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  • Filme

    Piratas do Caribe zarpa em 1º lugar nas bilheterias da América do Norte

    28 de maio de 2017 /

    “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar” estreou em 1º lugar nas bilheterias da América do Norte, com uma arrecadação de US$ 62,1 milhões. O valor representa a quarta pior abertura de um filme da franquia, superando apenas o primeiro longa, que fez US$ 46,6 milhões em 2003. Em compensação, o filme inaugural continua a ser o único que agradou a crítica. A atual produção tem apenas 32% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Mas isto pouco importa para a Disney, porque o público adorou, dando nota A- na pesquisa do CinemaScore e lotando os cinemas. O quinto longa de Jack Sparrow também foi um sucesso internacional, com mais de US$ 200 milhões conquistados no exterior. Deste total, US$ 67,8 milhões vieram de cinemas chineses. O montante demonstra que a China já está rendendo bilheteria maiores que as da América do Norte (Estados Unidos e Canadá). A outra estreia da semana teve um desempenho decepcionante. A comédia “Baywatch” fez apenas US$ 18,1 milhões e abriu em 3º lugar, abaixo de “Guardiões da Galáxia Vol. 2” (US$ 19,8 milhões). Trata-se da pior abertura de um filme estrelado por Dwayne Johnson desde o thriller “O Acordo” em 2013 e a segunda comédia baseada numa série televisa a fracassar nos cinemas em 2017, após “CHiPs”. Para piorar, a crítica a classificou como lixo, com somente 19% de aprovação no Rotten Tomatoes. Espera-se que a tendência, iniciada por “Anjos da Lei” (2012), tenha se esgotado. Líder da semana passada, “Alien: Covenant” desabou para o 4º lugar com US$ 10,5 milhões. Ao todo, o filme somou US$ 57,3 milhões em seus primeiros 10 dias nos EUA. Felizmente, faturou quase o dobro no exterior, chegando a US$ 158,3 milhões. Mesmo assim, será seu desempenho na China, onde estreia apenas em 16 de junho, que determinará se Ridley Scott poderá dar sequência a seus planos de continuar a franquia. Por fim, o Top 10 se encerra com uma façanha de “A Bela e a Fera”. Ainda um dos filmes mais vistos da América do Norte, após 11 semanas em cartaz, a fantasia da Disney superou nos últimos dias a marca histórica de US$ 500 milhões de bilheteria doméstica. É apenas o oitavo filme a conseguir atingir este valor. Outra marca foi comemorada no mercado internacional. “Velozes e Furiosos 8”, que caiu para o 11º nos EUA, superou US$ 1 bilhão de arrecadação no exterior. Somando o faturamento doméstico, o longa chega a US$ 1,223 bilhão, ainda atrás do US$ 1,232 bilhão de “A Bela e a Fera” na soma da bilheteria mundial. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar Fim de semana: US$ 62,1 milhões Total EUA: US$ 62,1 milhões Total Mundo: US$ 270,5 milhões 2. Guardiões da Galáxia Vol. 2 Fim de semana: US$ 19,8 milhões Total EUA: US$ US$ 333,2 milhões Total Mundo: US$ 783,3 milhões 3. Baywatch Fim de semana: US$ 18,1 milhões Total EUA: US$ 22,7 milhões Total Mundo: US$ 23,5 milhões 4. Alien: Covenant Fim de semana: US$ 10,5 milhões Total EUA: US$ 57,3 milhões Total Mundo: US$ 158,3 milhões 5.

