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    Naya Rivera morreu após usar último fôlego para salvar o filho

    14 de julho de 2020 /

    A atriz Naya Rivera pode ter morrido para salvar seu filho Josey, de quatro anos. Na entrevista coletiva concedida na segunda-feira (13/7), no lago Piru, na Califórnia, o xerife de Ventura, Bill Ayub, disse que os relatos do menino faziam crer que ela usou seu último fôlego para tirá-lo da água, quando uma forte correnteza atingiu a região. Os dois estavam nadando no lago e o menino disse à polícia que viu a mãe desaparecer debaixo d’água, enquanto subia de volta no barco. Após deixar seu filho a salvo, ela teria ficado sem forças para conseguir retornar à embarcação. “Foi durante esse período que o garoto descreveu que a mãe o ajudou. Ele disse aos investigadores que olhou para trás [ao subir no barco] e a viu desaparecer na água. Acreditamos que ela reuniu energia suficiente para colocar seu filho de volta no barco, mas não conseguiu se salvar”, disse o xerife. O corpo da atriz foi encontrado na segunda (13/7), a poucos centímetros da superfície do lago Piru, após ser dada como desaparecida desde a última quarta-feira (8/7). A causa da morte tornou-se oficial nesta terça (14/7), quando foi confirmado que a atriz da série “Glee” morreu afogada, aos 33 anos.

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  • Etc

    Grant Imahara (1970 – 2020)

    14 de julho de 2020 /

    O engenheiro elétrico Grant Imahara, responsável pela criação do programa “Os Caçadores de Mitos” (MythBusters), no Discovery Channel, morreu na segunda-feira (13/7) de aneurisma cerebral, aos 49 anos. “Estamos com o coração partido ao ouvir essas tristes notícias sobre Grant”, afirmou o Discovery em comunicado. “Ele era uma parte importante da nossa família Discovery e um homem realmente maravilhoso. Nossos pensamentos e orações vão para a família dele”. Além da criação da atração de ciência pop, o especialista em eletrônica e rádio trabalhou em grandes filmes de Hollywood, como “Star Wars: A Ameaça Fantasma” (1999), “Matrix Reloaded” (2003) e “O Exterminador do Futuro 3” (2003), entre outros. Ele também apareceu, como ator, na série “Eureka” (em 2012) como um cientista de robótica, dublou o vilão Kang na animação “Avengers Assemble!” (2012-2014), figurou no telefilme “Sharknado 3: Oh, Não!” (2015) e estrelou a série não oficial “Star Trek Continues” no papel do Sr. Sulu, entre 2013 e 2017. Imahara nasceu em Los Angeles e se formou em 1993 no curso de engenharia elétrica pela University of Southern California. Ele acabou se especializando em “engenharia hollywoodiana”, criando animatrônicos, dispositivos robóticos que dão ilusão de vida a personagens do cinema, para a Industrial Light & Magic, a empresa de efeitos especiais fundada por George Lucas em 1975. Entre os muitos trabalhos que desenvolvem em Hollywood, Imahara operou o robô R2-D2 nos filmes da saga “Star Wars”. Ele também trabalhou em “O Mundo Perdido: Jurassic Park” (1997) e nas sequências de “Matrix”, além de ter participado da equipe técnica de muitos filmes de Steven Spielberg. A experiência em Hollywood levou Imahara a se tornar um dos criadores de “Os Caçadores de Mitos”, em 2005. A princípio, ele deveria aparecer como um construtor de equipamentos. Mas logo seu carisma ficou evidente e ele se tornou apresentador do programa, que coloca à prova lendas urbanas. Juntamente com seus colegas caçadores de mitos, Imahara também criou o “Projeto Coelho Branco”, um programa da Netflix que analisava as maiores invenções e assaltos da história. Mas esta iniciativa não repetiu o sucesso da produção do Discovery e foi cancelada após sua única temporada em 2016. Ele também era consultor da Disney e trabalhou no projeto que desenvolveu robôs acrobatas para servirem como dublês em cenas perigosas. O protótipo de “stuntronics” causou sensação quando foi revelado há dois anos.

