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    Celebridades aleatórias viram garotas-propagandas de filmes e séries no Brasil

    30 de novembro de 2019 /

    Os estúdios e canais brasileiros têm investido cada vez mais em peças promocionais que destacam participações de celebridades para promover seus produtos. A nova tendência publicitária foi evoluindo nos últimos anos, até chegar aos “depoimentos” e “reações” de famosos aleatórios sobre um filme ou uma série, sem que tenham qualquer relação com o produto – e nem com o universo abordado. O exemplo mais recente é um vídeo da Disney, que reúne Whindersson Nunes, Malena, Natalia Bridi e Lucas Lima “demonstrando o amor que sentem pela saga” “Star Wars” e “suas expectativas para ‘StarWars: A Ascensão Skywalker””. As aspas são da página oficial do vídeo no YouTube. Qual a importância da opinião desse quarteto para os fãs da saga? Eles não estão no filme. Não viram o filme. Mas são “influencers”, balaio em que cabem todas as graduações de famosidades a quem as agências recorrem – sabia que existem mais de 1 milhão de “influencers” mapeados no Brasil? – , enquanto ignoram sites e publicações “especializadas” que focam simplesmente… o público-alvo do produto. A culpa, aparentemente, é das campanhas bem-sucedidas da Netflix, que começaram a incluir famosos em comerciais de suas séries. Há dois anos, um vídeo de “Orange Is the New Black” chegou a juntar Valesca Popozuda, Inês Brasil e Narcisa Tamborindeguy. Vale ainda citar, como ponto alto da tendência, um revival do “Xou da Xuxa”, dos anos 1980, na divulgação de “Stranger Things”. Era criativo. Virou apelativo com a ideia da Sony de incluir Sergio Mallandro em “MIB: Homens de Preto – Internacional”. Até a própria Netflix parece não saber mais o fazer, colocando Larissa Manoela para “reagir” à 2ª temporada de “Elite”. A virada, porém, aconteceu no YouTube da Fox Premium, que lançou uma “série” de vídeos em que YouTubers sortidos “comentam” “The Resident” e aceitam “desafios” relacionados à série – como “desenhar um fígado” ou jogar um game relacionado à medicina. “Super-relevante”. O que vocês acham? É de bom gosto? Melhor continuar pagando “influencers” aleatórios? Afinal, alguém tem que ficar com a verba dos estúdios, que nunca vem para os verdadeiros influenciadores: os sites e as publicações especializadas.

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    Netflix salva último grande cinema de rua de Nova York

    26 de novembro de 2019 /

    A Netflix anunciou na segunda-feira (26/11) que assumiu a administração de um dos cinemas mais antigos de Nova York, o Paris Theatre, considerado o último grande cinema de rua da cidade, com a intensão de transformá-lo no palco de seus grandes lançamentos. A dois passos do Central Park e do famoso Hotel Plaza, o cinema de Paris fechou suas portas no final de agosto, após 71 anos de existência, devido ao aumento do aluguel. O último cinema de Nova York que não foi convertido em multiplex – e por isso tem apenas uma tela, gigante – foi reaberto no início de novembro para a exibição do filme “Uma História de Casamento”, do diretor americano Noah Baumbach, produzido pela Netflix. A sessão aconteceu como alternativa para o lançamento do filme em Nova York, diante do boicote das grandes redes, que se recusam a exibir filmes feitos para streaming. Como as redes também criaram dificuldades para “O Irlandês”, a empresa enxergou a necessidade de ter um endereço permanente. Ao assumir de vez o Paris Theatre, a Netflix também realiza um ato simbólico como resposta a quem a considera inimiga dos cinemas. “Esse cinema emblemático permanecerá aberto e se tornará a casa da Netflix para seus eventos excepcionais, suas projeções e estreias (de cinema)”, afirmou a plataforma nas redes sociais. Os termos do contrato que permite que a Netflix se estabeleça no Paris Theatre não foram divulgados, mas de acordo com o site especializado Deadline trata-se de um aluguel de longo prazo. O Paris Theatre foi inaugurado pela atriz alemã-americana Marlene Dietrich em 1948. Foi administrado pela casa francesa Pathé até ser forçada pelos proprietários do prédio a ceder o lugar ao grupo americano Loews em 1990. O cinema construiu sua reputação com uma programação de filmes de arte, muitas vezes ignorada pelas grandes salas comerciais, especialmente franceses.

