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  • Filme

    Hugh Jackman é O Rei do Show em trailer legendado de musical circense

    28 de junho de 2017 /

    A Fox divulgou quatro fotos oficiais e o primeiro trailer legendado de “O Rei do Show” (The Greatest Showman), musical circense estrelado por Hugh Jackman (“Logan”). O filme gira em torno da figura controvertida de P.T. Barnum, empresário que começou a trabalhar com shows de variedades em Nova York em 1834 e ficou conhecido por ter criado um novo formato de circo itinerante, com um picadeiro e animais exóticos, que revolucionou os shows circenses. A isso ele dava o nome de “O Maior Espetáculo da Terra”. A prévia mostra que o filme deixará a parte controversa – dos animais – de lado, concentrando-se no show de talentos produzido por Barnum (papel de Jackman), que originou o show business moderno. Há até uma cena em que ele proclama ter inventado a expressão “show business”. A produção tem grande elenco e ainda destaca Zac Efron (“Baywatch”), Michelle Williams (“Manchete à Beira-Mar”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Nação Fantasma”) e Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta para Casa”). Com roteiro escrito por Jenny Bicks (“Sex and the City”) e revisado por Bill Condon (“A Bela e a Fera”), o filme tem direção de Michael Gracey, que fará sua estreia no cinema após se destacar na publicidade. A estreia está prevista para 25 de dezembro.

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    Drama estrelado por Kristen Stewart, vencedor do Festival de Londres, sai direto em DVD no Brasil

    12 de junho de 2017 /

    Um dos filmes mais premiados ano, “Certas Mulheres” (Certain Women), foi lançado pela Sony direto em DVD no Brasil. A produção reúne em seu elenco simplesmente Kristen Stewart (“Personal Shopper”), Michelle Williams (“Manchester à Beira-Mar”) e Laura Dern (“Livre”) e venceu o Festival de Londres do ano passado. A trama acompanha as vidas de quatro mulheres, interpretadas pelas atrizes citadas e Lily Gladstone (“Subterrânea”). Entre elas, há pouco em comum além do fato de morarem em Livingston, no estado de Montana. No entanto, as circunstâncias de suas vidas farão com que suas histórias se entrelacem de uma maneira íntima e profunda, ainda que distante, conforme buscam seus lugares no mundo. O filme teve sua estreia no Festival de Sundance de 2016, foi exibido no Festival do Rio e em inúmeros outros festivais ao redor do mundo, sendo reconhecido por diversas associações de críticos dos Estados Unidos, além de ter concorrido ao Film Independent Spirit Awards, o “Oscar do cinema independente”. Escrito e dirigido por Kelly Reichardt (“Movimentos Noturnos”), “Certas Mulheres” estreou em outubro passado nos cinemas dos Estados Unidos e chegou às prateleiras brasileiras no começo de junho.

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  • Filme

    Michelle Williams vai filmar sua primeira comédia em 12 anos

    3 de junho de 2017 /

    A atriz Michelle Williams (“Manchete à Beira-Mar”) vai estrelar sua primeira comédia desde “O Encalhado” (2005), há 12 anos. Ela entrou no elenco de “I Feel Pretty”, em que contracenará com Amy Schumer (“Descompesada”). No filme, ela terá o papel de chefe de Schumer, que se orgulha da transformação da vida da funcionária – uma vendedora de cosméticos em luta contra a insegurança que, após bater a cabeça, passa a acreditar ser a pessoa mais capaz e bonita do mundo, e se torna bem-sucedida. “I Feel Pretty” marcará a estreia na direção da dupla de roteiristas Abby Kohn e Marc Silverstein, responsável pelas comédias românticas “Ele Não Está Tão a Fim de Você” (2009), “Idas e Vindas do Amor” (2010) e “Como Ser Solteira” (2016). Os dois também assinam o roteiro. Ainda não há previsão para a estreia.