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  • Série

    Elenco de Glee se despede de Naya Rivera com mensagens tocantes

    14 de julho de 2020 /

    Alguns dos astros da série “Glee”, como Heather Morris, Amber Riley, Chris Colfer e Kevin McHale, foram vistos na segunda (13/7) de mãos dadas com amigos e familiares de Naya Rivera junto ao lago onde a atriz morreu. Após as autoridades confirmarem a morte da atriz, desaparecida desde quarta passada (8/7), eles e outros companheiros de elenco manifestaram-se nas redes sociais para declarar seu amor pela colega. Chris Colfer, o Kurt, deixou um texto emocionado. “Como você pode expressar todo seu amor e respeito por alguém em um único post? Como resumir uma década de amizade e risadas apenas em palavras? Se você era amigo de Naya Rivera, você simplesmente não consegue. O brilho e humor dela eram ímpares. Sua beleza e talento eram de outro mundo. Ela enfrentava o sistema com equilíbrio e sem medo. Ela poderia tornar um dia ruim num dia bom com um simples comentário. Ela inspirou e animou pessoas sem nem tentar. Ser próximo dela era tanto uma honra como uma armadura. Naya era única, e sempre será”, escreveu ele. Jenna Ushkowitz, intérprete de Tina, publicou uma foto em que aparece com a atriz, acompanhada por um texto tocante. “Naya, você era uma força, e todos que puderam estar ao seu redor sabiam isso, e sentiam a luz e a alegria que você emitia quando entrava no ambiente. Você brilhava nos palcos e nas telas, e irradiava com seu amor por trás das portas. Nossa amizade foi com as ondas, assim como a vida acontece e nós crescemos, então eu não vou olhar para trás e me arrepender, mas eu te amo e prometo que vou ajudar a manter vivos o legado de seu talento, seu humor, sua luz e sua lealdade”. Becca Tobin, que deu vida à Kitty Wilde, também compartilhou uma foto do set e lembrou a forma carinhosa com que foi recebida pela atriz na série. “Pra minha surpresa, Naya, uma das mais amadas pelo resto do elenco (e pelo mundo todo), me mostrou um calor e bondade instantâneos. Ela me convidava para festas, encontros e sempre estava disposta a me dar conselhos. Ela era uma superstar que não tinha nada a ganhar por ser legal com a garota nova, mas ela era, e isso mudou toda a experiência dessa garota nova na atração. Sempre serei grata a esse ser humano lindo. Meu coração está com a família dela e com seu doce garotinho”, escreveu. Harry Shum Jr, o Mike Chang, lembrou momentos que compartilhou com Rivera nos bastidores. “Ficava admirado quando te via interpretar múltiplas páginas de monólogos que acabara de decorar momentos e colocar o teu coração em cada performance, com aquela energia toda. As nossas conversas profundas sobre a vida entre cenas eram alguns dos meus momentos preferidos contigo. Poder ouvir os teus desejos e sonhos para o futuro e, com a chegada de Josey, ‘o teu maior sucesso’, fiquei tão feliz por ver o teu sonho tornar-se realidade”, disse. Amber Riley, a Mercedes, elogiou o talento musical da antiga parceira. “A minha parceira de duetos preferida. Te amo. Tenho saudades tuas. Não tenho palavras neste momento, apenas uma série de sentimentos. Descansa em paz, anjo, e fique sabendo que a tua família nunca terá de se preocupar com nada”. Kevin McHale, o Artie, listou os apelidos carinhosos da atriz. “Minha Naya, minha Snixxx, minha Bee. Não consigo imaginar um mundo sem você. Para alguém que tinha um corpo tão pequeno, Naya tinha uma presença gigante, um espaço vazio que será agora sentido por todos nós – aqueles que a conheciam pessoalmente e os milhões de vocês que a adoraram através das vossas televisões. Te amo, Bee”, completou. Matthew Morrison, o professor Will Schuester, teceu muitos elogios para o talento de Rivera, mas destacou que seu maior papel foi como mãe. “Naya era uma força tão poderosa, tanto em sua vida pessoal quanto em seu trabalho. Enquanto muitos de nós tentavam encontrar nossa voz, a de Naya era clara e resoluta. Quando ela falava, você abraçava cada palavra. E quando ela cantava, ela deixava você entrar em sua alma. ‘Glee’ foi apenas um trecho de sua vida que todos nós, felizmente, tivemos a honra de testemunhar. Mas Naya brilhava mais quando cercada por sua família maravilhosa. Uma paixão comum que ambos compartilhamos recentemente foi a de nossos papéis como pais. Naya era fervorosa com a maternidade e tinha um amor constante por Josey. É esse amor poderoso que nos garante que a história dela não termina aqui. Estou confiante de que sua influência positiva será sentida continuamente e que seu belo espírito continuará na vida de tantos. Descanse em paz, continue brilhando sobre nós com sua luz brilhante”. Diana Agron, a Quinn, escreveu praticamente um livro de memórias em seu Instagram, para acompanhar uma foto de um quase beijo com Rivera. “Naya e eu se entendemos com tanta facilidade que ela foi minha primeira amiga e aliada em nosso programa. Tentamos entender o que os outros membros do elenco deviam sentir enquanto estávamos trabalhando de maneiras tão separadas. Ousamos sonhar. E se essa série desse certo? Isso não seria demais?”, ela lembrou, acrescentando que estava revendo cenas da amiga. “Estive revisitando as performances de Naya em nosso programa e isso me trouxe uma grande alegria. Trabalhar com ela foi um presente. Havia muita coisa para absorver – sua ética de trabalho, seu destemor, seu talento – supremo. Ela era hipnotizante. Aquele brilho em seus olhos, seu sorriso luminoso. Naya lidera com verdade, humor, inteligência. Eu a amava por todos esses motivos. ⁣⁣Eu amava seu senso de curiosidade e desejo de viajar. Tive a sorte de ser sua parceira de viagem em algumas das minhas aventuras favoritas. Enquanto escrevo isso, estou sorrindo com lembranças de uma excursão espontânea de 36 horas a Paris. Com Naya, tudo era possível e muitas vezes simplesmente as coisas aconteciam ao lado dela, quase magicamente…” Darren Criss, o Blaine, se disse agradecido pela amizade e pelo apoio que ela lhe deu durante a série. “Penso que ela tinha mais talento do que alguma vez tivemos a oportunidade de ver. Constantemente, sentia-me comovido pela forma como cuidava da sua família e como se preocupava com os seus amigos. Ela esteve disponível para mim em inúmeras ocasiões nas quais não precisava estar e sempre me senti agradecido pela sua amizade na época, tal como agora certamente estou”. Melissa Benoist, que antes de se tornar Supergirl foi Marley Rose em “Glee”, exaltou a beleza interior da atriz. “Existia uma beleza inegável que ela irradiava, não só de por fora, mas também por dentro, e considero-me uma sortuda por ter testemunhado isso de perto, mesmo que por um período curto de tempo”, comentou. “Eu ficava intimidada por ela, mas ela tinha um jeito de te desarmar que apenas fazia você querer estar perto dela, ouvir o que ela tinha a dizer (porque seria, sem dúvida, a coisa mais nítida e real que você ouviria o dia todo). Ela foi tão gentil e aberta comigo quando não precisava ser, quando eu era uma novata ingênua, sem noção e insegura. Bravamente autêntica, genuinamente gentil, incrivelmente talentosa e profundamente amada por tantos. Descanse em paz, Naya”. Demi Lovato, que fez uma participação em “Glee” como uma namorada de Santana, personagem de Rivera, também prestou sua homenagem. “Eu vou sempre valorizar a oportunidade que tive de interpretar sua namorada em ‘Glee’. A personagem que você fazia era revolucionária para dezenas de meninas queer que estavam ‘no armário’ (como eu na época) e meninas abertamente queer”, disse. “Sua ambição e suas conquistas foram inspiradoras para as mulheres latinas por todo o mundo. Meu coração está com seus entes queridos nesse momento…”, finalizou ela. Nos Stories, Demi compartilhou que estava ouvindo “Here Comes The Sun”, dos Beatles, que as duas cantaram na produção da Fox. E Heather Morris, a Brittany, com quem a personagem de Rivera se casou na série, após se oferecer como voluntária para ajudar na busca pela colega ficou sem palavras, publicando um vídeo simbólico com nuvens do céu. Diversos outros integrantes do elenco também se manifestaram de diferentes formas, como Alex Newell (Unique Adams), Josh Sussman (Jacob Ben Israel), Vanessa Lengies (Sugar), Iqbal Theba (o diretor Figgins) e Jane Lynch (Sue Sylvester). “Descanse docemente, Naya. Que baita força você era. Amor e paz para sua família”, escreveu a intérprete da treinadora Sue. Até Lea Michele, a Rachel, que tem sido denunciada por seu comportamento nos bastidores de “Glee”, pronunciou-se pelos Stories do Instagram com uma foto da atriz na série musical, além de uma imagem de Cory Monteith, morto há sete anos. A comoção foi tão grande que, além dos atores de “Glee”, várias outras celebridades se manifestaram. O post mais sensível foi da atriz Lili Reinhart, a Betty de “Riverdale”. “É estranho chorar e lamentar a perda de alguém que você nunca conheceu. Mas eu cresci assistindo a ‘Glee’ – e Naya Rivera era dona de um talento lindo. Meu coração está partido pelo filho dela. Fique próximo aos seus agora, se você é sortudo o suficiente de estar perto deles”, comentou. A cantora Kehlani também fez uma manifestação bonita, ao comentar a influência de Rivera. “O motivo pelo qual “Songbird” de Fleetwood Mac é uma das minhas músicas favoritas é por causa da versão da trilha sonora de ‘Glee’. Ela transformou a música. Descanse em paz, Naya Rivera”. Nina Dobrev, a Elena de “The Vampire Diaries”, não conseguiu falar nada, mas se manifestou por meio de uma foto ao lado da amiga em seu Instagram. Essa iniciativa inspirou vários posts similares de amigos da Rivera. Veja abaixo alguns dos posts originais em homenagem à estrela de “Glee”. Ver essa foto no Instagram How can you convey all your love and respect for someone in one post? How can you summarize a decade of friendship and laughter with words alone? If you were friends with Naya Rivera, you simply can’t. Her brilliance and humor were unmatched. Her beauty and talent were otherworldly. She spoke truth to power with poise and fearlessness. She could turn a bad day into a great day with a single remark. She inspired and uplifted people without even trying. Being close to her was both a badge of honor and a suit of armor. Naya was truly one of a kind, and she always will be. 💔 Sending all my love to her wonderful family and her beautiful son. Uma publicação compartilhada por Chris Colfer (@chriscolfer) em 13 de Jul, 2020 às 2:33 PDT Ver essa foto no Instagram There are no words and yet so many things I want to say, I don't believe I'll ever be able to articulate exactly what I feel but… Naya, you were a ⚡️ force and everyone who got to be around you knew it and felt the light and joy you exuded when you walked into a room. You shined on stage and screen and radiated with love behind closed doors. I was lucky enough to share so many laughs, martinis and secrets with you. I can not believe I took for granted that you'd always be here. Our friendship went in waves as life happens and we grow, so I will not look back and regret but know I love you and promise to help the legacy of your talent, humor, light and loyalty live on. You are so loved. You deserved the world and we will make sure Josey and your family feel that everyday. I miss you already. Uma publicação compartilhada por Jenna Ushkowitz (@jennaushkowitz) em 13 de Jul, 2020 às 3:40 PDT Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Harry Shum Jr (@harryshumjr) em 13 de Jul, 2020 às 11:23 PDT Ver essa foto no Instagram My favorite duet partner. I love you. I miss you. I don’t have words right now, just lots of feelings. Rest In Peace Angel, and know that your family will never have to worry about anything. Uma publicação compartilhada por Amber Riley (@msamberpriley) em 13 de...

