Bolsonaro prepara corte de 43% no fundo que financia filmes e séries no Brasil
Em novo ataque contra o cinema nacional, o governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) decidiu reduzir a principal fonte de financiamento das produções audiovisuais no país. Um projeto de lei apresentado no Congresso prevê um corte de 43% do orçamento do FSA (Fundo Setorial do Audiovisual) em 2020. Ao todo, serão disponibilizados R$ 415,3 milhões para a produção de filmes e séries. A maior redução será nos chamados investimentos retornáveis ao setor audiovisual por meio de participação em empresas e projetos. É por esta ação que a Ancine aporta dinheiro em produções em busca de retornos financeiros. Em 2020, esse orçamento passará de R$ 650 milhões para R$ 300 milhões. Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, o ex-ministro da Cultura e deputado federal Marcelo Calero (Cidadania-RJ) definiu o corte nos recursos do FSA como uma declaração de guerra do governo a um setor que gera empregos e é considerado icônico da nova economia. “Todos os países investindo em indústrias que se relacionem à criação, à criatividade, e o Brasil na contramão disso. Seja na parte de pesquisa e desenvolvimento científico, seja na parte de cultura e artes”, disse. Ele lembrou que o fundo se retroalimenta com os próprios resultados das produções e com as taxas cobradas, como a Condecine, tributo pago pela exploração comercial de obras audiovisuais. “Acaba sendo até pouco inteligente do ponto de vista da lógica administrativa”, criticou. “São medidas que têm um componente ideológico muito forte.” Calero considerou ainda que se trata de um processo “atrasado e obscuro” para conter a vanguarda de pensamentos. “No fundo, você tem aí mais um elemento de um grande processo autoritário.” O corte nos recursos do FSA é a mais recente medida adotada por Bolsonaro para tentar controlar a gestão do fundo. O presidente já manifestou vontade, em suas lives, de transferir o fundo para a Secretaria de Cultura, que faz parte do Ministério da Cidadania, de modo a colocar “filtros” sobre o material produzido. O objetivo seria acabar com o financiamento de conteúdo “impróprio”. Leia-se LGBTQIA+. E incentivar mais conteúdo “positivo”. Leia-se evangélico. No final de agosto, em almoço com jornalistas, Bolsonaro revelou planos de nomear um diretor evangélico para a Ancine e voltou a falar na criação de “filtros”. Bolsonaro também já disse que, se pudesse, simplesmente extinguiria a Ancine. Mas essa medida extrema afetaria até a regulação do setor. Assim, optou por medidas mais simbólicas, como a transferência da Ancine do Rio de Janeiro para Brasília em 2020 – operação que custará bilhões de reais a um governo que diz não ter dinheiro para apoiar a campanha de “A Vida Invisível” ao Oscar. Na verdade, o projeto anti-cultural do governo começou com a extinção do Ministério da Cultura e seguiu com a proibição de patrocínio de estatais a eventos culturais, imposição de limites mais restritos aos tetos de projetos que podem ser aprovados via Lei de Incentivo à Cultura (antiga Lei Rouanet), a exclusão de representantes do mercado e da sociedade civil do CSN (Conselho Superior de Cinema), a mudança do CSC para a pasta da Casa Civil, o fim de apoio da Apex (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) para o programa Cinema do Brasil, voltado à exportação de filmes brasileiros, e outras iniciativas similares. Bolsonaro também não assinou o decreto da Cota de Tela, que estipula um determinado número de dias obrigatórios para que os cinemas exibam filmes brasileiros, que deveria ter sido publicado em janeiro, não escolheu os nomes do Comitê Gestor do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), que decide como alocar os recursos arrecadados pelas taxas do mercado, e não nomeou nomes que preencheriam vagas abertas na diretoria da Ancine. Aproveitando-se de seu próprio imobilismo, ainda suspendeu edital de financiamento que afeta diretamente a cadeia audiovisual em todo o país, com a justificativa de que não fez o que deveria, isto é, recompor os membros do Comitê Gestor do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), responsável por direcionar as verbas arrecadadas com o Condecine (Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional, taxa cobrada da indústria de cinema, TV e telefonia), para poder liberar o financiamento. Por conta disso, toda a verba do FSA está congelada por tempo indeterminado. São ações que tem o objetivo claro de dificultar o máximo possível a produção de filmes e séries que dependem de incentivo, o que afeta a maioria das produções brasileiras.
