Haruma Miura (1990 – 2020)
O ator japonês Haruma Miura, conhecido por interpretar Eren Jaegar na adaptação cinematográfica do mangá “Ataque dos Titãs”, morreu no sábado (17/7) aos 30 anos. Segundo vários veículos da imprensa japonesa, Miura foi encontrado desacordado em sua casa em Tóquio e declarado morto na chegada ao hospital. A Polícia Metropolitana de Tóquio está investigando a morte como um possível suicídio. O ator nasceu na capital japonesa em 1990 e iniciou sua carreira na televisão aos 13 anos, aparecendo desde então em várias séries japonesas. Aos 16, ele estreou no cinema, atuando logo como protagonista em “Catch a Wave” (2006), como um adolescente que resolve participar de uma competição profissional de surfe. Ele trabalhou com alguns dos diretores mais populares do Japão, como Takashi Miiki em “Operação Corvo 2” (2009) e Takashi Yamazaki em “The Fighter Pilot” (2013), filme que lhe rendeu uma indicação como Melhor Ator Coadjuvante na premiação da Academia Japonesa de Cinema. Miura estrelou os dois longas live-action da franquia “Ataque dos Titãs” em 2015, e também participou de adaptações dos mangás “Gintama”, “Gokusen”, “Naoko” e da dublagem do anime “Harlock: Space Pirate”. Seus últimos papéis foram na série “Two Weeks”, lançada há duas semanas no Japão, “Gift of Fire”, drama de Hiroshi Kurosaki sobre a tentativa japonesa de criar uma bomba atômica no final da 2ª Guerra Mundial, ainda sem previsão de estreia, e “Brave: Gunjyo Senki”, adaptação do mangá homônimo que se encontrava em plena filmagem.
Del Rangel (1955 – 2020)
O diretor e produtor de TV Antônio “Del” Rangel morreu aos 64 anos na quinta-feira (16/7). A informação foi confirmada pela Diretoria Executiva da Fundação Padre Anchieta. Desde 2019, Rangel era diretor de programação da TV Cultura, em São Paulo. Segundo a fundação, o diretor morreu em decorrência de um infarto fulminante. Antes de comandar a TV Cultura, Del Rangel dirigiu várias novelas e séries em outros canais. Na Globo, realizou vários trabalhos nas décadas de 1980 e 1990, à frente de novelas como “Cambalacho” (1986), “O Outro” (1987) e “Bebê a Bordo” (1987), entre outras. Seu último trabalho na emissora foi em 2001, na direção da minissérie “Os Maias” em parceria com Emilio Di Biasi. Ele foi casado com a atriz Regina Duarte entre 1983 e 1995, e a dirigiu na série “Joana”, uma produção independente que foi exibida pelo SBT e pela extinta TV Manchete em 1984. A parceria com a esposa ainda rendeu o seriado “Retrato de Mulher”, na Globo, em 1993. Rangel também comandou algumas das novelas mais bem-sucedidas do SBT – “Éramos Seis” (1994), “As Pupilas do Senhor Reitor” (1994), “Sangue do Meu sangue” (1995), “Razão de Viver” (1996), “Vende-se Um Véu de Noiva” (2009), “Uma Rosa com Amor” (2010) e o fenômeno “Carrossel” (2012). Além disso, teve trabalhos desenvolvidos no teatro e no cinema. Produziu sete filmes dos Trapalhões, entre 1979 e 1983, e ainda dirigiu “O Trapalhão na Arca de Noé” (1983) e “Uma Escola Atrapalhada” (1990), ambos escritos por Renato Aragão, e o drama “Contos de Lygia” (1998), inspirado por histórias da escritora Lygia Fagundes Telles.
Phyllis Somerville (1943 – 2020)
A atriz Phyllis Somerville, conhecida pelos filmes “Pecados Íntimos” e “As Rainhas da Torcida”, morreu na quinta (16/7) de causas naturais em sua casa, na cidade de Nova York, aos 76 anos. Ainda criança, Somerville teve uma pequena aparição na série “Guiding Light”, em 1952, mas seguiu carreira no teatro e só foi reaparecer nas telas três décadas depois, como figurante na comédia de sucesso “Arthur, o Milionário Sedutor”, lançada em 1981. Ela esperou mais uma década antes de decidir se focar no audiovisual, atuando em episódios de várias séries a partir dos anos 1990, como “Nova York Contra o Crime” (NYPD Blue), “Sex and the City”, “Família Soprano” (The Sopranos) e até em três títulos da franquia “Lei & Ordem”: a “Law & Order” original, “Law & Order: SVU” e “Law & Order: Criminal Intent”. Somerville também acumulou participações em filmes famosos, entre eles “Fé Demais Não Cheira Bem” (1992), “Adoráveis Fantasmas” (1998), “Simplesmente Irresistível” (1999) e “Vivendo no Limite” (1999), até que começou a se destacar, alcançando papéis importantes em “Pecados Íntimos” (2006), de Todd Field, como a mãe do pedófilo vivido por Jackie Earle Haley, e em “O Curioso Caso de Benjamin Button” (2008), de David Fincher, como a vovó da versão mirim da personagem de Cate Blanchett. Após seus melhores filmes, ela entrou no elenco de “The Big C”, série de 2010 da HBO sobre a luta de uma mulher com câncer, em que viveu a vizinha suicida da protagonista Laura Linney. Ainda atuou em um episódio de “House of Cards”, antes de virar a mãe do Rei do Crime em “Demolidor” (em 2015), a líder da comunidade alternativa de “Outsiders” (de 2016) e Meemaw no sucesso da Netflix “The Unbreakable Kimmy Schmidt” (em 2017). Nos últimos anos, Sommerville apareceu no suspense “Segredos de Sangue” (2013), estreia do sul-coreano Park Chan-wook em Hollywood, no romance “Nossas Noites” (2017), que voltou a reunir o casal Robert Redford e Jane Fonda, no drama “A Vida de Diane” (2018), premiado no Festival de Tribeca, e na comédia “As Rainhas da Torcida” (2019), onde teve um de seus maiores destaques como uma das personagens do título – um time de cheerleaders da Terceira Idade que também incluía Diane Keaton, Jacki Weaver e Pam Grier. O último papel da atriz foi na série de detetive “Mare of Easttown”, prevista para estrear na HBO em 2021.