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  • Série

    Naya Rivera (1987 – 2020)

    13 de julho de 2020 /

    A atriz e cantora Naya Rivera, que chegou ao estrelato na série musical “Glee”, morreu com apenas 33 anos de idade. Seu corpo foi recuperado no lago Piru, na Califórnia, na manhã desta segunda-feira (13/7), cinco dias depois dela ser declarada desaparecida. As autoridades de Ventura mobilizaram mais de 50 profissionais, juntamente com um helicóptero e mergulhadores, no esforço de encontrar Rivera, que alugou um barco em 8 de julho para nadar no lago com seu filho de quatro anos, Josey. Poucas horas depois, o garoto foi encontrado sozinho no barco, sem sinal de Rivera. O desaparecimento mobilizou o elenco de “Glee”, com muitos atores se deslocando até o local para prestar apoio à família da atriz e também se despedir da amiga. Apesar de jovem, a californiana Rivera teve uma carreira de quase duas décadas. Ela estreou na TV com somente quatro anos de idade, no elenco fixo da sitcom “The Royal Family”, lançada em 1991 na rede americana CBS. Ainda criança, chegou a aparecer em episódios de “Um Maluco do Pedaço” (The Prince of Bel-Air), ao lado de Will Smith, “S.O.S. Malibu” (Baywatch), e nas sitcoms “Family Matters”, “Gênio do Barulho” (Smart Guy) e “Mano a Mana” (Even Stevens), antes de ser escalada em papel recorrente na série “Bernie Mac, Um Tio da Pesada” (The Bernie Mac Show) com 15 anos. Ela ainda foi vista em “Girlfriends” e “CSI: Miami” antes de ser escalada para o papel que mudou sua vida. Naya Rivera tinha 22 anos quando passou nos testes para viver Santana Lopez em “Glee”, comédia musical adolescente lançada em 2009 na rede Fox. A série se tornou um fenômeno de audiência, catapultando a carreira de seu criador, Ryan Murphy, e transformando seu elenco então desconhecido em estrelas da TV. A princípio coadjuvante, Rivera vivia uma cheerleader malvadinha que entrou no coral da escola para sabotá-lo. Mas os roteiristas não demoraram a explorar o talento da atriz, que foi promovida a protagonista na 2ª temporada e, nesse processo, transformou-se numa das personagens de arco mais complexo da série. Enquanto muitos intérpretes do piloto se formaram na trama e deram espaço para novos alunos da William McKinley High School, Santana evoluiu de simples rival da boazinha Rachel (Lea Michele) para obter destaque até o capítulo final, exibido em 2015, após seis temporadas. Não foi apenas o amor pela música que marcou a personagem da atriz, que contribuiu com muitas canções para a trilha sonora da série – um sucesso nas paradas digitais. O final de “Glee” também destacou seu casamento com a antiga colega cheerleader Brittany, interpretada por Heather Morris. A união foi celebrada como um dos primeiros casamentos LGBTQIA+ entre personagens televisivos – e foi um casamento duplo, ainda por cima, pois Kurt (Chris Colfer) e Blaine (Darren Criss) foram inspirados pelas amigas a se juntarem em matrimônio. Na vida real, Rivera tinha se casado com o também ator Ryan Dorsey (da série “Ray Donovan”) um ano antes. O casal teve um filho, Josey, mas não foi um relacionamento tranquilo, que finalizou com um divórcio em junho de 2018, após quase quatro anos. Depois de “Glee”, Rivera ainda apareceu de forma recorrente em “Devious Maids” (em 2015) e estrelou a comédia “Loucuras em Família” (2017), com Charlie Sheen. Atualmente, fazia parte do elenco fixo de outra série musical, “Step Up: High Water”, derivada da franquia cinematográfica “Ela Dança, Eu Danço” e renovada para sua 3ª temporada. Ela contou a maior parte dessa história com suas próprias palavras, num livro de memórias lançado em 2016 – “Sorry Not Sorry: Dreams, Mistakes, and Growing Up”. “Seu brilho e humor foram incomparáveis”, escreveu o colega de “Glee” Chris Colfer, o Kurt, no Instagram. “Sua beleza e talento eram de outro mundo. Ela enfrentava o sistema com equilíbrio e destemor. E era capaz de transformar um dia ruim em um dia ótimo com uma única observação.” A morte de Rivera foi a terceira fatalidade envolvendo o elenco de “Glee”. Em julho de 2013, Cory Monteith, que interpretou Finn Hudson no fenômeno da Fox, morreu de overdose acidental de drogas depois de tomar uma combinação letal de heroína e álcool. Três anos depois, Mark Salling, o Puck, suicidou-se após ser condenado por posse de pornografia infantil.

