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    Produtor diz que volta de Dexter vai “consertar” final da série

    18 de outubro de 2020 /

    Após um dos finais mais frustrantes da TV, “Dexter” ganhou uma segunda chance de acertar as contas com sua história, graças a encomenda de uma minissérie de 10 episódios, que resgatará o personagem vivido por Michael C. Hall. Em entrevista ao podcast Top 5, do site The Hollywood Reporter, o produtor-roteirista Clyde Phillips, responsável pelo revival, prometeu “consertar” o fim da série com os novos episódios, mas também afirmou que não pretende desfazer os acontecimentos polêmicos da última temporada. Phillips não tem culpa pelo final controvertido. Ele foi o showrunner de “Dexter” durante a fase elogiada da série, entre sua 1ª e 4ª temporada. A série durou mais quatro anos e, agora, o produtor diz que pretende iniciar tudo do zero, ainda que respeitando o que foi mostrado antes. “Nós basicamente vamos começar do zero”, disse Phillips. “Não queremos que esta seja a 9ª temporada de ‘Dexter’,” ele continuou. “Quase dez anos se passaram e a série refletirá essa passagem do tempo. Quanto ao novo desfecho, não terá nenhuma semelhança com o final original. É uma ótima oportunidade para escrever um segundo final.” Referindo-se à recepção negativa do desfecho, que mostrou a morte de personagens importantes e o autoexílio do protagonista – também conhecido como “final lenhador” de Dexter – , Phillips afirmou: “Esta é uma oportunidade de consertar isso”. Entretanto, ele garante que não pretende desfazer o que foi mostrado. “Não estamos desfazendo nada”, afirmou. “Não vamos trair o público e dizer: ‘Opa, foi tudo um sonho’. O que aconteceu nos primeiros oito anos da série é definitivo.” Isto impedirá o reencontro entre Dexter e personagens queridos dos fãs da série. Mas Phillips não abordou a premissa do revival, que pode ser motivado por uma simples recaída de Dexter, submetido a seus instintos assassinos (ele é um serial killer, afinal), ou ter relação mais direta com eventos da série. O final original deixou um gancho para uma investigação sobre o paradeiro do filho biológico do protagonista, dado como desaparecido e visto pela última vez sob os cuidados de Hannah McKay (Yvonne Strahovski), a única assassina que Dexter poupou e a quem confiou a criação do menino. Os novos episódios tem estreia planejada para o outono norte-americano (entre setembro e novembro) de 2021.

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  • Série

    HBO Max desiste de série de atrizes de Pantera Negra

    15 de outubro de 2020 /

    A HBO Max desistiu de produzir “Americanah”, série limitada que reuniria Danai Gurira e Lupita Nyong’o após “Pantera Negra” (2018). As duas interpretaram guerreiras de Wakanda no filme da Marvel. Baseado no romance best-seller de Chimamanda Ngozi Adichie, o projeto veio à tona em 2018 e foi oficializado há um ano, com encomenda de 10 episódios pela HBO Max. Nyong’o interpretaria a personagem principal, enquanto Gurira seria responsável por escrever os episódios. Ambas ainda compartilhariam a função de produtoras. Embora seja mais conhecida por seus papéis em “Pantera Negra” e “The Walking Dead”, Gurira também é um escritora celebrada. Sua peça de 2009 “Eclipsed” foi nomeada para o Tony Award, e coincidentemente foi estrelada por Nyong’o na Broadway. Nyong’o ainda detém os direitos do romance. Há alguns anos, ela planejava adaptá-lo para os cinemas com o ator David Oyelowo (“Selma”) como um dos protagonistas. Vencedor em 2013 do prêmio do National Book Critics Circle Award, o livro trata de questões de raça, gênero e identidade. A trama gira em torno do romance dos nigerianos Ifemelu e Obinze, que se separam em meio às agitações políticas de seu país. Enquanto a jovem migra para os Estados Unidos para estudar numa faculdade, ele não consegue o visto e vai parar em Londres. Mas durante todo o tempo em que ficam separados, sonham em se reencontrar. A produção ainda deveria incluir Corey Hawkins (“Esquadrão 6”) e Uzo Aduba (“Mrs. America”) e ter sido gravada no início deste ano, mas acabou entre as dezenas de projetos de cinema e TV que tiveram o cronograma atropelado pela pandemia de coronavírus. Nesta semana, o canal pago Showtime também desistiu de produzir a adaptação de “O Dia em que o Presidente Desapareceu” (The President Is Missing), baseado no livro do ex-presidente Bill Clinton e do escritor James Patterson (“Zoo”), e séries como “GLOW”, “On Becoming a God in Central Florida”, “The Society”, “I’m Not Ok with This”, “Stumptown” e “I’m Sorry” tiveram suas renovações revertidas. Mais reviravoltas são esperadas, conforme os canais, streamers e estúdios revisam seus orçamentos e cronogramas, sob o impacto da pandemia.