Roma rebatiza seu maior auditório com o nome de Ennio Morricone
A Assembleia de Roma aprovou por unanimidade nesta sexta (17/7) o projeto de renomear o Auditorium Parco della Musica (Parque da Música) como Auditorium Ennio Morricone, numa homenagem ao compositor e maestro italiano, autor de trilhas lendárias de cinema, que faleceu no dia 6 de julho aos 91 anos. A homenagem foi realizada numa sessão extraordinária, que contou com uma cerimônia solene e presença da prefeita de Roma e da família de Morricone. Um dos filhos do compositor, Marco, destacou aos presentes sua emoção pela mudança de nome, já que o pai considerava que o Auditorium “como sua casa” e agradeceu aos políticos “pela espontaneidade e pela velocidade” da honraria. Participaram também alguns dos expoentes do cinema e das artes italianas, como o diretor e amigo do maestro romano, Giuseppe Tornatore, que ressaltou o “grande privilégio” de ter conhecido e trabalhado com Morricone, e a Orquestra de Santa Cecília, que abriu a sessão tocando “Deborah’s Theme”, do filme “Era uma Vez na América” (1984). “Hoje estamos celebrando uma pessoa de grande valor humano e artístico que merece que Roma continue a lembrá-lo dignamente por tudo aquilo que ele deixou e que ficará na nossa memória. Estou feliz que essa amável homenagem seja compartilhada com os cidadãos”, disse a prefeita de Roma, Virginia Raggi, ao abrir a sessão legislativa. Raggi lembrou que “até os seus últimos concertos” ficaram lotados tanto na Itália como em outros países e que “Morricone era admirado na sua cidade, mas a sua popularidade foi muito além das fronteiras” italianas. “Uma popularidade que poucos tiveram igual. Para ele, o mundo todo fez homenagens seja no mundo do espetáculo, da cultura ou da política. Foram sentimentos sinceros porque poucos como Morricone souberam emocionar e comover em um sentimento que atravessou gerações. Todos nós temos recordações inesquecíveis, centenas de composições, que poderemos escutar no auditório que levará o seu nome”, finalizou. O presidente da Assembleia, Marcello De Vito, ressaltou que o projeto foi aprovado da maneira mais rápida possível porque “houve uma ação unânime de todas as forças políticas para esse ato necessário e indispensável”. O agora chamado Auditorium Ennio Morricone é o maior complexo musical de Roma, com três salas de concertos e apresentações para os mais diversos tipos de atividades culturais. Ele foi projetado pelo renomado arquiteto Renzo Pieno e inaugurado em 2002.
Galyn Görg (1964 – 2020)
A atriz e dançarina Galyn Görg, que atuou em “Twin Peaks” e “RoboCop 2”, morreu em um hospital no Havaí na terça-feira (14/7), um dia antes de completar 56 anos. Natural de Los Angeles, Görg apareceu no popular videoclipe de “Sharp Dressed Man”, sucesso de 1983 da banda ZZ Top, e um ano depois fez sua estreia numa produção televisiva, como dançarina num episódio de “Fama”. Ela apareceu em diversas séries famosas, de “Esquadrão Classe A” a “Lost”, passando por duas atrações da franquia “Star Trek” – “Deep Space Nine” e “Voyager”. No cinema, além de “RoboCop 2” (1990), também foi vista em “Caçadores de Emoção” (1991), “Storyville, um Jogo Perigoso” (1992) e “Uma Jogada do Destino” (1993). Apesar de pequenos, alguns de seus papéis marcaram época, como a pugilista que nocauteou Will Smith em um ringue de boxe, na série “Um Maluco no Pedaço” (The Fresh Prince of Bel-Air) em 1996, ou como Nancy, a irmã de Blackie O’Reilly (Victoria Catlin) em três capítulos de “Twin Peaks”, em 1990. Mas ela conseguiu um papel de protagonista, na pele da detetive da polícia Leora Maxwell na série sci-fi “M.A.N.T.I.S.”, criada pelo cineasta Sam Raimi, que só durou uma temporada na Fox, entre 1994 a 1995. Depois do fim desta série, Raimi ainda a escalou num capítulo de “Xena: A Princesa Guerreira”. Mais recentemente, ela também foi vista em “Parks and Recreation”, “Colony” e “How to Get Away with Murder”.