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    Polícia confirma morte de Naya Rivera

    13 de julho de 2020 /

    O Departamento de Policia de Ventura confirmou que o corpo encontrado na manhã desta segunda (13/7) no lago Piru, na Califórnia (EUA), é da atriz Naya Rivera, desaparecida desde a última quarta-feira (8/7). A atriz, que ficou mais conhecida por viver Santana Lopez em “Glee”, desapareceu durante um passeio de barco com seu filho, Josey, de quatro anos. O menino foi encontrado ileso e sozinho. Os dois estavam nadando no lago e ele disse à polícia que viu a mãe desaparecer debaixo d’água, após o ajudar a subir de volta no barco. O filho da atriz é fruto de um casamento com o ator Ryan Dorsey (da série “Ray Donovan”). O casal finalizou o divórcio em junho de 2018, após quase quatro anos, mas mantinha um bom relacionamento por causa do menino. A criança está agora sob cuidados do pai. A confirmação da morte aconteceu numa entrevista coletiva por volta das 18h (horário de Brasília), em que o xerife Bill Ayub detalhou os esforços empreendidos na locação do corpo. Naya Rivera foi encontrada submersa numa região do lago com muitos galhos de vegetação, a poucos centímetros da superfície. A investigação concluiu que foi um caso de acidente trágico, que resultou em morte por afogamento. O xerife revelou que os detetives encarregados do caso não encontraram a menor indicação de homicídio ou suicídio. A resolução vai permitir agora à família e os amigos darem adeus à Rivera, evitando a hipótese aventada de o corpo nunca ser encontrado. Veja o vídeo completo da coletiva do xerife Ayub abaixo.

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  • Etc

    Corpo é encontrado no lago em que Naya Rivera desapareceu

    13 de julho de 2020 /

    Um corpo foi encontrado no lago em que equipes procuravam a atriz desaparecida Naya Rivera, da série “Glee”, informou o escritório do xerife do condado de Ventura, na Califórnia, pelo Twitter, nesta segunda-feira (13/7). O xerife de Ventura, que lidera as buscas, ainda não quis confirmar a identidade do corpo. A praxe, nestes casos, é a família ser chamada em primeiro lugar. Alguns sites, porém, já ouviram de “fontes da polícia” que o corpo é mesmo da atriz de “Glee”, que tinha 33 anos. A confirmação deve vir em uma entrevista coletiva, marcada pelas autoridades para às 18h (horário de Brasília), na região do lago Piru, perto de Los Angeles. Rivera já era considerada morta pelas autoridades desde seu desaparecimento na quarta (9/7), após alugar um barco para passear no lago com seu filho Josey, de 4 anos. O menino foi encontrado ileso e sozinho no barco. A notícia do desaparecimento levou vários integrantes do elenco de “Glee” ao lago. Horas antes do corpo ser encontrado, eles fizeram uma oração com a família da atriz. Por coincidência, esta segunda-feira também marcou o sétimo aniversário da morte de Cory Monteith, colega de Rivera em “Glee”. Veja abaixo um vídeo do telejornal local que traz as imagens mais recentes e últimas notícias da busca.

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  • Etc,  TV

    Raymundo Capetillo (1945 – 2020)

    13 de julho de 2020 /

    O ator mexicano Raymundo Capetillo morreu na madrugada desta segunda (13/7), aos 76 anos. Ele foi diagnosticado com covid-19 e estava internado desde o dia 4 de julho, segundo a Andi (Associação Nacional de Atores do México). Capetillo era conhecido por seus papéis em novelas, como “A Rosa dos Milagres”, transmitida pelo SBT, e “Marisol”, que ganhou uma versão brasileira, também no SBT. Mas iniciou sua carreira no cinema, numa participação em “El Despertar del Lobo” (1970), comédia de um especialista em terror, René Cardona Jr. Na verdade, fez vários filmes nos anos 1970, incluindo um capítulo de 1975 da saga de Santo (“Santo en Anónimo Mortal”), o lendário astro mascarado de lucha libre que enfrentava criminosos e criaturas das trevas. Ao assinar contrato com a Televisa em 1977, acabou se especializando em telenovelas. Ele estrelou vários sucessos do gênero, como “Viviana” (1978) “Aprendiendo a Amar” (1980), “A Fera” (1983), “Victoria” (1985), “Rosa Selvagem” (1987), “Marisol” (1996), “Manancial” (2001), “Barrera de Amor” (2005) e “A Rosa dos Milagres” (2008). Seus trabalhos mais recentes incluem participações nas séries “Mulheres Assassinas” (2008-2010) e “Como Dice el Dicho” (2012-2020). “Com a alma destroçada, recebo a notícia de que meu amado amigo de toda a vida acaba de partir. Ele começou seu voo de volta para a casa do senhor. Descanse em paz, vou sentir sua falta, meu amigo”, escreveu a amiga e atriz Laura Zapata (“A Intrusa”), que estrelou “Rosa Selvagem” com Capetillo.