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  • Filme

    Alien: Covenant estreia em 1º lugar nos Estados Unidos

    21 de maio de 2017 /

    Uma semana após chegar aos cinemas brasileiros, a sci-fi “Alien: Covenant” estreou nos Estados Unidos em 1º lugar nas bilheterias. Mas seu desempenho não foi exatamente o que o estúdio esperava. A produção da Fox fez US$ 36 milhões e por pouco não ficou em 2º lugar, superando “Guardiões da Galáxia Vol. 2” por apenas US$ 1 milhão. O valor representa a terceira abertura da franquia, atrás de “Prometheus” (US$ 51 milhões) e “Alien vs. Predator” (US$ 38,3 milhões). E é especialmente desanimador quando o parâmetro são as bilheterias de outras continuações de clássicos da sci-fi, como “Star Wars” e “Jurassic Park”. Vale observar que, enquanto os recordistas de arrecadação “Star Wars: O Despertar da Força” e “Jurassic World” são continuações, o novo “Alien” é um prólogo. “Alien: Covenant” tem despertado maior interesse no mercado internacional, onde também lidera as bilheterias, o que contribui para seu total mundial de US$ 117,8 milhões. Neste fim de semana, o longa dirigido por Ridley Scott abriu em 1º lugar em mais 19 países. Mas as atenções estão todas reservadas para a China, onde ele só vai estrear em junho. O sucesso ou o fracasso do filme no mercado chinês pode determinar se haverá uma nova continuação na franquia. Scott já vinha falando de seus planos para o filme seguinte, imaginando mais dois ou três longas. Enquanto isso, o projeto de “Alien 5”, que tinha animado os fãs dos filmes originais por resgatar Sigourney Weaver, foi colocado para escanteio pela Fox… “Guardiões da Galáxia Vol. 2” perdeu a liderança do ranking após duas semanas, mas somou mais US$ 35 milhões e ultrapassou a marca de US$ 300 milhões na bilheteria doméstica. Em todo o mundo, o filme soma US$ 732,5 milhões e já se aproxima dos números do longa original, que rendeu US$ 773,3 milhões em 2014. As outras estreias da semana foram produções baratas: um novo romance de adolescentes doentes, “Tudo e Todas as Coisas”, e a comédia infantil “Diário de um Banana: Caindo na Estrada”, quarto filme da franquia, que realiza um reboot com novo elenco. Abriram em 3º e 5º lugares, respectivamente. Com isso, “Rei Arthur: A Lenda da Espada” caiu fora do Top 5 em sua segunda semana de exibição na América do Norte. Registrando US$ 27,2 milhões em 10 dias no mercado doméstico, o filme da Warner orçado em US$ 175 milhões pode render o maior prejuízo do ano. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Alien: Covenant Fim de semana: US$ 36 milhões Total EUA: US$ 36 milhões Total Mundo: US$ 117,8 milhões 2. Guardiões da Galáxia Vol. 2 Fim de semana: US$ 35 milhões Total EUA: US$ US$ 301,7 milhões Total Mundo: US$ 732,5 milhões 3. Tudo e Todas as Coisas Fim de semana: US$ 12 milhões Total EUA: US$ 12 milhões Total Mundo: US$ 12 milhões 4. Snatched Fim de semana: US$ 7,6 milhões Total EUA: US$ 32,7 milhões Total Mundo: US$ 39,9 milhões 5. Diário de um Banana: Caindo na Estrada Fim de semana: US$ 7,2 milhões Total EUA: US$ 7,2 milhões Total Mundo: US$ 7,2 milhões 6. Rei Arthur: A Lenda da Espada Fim de semana: US$ 6,8 milhões Total EUA: US$ 27,2 milhões Total Mundo: US$ 93,4 milhões 7. Velozes e Furiosos 8 Fim de semana: US$ 3,1 milhões Total EUA: US$ 219,8 milhões Total Mundo: US$ 1,2 bilhão 8. O Poderoso Chefinho Fim de semana: US$ 2,8 milhões Total EUA: US$ 166,1 milhões Total Mundo: US$ 467,9 milhões 9. A Bela e a Fera Fim de semana: US$ 2,4 milhões Total EUA: US$ 497,7 milhões Total Mundo: US$ 1,2 bilhão 10. Como se Tornar um Conquistador Fim de semana: US$ 2,2 milhões Total EUA: US$ 29,4 milhões Total Mundo: US$ 29,4 milhões

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  • Filme

    Bilheterias: Guardiões da Galáxia Vol. 2 lidera com folga após fiasco de Rei Arthur nos EUA

