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    Polícia Federal e Lino sobrevivem ao furacão It: A Coisa nas bilheterias do Brasil

    11 de setembro de 2017 /

    “It: A Coisa” dominou a bilheteria mundial no fim de semana, inclusive no Brasil, onde atingiu sua quarta maior arrecadação internacional, com R$ 17,4 milhões faturados sobre a venda de 1,1 milhão de ingressos, segundo dados do comScore. Isto representa a maior estreia de um filme de terror no país. O fenômeno já tinha sido antecipado no sábado pelas prévias da Warner. Mas o que chamou mais atenção no mercado foi o bom desempenho dos dois lançamentos nacionais da semana diante do tamanho do furacão vindo dos Estados Unidos. “Policia Federal – A Lei É para Todos”, o filme sobre a Operação Lava-Jato, abriu em 2º lugar e, mesmo rendendo cerca de 60% menos que o terror americano, faturou R$ 7,4 milhões com 430 mil pagantes. Isto representa a melhor estreia de um filme brasileiro em 2017. Vale lembrar que a maior bilheteria nacional do ano pertence ao infantil e televisivo “Detetives do Prédio Azul – O Filme”, que teve um lançamento em duas etapas, faturando R$ 2 milhões com 128 mil ingressos vendidos em seu primeiro fim de semana de “pré-estreia paga”. Apesar disso, um colunista do jornal O Globo titulou que a estreia do filme tinha sido decepcionante, comparando seu desempenho ao de “Tropa de Elite 2”, simplesmente a segunda maior bilheteria do cinema nacional. Entretanto, até “Lino: O Filme”, que abriu em 5º lugar, com R$ 2 milhões e 121 mil espectadores, fez história. Embora pareça comedido, o resultado representa um recorde. A produção brasileira da StartAnima registrou a maior abertura de uma animação nacional em todos os tempos. O relativo sucesso de ambos os filmes aponta que é possível fazer cinema comercial no Brasil sem a obrigação de apelar para derivados de programa televisivo ou besteirol. A distribuição é obviamente a chave do negócio. “Policia Federal – A Lei É para Todos” foi distribuído em mais de 700 salas. Graças a isso, em seu primeiro fim de semana já faturou quase tanto quanto o drama brasileiro de maior bilheteria total do ano passado, “O Vendedor de Sonhos” (R$ 8,2 milhões com 611 mil espectadores), para dar a dimensão real de sua abertura. “Lino”, por sua vez, ocupou salas equipadas com projeção 3D, que lhe garantiram 51% do total de sua bilheteria. Em termos de comparação, a animação prévia da StartAnima, “Grilo Feliz e os Insetos Gigantes” (2009), arrecadou R$ 1,9 milhão – ao todo. Em três dias, “Lino” já superou este montante. Os outros dois filmes do Top 5 do Brasil foram outra animação “O Filme” e mais um terror com dois pontos no título: respectivamente, “Emoji: O Filme” (449,5 mil ingressos e R$ 6,9 milhões) e “Annabelele 2: A Criação do Mal” (196,9 mil ingressos e R$ 3,1 milhões).

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    Com dados oficiais, sucesso de It: A Coisa é ainda maior na América do Norte