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    His Dark Materials: 2ª temporada ganha trailer com muitos efeitos visuais

    15 de outubro de 2020 /

    A HBO divulgou o trailer da 2ª temporada de “His Dark Materials”, que capricha nos efeitos visuais ao acompanhar os jovens protagonistas num novo mundo, entre espectros e novas ameaças, além de introduzir “a faca sutil”. Baseada na saga homônima, conhecida no Brasil como “Fronteiras do Universo”, a série acompanha a menina Lyra Belacqua em suas aventuras por universos paralelos e uma guerra celestial envolvendo ciência, bruxaria e ursos-polares. A obra do escritor Philip Pullman já tinha sido levada ao cinema em 2006, no filme “A Bússola de Ouro”, estrelado por Nicole Kidman e Daniel Craig. Mas a fraca bilheteria impediu que tivesse continuação, deixando a história incompleta. “A Bússola de Ouro” é apenas o primeiro volume da trilogia literária iniciada em 1995 – os demais são “A Faca Sutil” (1997), que serve como base da 2ª temporada de “His Dark Materials”, e “A Luneta Âmbar” (2000). A versão televisiva é estrelada pela atriz Dafne Keen, a jovem revelação de “Logan”, no papel da protagonista Lyra. O ótimo elenco também inclui Ruth Wilson (“The Affair”), Lin-Manuel Miranda (“O Retorno de Mary Poppins”), Georgina Campbell (“Krypton”), Ruta Gedmintas (“The Stain”), Anne-Marie Duff (“As Sufragistas”), Andrew Scott (“Fleabag”) e Clarke Peters (“Três Anúncios para um Crime”), além de Amir Wilson (“O Jardim Secreto”) como Will Parry, jovem cujo destino começa a se entrelaçar com o de Lyra nos novos episódios. Já James McAvoy (“X-Men: Apocalipse”) teve a participação cortada devido à pandemia de coronavírus e só vai voltar na 3ª e última temporada). A 2ª temporada estreia em 16 de novembro.

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    Série Dexter vai voltar com episódios inéditos