Heather Morris homenageia Naya Rivera com fotos dos filhos das duas
A atriz Heather Morris, que interpretou Brittany em “Glee”, par romântico de Santana, a personagem de Naya Rivera, prestou uma homenagem tocante à colega em seu Instagram, em que falou da forte amizade que partilhavam fora das telas e que era estendida a seus filhos. O corpo de Naya Rivera foi encontrado na segunda-feira (13/7), cinco dias após desaparecer num lago da Califórnia, enquanto passeava com o filho. Morris chegou a ir até o lago Piru para acompanhar as buscas e acabou participando de uma despedida à amiga, cuja morte motivoumuitos tributos do elenco de “Glee”. “Começamos como melhores amigas e, como todas as coisas novas, passamos por uma fase um pouco difícil. No entanto, ficamos do lado uma da outra e criamos a mais bela amizade construída a partir do amor e da compreensão”, ela escreveu, lembrando que a última vez que elas deveriam ter se visto foi quando Naya foi até sua casa buscar laranjas, mas, por conta da quarentena, apenas pegou o saco com as frutas que ela tinha deixado na frente da porta. “Eu queria dizer ‘Oi’ pela janela, mas meu telefone não tocou quando você ligou (o que nunca acontece, maldito celular); então, você e Josey deixaram duas suculentas à nossa porta como agradecimento. Plantei elas e as olho todos os dias e penso em você”, escreveu. “Ainda ouço o seu EP repetidamente, porque a partir do momento em que o ouvi, fiquei impressionada e sempre desejei que o mundo soubesse mais da sua voz. Você me enviou mais de cinco dúzias de vídeos do SnapChat quando você e Josey acordavam de manhã, e eu me bato por não ter salvo nenhum deles. Você sempre compartilhou receitas e eu admirava seu amor por comida. Prometemos passar toda Páscoa juntas, mas a covid roubou esta última de nós. Você é e sempre será o ser humano mais forte e resistente que eu conheço, e prometo levar isso comigo enquanto continuar vivendo minha vida”, continuou. Morris revelou que aprendeu muito com sua parceira de elenco. “Você constantemente me ensinou lições sobre dor, beleza e equilíbrio, sobre ser forte, resistente e não dar a mínima (mas ainda ser respeitosa). No entanto, a lição mais importante que aprendi com você foi ser uma amiga consistente e amorosa. Você foi a primeira a se apresentar, a primeira a fazer perguntas, a primeira a ouvir… Você valorizou nossa amizade e eu nunca reconheci isso”, lamentou. A atriz também falou como as fotos da convivência entre seus filhos era bem representativa sobre a relação das duas, como famílias. “Nunca tiramos fotos juntas porque ambas odiamos tirar fotos… Nosso relacionamento significava mais que isso. Tenho inúmeras fotos de nossos bebês brincando, porque compartilhamos esse tipo de orgulho e alegria. Então, eu estou mostrando ao mundo uma foto dos nossos ‘bobões’, porque eu sei que isso significava para você mais do que tudo, e elas me lembram você e eu”. As crianças que ilustram o post são Josey, o filho de 4 anos que estava com Rivera quando ela se afogou, Elijah, de 6, e Owen, de 4, filhos de Mirris. “Falo com você todos os dias porque sei que você ainda está comigo”, continuou a atriz. “E, embora esteja me sentindo insaciável por não termos mais tempo juntas, aprecio cada momento que tivemos e guardo junto ao meu coração”. Ver essa foto no Instagram We started out as the closest friends and then like all new things, we went through a bit of a rocky phase. However, we stuck by each other’s side and created the most beautiful friendship built out of love and understanding. The last I had the chance to see you in person, I had left oranges outside our home for you to take. I wanted to say hi through the window but my phone didn’t ring when you called (which it never does, f*cking T-Mobile), so instead you and Josey left two succulents on our doorstep as a thank you. I planted those succulents and I look at them everyday and think of you. I still listen to your EP on repeat because from the moment I heard it, it struck me and I always wished the world knew more of your voice. You sent me over 5 dozen SnapChat videos when you and Josey woke up in the morning and I kick myself that I didn’t save one of them. You always shared recipes and I admired your love for food. We vowed to spend every Easter together, even though Covid stole this last one from us. You are and always will be the strongest and most resilient human being I know, and I vowed to carry that with me as I continue to live my life. You constantly taught me lessons about grief, about beauty and poise, about being strong, resilient and about not giving a fuck (but still somehow respectful ). Yet, the utmost important lesson I learned most of all from you was being a consistent and loving friend. You were the first to check in, the first to ask questions, the first to listen..you cherished our friendship and I never took that for granted. We never took photos together because we mutually hated taking pictures…our relationship meant more than proof. I have countless pictures of our babies playing, because we shared that kind of pride and joy. So I’m showing the world a photo of our little goof balls for you, because I know that meant more than anything and they remind me of you and I. I speak to you everyday because I know you’re still with me and even though I’m feeling greedy that we don’t get more time together, I cherish every moment we had and hold it close to my heart. Uma publicação compartilhada por Heather Morris (@heatherrelizabethh) em 15 de Jul, 2020 às 2:03 PDT
Astros de Flash e Supergirl se sentiam intimidados por Naya Rivera