    11 de setembro de 2017 /

    Os dados das bilheterias do fim de semana, antecipados no domingo (10/9), foram atualizados com os valores reais. E o resultado é que “It: A Coisa” teve um sucesso maior que o anteriormente anunciado. O filme não fez US$ 117,1 milhões na América do Norte, mas US$ 123 milhões. O valor é insano, porque representa a terceira maior estreia do ano, atrás apenas de “A Bela e a Fera” (que abriu com US$ 174 milhões) e “Guardiões da Galáxia 2” (US$ 146,5 milhões). E não se pode esquecer que os valores não incluem os cinemas da Flórida, fechados devido ao furacão Irma. Mais: “It: A Coisa” é um lançamento com classificação “R” (para maiores de 17 anos), e mesmo assim teve mais público em sua estreia que “Mulher-Maravilha” e “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”. “É uma lição de humildade quando algo assim supera nossas expectativas mais loucas”, disse o presidente e diretor de conteúdo da Warner Bros. Pictures Toby Emmerich ao site The Hollywood Reporter. “Falando por meus colegas da Warner Bros. e da New Line, estamos incrivelmente felizes e aliviados. Todo o trabalho duro valeu a pena, mas sabemos que houve uma certa sorte envolvida. Gosto de pensar que a New Line é realmente boa para nutrir cineastas e a Warner é realmente boa no marketing”. Vale recapitular os recordes quebrados pela produção, maior estreia de um filme de terror da História. Para começar, o novo longa do diretor Andy Muschietti (“Mama”) teve a maior pré-estreia de todos os tempos. Nos Estados Unidos, costuma-se antecipar o lançamento de candidatos a blockbuster na noite de quinta-feira, véspera da estreia oficial, e nestas primeiras sessões “It: A Coisa” arrecadou US$ 13,4 milhões. O valor deixa para trás o antigo recordista “Deadpool”, que somou US$ 12,7 milhões em 2016. Na estreia oficial, que aconteceu na sexta-feira (7/9), o longa bateu mais três recordes, ao registrar surpreendentes US$ 51 milhões em um único dia. O valor representa: a maior abertura de um filme lançado no mês de setembro na América do Norte, a maior abertura de um filme de terror em todos os tempos e a maior abertura de um filme de classificação “R” (para maiores de 17 anos) da história do cinema norte-americano. Curiosamente, o antigo recordista desta última marca também era “Deadpool”, com US$ 47,3 milhões. E aí vieram os números completos do fim de semana. Até então, o máximo que um filme de terror tinha conseguido atingir nos primeiros três dias tinha sido menos da metade deste valor: US$ 52 milhões, obtidos por “Atividade Paranormal 3” em 2011. Para se ter noção, os US$ 123 milhões arrecadados de “It: A Coisa” já representam a sexta maior bilheteria de terror da América do Norte em arrecadação total! O recordista ainda é “O Exorcista”, cuja marca de US$ 193 milhões em 1974 deve finalmente ser superada em poucos dias. Só para lembrar: o custo de produção foi de apenas US$ 35 milhões. Além do recorde de maior estreia do terror, também ficou para trás a marca de maior lançamento de setembro (o recorde trucidado pertencia a “Hotel Transilvânia 2”, com US$ 41 milhões), faltando pouco para superar os três dias iniciais de “Deadpool” (US$ 132 milhões), como maior estreia com classificação “R”. “It: A Coisa” ficou em 2º lugar neste quesito.

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    Homem-Aranha: De Volta ao Lar supera Mulher-Maravilha em bilheteria mundial com ajuda da China

    11 de setembro de 2017 /

    “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” teve sua estreia na China no último fim de semana e superou expectativas, com uma arrecadação de US$ 70,8 milhões em seus primeiros três dias. Para se ter noção, os valores representam a terceira maior abertura de filme de super-herói no mercado chinês, atrás apenas de “Vingadores: A Era de Ultron” (2015), que fez US$ 115 milhões, e “Capitão América: Guerra Civil” (2016), com US$ 93 milhões. Com isso, o longa chegou a um total de US$ 495 milhões de bilheteria internacional e um total mundial de US$ 823 milhões, tirando a coroa de “Mulher-Maravilha” como o filme de super-herói de maior faturamento mundial de 2017. A produção da heroína da DC Comics fez US$ 816 milhões mundialmente. Para completar, o longa também se tornou o segundo mais bem-sucedido da franquia do Homem-Aranha. Apenas “Homem-Aranha 3” (2007), dirigido por Sam Raimi, rendeu mais: US$ 890 milhões há dez anos. O detalhe é que “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” ainda está em cartaz, inclusive no Brasil, e sua totalização ainda não encerrou.