    14 de maio de 2017 /

    “Guardiões da Galáxia Vol. 2” não teve a menor dificuldade para manter o 1º lugar nas bilheterias em seu segundo fim de semana em cartaz na América do Norte. O novo filme de super-heróis da Marvel fez excelentes US$ 63 milhões nos últimos três dias, números que muitas estreias não são capazes de atingir. Para dar a dimensão do feito, bastaram dez dias para o longa superar toda a arrecadação de “Velozes e Furiosos 8” no mercado norte-americano. “Guardiões da Galáxia Vol. 2” já soma US$ 246,1 milhões nos Estados Unidos e no Canadá, contra os US$ 215 milhões acumulados pelo oitavo “Velozes e Furiosos” em cinco semanas. A liderança do ranking doméstico, porém, continua nas mãos de “A Bela e a Fera”, que após nove semanas ainda está entre os filmes mais assistidos, chegando a impressionantes US$ 493,1 milhões. Trata-se da oitava maior bilheteria já registrada por um filme na América do Norte. “A Bela e a Fera” também lidera no mundo inteiro, com US$ 1,2 bilhão, mas a vantagem sobre “Velozes e Furiosos 8” é de apenas US$ 13 milhões. “Guardiões da Galáxia Vol. 2” já é a terceira maior bilheteria mundial do ano, contudo ainda está muito longe da disputa pela ponta, com US$ 630,5 milhões. Já as estreias da semana foram tão insignificantes que chamam atenção apenas por seu fracasso. “Snatched”, a nova comédia repleta de palavrões de Amy Schumer, abriu em 2º lugar na América do Norte com apenas US$ 17,5 milhões e críticas muito negativas (36% de aprovação no site Rotten Tomatoes), o que não deve ajudar suas pretensões financeiras. A produção custou US$ 42 milhões, que apesar de módicos para os padrões de Hollywood podem não ser recuperados, devido ao reduzido apelo internacional da estrela. Não há, por exemplo, planos para lançamento nos cinemas brasileiros. Mas épico mesmo foi o fiasco de “Rei Arthur: A Lenda da Espada”. Superprodução orçada em US$ 175 milhões, faturou pífios US$ 14,7 milhões e perdeu até para a comédia fraquíssima de Schumer. A Warner planejava construir uma franquia a partir deste filme, contando as aventuras dos cavaleiros da Távola Redonda. Faltou combinar com o público. Como o estúdio atrasou o lançamento em uma semana no Brasil, agora a viagem marcada do astro Charlie Hunnam a São Paulo serve apenas para aumentar o prejuízo. Fora o assunto do fracasso, não sobrou muito o que discutir a respeito do filme, que a crítica norte-americana fuzilou. A avaliação do Rotten Tomatoes foi impiedosa: míseros 28% de aprovação. O consenso é que o filme é muito muito ruim, repleto de efeitos e edição frenética que o deixam mais parecido com um videogame que uma encenação da lenda arthuriana original. É também o segundo prejuízo consecutivo que o diretor Guy Ritchie deixa para a Warner pagar, após o fracasso de “O Agente da UNCLE” (2015), outra produção que deveria virar franquia. E se não bastasse, o estúdio já tem outra superprodução encomendada para o ex-marido de Madonna: “Sherlock Holmes 3”. Como ele também assumiu “Aladdin” para a Disney, já deve ter executivo da Warner torcendo por conflito de agenda. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Guardiões da Galáxia Vol. 2 Fim de semana: US$ 63 milhões Total EUA: US$ 246,1 milhões Total Mundo: US$ 630,5 milhões 2. Snatched Fim de semana: US$ 17,5 milhões Total EUA: US$ US$ 17,5 milhões Total Mundo: US$ 20,7 milhões 3. Rei Arthur: A Lenda da Espada Fim de semana: US$ 14,7 milhões Total EUA: US$ 14,7 milhões Total Mundo: US$ 43,8 milhões 4. Velozes e Furiosos 8 Fim de semana: US$ 5,3 milhões Total EUA: US$ 215 milhões Total Mundo: US$ 1,1 bilhão 5. O Poderoso Chefinho Fim de semana: US$ 4,6 milhões Total EUA: US$ 162,3 milhões Total Mundo: US$ 456,4 milhões 6. A Bela e a Fera Fim de semana: US$ 3,8 milhões Total EUA: US$ 493,1 milhões Total Mundo: US$ 1,2 bilhão 7. Como se Tornar um Conquistador Fim de semana: US$ 3,7 milhões Total EUA: US$ 26,1 milhões Total Mundo: US$ 26,1 milhões 8. Lowriders Fim de semana: US$ 2,4 milhões Total EUA: US$ 2,4 milhões Total Mundo: US$ 2,4 milhões 9. O Círculo Fim de semana: US$ 1,7 milhão Total EUA: US$ 18,9 milhões Total Mundo: US$ 18,9 milhões 10. Baahubali 2: The Conclusion Fim de semana: US$ 1,5 milhão Total EUA: US$ 18,9 milhões Total Mundo: US$ 126 milhões

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  • Filme

    Guardiões da Galáxia Vol. 2 lidera bilheterias brasileiras pela segunda semana

    8 de maio de 2017 /

    “Guardiões da Galáxia Vol. 2” foi o filme mais assistido no Brasil pelo segundo fim de semana consecutivo. A nova produção de super-heróis da Marvel levou 672 mil pessoas aos cinemas brasileiros entre a última quinta-feira (4/5) e o domingo (7/5), arrecadando R$ 12 milhões. Já são 2,6 milhões de ingressos vendidos no país, totalizando R$ 45,3 milhões. A arrecadação nacional acompanha o sucesso mundial do filme, que soma US$ 427 milhões em todos os mercados, apesar de ter estreado nos EUA e na China apenas na sexta (5/5) – obviamente, em 1º lugar. “Velozes e Furiosos 8” também segue na 2ª colocação, visto por 425 mil espectadores e faturando R$ 7,2 milhões no último fim de semana. Apesar da queda, o oitavo capítulo da franquia de carros movidos a Vin Diesel é uma das maiores bilheteria de 2017, com 7,3 milhões de ingressos vendidos e R$ 118 milhões faturados. Até o 3º lugar permanece igual, mantendo a fantasia religiosa “A Cabana” entre os longas mais vistos da semana, com R$ 5,5 milhões. Malhado pela crítica por seu conteúdo apelativo e exibido sem maiores consequências nos EUA, o filme virou um fenômeno no Brasil, visto por quase 4 milhões de pessoas, com uma bilheteria acumulada de R$ 53 milhões. As estreias da semana ficaram entre o 5º e o 8º lugares, com o terror “A Autópsia” melhor colocado, seguido pelo besteirol nacional “Ninguém Entra, Ninguém Sai”. Filme com maior distribuição do fim de semana (400 salas), a comédia brasileira levou 78 mil pessoas aos cinemas e rendeu R$ 1,6 milhão.