    14 de outubro de 2020 /

    O canal pago Showtime anunciou a volta da cultuada série “Dexter”, com novos episódios estrelados por Michael C. Hall. A trama será uma continuação da série original, que durou oito temporadas e terminou em 2013 com Dexter Morgan, o psicopata “bonzinho” vivido por Hall, optando por se afastar de todos. A última cena revelava que ele tinha assumido a identidade de um lenhador e se escondido numa floresta, vivendo uma vida solitária. A produção terá formato de minissérie e contará com apenas 10 capítulos, comandados pelo showrunner original da atração, Clyde Phillips. E já tem previsão para começar suas gravações no início do próximo ano, com uma estreia planejada para o outono de 2021 (entre setembro e novembro). “‘Dexter’ é uma série especial, tanto para seus milhões de fãs quanto para a Showtime, já que esse programa inovador ajudou a colocar nosso canal no mapa há muitos anos”, disse o presidente da Showtime Entertainment, Gary Levine. “Só revisitaríamos esse personagem único se pudéssemos encontrar uma abordagem criativa que fosse verdadeiramente digna da série original e brilhante. Bem, estou feliz em informar que Clyde Phillips e Michael C. Hall encontraram isso, e mal podemos esperar para gravá-la e mostrá-la ao mundo. ” A conclusão aberta da série chegou a render a especulações sobre um spin-off, com o então chefe da Showtime, David Nevins, dizendo o canal chegou a discutir isso, mas só avançaria se Hall estivesse envolvido. Phillips atuou como showrunner nas primeiras quatro temporadas de “Dexter”, saindo em 2009. Foi sob comando que a atração virou um fenômeno, ganhando três indicações ao Emmy de Melhor Série de Drama e quatro indicações no troféu do Sindicato dos Roteiristas (WGA Awards) na mesma categoria. Hall, por sua vez, recebeu cinco indicações consecutivas ao Emmy por interpretar Dexter, vindo a ganhar o Globo de Ouro e o prêmio do Sindicato dos Atores (SAG Awards) pelo papel em 2010. Depois da série, nenhum dos novos projetos do ator teve o mesmo sucesso. Seus créditos mais recentes incluem a série “Safe” (2018), na Netflix, e o thriller “O Relatório” (2019), na Amazon. A volta de “Dexter” integra uma linha de revivals que a Showtime vem explorando nos últimos anos, entre eles “Twin Peaks: The Return”, “The L Word: Generation Q” e “Penny Dreadful: City of Angels”.

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    His Dark Materials: Pôsteres anunciam data de estreia da 2ª temporada

    13 de outubro de 2020 /

    A HBO divulgou uma coleção de pôsteres com os personagens da 2ª temporada de “His Dark Materials”, que anunciam a data de estreia dos novos capítulos. Baseada na saga homônima, conhecida no Brasil como “Fronteiras do Universo”, a série acompanha a menina Lyra Belacqua em suas aventuras por universos paralelos e uma guerra celestial envolvendo ciência, bruxaria e ursos-polares. A obra do escritor Philip Pullman já tinha sido levada ao cinema em 2006, no filme “A Bússola de Ouro”, estrelado por Nicole Kidman e Daniel Craig. Mas a fraca bilheteria impediu que tivesse continuação, deixando a história incompleta. “A Bússola de Ouro” é apenas o primeiro volume da trilogia literária iniciada em 1995 – os demais são “A Faca Sutil” (1997), que serve como base da 2ª temporada de “His Dark Materials”, e “A Luneta Âmbar” (2000). A versão televisiva é estrelada pela atriz Dafne Keen, a jovem revelação de “Logan”, no papel da protagonista Lyra. O ótimo elenco também inclui Ruth Wilson (“The Affair”), Lin-Manuel Miranda (“O Retorno de Mary Poppins”), Georgina Campbell (“Krypton”), Ruta Gedmintas (“The Stain”), Anne-Marie Duff (“As Sufragistas”), Andrew Scott (“Fleabag”) e Clarke Peters (“Três Anúncios para um Crime”), além de Amir Wilson (“O Jardim Secreto”) como Will Parry, jovem cujo destino começa a se entrelaçar com o de Lyra nos novos episódios. Já James McAvoy (“X-Men: Apocalipse”) teve a participação cortada na temporada, devido à pandemia de coronavírus (saiba mais). A 2ª temporada estreia em 16 de novembro.

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    A Teacher: Kate Mara se envolve com menor em minissérie e incentiva denúncias em campanha pública