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    It: A Coisa apavora América do Norte com maior bilheteria de estreia da história do terror

    10 de setembro de 2017 /

    A bilheteria de “It: A Coisa” se provou espantosa. Em pleno fim de semana do furacão Irma, em que os cinemas da Flórida estiveram fechados, a nova adaptação de Stephen King acumulou recordes e se consagrou como o terror mais bem-sucedido de todos os tempos. Em seu primeiro fim de semana, o filme fez US$ 117,1 milhões na América do Norte, maior estreia de uma produção de terror da História. Até então, o máximo que um filme de terror tinha conseguido atingir num fim de semana tinha sido menos da metade deste valor: US$ 52 milhões, obtidos por “Atividade Paranormal 3” em 2011. O valor superou até as projeções mais otimistas, após caírem os primeiros recordes de arrecadação. Para começar, o novo longa do diretor Andy Muschietti (“Mama”) teve a maior pré-estreia de todos os tempos. Nos Estados Unidos, costuma-se antecipar o lançamento de candidatos a blockbuster na noite de quinta-feira, véspera da estreia oficial, e nestas primeiras sessões “It: A Coisa” arrecadou US$ 13,4 milhões. O valor deixa para trás o antigo recordista “Deadpool”, que somou US$ 12,7 milhões em 2016. Na estreia oficial, que aconteceu na sexta-feira (7/9), o longa bateu mais três recordes, ao registrar surpreendentes US$ 51 milhões em um único dia. O valor representa: a maior abertura de um filme lançado no mês de setembro na América do Norte, a maior abertura de um filme de terror em todos os tempos e a maior abertura de um filme de classificação “R” (para maiores de 17 anos) da história do cinema norte-americano. Curiosamente, o antigo recordista desta última marca também era “Deadpool”, com US$ 47,3 milhões. Depois disso, as projeções apontavam uma bilheteria “flutuante” entre US$ 100 e US$ 115 milhões no acumulado do final de semana, o que também foi superado. Para se ter noção, os US$ 117,1 milhões arrecadados em três dias já fazem de “It: A Coisa” a sexta maior bilheteria de terror da América do Norte – em arrecadação total! Só para lembrar: o custo de produção foi de apenas US$ 35 milhões. Além do recorde de maior estreia do terror, também ficou para trás a marca de maior lançamento de setembro (o recorde trucidado pertencia a “Hotel Transilvânia 2”, com US$ 41 milhões), mas a produção não superou os três dias iniciais de “Deadpool” (US$ 132 milhões), tendo que se contentar com o 2º lugar como maior estreia com classificação “R”. A diferença do desempenho de “It: A Coisa” para o 2º lugar das bilheterias foi abissal. A posição foi ocupada por outra estreia, a comédia “De Volta para Casa”, estrelada por Reese Witherspoon, que fez somente US$ 9 milhões. O desencontro também foi similar na opinião da crítica. Enquanto o terror teve 87% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes, a comédia recebeu só 35% de críticas positivas. Assim, o que foi feito para rir acabou virando o verdadeiro horror nos cinemas. Após três semanas na liderança do ranking, a comédia de ação “Dupla Explosiva” fecha o Top 3. Confira abaixo o desempenho das dez maiores bilheterias da América do Norte. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. It: A Coisa Fim de semana: US$ 117,1 milhões Total EUA: US$ 117,1 milhões Total Mundo: US$ 179,1 milhões 2. De Volta para Casa Fim de semana: US$ 9 milhões Total EUA: US$ 9 milhões Total Mundo: US$ 9 milhões 3. Dupla Explosiva Fim de semana: US$ 4,8 milhões Total EUA: US$ 64,9 milhões Total Mundo: US$ 64,9 milhões 4. Annabelle 2: A Criação do Mal Fim de semana: US$ 4 milhões Total EUA: US$ 96,2 milhões Total Mundo: US$ 280,2 milhões 5. Terra Selvagem Fim de semana: US$ 3,2 milhões Total EUA: US$ 25 milhões Total Mundo: US$ 25 milhões 6. A Bailarina Fim de semana: US$ 2,5 milhões Total EUA: US$ 15,8 milhões Total Mundo: US$ 98,9 milhões 7. Homem-Aranha: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 2 milhões Total EUA: US$ 327,7 milhões Total Mundo: US$ 823 milhões 8. Dunkirk Fim de semana: US$ 1,9 milhão Total EUA: US$ 183,1 milhões Total Mundo: US$ 492,2 milhões 9. Roubo em Família Fim de semana: US$ 1,8 milhão Total EUA: US$ 25,2 milhões Total Mundo: US$ 31,7 milhões 10. Emoji: O Filme Fim de semana: US$ 1 milhão Total EUA: US$ 82,5 milhões Total Mundo: US$ 170,9 milhões