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  • Etc,  Filme

    Kelly Preston (1962 – 2020)

    13 de julho de 2020 /

    A atriz Kelly Preston, conhecida por papéis em várias comédias de sucesso dos anos 1980 e 1990, morreu no domingo (12/7) de complicações de um câncer da mama, informou seu marido, o também ator John Travolta. “Ela travou uma luta corajosa com o amor e o apoio de muitos. Minha família e eu estaremos para sempre gratos aos médicos e enfermeiras do MD Anderson Cancer Center, a todos os centros médicos que ajudaram, bem como aos seus muitos amigos e entes queridos que estiveram ao seu lado”, escreveu Travolta, no Instagram. O ator lembrou que Preston lutava contra o câncer fazia dois anos. Além disso, escreveu que passará um tempo sem dar notícias ou fazer aparições, para que possa ficar ao lado dos filhos do casal Ella, de 20 anos, e Benjamim, de 9. Em janeiro de 2009, Travolta e a mulher perderam o filho Jett, de 16 anos, que era autista e foi vítima da síndrome de Kawasaki. Nativa do Havaí, Kelly Palzis (seu nome real) chegou a ser cotada para estrelar “A Lagoa Azul”, mas teve receio das cenas de nudez antes de atingir a maioridade. Acabou começando a carreira no mesmo ano em que aquele filme entrou em cartaz, com uma pequena participação na série “Havaí 5-0”, em 1980. Ela só assumiu o nome de Kelly Preston ao ser escalada no elenco fixo da série “For Love and Honor”, passada numa base militar e cancelada três meses após a estreia em 1983. Foi também neste ponto que ela trocou a TV por sua trajetória bem-sucedida no cinema. A transição se deu naquele mesmo ano, com pequenas participações na sci-fi barata “Metalstorm” e no terror “Christine, o Carro Assassino”, adaptação de Stephen King do diretor John Carpenter. Os papéis de destaque começaram em 1985, com as comédias picantes adolescentes “A Primeira Transa de Jonathan” e “Admiradora Secreta”, após se sentir adulta o suficiente para as temidas cenas de nudez. Depois disso, ela integrou o elenco da sci-fi infantil “SpaceCamp: Aventura no Espaço” (1986), em que contracenou com Kevin Gage. Os dois se casaram durante as filmagens. Ainda fez o suspense “Nenhum Passo em Falso” (1986), de John Frankenheimer, e a comédia cult “As Amazonas na Lua” (1987), de Joe Dante, antes de virar protagonista, o que aconteceu com o terror romântico “Feitiço Diabólico” (1988), no qual viveu uma bruxa. No mesmo ano, Preston interpretou seu papel mais lembrado, como par romântico de Arnold Schwarzenegger na comédia blockbuster “Irmãos Gêmeos”. Ela já tinha se divorciado de Gage quando se envolveu com John Travolta na comédia “Os Espertinhos” (1989). O casamento aconteceu dois anos depois e superou várias turbulências, desde a perda de um filho até denúncias da suposta homossexualidade do marido. Com Travolta, Preston entrou na igreja da Cientologia, uma seita que acredita em discos voadores e que também é seguida por Tom Cruise. A proximidade religiosa a ajudou a ser escalada em outro sucesso, “Jerry Maguire – A Grande Virada”, estrelado por Cruise em 1996, após sua carreira entrar em declínio. Mas inevitavelmente a levou à “A Reconquista” (2000). Estrelado e produzido por Travolta, o longa adapta um romance sci-fi de L. Ron Hubbard, o criador da Cientologia, e é considerado um dos piores filmes de todos os tempos. Ao longo da carreira, ela estrelou mais de 50 filmes, incluindo “Ruth em Questão” (1996), de Alexander Payne, “A Lente do Amor” (1997), de Griffin Dunne, “Por Amor” (1999), de Sam Raimi, “Voando Alto” (2003), do brasileiro Bruno Barreto, “Sentença de Morte” (2007), de James Wan, etc. A atriz desempenhou até o papel de mãe de Miley Cyrus em “A Última Música” (2010). Preston também teve participações recorrentes nas séries “Medium” (em 2008) e “CSI: Cyber” (em 2016), e seu último filme exibido foi “Gotti: O Chefe da Máfia” (2018), em que interpretou a esposa do personagem-título, vivido por Travolta. Durante as filmagens de “Gotti”, ela foi diagnosticada com câncer, mas, apesar da se sentir debilitada pela doença, esforçou-se para estrelar um longa final, a comédia “Off the Rails”, que ainda não tem previsão de estreia.

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    Família se desespera em visita ao lago em que Naya Rivera desapareceu

    12 de julho de 2020 /

    A família de Naya Rivera foi neste fim de semana ao lago Piru, na Califórnia, onde a atriz, dada como morta pela polícia, teria se afogado na última quarta (8/7). As redes sociais registraram várias fotos e vídeos do desespero dos familiares da ex-intérprete de Santana em “Glee”. O ator Ryan Dorsey, ex-marido e pai do filho de quatro anos de Naya Rivera, foi o mais emocionado, segundo o site TMZ. Ele foi flagrado por fotógrafos sozinho e chegou a entrar brevemente na água. Depois disso, sentou-se inerte diante do lago, enquanto autoridades continuavam a busca pelo corpo. Dorsey está com a custódia de Josey, filho do casal, que estava com Rivera durante o trágico passeio. Mãe, pai e irmão da atriz também estiveram no local e entraram na água por alguns momentos. A mãe foi fotografada de braços abertos, rezando. Já seu pai chegou a mergulhar. Autoridades locais confirmaram que as buscas pela atriz prosseguem. “Estamos sendo auxiliados pelos xerifes de Tulare e de San Luis Obispo. Manteremos vocês atualizados”, escreveu o perfil oficial do xerife de Ventura nas redes sociais. The search continues for Naya Rivera. @VENTURASHERIFF told press that this man and woman are Naya’s mother and brother. Her mother is kneeling on the dock with her arms outstretched towards the water. pic.twitter.com/5q6eGrWojR — Anastasia (@AnastasiaElyseW) July 11, 2020 NAYA RIVERA’S FATHER RUNNING INTO THE LAKE TO SEARCH FOR HIS DAUGHTER. MY HEART IS HURTING SO BAD. PLEASE CONTINUE TO PRAY FOR NAYA AND PLEASE PRAY FOR HER LOVED ONES. 💔 pic.twitter.com/q7von57GoF — valentina (@JEHLANl) July 12, 2020 Powerful, heartbreaking photos of Naya Rivera’s family assisting with the search efforts at Lake Piru 💔 pic.twitter.com/Sqyb08gl9g — The AHS Zone (@ahszone) July 12, 2020 Naya Rivera's ex-husband Ryan Dorsey was seen at the banks of Lake Piru on Saturday, could be seen wiping away tears as he walked around the banks of the lake close to the Rivera family, Dorsey was given a friendly hug by a member of his former in-laws family in a moment of grief pic.twitter.com/mdrnfvfPaY — Lilian Chan (@bestgug) July 12, 2020 Today’s search operation at Lake Piru is winding down. The mission will resume Sunday morning in the ongoing effort to locate Naya Rivera. pic.twitter.com/oy25vTdDLi — Ventura Co. Sheriff (@VENTURASHERIFF) July 12, 2020

