Vida de Anderson Silva vai virar série de streaming
O campeão de MMA Anderson Silva terá sua história de vida contada numa minissérie da plataforma de streaming Paramount+. Segundo a coluna de Patricia Kogut no jornal O Globo, o atleta participou de uma primeira reunião com os autores da trama. Parte dos roteiristas veio do projeto Narrativas Negras, que desenvolve conteúdo exclusivo para a ViacomCBS, conglomerado dono da plataforma. Entre eles, Marton Olympio, Nathalia Cruz, Eliana Alves Cruz, Luiz Assis e Raul Perez.
Brand New Cherry Flavor: Veja o trailer da nova série de terror da Netflix
A Netflix divulgou o trailer de “Brand New Cherry Flavor”, minissérie de terror estrelada por Rosa Salazar (“Alita: Anjo de Combate”). Ela vive Lisa Nova, uma diretora de cinema aspirante na ensolarada Los Angeles de 1990, que embarca em uma jornada de vingança sobrenatural, que a leva das ruas elegantes de Beverly Hills aos confins da floresta tropical da Amazônia. O elenco também conta com Catherine Keener (“Corra!”), Eric Lange (“Narcos”), Jeff Ward (“Agents of SHIELD”) e Manny Jacinto (“The Good Place”). Criada por Nick Antosca (que também criou “The Act” e “Channel Zero”) e Lenore Zion (roteirista de “Billions” e “Channel Zero”), a série adapta o romance de mesmo nome de Todd Grimson. A estreia está marcada para 13 de agosto.
Josh Gad indica que série de “A Bela e a Fera” abordará sexualidade de LeFou
O ator Josh Gad, interprete de LeFou em “A Bela e a Fera”, revelou que a série que vai retomar a fábula encantada na plataforma Disney+ deve abordar a sexualidade de seu personagem. Durante uma entrevista a Variety, Gad avisou que o público deve “esperar o inesperado”. “Eu acho que temos histórias de origem aqui que são incrivelmente emocionantes porque são inesperadas. E acho que ‘esperar o inesperado’ é tudo o que posso realmente dizer. E não apenas em relação a LeFou e Gaston, mas a muitos dos novos personagens que estamos apresentando”, afirmou o ator. “Você vai ter que esperar quando o programa for ao ar para ver o que estamos fazendo, mas no processo de trabalhar nisso, estamos nos fazendo todas as perguntas relevantes sobre esses personagens e nos esforçando para fazer o que é certo por eles e por este mundo”, completou. A Disney divulgou a sinopse da série no mês passado, prometendo desvendar os passados não só dos protagonistas Gaston (Luke Evans) e LeFou (Gad), mas também da feiticeira misteriosa que amaldiçoou a Fera na história original. O projeto tem roteiros do próprio Josh Gad em parceria com a dupla Edward Kitsis e Adam Horowitz, que tem boa experiência com adaptações de contos de fada da Disney, após conduzirem a série “Once Upon a Time” por sete temporadas. Na trama, LeFou será surpreendido por uma revelação do passado de Tilly (a novata Briana Middleton), sua irmã postiça. É quando os dois se juntarão a Gaston para uma jornada “cheia de romance, comédia e aventura”. Outros detalhes confirmados são que Liesl Tommy (diretora de “Respect”, cinebiografia de Aretha Franklin) vai dirigir o primeiro episódio e que Alan Menken (compositor das canções originais do desenho de 1991) vai cuidar da trilha sonora. A série terá oito episódios e só começará a ser gravada em 2022.