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    Disney decide incluir Marvel e Star Wars em seu serviço de streaming

    10 de setembro de 2017 /

    A Disney definiu que os filmes da Marvel e de “Star Wars” farão parte do acervo de lançamento de seu serviço de streaming, que deve ser inaugurado em 2019. A empresa anunciou o projeto em agosto, antecipando que não renovaria seu contrato de licenciamento de conteúdo para a Netflix. Na ocasião, o CEO da Disney, Bob Iger, afirmou que o serviço incluiria apenas desenhos e franquias da própria Disney e da Pixar, pois ainda estavam em análise lançamentos de plataformas diferenciadas para os produtos da Marvel e da Lucasfilm. Aparentemente, o estúdio percebeu que um produto unificado teria mais força para competir no mercado. “Agora decidimos que vamos colocar os filmes da Marvel e de ‘Star Wars’ nesse aplicativo também”, afirmou Iger, em um evento recente, segundo a revista Variety. Com isso, a Disney se prepara para rivalizar com a Netflix no negócio de distribuição de conteúdo audiovisual por streaming. Além de disponibilizar seus filmes com exclusividade, a Disney irá lançar produções originais exclusivas para streaming, visando justamente atrair o público que consumo este tipo de produto. A Netflix, porém, deve continuar a distribuir as produções da Disney no mercado internacional e a produzir as séries dos personagens da Marvel anteriormente contratadas. “Continuamos a fazer negócios com a Walt Disney Company globalmente em muitas frentes, incluindo o nosso relacionamento com a Marvel TV, em andamento”, diz o comunicado oficial da empresa.

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    It: A Coisa engole a Polícia Federal nas bilheterias brasileiras

    9 de setembro de 2017 /

    O Brasil é um dos países em que o terror “It: A Coisa” está tendo seu melhor desempenho internacional. Graças a seu lançamento no feriadão de 7 de setembor (o “Independence Day” nacional), a adaptação da obra de Stephen King teve uma abertura recorde de US$ 1,9 milhões. O valor está em dólares, pois foi adiantado pela Warner para a imprensa americana, mas equivaleria hoje a R$ 5,88 milhões. É a maior arrecadação registrada em um único dia para um filme de terror no país. Lançado em apenas 846 telas, o filme bateu com facilidade outros sucessos do gênero, como “Annabelle” (2014) e “Encarnação do Mal 2” (2016). Em dois dias, o valor mais que dobrou. Já está, segundo afirma o site Deadline, em US$ 3,1 milhões – ou o equivalente a R$ 9,59 milhões. Com isso, “It: A Coisa” engoliu o outro lançamento amplo da semana, “Policia Federal: A Lei É para Todos”, que está faturando menos da metade, em 2º lugar no ranking. O terror dirigido pelo argentino Andy Muschietti (“Mama”) também bateu recordes na Espanha, Reino Unido e na América do Norte, onde se tornou a maior estreia de terror de todos os tempos. Saiba mais aqui. A Warner deve oficializar e atualizar os dados do desempenho nacional do filme na segunda-feira (11/9). Aproveite e leia a crítica do filme aqui.

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    It: A Coisa já bate recordes de bilheteria nos Estados Unidos e no mundo