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    Ridley Scott negocia com Michelle Williams, Mark Wahlberg e Kevin Spacey para seu próximo filme

    1 de abril de 2017 /

    Ridley Scott assumiu a frente das negociações para fechar o elenco de seu próximo filme, “All the Money in the World”, sobre a história real do sequestro do neto do homem mais rico do mundo. Após enfrentar dificuldades para encaixar Natalie Portman (“Jackie”), que acaba de virar mãe pela segunda vez, Scott tenta agora trazer Michelle Williams (“Manchester à Beira-Mar”) para viver a mãe sofredora, Kevin Spacey (série “House of Cards”) como o milionário insensível e Mark Wahlberg (“O Dia do Atentado”) para um papel importante, possivelmente o do sequestrador. O filme vai dramatizar o famoso sequestro do então adolescente John Paul Getty III na Itália em 1973, e as tentativas desesperadas da sua mãe, a ex-atriz Gail Harris, para conseguir que o avô bilionário do rapaz pagasse o resgate. Mas John Paul Getty Sr, considerado na época o homem mais rico do mundo, recusou-se a pagar aos raptores. Por isso, para provar que falavam a sério, os criminosos chegaram a mandar para a família a orelha direita do jovem de 16 anos. A expectativa é que as filmagens comecem em maio na Itália. A pressa é para evitar a concorrência de outro projeto sobre a mesma história, a minissérie “Trust”, desenvolvida pelo roteirista Simon Beaufoy e o diretor Danny Boyle (a dupla de “Quem Quer Ser um Milionário?”)

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    Manchester à Beira-Mar oferece mergulho dramático consagrador a Casey Affleck