Amazon Prime chega ao Brasil a R$ 9,90
O serviço Amazon Prime chegou no Brasil. Nove meses depois de começar a vender produtos diretamente no Brasil, a Amazon expande sua operação no país com o lançamento do combo de serviços com acesso a músicas, games, séries e filmes por streaming, além de frete grátis na entrega de produtos. O Brasil é o 19º mercado em que a empresa varejista norte-americana lança o serviço Prime. A assinatura é de R$ 9,90 mensais ou R$ 89 anuais. A oferta é agressiva. Nos Estados Unidos, o valor do Prime é cinco vezes mais caro: US$ 12,99 mensais ou US$ 119 no pacote anual (R$ 53 e R$ 487, na conversão em reais). “Estamos honrados em lançar o Amazon Prime no Brasil – com acesso ilimitado a frete grátis para todo o Brasil e o melhor do entretenimento por apenas R$ 9,90 por mês, ou R$ 89,00 por ano”, diz Alex Szapiro, Country Manager da Amazon no Brasil. “Só a entrega gratuita e rápida já vale a assinatura: membros Prime podem fazer quantas compras quiserem, ou precisarem, sem valor mínimo, para receber milhares de produtos e milhões de livros enviados pela Amazon, sem pagar frete, além das ofertas e promoções exclusivas para membros Prime. E se pensarmos ainda nos benefícios de entretenimento digital inclusos, como séries de TV, filmes, músicas, livros digitais e jogos, esse valor se torna ainda mais incrível”. Ao se inscreverem no programa, membros Prime no Brasil terão acesso a frete gratuito e rápido em produtos identificados com o selo Prime, no site da Amazon, incluindo centenas de milhares de itens para bebê, cozinha, eletrônicos, entre outros, e milhões de livros, discos e vídeos (Blu-ray e DVD). Para o leitor da Pipoca Moderna, o mais importante talvez seja saber que a assinatura dá acesso aos conteúdos do serviço Prime Video, para assistir a filmes e séries em streaming. Mas não fica nisso. Há também o acesso aos jogos do Twitch Prime e dois novos serviços, anunciados nesta terça (10/9) no Brasil: acesso a mais de 2 milhões de músicas, sem anúncios, no Prime Music, e a um catálogo rotativo de revistas e livros digitais renomados no Prime Reading. Membros do Amazon Prime também têm ofertas exclusivas em produtos selecionados. Novos membros podem experimentar o Amazon Prime de graça, assinando o teste de 30 dias, e depois assinar por apenas R$ 9,90 por mês – ou economizar 25% com o plano anual de R$ 89,00. Detalhe: quem já for assinante do Prime Video vira automaticamente assinante da Amazon Prime – e os R$ 14,90 mensais da assinatura anterior viram R$ 9,90 ao mês.
It: Capítulo Dois estreia em 1º lugar no Brasil
“It: Capítulo Dois” repetiu no Brasil o sucesso que tem feito em todo o mundo. Em seus primeiros dias de exibição, a continuação de “It: A Coisa” atingiu o topo das bilheterias brasileiras, com uma impressionante arrecadação de mais de R$ 18,2 milhões. O longa bateu recorde como o filme de terror mais assistido no final de semana de estreia durante o ano de 2019. Ao todo, o filme foi visto por mais de 1,1 milhão de pessoas no Brasil. Mas esse número reflete a distribuição em padrão de terra arrasada. “It: Capítulo Dois” foi lançado em mais de 2 mil salas no país (informação da Warner), num parque exibidor que soma pouco mais de 3 mil cinemas ao todo. Com isso, o filme do tio do prefeito do Rio, “Nada a Perder 2”, caiu para o 2º lugar — segundo o jornal O Globo “ainda naquela base: bilheteria gorda e salas vazias”. A continuação da cinebiografia do bispo Edir Macedo foi exibida em 1061 salas e levou 394 mil pessoas