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    Os Parças 2 já foi visto por mais de 500 mil pessoas “sem estrear”

    26 de novembro de 2019 /

    “Os Parças 2” já levou 526 mil pessoas aos cinemas em duas semanas, segundo levantamento da Comscore. Nesse período, arrecadou R$ 8 milhões em bilheteria. Mas o detalhe é que a comédia com Tom Cavalcante, Whindersson Nunes e Tirullipa ainda não estreou. O lançamento oficial está marcado apenas para a próxima quinta (28/11). A piada do mercado brasileira é dizer que um filme com distribuição em centenas de cinema e venda de ingressos aberta para consumidores em todos os horários não está em cartaz. O que acontece, dizem, são pré-estreias. Mas pré-estreia é uma antecipação restrita em horário limitado, não uma exibição massiva em 249 salas. Não por acaso, a comédia brasileira foi o segundo filme mais assistido nos cinemas de quinta a domingo (24/11), atrás apenas de “Malévola — Dona do Mal”, que se manteve na liderança pela sexta semana consecutiva. Em termos de comparação, a fábula da Disney foi exibida em 219 salas – isto é, em menos cinemas que o filme que “ainda não estreou” – e arrecadou R$ 2,4 milhões no fim de semana. Desde o lançamento, a versão bruxa de Angelina Jolie levou 4,9 milhões de pessoas aos cinemas e faturou R$ 79,9 milhões em bilheteria no Brasil. Lançado na quinta, “Mais que vencedores” foi o 3º filme mais visto do período, apesar de ter a maior distribuição (em 280 salas), rendendo R$ 1,9 milhão. Veja abaixo, o Top 10 das bilheterias brasileiras, conforme apuração da Comscore. TOP 10 #bilheteria #cinema #Brasil Final Sem 20 a 24 Nov:1. Malévola – A Dona do Mal2. Os Parças 23. Mais Que Vencedores4. Coringa 5. A Familia Adams6. Dora e a Cidade Perdida7. A Invasão ao Serviço Secreto8. As Panteras9. Ford vs Ferrari10. Um dia de Chuva em Nova York — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) November 25, 2019

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    Frozen 2 bate recordes e se torna maior estreia animada do mundo

