Vídeo de bastidores da série The Crown destacam tensão e mudanças dos anos 1960
A Netflix divulgou um vídeo de bastidores da 2ª temporada de “The Crown”, repleto de entrevistas e cenas inéditas. A prévia adianta que o príncipe Philip (Matt Smith) ganhará mais destaque, na medida que o casamento da Rainha Elizabeth II (Claire Foy) se desgasta. E que as pressões por mudanças na monarquia atingirão o auge, acompanhando a agitação cultural e histórica da década de 1960. Entre as novidades da temporada, destacam-se as participações de Matthew Goode (“O Jogo da Imitação”), que interpretará o fotógrafo Anthony Armstrong-Jones, também conhecido como Lorde Snowdon, e de Michael C. Hall (série “Dexter”) como o presidente americano John F. Kennedy. Criada pelo roteirista Peter Morgan, que já havia retratado Elizabeth II com sucesso no drama “A Rainha” (2006) e na peça “The Audience”, a série retorna com novos episódios no dia 8 de dezembro.
Novo trailer da 2ª temporada de The Crown destaca a princesa Margaret
A Netflix divulgou um novo trailer da 2ª temporada de “The Crown”. A prévia destaca a princesa Margaret (Vanessa Kirby), seu ressentimento em relação à irmã, rainha Elizabeth II (Claire Foy), e seu envolvimento com o fotógrafo Anthony Armstrong-Jones, também conhecido como Lorde Snowdon, que é vivido por Matthew Goode (“O Jogo da Imitação”) nos novos episódios. Na 2ª temporada, a trama chega nos anos 1960, época é de grandes mudanças, o que faz com que a monarquia britânica, presa em tradições antiquadas, seja confrontada e precise evoluir para se manter relevante, ao mesmo tempo em que teme novos escândalos. Criada pelo roteirista Peter Morgan, que já havia retratado Elizabeth II com sucesso no drama “A Rainha” (2006) e na peça “The Audience”, a série retorna com novos episódios no dia 8 de dezembro.
2ª temporada de The Crown ganha primeiro trailer e 65 fotos
A Netflix divulgou 65 fotos e o trailer completo da 2ª temporada de “The Crown”. A prévia revela que a produção continua luxuosa, com inúmeros cenários, figurinos e recriação meticulosa de época, agora chegando nos anos 1960. A época é de grandes mudanças, o que faz com que a monarquia britânica, presa em tradições antiquadas, seja confrontada e precise mudar para se manter relevante, ao mesmo tempo em que teme novos escândalos. Criada pelo roteirista Peter Morgan, que já havia retratado Elizabeth II com sucesso no drama “A Rainha” (2006) e na peça “The Audience”, a série traz Claire Foy (a Ana Bolena da minissérie “Wolf Hall”) como a rainha Elizabeth II, Matt Smith (série “Doctor Who”) como o príncipe Philip e Vanessa Kirby (“Como Eu Era Antes de Você”) como a princesa Margaret. Entre as novidades da nova temporada, destacam-se as participações de Matthew Goode (“O Jogo da Imitação”), que interpretará o fotógrafo Lord Snowdon, marido de Margaret entre 1960 e 1978, e de Michael C. Hall (série “Dexter”) como o presidente americano John F. Kennedy. A premiada produção retorna com novos episódios no dia 8 de dezembro.
2ª temporada de The Crown ganha primeiro teaser legendado e fotos
A Netflix divulgou seis fotos e o primeiro teaser legendado da 2ª temporada de “The Crown”, série mais luxuosa e cara da plataforma, que retrata o reinado de Elizabeth II. A prévia revela a comemoração da primeira década de Elizabeth como rainha, concentrando-se nos seus problemas de relacionamento com o marido, enquanto o clima político se deteriora, após as quedas de três Primeiros Ministros. Criada pelo roteirista Peter Morgan, que já havia retratado Elizabeth II com sucesso no drama “A Rainha” (2006) e na peça “The Audience”, a série traz Claire Foy (a Ana Bolena da minissérie “Wolf Hall”) como Elizabeth II e Matt Smith (série “Doctor Who”) como o Príncipe Philip. Com produção do cineasta Stephen Daldry (“Trash”), “The Crown” venceu o Globo de Ouro e disputa o Emmy 2017 de Melhor Série Dramática em 17 de setembro. Já a estreia dos novos episódios da série só vai acontecer no dia 8 de dezembro.