aos cinemas, com arrecadação de R$ 3,5 milhões. Bem atrás do terror americano. A segunda obra brasileira mais bem cotada do ranking, “Bacurau”, arrecadou R$ 1,4 milhão, mas foi apenas o 6º filme mais assistido entre quinta e domingo (8/9), de acordo com levantamento semanal da Comscore. Com distribuição muito inferior, em apenas 356 salas, levou 79 mil pessoas aos cinemas e agora acumula, em duas semanas no circuito, R$ 4,2 milhões em bilheteria e 254 mil espectadores. Veja abaixo o ranking das 10 maiores bilheterias do Brasil, segunda a Comscore. TOP 10 #bilheteria Final Semana 5 a 8 Setembro:1. It Capitulo Dois 2. Nada A Perder 23. Yesterday4. O Rei Leão5. Corgi: Top Dog6. Bacurau7. Era Uma Vez em…Hollywood8. VelozesFuriosos Hobbs & Shaw9. O Amor Dá Trabalho10. A Tabacaria — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) September 9, 2019
It: Capítulo Dois registra segunda maior estreia de terror em todos os tempos
“It: Capítulo Dois” teve uma estreia grandiosa neste fim de semana na América do Norte, onde abriu com US$ 91M (milhões) de arrecadação. O valor representa a segunda maior abertura de um filme de terror no mercado norte-americano. Perde apenas para o primeiro longa da franquia, “It: A Coisa”, que fez US$ 123M em seu fim de semana inaugural em 2017. No restante do mundo, o filme arrecadou quase o mesmo valor, mais US$ 94M, posicionando-se também como a segunda maior estreia internacional de terror – de novo atrás de “It: A Coisa”. A Warner festejou a conquista congratulando o diretor Andy Muschietti e a equipe de marketing da New Line (estúdio do conglomerado que produziu o filme). A queda de desempenho da continuação em relação ao lançamento original foi considerada irrelevante diante dos números tradicionais do mercado de terror e o fato de o filme já ter chegado nos cinemas pago, graças a vários contratos de marketing e product placements, inéditos no gênero. Apesar disso, vale destacar que “It: Capítulo Dois” foi exibido em mais cinemas que “It: A Coisa”. Na verdade, o total de 4,5 mil salas representou a maior distribuição já feita pela Warner nos Estados Unidos e Canadá – maior que os lançamentos de filmes de super-heróis do estúdio. Sem outras estreias amplas, os títulos remanescentes tiveram desempenhos muito fracos. Para deixar evidente a dimensão da distância, o segundo filme mais visto do fim de semana, “Invasão ao Serviço Secreto”, faturou apenas US$ 6M. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos entre sexta e domingo (8/9) nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. It: Capítulo Dois Fim de semana: US$ 91M Total EUA e Canadá: US$ 91M Total Mundo: US$ 185M 2. Invasão ao Serviço Secreto Fim de semana: US$ 6M Total EUA e Canadá: US$ 53,4M Total Mundo: US$ 53,4M 3. Bons Meninos Fim de semana: US$ 5,3M Total EUA e Canadá: US$ 66,8M Total Mundo: US$ 82,4M 4. O Rei Leão Fim de semana: US$ 4,1M Total EUA e Canadá: US$ 529,1M Total Mundo: US$ 1,5B 5. Mais que Vencedores Fim de semana: US$ 3,7M Total EUA e Canadá: US$ 24,7M Total Mundo: US$ 24,7M 6. Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw Fim de semana: US$ 3,7M Total EUA e Canadá: US$ 164,2M Total Mundo: US$ 719,7M 7. The Peanut Butter Falcon Fim de semana: US$ 2,2M Total EUA e Canadá: US$ 12,2M Total Mundo: US$ 12,2M 8. Histórias Assustadoras para Contar no Escuro Fim de semana: US$ 2,2M Total EUA e Canadá: US$ 62,1M Total Mundo: US$ 88,8M 9. Ready or Not Fim de semana: US$ 2,2M Total EUA e Canadá: US$ 25,6M Total Mundo: US$ 35,5M 10. Dora e a Cidade Perdida Fim de semana: US$ 2,1M Total EUA e Canadá: US$ 54,1M Total Mundo: US$ US$ 82,3M