    10 de outubro de 2020 /

    O canal pago americano FX divulgou um novo trailer e um vídeo de serviço público relacionado à minissérie “A Teacher”. Baseado no longa-metragem de mesmo nome lançado em 2013, a atração traz Kate Mara (“Quarteto Fantástico”) como uma professora de Ensino Médio que se envolve com um de seus alunos, interpretado por Nick Robinson (“Com Amor, Simon”). A trama vai mostrar as consequências desse romance ilegal na vida dos dois. O filme original foi escrito e dirigido por Hannah Fidell a partir de um roteiro mínimo, com poucas linhas e quase tudo improvisado. Ela ganhou um prêmio especial no Festival de SXSW pelo longa, que mesmo assim dividiu opiniões, devido ao tema. Muitos rejeitam completamente a história pela forma como romantiza pedofilia. Isto resultou num desastre de crítica, com apenas 34% de aprovação no site Rotten Tomatoes e nota 4,8 no IMDb. A minissérie foi desenvolvida pela responsável pelo filme original. Hannah Fidell está à frente do roteiro, direção e produção. Mas para se prevenir contra nova rejeição encabeçada por grupos conservadores, o FX se juntou à organização RAINN (Rape, Abuse & Incest National Network) no lançamento de uma campanha de denúncia de abusos contra menores, que é o foco do vídeo paralelo, gravado por Kate Mara. Em sua gravação, a atriz deixa bem clara a posição dos responsáveis pela produção, ao dizer que “não é Ok para um adulto de confiança usar sua relação ou autoridade sobre uma pessoa jovem para manipulá-la a ter atividades sexuais”. Além de estrelar, Kate Mara também é uma das produtoras, ao lado do ator Jason Bateman (“Ozark”). Com 10 episódios, “A Teacher” será lançada na plataforma Hulu em 10 de novembro, no canal digital FX on Hulu.

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  • Série

    The Stand: Trailer da adaptação de Stephen King traz pandemia apocalíptica

    9 de outubro de 2020 /

    A plataforma CBS All Access divulgou o pôster e o primeiro trailer de “The Stand”, minissérie baseada no clássico literário de terror “The Stand – A Dança da Morte”, de Stephen King. A prévia introduz os personagens e mostra o clima apocalíptico da produção, que gira em torno de uma pandemia mortal e os últimos dias da humanidade. A trama se passa num futuro próximo, após o extermínio da maior parte da civilização por uma praga de laboratório, a luta pela sobrevivência dos poucos imunes à pandemia e a descoberta de que o anticristo se prepara para eliminar o que resta da civilização. Os principais destaques são Whoopi Goldberg (“Ghost”) como a Mãe Abigail, uma sábia de 108 anos de idade, representante “do bem”, e Alexander Skarsgård (vencedor do Emmy por “Big Little Lies”) no papel de Randall Flagg, um dos mais famosos vilões de King, que é nada menos que o anticristo. Os dois personagens lideram facções que travam a luta final por corações e almas da população. O elenco famoso inclui ainda Amber Heard (“Aquaman”), James Marsden (“Westworld”), Nat Wolff (“A Culpa É das Estrelas”), Greg Kinnear (“House of Cards”), Odessa Young (“Assassination Nation”), o roqueiro Marilyn Manson (“Salem”), Jovan Adepo (“The Leftovers”), Owen Teague (“It: A Coisa”), Heather Graham (“Se Beber Não Case”), Brad William Henke (“Orange Is the New Black”), Daniel Sunjata (“Graceland”) e o brasileiro Henry Zaga (“Os Novos Mutantes”). A adaptação terá 10 episódios escritos e dirigidos por Josh Boone (“Os Novos Mutantes”). O cineasta estava desenvolvendo o projeto para o cinema, mas após anos de negociações e dificuldades de condensar a história, de fôlego épico, optou por uma versão em capítulos. Caso fosse fazer um filme, ele afirmou que precisaria de quatro longa-metragens. 10 capítulos têm basicamente a mesma duração. Não por acaso, o romance de 1,1 mil páginas, publicado em 1978, é um dos poucos clássicos de King que nunca ganhou versão de cinema. Mas já foi transformado em minissérie, também com um elenco grandioso (Gary Sinise, Molly Ringwald e Rob Lowe) e muito sucesso em 1994. Com apoio de Stephen King, que escreveu um novo final (diferente do livro) especialmente para a produção, “The Stand” estreia em 17 de dezembro nos EUA e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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    Atriz de The Walking Dead vira a cantora Selena em teaser de nova série