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    Vídeo revela últimas imagens de Naya Rivera, alugando barco para passear com o filho

    10 de julho de 2020 /

    A polícia do condado de Ventura, na Califórnia, divulgou um vídeo que mostra a atriz Naya Rivera, que viveu Santana na série “Glee”, chegando ao lago Piru com seu filho durante a tarde de quarta passada (8/7), e alugando um barco para passeio. Ela está desaparecida desde então. A gravação, feita por câmeras de segurança, foi disponibilizada no canal do YouTube do departamento policial. Veja abaixo. Nas imagens, ela chega em um veículo preto junto com seu filho Josey Hollis Dorsey, de quatro anos. Naya vestia uma roupa branca e usava boné. Eles vão na direção de uma espécie de tenda para alugar o veículo aquático e, dez minutos depois, um barco que estava ancorado no lado esquerdo sai para o lago. De acordo com o xerife de Ventura, Josey foi encontrado sozinho no barco por um velejador, cerca de três horas após ele e a mãe embarcarem no passeio. O menino usava coletes salva-vidas e disse que estava nadando com a mãe, mas que ela não voltou ao barco. O filho da atriz é fruto de um casamento com o ator Ryan Dorsey (da série “Ray Donovan”). O casal finalizou o divórcio em junho de 2018, após quase quatro anos. As autoridades já presumem que Naya tenha morrido afogada. Desde então, elas realizam buscas pelo corpo da atriz no lago. “Presumimos que ocorreu um acidente e presumimos que ela se afogou no lago”, disse o vice-xerife Chris Dyer em uma entrevista coletiva na tarde de quinta-feira (9/7). “O objetivo ainda é levar a srta. Rivera para casa, para sua família”, disse ele.

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    Após desaparecimento, Naya Rivera é considerada morta pela polícia

    9 de julho de 2020 /

    A atriz Naya Rivera, que estrelou a série “Glee”, já está sendo considerada morta por afogamento, após desaparecer num lago próximo a Los Angeles. “Presumimos que ocorreu um acidente e presumimos que ela se afogou no lago”, disse o vice-xerife Chris Dyer em uma entrevista coletiva na tarde de quinta-feira (9/7). “O objetivo ainda é levar a srta. Rivera para casa, para sua família”, disse ele. Rivera está desaparecida desde quarta, após alugar um barco no pontão no lago Piru para passear com seu filho de quatro anos. O menino foi encontrado sozinho no barco vestindo um colete salva-vidas, ao lado de uma identificação da atriz. Segundo a emissora KNBC, a criança disse aos investigadores que estava nadando com a mãe, mas que ela não voltou ao barco. As autoridades iniciaram uma busca de barco e helicóptero na mesma tarde, mas até o fim de quinta-feira o corpo da atriz de 33 anos ainda não havia sido encontrado. Cerca de 100 voluntários e a equipe de segurança pública do Gabinete do Xerife do Condado de Ventura, da Guarda Costeira dos EUA e mergulhadores profissionais de Los Angeles e dos condados de San Luis Obispo e Tulare estão envolvidos na busca por Rivera. As autoridades disseram que não há indícios de atividade criminosa, mas que ainda era muito cedo para dizer o que aconteceu, ou quanto tempo levará até que o corpo de Rivera seja encontrado. “Se o corpo estiver enroscado em alguma coisa embaixo da água, ele pode nunca emergir”, afirmou o sargento Kevin Donoghue na coletiva. “É uma tragédia terrível para eles todos”, acrescentou, oferecendo condolências à família da atriz. As autoridades informaram que é permitido nadar no local, porque não há correntes de água que ofereçam perigo. No entanto, o lago tem diversas árvores e raízes submersas, que podem causar acidentes. Rivera ficou conhecida pelo papel de Santana Lopez, uma líder de torcida na comédia musical “Glee” que foi ao ar entre 2009 a 2015. A atriz apareceu em 113 episódios da série e namorou a co-estrela Mark Salling, que se suicidou em 2018 depois de se declarar culpado em processo envolvendo pornografia infantil. O filho da atriz é fruto de um casamento com o ator Ryan Dorsey (da série “Ray Donovan”). O casal finalizou o divórcio em junho de 2018, após quase quatro anos. Atualmente, ela fazia parte do elenco de outra série musical, “Step Up: High Water”, derivada da franquia cinematográfica “Ela Dança, Eu Danço”, renovada para sua 3ª temporada no YouTube Premium.