Diretora de Mulher-Maravilha fecha com a Netflix para produzir séries
A cineasta Patty Jenkins, responsável pelo blockbuster “Mulher-Maravilha”, assinou contrato com a Netflix para produzir novas séries. Segundo a revista Variety, o acordo foi fechado em US$ 10 milhões. “Estamos felizes em receber Patty Jenkins na Netflix”, disse Channing Dungey, nova vice-presidente de séries originais da plataforma. “Seu trabalho pioneiro ultrapassou fronteiras e ela conta histórias com personalidade que deixam uma marca inesquecível. Esperamos promover muitas ideias com ela e ajudá-las a ganhar vida”. “Estou muito empolgado em embarcar em uma grande jornada de desbravamento do novo mundo da televisão com uma empresa e um grupo de pessoas que admiro tanto quanto Ted, Cindy, Channing, Peter e a equipe da Netflix”, disse Jenkins, no mesmo comunicado. “Estou ansioso para começar um ótimo trabalho juntos em breve”. Jenkins demonstrou recentemente seu interesse no universo de séries ao produzir e dirigir a elogiada minissérie “I Am the Night”, escrita por seu marido, Sam Sheridan. Mas também vale lembrar que ela já venceu o DGA Award (prêmio do Sindicato dos Diretores) por comandar o piloto da série “The Killing”, em 2011. A cineasta está atualmente trabalhando na pós-produção com “Mulher-Maravilha 1984”, que ela dirigiu, produziu e co-escreveu. O filme estreia em junho de 2020.
Tom Holland diz que futuro do Homem-Aranha está seguro nas mãos da Sony
Depois de confirmar que continuará a viver o Homem-Aranha no cinema, Tom Holland garantiu que o personagem está em ótimas mãos com a Sony. Ele tentou ser diplomático, ao tratar do tema em entrevista para a revista GQ, mas já entendeu que trabalha para um novo patrão. “Não fico embaraçado por dizer que os últimos cinco anos foram incríveis com a Marvel. Eu realmente vivi o melhor momento da minha vida e, em muitos aspectos, eles realizaram meus sonhos como ator. Mas a Sony também foi muito boa para mim, e o sucesso global de “Homem-Aranha: Longe de Casa” é um verdadeiro testemunho de seu apoio, habilidade e compromisso. O legado e o futuro do Aranha estão seguros nas mãos da Sony”, disse o ator. Com o fim do acordo entre Disney e Sony, que não se entenderam financeiramente para continuar a parceria que permitiu a participação do Homem-Aranha no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), o herói irá agora viverá aventuras sem participações da SHIELD ou dos Vingadores, mas poderá encontrar Venom, Morbius e outros personagens de filmes paralelos, ancorando uma espécie de Aranhaverso em desenvolvimento na Sony. Além de Tom Holland, os próximos filmes do Homem-Aranha terão os mesmos coadjuvantes. E também os mesmos roteiristas de “Longe de Casa”, Chris McKenna e Erik Sommers, que já estão escrevendo a continuação da saga do herói.
O Rei Leão supera Os Vingadores e vira 7ª maior bilheteria de todos os tempos
O remake de “O Rei Leão” continua lotando cinemas no mundo inteiro. O longa ainda é o 3º mais visto do momento na América do Norte e, graças à arrecadação deste final de semana, atingiu a 7ª maior bilheteria mundial de todos os tempos. O desenho animado que parece live action já soma, ao todo, US$ 1,56 bilhão. E, com isso, superou neste domingo (1/9) “Os Vingadores” (US$ 1,51 bilhão em 2012). Animação com maior faturamento da História e líder em arrecadação do estúdio Walt Disney, “O Rei Leão” segue em cartaz nos cinemas.