    9 de setembro de 2017 /

    O palhaço Pennywise, de “It: A Coisa”, mostrou ser capaz de enfrentar e vencer até furacão. Mesmo com o mau tempo no sul dos Estados Unidos, a adaptação do romance clássico de terror de Stephen King arrastou multidões aos cinemas norte-americanos. O sucesso está sendo muito maior que as projeções calculavam. E já são registrados alguns recordes. Para começar, o filme teve a maior pré-estreia de todos os tempos. Nos Estados Unidos, costuma-se antecipar o lançamento de candidatos a blockbuster na noite de quinta-feira, véspera da estreia oficial, e nestas primeiras sessões “It: A Coisa” arrecadou US$ 13,4 milhões. O valor deixa para trás o antigo recordista “Deadpool”, que somou US$ 12,7 milhões em 2016. Na estreia oficial, que aconteceu na sexta-feira (7/9), o longa bateu mais três recordes, ao registrar surpreendentes US$ 51 milhões em um único dia. O valor representa: a maior abertura de um filme lançado no mês de setembro na América do Norte, a maior abertura de um filme de terror em todos os tempos e a maior abertura de um filme de classificação “R” (para maiores de 17 anos) da história do cinema norte-americano. Curiosamente, o antigo recordista desta última marca também era “Deadpool”, com US$ 47,3 milhões. Agora, as projeções apontam uma bilheteria “flutuante” entre US$ 100 e US$ 115 milhões no acumulado do final de semana, o que será novo recorde, como a maior estreia de terror em todos os tempos, entre outras marcas que podem ser quebradas. Os dados que vêm do resto do mundo também sugerem uma estreia impressionante, em torno de US$ 65 milhões no mercado internacional. Na Espanha, o filme registrou a maior abertura da Warner em 2017, faturando mais que “Invocação do Mal” (2013) e “Annabelle” (2015) juntos. O estúdio também adiantou à imprensa que os valores vindos do Brasil (saiba mais aqui), Reino Unido, Rússia, Austrália, Holanda e boa parte da Europa Oriental são recordistas para o gênero. Só para lembrar: o custo de produção foi de apenas US$ 35 milhões. Com direção do argentino Andy Muschietti (“Mama”), “It: A Coisa” estreou no Brasil na quinta-feira (7/9). Aproveite e leia a crítica do filme aqui.

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  • TV

    SBT, RedeTV! e Record voltam à TV paga em São Paulo e Brasília

    9 de setembro de 2017 /

    Os canais SBT, RedeTV! e Record voltaram para os pacotes da TV paga de Brasília e São Paulo, primeiras regiões que tiveram o sinal analógico cortado no país. A Simba, empresa formada pelas três redes, fechou nesta semana um acordo com as principais operadores de TV paga, e já na sexta (8/9) o sinal foi restabelecido, encerrando uma novela que durou cinco meses e viu as audiências dos três canais desabarem. Net e Claro seguiram os moldes do acordo fechado por Sky e Vivo em agosto, concordando em pagar um valor por assinante para as três redes de TV, que até março respondiam por quase 20% de toda a audiência da TV por assinatura brasileira. O acordo encerra a disputa, que se iniciou em março, quando Silvio Santos, dono do SBT, sugeriu notificar as operadoras para fazer um acordo comercial, afirmando que não poderiam mais carregar seus sinais digitais no Distrito Federal e na Grande São Paulo. Antes disso, vale lembrar, os sinais do SBT, RedeTV! e Record eram carregadas gratuitamente pela TV por assinatura, além das outras emissoras abertas. Com a lei 11.485/11, que atualizou a legislação do setor, as emissoras passaram a ter o direito de cobrar por seus sinais digitais. Ao partir para o rompimento, Record, SBT e RedeTV! contavam que os assinantes fossem pressionar as operadoras para que aceitassem fazer um acordo. Isso não ocorreu. A partir daí, seus telejornais começaram a fazer reportagens com viés crítico sobre o serviço da TV paga brasileira, abordando reclamações de usuários e a queda no número de assinantes. O âncora Boris Casoy, no RedeTV News, chegou a dizer: “Se você, amigo telespectador, amiga telespectadora, tem muitos pecados, basta assinar a Sky. Você vai pagar por todos eles”. Em maio, Silvio Santos gravou um vídeo debochado, que ensinava a seus telespectadores a “se livrar do cabo”, adquirindo uma antena digital. No meio disso tudo, a audiência dos canais da Simba desabou, perdendo entre 20% e 30% de seu público e demonstrando que talvez fossem mais dependentes da TV paga do que imaginavam. Com isso, o preço da negociação caiu. Os detalhes do negócio não foram divulgados, mas não são os valores pedidos pela Simba, quando esta se mostrava irredutível e exigiu a retirada do ar dos canais.