Trailer legendado de Victoria e Abdul traz amizade escandalosa da Rainha da Inglaterra e seu criado indiano
A Universal divulgou dois pôsteres e o primeiro trailer legendado de “Victoria e Abdul”, produção britânica de época, que traz Judi Dench (“007 – Operação Skyfall”) como a Rainha Victoria. A trama retrata os anos finais da segunda monarca mais longeva da história da Grã-Bretanha, quando, entediada com os problemas do reino, acaba desenvolvendo uma amizade com um criado indiano, o Abdul do título, vivido por Ali Fazal (“Velozes & Furiosos 7”). A amizade é considerada escandalosa e deixa a corte em polvorosa, mas ela se recusa a ser contrariada, lembrando a todos, o tempo inteiro, quem é a Rainha da Inglaterra. A trama é baseada no romance homônimo de Shrabani Basu, foi roteirizada por Lee Hall (“Cavalo de Guerra”) e marca a volta do diretor inglês Stephen Frears às biografias da monarquia britânica, após seu excelente trabalho à frente de “A Rainha” (2006), justamente sobre a monarca mais longeva do Reino Unido, Elizabeth II – neta de Victoria. O elenco ainda inclui Olivia Williams (“Mapas para as Estrelas”), Michael Gambon (franquia “Harry Potter”), Eddie Izzard (série “Hannibal”), Simon Callow (série “Outlander”) e Adeel Akhtar (série “Utopia”). A estreia foi marcada para 16 de novembro no Brasil, dois meses após o lançamento no Reino Unido.
HBO prepara documentário sobre a Princesa Diana com aval de seus filhos
A HBO anunciou que vai produzir um documentário sobre a Princesa Diana. O longa terá entrevistas com seus filhos, os príncipes Harry e William, “que falam abertamente sobre sua mãe e como a influência dela moldou suas vidas”, de acordo com um comunicado enviado à imprensa. O documentário será exibido 20 anos após a morte de Diana em um acidente de carro em Paris, em setembro de 1997, e terá o olhar dos filhos como principal condutor. “O documentário vai mostrar a Princesa Diana de uma forma que nunca foi vista antes, através dos olhos de duas pessoas que conheciam o seu melhor”, disse o produtor executivo Nick Kent no comunicado da emissora. Atualmente sem título, o filme também contará com contribuições de amigos e outros membros da família de Diana, alguns dos quais nunca falaram publicamente sobre ela, e irá focar seu trabalho filantrópico, que incluiu questões relacionadas com o bem-estar da criança, sem-teto, portadores de HIV e campanhas contra as minas terrestres. Além desse projeto, Diana também será tema de uma série da televisão americana, que se deterá em seu divórcio do Príncipe Charles. Trata-se da 2ª temporada da série “Feud”, que tem previsão de estreia no canal FX para 2018. Sem esquecer que a premiada série “The Crown”, sobre a família real britânica, também deverá abordar em breve sua história na Netflix.
2ª temporada de Feud vai começar com divórcio do Príncipe Charles e da Princesa Diana
O produtor Ryan Murphy revelou que a 2ª temporada da série “Feud” irá começar com a Princesa Diana e o Príncipe Charles assinando os papéis de divórcio. “A história de Charles e Diana começa literalmente com a apresentação dos papéis do divórcio. É sobre aquela dor da dissolução de um conto de fadas, particularmente para Diana. Começa com a apresentação de papéis de divórcio e leva o espectador até a morte dela”, ele contou ao site Deadline Murphy também confirmou que Jessica Lange e Susan Sarandon, intérpretes de Joan Crawford e Bette Davis na 1ª temporada, continuarão integrando o elenco do segundo ano. Além de atuar, as duas seguirão como produtoras do programa. As gravações estão previstas para acontecer durante o outono norte-americano, entre setembro e novembro. Intitulada “Feud: Charles & Diana”, a 2º temporada deve ser exibida no começo de 2018 pelo canal pago FX.