Bilheterias: Invasão ao Serviço Secreto lidera fim de semana sem grandes lançamentos nos EUA
Num fim de semana sem grandes lançamentos, apenas um filme faturou mais de US$ 10 milhões na América do Norte. “Invasão ao Serviço Secreto” fez US$ 11,5M (milhões), o que foi suficiente para se manter em 1º lugar pela segunda semana consecutiva. Em 10 dias, o longa de ação já rendeu US$ 40,6M nos Estados Unidos e Canadá, próximo da média do faturamento de “Invasão a Londres” (2016), o capítulo anterior da trilogia estrelada por Gerard Butler. Orçado justamente em US$ 40M, “Invasão ao Serviço Secreto” precisaria fazer o triplo desse valor para zerar suas despesas de produção (sem P&A, gastos de cópias e publicidade) e vai depender muito do mercado internacional para atingir sua meta. “Invasão a Londres” conseguiu esse equilíbrio. Mas as críticas negativas podem dificultar a missão do novo longa – foram só 39% de aprovação no Rotten Tomatoes. A estreia no Brasil vai acontecer em 24 de outubro. A surpreendente comédia “Bons Meninos” também manteve sua posição da semana passada, na vice-liderança. Filme para maiores protagonizado por crianças, entre elas Jacob Tremblay (de “O Quarto de Jack”), teve arrecadação de US$ 9,1M nos últimos três dias e já está com US$ 56,1M no mercado doméstico. É um sucesso, considerando que custou US$ 20M e rendeu mais de US$ 70M em todo o mundo. Elogiado pela crítica (79% de aprovação), “Bons Meninos” segue sem previsão de lançamento no Brasil. “O Rei Leão” completa o Top 3, aumentando seu recorde mundial, que já está em mais de US$ 1,54 bilhão, como a maior bilheteria de animação de todos os tempos. Com a performance dos últimos dias, a obra avançou ainda mais no ranking mundial, superando os valores do primeiro “Os Vingadores” (US$ 1,51 bilhão em 2012). Sabia mais aqui. Vale registrar, ainda, o retorno de “Homem-Aranha: De Volta para Casa” ao ranking. A tática caça-níquel da Sony convenceu o público a rever o filme, que foi relançado nos cinemas norte-americanos na sexta-feira (30/8) com cinco minutos de cenas extras. A curiosidade dos fãs fez o super-herói dar um verdadeiro salto de aranha, da 15ª posição para 8º lugar no fim de semana, além de ter rendido US$ 4,2M a mais aos cofres do estúdio. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos entre sexta e domingo (1/9) nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Invasão ao Serviço Secreto Fim de semana: US$ 11,5M Total EUA e Canadá: US$ 40,6M Total Mundo: US$ 43,6M 2. Bons Meninos Fim de semana: US$ 9,1M Total EUA e Canadá: US$ 56,1M Total Mundo: US$ 70,2M 3. O Rei Leão Fim de semana: US$ 6,7M Total EUA e Canadá: US$ 520,9M Total Mundo: US$ 1,5B 4. Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw Fim de semana: US$ 6,2M Total EUA e Canadá: US$ 157M Total Mundo: US$ 684,1M 5. Mais que Vencedores Fim de semana: US$ 5,7M Total EUA e Canadá: US$ 17,2M Total Mundo: US$ 19,4M 6. Ready or Not Fim de semana: US$ 5,6M Total EUA e Canadá: US$ 20M Total Mundo: US$ 20M 7. Histórias Assustadoras para Contar no Escuro Fim de semana: US$ 6,3M Total EUA e Canadá: US$ 27M Total Mundo: US$ 74,6M 8. Homem-Aranha: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 4,2M Total EUA e Canadá: US$ 384,7M Total Mundo: US$ 1,1B 9. Dora e a Cidade Perdida Fim de semana: US$ 4,1M Total EUA e Canadá: US$ 49,5M Total Mundo: US$ 75,2M 10. Angry Birds 2 Fim de semana: US$ 4,1M Total EUA e Canadá: US$ 33,9M Total Mundo: US$ US$ 93,7M
Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw faz mais de US$ 100 milhões em estreia na China
“Velozes e Furiosos: Hobbs e Shaw” finalmente chegou na China, onde se tornou um dos maiores sucessos americanos do ano. A estreia na sexta-feira (23/8) foi muito superior ao lançamento original do filme na América do Norte (em 2/8). O longa estrelado por Dwayne Johnson e Jason Statham arrecadou US$ 102 milhões em seu primeiro fim de semana no mercado chinês, contrastando com a estreia norte-americana – uma abertura abaixo das expectativas do mercado, com US$ 60,8 milhões. Graças aos chineses, a produção da Universal conseguiu alcançar US$ 588,9 milhões em bilheteria mundial. Deste total, “apenas” US$ 147,7 milhões vêm dos Estados Unidos e Canadá, onde o filme pode até ser considerado um fracasso em função do orçamento elevado. A verdade é que, apesar do sucesso asiático, o filme ainda está longe de se pagar. Como custou US$ 200 milhões sem P&A (acréscimo de despesas de cópias e publicidade), as contas de produção começariam a zerar na marca dos US$ 600 milhões em mercados que seguem políticas fiscais similares aos EUA. O detalhe é que a China não faz parte destes mercados. Ao contrário, é o pais que mais taxa filmes de Hollywood, devolvendo apenas 25% do total arrecadado para os estúdios. Ou seja, a bilheteria chinesa de “Velozes e Furiosos: Hobbs e Shaw” rendeu somente US$ 25 milhões para a Universal até agora. Como o filme ainda está em cartaz em vários países, inclusive no Brasil, a conta ainda pode fechar. De todo modo, as discussões sobre uma continuação não devem encontrar consenso no estúdio, que agora irá se focar na produção da franquia central. “Velozes e Furiosos 9” chega aos cinemas em maio de 2020.