    6 de outubro de 2020 /

    A Netflix divulgou o primeiro teaser de “Selena: The Series”, que destaca a atriz Christian Serratos, intérprete de Rosita em “The Walking Dead”. Ela aparece sobre um palco, no escuro e fotografada em preto e branco, mas já é possível ver sua transformação em Selena Quintanilla, lendária estrela da música Tejana. A atração tem roteiro e produção de Moisés Zamora (“American Crime Story”), com apoio da família da cantora, que morreu em 1995. Segundo a sinopse, a série será “uma história de amadurecimento, em que seguimos Selena enquanto os seus sonhos se realizam e ela se depara com escolhas de quebrar o coração”. Selena começou carreira no final dos anos 1980, destacando-se entre vários cantores “tejanos” (latinos que vivem no Texas, nos EUA) que tentavam sucesso na época. Com o disco “Amor Prohibido”, lançado em 1994, a cantora eternizou o seu maior hit, “Bidi Bidi Bom Bom”, venceu um Grammy e passou a ser chamada de “Madonna tejana”. Sua morte aconteceu logo em seguida, em 1995, assassinada a tiros aos 23 anos de idade por uma fã e parceira de negócios, Yolanda Saldívar, que segue presa até hoje pelo crime. Este desfecho foi tão inesperado e violento que alimentou um verdadeiro culto em torno da artista. A carreira curta de Selene já inspirou um filme, batizado apenas de “Selena” e lançado em 1997 com Jennifer Lopez no papel-título. Além disso, o canal Telemundo também produziu uma série recente sobre ela, “El Secreto de Selena”, lançada há dois anos. A nova atração de streaming também inclui em seu elenco Ricardo Chavira (“Desperate Housewives”), Gabriel Chavarria (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), Noemi Gonzalez (“East Los High”) e Carlos Alfredo Jr. (“Mutt and Chopps”). E ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    Conheça a abertura da série A Maldição da Mansão Bly

    3 de outubro de 2020 /

    A Netflix adiantou nas redes sociais o vídeo da abertura de “A Maldição da Mansão Bly”, série dos mesmos responsáveis por “A Maldição da Residência Hill”. Veja abaixo. O sucesso da minissérie original do cineasta Mike Flanagan (“Doutor Sono”) transformou o projeto numa antologia, que a cada temporada irá abordar uma história diferente de fantasmas. Assim como “Residência Hill” adaptou um clássico de terror da escritora Shirley Jackson (“A Assombração da Casa da Colina”), a “Mansão Bly” também leva às telas uma obra famosa: “A Volta do Parafuso”, de Henry James. Este livro já teve muitas adaptações cinematográficas – a mais recente é deste ano, “Os Órfãos”, com Mackenzie Davis, Finn Wolfhard e Brooklynn Prince – , mas a adaptação não será literal. Trata-se de uma extrapolação, da mesma forma como ocorreu a adaptação da obra de Shirley Jackson, praticamente irreconhecível na série da Netflix. Os episódios vão incluir tramas de outras histórias de fantasmas de Henry James, autor que é um dos grandes pioneiros do gênero, e tudo será alinhado numa mesma narrativa pela Mansão Bly do título, local que abrigará os personagens. M Mike Flanagan continua comandando a produção e ainda escalou “A Maldição da Mansão Bly” com alguns atores da “Residência Hill”, como Henry Thomas, Kate Siegel, Katie Parker, Oliver Jackson-Cohen e Victoria Pedretti, que terá o papel principal na nova trama. Outros integrantes do elenco incluem T’Nia Miller (“Years and Years”), Tahirah Sharif (“O Príncipe de Natal”), Rahul Kohli (“iZombie”), Alex Essoe (“Doutor Sono”) e as crianças Benjamin Evan Ainsworth (“Flora and Ulysses”) e Amelie Bea Smith (“EastEnders”). A estreia vai acontecer na próxima sexta (9/10) em streaming. One week to go. Until then, enjoy our perfectly splendid opening titles. pic.twitter.com/2wxdka3ZmU — The Haunting of Bly Manor (@haunting) October 2, 2020