    24 de novembro de 2019 /

    A estreia de “Frozen 2”, aguardada sequência da animação blockbuster de 2013, superou as expectativas da Disney, dobrando a bilheteria inicial do primeiro filme na América do Norte. Nos três primeiros dias de exibição nos Estados Unidos e Canadá, “Frozen 2” arrecadou US$ 127 milhões. Há seis anos, o primeiro longa rendeu US$ 67 milhões em seu primeiro fim de semana. Mas o sucesso doméstico do filme é ainda mais impressionante porque foi a primeira vez que um longa animado teve uma abertura de mais de US$ 100 milhões fora do período de férias. “Frozen 2” ainda juntou mais US$ 223 milhões no mercado internacional para somar impressionantes US$ 350 milhões em seu lançamento mundial. Os números movimentaram vários recordes. Para começar, transformaram “Frozen 2” na maior estreia norte-americana de uma animação da Walt Disney Pictures e atrás só de dois filmes da Pixar, “Procurando Dory” (US$ 135 milhões) e “Os Incríveis 2” (US$ 180 milhões) entre todos os lançamentos animados. A arrecadação internacional ainda fez da continuação de “Frozen” a maior estreia mundial de uma animação em todos os tempos. Vale lembrar que a maioria das produções animadas costuma fazer mais sucesso nos EUA devido aos famosos dubladores originais. No caso atual, os personagens foram suficientes para convencer o público de 37 países diferentes a lotar os cinemas. Recordes de maior estreia de animação foram batidos em vários mercados, como Reino Unido (US$ 17,8 milhões) e França (US$ 13,4 milhões), além de maior lançamento animado americano na China (US$ 53 milhões), Japão (US$ 18,2 milhões), Alemanha (US$ 14,9 milhões) e Espanha (US$ 5,8 milhões). O filme também se tornou a 3ª maior abertura entre todos os filmes já exibidos na Coréia do Sul (US$ 31,5 milhões). Também caiu o recorde de maior lançamento animado em IMAX, com US$ 18 milhões de faturamento, acima dos US$ 15,6 milhões de “Os Incríveis 2”. Apesar desse sucesso, a crítica considerou a continuação inferior ao original, com “apenas” 76% de aprovação na média da avaliação computada pelo site Rotten Tomatoes, contra 90% de satisfação atingida pelo primeiro. O público brasileiro, porém, será o último a avaliar sua qualidade e contribuir com sua arrecadação. O lançamento no país só vai acontecer em 2 de janeiro, após “Frozen 2” ter passado por todo o resto do mundo. Campeão do ranking passado, “Ford vs Ferrari” ficou com o 2º lugar em seu segundo fim de semana na América do Norte, arrecadando US$ 16 milhões. O drama de época conseguiu bastante prestígio com críticas positivas (92%), mas ainda está longe de se pagar (custou US$ 97 milhões só de produção), com US$ 103,7 milhões mundiais. Dois outros lançamentos aparecem na sequência. O drama “Um Lindo Dia na Vizinhança”, com Tom Hanks, abriu em 3º (US$ 13,5 milhões), seguido por “Crime Sem Saída”, com Chadwick Boseman, em 4º (US$ 9,2 milhões). A cinebiografia do apresentador infantil Fred Rogers é o filme mais bem-avaliado em cartaz (96%) e pode dar a Hanks sua sexta indicação ao Oscar, enquanto o thriller de ação foi considerado uma decepção (45%) como primeiro lançamento cinematográfico da AGBO, produtora dos irmãos Russo (os diretores de “Vingadores: Ultimato”). Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Frozen 2 Fim de semana: US$ 127M Total EUA e Canadá: US$ 127M Total Mundo: US$ 350M 2. Ford vs. Ferrari Fim de semana: US$ 16M Total EUA e Canadá: US$ 57,9M Total Mundo: US$ 103,7M 3. Um Lindo Dia na Vizinhança Fim de semana: US$ 13,5M Total EUA e Canadá: US$ 13,5M Total Mundo: US$ 13,5M 4. Crime sem Saída Fim de semana: US$ 9,3M Total EUA e Canadá: US$ 9,3M Total Mundo: US$ 12M 5. Midway – Batalha em Alto Mar Fim de semana: US$ 4,7M Total EUA e Canadá: US$ 43,1M Total Mundo: US$ 81,7M   6. Brincando com Fogo Fim de semana: US$ 4,6M Total EUA e Canadá: US$ 31,6M Total Mundo: US$ 36,7M 7. A Grande Mentira Fim de semana: US$ 3,2M Total EUA e Canadá: US$ 11,7M Total Mundo: US$ 17,1M 8. As Panteras Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA e Canadá: US$ 13,9M Total Mundo: US$ 43,5M 9. Uma Segunda Chance para Amar Fim de semana: US$ 3M Total EUA e Canadá: US$ 27,7M Total Mundo: US$ 51,7M 10. Coringa Fim de semana: US$ 2,8M Total EUA e Canadá: US$ 326,9M Total Mundo: US$ 1B

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    Tim Miller nunca mais trabalhará com James Cameron após Exterminador do Futuro: Destino Sombrio