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  • Etc,  Série,  TV

    Sebastian Athié (1995 – 2020)

    6 de julho de 2020 /

    O jovem ator mexicano Sebastian Athié, conhecido por seus papéis em séries exibidas pela Disney Channel na América Latina, morreu aos 24 anos. Ele teve a morte confirmada pela Disney Channel Brasil, que fez uma publicação em sua página no Instagram para lembrar do ator. “Descanse em paz, Sebas. Sua arte e seu sorriso ficarão para sempre. Lamentamos a perda de Sebastián Athié e sempre lembraremos de seu talento, companheirismo, profissionalismo e, acima de tudo, seu enorme coração. Nossos sentimentos à família, colegas, amigos e fãs”, diz o texto. Athié ficou conhecido por sua participação na novela teen argentina “O11CE”, que teve 180 episódios e foi um grande sucesso na América Latina. Sebastian participou de todos os capítulos, integrando um grupo de jovens de diferentes origens que jogam no time Los Halcones Dorados, de Buenos Aires. Ele também namorou uma colega da atração, a atriz Agustina Palma. Seu colega Santiago Stieben, que fez parte do elenco da série, emocionou-se ao gravar um vídeo para falar do amigo nas redes sociais. “Estou realmente muito triste. Hesitei em fazer este vídeo. Mas sinto que quero compartilhar com todos o amor que tenho por você. Meu abraço à sua família, minhas melhores lembranças com você sempre”, comentou. A última publicação de Sebastian no Instagram foi feita no dia 7 de junho. Na ocasião, ele publicou uma foto de si mesmo e usou uma citação de Nelson Mandela: “Ser livre não é apenas se livrar das correntes que lhe prendem, mas viver sendo capaz de respeitar e engrandecer a liberdade dos outros”, escreveu. A causa da morte, até o momento, não foi revelada.

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    Ennio Morricone (1928 – 2020)