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    Série Hebe vai ganhar 2ª temporada

    1 de outubro de 2020 /

    A minissérie “Hebe”, que rendeu uma indicação ao Emmy Internacional para a atriz Andrea Beltrão, vai ganhar continuação. Segundo o colunista Ricardo Feltrin, a Globo planeja produzir uma 2ª temporada, devido ao bom desempenho de audiência da atração. Com cerca de 17 pontos na Grande SP, “Hebe”, que exibe seu último episódio na noite desta quinta (1/10), lidera a programação da TV aberta em seu horário (22h55). Originalmente concebido como um filme de Maurício Farias, “Hebe: A Estrela do Brasil” (2019) foi estendido com cenas exclusivas para virar uma minissérie de 10 capítulos, que abrangeu a vida inteira da apresentadora, do nascimento à morte. O longa, porém, concentrava-se apenas num período específico e a nova temporada deve seguir essa abordagem. Afinal, história para contar sobre a apresentadora é o que não falta. O filme, por sinal, poderá ser visto a partir do próximo dia 6 no Telecine Premium, liberado após o fim da série. Os novos episódios serão produzidos para lançamento exclusivo na Globoplay. Mas vale lembrar que este também era o projeto inicial da minissérie, que a Globo acabou optando por levar posteriormente à TV aberta. Além da 2ª temporada, o Grupo Globo ainda estuda lançar um documentário sobre Hebe, que morreu em 2012, aos 83 anos, após longa luta contra um câncer abdominal.

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    The Underground Railroad: Série do diretor de Moonlight revela primeiras fotos

    1 de outubro de 2020 /

    A Amazon divulgou as primeiras fotos de “The Underground Railroad”, primeira série do diretor Barry Jenkins, que venceu o Oscar de Melhor Filme com “Moonlight”. Jenkins escreveu o piloto e dirigiu todos os 11 episódios da atração, baseada no livro homônimo de Colson Whitehead. As filmagens terminaram na semana passada, mas ainda não há previsão de estreia. “The Underground Railroad” é um ficção de história alternativa, sobre um casal de escravos em uma plantação de algodão na Geórgia, no sul dos EUA, que vão tentar seguir a rota de fuga que boatos dizem ter sido usada por escravos foragidos para escaparem de seus captores. Mas, no livro, os trilhos subterrâneos figurativos se revelam um inesperado metrô de verdade, com trens, engenheiros e muito mais. A série é estrelada por Thuso Mbedu (“Scandal!”) e Aaron Pierre (“Krypton”) como o casal de escravos fugitivos em busca dos trilhos para a liberdade, e o elenco também inclui Joel Edgerton (“O Rei”), Amber Gray (“Escape at Dannemora”) e William Jackson Harper (“The Good Place”).

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    A Maldição da Mansão Bly: Vídeo de bastidores esclarece detalhes da série

