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  • Filme

    Velozes e Furiosos 8 mantém 1º lugar folgado em sua segunda semana nos EUA

    23 de abril de 2017 /

    “Velozes e Furiosos 8” não teve problemas para manter sua liderança nas bilheterias da América do Norte pela segunda semana consecutiva. De fato, as três primeiras posições do ranking norte-americano se mantiveram inalteradas, tão fracas foram as estreias da semana. O longa estrelado por Vin Diesel e Dwayne Johnson arrecadou US$ 38,6 milhões, bem à frente da animação “O Poderoso Chefinho”, com US$ 12,7 milhões, e “A Bela e a Fera”, com faturamento de US$ 9,9 milhões. Em 10 dias, o oitavo “Velozes e Furiosos” fez US$ 163,5 milhões nos EUA. Mas muito mais impressionante é seu desempenho internacional. Só na China, o filme já rendeu US$ 318 milhões, levando a soma das bilheterias mundiais a US$ 908 milhões. Isto significa uma disputa curva a curva com “Jurassic World” pelo recorde de ultrapassagem mais rápida da marca de US$ 1 bilhão mundial. O filme dos dinossauros entrou no clube dos bilionários em 13 dias, superando justamente o recorde de 17 dias de “Velozes e Furiosos 7” – ambos atingidos em 2015. Entre as estreias, a mais bem-sucedida foi “Born in China”, documentário sobre a vida animal na China, produzido pela Disney, que destaca uma família de pandas fofíssimos. Abriu em 4º lugar, com US$ 5,1 milhões. Os outros lançamentos foram atropelados pelos carrões e produções infantis. O thriller novelesco “Paixão Obsessiva” e os dramas históricos “A Promessa” e “Z – A Cidade Perdida” fracassaram em interessar o público, ocupando, respectivamente, 7º, 9º e 10º lugar no ranking. Destes, “Paixão Obsessiva” foi considerado fraco até pelo estúdio, que o escondeu da crítica. Por isso, acabou recebendo críticas “póstumas”, com rejeição maciça e apenas 25% de aprovação. “A Promessa”, por sua vez, foi considerado “apenas” medíocre, com 45% de aprovação. Já “Z – A Cidade Perdida”, ao contrário, foi recebido com muitos elogios, atingindo 87% de aprovação. Passado na selva amazônica, dirigido por James Gray (“Era Uma Vez em Nova York”) e estrelado por Charlie Hunnam (série “Sons of Anarchy”), Robert Pattinson (“Mapas para as Estrelas”), Sienna Miller (“Sniper Americano”) e Tom Holland (“Capitão América: Guerra Civil”), “Z – A Cidade Perdida” estreia apenas em 1 de junho no Brasil. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Velozes e Furiosos 8 Fim de semana: US$ 38,6 milhões Total EUA: US$ 163,5 milhões Total Mundo: US$ 908,3 milhões 2. O Poderoso Chefinho Fim de semana: US$ 12,7 milhões Total EUA: US$ US$ 136,9 milhões Total Mundo: US$ 358,1 milhões 3. A Bela e a Fera Fim de semana: US$ 9,9 milhões Total EUA: US$ 471 milhões Total Mundo: US$ 1,1 bilhão 4. Born in China Fim de semana: US$ 5,1 milhões Total EUA: US$ 5,1 milhões Total Mundo: US$ 14,6 milhões 5. Despedida em Grande Estilo Fim de semana: US$ 5 milhões Total EUA: US$ 31,7 milhões Total Mundo: US$ 50,8 milhões 6. Os Smurfs e a Vila Perdida Fim de semana: US$ 4,85 milhões Total EUA: US$ 33,3 milhões Total Mundo: US$ 133,6 milhões 7. Paixão Obsessiva Fim de semana: US$ 4,8 milhões Total EUA: US$ 4,8 milhões Total Mundo: US$ 6,5 milhões 8. Gifted Fim de semana: US$ 4,5 milhões Total EUA: US$ 10,7 milhões Total Mundo: US$ 10,7 milhões 9. A Promessa Fim de semana: US$ 4 milhões Total EUA: US$ 4 milhões Total Mundo: US$ 4 milhões 10. Z – A Cidade Perdida Fim de semana: US$ 2,1 milhões Total EUA: US$ 2,2 milhões Total Mundo: US$ 2,2 milhões

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  • Filme

    Velozes e Furiosos 8 quebra recordes e conquista maior estreia mundial de todos os tempos