    23 de novembro de 2019 /

    O diretor Tim Miller (“Deadpool”) não encarou bem o fracasso de bilheteria de “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”. Ainda que o longa tenha agradado parte da crítica, Miller acredita que faria um filme melhor sem as interferências de James Cameron (“Avatar”), que criou a franquia e atuou como produtor no longa mais recente. Por conta disso, afirmou que não pretende trabalhar nunca mais com Cameron, retirando-se de qualquer continuação que o filme possa ter. Em entrevista ao podcast “The Business”, da rádio KCRW, da Califórnia, Miller explicou que não é nada pessoal, “é mais que eu simplesmente não quero estar em uma situação novamente em que não tenha o controle para fazer o que acho que é o mais correto”. “Jim e David Ellison são produtores e tecnicamente possuem o direito à edição final. Mas meu nome ainda fica no filme como diretor. Mesmo que eu perca a luta… eu ainda sinto a obrigação de lutar pelo que eu acredito, lutar pelo filme”, continuou. “Teve muitas coisas que eu fui obrigado a cortar, porque Jim achou que precisava cortar, e cenas que nós filmamos e que geraram desentendimentos. James vetou falas que eram poéticas e bonitas. Eu lutava por essas falas, pois eram importantes para mim”, acrescentou. Ainda em cartaz nos cinemas, “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” fez apenas US$ 235 milhões mundiais em três semanas, que nem chegam perto de cobrir seu custo estimado entre $185 e $196 milhões de produção, sem incluir P&A (gastos de cópias e publicidade). Segundo analistas ouvidos pela revista The Hollywood Reporter, o filme, concebido para iniciar uma nova trilogia que dificilmente será completada, pode dar um prejuízo de US$ 130 milhões. O desastre apocalíptico de “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” foi a segunda superprodução milionária do cineasta James Cameron a implodir finanças em 2019, após o fracasso comercial de “Alita: Anjo de Combate”, que representou uma surpresa negativa para a Disney após comprar a 20th Century Fox. Para aumentar a preocupação da Disney, Cameron trabalha em continuações de “Avatar” orçadas em US$ 1 bilhão. O alerta deve estar piscando em vermelho na mesa do CEO Bob Iger.

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    Todd Phillips desmente reportagem que “antecipa” produção de Coringa 2

    21 de novembro de 2019 /

    O diretor Todd Phillips desmentiu a reportagem do site da revista The Hollywood Reporter que afirmou que ele já tinha fechado contrato para fazer a continuação de “Coringa”. Vários pontos do artigo já tinham sido desacreditados pelas publicações concorrentes Deadline e Variety. Agora, o próprio cineasta veio à público comentar as “revelações” de bastidores da reportagem, em entrevista para outro site, IndieWire. O THR afirmou que a Warner já tinha encaminhado a produção da sequência de “Coringa”, inclusive com uma reunião realizada entre Phillips e o presidente do estúdio, Toby Emmerich, para alinhar os detalhes d produção. Neste encontro, Phillips também teria pedido direitos para “desenvolver um portfólio de personagens da DC”. A Variety confirmou que o presidente da Warner reuniu-se com Phillips sobre a continuação de “Coringa”, mas garante que nenhum contrato ainda foi firmado para a produção. Já o Deadline contestou a reportagem inteira, do início ao fim. O diretor foi cuidadoso ao escolher as palavras para rebater o artigo, deixando entrelinhas abertas. Segundo Phillips, ele não teve nenhuma reunião com Toby Emmerich no dia 7 de outubro, como publicado pelo THR. “Eu posso dizer honestamente que não fiz nenhuma reunião no dia 7 de outubro. Primeiro de tudo, você me conhece e conhece minha carreira, esse não é o meu estilo. Eu fiz uma comédia gigante com a Warner, ‘Se Beber Não Case’, e não me tornei um ‘produtor de fábrica’ de comédias do tipo: ‘ah, vamos apenas produzir filmes de comédia’. Bradley Cooper e eu temos uma empresa de produção na Warner. Eu tenho estado na Warner há 15, 16 anos. Nós temos duas coisas em desenvolvimento o tempo todo, não 40 como algumas pessoas estão dizendo. Não sou o tipo de cara que diz que quer 40 títulos. Eu simplesmente não tenho energia (para isso)”, explicou. Phillips ressaltou que apenas sugeriu à Warner fazer uma cinessérie mais sombria e focada em personagens das histórias dos quadrinhos quando começou a trabalhar no projeto do Coringa. “Quando eu ofereci para eles o ‘Coringa’, a ideia não era fazer um filme, e sim criar uma marca inteira [chamada Black Label]. Mas eles descartaram aquilo rapidamente e eu entendi. Quem sou eu para entrar e começar um projeto dentro de um estúdio de cinema? Mas eles disseram: vamos fazer esse aqui”, contou Phillips. O diretor também confirmou que não assinou nenhum contrato nem existe um roteiro em desenvolvimento para que uma sequência de “Coringa” neste momento. Mas isso não significa que a Warner não planeje uma continuação, já que o filme arrecadou mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias de todo o mundo. “Bem, um filme não ganha US$ 1 bilhão sem que eles não falem numa sequência. Joaquin e eu dissemos publicamente que conversamos sobre a continuação desde a segunda semana de filmagens, porque é uma coisa divertida de se falar. Mas o artigo do Hollywood Reporter estava se referindo a outras coisas além disso, que sãom francamente falsas. Não sei como tudo começou, se foi algum assistente tentando ganhar credibilidade como fonte de jornalista”, ressaltou Phillips. Ele se recusou, porém, a falar sobre o trecho da reportagem que alegou que ele estaria recebendo quase US$ 100 milhões por “Coringa”, porque “trocou seu salário inicial em troca de uma fatia maior da receita”. “Aqui está a verdade sobre uma possível sequência: Joaquin e eu conversamos sobre isso durante uma turnê pelo mundo com executivos da Warner. Estávamos sentados no jantar e eles estavam dizendo: ‘Então, vocês pensaram em (fazer uma continuação)?’ Mas, falando em contratos, não há contrato para desenvolver uma sequência, nunca abordamos Joaquin para fazer uma sequência. Isso vai acontecer? Mais uma vez, acho que o artigo foi antecipatório, na melhor das hipóteses”, finalizou o diretor.