Antes de viverem Barry Allen e Kara Danvers nas séries “The Flash” e “Supergirl”, Grant Gustin e Melissa Benoist foram Sebastian e Marley Rose em “Glee”. Ambos também tinham outra coisa em comum. Eles confessaram no Instagram que se sentiam intimidados pelo talento de Naya Rivera. O corpo da atriz foi encontrado na segunda-feira (13/7), cinco dias após desaparecer num lago da Califórnia, enquanto passeava com o filho, e sua morte motivou muitos tributos do elenco de “Glee”. Sebastian era rival de Santana, a personagem de Naya, mas os dois fizeram um dueto que está entre as performances mais adoradas pelos fãs de “Glee”, cantando “Smooth Criminal”, de Michael Jackson, acompanhados por um arranjo com violinos. Na mensagem, escrita em seu Instagram, Gustin lamentou a perda da colega, contando como seu talento o impressionava. “Essa perda é verdadeiramente inimaginável. Como muitas pessoas disseram, Naya era uma potência. Eu era intimidado pelo seu talento e presença no set, mas ela sempre foi tão gentil e acolhedora comigo. Muitas das minhas memórias de ‘Glee’ dentro e fora das gravações são com Naya. Ela era única”, escreveu Gustin em um texto acompanhado por uma foto da atriz com seu filho, Josey. “Meu coração se parte por sua família e amigos. Eu sempre manterei Naya no meu coração e lembrarei dela pela pessoa forte, talentosa e solidária que ela foi para mim pelo curto período que pude passar com ela. Enviando muita força e amor para sua família e todos que estão de coração partido por essa perda trágica”, completou o intérprete do Flash. Curiosamente, Melissa Benoist confessou quase os mesmos sentimentos por Rivera. “Existia uma beleza inegável que ela irradiava, não só de por fora, mas também por dentro, e considero-me uma sortuda por ter testemunhado isso de perto, mesmo que por um período curto de tempo”, contou, antes de revelar como se sentia diante de sua presença. “Eu ficava intimidada por ela, mas ela tinha um jeito de te desarmar que apenas fazia você querer estar perto dela, ouvir o que ela tinha a dizer (porque seria, sem dúvida, a coisa mais nítida e real que você ouviria o dia todo). Ela foi tão gentil e aberta comigo quando não precisava ser, quando eu era uma novata ingênua, sem noção e insegura. Bravamente autêntica, genuinamente gentil, incrivelmente talentosa e profundamente amada por tantos. Descanse em paz, Naya”, escreveu a atriz de Supergirl em seu Instagram. Ver essa foto no Instagram This loss is truly unimaginable. As many people have stated, Naya was a force. I was intimidated by her talent and presence on set, but she was always so kind and welcoming to me. So many of my Glee memories on and off set have Naya in them. She was one of a kind. My heart breaks for her family and friends. I’ll always keep Naya in my heart and remember her for the strong, talented and compassionate person she was to me in the brief time I got to spend with her. Sending so much strength and love to her family and everyone who’s heart is breaking over this tragic loss. Uma publicação compartilhada por Grant Gustin (@grantgust) em 15 de Jul, 2020 às 8:48 PDT Ver essa foto no Instagram She has not left my mind this last week. It’s difficult to find words. There was an undeniable beauty that she radiated inside and out, and I consider myself incredibly lucky that I got to witness that up close even for the short period of time that I did. I was so intimidated by her, yet she had a way of disarming that just made you want to be around her, hear what she had to say (because it would undoubtedly be the sharpest and most real thing you would hear all day). She was kind and open to me when she didn’t have to be, when I was a naive, clueless and insecure newcomer. Bravely authentic, genuinely kind, incredibly talented and deeply loved by so many. Thinking of her family and loved ones. Rest In Peace, Naya. Uma publicação compartilhada por Melissa Benoist (@melissabenoist) em 13 de Jul, 2020 às 8:04 PDT
Maurice Roëves (1937 – 2020)
O ator escocês Maurice Roëves, de “O Último dos Moicanos”, morreu nesta quarta (15/7) aos 83 anos, de causa não informada. Ele teve uma longa carreira, iniciada com a produção medieval da Disney “O Valente Príncipe de Donegal” (1966) e a adaptação do clássico literário de James Joyce “Alucinação de Ulisses” (1967). Roëves integrou o elenco dos dois primeiros filmes dirigidos por Richard Attenborough, “Oh! Que Bela Guerra!” (1969) e “As Garras do Leão” (1972), e trabalhou com outros grandes diretores, como John Sturges em “A Águia Pousou” (1976) e Ken Loach em “Agenda Secreta” (1990). Também teve uma pequena participação na primeira adaptação dos quadrinhos de Judge Dredd, “O Juíz” (1995), com Sylvester Stallone. Mas é mais conhecido mesmo pelo papel do Coronel Munro em “O Último dos Moicanos” (1992), de Michael Mann. Seu personagem era o comandante do forte inglês cercado por índios renegados e pai das duas jovens escoltadas por Hawkeye (Daniel Day Lewis) na adaptação. A maioria de seus trabalhos, porém, aconteceu no teatro e na TV britânicos. Além de aparecer numa infinidade de séries, ele foi um dos poucos atores a passar pelas duas principais franquias sci-fi televisivas do Reino Unido e dos EUA, “Doctor Who” (quatro episódios em 1984) e “Star Trek” (como um capitão romulano num capítulo de 1993 de “A Nova Geração”). Entre os seus últimos desempenhos, destacam-se participações no drama shakespeareano “Macbeth: Ambição e Guerra” (2015), com Michael Fassbender, e a minissérie “The Nest”, exibida entre março e abril passados na BBC.