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    Meu Malvado Favorito 3 ultrapassa US$ 1 bilhão de bilheteria mundial

    8 de setembro de 2017 /

    A animação “Meu Malvado Favorito 3” atingiu a arrecadação de US$ 1 bilhão nas bilheterias ao redor do mundo nesta sexta (8/9). Foi apenas o terceiro filme de 2017 a atingir esse patamar, após “A Bela e a Fera” (US$ 1,26 bilhão) e “Velozes e Furiosos 8” (US$ 1,23 bilhão). O mais curioso na soma dos ingressos é 75% do total veio do mercado internacional, uma vez que o filme da Universal fez apenas US$ 259 milhões na América do Norte. O valor doméstico foi baixo inclusive no contexto da própria franquia. O filme anterior, “Meu Malvado Favorito 2”, fez US$ 110 milhões a mais nos Estados Unidos e no Canadá, mas fez menos sucesso internacional, atingindo um total de US$ 970 mil no mundo inteiro. Dos 31 filmes que já faturaram US$ 1 bilhão na história do cinema, apenas seis são animações: “Frozen” (US$ 1,27 bilhão), “Minions” (US$ 1,15 bilhão), “Toy Story 3” (US$1,06 bilhão), “Zootopia” (US$ 1,02 bilhão), “Procurando Dory” (US$ 1,02 bilhão) e, agora, “Meu Malvado Favorito 3”.

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    Academia pode mudar regras para incluir ou vetar filmes da Netflix e Amazon no Oscar

    6 de setembro de 2017 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, responsável pela premiação do Oscar, pode mudar suas regras para favorecer ou vetar produções de plataformas de streaming como Netflix e Amazon. A revelação foi feita pelo novo Presidente da instituição, o diretor de fotografia John Bailey, que foi eleito em agosto e comandará a cerimônia do Oscar 2018. “A nossa realidade é que a Netflix e a Amazon se tornaram os estúdios que têm a coragem de fazer os filmes que ninguém mais faz”, disse Bailey, em entrevista contundente ao site IndieWire, durante o Festival de Telluride, no Colorado. “Eles pagam alto para ter grandes cineastas, mas não estão investidos no negócio dos cinemas físicos”. Bailey citou o documentário “Wormwood”, exibido no festival, como exemplo. “Se a Netflix não conseguir um lançamento, mesmo que limitado, nos cinemas, ele não será elegível para o Oscar. Por quê? É um filme extraordinário”, apontou, mesmo diante do fato de a produção ter sido concebida como uma minissérie de quatro capítulos, embora tenha sido projetada como um filme de cerca de quatro horas em Telluride. “Regras mudam todos os anos. Ainda não houve uma conversa profunda sobre isso dentro da Academia. Tudo foi feito com finalidades distintas para resolver situações individuais. Esta é uma das prioridades da nossa lista, algo com o qual nós temos que nos engajar para encontrar uma definição. Como a Academia poderá tomar a frente e lidar com a realidade do streaming?”, ponderou. Para resolver a questão, Bailey convocou o produtor Albert Berger para criar um grupo de profissionais da indústria que terão a missão de definir novas regras para a Academia. “Temos que redefinir o que se qualifica para um Oscar. Como definimos o que a Academia pode considerar elegível? Mais do que isso, o que define e o que pode ser definido como um filme, hoje em dia?”, questionou. Em suma, um filme precisa ser exibido numa sala de cinema para ser considerado filme? Se assim for, deve-se assumir que o ambiente de exibição é mais importante que as próprias imagens exibidas? “Vamos abordar tudo isso”, ele garante, diante dos exemplos. A discussão, de fato, já está atrasada diante da tecnologia atual e avança, via Oscar, na direção oposta da sinalizada pelo Festival de Cannes, que após protestos dos exibidores cinematográficos da França, diante da inclusão de dois filmes da Netflix em sua edição de 2017, mudou as regras para proibir que filmes lançados em streaming disputem a Palma de Ouro a partir do ano que vem. A 90º cerimônia de premiação da Academia americana será realizada no dia 4 de março. O anúncio oficial dos indicados está marcado para 23 de janeiro.