    16 de abril de 2017 /

    O mundo ama Vin Diesel e Dwayne Johnson. “Velozes e Furiosos 8” somou US$ 532,5 milhões em seu lançamento mundial, consagrando-se como a maior estreia mundial de todos os tempos. Até então, a maior bilheteria de estreia mundial pertencia a “Star Wars: O Despertar da Força”, que rendeu US$ 529 milhões em dezembro de 2015. Com US$ 430 milhões somados no exterior, “Velozes e Furiosos 8” também superou com folga os US$ 317 milhões da abertura internacional de “Jurassic World” em 2016, batendo outro recorde: o maior fim de semana de estreia internacional de todos os tempos. A principal arrecadação veio da China, onde a produção da Universal celebrou mais um recorde: o maior fim de semana de estreia da história do país, com US$ 190 milhões, quase o dobro da bilheteria do filme nos EUA – que, em comparação, rendeu “míseros” US$ 100 milhões. O filme anterior da franquia, “Velozes e Furisos 7”, largou com tanque bem mais vazio no mercado chinês, rendendo US$ 67 milhões em sua estreia, mas acabou somando US$ 390 milhões, que é o atual recorde de arrecadação para uma produção estrangeira na China. Agora, a continuação pode transformar essa soma em troco. “Velozes e Furiosos 8” também liderou as bilheterias do México (US$ 17,8M), Reino Unido (US$ 17M), Rússia (US$ 14M), Alemanha (US$ 13,6M), Brasil (US$ 12.8M), França (US$ 10,5M), Coreia do Sul (US$ 10,5M), e Índia (US$ 10,4M), entre outros países. O filme deve continuar no topo por mais uma semana, pois seu próximo adversário de peso só estreia em 27 de abril no mercado internacional. Trata-se de “Guardiões da Galáxia Vol. 2”. E aí a corrida pela liderança do ranking fica mais interessante.

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  • Filme

    Velozes e Furiosos 8 estreia em 1º lugar na América do Norte

    16 de abril de 2017 /

    Conforme esperado, “Velozes e Furiosos 8” estreou em 1º lugar nas bilheterias da América do Norte (EUA e Canadá). Na verdade, esperava-se até mais de seu desempenho doméstico. O filme superou por pouco os US$ 100 milhões de arrecadação, mas projeções do começo da semana previam uma ameaça real à maior estreia deste ano, os US$ 170 milhões de “A Bela e a Fera”. A queda de marcas expressivas acabou acontecendo no exterior, especialmente na China. Graças ao desempenho internacional, a produção da Universal registrou a maior bilheteria de um estreia mundial em todos os tempos (mais sobre isto no próximo post): uma abertura recorde de US$ 532,5 milhões. Na América do Norte, porém, o oitavo “Velozes e Furiosos” ficou atrás do filme anterior, que rendeu US$ 147 milhões em seu fim de semana inaugural, marcando a despedida de Paul Walker da franquia. Mesmo considerando apenas o mercado doméstico, o fato de um oitavo filme de franquia atrair tanta gente é extremamente raro. Dos oito longas, apenas “Velozes e Furiosos 7” teve uma abertura maior que esta. As críticas, porém, não foram tão positivas quanto a dos últimos filmes com Paul Walker, com 64% de aprovação no site Rotten Tomatoes – a mais baixa cotação desde “Velozes e Furiosos 5” (2011). Ainda assim, bem acima da média e longe de ser considerado um acidente de percurso, como “Velozes e Furiosos 4”, que teve somente 28% de aprovação. Para completar, o público deu nota A no Cinemascore, aprovando completamente a produção. O resto do ranking teve que se acomodar ao impacto dos carrões de Vin Diesel e Dwayne Johnson, com os integrantes do Top 5 da semana passada caindo uma posição cada um. Menos “Ghost in the Shell”, que desabou para fora do Top 10, mesmo mantendo seu sucesso internacional. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Velozes e Furiosos 8 Fim de semana: US$ 100,1 milhões Total EUA: US$ 100,1 milhões Total Mundo: US$ 532,4 milhões 2. O Poderoso Chefinho Fim de semana: US$ 15,5 milhões Total EUA: US$ US$ 116,3 milhões Total Mundo: US$ 977,4 milhões 3. A Bela e a Fera Fim de semana: US$ 13,6 milhões Total EUA: US$ 454,6 milhões Total Mundo: US$ 1 bilhão 4. Os Smurfs e a Vila Perdida Fim de semana: US$ 6,5 milhões Total EUA: US$ 24,7 milhões Total Mundo: US$ 16,8 milhões 5. Despedida em Grande Estilo Fim de semana: US$ 6,3 milhões Total EUA: US$ 23,3 milhões Total Mundo: US$ 124,3 milhões 6. Gifted Fim de semana: US$ 3 milhões Total EUA: US$ 4,3 milhões Total Mundo: US$ 117,2 milhões 7. Corra! Fim de semana: US$ 2,9 milhões Total EUA: US$ 167,5 milhões Total Mundo: US$ 534,3 milhões 8. Power Rangers Fim de semana: US$ 2,8 milhões Total EUA: US$ 80,5 milhões Total Mundo: US$ 596,6 milhões 9. The Case for Christ Fim de semana: US$ 2,7 milhões Total EUA: US$ 8,4 milhões Total Mundo: US$ 176,5 milhões 10. Kong – A Ilha da Caveira Fim de semana: US$ 2,6 milhões Total EUA: US$ 161,2 milhões Total Mundo: US$ 3,9 milhões