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  • Filme

    Guardiões da Galáxia Vol. 2 tem estreia arrasadora na América do Norte

    7 de maio de 2017 /

    “Guardiões da Galáxia Vol. 2” teve uma estreia arrasadora na América do Norte, faturando nada menos que US$ 145 milhões nos Estados Unidos e no Canadá em seu primeiro fim de semana. Trata-se da segunda maior abertura do ano, atrás apenas de outro lançamento da Disney, “A Bela e a Fera” (US$ 174 milhões). A estreia inaugura oficialmente a temporada do verão norte-americano. Embora os primeiros blockbusters tenham chegado aos cinemas na semana seguinte ao Oscar, a partir de agora será uma, duas ou até três superproduções por fim de semana. E “Guardiões 2” inaugurou a chegada dos tempos mais quentes do cinema com temperatura máxima. Para ter medida de comparação, o primeiro “Guardiões da Galáxia” abriu com US$ 94 milhões em 2015, o que já foi considerado um enorme sucesso e levou o filme a faturar US$ 773 milhões em todo o mundo. A continuação já rendeu mais da metade desse valor em todo o mundo. No exterior, a produção da Marvel está em sua segunda semana e com sucesso consolidado. Só nos últimos três dias, faturou US$ 124 milhões, dos quais US$ 30 milhões vêm da China. A soma total de sua bilheteria mundial está em US$ 427,6 milhões. Líder por três semanas consecutivas, “Velozes e Furiosos 8” caiu para 2º lugar, mas muito distante, com apenas US$ 8,5 milhões, enquanto “O Poderoso Chefinho” completa o pódio com US$ 6,1 milhões. Vale observar que “A Bela e a Fera” ainda está no Top 5 e essa permanência já fez o filme atingir US$ 487,5 milhões em bilheteria doméstica. É a 8ª maior bilheteria já registrada por um filme no mercado norte-americano. “A Bela e a Fera” ainda lidera a arrecadação mundial de 2017, com US$ 1,185 bilhão, mas “Velozes e Furiosos 8” pode ultrapassar esse faturamento em breve. Atualmente, o oitavo filme da franquia mais bem-sucedida da Universal soma US$ 1,158 milhões em todo o mundo. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Guardiões da Galáxia Vol. 2 Fim de semana: US$ 145 milhões Total EUA: US$ 145 milhões Total Mundo: US$ 427,6 milhões 2. Velozes e Furiosos 8 Fim de semana: US$ 8,5 milhões Total EUA: US$ US$ 207,1 milhões Total Mundo: US$ 1,1 bilhão 3. O Poderoso Chefinho Fim de semana: US$ 6,1 milhões Total EUA: US$ 156,7 milhões Total Mundo: US$ 434,9 milhões 4. Como se Tornar um Conquistador Fim de semana: US$ 5,2 milhões Total EUA: US$ 20,6 milhões Total Mundo: US$ 20,6 milhões 5. A Bela e a Fera Fim de semana: US$ 4,9 milhões Total EUA: US$ 487,5 milhões Total Mundo: US$ 1,1 bilhão 6. O Círculo Fim de semana: US$ 4 milhões Total EUA: US$ 15,7 milhões Total Mundo: US$ 15,7 milhões 7. Baahubali 2: The Conclusion Fim de semana: US$ 3,2 milhões Total EUA: US$ 16,1 milhões Total Mundo: US$ 123,5 milhões 8. Gifted Fim de semana: US$ 2 milhões Total EUA: US$ 19,2 milhões Total Mundo: US$ 19,9 milhões 9. Despedida em Grande Estilo Fim de semana: US$ 1,9 milhão Total EUA: US$ 40,6 milhões Total Mundo: US$ 70,3 milhões 10. Os Smurfs e a Vila Perdida Fim de semana: US$ 1,8 milhão Total EUA: US$ 40,5 milhões Total Mundo: US$ 171,2 milhões

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  • TV

    Guerra declarada: Globo e Band fazem pressão contra SBT, Record e RedeTV! na TV paga

    2 de maio de 2017 /

    As negociações da Simba, joint-venture que representa SBT, Record e RedeTV!, com as operadoras de TV paga estariam sendo “sabotadas” pela Globo e pela Band. A coluna de Ricardo Feltrin no UOL apurou que as rivais ameaçam também exigir pagamento maior se as operadoras cederem aos argumentos das três redes. Desde o final de março, as três emissoras abertas cortaram seus sinais na Grande São Paulo das maiores operadoras, Net e Sky, querendo ser remuneradas por seus sinais digitais, que até o dia 29 de março eram distribuídos gratuitamente. Imaginavam que assim pressionariam as operadoras a ceder. Mas quem perdeu público foram os próprios canais abertos. E as negociações se provaram mais duras que a Simba imaginava. Como se não bastasse, emissários da Globo e da Band, que são remuneradas pelas operadoras por seus canais abertos e também fechados, fizeram chegar às operadoras o seguinte alerta: se elas aceitarem pagar qualquer coisa aos canais da Simba, também deverão se preparar para uma “readequação” de seus contratos atuais. A Band chegou a proclamar em editorial que os canais da Simba não têm direito a nenhuma remuneração, já que não apresentam um cardápio de canais de TV paga como ela própria, que produz o Arte 1, o BandSports e o BandNews. Já a Globo tem um argumento bem mais forte contra as operadoras. Segundo Feltrin, apesar de ser um dos canais mais bem-sucedidos dos últimos anos, o Viva (Globosat) não é remunerado pelas operadoras. O Viva tem gastos (direitos conexos e autorais, entre outros) e entrou no cardápio da TV por assinatura em 2010. Mas ele não garantiu nenhum pagamento extra em relação ao contrato que já havia em vigor entre as operadoras e a Globosat. Ou seja, se por acaso a Simba criar um novo canal pago só com antigas atrações de SBT e da Record – o que já foi proposto – e as operadoras aceitarem pagar por isso, a Globosat também vai exigir um pagamento extra pelo Viva. Ou seja, uma negociação que já estava difícil se tornou ainda mais complicada.