Robert Downey Jr vai estrelar série da HBO
Depois de se tornar um dos atores de cinema mais bem-pagos do mundo com os filmes da Marvel, Robert Downey Jr. vai estrelar a primeira série de sua carreira. Seu próximo trabalho será “The Sympathizer”, uma produção do estúdio indie A24 para a HBO que adapta o livro satírico homônimo de 2015 do professor vietnamita-americano Viet Thanh Nguyen, consagrado com o Prêmio Pulitzer. A trama gira em torno de um espião norte-vietnamita (comunista), infiltrado junto aos americanos durante a guerra no Vietnã, que acaba virando consultor cultural de uma grande produção de Hollywood sobre o conflito, no estilo de “Platoon” e “Apocalypse Now”. Downey Jr. deve desempenhar vários papéis na produção, representando elementos diferentes do establishment americano, incluindo um congressista emergente, um agente da CIA e um diretor de cinema de Hollywood, entre outros. Ele também vai produzir a atração com o diretor sul-coreano Park Chan-wook (“Oldboy”), o roteirista Don McKellar (“Ensaio Sobre a Cegueira”) e sua esposa e sócia Susan Downey. Chan-wook e McKellar serão responsáveis ainda por dirigir e escrever a série, que atualmente está em busca de um ator vietnamita para o papel principal. “Adaptar o importante e magistral trabalho do Sr. Nguyen requer uma equipe visionária”, disse Robert Downey Jr. em comunicado sobre o projeto. “Com o diretor Park no comando, espero que seja uma aventura criativa de produção para Susan, para mim e para o time Downey, além de um processo estimulante para mim mesmo, ao interpretar esses papéis coadjuvantes complexos. A24 e HBO são a combinação perfeita de parceiros e família… É exatamente o tipo de desafio que eu ansiava e acredito que ofereceremos uma experiência de exibição excepcional para o nosso público.” Ainda não há previsão de estreia.
Amazon descarta série da “Máfia dos Tigres” com Nicolas Cage
A Amazon desistiu de produzir uma minissérie baseada na vida de Joe Exotic, que seria estrelada por Nicolas Cage. Diante da reviravolta, a produtora CBS Television Studios deve levar o projeto para outras plataformas. A decisão da Amazon pode ter levada em conta a ligação do personagem com sua maior rival na guerra dos streamings. A história de Joe Exotic se tornou mundialmente conhecida após ser transformada na série documental “A Máfia dos Tigres” (Tiger King), da Netflix. De todo modo, a trama não é uma adaptação do programa, visto por 34,3 milhões de assinantes americanos em seus dez primeiros dias, segundo informações não auditadas da Netflix, mas em reportagens da revista Texas Monthly sobre como Exotic ganhou seu apelido, construiu um zoológico particular em Oklahoma e alimentou sua rivalidade mortal com Carole Baskin, ativista de direitos de animais. Criada pelo roteirista Dan Lagana (“American Vandal”), a atração teria entre sete e oito episódios, e deveria marcar a estreia de Nicolas Cage numa série. Com o impasse entre Amazon e CBS, agora a NBCUniversal ganhou tempo para preparar sua própria minissérie sobre Joe Exotic, que será o primeiro programa exibido simultaneamente na TV aberta (rede NBC), TV paga (USA Network) e numa plataforma de streaming (Peacock). Esta produção vai trazer Kate McKinnon como Carole Baskin e John Cameron Mitchell (“Hedwig: Rock, Amor e Traição”) como Joe Exotic, mas ainda não tem previsão de estreia.
John Lithgow confirma flashback de Trinity no revival de “Dexter”
O ator John Lithgow revelou detalhes sobre sua participação no revival de “Dexter”, enquanto comemorava sua 13ª indicação ao Emmy por seu papel na série “Perry Mason”. Falando ao site Deadline, ele confirmou que vai aparecer num flashback e que a cena é pequena. Toda sua participação foi gravada num único dia – “na verdade, numa tarde”. Lithgow disse que soube da minissérie num telefonema do produtor Clyde Phillips, cinco meses antes das gravações. “Ele disse: ‘Você pode vir apenas passar um dia nos Berkshires?’”, contou o ator, referindo-se à região montanhosa de Massachusetts, que serviu de locação para os novos episódios. “Eu disse: ‘Claro que posso’, e foi exatamente isso que aconteceu.” “Foi maravilhoso voltar a encontrar a turma – incluindo Michael [C. Hall], Jennifer Carpenter e Clyde Phillips”, disse o ator, que venceu o Emmy por seu papel como Arthur Mitchell, o serial killer conhecido como Trinity, durante a 4ª temporada da série original. Ele foi bastante claro sobre o contexto de sua participação. “Como todos os fãs de ‘Dexter’ sabem, já vimos o fim de Trinity, então isso, por definição, significa que é um flashback”, explicou. Para completar, Lithgow comentou o tom geral da produção. “É completamente diferente. Mais ou menos como ‘Perry Mason’, é uma reinvenção”, comparou. “Acontece em uma parte diferente do país e com um elenco totalmente novo de personagens”, acrescentou. Ao mesmo tempo, ele revelou que “há todos os tipos de surpresas maravilhosas e referências às primeiras temporadas”. Uma das maiores surpresas, sem dúvida, é a volta de Jennifer Carpenter, já que sua personagem, Debra Morgan, a irmã de Dexter (Michael C. Hall), também morreu na atração original.