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  • TV

    Record, SBT e RedeTV! já pedem metade do que queriam para voltar à TV paga

    13 de abril de 2017 /

    Baixou. A Simba, joint venture que negocia com as operadoras de TV paga, representando as redes Record, SBT e RedeTV!, teria baixado pela metade a sua pedida original, segundo apurou o blog Notícias da TV. As emissoras, que pediam inicialmente R$ 15 por seus sinais, agora estariam aceitando R$ 7. E com carência de três anos. Mas não é só. Tem ainda três novos canais de brinde na superpromoção de Páscoa. Desde o último dia 30, as três redes estão fora dos pacotes da Net, Sky e Claro HD na Grande São Paulo e Distrito Federal, onde já ocorreu o apagão analógico. E como consequência, suas audiências desabaram – caíram de 20% a 30%. A liquidação se deve ao pavor diante dos estragos que isso pode causar em suas receitas publicitárias. O jornalista Daniel Castro ouviu de um executivo que acompanha as conversas entre emissoras e operadoras que o status das negociações progrediu de “impossível” para “muito difícil”. É que empresas de TV por assinatura ainda consideram muito caro pagar R$ 7 por assinante. Isso significaria o desembolso de até R$ 130 milhões por mês para as emissoras, ou R$ 1,5 bilhão por ano. Mais, portanto, que os custos estimados com a perda de receitas com o cancelamento de assinaturas por parte de clientes insatisfeitos – tática usada originalmente pelas redes para negociar e que se provou inefetiva. Para fechar o negócio, a Simba estaria oferecendo um período de carência. O valor “cheio” (R$ 7) só começaria a ser cobrado quando todo o país estivesse 100% digitalizado. Isso deve levar uns três anos. Além disso, oferece de lambuja três novos canais para as grades de programação das operadoras. Eles viriam “de graça” pelos R$ 7 cobrados pelas redes. Um desses canais seria de reprises de programas das emissoras, outro traria eventos esportivos e o terceiro seria de notícias. Com o fim da TV analógica, as redes abertas passaram a ter o direito de cobrar por seus sinais digitais, antes distribuídos gratuitamente pelas operadoras de TV paga. Record, SBT e RedeTV! se juntaram e, para forçar pressão, decidiram sair da TV por assinatura – menos na Vivo, que aceitou negociar. Como não houve acordo com a maioria das operadoras, cerca de 7 milhões de telespectadores, que só veem TV por assinatura, estão sem acesso às programações dos três canais. A resposta à oferta da Simba deve vir nos próximos dias. Vale observar que qualquer receita que entrar será lucro, pois Record, SBT e RedeTV! recebiam R$ 0 até o final de março por seus canais.