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  • Filme

    Guardiões da Galáxia Vol. 2 estreia em 1º lugar no Brasil

    2 de maio de 2017 /

    “Guardiões da Galáxia Vol. 2”, novo filme da Marvel, deixou “Velozes e Furiosos 8” para trás em sua estreia no Brasil. Confirmando informações do mercado internacional, a produção levou mais de 1,2 milhão de pessoas aos cinemas do país, arrecadando R$ 21,7 milhões. Ainda inédito nos Estados Unidos e na China, “Guardiões da Galáxia Vol. 2” já arrecadou US$ 106 milhões mundialmente. Com o sucesso do filme de super-heróis, o oitavo “Velozes e Furiosos” caiu para a 2ª colocação, com 684 mil espectadores e faturamento de R$ 11,4 milhões. O pódio se completa com a fantasia religiosa “A Cabana”, visto por 396 mil espectadores. Os dados se referem ao fim de semana estendido, que vai da última quinta-feira (27/4) ao feriado desta segunda (1/5).

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  • Etc,  Série

    Greve evitada: Roteiristas de Hollywood terão aumento e séries diminuirão de tamanho

    2 de maio de 2017 /

    O Sindicato dos Roteiristas dos EUA (WGA, na sigla em inglês) chegou a um acordo provisório com representantes dos estúdios de cinema e televisão, o que evitou uma greve que poderia ter paralisado a produção de filmes e programas de TV. No novo contrato definido nesta terça-feira (2/5), as partes combinaram que as temporadas de televisão serão mais curtas – um tema importante desde o advento dos serviços de streaming – e haverá um aumento de 15% nos royalties (conhecidos como residuais) de TV. A novidade foi divulgada no site do WGA como uma grande conquista. “Esse resultado e essa determinação são um testamento de sua coragem e sua fé em nós como seus representantes”, diz o texto do sindicato. Os membros ainda têm que aprovar o pacto. O sindicato possui 9 mil integrantes e já tinha realizado uma votação para determinar se entraria em greve caso não conseguisse avanços significativos em suas negociações. Com os membros favoráveis a grave, a data-limite para uma proposta do estúdio era esta terça-feira. O foco das negociações foi justamente a diferença entre os números de episódios de séries da TV paga e streaming e as produções das grandes redes. O sindicato diz que seus membros, que são pagos por episódio, sofreram uma redução média de 23% na renda nos últimos três anos pelo aumento de número de séries “curtas”. Tradicionalmente, as séries a TV aberta duram 22 capítulos, enquanto a média da TV paga e streaming são 13 episódios. O acordo prevê aumento de pagamento por episódio, compensado com a diminuição do número total de capítulos nas grandes redes, e foi fechado com a Aliança de Produtores de Cinema e Televisão, que representa as gigantes do entretenimento Comcast Corp, Walt Disney, CBS, Viacom, Time Warner Inc. e Twenty-First Century Fox Inc. Se uma greve fosse convocada, o primeiro impacto seria visto pelo público nos talk shows de fim de noite da TV americana, que usam equipes de roteiristas para criar piadas sobre temas atuais. A última greve do WGA ocorreu entre 2007 e 2008 e durou 100 dias. As redes de TV exibiram reprises e mais reality shows, os cronogramas de produção de filmes foram atrasados e o prejuízo para a economia do Estado da Califórnia foi estimado em US$ 2,1 bilhões, com cerca de 37 mil pessoas perdendo o emprego, segundo relatório do instituto de pesquisa Milken.