A Jovem Rainha revisita história de uma monarca muito à frente de seu tempo
Mesmo que a emancipação feminina tenha se efetivado de fato no século 20, há um passado histórico de lutas, em que mulheres pioneiras se liberaram de uma série de amarras, ainda que restritas por convenções. E este é o ponto mais fascinante de “A Jovem Rainha”, realização falada em inglês do finlandês Mika Kaurismäki (“O Ciúme Mora ao Lado”). Com cunho claramente feminista, a história de Cristina da Suécia (1626-1689) recebe uma revisão moderna, sem necessariamente dissipar a importância de episódios fundamentais de sua biografia, com um contorno mais atrevido em seu comportamento e até mesmo em sua inclinação sexual, suprimidos em outras versões. Bela ao ponto de não permitir que nossos olhos se distraiam com qualquer outra coisa, a sueca Malin Buska (“Dinheiro Fácil – Vida de Luxo”) interpreta a jovem rainha do título com fervor. Após uma introdução que trata de mostrá-la desamparada na infância, tendo ascendido ao trono com apenas seis anos, ela se perde os livros de seu imenso acervo e amadurece como uma intelectual, inebriada especialmente pela obra de René Descartes, pai do racionalismo e seu mentor. Mais inteligente de todos os monarcas de sua época, Cristina decide se opor à Guerra dos Trinta Anos, arquitetada na Europa do século 17 a partir do conflito entre católicos e protestantes, e isso lhe custa caro. Porém, muito mais que as ações da Cristina pública, Kaurismäki, que conta aqui com o roteiro assinado pelo canadense Michel Marc Bouchard (de “Tom na Fazenda”, de Xavier Dolan), também quer desvendar a Cristina privada. E para isso utiliza sua relação conflituosa com o chanceler Axel Oxenstierna (Michael Nyqvist, de “Os Homens que Não Amavam as Mulheres”, ótimo), que também exerce uma função paternal, e a condessa Ebba Sparre (Sarah Gadon, de “Drácula – A História Não Contada”), o grande amor de sua vida. Mesmo a fotografia do francês Guy Dufaux (“As Invasões Bárbaras”) desempenha um fascínio ao iluminar em excesso um período de trevas, dando tonalidades contemporâneas a uma monarca muito à frente de seu tempo.
Nicholas Hoult se junta a Emma Stone no novo filme do diretor de O Lagosta
O ator Nicholas Hoult (“X-Men: Apocalipse”) vai se juntar a Emma Stone no drama de época “The Favourite”, segundo filme falado em inglês do cineasta grego Yorgos Lanthimos (“O Lagosta”). O filme se passa no século 18 na corte da Rainha Anne, a última monarca britânica da casa dos Stuarts. Conhecida como Ana da Grã-Bretanha, ela foi responsável por unir a Inglaterra e a Escócia num único estado soberano, batizado de Grã-Bretanha, após séculos de animosidade entre os vizinhos. Hoult viverá o líder do partido conservador da época, no centro de várias maquinações políticas, enquanto Emma Stone será a Baronesa Masham, a amiga favorita da Rainha, justamente a personagem que rende o título da produção. O elenco inclui ainda Olivia Colman, que trabalhou com Lanthimos em “O Lagosta”, no papel da Rainha Anne, e Rachel Weisz, também de “O Lagosta”, como a Duquesa de Marlborough. O roteiro foi escrito pela estreante Deborah Davis e Tony McNamara (criador da série “Doctor Doctor”). Com isso, “The Favourite” marcará apenas a segunda vez – e a primeira desde sua estreia em 2001 – que Lanthimos não dirigirá um roteiro próprio. Por sinal, o cineasta grego foi a maior surpresa entre as indicações ao Oscar 2017, ao concorrer a Melhor Roteiro Original por “O Lagosta”. “The Favourite” ainda não tem previsão de estreia.
