), e “Mais Uma Vez Amor” (2005), em que voltou a se reunir com Lombardi. Seu último trabalho foi na comédia “Amanhã Nunca Mais” (2011), de Tadeu Jungle. Como a sogra do protagonista, vivido por Lázaro Ramos, foi responsável pelas melhores tiradas da produção.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Barbara Hale (1922 – 2017)

    28 de janeiro de 2017 /

    Morreu Barbara Hale, atriz da série “Perry Mason” e par romântico, no cinema, de alguns dos principais astros de Hollywood. Ela tinha 94 anos e faleceu na quinta (26/1) em sua casa, em Sherman Oaks, na California. Hale começou a carreira como modelo nos anos 1940, o que levou a um contrato para filmar produções do estúdio RKO, a partir de 1943. Diz a lenda que ela ouviu um diretor de casting fazer uma ligação desesperada em busca de uma substituta para uma atriz que estava doente, e foi assim que estrelou em Hollywood. “Claro que aumentaram a história, porque não era um papel importante e eu tinha só uma frase”, ela contou, anos depois. Mas esse começo modesto não demorou a colocá-la ao lado dos grandes astros da época, como Frank Sinatra (“A Lua a Seu Alcance”, 1943), Robert Mitchum (“A Oeste de Pecos”, 1945), Robert Young (“A Dama da Sorte”, 1946, e “Três é Demais”, 1949), Robert Ryan (“O Menino dos Cabelos Verdes”, 1948) e James Stewart (“Radiomania”, 1950). Os papéis românticos foram diminuindo com o passar dos anos, levando-a a explorar outras vertentes, o que lhe rendeu protagonismo num par de clássicos do cinema noir – “Ninguém Crê em Mim” (1949), de Ted Tetzlaff, e “Alma em Sombras” (1949), de Richard Fleischer – , mas principalmente em diversos westerns B, em que fez par com cowboys clássicos de Hollywood, como Broderick Crawford (“O Sabre e a Flecha”, 1953), Randolph Scott (“O Fantasma do General Custer”, 1956), Joel McCrea (“Na Sombra do Disfarce”, 1953, e “Quando as Pistolas Decidem”, 1957), Jock Mahoney (“Nos Degraus da Glória”, 1957) e até Rock Hudson (“Seminole”, 1953). Ela adorava westerns, porque foi no primeiro que estrelou que conheceu seu futuro marido, o ator Bill Williams, coadjuvante de “A Oeste de Pecos” (1945). Ela aceitou o convite do rapaz para tomar um café e um ano depois já estavam casados. O pai de seus três filhos também foi responsável por demonstrar que fazer séries de TV podia ser prazeroso. Após uma longa carreira cinematográfica, Bill Williams estrelou com sucesso a série “As Aventuras de Kit Carson”, que rendeu mais de 100 episódios entre 1951 e 1955. Em 1957, Hale se juntou ao elenco de “Perry Mason”, uma das séries jurídicas mais influentes da história da TV, no papel de Della Street, a secretária do protagonista interpretado por Raymond Burr. Ela era responsável por alguns insights importantes na resolução dos casos da semana, invariavelmente resolvidos num tribunal. “Quando começamos, ainda havia poucas mulheres na TV retratadas como profissionais, pois eram quase todas donas de casa”, disse Hale, numa entrevista dos anos 1990, sobre o revival da série, “Eu também gostava que ela fosse independente a ponto de não ser casada, porque meu marido, Bill, não precisava me ver casada com outro homem, e nossos filhos não tinham que me ver cuidando de outras crianças”. Pelo papel, Barbara Hale venceu o Emmy como Melhor Atriz Coadjuvante de Série Dramática de 1959. Mas ela participou da série até 1966, aparecendo em todos os 271 episódios produzidos de suas impressionantes nove temporadas. Após o fim de “Perry Manson”, a atriz fez participações em algumas séries, inclusive “Têmpera de Aço”, a nova atração do ator Raymond Burr, e coestrelou o longa “Aeroporto” (1970), como a esposa do piloto vivido por Dean Martin. A produção, que incluía um terrorista a bordo de uma aeronave, gerou um frenesi tão grande que acabou responsável pela tendência dos filmes de desastre. A carreira cinematográfica só incluiu mais um filme relevante, “Amargo Reencontro” (1978), de John Millius, sobre surfistas, em que viveu a mãe de seu filho na vida real, William Katt. Por sinal, ela também fez uma participação num episódio da série que popularizou o filho, “Super-Herói Americano”, em 1982, e ainda atuou ao lado do marido no telefilme “Meu Amigo Lobo” (1976), da Disney. Enquanto isso, “Perry Mason” continuava a ser reprisada com sucesso em diversas estações americanas. A rede CBS tinha tentado se aproveitar disso ao lançar “The New Perry Mason”, uma série com outro elenco nos anos 1970, mas o público não aceitou Monte Markham como Perry Mason e Sharon Acker como Della Street. A novidade foi tão mal recebida que não passou dos 15 episódios. Curiosos para ver como o público reagiria à volta do elenco original, os produtores convidaram Burr e Hale a retomarem seus papéis num telefilme, que foi lançado com toda a pompa como “O Retorno de Perry Mason” em 1985. A produção bateu recorde de audiência. A repercussão foi tanta, que novos telefilmes foram encomendados, num total de 30, rendendo mais uma década de casos resolvidos. Nem a morte de Raymond Burr, em 1993, interrompeu a produção, mas deixou Della Street, a personagem de Hale, como a única que participou de todos casos originais de “Perry Mason”. Notadamente, o último telefilme, exibido em 1995, foi também o último trabalho da carreira da atriz.

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