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  • Filme

    Estreia de Velozes e Furiosos 8 ocupa quase metade dos cinemas do Brasil

    13 de abril de 2017 /

    A expectativa para o lançamento de “Velozes e Furiosos 8” é tão elevada que poucos se arriscaram a competir com sua estreia nesta quinta-feira (13/4). O filme chega ao circuito nacional em cerca de 1,4 mil salas, o que é quase metade de todos os cinemas disponíveis no país (são pouco mais de 3 mil, ao todo). Com esse domínio completo do mercado, só um desastre muito grande será capaz de impedir sua estreia em 1º lugar no ranking do fim de semana, finalmente tirando “A Bela e a Fera” do topo das bilheterias, após cinco semanas. Apesar do longo reinado, o filme da Disney é mesmo sua maior competição. Como não há outra estreia ampla na semana, os carrões de Vin Diesel e Dwayne Johnson vão disputar o público da Páscoa principalmente com os filmes infantis em cartaz, que ainda incluem “O Poderoso Chefinho” e “Os Smurfs e a Vila Perdida”. Sem a comoção em torno da morte do astro Paul Walker, que serviu de combustível para o filme anterior, o oitavo “Velozes e Furiosos” optou por repetir uma trama de “Velozes e Furiosos 6”, quando Letty (Michelle Rodriguez) se voltou contra a turma. Desta vez, é Dom (Vin Diesel) quem vira o judas, a tempo de pegar o feriadão da Semana Santa. Produções europeias dominam o circuito limitado, que nesta semana é mesmo “de arte”. O lançamento com maior distribuição é também o melhor: o drama britânico “Una”, com Rooney Mara e Ben Mendelsohn. Baseado em um peça de teatro, vem despertando polêmicas e elogios com sua história, sobre o acerto de contas entre uma vítima e um pedófilo. Chega em 25 salas. Isabelle Huppert, que se tornou ubíqua após ser indicada ao Oscar 2016, chega às telas brasileiras em mais um filme. Ou melhor, um telefilme lançado em DVD na França. Versão contemporânea de “As Falsas Confidências”, de Marivaux (1688–1763), junta a atriz com outro intérprete popular, Louis Garrel, e foi filmado em tempo escasso com o elenco que encenava a peça nos palcos do Théatre de l’Odeon, de Paris, em janeiro do ano passado. “Variações de Casanova” é outra mistura de cinema e teatro, desta vez com ópera. A produção europeia traz John Malkovitch como o célebre sedutor em duas histórias relacionadas com montagens de óperas de Mozart. Produzido há três anos, passou em festivais, mas não estreou nos EUA. “Apesar da Noite” também é “antigo” e “difícil”. A produção de 2015 segue o padrão experimental do francês Philippe Grandrieux, com três horas de duração. O cineasta já ganhou uma retrospectiva na Mostra Indie em 2009 e desta vez mergulha no sexo, supostamente em busca de amor. Apesar do tema, a filmagem é um desafio à paciência do público, por conta de seu desapego completo às convenções cinematográficas. É o caso raro em que a diminuta distribuição já é ampla o suficiente. Subestimado com um lançamento em apenas oito salas, “Stefan Sweig – Adeus Europa” poderia ter maior apelo no Brasil. A cinebiografia do escritor austríaco, autor do clássico “Carta de uma Desconhecida”, foca sua fuga da Alemanha nazista, que culmina na chegada ao Rio, onde se apaixona pelo país, mas não a ponto de achar que poderia viver num mundo onde existisse alguém como Hitler. Para completar o circuito limitado, há dois filmes nacionais que, após se destacarem no circuito dos festivais, estreiam em pouquíssimas salas. O documentário “Martírio”, de Vincent Carelli, foi um dos longas mais aplaudidos do Festival de Brasília 2016, quando venceu o Prêmio do Público e o Prêmio Especial do Júri. A obra registra as disputas centenárias por terra dos índios guarani e kaiowá, e chega dentro da programação da Sessão Vitrine Petrobras (preços reduzidos e pouca sessões). “A Família Dionti” fez parte da programação de 2015 do Festival de Brasília e também conquistou o Prêmio do Público. A obra do estreante Alan Minas é um conto interiorano sobre o amadurecimento de um garoto, temperado com elementos fantásticos, e fará sua estreia em Minas Gerais, antes de expandir para nove telas no resto do país. Clique nos títulos destacados de cada filme para ver todos os trailers das estreias da semana.

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  • Filme

    A Bela e a Fera completa quatro semanas em 1º lugar no Brasil

    10 de abril de 2017 /

    “A Bela e a Fera” completou quatro semanas em 1º lugar nas bilheterias do Brasil, atingindo 7 milhões de espectadores e R$ 112 milhões de arrecadação. Com isso, superou “Logan” (6,2 milhões de espectadores e R$ 89 milhões) e e se tornou o maior sucesso americano do ano no país. Em 2º lugar ficou a fantasia religiosa “A Cabana”, que estreou no Brasil com público de 544 mil pessoas e renda de R$ 9 milhões. Em seu lançamento nos EUA, o filme não passou do 3º lugar e ainda amargou críticas muito negativas (20% no Rotten Tomatoes). Já o atual campeão da bilheteria americana, a animação “O Poderoso Chefinho” (473 mil de público) ficou em 3º, seguido por “Os Smurfs e a Vila Perdida” (391 mil) e “A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell” (142 mil).