Jennifer Carpenter vai participar do revival de “Dexter”
Os fãs pediram e Debra Morgan está voltando. Jennifer Carpenter vai participar do revival da série “Dexter”. A atriz interpretou a irmã do protagonista Dexter Morgan (Michael C. Hall) em todas as oito temporadas da série original do canal pago Showtime, mas sua personagem foi morta no final da atração, em 2013. A forma como isso aconteceu deixou os telespectadores inconformados. Na época, Carpenter chegou a dizer que lutou por este final trágico com os roteiristas, mas deixou a porta aberta para retornar à série num futuro revival – ao mesmo tempo em que duvidava que isso pudesse acontecer. Ela brincou em 2013 que seria necessário “um roteiro extraordinário e muitos, muitos, muitos anos a partir de agora”, acrescentando: “Não sei se isso seria possível, porque as pessoas não voltam da morte”. Debra não será a única personagem morta a aparecer no revival. O ator John Lithgow também voltará a interpretar Arthur Mitchell, assassino conhecido como Trinity. E as duas participações sugerem curiosas possibilidades, como flashbacks, sonhos e a melhor de todas: uma nova manifestação física da consciência de Dexter. Na série original, as ações de Dexter eram influenciadas por seu falecido pai, vivido por James Remar. O ator já declarou que não foi convidado à participar da continuação. A volta de “Dexter” foi anunciada em outubro passado. A trama dará sequência aos eventos da série original, que durou oito temporadas e terminou em 2013 com Dexter Morgan fingindo a própria morte para se afastar de todos. A última cena revelava que ele tinha assumido a identidade de um lenhador e se escondido numa floresta, vivendo uma vida solitária. A produção terá formato de minissérie e apenas 10 capítulos, com estreia planejada para o outono norte-americano de 2021 (entre setembro e novembro) no canal pago americano Showtime. A série deve ser exibida no Brasil pela plataforma Paramount+.