Criadores de Glee vão bancar universidade do filho de Naya Rivera
Um dia após a confirmação da morte de Naya Rivera, os criadores da série que a consagrou compartilharam memórias e elogiaram seu grande talento. Mas como podiam fazer mais que isso, Ryan Murphy, Brad Falchuk e Ian Brennan, cocriadores de “Glee”, anunciaram a criação de um fundo para bancar a educação universitária do filho da atriz, Josey, atualmente com quatro anos de idade. “Naya era mais do que apenas uma atriz em nosso programa – ela era nossa amiga”, disseram os produtores numa declaração conjunta. O corpo da atriz foi encontrado na segunda (13/7) no lago Piru, na Califórnia (EUA), após ser dada como desaparecida desde a última quarta-feira (8/7). Ela se afogou durante um passeio de barco com seu filho, Josey. Os dois estavam nadando no lago e, segundo apurou a investigação, ela usou seu último fôlego para colocar o filho no barco, antes de desaparecer debaixo d’água, puxada pela correnteza. Joey é fruto do casamento de quatro anos da atriz com o ator Ryan Dorsey (da série “Ray Donovan”). O casal estava divorciado desde junho de 2018. Além de garantir a educação do menino, atualmente sob os cuidados do pai, os criadores de “Glee” divulgaram para a imprensa um depoimento emocionado com lembranças da atriz. Leia a íntegra de suas declarações abaixo. “Estamos com o coração partido pela perda de nossa amiga Naya Rivera. Naya não era uma integrante fixa da série quando lançamos ‘Glee’. Ela não tinha mais do que algumas linhas no piloto. Mas não demorou mais do que um episódio ou dois para percebermos que tivemos a sorte de encontrar uma das estrelas mais talentosas e especiais com as quais teríamos o prazer de trabalhar. Naya sabia atuar, podia dançar e podia cantar (e como podia cantar!). Era capaz de fazer piadas, além de dilacerar numa cena emocional. Ela podia ser assustadoramente forte e profundamente vulnerável com grande facilidade. Era uma alegria escrever para ela, uma alegria dirigi-la e uma alegria estar perto dela. Naya é responsável por inúmeras apresentações musicais icônicas de ‘Glee’ – o mash up de Adele, ‘Valerie’, ‘Songbird’ -, mas seu maior legado na série é provavelmente o humor e a humanidade que ela trouxe para o relacionamento de Santana com sua melhor amiga e eventual namorada/esposa Brittany (interpretada por Heather Morris). Foi uma das primeiras vezes que um relacionamento abertamente lésbico no ensino médio foi visto na televisão e Naya entendeu o que “Brittana” significava para as muitas jovens que estavam se vendo representadas na televisão pela primeira vez. Naya sempre se certificou de que o amor de Santana pela Brittany fosse expresso com dignidade, força e com intenções puras. Naya sempre se emocionava com as meninas que a procuravam para dizer o quanto o amor de Santana e Brittany as afetava. O respeito que Naya sentia por eles – e por todos os seus fãs – era óbvia. Ela tinha a rara combinação de humildade e confiança sem fim em seu talento. Naya era uma verdadeira profissional. Chegava sempre na hora certa, sempre decorava suas falas (o que não era fácil, considerando os trechos gigantes de diálogo que muitas vezes demos pra ela), sempre deixava todo mundo rindo no set. Ela era calorosa, carinhosa e ferozmente protetora do resto do elenco. Ela era forte e exigente. Ela era divertida. Ela foi gentil. Ela foi generosa. Houve altos e baixos durante os anos maravilhosos e estressantes que passamos fazendo ‘Glee’. Discordamos, brigamos, fizemos as pazes, depois brigamos um pouco mais e fizemos as pazes novamente. O tipo de coisa que acontece em uma família. Naya era mais do que apenas uma atriz no nosso programa – ela era nossa amiga. Nosso coração está voltado para a família dela, especialmente sua mãe, Yolanda, que era uma grande parte da família ‘Glee’ e seu filho Josey. Atualmente, nós três estamos no processo de criar um fundo de faculdade para o lindo filho que Naya amava acima de tudo”. Assinam o texto os produtores Ryan Murphy, Brad Falchuk e Ian Brennan.
Naya Rivera morreu após usar último fôlego para salvar o filho
A atriz Naya Rivera pode ter morrido para salvar seu filho Josey, de quatro anos. Na entrevista coletiva concedida na segunda-feira (13/7), no lago Piru, na Califórnia, o xerife de Ventura, Bill Ayub, disse que os relatos do menino faziam crer que ela usou seu último fôlego para tirá-lo da água, quando uma forte correnteza atingiu a região. Os dois estavam nadando no lago e o menino disse à polícia que viu a mãe desaparecer debaixo d’água, enquanto subia de volta no barco. Após deixar seu filho a salvo, ela teria ficado sem forças para conseguir retornar à embarcação. “Foi durante esse período que o garoto descreveu que a mãe o ajudou. Ele disse aos investigadores que olhou para trás [ao subir no barco] e a viu desaparecer na água. Acreditamos que ela reuniu energia suficiente para colocar seu filho de volta no barco, mas não conseguiu se salvar”, disse o xerife. O corpo da atriz foi encontrado na segunda (13/7), a poucos centímetros da superfície do lago Piru, após ser dada como desaparecida desde a última quarta-feira (8/7). A causa da morte tornou-se oficial nesta terça (14/7), quando foi confirmado que a atriz da série “Glee” morreu afogada, aos 33 anos.
Grant Imahara (1970 – 2020)
O engenheiro elétrico Grant Imahara, responsável pela criação do programa “Os Caçadores de Mitos” (MythBusters), no Discovery Channel, morreu na segunda-feira (13/7) de aneurisma cerebral, aos 49 anos. “Estamos com o coração partido ao ouvir essas tristes notícias sobre Grant”, afirmou o Discovery em comunicado. “Ele era uma parte importante da nossa família Discovery e um homem realmente maravilhoso. Nossos pensamentos e orações vão para a família dele”. Além da criação da atração de ciência pop, o especialista em eletrônica e rádio trabalhou em grandes filmes de Hollywood, como “Star Wars: A Ameaça Fantasma” (1999), “Matrix Reloaded” (2003) e “O Exterminador do Futuro 3” (2003), entre outros. Ele também apareceu, como ator, na série “Eureka” (em 2012) como um cientista de robótica, dublou o vilão Kang na animação “Avengers Assemble!” (2012-2014), figurou no telefilme “Sharknado 3: Oh, Não!” (2015) e estrelou a série não oficial “Star Trek Continues” no papel do Sr. Sulu, entre 2013 e 2017. Imahara nasceu em Los Angeles e se formou em 1993 no curso de engenharia elétrica pela University of Southern California. Ele acabou se especializando em “engenharia hollywoodiana”, criando animatrônicos, dispositivos robóticos que dão ilusão de vida a personagens do cinema, para a Industrial Light & Magic, a empresa de efeitos especiais fundada por George Lucas em 1975. Entre os muitos trabalhos que desenvolvem em Hollywood, Imahara operou o robô R2-D2 nos filmes da saga “Star Wars”. Ele também trabalhou em “O Mundo Perdido: Jurassic Park” (1997) e nas sequências de “Matrix”, além de ter participado da equipe técnica de muitos filmes de Steven Spielberg. A experiência em Hollywood levou Imahara a se tornar um dos criadores de “Os Caçadores de Mitos”, em 2005. A princípio, ele deveria aparecer como um construtor de equipamentos. Mas logo seu carisma ficou evidente e ele se tornou apresentador do programa, que coloca à prova lendas urbanas. Juntamente com seus colegas caçadores de mitos, Imahara também criou o “Projeto Coelho Branco”, um programa da Netflix que analisava as maiores invenções e assaltos da história. Mas esta iniciativa não repetiu o sucesso da produção do Discovery e foi cancelada após sua única temporada em 2016. Ele também era consultor da Disney e trabalhou no projeto que desenvolveu robôs acrobatas para servirem como dublês em cenas perigosas. O protótipo de “stuntronics” causou sensação quando foi revelado há dois anos.