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    Continuação de Coringa com Joaquin Phoenix já estaria em desenvolvimento

    20 de novembro de 2019 /

    A Warner Bros. já estaria preparando uma sequência de Coringa, que contaria com a volta o astro Joaquin Phoenix ao papel, além do diretor Todd Phillips e do roteirista Scott Silver. As informações foram apuradas pelo site The Hollywood Reporter e não encontraram confirmação nos sites concorrentes. A notícia vem pouco depois de o filme atingir US$ 1 bilhão na bilheteria mundial, tornando-se o primeiro lançamento com classificação “para maiores” nos EUA a alcançar o feito. Phoenix e Phillips afirmaram, em entrevistas durante a divulgação de “Coringa”, que conversaram sobre possíveis sequências. O ator disse que havia “muito para explorar” no personagem, mas que não faria uma continuação “apenas por causa do sucesso do filme”. Mas o THR apurou que o contrato assinado pelo intérprete já previa retorno para pelo menos uma continuação. Outras informações da reportagem do THR foram refutadas pela concorrência, como o projeto de desenvolvimento de outros filmes de origem para os personagens dos quadrinhos da DC, que seriam realizados por Phillips. A Variety confirma que o presidente da Warner, Toby Emmerich, reuniu-se com Phillips sobre a continuação de “Coringa”, mas garante que nenhum contrato ainda foi firmado para a produção. Já o Deadline contesta a reportagem inteira, do início ao fim. A adaptação dos quadrinhos da DC Comics tem dado o que falar mesmo antes de sua estreia comercial, graças à trajetória iniciada com a vitória do Leão de Ouro, prêmio principal do Festival de Veneza. O que está realmente confirmado em relação ao futuro de “Coringa” é que a Warner pretende investir alto para emplacar o filme na disputa do Oscar 2020.

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    Málevola — Dona do Mal lidera bilheterias do Brasil pela quinta semana