Revival de “Sex and the City” ganha primeira foto oficial
A HBO Max divulgou a primeira foto oficial do revival de “Sex and the City”, intitulado “And Just Like That…”. A imagem traz Sarah Jessica Parker (Carrie), Cynthia Nixon (Miranda) e Kristin Davis (Charlotte) caminhando juntas pelas ruas de Nova York. A minissérie vai seguir as três estrelas da atração dos anos 1990 enquanto lidam com a evolução de suas vidas após completarem 50 anos. Criada por Darren Star (hoje à frente de “Emily em Paris”), a série original durou seis temporadas, entre 1998 e 2004 na HBO, e venceu vários prêmios Emmy – incluindo troféus de Melhor Atriz para Parker e Melhor Atriz Coadjuvante para Nixon. Após o final, o quarteto central ainda se reuniu em dois filmes, em 2008 e 2010. Mas enquanto o primeiro foi um sucesso de público e crítica, o fracasso do segundo implodiu os planos de uma trilogia e fez Kim Catrall (Samantha) jurar nunca mais voltar à franquia, criticando Parker. Das quatro protagonistas da série original, Kim Cattrall é a única que não participará do retorno – e há sites de apostas promovendo lances sobre o destino de Samantha na trama. Além disso, o elenco masculino voltará em peso, com destaque para Chris Noth, que reprisará seu papel como Mr. Big, mas sem esquecer Willie Carson (Stanford), Mario Cantone (Anthony), David Eigenberg (Steve) e Evan Handler (Harry). A principal novidade será a introdução de Sara Ramirez (a Dr. Callie Torres de “Grey’s Anatomy”) como uma personagem não-binária na trama. A atração terá 10 episódios. Sarah Jessica Parker revelou em seu Instagram que o primeiro vai se chamar “Hello, It’s Me” (veja abaixo), mas ainda não há previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por SJP (@sarahjessicaparker)
Séries online: Arlequina, “Monstros” da Pixar, “Gossip Girl” e mais
Após desembarcar no Brasil na semana passada, a HBO Max atualizou seu catálogo com várias séries inéditas no país. A lista garante algumas das melhores maratonas do fim de semana, a começar pela excelente “Harley Quinn”, animação anárquica da Arlequina. Extremamente sanguinária (Harley arranca o nariz do Pinguim) e com linguagem adulta, a atração – que não é para crianças – destaca a dublagem original de Kaley Cuoco (a Penny de “The Big Bang Theory”) no papel-título e chega com duas temporadas completas ao streaming. O principal lançamento de comédia do ano, “Hacks”, também aparece com temporada completa. Com nada menos que 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, traz Jean Smart (“Watchmen”) como uma lendária comediante de Las Vegas, que diante da decadência e mau-humor crescente se vê compelida a contratar uma jovem estrela da internet (a novata Hannah Einbinder) para lhe escrever novas piadas. As duas se odeiam à primeira vista, mas o desprezo de uma pela outra logo acaba se revelando o ingrediente ideal para uma boa parceria. A HBO Max ainda disponibilizou o primeiro episódio da nova versão de “Gossip Gil”, responsável por movimentar as redes sociais nesta semana, e ainda lança no domingo (11/7) a minissérie de humor sombrio “The White Lotus”. Escrita e dirigida por Mike White (“Escola do Rock”), a trama acompanha um fim de semana num resort paradisíaco para podres de ricos – interpretados por Connie Britton, Jennifer Coolidge, Alexandra Daddario, Steve Zahn, etc – que parece “Parasita” numa ilha. Além de “Harley Quinn”, o fim de semana apresenta mais duas animações, mas apenas uma é para crianças: “Monstros no Trabalho”, continuação do adorado “Monstros S.A.” da Pixar. A outra opção é uma minissérie derivada do game “Resident Evil”, com menos zumbis e mais conspiração que o esperado. Entre os títulos que retornam, destacam-se o final da série “Atypical” e a 3ª temporada de “Virgin River” na Netflix. Mas o principal conteúdo da plataforma líder do mercado desta vez é brasileiro: a série documental sobre Elize Matsunaga, que apresenta a primeira entrevista exclusiva da assassina condenada, além de revelar detalhes do crime macabro