    19 de janeiro de 2017 /

    É próprio dos grandes atores serem capazes de preservar-se da influência negativa dos holofotes. Casey Affleck manteve essa discrição em sua carreira até não poder mais. Já tinha brilhado em “O Assassinato de Jesse James” (2007), mas do mesmo modo que o filme salientou seu talento, inclusive com uma indicação para o Oscar, deixou-o temeroso de aceitar uma nova condição em Hollywood, e assim Affleck rapidamente voltou a penumbra. “Manchester à Beira-Mar” (Manchester by the Sea) arranca o ator do segundo plano mais uma vez. E com maior contundência. Não é por acaso que o filme está em quase todas as listas dos melhores do ano. É um mergulho no realismo das relações, filmadas cruamente e sem pudor. Não tem nada a ver com o sentimentalismo infantil e declamatório, que tantas vezes já vimos no cinema norte-americano. É uma outra coisa. Há uma riqueza ilimitada de expressões no ser humano, e a curiosidade de observador do ínfimo drama cotidiano é algo que o diretor e dramaturgo Kenneth Lonergan (“Conte Comigo”) vem apurando ao longo dos anos. Com Casey Affleck, Lonergan encontra o ator ideal para inscrever na tela a dor do ser anônimo mergulhado na solidão e no luto. “Manchester” abre com uma charmosa vinheta de dois homens e um menino numa excursão de verão no barco de pesca da família. Os dois são os irmãos Chandler. Joe, o mais velho (Kyle Chandler) pilota o barco; Lee, o mais novo (Affleck), ensina o sobrinho, Patrick, a pescar. É um momento alto astral, mas a cena seguinte revela que essa nau flutua entre o presente, o passado e há uma tragédia conectando os dois tempos. No presente, Lee vive como um zumbi num porão em Boston. De dia, leva um trabalho pesado de zelador num condomínio. É ótimo na execução das tarefas, mas não tem tolerância para lidar com os humores dos condôminos. Nem paciência para entabular uma conversa com uma garota que se aproxima, à noite no bar. Ele se irrita com a moça e deixa bem claro sua condição de ermitão. Sua fiação emocional parece desgastada, e parece haver uma pitada de penitência em sua solidão. A forma como Affleck submerge neste personagem tem uma extensão assombrosa. Vai levar uma hora ou mais para descobrirmos o porquê. Mas o ator projeta a gravidade do personagem em todos seus olhares e gestos: as mãos presas nos bolsos, os olhos inquietos, enquanto o álcool o eleva e afasta da Terra. Então um telefone toca tirando o homem amortecido da rotina. A chamada é de um hospital em Manchester: o irmão mais velho, Joe, teve um ataque cardíaco. Enquanto Lee empreende a longa viagem de volta a sua terra natal, Lonergan mantém o filme num ritmo sereno. Definitivamente, ele não é um diretor adepto de sobressaltos ou de firulas visuais, mas a partir daqui, cria um emaranhado de sutilezas e um complexo jogo de espaços e interações inusitado. A começar pela habilidade que interliga a trama em flashbacks. Em princípio, as idas e vindas parecem óbvias, mas na verdade, elas estruturam o filme no mesmo estado de levitação do barco no início. O irmão de Lee morre antes que ele consiga percorrer o extenso caminho de Boston a costa. E quando ele é colocado em frente ao cadáver, imediatamente, Lonergan se nega a mostrar o morto, levando-nos a um flashback de quando o homem recebia naquele mesmo hospital o diagnóstico de que tinha pouco tempo de vida. O passado e o presente se fundem, sem demora, deixando a estranha sensação de ver uma pessoa viva imediatamente após a sua morte. O “é” e o “foram” no filme são enlaçados e amarrados juntos. O mérito de “Manchester à Beira-Mar” reside justamente na criação dessa atmosfera oscilante, por vezes trágica, por vezes pontilhada de momentos cômicos. Os personagens invariavelmente riem de suas desgraças. Joe é o primeiro a fazer piada com seu estado, quando o médico lhe dá a péssima notícia. O sobrinho então esquece as diferenças com o tio quando precisa que ele distraia a mãe da namorada, para que possa ir até onde deseja no quarto da menina. Algumas cenas parecem saídas de uma comédia ligeira, outras são de uma mordacidade incrível. Num dos momentos mais terríveis, logo depois de um incêndio, enfermeiros tentam carregar numa maca a mulher que perdeu os filhos no fogo e não conseguem colocá-la na ambulância. As pernas da maca emperram. A trapalhada dura dois segundos, mas é o suficiente para desconcertar de tão patética. Pior de tudo, vemos como um pequeno erro estúpido de um personagem adquire consequências tão vastas que reduzem a vida de outros a cinzas. A ironia é cáustica aqui. Para desespero de Lee, ele acaba nomeado como o guardião legal de Patrick (Lucas Hedges), filho de Joe. É o mesmo menino do início na pesca, só que ele cresceu, tem 16 anos, e não tem absolutamente nenhum desejo de se acertar com o tio. Grande parte da história envolve as duas figuras se medindo, estudando, tentando chegar a algum lugar. Numa segunda instância, ocorre uma outra dificuldade de acerto de Lee. Em seu regresso forçado a Manchester, ele reencontra também a ex-mulher (Michelle Williams). O personagem procura adiar a conversa com ela, mas são tantas as coisas que a mulher tem sufocada para dizer, que quando eles se encontram numa esquina, as emoções jorram numa torrente. Hollywood gosta de insistir que, ao encontrar uma pessoa especial, seja um forasteiro, alienígena ou amigo, você pode curar ou ser curado de seus males. Ninguém é curado no final de “Manchester à Beira-Mar”. A inquietação cresce, e o diretor consegue-nos manter sempre no fio instável do desconforto, num equilíbrio entre a aflição e o alívio, com um nó na garganta, no corpo todo, que não se desata nunca. O passado é um novelo que vai acumulando mal-entendidos e equívocos e, de uma forma sempre elegante, jogando com uma espécie de fora de campo do som e das palavras, Lonergan vai-nos alertando para o que ficou por dizer. E como numa verdadeira tragédia grega não há redenção possível. A cidade do título é devidamente esboçada, inclusive em suas cores – nem sempre fica claro onde o cinza do oceano termina e começa o céu do inverno. Seja como for, o odor é a última memória a partir.