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  • Filme

    Velozes e Furiosos 8 quebra recorde na China e ultrapassa US$ 1 bilhão em bilheteria mundial

    30 de abril de 2017 /

    “Velozes e Furiosos 8” cruzou a marca de US$ 1 bilhão em arrecadação mundial. A conquista veio em seu terceiro fim de semana de exibição, principalmente por conta do desempenho na China, onde já faturou US$ 361 milhões, quase o dobro da arrecadação norte-americana (atualmente em US$ 192,7 milhões). O valor é recorde de bilheteria para um filme estrangeiro no mercado chinês. A produção da Universal é apenas o 30º filme a atingir a arrecadação de US$ 1 bilhão na história do cinema e o segundo em 2017, após “A Bela e a Fera”. Mas fez isso de forma mais veloz e furiosa que a maioria, levando apenas 16 dias, um a menos que “Velozes e Furiosos 7”, para ultrapassar o valor. A rapidez era esperada, tendo em vista que o longa quebrou o recorde de maior estreia de todos os tempos, faturando US$ 532,5 milhões no seu fim de semana de lançamento. Mesmo assim, não bateu o recorde de “Jurassic World” (2015), que precisou de somente 13 dias para se tornar bilionário. O oitavo longa da franquia estrelada por Vin Diesel lidera as bilheterias dos EUA desde sua estreia, mas já dá sinais de desaceleração, diante da boa estreia de “Guardiões da Galáxia Vol 2” no mercado internacional. O filme de super-heróis da Marvel, que curiosamente também conta com Vin Diesel em seu elenco, chega nos EUA e na China no próximo fim de semana.

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    Velozes e Furiosos 8 vence terceira semana nos EUA, atropelando O Círculo

    30 de abril de 2017 /

    “Velozes e Furiosos 8” completou sua terceira volta na liderança das bilheterias de fim de semana na América do Norte. Com a estreia de “Guardiões da Galáxia Vol. 2” marcada para a semana que vem nos EUA, deve ter sido o último topo de pódio conquistado pelo oitavo filme da franquia de carros movidos à Vin Diesel. A verdade é que a competição facilitou muito para o tricampeão, que arrecadou US$ 19,4 milhões nos últimos três dias, chegando a US$ 192,7 milhões no mercado doméstico. O desempenho que impressiona, na verdade, vem do exterior, especialmente da China, que fez com que o longa atingisse US$ 1 bilhão em apenas 16 dias. Leia mais sobre isso aqui. /a> As três estreias amplas da semana nos EUA tiveram desempenho fraco. A mais bem-sucedida foi a comédia “Como se Tornar um Conquistador”, com US$ 12 milhões no 2º lugar. Estrelada pelo mexicano Eugenio Debez (“Não Aceitamos Devoluções”) como uma amante latino da terceira idade, que precisa se virar após sua coroa rica lhe trocar por um modelo mais jovem, a produção foi considerada medíocre pela crítica americana (50% de aprovação no Rotten Tomatoes). Vale principalmente para rever a sumida Rachel Welch (“Legalmente Loira”), sex symbol dos anos 1960, que não estrelava um filme há mais de uma década. Estreia na direção do ator Ken Marino (série “Childrens Hospital”), ainda não tem previsão de estreia no Brasil. A maior surpresa, porém, surgiu em 3º lugar. Exibido em somente 420 cinemas, o épico indiano “Baahubali 2: The Conclusion” surpreendeu com o faturamento de US$ 10,5 milhões. O filme é sequência de “Baahubali: The Beginning”, que arrecadou um terço disso, US$ 3,6 milhões, em toda a sua trajetória no ano de 2015. O pior desempenho entre os estreantes ficou por conta da sci-fi “O Círculo”. Nem a participação de astros famosos, como Emma Watson (“A Bela e a Fera”) e Tom Hanks (“Sully”), impediu sua implosão. Lançado em mais de 3 mil cinemas, o filme só rendeu US$ 9,3 milhões. Pior ainda, o público que viu odiou, classificando-o com nota D+ no CinemaScore, uma das mais baixas dos últimos tempos. Já o Rotten Tomatoes registrou míseros 18% de aprovação da crítica. Um fiasco completo. Adaptação do best-seller “O Círculo”, de Dave Eggers, o filme gira em torno de uma nova rede social, mais intrusiva que todas já existentes, cujo slogan resume sua aspiração de Big Brother: “Saber é bom, saber tudo é melhor”. A estreia está marcada apenas para 22 de junho no Brasil. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Velozes e Furiosos 8 Fim de semana: US$ 19,3 milhões Total EUA: US$ 192,7 milhões Total Mundo: US$ 1 bilhão 2. Como se Tornar um Conquistador Fim de semana: US$ 12 milhões Total EUA: US$ US$ 12 milhões Total Mundo: US$ 12 milhões 3. Baahubali 2: The Conclusion Fim de semana: US$ 10 milhões Total EUA: US$ 10 milhões Total Mundo: US$ 10 bilhão 4. O Círculo Fim de semana: US$ 9,3 milhões Total EUA: US$ 9,3 milhões Total Mundo: US$ 9,3 milhões 5. O Poderoso Chefinho Fim de semana: US$ 9 milhões Total EUA: US$ 148,4 milhões Total Mundo: US$ 396,6 milhões 6. A Bela e a Fera Fim de semana: US$ 6,4 milhões Total EUA: US$ 480,1 milhões Total Mundo: US$ 1,1 bilhão 7. Despedida em Grande Estilo Fim de semana: US$ 3,5 milhões Total EUA: US$ 37,3 milhões Total Mundo: US$ 61,5 milhões 8. Os Smurfs e a Vila Perdida Fim de semana: US$ 3,31 milhões Total EUA: US$ 37,7 milhões Total Mundo: US$ 155,5 milhões 9. Gifted Fim de semana: US$ 3,3 milhões Total EUA: US$ 15,8 milhões Total Mundo: US$ 15,9 milhões 10. Paixão Obsessiva Fim de semana: US$ 2,3 milhões Total EUA: US$ 8,8 milhões Total Mundo: US$ 11,8 milhões