Feud é renovada e focará divórcio da Princesa Diana na 2ª temporada
O canal pago FX renovou “Feud”, a nova série de antologia de Ryan Murphy, e já definiu o tema da 2ª temporada. Focada em grandes rivalidades da vida real, a série vai mostrar o divórcio do Príncipe Charles e da Princesa Diana em seu próximo ano. Detalhe: “Feud” ainda não estreou sua 1ª temporada, o que só vai acontecer no domingo (5/3), revivendo a lendária competição entre as divas de Hollywood Bette Davis (“A Malvada”) e Joan Crawford (“A Dominadora”), que, durante as suas carreiras, disputaram não só os mesmos papéis no cinema, mas até os mesmos homens. Em entrevista recente ao site The Hollywood Reporter, Ryan Murphy afirmou que pretendia se focar a cada ano num tipo de disputa diferente. “Eu não quero fazer outra rixa de mulheres, e certamente não faria outra disputa em Hollywood, porque não há como superar Bette [Davis] e Joan [Crawford]”, disse, sobre os próximos temas da atração. Intitulada simplesmente “Feud: Charles & Diana”, a 2º temporada será transmitida no começo de 2018. O anúncio foi feito após a Netflix vencer vários prêmios com a série “The Crown”, focada na família real britânica. Enquanto a 1ª temporada mostrou a juventude e a coroação da Rainha Elizabeth II, a 2ª temporada, atualmente em produção, trará a infância do Príncipe Charles. Os planos da produção da Netflix previam mostrar o casamento com Diana na 3ª temporada, que será disponibilizada meses após a exibição de “Feud”. “Feud” quer dizer rixa em inglês e pode causar uma rixa real entre o FX e a Netflix. O que combina com a intenção de seu criador. FX vs. Netflix também pode render uma boa história.
Estreias destacam grande muralha de mediocridade na semana do Oscar
O fim de semana do Oscar é também o fim de semana do carnaval, e o bloco dos lançamentos não é dos mais animadores. A programação dos shopping centers é um samba enredo repetitivo de fracassos americanos e filmes nacionais de qualidade discutível. O projeto mais ambicioso ocupa mais salas. Coproduzido por americanos e chineses, “A Grande Muralha” traz Matt Damon perdido na China e numa obra que usa a experiência do veterano cineasta Zhang Yimou, responsável pela abertura da Olimpíada de Pequim, para evocar uma experiência “olímpica” nas telas, com coreografias ambiciosas, repletas de cores e figurantes. Mas a escala épica e os efeitos visuais se resumem a contar uma batalha de guerreiros medievais contra monstros genéricos. Sucesso espetacular na China, estreou no último fim de semana com um desempenho medíocre nos EUA e sob uma saraivada de flechas da crítica. Estreia em 828 salas, das quais 561 em 3D (68% do total), além de todo o circuito IMAX (12 salas). Ainda mais fraco, “Monster Trucks” ocupa 517 salas e outra boa fatia do circuito 3D. Espécie de “Transformers com monstrinhos”, baseada em (mais) um brinquedo da Mattel, é tão infantilóide que merece chegar aos cinemas dublado como um programa televisivo. Filmado em 2014, teve seu lançamento adiado várias vezes pela Paramount, a ponto de ser tratado como fracasso antes mesmo da estreia – a previsão é de US$ 100 milhões de prejuízo. “A Lei da Noite” é um caso à parte. Seu fiasco foi tão colossal que balança estruturas na Warner. Estrelado e dirigido por Ben Affleck, custou uma fortuna não revelada para render apenas US$ 10 milhões nos EUA, empurrando a reputação do astro ladeira abaixo. A crise é tão grande que Affleck desistiu de dirigir o filme solo de Batman e já há rumores de que não quer viver mais o personagem, que estaria culpando pela fase negativa, após vencer o Oscar de Melhor Filme com “Argo” (2012). A desilusão é tanta que foi praticamente despejado em apenas 89 salas. Quem tiver curiosidade, vai encontrar um filme de gângster da lei seca estilizado. Os brasileiros que chegam aos shoppings são o besteirol “Internet – O Filme” e a animação “Bugigangue no Espaço”. O primeiro serve para demonstrar a teoria de Itararé: de onde nada se espera, nada vem mesmo. A coleção de vinhetas, estreladas por youtubers, lembra o pior do “Zorra Total”, com piadas preconceituosas e interpretações travadas no volume do histerismo, mas a distribuidora bota fé, como demonstram suas 406 salas. O segundo tenta usar referências nacionais numa história genérica de crianças