    18 de novembro de 2019 /

    Contrariando tendência mundial, “Málevola — Dona do Mal” é um enorme sucesso no Brasil. O filme arrecadou R$ 75 milhões em ingressos vendidos durante suas cinco semanas de exibição no país e lidera até hoje as bilheterias nacionais, segundo levantamento da consultoria Comscore. A produção da Disney também se mantém como o filme com maior distribuição entre os cinemas brasileiros, o que ajuda a explicar seu sucesso local. Exibida em 446 salas, a produção foi assistida por 339 mil pessoas e obteve R$ 5,9 milhões entre quinta e domingo (17/11). Na América do Norte, “Málevola — Dona do Mal” teve desempenho bem diverso. Após as mesmas cinco semanas, ocupa atualmente o 9º lugar na bilheteria, tendo recém-cruzado os US$ 100 milhões de arrecadação doméstica. O ranking da Comscore ainda registra uma anomalia típica do parque exibidor nacional, ao qualificar um filme que ainda não estreou oficialmente em 2º lugar. A comédia brasileira “Os Parças 2” tem lançamento marcado apenas para a próxima semana, no dia 28 de novembro, mas já está entre os longas mais vistos. Fenômeno paranormal? Viagem no tempo? Brecha interdimensional? Apenas o velho truque de marcar uma data e lançar bem antes, com ampla distribuição, e chamar a venda de ingressos aberta a todo o público e em todos os horários de “pré-estreia”. “Coringa” completa o Top 3 com a comemoração de um recorde. Desde a estreia, há sete semanas, o filme acumula renda de R$ 149,7 milhões e público de 4,6 milhões de pessoas. Neste fim de semana em que o longa alcançou US$ 1 bilhão em bilheteria mundial, tornou-se o filme de maior arrecadação no Brasil com classificação etária para maiores de 16 anos. Para completar, o principal lançamento do fim de semana passado, “As Panteras”, fez fiasco maior no Brasil que nos Estados Unidos, abrindo apenas em 6º lugar. Veja abaixo, o Top 10 das bilheterias brasileiras, conforme apuração da Comscore. TOP 10 #bilheteria #cinema #Brasil Final Sem 14 – 17/Nov:1. Malévola-Dona do Mal2. Os Parças 2 ( Pré Estreia) 3. Coringa4. A Família Adams5. Dora e a Cidade Perdida 6. As Panteras7. Invasão ao Serviço Secreto8. Ford vs Ferrari9. Exterminador do Futuro9. Doutor Sono — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) November 18, 2019

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    Ford vs Ferrari atropela As Panteras nas bilheterias da América do Norte