Invasão ao Serviço Secreto estreia em 1º lugar na América do Norte
“Invasão ao Serviço Secreto” (Angel Has Fallen) estreou em 1º lugar neste fim de semana nas bilheterias da América do Norte. Mas não há muito o que celebrar na arrecadação total dos últimos três dias, uma da mais baixas do ano. Isto deixa claro que o thriller de ação estrelado por Gerard Butler não é nenhum blockbuster. Como parâmetro, os US$ 21,2M (milhões) faturados pelo filme representam a pior abertura da trilogia, iniciada por “Invasão a Casa Branca”, que abriu com US$ 30,3M em 2013, e continuada por “Invasão a Londres”, com US$ 21,6M em 2016. Orçado em US$ 40M, “Invasão ao Serviço Secreto” conta com o mercado internacional para atingir lucro, mas as críticas negativas podem dificultar a missão – só 39% de aprovação no Rotten Tomatoes. A estreia no Brasil vai acontecer apenas em 24 de outubro. Surpresa da semana passada, a comédia “Bons Meninos” caiu para o 2º lugar, mas já soma US$ 42M em dez dias nos Estados Unidos e Canadá. Elogiado pela crítica (79% de aprovação), o filme ainda não tem previsão de lançamento no Brasil. A baixa lotação da semana permitiu que uma estreia de apenas US$ 8,2M de arrecadação se destacasse em 3º lugar. Destruído pela crítica, o drama esportivo “Mais que Vencedores” (Overcomer) teve a pior avaliação dentre todos os filmes do Top 10, com somente 38% de aprovação. “O Rei Leão” aparece em 4º lugar, mas o grande desempenho da animação da Disney está no mercado internacional. Graças ao sucesso no exterior, o filme atingiu US$ 1,5B (bilhão), superando “Vingadores: Era de Ultron” para se tornar a 9ª maior bilheteria mundial de todos os tempos. O fim de semana também registrou a estreia do terror “Ready or Not”. Recomendado pela crítica, com 87% de aprovação no Rotten Tomatoes, o filme de baixo orçamento traz Samara Weaving (“SMILF”) como uma recém-casada que descobre que seus sogros pretendem caçá-la por esporte. O tema de humor negro não encontrou público, aparecendo em 6º lugar com US$ 7,5M de faturamento. Nem o terror nem o drama esportivo têm previsão de lançamento no Brasil. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Invasão ao Serviço Secreto Fim de semana: US$ 21,2M Total EUA e Canadá: US$ 21,2M Total Mundo: US$ 21,2M 2. Bons Meninos Fim de semana: US$ 11,7M Total EUA e Canadá: US$ 42M Total Mundo: US$ 48,9M 3. Mais que Vencedores Fim de semana: US$ 8,2M Total EUA e Canadá: US$ 8,2M Total Mundo: US$ 8,2M 4. O Rei Leão Fim de semana: US$ 8,1M Total EUA e Canadá: US$ 510,6M Total Mundo: US$ 1,5B 5. Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw Fim de semana: US$ 8,1M Total EUA e Canadá: US$ 147,7M Total Mundo: US$ 588,9M 6. Ready or Not Fim de semana: US$ 7,5M Total EUA e Canadá: US$ 10,5M Total Mundo: US$ 10,5M 7. Angry Birds 2 Fim de semana: US$ 6,3M Total EUA e Canadá: US$ 27M Total Mundo: US$ 74,6M 8. Histórias Assustadoras para Contar no Escuro Fim de semana: US$ 6M Total EUA e Canadá: US$ 50,4M Total Mundo: US$ 72M 9. Dora e a Cidade Perdida Fim de semana: US$ 5,2M Total EUA e Canadá: US$ 43M Total Mundo: US$ 60,4M 10. Era uma Vez em Hollywood Fim de semana: US$ 5M Total EUA e Canadá: US$ 123,1M Total Mundo: US$ US$ 239,7M
Tom Holland confirma que continuará a viver o Homem-Aranha nos filmes da Sony