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    Netflix revela planos de lançar seus filmes no cinema

    30 de abril de 2017 /

    Após a polêmica causada pela inclusão de dois filmes da Netflix no Festival de Cannes, a plataforma de streaming deixou claro que está revendo seus planos de lançamento, buscando uma alternativa cinematográfica. Mas para isso precisará superar um grande entrave para a exibição de suas produções nos cinemas do país: a janela de exibição. Na França, um filme só pode ser exibido em um serviço de streaming 36 meses após sua saída dos cinemas. “Estamos certos de que os amantes franceses de cinema não vão querer ver esses filmes três anos depois do resto do mundo”, disse a Netflix em um comunicado. “Com isso dito, nós estamos explorando a distribuição teatral destes dois filmes na França, para uma estreia limitada, na mesma data da disponibilização na Netflix. Estamos entusiasmados por explorar todas e quaisquer opções que deem a esses filmes a oportunidade de serem vistos por um público tão amplo quanto possível, em uma variedade de telas, porque, como os exibidores franceses, também queremos continuar a contribuir para o desenvolvimento e financiamento de filmes”. Os filmes da Netflix selecionados para o festival francês são “Okja”, de Bong Joon-ho, e “The Meyerowitz Stories, de Noah Baumbach. Mas os planos da empresa não se resumem apenas a estes dois lançamentos e exclusivamente à França. A diretoria da Netflix enviou um comunicado aos seus acionistas mencionando estar aberta a negociar com redes exibidoras em todo o mundo para levar suas produções aos cinemas em grande escala. “Como nossos assinantes financiam estes filmes, eles deveriam ser os primeiros a assisti-los”, diz o texto. “Mas nós também estamos abertos para apoiar grandes redes de cinemas dos Estados Unidos, como AMC e Regal, se elas quiserem oferecer nossos filmes, como ‘Bright’, com Will Smith”. A Netflix conta, especialmente nos EUA, com o interesse dos grandes estúdios de Hollywood para conseguir avanços sobre a barreira da janela de exibição. Os estúdios também estão interessados em disponibilizar seus filmes em serviços de streaming como a Netflix, mas para isso não querem esperar os 90 dias obrigatórios que um longa-metragem precisa aguardar após sua saída de cartaz no país para reaparecer em outro meio. Disponibilizar os filmes mais rapidamente para consumo online seria uma forma dos estúdios competirem não apenas com a Netflix, mas também com a pirataria, além de lhes dar uma nova fonte de renda. Por outro lado, os exibidores temem que isso prejudique o hábito de assistir filmes no cinema. A pressão de Hollywood deve resultar numa diminuição da janela de exibição, fazendo com que os grandes sucessos do cinema possam ser disponibilizados mais rapidamente para consumo doméstico. Seria uma grande reviravolta, já que a Netflix sofreu boicote das redes americanas ao buscar um meio termo em seu primeiro filme. O plano original da empresa para “Beasts of No Nation” em 2015 era exibir a produção em alguns cinemas selecionados dos Estados Unidos, mas as redes de exibidores proibiram que seu circuito fosse utilizado e o filme só entrou em 31 salas independentes. Por conta disso, o serviço de streaming acabou desistindo dos cinemas, lançando seus filmes posteriores diretamente na plataforma.

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    Sindicato dos Roteiristas dos EUA decide entrar em greve