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    Governo não vai exigir cota de produções nacionais nos serviços de streaming

    6 de setembro de 2017 /

    O Ministério da Cultura decidiu não estender a exigência de cota de conteúdo nacional para os serviços de streaming. A medida está em vigor desde 2011 para canais de televisão por assinatura. A exigência da cota foi proposta pela Agência Nacional de Cinema (Ancine) há três meses, prevendo que plataformas como Netflix, Amazon Prime Video, HBO Now e similares reservem 20% de seu catálogo para produções nacionais, mas o novo Ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitou, sugeriu, em vez disso, utilizar a simples taxação para fortalecer a produção nacional, por meio da cobrança de Condecine, taxa já cobrada da TV por obras audiovisuais. De acordo com o ministro, a decisão de abandonar as cotas para os serviços de streaming visa não desestimular o crescimento de um mercado relativamente novo. Para o futuro, porém, ele indica que a ideia pode ser revista. “A Ancine havia lá atrás colocado uma proposta de marco regulatório que tinha essa questão de cotas de conteúdo nacional e tal. O conselho já havia até iniciado a discussão, mas eu acho que foi ficando claro para todo mundo que havia sido uma precipitação”, apontou Leitão durante reunião do Conselho Superior de Cinema. “É provável que o segmento cresça bastante nos próximos anos, até atingir um ponto de maturidade, quando será possível fazer um marco regulatório mais realista”, finaliza. Agora, um grupo de trabalho vai se dedicar pelos próximos 75 dias a elaborar uma minuta de projeto de lei ou de medida provisória para incluir a taxação, mas não a cota, em seu texto final. A grande discussão se dará à respeito de como será cobrado o Condecine. Se for obra, inviabilizará iniciativas independentes, como a distribuidora Imovision, que pretende lançar um serviço de streaming para filmes de artes. Se for faturamento, afetará o lucro das maiores empresas, por isso esta opção já conta com resistência da Globo, cujo Globo Play seria um dos serviços mais taxados.

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  • Filme

    Dupla Explosiva completa três semanas na liderança das bilheterias da América do Norte