Tom Holland confirmou que continuará a viver o Homem-Aranha no cinema. Ele decidiu falar abertamente sobre o assunto em entrevista para a revista Entertainment Weekly, após blogues de fofoca geek inventarem que ele deixou de seguir a Sony no Instagram, como consequência do final do acordo do estúdio com a Disney para manter o Homem-Aranha no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, em inglês). “Basicamente, nós fizemos cinco grandes filmes”, disse. “Foram cinco anos incríveis. Eu tive o momento da minha vida. Quem sabe o que o futuro guarda? Mas tudo o que eu sei é que vou continuar interpretando o Homem-Aranha e tento o momento da minha vida. Será muito divertido, independentemente de como decidirmos fazer isso”, disse o ator. Ele fez a afirmação após participar da D23 Expo, “Comic Con da Disney” que acontece em Anaheim, na Califórnia, onde foi promover “Dois Irmãos”, animação da Pixar que estreia no ano que vem. Holland é um dos principais dubladores do filme, ao lado de Chris Pratt, o Senhor das Estrelas dos “Guardiões da Galáxia”. Inicialmente, durante interação com os fãs, ele não falou sobre os filmes do Homem-Aranha, provavelmente por recomendação da Marvel. A declaração de que continuará no papel do herói nas produções da Sony veio após sair dos palcos, em contato com a imprensa. Saiba mais sobre a saída do Homem-Aranha do MCU aqui.
Jeremy Renner faz apelo para a Sony deixar o Homem-Aranha na Marvel
O ator Jeremy Renner, que interpreta o Gavião Arqueiro nos filmes dos Vingadores, usou seu Instagram para protestar contra a saída do Homem-Aranha do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Ele fez um apelo para a Sony deixar o herói continuar suas aventuras na Marvel. “Ei Sony Pictures, queremos que o Homem-Aranha volte para Stan Lee e a Marvel, por favor, obrigado”, Renner escreveu. Veja abaixo. O pedido foi feito após a Sony e a Disney romperem o acordo de parceria para continuar produzindo filmes juntos. A Disney teria crescido o olho diante do desempenho de “Homem-Aranha: Longe de Casa”, que se tornou o filme de maior bilheteria da Sony em todos os tempos. Paralelamente, a Sony quer usar o Homem-Aranha para ancorar um universo de adaptações de quadrinhos da Marvel independente da Disney. As duas posições dificultaram entendimento entre os estúdios para manter o Homem-Aranha no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). Segundo apurou o site Deadline, a Disney propôs um acordo de coprodução completo, bancando 50% de todos os próximos filmes e dividindo os lucros ao meio. E além do Aranha, essa oferta se estenderia a produções como “Venom 2” e “Morbius”, atualmente em produção, que também seriam incorporadas ao MCU. A Sony recusou, pois os filmes do Aranhaverso representam seus maiores sucessos comerciais. Liderada por Tom Rothman e Tony Vinciquerra, a Sony simplesmente não quer compartilhar sua maior franquia. Em vez disso, propôs manter o acordo sob os termos atuais, em que a Marvel recebe na faixa de 5% sem precisar investir nenhum centavo e ainda fica com 100% do merchandising. A Disney recusou. Na prática, a saída do Aranha do MCU significa que os próximos filmes do herói não terão ligações com as tramas dos Vingadores e de outros personagens da Marvel. Vão acabar aparições como as de Nick Fury e Happy Hogan em “Homem-Aranha: Longe de Casa”. E o Aranha não deverá mais ser mencionado nos filmes da Marvel. Em compensação, poderá encontrar Venom, Morbius e outros personagens na construção de seu próprio Universo Cinematográfico, o Aranhaverso. Ver essa foto no Instagram Hey @sonypictures we want Spider-Man back to @therealstanlee and @marvel please, thank you #congrats #spidermanrocks #? #please Uma publicação compartilhada por Jeremy Renner (@renner4real) em 20 de Ago, 2019 às 7:16 PDT
Sony confirma saída do Homem-Aranha do Universo Cinematográfico da Marvel