    25 de abril de 2017 /

    Vai parar tudo. Mais de 96% dos membros do WGA (Writers Guild of America), o sindicato dos roteiristas de cinema, rádio e televisão dos EUA, votaram pela realização de uma greve em protesto contra as produtoras americanas de séries e filmes. Mas não vai parar agora. A paralisação está marcada para iniciar em 2 de maio, quando o atual contrato do sindicato e a entidade patronal AMPTP (Alliance of Motion Picture and Television Producers) se encerra. Até lá, as negociações continuam. E o sindicato vai usar a perspectiva da greve para pressionar os produtores. “Estamos empenhados em chegar a um acordo que mantenha a indústria funcionando”, divulgou a AMPTP em comunicado. “A greve de 2007 machucou a todos. Escritores perderam mais de US$ 287 milhões, negócios foram cancelados e muitos roteiristas tomaram empréstimos para compensar suas despesas.” Segundo a revista Variety, o apoio atual dos membros da WGA, de cerca de 96%, é maior que o registrado na greve de 2007, que contou com aval de 90% de seus então 5.507 associados. Agora, 6.310 cédulas foram emitidas. A greve de uma década atrás durou 100 dias, entre novembro de 2007 e fevereiro de 2008, atrasando cronogramas de filmes e séries. Quem sentiu mais foram as produções televisivas. As séries tiveram temporadas abreviadas ou estreias adiadas, sendo substituídas por uma proliferação de reality shows – parindo, sem querer, “Keeping up with the Kardashians”. A paralisação também provocou um prejuízo de US$ 2,1 bilhões para o Estado da Califórnia, onde se concentra boa parte da indústria de entretenimento. Cerca de 37 mil pessoas perderam emprego, segundo relatório do instituto de pesquisa Milken. Na época, os estúdios não resistiram à pressão e acabaram cedendo, inclusive tendo que enfrentar o engajamento de atores conhecidos, que se juntaram aos piquetes. Como antes, os roteiristas querem, basicamente, ganhar mais. Segundo alegam, a indústria de entretenimento lucrou US$ 51 bilhões no ano passado e não precisa ser tão gananciosa. As produtoras rebatem, mostrando que a ganância é do sindicato. A quantidade de séries no ar atualmente é absurda, portanto não faltam empregos, e a disputa pelos melhores roteiristas tem levado a aumentos salariais. De acordo com relatório divulgado pelo canal FX, foram exibidas 455 séries em 2016, a maior quantidade em todos os tempos. O sindicato retruca que se aumentaram as séries, diminuíram os episódios. Atualmente, o salário mínimo dos roteiristas tem como base o trabalho em séries de 22 episódios por temporada, que estão cada vez mais escassas. Canais pagos e serviços de streaming estão estimulando até as redes a optarem por séries mais curtas, entre 10 e 13 episódios, que rendem aos roteiristas metade do salário-base. Por conta disso, o sindicato pede aumentos nas remunerações mínimas e sobre os direitos dos roteiros na tentativa de compensar estas mudanças na produção de séries de TV. O objetivo é igualar estruturas de pagamento para aqueles que trabalham em programas da TV paga e streaming, nos quais os valores permanecem inferiores aos pagos pelas redes de TV tradicionais. De acordo com o WGA, a renda de um roteirista de nível médio caiu 23% de 2015 para cá (o salário anual médio é de cerca de US$ 195 mil). O sindicato também exige aumento nas contribuições para plano de saúde por parte das empresas.

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    Velozes e Furiosos 8 lidera bilheterias com público de 5 milhões de pessoas no Brasil

    24 de abril de 2017 /

    Assim como nos EUA, “Velozes e Furiosos 8” não teve dificuldades para se manter no topo das bilheterias de cinema no Brasil. Em seu segundo fim de semana de exibição, o longa protagonizado por Vin Diesel e Dwayne Johnson vendeu 1,6 milhão de ingressos e rendeu R$ 27,8 milhões. Os números são impressionantes, porque, em apenas 11 dias, o longa ultrapassou a marca de 5 milhões de ingressos vendidos e faturou R$ 82,7 milhões nas bilheterias brasileiras. A diferença entre a venda de ingressos do oitavo filme da franquia de carros e os demais lançamentos é simplesmente brutal. Segundo o levantamento da consultoria Comscore, “Velozes e Furiosos 8” responde sozinho por metade da bilheteria do Top 10 do último fim de semana. Os dez filmes de maior sucesso renderam juntos R$ 54,5 milhões e venderam 3,2 milhões de ingressos. Ou seja, “Velozes e Furiosos 8” rendeu praticamente o mesmo que a soma total dos outros filmes. Antes da estreia do longa, o top 10 brasileiro vinha se mantendo no patamar de cerca de R$ 40 milhões de renda e 2,5 milhões de ingressos. Na semana em que “Velozes e Furiosos 8” chegou aos cinemas, os números subiram para R$ 62,6 milhões e 3,7 milhões de ingressos. Isto porque o filme teve a maior estreia do ano no país. Apesar da diferença abissal, o blockbuster da Universal não foi o único filme a repetir seu desempenho da semana passada. O resto do Top 3 também se manteve inalterado, com a fantasia religiosa “A Cabana” na 2ª colocação, com R$ 9,5 milhões e 582,3 mil ingressos, e a animação “O Poderoso Chefinho” em 3º lugar, com R$ 5,5 milhões e 356,3 mil ingressos. Já as estreias da semana não empolgaram. “Vida”, “Gostosas, Lindas e Sexies” e “Paixão Obsessiva” levaram, respectivamente, 660 mil, 494 mil e 386 mil espectadores aos cinemas. Mas este “fracasso” era esperado. O maior lançamento da quinta-feira (20/4), a sci-fi “Vida”, abriu em apenas 220 salas. Em comparação, “Velozes e Furiosos 8” foi lançado, uma semana antes, em cerca de 1,4 mil salas, o que é quase metade de todos os cinemas disponíveis no país (são pouco mais de 3 mil, ao todo). Nesta quinta, outro blockbuster vai enfrentar a correria de Diesel e Johnson nos cinemas: “Guardiões da Galáxia Vol. 2”.

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