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  • Filme

    Sindicato dos Roteiristas ameaça nova greve uma década após parar Hollywood

    10 de abril de 2017 /

    Dez anos após paralisarem Hollywood, os roteiristas americanos estão ameaçando entrar em nova greve. Em 2007, eles cruzaram os braços por 100 dias, comprometendo a produção de séries e filmes. E este ano as negociações não estão avançando. A Aliança de Produções Televisivas e Cinematográficas (AMPTP), representante dos estúdios e produtoras, e o Sindicato dos Roteiristas da América (WGA) estão disputando inúmeras questões, desde o aumento de salário até benefícios trabalhistas. Se não entrarem em acordo até 1º de maio, uma nova greve será inevitável. Os roteiristas querem, basicamente, ganhar mais. Segundo alegam, a indústria de entretenimento lucrou US$ 51 bilhões no ano passado e não precisa ser tão gananciosa. As produtoras rebatem, mostrando que a ganância é do sindicato. A quantidade de séries no ar atualmente é absurda, portanto não faltam empregos, e a disputa pelos melhores roteiristas tem levado a aumentos salariais. De acordo com relatório divulgado pelo canal FX, foram exibidas 455 séries em 2016, a maior quantidade em todos os tempos. O sindicato retruca que se aumentaram as séries, diminuíram os episódios. Atualmente, o salário mínimo dos roteiristas tem como base o trabalho em séries de 22 episódios por temporada, que estão cada vez mais escassas. Canais pagos e serviços de streaming estão estimulando até as redes a optarem por séries mais curtas, entre 10 e 13 episódios, que rendem aos roteiristas metade do salário-base. Ao contrário do que alegam as produtoras, a proliferação de séries também rendeu queda nas receitas por aumentar a concorrência. Há sempre alguém disposto a fazer o mesmo serviço por pagamento menor. De acordo com o WGA, a renda de um roteirista de nível médio caiu 23% de 2015 para cá (o salário anual médio é de cerca de US$ 195 mil). Outro ponto em discussão é a ascensão da Netflix e da Amazon, que não entraram na pauta em 2007. Com um volume grande de produções, ambas tem lançado uma grande quantidade de séries. Mas seu modelo de trabalho é diferente dos concorrentes, e a longo prazo rende menos. Isso acontece porque as plataformas de streaming não licenciam suas produções. Ao contrário das grandes redes, que após a exibição das séries vendem os episódios para canais de TV paga dos próprios Estados Unidos, de outras partes do mundo e para plataformas de streaming, as séries da Netflix e da Amazon são distribuídas no mundo inteiro pelas próprias companhias, sem render percentual extra algum para os roteiristas, como acontece nas negociações das redes. A WGA alega que os roteiristas recebem uma parte ínfima do caminhão de dinheiro despejado pela Netflix e Amazon nas produtoras e estúdios. Por isso, uma das prioridades da nova rodada de negociações sindicais é fazer com que os estúdios mudem e aumentem a taxa de repasse. Os estúdios, desta vez, podem se mostrar menos intransigentes, uma vez que a paralisação de dez anos atrás provocou um prejuízo de US$ 2,1 bilhões para o Estado da Califórnia, onde se concentra boa parte da indústria de entretenimento. Cerca de 37 mil pessoas perderam emprego, segundo relatório do instituto de pesquisa Milken. Na época, os estúdios não resistiram à pressão e acabaram cedendo, inclusive tendo que enfrentar o engajamento de atores conhecidos, que se juntaram aos piquetes. Por conta daquela greve, a maioria das séries de 2007 teve temporadas abreviadas ou estreia adiada, rendendo grandes prejuízos, mas também fazendo proliferar os reality shows. A principal consequência foi o nascimento de “Keeping up with the Kardashians”, que popularizou a família mais famosa da era dos reality shows.

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  • Filme

    Fracasso nos EUA, A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell é a maior bilheteria do mundo no fim de semana