A Sony se pronunciou oficialmente sobre a saída do Homem-Aranha do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). Por meio de um comunicado publicado nas redes sociais, o estúdio se disse “decepcionado” e culpou a Disney pelo rompimento com o Marvel Studios, presidido por Kevin Feige. “Muitas das notícias sobre o Homem-Aranha hoje descaracterizaram discussões recentes sobre o envolvimento de Kevin Feige na franquia. Estamos decepcionados, mas respeitamos a decisão da Disney em não mantê-lo como produtor de nosso próximo filme live-action do Homem-Aranha”, diz um representante do estúdio. “Esperamos que isso possa mudar no futuro, mas entendemos que as muitas novas responsabilidades que a Disney lhe deu – incluindo os recém-adicionados personagens da Marvel [da Fox] – não lhe permitam tempo para trabalhar em propriedades que eles não controlem. Kevin é ótimo e somos gratos por sua ajuda e orientação, e agradecemos pelo caminho que ele ajudou a pavimentar, no qual vamos continuar”, finaliza o texto. A decisão foi tomada após impasse entre negociações de coprodução entre Disney e Sony. A Disney teria crescido o olho diante do desempenho de “Homem-Aranha: Longe de Casa”, que se tornou o filme de maior bilheteria da Sony em todos os tempos. Paralelamente, a Sony quer usar o Homem-Aranha para ancorar um universo de adaptações de quadrinhos da Marvel independente da Disney. As duas posições dificultaram entendimento entre os estúdios para manter o Homem-Aranha no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). Segundo apurou o site Deadline, a Disney propôs um acordo de coprodução completo, bancando 50% de todos os próximos filmes e dividindo os lucros ao meio. E além do Aranha, essa oferta se estenderia a produções como “Venom 2” e “Morbius”, atualmente em produção, que também seriam incorporadas ao MCU. A Sony recusou, pois os filmes do Aranhaverso representam seus maiores sucessos comerciais. Liderada por Tom Rothman e Tony Vinciquerra, a Sony simplesmente não quer compartilhar sua maior franquia. Em vez disso, propôs manter o acordo sob os termos atuais, em que a Marvel recebe na faixa de 5% sem precisar investir nenhum centavo e ainda fica com 100% do merchandising. A Disney recusou. Na prática, a saída do Aranha do MCU significa que os próximos filmes do herói não terão ligações com as tramas dos Vingadores e de outros personagens da Marvel. Vão acabar aparições como as de Nick Fury e Happy Hogan em “Homem-Aranha: Longe de Casa”. E o Aranha não deverá mais ser mencionado nos filmes da Marvel. Mas Tom Holland vai continuar vivendo o herói. E agora poderá encontrar Venom e outros personagens do “Aranhaverso”. O Deadline afirma que há mais dois filmes do herói no cronograma da Sony, ambos dirigidos por Jon Watts, responsável pelos dois filmes do Aranha no MCU. “Homem-Aranha: Longe de Casa” continua em exibição nos cinemas brasileiros. Much of today’s news about Spider-Man has mischaracterized recent discussions about Kevin Feige’s involvement in the franchise. We are disappointed, but respect Disney’s decision not to have him continue as a lead producer of our next live action Spider-Man film. (1/3) — Sony Pictures (@SonyPictures) August 21, 2019 We hope this might change in the future, but understand that the many new responsibilities that Disney has given him – including all their newly added Marvel properties – do not allow time for him to work on IP they do not own. (2/3) — Sony Pictures (@SonyPictures) August 21, 2019 Kevin is terrific and we are grateful for his help and guidance and appreciate the path he has helped put us on, which we will continue. (3/3) — Sony Pictures (@SonyPictures) August 21, 2019