Elenco de Glee se despede de Naya Rivera com mensagens tocantes
Alguns dos astros da série “Glee”, como Heather Morris, Amber Riley, Chris Colfer e Kevin McHale, foram vistos na segunda (13/7) de mãos dadas com amigos e familiares de Naya Rivera junto ao lago onde a atriz morreu. Após as autoridades confirmarem a morte da atriz, desaparecida desde quarta passada (8/7), eles e outros companheiros de elenco manifestaram-se nas redes sociais para declarar seu amor pela colega. Chris Colfer, o Kurt, deixou um texto emocionado. “Como você pode expressar todo seu amor e respeito por alguém em um único post? Como resumir uma década de amizade e risadas apenas em palavras? Se você era amigo de Naya Rivera, você simplesmente não consegue. O brilho e humor dela eram ímpares. Sua beleza e talento eram de outro mundo. Ela enfrentava o sistema com equilíbrio e sem medo. Ela poderia tornar um dia ruim num dia bom com um simples comentário. Ela inspirou e animou pessoas sem nem tentar. Ser próximo dela era tanto uma honra como uma armadura. Naya era única, e sempre será”, escreveu ele. Jenna Ushkowitz, intérprete de Tina, publicou uma foto em que aparece com a atriz, acompanhada por um texto tocante. “Naya, você era uma força, e todos que puderam estar ao seu redor sabiam isso, e sentiam a luz e a alegria que você emitia quando entrava no ambiente. Você brilhava nos palcos e nas telas, e irradiava com seu amor por trás das portas. Nossa amizade foi com as ondas, assim como a vida acontece e nós crescemos, então eu não vou olhar para trás e me arrepender, mas eu te amo e prometo que vou ajudar a manter vivos o legado de seu talento, seu humor, sua luz e sua lealdade”. Becca Tobin, que deu vida à Kitty Wilde, também compartilhou uma foto do set e lembrou a forma carinhosa com que foi recebida pela atriz na série. “Pra minha surpresa, Naya, uma das mais amadas pelo resto do elenco (e pelo mundo todo), me mostrou um calor e bondade instantâneos. Ela me convidava para festas, encontros e sempre estava disposta a me dar conselhos. Ela era uma superstar que não tinha nada a ganhar por ser legal com a garota nova, mas ela era, e isso mudou toda a experiência dessa garota nova na atração. Sempre serei grata a esse ser humano lindo. Meu coração está com a família dela e com seu doce garotinho”, escreveu. Harry Shum Jr, o Mike Chang, lembrou momentos que compartilhou com Rivera nos bastidores. “Ficava admirado quando te via interpretar múltiplas páginas de monólogos que acabara de decorar momentos e colocar o teu coração em cada performance, com aquela energia toda. As nossas conversas profundas sobre a vida entre cenas eram alguns dos meus momentos preferidos contigo. Poder ouvir os teus desejos e sonhos para o futuro e, com a chegada de Josey, ‘o teu maior sucesso’, fiquei tão feliz por ver o teu sonho tornar-se realidade”, disse. Amber Riley, a Mercedes, elogiou o talento musical da antiga parceira. “A minha parceira de duetos preferida. Te amo. Tenho saudades tuas. Não tenho palavras neste momento, apenas uma série de sentimentos. Descansa em paz, anjo, e fique sabendo que a tua família nunca terá de se preocupar com nada”. Kevin McHale, o Artie, listou os apelidos carinhosos da atriz. “Minha Naya, minha Snixxx, minha Bee. Não consigo imaginar um mundo sem você. Para alguém que tinha um corpo tão pequeno, Naya tinha uma presença gigante, um espaço vazio que será agora sentido por todos nós – aqueles que a conheciam pessoalmente e os milhões de vocês que a adoraram através das vossas televisões. Te amo, Bee”, completou. Matthew Morrison, o professor Will Schuester, teceu muitos elogios para o talento de Rivera, mas destacou que seu maior papel foi como mãe. “Naya era uma força tão poderosa, tanto em sua vida pessoal quanto em seu trabalho. Enquanto muitos de nós tentavam encontrar nossa voz, a de Naya era clara e resoluta. Quando ela falava, você abraçava cada palavra. E quando ela cantava, ela deixava você entrar em sua alma. ‘Glee’ foi apenas um trecho de sua vida que todos nós, felizmente, tivemos a honra de testemunhar. Mas Naya brilhava mais quando cercada por sua família maravilhosa. Uma paixão comum que ambos compartilhamos recentemente foi a de nossos papéis como pais. Naya era fervorosa com a maternidade e tinha um amor constante por Josey. É esse amor poderoso que nos garante que a história dela não termina aqui. Estou confiante de que sua influência positiva será sentida continuamente e que seu belo espírito continuará na vida de tantos. Descanse em paz, continue brilhando sobre nós com sua luz brilhante”. Diana Agron, a Quinn, escreveu praticamente um livro de memórias em seu Instagram, para acompanhar uma foto de um quase beijo com Rivera. “Naya e eu se entendemos com tanta facilidade que ela foi minha primeira amiga e aliada em nosso programa. Tentamos entender o que os outros membros do elenco deviam sentir enquanto estávamos trabalhando de maneiras tão separadas. Ousamos sonhar. E se essa série desse certo? Isso não seria demais?”, ela lembrou, acrescentando que estava revendo cenas da amiga. “Estive revisitando as performances de Naya em nosso programa e isso me trouxe uma grande alegria. Trabalhar com ela foi um presente. Havia muita coisa para absorver – sua ética de trabalho, seu destemor, seu talento – supremo. Ela era hipnotizante. Aquele brilho em seus olhos, seu sorriso luminoso. Naya lidera com verdade, humor, inteligência. Eu a amava por todos esses motivos. Eu amava seu senso de curiosidade e desejo de viajar. Tive a sorte de ser sua parceira de viagem em algumas das minhas aventuras favoritas. Enquanto escrevo isso, estou sorrindo com lembranças de uma excursão espontânea de 36 horas a Paris. Com Naya, tudo era possível e muitas vezes simplesmente as coisas aconteciam ao lado dela, quase magicamente…” Darren Criss, o Blaine, se