    9 de abril de 2017 /

    A tendência de adaptações de animes não deve se materializar em Hollywood, após o desempenho de “A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell”. A crítica do país não gostou, as redes sociais protestaram contra seu “racismo” e o público faltou à adaptação americana da obra clássica dos mangás e animes, que em dois fins de semana somou apenas US$ 31,5 milhões na bilheteria doméstica. Já o resto do mundo não só ignorou a patrulha ideológica contra a escalação de Scarlett Johansson (“Os Vingadores”) num papel originalmente japonês como lotou os cinemas para assistir ao longa dirigido por Rupert Sanders (“Branca de Neve e o Caçador”). Só neste fim de semana, o live action de “Ghost in the Shell” faturou US$ 41,3 milhão no mercado internacional, tornando-se o filme de maior bilheteria e o mais visto do mundo nos últimos três dias. Metade desta arrecadação veio da China, onde “Ghost in the Shell” foi lançado na sexta (7/4), abrindo em 1º lugar. A produção da Paramount e da DreamWorks rendeu US$ 21,4 milhões no país, mais do que o sucesso “Lucy” (US$ 20 milhões em 2014), outra sci-fi de ação estrelada por Johansson. No Japão, de dimensões bem menores, fez US$ 3,5 milhões e recebeu críticas bastante entusiasmadas. A imprensa local se impressionou com os efeitos visuais, muito superiores aos de qualquer adaptação de anime/mangá já feita no país, e ainda achou curiosa a reação dos americanos à escalação de Johansson como protagonista. A mesma opinião foi compartilhada pelo público, conforme pode ser conferido aqui. Mesmo com o sucesso na Ásia, o filme ainda está sendo considerado deficitário. A rejeição nos EUA foi muito maior do que a Paramount e a DreamWorks esperavam.

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  • Filme

    O Poderoso Chefinho deixa os Smurfs perdidos nas bilheterias dos EUA

    9 de abril de 2017 /

    “O Poderoso Chefinho” manteve a liderança nas bilheterias dos EUA pela segunda semana consecutiva, novamente seguido de perto por “A Bela e a Fera”. A animação da Dreamworks faturou US$ 26,3 milhões neste fim de semana, enquanto o remake com atores da animação da Disney chegou a US$ 25 milhões. Por sinal, “A Bela e a Fera” está a menos desta quantia de entrar no clube do bilhão, com US$ 977,4 milhões arrecadados em todo o mundo. A comemoração deve acontecer ao longo da semana. Com isso, o estreante “Os Smurfs – A Vila Perdida” não passou dos US$ 14 milhões, um fiasco em 3º lugar. Analistas apontaram que a Sony visou o feriado estendido da Páscoa, contando com o público infantil, mas encontrou o mercado bem servido de opções para as crianças. Geralmente, os estúdios preferem dar um espaço maior entre animações para evitar a saturação, mas o novo lançamento dos Smurfs aconteceu na semana seguinte à estreia de “O Poderoso Chefinho”. Outro estreante da semana, “Despedida em Grande Estilo” buscou os espectadores da Terceira Idade, que estudos apontam representar grande fatia do público, e acabou com o 4º lugar e apenas US$ 12,5 milhões. “A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell” fechou o Top 5 com US$ 7,3 milhões, muito mal nas bilheterias americanas, mas com uma reviravolta surpreendente no mercado internacional. Sobre isto, leia aqui. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. O Poderoso Chefinho Fim de semana: US$ 26,3 milhões Total EUA: US$ 89 milhões Total Mundo: US$ 199,7 milhões 2. A Bela e a Fera Fim de semana: US$ 25 milhões Total EUA: US$ US$ 432,3 milhões Total Mundo: US$ 977,4 milhões 3. Os Smurfs e a Vila Perdida Fim de semana: US$ 14 milhões Total EUA: US$ 14 milhões Total Mundo: US$ 56,1 milhões 4. Despedida em Grande Estilo Fim de semana: US$ 12,5 milhões Total EUA: US$ 12,5 milhões Total Mundo: US$ 16,8 milhões 5. A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell Fim de semana: US$ 7,3 milhões Total EUA: US$ 31,5 milhões Total Mundo: US$ 124,3 milhões 6. Power Rangers Fim de semana: US$ 6,2 milhões Total EUA: US$ 75,1 milhões Total Mundo: US$ 117,2 milhões 7. Kong – A Ilha da Caveira Fim de semana: US$ 5,8 milhões Total EUA: US$ 156,5 milhões Total Mundo: US$ 534,3 milhões 8. Logan Fim de semana: US$ 4 milhões Total EUA: US$ 218 milhões Total Mundo: US$ 596,6 milhões 9. Corra! Fim de semana: US$ 4 milhões Total EUA: US$ 162,8 milhões Total Mundo: US$ 176,5 milhões 10. The Case for Christ Fim de semana: US$ 3,9 milhões Total EUA: US$ 3,9 milhões Total Mundo: US$ 3,9 milhões

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    Apenas 17% dos filmes brasileiros são dirigidos por mulheres – e 0% por mulheres negras