    17 de novembro de 2019 /

    O drama automobilístico “Ford vs. Ferrari” conquistou uma vitória surpreendente nas bilheterias da América do Norte, com uma arrecadação muito acima do especulado por analistas da indústria cinematográfica. Ao subir no alto do pódio com US$ 31M (milhões), também rendeu o primeiro sucesso da Fox sob a administração da Disney, após sucessivos fracassos (“Alita: Anjo de Combate”, “X-Men: Fênix Negra”, etc). O filme dirigido por James Mangold (“Logan”) foi recepcionado por aplausos entusiasmados da crítica, atingindo 92% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Mas agradou ainda mais ao público, atingindo nota máxima, A+, no Cinemascore, a pesquisa feita com os espectadores após a exibição. Com Christian Bale (“Vice”) e Matt Damon (“Perdido em Marte”) nos papéis principais, “Ford vs. Ferrari” virou uma unanimidade e deve continuar acelerando até o Oscar. Não foi uma produção barata. A reconstituição de época (anos 1960), com uso de carros de corrida de verdade, teve orçamento de US$ 95 milhões. Mas suas virtudes cinematográficas e o prestígio que traz para a Disney são inestimáveis, num momento em que Martin Scorsese reclama do estúdio por priorizar filmes de super-heróis e diminuir o espaço no mercado para o “cinema de verdade”. “Ford vs. Ferrari” só não é cinema com C maiúsculo porque é cinema classe A+. Com sua liderança folgada, “Ford vs Ferrari” afundou “Midway – Batalha em Alto Mar”, a surpresa da semana passada, que conseguiu apenas US$ 8,7M em seu segundo fim de semana em cartaz, e atropelou a estreia de “As Panteras”, um distante 3º lugar com US$ 8,6M. Como os números estão muito próximos, as posições de “Midway” e “As Panteras” podem se inverter na contagem final dos ingressos vendidos, durante a segunda-feira (18/11). Apesar disso, os valores não sofrerão grande mudança. A Sony investiu menos que a Fox em seu filme, em torno de US$ 50M, mas deve ter gasto o equivalente em P&A (cópias e publicidade), pois o marketing de “As Panteras” foi muito agressivo. Projeções sugerem que o longa dirigido por Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita 2”) deve faturar em torno de US$ 25 milhões, ao todo, na América do Norte, o que representaria a pior bilheteria de continuação/reboot/remake do ano – e talvez da década. Para piorar, não empolgou a crítica, com 60% de aprovação no Rotten Tomatoes, e nem o público internacional. No exterior, o faturamento atingiu US$ 19,3M, com nova decepção na China, onde rendeu US$ $7,7M. Relatos de problemas no roteiro, escrito por muitas mãos, começam a vir à tona. Mas o post-mortem sugere equívoco de conceito. Para começar, a ideia de transformar uma franquia policial da TV dos anos 1970 numa comédia adolescente de ação. Além disso, escalar uma completa desconhecida no trio principal. E, como cereja no bolo, alterar a premissa básica, de uma agência de detetives local para uma organização de espionagem internacional, após o resultado de outro fracasso recente do estúdio com ideia similar – “MIB: Homens de Preto – Internacional”. Terceira estreia do fim de semana, o suspense “A Grande Mentira”, com Helen Mirren (“A Rainha”) e Ian McKellen (“X-Men”), abriu em 7º lugar, rendendo US$ 5,6M e 63% de aprovação. O filme da Warner chega na quinta-feira (21/11) no Brasil, após entrar quase desapercebido na lista das grandes decepções. Para completar, as arrecadações de sexta a domingo (17/11) registraram a saída de “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” do Top 10 após apenas três semanas, em outro desempenho pífio de franquia antiga/antiquada. Diante deste quadro, fica claro porque a Paramount celebrou ter conseguido passar os direitos de produção de “Um Tira da Pesada 4” para a Netflix. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Ford vs. Ferrari Fim de semana: US$ 31M Total EUA e Canadá: US$ 31M Total Mundo: US$ 52,4M 2. Midway – Batalha em Alto Mar Fim de semana: US$ 8,7M Total EUA e Canadá: US$ 35,1M Total Mundo: US$ 53,7M 3. As Panteras Fim de semana: US$ 8,6M Total EUA e Canadá: US$ 8,6M Total Mundo: US$ 27,9M 4. Brincando com Fogo Fim de semana: US$ 8,5M Total EUA e Canadá: US$ 25,4M Total Mundo: US$ 29,9M 5. Uma Segunda Chance para Amar Fim de semana: US$ 6,7M Total EUA e Canadá: US$ 22,5M Total Mundo: US$ 35,5M   6. Doutor Sono Fim de semana: US$ 6,1M Total EUA e Canadá: US$ 25M Total Mundo: US$ 53,8M 7. A Grande Mentira Fim de semana: US$ 5,6M Total EUA e Canadá: US$ 5,6M Total Mundo: US$ 9,5M 8. Coringa Fim de semana: US$ 5,6M Total EUA e Canadá: US$ 322,5M Total Mundo: US$ 1B 9. Malévola: Dona do Mal Fim de semana: US$ 5,2M Total EUA e Canadá: US$ 106M Total Mundo: US$ 458,9M 10. Harriet Fim de semana: US$ 4,7M Total EUA e Canadá: US$ 31,8M Total Mundo: US$ 31,8M

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    Coringa atinge US$ 1 bilhão de bilheteria mundial

    15 de novembro de 2019 /

    “Coringa” se tornou o primeiro filme com classificação “R” nos EUA a tingir US$ 1 bilhão na bilheteria mundial. Segundo a Warner Bros., os números de bilheteria desta sexta-feira (15/11) foram os responsáveis por empurrar o filme estrelado por Joaquin Phoenix para além da barreira do US$ 1 bilhão. Com um orçamento relativamente baixo para o gênero de super-heróis (entre US$ 55 e 70 milhões), o longa dirigido por Todd Phillips (“Se Beber, Não Case”) também é considerado um dos filmes mais lucrativos de todos os tempos, superando neste quesito até o recordista histórico “Vingadores: Ultimato”, que teria rendido lucro menor pelo investimento gigantesco em sua produção. Mas o recorde mundial de maior bilheteria com classificação etária “R” (para maiores nos Estados Unidos) é discutível, uma vez que a classificação “para maiores” não se sustenta em muitos países. Na França, por exemplo, “Coringa” foi exibido para maiores de 12 anos. No Brasil, para maiores de 16 anos. O longa é para maiores apenas nos Estados Unidos e em poucos países mais – nem o Canadá adotou essa classificação. E foi justamente a falta de censura mais elevada que ajudou o filme a virar sucesso internacional. Não por acaso, a maior parte de sua fortuna vem do exterior, onde adolescentes puderam assisti-lo sem restrições. A adaptação dos quadrinhos da DC Comics também tem feito História com uma trajetória premiada, especialmente ao vencer o Leão de Ouro, prêmio principal do Festival de Veneza. A Warner agora pretende investir em campanha para emplacar “Coringa” na disputa do Oscar 2020.