    28 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou um vídeo de bastidores de “A Maldição da Mansão Bly” (The Haunting of Bly Manor), em que o cineasta Mike Flanagan (“Doutor Sono”) explica, de forma bastante esclarecedora, seu projeto para a série. Para começar, Flanagan chama “A Maldição da Mansão Bly” de nova parte da antologia “Haunting”. O comentário oficializa a transformação da minissérie “A Maldição da Residência Hill” (The Haunting of Hill House) numa série anual em formato de antologia, prometendo abordar uma história diferente de fantasmas a cada temporada. Assim como “Residência Hill” adaptou um clássico de terror da escritora Shirley Jackson (“A Assombração da Casa da Colina”), a nova história também leva às telas uma obra famosa: “A Volta do Parafuso”, de Henry James. Este livro já teve muitas adaptações cinematográficas. A mais famosa é de 1961, o filme “Os Inocentes”, estrelada por Deborah Kerr. Mas também há uma versão brasileira recente, “Através da Sombra” (2015), com direção de Walter Lima Jr., e até um filme deste ano, “Os Órfãos”, com Mackenzie Davis, Finn Wolfhard e Brooklynn Prince. Mas a adaptação não será literal. Trata-se de uma extrapolação, da mesma forma como ocorreu a adaptação da obra de Shirley Jackson, praticamente irreconhecível na série da Netflix. No vídeo, Flanagan explica que os episódios vão incluir tramas de outras histórias de fantasmas de Henry James, autor que é um dos principais pioneiros do gênero, inclusive de alguns contos nunca antes adaptados, e tudo será alinhado numa mesma narrativa. O que vai unir as pontas é a Mansão Bly do título, local que abrigará diferentes pessoas, além de um romance. Mas ele chama atenção para o fato de que se trata de um romance gótico, o que “significa uma coisa muito diferente, enraizado em mistério e desgraça”. O cineasta assina roteiros, dirige episódios e ainda escalou “A Maldição da Mansão Bly” com alguns atores da “Residência Hill”, como Henry Thomas, Kate Siegel, Katie Parker, Oliver Jackson-Cohen e Victoria Pedretti, que terá o papel principal na nova trama. Pedretti viverá Dani, que é contratada para cuidar de dois jovens órfãos numa velha e afastada mansão e, aos poucos, começa a notar acontecimentos estranhos ao seu redor. Outros integrantes do elenco incluem T’Nia Miller (“Years and Years”), Tahirah Sharif (“O Príncipe de Natal”), Rahul Kohli (“iZombie”), Alex Essoe (“Doutor Sono”) e as crianças Benjamin Evan Ainsworth (“Flora and Ulysses”) e Amelie Bea Smith (“EastEnders”). A estreia de “A Maldição da Mansão Bly” vai acontecer no dia 9 de outubro.

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    A Maldição da Mansão Bly: Personagens da série estampam coleção de pôsteres

    27 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou uma coleção de pôsteres com os personagens de “A Maldição da Mansão Bly” (The Haunting of Bly Manor), nova minissérie de terror dos responsáveis por “A Maldição da Residência Hill” (The Haunting of Hill House). Originalmente uma minissérie, a atração volta em formato de antologia, prometendo abordar uma casa mal-assombrada diferente a cada temporada. Assim como “Residência Hill” adaptou um clássico de terror da escritora Shirley Jackson (“A Assombração da Casa da Colina”), a nova história também leva às telas uma obra famosa: “A Volta do Parafuso”, de Henry James. Este livro já teve muitas adaptações cinematográficas. A mais famosa é de 1961, o filme “Os Inocentes”, estrelada por Deborah Kerr. Mas também há uma versão brasileira recente, “Através da Sombra” (2015), com direção de Walter Lima Jr., e até um filme deste ano, “Os Órfãos”, com Mackenzie Davis, Finn Wolfhard e Brooklynn Prince. Mas a adaptação não será literal. Trata-se de uma extrapolação, da mesma forma como ocorreu a adaptação da obra de Shirley Jackson, praticamente irreconhecível na série da Netflix. A concepção dos dois terrores é iniciativa do cineasta Mike Flanagan, especialista no gênero, que dirigiu os elogiados “O Espelho” (2013), “Ouija – A Origem do Mal” (2016) e “Doutor Sono” (2019). Ele assina roteiros, dirige episódios e ainda escalou “A Maldição da Mansão Bly” com alguns atores da “Residência Hill”, como Henry Thomas, Kate Siegel, Katie Parker, Oliver Jackson-Cohen e Victoria Pedretti, que terá o papel principal na nova trama. Pedretti viverá Dani, que é contratada para cuidar de dois jovens órfãos numa velha e afastada mansão e, aos poucos, começa a notar acontecimentos estranhos ao seu redor. Outros integrantes do elenco incluem T’Nia Miller (“Years and Years”), Tahirah Sharif (“O Príncipe de Natal”), Rahul Kohli (“iZombie”), Alex Essoe (“Doutor Sono”) e as crianças Benjamin Evan Ainsworth (“Flora and Ulysses”) e Amelie Bea Smith (“EastEnders”). A estreia de “A Maldição da Mansão Bly” vai acontecer no dia 9 de outubro.

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