    4 de abril de 2017 /

    A Ancine (Agência Nacional do Cinema) divulgou um levantamento que registra a baixa participação das mulheres no cinema brasileiro. Das 2.583 obras audiovisuais registradas ano passado na agência, apenas 17% foram dirigidas e 21% roteirizadas por mulheres, embora mais da metade da população brasileira seja feminina. “Os dados nos levam a entender que a construção das narrativas, que vêm dos roteiristas e dos diretores, por mais que os produtores participem, é dos homens. O olhar que vai construir o imaginário de nossa sociedade e novas gerações, é masculino”, acrescentou a diretora da Ancine, Debora Ivanov, durante a apresentação do estudo, no Seminário Internacional Mulheres no Audiovisual, que aconteceu no Rio de Janeiro na semana passada. De acordo com o levantamento, as mulheres têm uma presença maior entre os produtores (41%) e diretores de arte (58%). Mas entre os diretores de fotografia, são apenas 8%. A agência também constatou que, quanto mais cara a produção, menor o número de mulheres. “Observamos mais mulheres quando é um curta ou média-metragem, porque são mais baratos. Nossa presença é maior no documentário que na ficção, o que corrobora a visão de que em obras de custo menor temos mais oportunidades”, disse Ivanov. Quando a etnia é acrescentada à sexualidade, o resultado é ainda mais estarrecedor. A Ancine não pesquisou esse dado, mas o Gemaa (Grupo de Estudos Multidisciplinar da Ação Afirmativa), vinculado ao Instituto de Estudos Sociais e Políticos da UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), apurou que mulheres negras não dirigiram ou roteirizaram nem um longa-metragem sequer de ficção, com distribuição em mais de dez salas, no período de 1995 a 2016. O percentual de homens negros nas duas categorias não passou de 2% na direção e 3% no roteiro, enquanto homens brancos dirigiram 85% e roteirizaram 75% das principais produções nacionais. Segundo a diretora do Fórum Itinerante do Cinema Negro e doutora em História, Janaína Oliveira, apesar disso, mulheres negras estão produzindo, especialmente curtas e webséries. Ela destacou a participação da realizadora negra Yasmin Thayná no festival de cinema de Rotterdam, um dos mais importantes do mundo, ao lado do ganhador do Oscar, Jerry Benkins, e que quase não repercutiu no Brasil. Apresentada pela cientista política Marcia Rangel Candido, a pesquisa do Gemaa, com os filmes de maior bilheteria e que dominam o mercado, também avaliou a participação de mulheres nos elencos. O resultado é que a cada 37 homens brancos, uma mulher negra aparece, mas não em posição de prestígio. “A representação de mulheres negras quando estão protagonizando, é estereotipada, hiperssexualizada”, afirmou a cientista. Para mudar o cenário, a diretora Debora Ivanov informou que a Ancine adotou a paridade de gênero nas comissões de avaliação dos filmes que concorrem ao Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), com a presença de pelo menos uma pessoa negra. O Ministério da Cultura, por meio da Secretaria do Audiovisual, também pretende lançar, em abril, a 2ª edição do edital Carmem Santos, que dará bônus a propostas de curtas-metragens apresentadas por mulheres. Devem ser distribuídos R$ 60 mil para 15 projetos.

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    Bilheterias: A Bela e a Fera se mantém em 1º lugar no Brasil pela terceira semana seguida

    3 de abril de 2017 /

    A “Bela e a Fera” confirmou sua popularidade ao se manter em 1º lugar no Brasil por sua terceira semana consecutiva e se consolidar como o segundo filme americano mais visto de 2017 no país. Desde que estreou, em 16 de março, o filme contabiliza 6 milhões de ingressos vendidos, apenas 100 mil a menos que “Logan”, a despedida de Hugh Jackman do papel de Wolverine – e atual campeão do ranking nacional. Ou seja, a versão princesa de Emma Watson vai assumir o trono até o próximo fim de semana. Ao contrário do que aconteceu nos EUA, a estreia de “O Poderoso Chefinho” ficou bem abaixo do desempenho da fábula da Disney, com 586 mil espectadores no Brasil. De acordo com dados da ComScore, o filme arrecadou R$ 9,7 milhões contra R$ 15 milhões e 865 mil ingressos de “A Bela e a Fera” no mesmo período. O Top 3 do Brasil foi completado por “A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell”. Foram 295 mil bilhetes vendidos e arrecadação de R$ 5,6 milhões no último fim de semana. Por sinal, a sci-fi estrelada por Scarlett Johansson também abriu em 3ª lugar nos EUA.