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    Netflix anuncia início da produção de nova série do criador de La Casa de Papel

    14 de novembro de 2019 /

    A Netflix anunciou a produção de uma nova série de Álex Pina, criador de “La Casa de Papel”. Intitulada “Sky Rojo”, a trama vai acompanhar três prostitutas em fuga após atacarem seu cafetão. Segundo a sinopse, elas fogem após deixarem o cafetão gravemente ferido e confinado a uma cadeira de rodas. “Uma brasileira, uma colombiana e uma espanhola fazem uma viagem sabendo que têm grandes chances de morrer. Tendo cometido vários crimes graves, sem poder pedir ajuda à polícia e com a máfia em seu encalço, elas têm apenas duas opções: fugir até que sejam pegas ou revidarem antes”, descreve o texto oficial. “Sky Rojo” faz parte de um contrato para produção de novas séries na Netflix, que Álex Pina assinou no ano passado. Ela foi concebida por Pina em parceria com Esther Martínez Lobato, roteirista de “La Casa de Papel”. Os dois também criaram juntos “O Píer” e “Vis a Vis”. O elenco destaca a espanhola Verónica Sánchez (“O Píer”), a cubana Yany Prado (“A Dupla Vida de Estela Carrillo”) e a atriz e cantora argentina Lali Espósito (“Floricienta”) como as três protagonistas, e ainda inclui Asier Etxeandia (“Dor e Glória”), Miguel Ángel Silvestre (“Sense8”) e Enric Auquer (“Barcelona Christmas Night”). As gravações vão começar na segunda-feira (18/11) em Madri, na Espanha, e compreenderão 16 episódios divididos em duas partes, que a Netflix deve apresentar como sendo duas temporadas distintas – na prática, porém, serão gravados como uma temporada inteira. A previsão de estreia é para 2020, em dia não revelado. El año que viene pintamos el cielo de rojo. La nueva serie de Álex Pina, el creador de 'La Casa de Papel', se llama 'Sky Rojo' y está protagonizada por Verónica Sánchez, Miguel Ángel Silvestre, Asier Etxeandia, Lali Espósito, Yany Prado y Enric Auquer. pic.twitter.com/una7cJ2xs6 — Netflix España (@NetflixES) November 14, 2019

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    Disney bate recorde de valorização na bolsa americana

    13 de novembro de 2019 /

    As ações da Walt Disney Company tiveram um grande salto nesta quarta-feira (13/11) nos Estados Unidos, dia seguinte ao lançamento da plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). A empresa de entretenimento teve aumento de valorização em 6% nas últimas 24 horas, atingindo sua maior cotação na bolsa em todos os tempos. O entusiasmo dos investidores de Wall Street se deve ao sucesso do Disney+ (Disney Plus), que superou expectativas ao atrair 10 milhões de assinaturas em suas primeiras 24 horas, apenas nos Estados Unidos e Canadá. Além disso, as falhas iniciais do serviço, atribuídos à uma procura muito maior que a esperada, diminuíram consideravelmente ao longo do dia da inauguração. Enquanto isso, a Netflix caiu 3% em seu valor para negociações na bolsa.

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  • Série

    Netflix fecha contratado para exibir os desenhos da Nickelodeon em streaming

    13 de novembro de 2019 /

    A Netflix fechou contrato com a Nickelodeon para o licenciamento das séries animadas da emissora. Por parte da plataforma, a ideia é suprir as ausências causadas pelo fim dos contratos com Disney e Warner. Já o interesse da Viacom-CBS, proprietária do canal pago infantil, é explorar o mercado abandonado pelas empresas que estão investindo em suas próprias plataformas de streaming. Além das atrações conhecidas do canal, que vão chegar na Netflix, também serão desenvolvidas animações originais e novas séries baseadas nos personagens da Nick. “The Loud House” e “Rise of the Teenage Mutant Ninja Turtles”, série sobre as Tartarugas Ninjas adolescentes, são algumas das atrações que ganharão novas versões para o serviço de streaming.

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