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    21 astros de Hollywood cantam I Will Survive em vídeo da revista W

    14 de janeiro de 2017 /

    A revista W reuniu alguns dos maiores astros de Hollywood da temporada e pediu para eles cantarem “I Will Survive”, o clássico de Gloria Gaynor que marcou a era das discotecas. A música já ganhou muitas conotações ao longo da história, sendo a mais clara a de quem se assume gay. No contexto atual, a luta pela sobrevivência das estrelas parece dirigida à presidência de Donald Trump. No total, 21 artistas participaram do projeto: Emma Stone, Natalie Portman, Amy Adams, Matthew McConaughey, Andrew Garfield, Felicity Jones, Mahershala Ali, Dakota Fanning, Chris Pine, Michelle Williams, Naomi Harris, Michael Shannon, Greta Gerwig, Ruth Negga, Joel Edgerton, Hailey Stenfeld, Anya Taylor-Joy, Alden Ehrenreich, Dev Patel, Lucas Hedges e Taraji P. Henson, que arrasa na parte final. A maior parte deles apoiou publicamente a candidata derrotada Hillary Clinton. Dirigido pela editora da revista, Lynn Hirschberg, o vídeo edita trechos de cada interpretaçã, realizada de jeitos diferentes, numa montagem que fica entre o empolgante e o engraçado. Confira abaixo.

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  • Música

    Críticos de Nova York elegem La La Land o Melhor Filme do ano

    3 de dezembro de 2016 /

    Os críticos de Nova York escolheram “La La Land: Cantando Estações” como o Melhor Filme do ano, dando mais fôlego às pretensões do musical dirigido por Damien Chazelle e estrelado por Emma Stone e Ryan Gosling. Neste semana, “La La Land” também chamou atenção por liderar as indicações ao Critics Choice Awards, o prêmio da crítica americana. O filme já venceu o Festival de Toronto e Emma Stone recebeu o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Veneza por seu papel. O prêmio de Melhor Diretor ficou com o novato Barry Jenkins por “Moonlight”, outro filme que vem se destacando, enquanto Isabelle Huppert voltou a surpreender como Melhor Atriz pelo desempenho em “Elle”. Já é a segunda conquista da atriz francesa na temporada de premiações americana. No começo da semana, ela tinha vencido o Gotham Awards, superando a até então favorita Natalie Portman por “Jackie”. Casey Affleck, que também tinha sido premiado no Gotham Awards, voltou a se destacar como Melhor Ator por “Manchester à Beira-Mar”. O filme ainda rendeu o prêmio de Atriz Coadjuvante para Michelle Williams, além de Melhor Roteiro. Filme vencedor do Gotham Awards, “Moonlight” ainda teve Mahershala Ali premiado como Melhor Ator Coadjuvante. Para completar, “O.J: Made in America” ganhou como Melhor Documentário, a comédia alemã “Toni Erdmann” como o Melhor Filme Estrangeiro e “Zootopia” como Melhor Animação.

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    Drama estrelado por Kristen Stewart vence o Festival de Londres

    18 de outubro de 2016 /

    Kristen Stewart está se habituando a estrelar filmes premiados. Depois de “Personal Shopper” ser premiado em Cannes, é a vez de “Certas Mulheres” sagrar-se vencedor do Festival de Londres. Melhor filme do festival, o drama dirigido por Kelly Reichardt (“Movimentos Noturnos”) recebeu o troféu do júri presidido pela cineasta grega Athina Rachel Tsangari (“Attenberg”). “Certas Mulheres” acompanha as vidas de quatro mulheres interpretadas por Laura Dern, Michelle Williams, Kristen Stewart e Lily Gladstone. Entre elas, há pouco em comum além do fato de morarem em Livingston, no estado de Montana. No entanto, as circunstâncias de suas vidas farão com que suas histórias se entrelacem de uma maneira íntima e profunda, ainda que distante, conforme buscam seus lugares no mundo. O filme foi exibido no Festival do Rio, mas ainda não tem previsão de lançamento comercial no Brasil. O festival também premiou o impactante terror “Raw”, que fez o público passar mal durante sua première no Festival de Toronto. O longa canibal de Julia Ducournau ganhou a estatueta de Melhor Filme de Estreante. A cerimônia de premiação também entregou um prêmio precoce a Steve McQueen, diretor de apenas três longas lançados (“Fome”, “Shame” e “12 Anos de Escravidão”), pelo conjunto de sua carreira.