    3 de setembro de 2017 /

    “Dupla Explosiva” manteve o 1º lugar pelo terceiro fim de semana consecutivo na América do Norte, surpreendendo seu próprio estúdio, graças à falta de grandes estreias de Hollywood. A ausência de blockbusters resultou na pior arrecadação deste século no feriado do Dia do Trabalho norte-americano. Na verdade, desde 1990 o feriadão não rendia tão pouco para a indústria cinematográfica, segundo levantamento do site Box Office Mojo. A comédia de ação estrelada por Samuel L. Jackson e Ryan Reynolds já soma US$ 54,9 milhões no mercado doméstico, um grande resultado para a Lionsgate, que investiu US$ 29 milhões em sua produção. Com um diretor de filmes B (fez “Os Mercenários 3”) e história batida (derivada de “Fuga à Meia-Noite”, de 1988), o filme foi rejeitado pela crítica (40% de aprovação no Rotten Tomatoes), mas, desde que entrou em cartaz, seus concorrentes conseguiram ser ainda mais fracos. A maior estreia da semana foi o relançamento do clássico sci-fi “Contatos Imediatos do Terceiro Grau” (1977). Distribuído em 900 cinemas, fez US$ 1,8 milhões e abriu em 13º lugar. Um desempenho bem melhor que o romance de época “Amor e Tulipas”, segunda maior estreia, que chegou em 765 salas e rendeu US$ 1,2 milhões. O desapontador 23º lugar ainda refletiu críticas extremamente negativas (só 11% de aprovação), que já viraram tendência na coleção de fiascos recentes estrelados por Dane DeHaan (“Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”). Para se ter ideia, até o piloto da série “Inhumans”, exibido em 393 telas de IMAX, rendeu mais: US$ 1,5 milhão e um 18º lugar. Ainda sem índice de aprovação, a atração também está rendendo críticas pesadas. Diante deste cenário árido, o Top 5 se manteve quase inalterado, com “Annabelle 2 – A Criação do Mal” inclusive repetindo a mesma arrecadação da semana anterior: US$ 7,3 milhões, em 2º lugar. A maior novidade no ranking foi o crescimento do thriller indie “Terra Selvagem”, que ampliou seu circuito para 2,6 mil telas e pulou para o 3º lugar. Escrito e dirigido por Taylor Sheridan, o filme recebeu o prêmio de Melhor Direção na mostra Um Certo Olhar, do Festival de Cannes 2017, poucos meses após Sheridan ser indicado ao Oscar como Roteirista, por “A Qualquer Custo”. O elenco é liderado por Jeremy Renner e Elizabeth Olsen (ambos de “Vingadores: Era de Ultron”), como um caçador local e uma agente do FBI, que se unem para investigar o assassinato de uma jovem numa reserva indígena. Tem 86% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas, infelizmente, só vai chegar ao Brasil daqui a dois meses, em 2 de novembro. Confira abaixo o desempenho dos 10 filmes de maior bilheteria neste fim de semana nos Estados Unidos e no Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Dupla Explosiva Fim de semana: US$ 10,2 milhões Total EUA: US$ 54,9 milhões Total Mundo: US$ 54,9 milhões 2. Annabelle 2: A Criação do Mal Fim de semana: US$ 7,3 milhões Total EUA: US$ 88,9 milhões Total Mundo: US$ 253,3 milhões 3. Terra Selvagem Fim de semana: US$ 5,8 milhões Total EUA: US$ 18,2 milhões Total Mundo: US$ 18,2 milhões 4. A Bailarina Fim de semana: US$ 4,8 milhões Total EUA: US$ 11,3 milhão Total Mundo: US$ 94,4 milhões 5. Roubo em Família Fim de semana: US$ 4,4 milhões Total EUA: US$ 21,4 milhões Total Mundo: US$ 24,6 milhões 6. Dunkirk Fim de semana: US$ 4,1 milhões Total EUA: US$ 178,7 milhões Total Mundo: US$ 458,7 milhões 7. Homem-Aranha: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 3,6 milhões Total EUA: US$ 324 milhões Total Mundo: US$ 746,1 milhões 8. Emoji: O Filme Fim de semana: US$ 2,4 milhões Total EUA: US$ 80,3 milhões Total Mundo: US$ 159,5 milhões 9. Meu Malvado Favorito 3 Fim de semana: US$ 2,3 milhões Total EUA: US$ 257,8 milhões Total Mundo: US$ 993,9 milhões 10. 6. Girls Trip Fim de semana: US$ 2,3 milhões Total EUA: US$ 111,5 milhões Total Mundo: US$ 125,8 milhões

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    Annabelle 2 lidera as bilheterias do Brasil pela segunda semana

    29 de agosto de 2017 /

    “Annabelle 2: A Criação do Mal” se manteve na liderança das bilheterias nacionais pela segunda semana consecutiva. Entre a última quinta-feira (24/8) e domingo (28), o terror arrecadou R$ 7 milhões e vendeu 1,8 milhão de ingressos de acordo com a ComScore. Até agora, o lançamento soma R$ 25,6 milhões no Brasil. A estreia de “A Torre Negra” acabou ficando em 2º lugar, com R$ 4,6 milhões, à frente de “Planeta dos Macacos: A Guerra”, que fez R$ 2,3 milhões, mas está em cartaz desde 3 de agosto e já soma um total de R$ 40,1 milhões nas bilheterias nacionais. A outra estreia da quinta-feira passada, o brasileiro “Bingo, O Rei das Manhãs”, arrecadou R$ 1 milhão nas bilheterias. Estrelado por Vladimir Brichta, o filme abriu na 4ª colocação geral, assistido por 62 mil espectadores. A lista segue com duas animações “Uma Família Feliz” (R$ 480 mil) e “Meu Malvado Favorito 3” (R$ 424 mil), a sci-fi “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas” (R$ 410 mil), o nacional “João: O Maestro” (R$ 393 mil), “Dunkirk” (R$ 364 mil) e “Na Mira do Atirador (R$ 336 mil).

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