disse agradecido pela amizade e pelo apoio que ela lhe deu durante a série. “Penso que ela tinha mais talento do que alguma vez tivemos a oportunidade de ver. Constantemente, sentia-me comovido pela forma como cuidava da sua família e como se preocupava com os seus amigos. Ela esteve disponível para mim em inúmeras ocasiões nas quais não precisava estar e sempre me senti agradecido pela sua amizade na época, tal como agora certamente estou”. Melissa Benoist, que antes de se tornar Supergirl foi Marley Rose em “Glee”, exaltou a beleza interior da atriz. “Existia uma beleza inegável que ela irradiava, não só de por fora, mas também por dentro, e considero-me uma sortuda por ter testemunhado isso de perto, mesmo que por um período curto de tempo”, comentou. “Eu ficava intimidada por ela, mas ela tinha um jeito de te desarmar que apenas fazia você querer estar perto dela, ouvir o que ela tinha a dizer (porque seria, sem dúvida, a coisa mais nítida e real que você ouviria o dia todo). Ela foi tão gentil e aberta comigo quando não precisava ser, quando eu era uma novata ingênua, sem noção e insegura. Bravamente autêntica, genuinamente gentil, incrivelmente talentosa e profundamente amada por tantos. Descanse em paz, Naya”. Demi Lovato, que fez uma participação em “Glee” como uma namorada de Santana, personagem de Rivera, também prestou sua homenagem. “Eu vou sempre valorizar a oportunidade que tive de interpretar sua namorada em ‘Glee’. A personagem que você fazia era revolucionária para dezenas de meninas queer que estavam ‘no armário’ (como eu na época) e meninas abertamente queer”, disse. “Sua ambição e suas conquistas foram inspiradoras para as mulheres latinas por todo o mundo. Meu coração está com seus entes queridos nesse momento…”, finalizou ela. Nos Stories, Demi compartilhou que estava ouvindo “Here Comes The Sun”, dos Beatles, que as duas cantaram na produção da Fox. E Heather Morris, a Brittany, com quem a personagem de Rivera se casou na série, após se oferecer como voluntária para ajudar na busca pela colega ficou sem palavras, publicando um vídeo simbólico com nuvens do céu. Diversos outros integrantes do elenco também se manifestaram de diferentes formas, como Alex Newell (Unique Adams), Josh Sussman (Jacob Ben Israel), Vanessa Lengies (Sugar), Iqbal Theba (o diretor Figgins) e Jane Lynch (Sue Sylvester). “Descanse docemente, Naya. Que baita força você era. Amor e paz para sua família”, escreveu a intérprete da treinadora Sue. Até Lea Michele, a Rachel, que tem sido denunciada por seu comportamento nos bastidores de “Glee”, pronunciou-se pelos Stories do Instagram com uma foto da atriz na série musical, além de uma imagem de Cory Monteith, morto há sete anos. A comoção foi tão grande que, além dos atores de “Glee”, várias outras celebridades se manifestaram. O post mais sensível foi da atriz Lili Reinhart, a Betty de “Riverdale”. “É estranho chorar e lamentar a perda de alguém que você nunca conheceu. Mas eu cresci assistindo a ‘Glee’ – e Naya Rivera era dona de um talento lindo. Meu coração está partido pelo filho dela. Fique próximo aos seus agora, se você é sortudo o suficiente de estar perto deles”, comentou. A cantora Kehlani também fez uma manifestação bonita, ao comentar a influência de Rivera. “O motivo pelo qual “Songbird” de Fleetwood Mac é uma das minhas músicas favoritas é por causa da versão da trilha sonora de ‘Glee’. Ela transformou a música. Descanse em paz, Naya Rivera”. Nina Dobrev, a Elena de “The Vampire Diaries”, não conseguiu falar nada, mas se manifestou por meio de uma foto ao lado da amiga em seu Instagram. Essa iniciativa inspirou vários posts similares de amigos da Rivera. Veja abaixo alguns dos posts originais em homenagem à estrela de “Glee”. Ver essa foto no Instagram How can you convey all your love and respect for someone in one post? How can you summarize a decade of friendship and laughter with words alone? If you were friends with Naya Rivera, you simply can’t. Her brilliance and humor were unmatched. Her beauty and talent were otherworldly. She spoke truth to power with poise and fearlessness. She could turn a bad day into a great day with a single remark. She inspired and uplifted people without even trying. Being close to her was both a badge of honor and a suit of armor. Naya was truly one of a kind, and she always will be. 💔 Sending all my love to her wonderful family and her beautiful son. Uma publicação compartilhada por Chris Colfer (@chriscolfer) em 13 de Jul, 2020 às 2:33 PDT Ver essa foto no Instagram There are no words and yet so many things I want to say, I don't believe I'll ever be able to articulate exactly what I feel but… Naya, you were a ⚡️ force and everyone who got to be around you knew it and felt the light and joy you exuded when you walked into a room. You shined on stage and screen and radiated with love behind closed doors. I was lucky enough to share so many laughs, martinis and secrets with you. I can not believe I took for granted that you'd always be here. Our friendship went in waves as life happens and we grow, so I will not look back and regret but know I love you and promise to help the legacy of your talent, humor, light and loyalty live on. You are so loved. You deserved the world and we will make sure Josey and your family feel that everyday. I miss you already. Uma publicação compartilhada por Jenna Ushkowitz (@jennaushkowitz) em 13 de Jul, 2020 às 3:40 PDT Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Harry Shum Jr (@harryshumjr) em 13 de Jul, 2020 às 11:23 PDT Ver essa foto no Instagram My favorite duet partner. I love you. I miss you. I don’t have words right now, just lots of feelings. Rest In Peace Angel, and know that your family will never have to worry about anything. Uma publicação compartilhada por Amber Riley (@msamberpriley) em 13 de...