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    Michelle Williams negocia virar Janis Joplin em cinebiografia

    11 de outubro de 2016 /

    A atriz Michelle Williams entrou em negociações para estrelar a cinebiografia da cantora Janis Joplin. Segundo o site da revista Variety, o projeto finalmente vai sair do papel com roteiro e direção de Sean Durkin, do elogiado thriller indie “Martha Marcy May Marlene” (2011). Williams tem dez anos a mais que Janis tinha quando morreu. Caso a negociação seja bem sucedida, será a segunda cinebiografia de personalidade icônica na carreira da atriz, que já viveu Marilyn Monroe em “Sete Dias com Marilyn” (2011). Intitulado “Janis”, o projeto conta com o apoio da família da cantora. O roteiro foi escrito por Andrew Renzi (de “The Benefactor”, longa com Richard Gere inédito no Brasil) e Clara Brennan (série “Hollyoaks”), e se baseia no livro “Love, Janis”, escrito pela irmã da cantora, que reuniu cartas escritas por ela para a família, enquanto caía na estrada para se apresentar em festivais como Woodstock e enchia a cara para lidar com a pressão da fama. Janis Joplin morreu após uma overdose de heroína, quando se preparava para lançar seu quarto álbum em 1970. “Pearl”, disco que deixou quase pronto, foi lançado postumamente e se tornou um dos maiores sucessos de sua carreira, rendendo músicas clássicas como “Me and Bobby McGee”, “Get It While You Can”, “Move Over” e “Cry Baby”. Há anos Hollywood tenta filmar a vida da cantora, e um projeto intitulado “Get It While You Can”, que seria estrelado pela atriz Amy Adams (“Batman vs. Superman”, arrasta-se já tem uma década. Para se ter ideia, Brittany Murphy, que faleceu em 2009, era a primeira escolha para o papel.

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    Kristen Stewart causa em tapete vermelho com visual andrógino e sem sutiã

    4 de outubro de 2016 /

    A atriz Kristen Stewart (“Acima das Nuvens”) causou no tapete vermelho da première de “Certas Mulheres”, que aconteceu na noite de segunda (3/10) durante o Festival de Nova York. Ela apareceu loira, de cabelos curtos e com roupas mais, digamos, masculinas, enquanto as demais atrizes capricharam nos vestidos de gala. Entretanto, ela não cansou de ser sexy, como demonstraram as câmeras hipnotizadas por um detalhe de seu visual andrógino: o blazer roxo aberto, usado sem sutiã. Além dela, as atrizes Michelle Williams (“Sete Dias com Marilyn”), Laura Dern (“Livre”) e Lily Gladstone (“Subterranea”) também estão no elenco do longa dirigido por Kelly Reichardt (“Movimentos Noturnos”). Mas a internet só viu Kristen, de tantos cliques que inspirou. Ao participar da sessão de perguntas e respostas, após a exibição do filme, ela reapareceu com uma camiseta branca sob o blazer. Em “Certas Mulheres”, Kristen interpreta Beth Travis, uma jovem advogada que viaja para bem longe de casa para encarar o desafio de dar aulas pela primeira vez. No meio disso tudo, a personagem começa uma grande amizade com uma fazendeira solitária.