que se aliam com ETs bonzinhos para enfrentar alienígenas malvados. Em 300 salas (10% delas em 3D), o resultado rende crianças brasileiras muito loiras e sexualizadas, com um “gostosa” disparado sobre a heroína mirim da trama. Felizmente, o fim de semana também tem Oscar e os cinemas recebem mais um candidato à premiação. Indicado em oito categorias, “Moonlight – Sob a Luz do Luar” leva a 59 salas um drama sensível, registrado de forma intimista, que acompanha o crescimento e a transformação de um menino num bairro violento de Miami. Vítima de bullying na infância, ele cresce para se tornar um traficante bem-sucedido, ao mesmo tempo em que busca compreender e aceitar sua homossexualidade, estimulado pelo relacionamento com seu melhor amigo. Um filme de machos, em vários sentidos. Com isso, apenas um destaque do Oscar permanece inédito, “Um Limite Entre Nós” (Fences). Oficialmente, o longa só estreia na semana que vem, mas, ainda que de forma tardia, a distribuidora percebeu o equívoco e programou “pré-estreias pagas” em 24 salas de seis cidades a partir desta quinta (23/2), dando oportunidade ao público saber porque deve torcer por Denzel Washington e Viola Davis na cerimônia da Academia. Dois filmes europeus completam a programação. “A Garota Desconhecida” é o mais recente trabalho dos irmãos Dardenne, que passou por uma reedição completa após ter decepcionado no Festival de Cannes passado. A própria passagem do tempo ajudou sua história a se tornar mais relevante, ao mostrar como a indiferença europeia pode ter consequências graves na vida de imigrantes pobres. Chega em apenas seis salas. Por fim, “A Jovem Rainha” conta em 11 salas a história da rainha Cristina da Suécia, a mulher mais letrada do século 17, que preferiu abdicar ao trono a se casar. O motivo, segundo o finlandês Mika Kaurismäki (irmão de Aki Kaurismäki), seria seu lesbianismo assumido. Não convenceu muito a crítica internacional. Clique nos títulos dos filmes em destaque para ver os trailers de todas as estreias da semana.
The Royals é renovada para sua 4ª temporada
O canal pago americano E! anunciou a renovação da série “The Royals” para sua 4ª temporada. Criada por Mark Schwahn (criador também de “Lances da Vida/One Tree Hill”), “The Royals” acompanha Helena (Elizabeth Hurley), a matriarca de uma família real fictícia da Inglaterra, que deve lidar com os dramas que fazem parte de sua vida sob o foco da olhar do público. Em comunicado, Adam Stotsky, presidente da E! Entertainment, exaltou a 3ª temporada em sua reta final. “A 3ª temporada de ‘The Royals’ provou ser uma mistura divertida de segredos, enganos e desejos, e estamos empolgados para ver que novos escândalos aguardam a nossa família real, e como sua dinâmica evoluirá na 4ª temporada”, disse. O criador Mark Schwahn também comentou a renovação: “Os roteiristas, o elenco e a equipe de produção adoram fazer esta série, e estou empolgado por desempenhar mais uma vez o papel de bobo da corte e humildemente entreter nossa base de fãs dedicada com muitos mais escândalos”.
Trailer de A Jovem Rainha apresenta a rainha lésbica que desafiou os costumes do século 17
A Mares Filmes divulgou o trailer de “A Jovem Rainha”, cinebiografia da rainha Cristina, da Suécia. A prévia oferece uma bela recriação do século 17, intrigas políticas, lesbianismo e guerra, para contar a história da polêmica rainha que era a mulher mais letrada de sua época, grande benfeitora das artes e que preferiu abdicar ao trono a se casar. A trama é uma adaptação do canadense Michel Marc Bouchard (“Tom na Fazenda”) de sua própria peça, com direção do finlandês Mika Kaurismäki (“O Ciúme Mora ao Lado” e irmão de Aki Kaurismäki) e destaca a bela sueca Malin Buska (“Dinheiro Fácil – Vida de Luxo”) como o “rei menina”, como define o título internacional, apaixonada pela canadense Sarah Gadon (“Drácula, a História Nunca Contada”). O elenco multinacional também inclui Michael Nyqvist (“De Volta ao Jogo”), Lucas Bryant (série “Haven”), Laura Birn (“Caçada Mortal”), François Arnaud (série “Blindspot”), Patrick Bauchau (“Tudo vai Ficar Bem”) e Hippolyte Girardot (“Os Sabores do Palácio”). A produção dividiu a crítica, mas foi premiada nos festivais de Montreal e Valladolid. A estreia está marcada para 23 de fevereiro no Brasil.