    6 de julho de 2020 /

    O grande compositor Ennio Morricone, criador de trilhas sonoras inesquecíveis, morreu nesta segunda-feira (6/7) em Roma aos 91 anos, por complicações de uma queda sofrida na semana passada. Ele teve uma carreira de quase 70 anos como instrumentista e 60 anos como compositor de obras para o cinema, TV e rádio. Suas músicas acompanharam mais de 500 filmes, venderam cerca de 70 milhões de discos e criaram a identidade sonora de gêneros inteiros, como o spaghetti western, também conhecido como “bangue-bangue à italiana”, o giallo ultraviolento, os filmes americanos de máfia e reverberaram por toda a indústria cinematográfica italiana. “O Maestro”, como era conhecido, nasceu em 10 de novembro de 1928 em uma área residencial de Roma. Seu pai, Mario, tocava trompete, e este foi o primeiro instrumento que o jovem aprendeu a tocar. Graças a essa convivência, ele começou a compor músicas aos 6 anos. Quando tinha cerca de 8 anos, Morricone conheceu seu grande parceiro, o cineasta Sergio Leone, no ensino fundamental. Os dois voltaram a se encontrar duas décadas mais tarde para fazer História. O jovem Morricone começou a carreira compondo músicas para dramas de rádio, ao mesmo tempo em que tocava numa orquestra especializada em trilhas para filmes. “A maioria era muito ruim e eu acreditava que poderia fazer melhor”, disse ele numa entrevista de 2001. Ele trabalhou com Mario Lanza, Paul Anka, Charles Aznavour, Chet Baker e outros como arranjador de estúdio na gravadora RCA e com o diretor Luciano Salce em várias peças. Quando Salce precisou de uma trilha para seu filme “O Fascista” (1961), lembrou do jovem e deu início à carreira de compositor de cinema de Morricone. Depois de alguns filmes, Morricone reencontrou Leone, iniciando a lendária colaboração. O primeiro trabalho da dupla, “Por um Punhado de Dólares” (1964), marcou época e estabeleceu um novo patamar no gênero apelidado de spaghetti western – além de ter lançado a carreira de Clint Eastwood como cowboy de cinema. Os dois assinaram com pseudônimos americanos, e muita gente realmente acreditou que se tratava de uma produção de Hollywood, tamanha a qualidade. Ao todo, Morricone e Leone trabalharam juntos em sete filmes, dos quais o maestro considerava “Era uma Vez no Oeste” (1968) a obra-prima da dupla. O segredo da combinação é que Leone pedia para Morricone compor as músicas antes dele filmar, usando-a como elemento narrativo, muitas vezes dispensando diálogos. Nesta fase, ele também inaugurou duradouras parcerias com Bernardo Bertolucci e Pier Paolo Pasolini. Do primeiro, compôs a trilha de “Antes da Revolução” (1964), mas só retomou as colaborações na década seguinte. Já com o segundo, foi fundo na cumplicidade do período mais controvertido do diretor, embalando clássicos que desafiaram a censura, como “Teorema” (1968), “Orgia” (1968), “Decameron” (1971), “Os Contos de Canterbury” (1972) e “As Mil e Uma Noites” (1974). Serviu até de consultor musical para o mais ultrajante de todos, “Salò, ou os 120 Dias de Sodoma” (1975), proibidíssimo e talvez relacionado ao assassinato nunca resolvido do diretor naquele ano. Fez também muitas comédias picantes e uma profusão de obras sobre crimes e gângsteres de especialistas como Alberto Martino e Giuliano Montaldo. A verdade é que, no começo da carreira, Morricone chegava a compor até 10 trilhas por ano, entre elas composições de clássicos como “De Punhos Cerrados” (1965), de Marco Bellochio, e “A Batalha de Argel” (1966), de Gillo Pontecorvo. E o sucesso dos westerns de Leone – como “Por uns Dólares a Mais” (1965) e “Três Homens em Conflito” (1966), igualmente estrelados por Clint Eastwood – , aumentou muito mais a procura por seus talentos. Sua música não só ressoava em dezenas de filmes, como os demais compositores tentavam soar como ele, especialmente os que musicavam westerns italianos. Morricone ainda deixou sua marca num novo gênero, ao assinar a trilha de “O Pássaro das Plumas de Cristal” (1970), de Dario Argento, considerado o primeiro giallo, uma forma de suspense estilizada e sanguinária, que geralmente envolvia um serial killer e mortes brutais. Confundindo-se com a tendência, fez trilhas para outros giallos famosos, como “O Gato de Nove Caudas” e “Quatro Moscas Sobre Veludo Cinza”, ambos de Argento, além de “O Ventre Negro da Tarântula” e “Uma Lagartixa num Corpo de Mulher”, só para citar trabalhos feitos num período curto. As trilhas destes quatro filmes foram criadas em 1971, simultaneamente a uma dezena de outras, entre elas partituras de pelo menos três clássicos, “Decameron”, de Pier Paolo Pasolini, “Sacco e Vanzetti”, de Giuliano Montaldo, e “A Classe Operária Vai para o Paraíso”, de Elio Petri, sem esquecer uma nova colaboração com Leone, “Quando Explode a Vingança”. Para dar ideia, ele chegou a recusar o convite para trabalhar em “Laranja Mecânica”, de Stanley Kubrick, porque não daria conta. Requisitadíssimo, Morricone assinou as trilhas da franquia “Trinity”, que popularizou a comédia western italiana e virou fenômeno de bilheteria mundial, e começou a receber pedidos de produções francesas – teve uma forte parceria com o cineasta Henri Verneuil em thrillers de Jean-Paul Belmondo – e alemãs. Quando Clint Eastwood retornou aos EUA, convocou o maestro a fazer sua estreia em Hollywood, assinando a música de seu western “Os Abutres Têm Fome” (1970), dirigido por Don Siegel. Mas foi preciso um terror para que se estabelecesse de vez na indústria americana. Morricone tinha recém-composto a trilha do épico “1900” (1976), de Bernardo Bertolucci, quando foi convidado a trabalhar em “O Exorcista II: O Herege” (1977), contratado ironicamente devido a uma de suas obras menores, “O Anticristo” (1974). A continuação do clássico de terror decepcionou em vários sentidos, mas o compositor começou a engatar trabalhos americanos, como “Orca: A Baleia Assassina” (1977) e o filme que o colocou pela primeira vez na disputa do Oscar, “Cinzas do Paraíso” (1978). A obra-prima de Terrence Malick era um drama contemplativo, repleto de cenas da natureza, que valorizou ao máximo seu acompanhamento musical. E deu reconhecimento mundial ao trabalho do artista. Apesar da valorização, ele não diminuiu o ritmo. Apenas acentuou sua internacionalização. Musicou o sucesso francês “A Gaiola das Loucas” (1978), o polêmico “Tentação Proibida” (1978), de Alberto Lattuada, e voltou a trabalhar com Bertolucci em “La Luna” (1979) e “A Tragédia de um Homem Ridículo” (1981), ao mesmo tempo em que compôs suspenses/terrores baratos americanos em série. Dois terrores desse período tornaram-se cultuadíssimos, “O Enigma de Outro Mundo” (1982), em que trabalhou com o diretor – e colega compositor – John Carpenter, e “Cão Branco” (1982), uma porrada de Samuel Fuller com temática antirracista. Foi só após um reencontro com Sergio Leone, desta vez em Hollywood, que Morricone deixou os filmes baratos americanos por produções de grandes estúdios. Os dois velhos amigos colaboraram pela última vez em “Era uma Vez na América” (1984), antes da morte de Leone, que aconteceria em seguida. Ambos foram indicados ao Globo de Ouro e o compositor venceu o BAFTA (o Oscar britânico). A repercussão de “Era uma Vez na América” levou o maestro a trabalhar em “A Missão” (1986), de Roland Joffé, que como o anterior era estrelado por Robert De Niro. O filme, passado no Rio Grande do Sul, rendeu-lhe a segunda indicação ao Oscar. Em seguida veio seu filme americano mais conhecido, novamente com De Niro no elenco. “Os Intocáveis” (1987), de Brian De Palma, foi sua terceira indicação ao Oscar – e, de quebra, lhe deu um Grammy (o Oscar da indústria musical). O compositor recebeu sua quarta indicação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas por outro filme de gângster, “Bugsy” (1991), de Barry Levinson. Mas nunca se mudou para os Estados Unidos, o que lhe permitiu continuar trabalhando no cinema europeu – em obras como “Busca Frenética” (1988), de Roman Polanski, o premiadíssimo “Cinema Paradiso” (1988), de Giuseppe Tornatore, “Ata-me” (1989), de Pedro Almodóvar, e “Hamlet” (1990), de Franco Zeffirelli. Eventualmente, voltou a bisar parcerias com De Palma, Joffé e até fez alguns blockbusters de Hollywood, como “Na Linha de Fogo” (1993), em que reencontrou Clint Eastwood, “Lobo” (1994), de Mike Nichols, e “Assédio Sexual” (1994), novamente de Levison. Mas sua última indicação ao Oscar foi uma produção italiana, outra colaboração com Tornatore: “Malena” (2000). Na verdade, Morricone musicou todos os filmes de Tornatore desde “Cinema Paradiso”. Foram 10 longas e alguns curtas, até 2016. Seu ritmo só diminuiu mesmo a partir de 2010, quando, em vez de 10 trabalhos anuais, passou a assinar 4 trilhas por ano. Apesar de convidado, ele nunca trilhou um filme dirigido por Eastwood, decisão da qual mais se arrependia, mas recebeu das mãos do velho amigo o seu primeiro Oscar. Foi um troféu honorário pelas realizações de sua carreira, em 2007. Morriconi ainda veio a receber outro prêmio da Academia, desta vez pelo trabalho num filme: a trilha de “Os Oito Odiáveis”, western dirigido por Quentin Tarantino em 2015. Esta criação sonora também lhe rendeu o Globo de Ouro e o BAFTA. E ele fez sem ver o longa, no estúdio particular de sua casa. Grande fã de sua obra, Tarantino já tinha usado algumas de suas composições como música incidental em “Kill Bill”, “Django Livre” e “Bastardos Inglórios”. E deu completa liberdade para Morricone, que, em troca, disse que trabalhar com o diretor em “Os Oito Odiáveis” tinha sido “perfeito… porque ele não me deu pistas, orientações”, permitindo que criasse sua arte sem interferência alguma. “A colaboração foi baseada em confiança”. O maestro ainda ganhou muitos outros prêmios, entre eles 10 troféus David di Donatello (o Oscar italiano) ao longo da carreira – o mais recente por “O Melhor Lance” (2013), de Tornatore. Foi uma carreira realmente longa, que seu velho parceiro Tornatore transformou em filme, “Ennio: The Maestro” (2020), um documentário sobre sua vida e obra, finalizado pouco antes de sua morte, que deve ser lançado ainda neste ano. Mas a última palavra sobre sua vida foi dele mesmo. Morricone escreveu seu próprio obituário, que seu advogado leu para a imprensa após o anúncio de sua morte. “Eu, Ennio Morricone, estou morto”, começa o texto, em que o maestro agradeceu a seus amigos e familiares, e dedicou “o mais doloroso adeus” a sua esposa Maria Travia, com quem se casou em 1956, dizendo “para ela renovo o amor extraordinário que nos unia e que lamento abandonar”. Relembre abaixo alguns dos maiores sucessos do grande mestre.

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