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    Manchester à Beira-Mar: Trailer legendado multiplica críticas elogiosas a Casey Affleck

    1 de outubro de 2016 /

    A Sony divulgou o pôster e o trailer legendado de “Manchester à Beira-Mar”, drama do diretor e roteirista Kenneth Lonergan (autor do roteiro de “Gangues de Nova York”). A trama mostra Casey Affleck (“Interestelar”) sendo obrigado a cuidar do sobrinho após a morte do pai do garoto, além de muitos trechos de críticas elogiosas, a ponto de “Obra-prima” parecer o slogan da produção. O elenco de “Manchester By the Sea” ainda inclui Michelle Williams (“Oz, Mágico e Poderoso”), Lucas Hedges (“O Teorema Zero”), Kyle Chandler (série “Bloodline”), Matthew Broderick (“Roubo nas Alturas”), Gretchen Mol (série “Boardwalk Empire”), e C.J. Wilson (“Um Senhor Estagiário”). O filme fez muito barulho no Festival de Sundance, mas não chegou a vencer nada. Mesmo assim, o marketing do estúdio já ensaia a possibilidade de Casey Affleck ser indicado pela primeira vez à estatueta de Melhor Ator, posicionando sua estreia na época das premiações de fim de ano. A estreia está marcada para 18 de novembro nos EUA e apenas em 12 de janeiro no Brasil.  

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    Rebecca Ferguson contracenará com Hugh Jackman em musical circense

    9 de setembro de 2016 /

    A atriz sueca Rebecca Ferguson entrou no musical “The Greatest Showman on Earth”, que será estrelado por Hugh Jackman (“Wolverine – Imortal”). Segundo o site The Hollywood Reporter, Ferguson irá interpretar a cantora de ópera Jenny Lind, que trabalhou com o empresário P.T. Barnum, papel de Jackman. O filme se passa no universo circense, focando a figura controvertida de P.T. Barnum, empresário que começou a trabalhar com shows de variedades em Nova York em 1834 e ficou conhecido por ter criado um novo formato de circo itinerante, com um picadeiro e animais exóticos, que revolucionou os shows circenses. A isso ele dava o nome de “O Maior Espetáculo da Terra”, o título literal do filme. A produção tem grande elenco e aida inclui Zac Efron (“Vizinhos”), Michelle Williams (“Oz: Mágico e Poderoso”) e Zendaya (série “Agente K.C.”). Com roteiro escrito por Jenny Bicks (“Sex and the City”) e revisado por Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2”) e Michael Arndt (“Toy Story 3”), o filme será dirigido por Michael Gracey, que fará sua estreia no cinema após se destacar na publicidade. A estreia está prevista para 25 de dezembro de 2017 nos EUA.

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    Manchester By the Sea: Casey Affleck mostra talento dramático em trailer repleto de críticas elogiosas

    26 de agosto de 2016 /

    A Roadside Attractions divulgou quatro fotos e o primeiro trailer de “Manchester By the Sea”, drama do diretor e roteirista Kenneth Lonergan (autor do roteiro de “Gangues de Nova York”). A trama mostra Casey Affleck (“Interestelar”) sendo obrigado a cuidar do sobrinho após a morte do pai do garoto, além de muitos trechos de críticas elogiosas, a ponto de “Obra-prima” parecer o slogan da produção. O elenco de “Manchester By the Sea” ainda inclui Michelle Williams (“Oz, Mágico e Poderoso”), Lucas Hedges (“O Teorema Zero”), Kyle Chandler (série “Bloodline”), Matthew Broderick (“Roubo nas Alturas”), Gretchen Mol (série “Boardwalk Empire”), e C.J. Wilson (“Um Senhor Estagiário”). O filme fez muito barulho no Festival de Sundance, mas não chegou a vencer nada. Mesmo assim, o marketing do estúdio já ensaia a possibilidade de Casey Affleck ser indicado pela primeira vez à estatueta de Melhor Ator, posicionando sua estreia na época das premiações de fim de ano. A estreia está marcada para 18 de novembro nos EUA e apenas em 12 de janeiro no Brasil.

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