que chocou o país. Tem mais. Confira abaixo nossa seleção (com os trailers) das 10 melhores opções de séries disponibilizadas em streaming nesta semana. Harley Quinn | EUA | 1ª e 2ª Temporadas (HBO Max) Monstros no Trabalho | EUA | 1ª Temporada (Disney+) Gossip Girl | EUA | 1ª Temporada (HBO Max) Hacks | EUA | 1ª Temporada (HBO Max) The White Lotus | EUA | 1ª Temporada (HBO Max) Atypical | EUA | 4ª Temporada (Netflix) Virgin River | EUA | 3ª Temporada (Netflix) Resident Evil: No Escuro Absoluto | EUA, Japão | Minissérie (Netflix) Who Is America | EUA | Minissérie (Paramount+) Elize Matsunaga: Era Uma Vez Um Crime | Brasil | Minissérie (Netflix)
Remake de “Cenas de um Casamento” ganha trailer com Oscar Issac e Jessica Chastain
A HBO divulgou o trailer legendado de “Scenes from a Marriage”, minissérie que traz Oscar Issac (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) e Jessica Chastain (“It – Capítulo 2”) como um casal em crise. A produção é um remake americano de “Cenas de um Casamento”, obra-prima de Ingmar Bergman. A minissérie original de 1973 acompanhava a desintegração do casamento de Marianne, uma advogada de família especializada em divórcio, e Johan, durante um período de 10 anos. E foi inspirada nas experiências do próprio Bergman, incluindo seu relacionamento com a atriz Liv Ullmann, que estrelou a produção original – filmada com um orçamento pequeno em Estocolmo e Fårö em 1972. Depois de ser exibida na TV sueca em seis partes, a minissérie foi condensada em uma versão para o cinema (de 2h49 minutos!) em 1974, ocasião em que venceu o Globo de Ouro de Melhor Filme em Língua Estrangeira. A obra influenciou cineastas como Woody Allen e Richard Linklater, e ainda foi apontada como responsável pelo aumento na taxa de divórcios na Suécia nos anos 1970. “Cenas de um Casamento” ainda foi adaptado para o teatro e recebeu uma continuação, “Saraband”, em 2003, que se tornou o último longa da carreira de Bergman, falecido em 2007. A nova versão está a cargo do israelense Hagai Levi, criador das séries “The Affair” e “Em Terapia”, que escreve e dirige os cinco episódios. Outros nomes do elenco são Nicole Beharie (“Sleepy Hollow”), Tovah Feldshuh (“The Walking Dead”), Maury Ginsberg (“Manifest”), Sunita Mani (“GLOW”) e a menina Lily Jane (“Sand Dollar Cove”). A estreia está marcada para setembro na TV paga e na plataforma de streaming HBO Max.
Séries online: “Colônia” e o final de “Wynonna Earp” pra maratonar
A programação de séries online tem continuações esperadas e um par de finais badalados, mas o grande destaque é uma minissérie brasileira em preto e branco. Criada e dirigida pelo cineasta André Ristum (“A Voz do Silêncio”), “Colônia” adapta o livro “Holocausto Brasileiro”, de Daniela Arbex, sobre o hospício fundado em 1903 em Barbacena, Minas Gerais, que internou e matou milhares de pessoas, vítimas de maus-tratos. O detalhe é que 70% dos internados não tinham nenhuma doença mental. Eram solteiras grávidas, homossexuais, prostitutas, adolescentes rebeldes, feministas e pessoas rejeitadas pela sociedade de 100 anos atrás. É terrível, um verdadeiro terror real, que a opção pelo preto e branco torna ainda mais sombrio. O excelente elenco inclui Fernanda Marques, Andréia Horta, Eduardo Moscovis, Augusto Madeira e Naruna Costa, entre outros. Há mais duas produções nacionais: uma atração documental sobre Juliette Freire, vencedora do “BBB 21”, e a novela (com estrutura de série) “Carrossel”, que reuniu Maisa Silva, Larissa Manoela e grande elenco infantil. Mas quem quiser ficar na vibe de “Colônia” pode optar por outra minissérie latina, a mexicana “Somos.”, também inspirada em fatos reais, sobre um vilarejo dominado pela violência do tráfico. Entre as séries americanas, as dicas são as continuações de “Hanna” e “Nancy Drew”, que chegam à 2ª temporada, além de “Ray Donovan” e “Wynonna Earp”, que se despedem. “Ray Donovan” ainda terá um filme para encerrar sua trama, mas “Wynonna Earp” já deixa saudades nos fãs. Baseada nos quadrinhos