Naya Rivera (1987 – 2020)
A atriz e cantora Naya Rivera, que chegou ao estrelato na série musical “Glee”, morreu com apenas 33 anos de idade. Seu corpo foi recuperado no lago Piru, na Califórnia, na manhã desta segunda-feira (13/7), cinco dias depois dela ser declarada desaparecida. As autoridades de Ventura mobilizaram mais de 50 profissionais, juntamente com um helicóptero e mergulhadores, no esforço de encontrar Rivera, que alugou um barco em 8 de julho para nadar no lago com seu filho de quatro anos, Josey. Poucas horas depois, o garoto foi encontrado sozinho no barco, sem sinal de Rivera. O desaparecimento mobilizou o elenco de “Glee”, com muitos atores se deslocando até o local para prestar apoio à família da atriz e também se despedir da amiga. Apesar de jovem, a californiana Rivera teve uma carreira de quase duas décadas. Ela estreou na TV com somente quatro anos de idade, no elenco fixo da sitcom “The Royal Family”, lançada em 1991 na rede americana CBS. Ainda criança, chegou a aparecer em episódios de “Um Maluco do Pedaço” (The Prince of Bel-Air), ao lado de Will Smith, “S.O.S. Malibu” (Baywatch), e nas sitcoms “Family Matters”, “Gênio do Barulho” (Smart Guy) e “Mano a Mana” (Even Stevens), antes de ser escalada em papel recorrente na série “Bernie Mac, Um Tio da Pesada” (The Bernie Mac Show) com 15 anos. Ela ainda foi vista em “Girlfriends” e “CSI: Miami” antes de ser escalada para o papel que mudou sua vida. Naya Rivera tinha 22 anos quando passou nos testes para viver Santana Lopez em “Glee”, comédia musical adolescente lançada em 2009 na rede Fox. A série se tornou um fenômeno de audiência, catapultando a carreira de seu criador, Ryan Murphy, e transformando seu elenco então desconhecido em estrelas da TV. A princípio coadjuvante, Rivera vivia uma cheerleader malvadinha que entrou no coral da escola para sabotá-lo. Mas os roteiristas não demoraram a explorar o talento da atriz, que foi promovida a protagonista na 2ª temporada e, nesse processo, transformou-se numa das personagens de arco mais complexo da série. Enquanto muitos intérpretes do piloto se formaram na trama e deram espaço para novos alunos da William McKinley High School, Santana evoluiu de simples rival da boazinha Rachel (Lea Michele) para obter destaque até o capítulo final, exibido em 2015, após seis temporadas. Não foi apenas o amor pela música que marcou a personagem da atriz, que contribuiu com muitas canções para a trilha sonora da série – um sucesso nas paradas digitais. O final de “Glee” também destacou seu casamento com a antiga colega cheerleader Brittany, interpretada por Heather Morris. A união foi celebrada como um dos primeiros casamentos LGBTQIA+ entre personagens televisivos – e foi um casamento duplo, ainda por cima, pois Kurt (Chris Colfer) e Blaine (Darren Criss) foram inspirados pelas amigas a se juntarem em matrimônio. Na vida real, Rivera tinha se casado com o também ator Ryan Dorsey (da série “Ray Donovan”) um ano antes. O casal teve um filho, Josey, mas não foi um relacionamento tranquilo, que finalizou com um divórcio em junho de 2018, após quase quatro anos. Depois de “Glee”, Rivera ainda apareceu de forma recorrente em “Devious Maids” (em 2015) e estrelou a comédia “Loucuras em Família” (2017), com Charlie Sheen. Atualmente, fazia parte do elenco fixo de outra série musical, “Step Up: High Water”, derivada da franquia cinematográfica “Ela Dança, Eu Danço” e renovada para sua 3ª temporada. Ela contou a maior parte dessa história com suas próprias palavras, num livro de memórias lançado em 2016 – “Sorry Not Sorry: Dreams, Mistakes, and Growing Up”. “Seu brilho e humor foram incomparáveis”, escreveu o colega de “Glee” Chris Colfer, o Kurt, no Instagram. “Sua beleza e talento eram de outro mundo. Ela enfrentava o sistema com equilíbrio e destemor. E era capaz de transformar um dia ruim em um dia ótimo com uma única observação.” A morte de Rivera foi a terceira fatalidade envolvendo o elenco de “Glee”. Em julho de 2013, Cory Monteith, que interpretou Finn Hudson no fenômeno da Fox, morreu de overdose acidental de drogas depois de tomar uma combinação letal de heroína e álcool. Três anos depois, Mark Salling, o Puck, suicidou-se após ser condenado por posse de pornografia infantil.