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    O Poderoso Chefinho tira a A Bela e a Fera do topo das bilheterias dos EUA

    2 de abril de 2017 /

    As bilheterias da América do Norte não resistiram ao gugu-dada de “O Pequeno Chefinho“. A animação da DreamWorks estreou em 1º lugar, tirando a liderança de “A Bela e a Fera” após duas semanas no topo. Mesmo assim, a diferença entre as duas produções infantis foi pequena. O desenho do bebê espião fez US$ 49 milhões, enquanto o conto de fadas da Disney faturou US$ 47,5 milhões. Os valores ajudaram “A Bela e a Fera” a abrir ainda mais vantagem no ranking doméstico, prestes a ultrapassar a impressionante marca de US$ 400 milhões em ingressos vendidos nos Estados Unidos e no Canadá. Em todo o mundo, o filme já atingiu US$ 876,2 milhões e deve se tornar a primeira produção do ano a entrar no clube do bilhão. “A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell” acabou rendendo menos que a Paramount esperava, abrindo em 3º lugar com US$ 19 milhões. Em compensação, seu desempenho foi considerado mais que satisfatório no mercado internacional, onde faturou o dobro, chegando a US$ 59,1 milhões em todo o mundo, com direito a liderar o ranking de 11 países. As apostas para uma recuperação do investimento estão na China e no Japão, que receberão a estreia do longa na próxima sexta (7/4). Quem está destruindo tudo atualmente na China é “Kong – A Ilha da Caveira“. A fantasia de monstros gigantes soma US$ 124 milhões apenas no mercado chinês, onde bateu o recorde de bilheteria do estúdio Warner. Em todo o mundo, o filme já rendeu US$ 477,3 milhões. Confira abaixo o ranking das dez maiores bilheterias dos Estados Unidos e do Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. O Poderoso Chefinho Fim de semana: US$ 49 milhões Total EUA: US$ 49 milhões Total Mundo: US$ 108 milhões 2. A Bela e a Fera Fim de semana: US$ 47,5 milhões Total EUA: US$ US$ 395,4 milhões Total Mundo: US$ 876,2 milhões 3. A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell Fim de semana: US$ 19 milhões Total EUA: US$ 19 milhões Total Mundo: US$ 59,1 milhões 4. Power Rangers Fim de semana: US$ 14,5 milhões Total EUA: US$ 65 milhões Total Mundo: US$ 97,7 milhões 5. Kong – A Ilha da Caveira Fim de semana: US$ 8,8 milhões Total EUA: US$ 147,8 milhões Total Mundo: US$ 477,3 milhões 6. Logan Fim de semana: US$ 6,2 milhões Total EUA: US$ 211,8 milhões Total Mundo: US$ 585,4 milhões 7. Corra! Fim de semana: US$ 5,8 milhões Total EUA: US$ 156,8 milhões Total Mundo: US$ 167,1 milhões 8. Vida Fim de semana: US$ 5,6 milhões Total EUA: US$ 22,3 milhões Total Mundo: US$ 50,9 milhões 9. CHiPs Fim de semana: US$ 4 milhão Total EUA: US$ 14 milhões Total Mundo: US$ 18,2 milhões 10. O Zoológico de Varsóvia Fim de semana: US$ 3,3 milhão Total EUA: US$ 3,3 milhões Total Mundo: US$ 3,5 milhões

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    Maior rede pública de cinema do Brasil, Spcine completa um ano com números expressivos

    1 de abril de 2017 /

    Mais bem-sucedida iniciativa do ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, o circuito de cinema Spcine recebeu 380 mil espectadores em mais de 7,8 mil sessões realizadas em seu primeiro ano de atividade. Constituída como a maior rede pública de salas de cinema do Brasil, a Spcine conta com 20 telas, todas de pequeno porte e localizadas em CEUs, centros culturais e bibliotecas públicas do estado de São Paulo. Dentro de sua programação, os filmes infantis foram os mais assistidos. “Carrossel 2 – O Sumiço de Maria Joaquina” foi a exibição mais lotada, com 24,5 mil espectadores, seguido de “Procurando Dory” (19,4 mil), “Pets – A Vida Secreta dos Bichos” (18,8 mil) e “Moana – Um Mar de Aventuras” (15,7 mil). A comédia “Minha Mãe é uma Peça 2” completa o Top 5, num ranking que não distingue o circuito das salas comerciais de shopping centers, exceto pelo preço do ingresso. De acordo com estudo do Observatório de Turismo e Eventos, da Spturis, realizado em dezembro, o circuito Spcine é avaliado positivamente por 95,3% dos entrevistados. No critério qualidade de projeção na tela, o nível de aprovação entre ótimo e bom é de 98,1%. No item estrutura da sala, 97%. Já a programação atinge 85% de aprovação.

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