de Beau Smith, a atração desenvolvida pela produtora-roteirista Emily Andras (de “Lost Girl”) tornou-se a fantasia televisiva mais cultuada desde “Buffy: A Caça-Vampiros” ao combinar monstros, feminismo, rebeldia e sensualidade LGBTQIAP+. Não por acaso, soma 92% de aprovação no Rotten Tomatoes. A lista também inclui a produção sueca “Young Royals”, que os adolescentes estão amando, e mais todas as atrações da recém-lançada HB0 Max (veja aqui). Confira abaixo a seleção (com os trailers) das 10 melhores séries disponibilizados em streaming nesta semana. Colônia | Brasil | Minissérie (Globoplay) Somos. | México | Minissérie (Netflix) Wynonna Earp | Canadá | 4ª temporada (Globoplay) Nancy Drew | EUA | 2ª temporada (Globoplay) Hanna | EUA | 2ª Temporada (Amazon Prime Video) Ray Donovan | EUA | 7ª temporada (Globoplay) Geração 30 e Poucos | Itália | 1ª Temporada (Netflix) Young Royals | Suécia | 1ª Temporada (Netflix) Você Nunca Esteve Sozinha | Brasil | Minissérie (Globoplay) Carrossel | Brasil | Novela (Netflix)
Antonio Banderas vai caçar serial killer em série do diretor de “A Torre Negra”
O astro espanhol Antonio Banderas vai voltar a estrelar uma série, após viver Pablo Picasso na 2ª temporada de “Genius”. Ele será um dos protagonistas de “The Monster of Florence”, série baseada na história real de um dos serial killers mais famosos da Europa. Banderas viverá o repórter policial italiano Mario Spezi, que ao lado do escritor de ficção americano Douglas Preston investigou o chamado Monstro de Florença, que matou 14 pessoas na cidade histórica italiana entre 1974 e 1985. A minissérie é baseada no livro homônimo escrito pela dupla, que apontou os erros cometidos pela polícia ao investigar jovens casais mortos durante encontros românticos no interior da Itália. Eles fizeram tantas descobertas, a partir das falhas da investigação oficial, que chegaram a ser considerados suspeitos dos próprios assassinatos pela polícia. A adaptação está a cargo de dois mestres do cinema nórdico, Nikolaj Arcel (diretor de “O Amante da Rainha” e roteirista da versão original sueca de “Os Homens que Não Amavam as Mulheres”) e Anders Thomas Jensen (escritor dos premiados “Depois do Casamento” e “Em um Mundo Melhor”). Os dois trabalharam juntos na fracassada adaptação de “A Torre Negra” (2017), dirigido por Arcel, e no recente thriller nórdico “Riders of Justice” (2020), dirigido por Jensen. Além de estrelar, Banderas será um dos produtores da série para o Studiocanal.
“Belas Maldições” terá 2ª temporada
A minissérie “Belas Maldições” (Good Omens) virou série com a encomenda de uma 2ª temporada. O anúncio da renovação foi feito nesta terça-feira (29/6) por Neil Gaiman, produtor da atração e autor do livro em que a trama se baseia. “Que problema glorioso (e perigoso) nossos anjo e demônio favoritos vão encontrar desta vez? Boas notícias! ‘Good Omens’ está retornando para a 2ª temporada no Prime Video”, postou o escritor. O problema glorioso, na verdade, será criar uma história inédita para os personagens, já que todo o livro original, escrito por Gaiman em parceria com Terry Pratchett, foi adaptado na minissérie. A trama acompanha a aliança relutante entre um anjo e um demônio, vividos por Michael Sheen (“Masters of Sex”) e David Tennant (“Doctor Who”), que se tornaram amigos após séculos de interação em lados opostos e decidem se juntar para impedir o apocalipse. Apesar da história ter sido concluída, vale lembrar que, numa entrevista de 2017 no set da produção, Gaiman chegou a mencionar ter esboçado planos para uma continuação com Pratchett, que os dois nunca tiraram do papel – em parte porque Pratchett morreu em 2015. A nova temporada contará com seis episódios e as gravações começam no final deste ano na Escócia. What glorious (and dangerous) trouble will our favorite angel and demon find themselves in this time? 😇😈 Good news! #GoodOmens is returning for Season 2 on @PrimeVideo. pic.twitter.com/cFJQMo0Vkj — Neil Gaiman (@neilhimself) June 29, 2021












