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    Novo Missão Impossível abre em 1º lugar com a melhor estreia da franquia

    29 de julho de 2018 /

    Após conquistar as críticas mais positivas da franquia, “Missão: Impossível – Efeito Fallout” também demonstrou o melhor desempenho nas bilheterias, estreando em 1º lugar na América do Norte – e no mundo. A arrecadação de US$ 61,5m (milhões) no primeiro fim de semana em cartaz nos Estados Unidos e no Canadá é a maior já registrada pela cinessérie de ação da Paramount. Até então, a melhor abertura pertencia à “Missão: Impossível II” (US$ 57,8m). Mas para dar a real dimensão do feito, já que os valores parecem pequenos diante dos blockbusters de super-heróis, é bom considerar que esse faturamento representa a segunda maior estreia da carreira inteira do astro Tom Cruise, perdendo apenas para “Guerra dos Mundos” (US$ 64,9m) na América do Norte. Não só isso. O resultado mundial de US$ 153,5m também é recorde na franquia, superando com folga os US$ 131,5m obtidos por “Missão: Impossível – Nação Secreta” há três anos. Deste total, US$ 92m vêm das bilheterias internacionais, outro recorde para a cinessérie de espionagem. O detalhe é que o filme foi lançado em apenas 36 países – cerca de 40% do mercado internacional. Ou seja, a bolada vai crescer muito ainda. Outras marcas conquistadas por “Missão: Impossível – Efeito Fallout” são a aprovação de 97% da crítica, registrada no site Rotten Tomatoes, e a nota A, registrada na pesquisa de opinião do CinemaScore – as maiores notas dentre todas as “Missões Impossíveis”. “Tom Cruise tem provado repetidamente que quando se trata de ação, ele é uma das estrelas mais confiáveis que existem. Nós tivemos todos esses grandes filmes de verão com efeitos visuais. Agora vem um filme onde o ator e o diretor filmam a ação com truques reais. Isto fornece entretenimento cru e visceral que está deixando as pessoas realmente animadas”, disse Kyle Davies, chefe de distribuição doméstica da Paramount, ao avaliar a razão do sucesso da produção, para o site The Hollywood Reporter. Apenas outro filme teve estreia ampla na América do Norte durante o fim de semana: a animação de super-heróis “Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas”, que ficou abaixo das expectativas com um 5º lugar e faturamento de US$ 10,5m em mais de 3 mil cinemas. As considerações sobre o fracasso de público são as mesmas que se fazia assim que a produção foi anunciada: quem pagaria para ver o que é, em suma, um telefilme no cinema? A produção é baseada numa série infantil popular do Cartoon Network, que as crianças já veem em casa, sem precisar se deslocar. De todo modo, o investimento foi baixo (a produção custou US$ 10m) e a crítica amou a produção, com 90% de respaldo no Rotten Tomatoes, nota muito mais alta que a recebida pelos filmes supercaros e super-sérios da DC Comics. A animação será exibida apenas daqui a um mês no Brasil, prevista para 30 de agosto. De resto, “Homem-Formiga e a Vespa” superou neste fim de semana o total da arrecadação doméstica do primeiro filme, “Homem-Formiga”, ao atingir US$ 183,1m em sua quarta semana em cartaz. Entretanto, o desempenho internacional ainda permanece muito abaixo do longa original. Por fim, “Os Incríveis 2” está prestes a se tornar o quarto filme do ano a ingressar no clube dos bilionários. Atualmente com US$ 996,4m de faturamento mundial, a animação da Disney-Pixar deve atingir US$ 1 bilhão antes do próximo fim de semana. Confira abaixo os rendimentos dos demais filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique nos títulos para ler sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Missão: Impossível – Efeito Fallout Fim de semana: US$ 61,5m Total EUA e Canadá: 61,5m Total Mundo: US$ 153,5m 2. Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo Fim de semana: US$ 15m Total EUA e Canadá: US$ 70,4m Total Mundo: US$ 167,2m 3. O Protetor 2 Fim de semana: US$ 14m Total EUA e Canadá:64,2m Total Mundo: 70,3m 4. Hotel Transilvânia 3 Fim de semana: US$ 12,3m Total EUA e Canadá: US$ 119,2m Total Mundo: US$ 284,2m 5. Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas Fim de semana: US$ 10,5m Total EUA e Canadá: US$ 10,5m Total Mundo: US$ 11,5m 6. Homem-Formiga e a Vespa Fim de semana: US$ 8,4m Total EUA e Canadá: US$ 183,1m Total Mundo: US$ 394,2m 7. Os Incríveis 2 Fim de semana: US$ 7,1m Total EUA e Canadá: US$ 572,7m Total Mundo: US$ 996,4m 8. Jurassic World: Reino Ameaçado Fim de semana: US$ 6,7m Total EUA e Canadá: US$ 397,5m Total Mundo: US$ 1,2b 9. Arranha-Céu – Coragem sem Limite Fim de semana: US$ 5,4m Total EUA e Canadá: US$ 59,1m Total Mundo: US$ 225,7m 10. A Primeira Noite de Crime Fim de semana: US$ 2,2m Total EUA e Canadá: US$ 65,4m Total Mundo: US$ 111m

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    Disney já agiliza fusão com a Fox no Brasil

    27 de julho de 2018 /

    A Disney já está se mexendo para agilizar sua nova estrutura, após a aquisição da Fox, no mercado internacional. A notificação da fusão no Brasil foi feita na quinta-feira (26/7) ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), responsável por investigar e prevenir abusos econômicos no país. Na documentação enviada pela Disney, a empresa afirma que a aquisição da Fox não vai reduzir a competição nem lhe dará uma posição dominante ou de monopólio no país. A negociação já foi aprovada pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, que fez apenas uma ressalva, determinando que a Disney vendesse as emissoras esportivas regionais da Fox, por entender que elas, em conjunto com a ESPN (que já é da Disney), poderiam constituir um monopólio no segmento. A oferta da Disney para a compra da 21st Century Fox, no valor de US$ 71,3 bilhões, passou em votação quase unanime entre os acionistas de ambas as empresas nesta sexta (27/7). Ainda não está claro como se dará a configuração da nova empresa no Brasil, mas a indicação é que a Disney absorverá o estúdio Fox Film do Brasil, os canais pagos Fox, Fox Premium, Fox Life, FX e National Geographic, mas, pela negociação original nos Estados Unidos, não deverá controlar a Fox Sports.

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    Acionistas de Disney e Fox aprovam negócio entre as duas empresas

    27 de julho de 2018 /

    A oferta da Disney para a compra da 21st Century Fox, no valor de US$ 71,3 bilhões, foi aprovada em votação quase unanime entre os acionistas de ambas as empresas. Segundo a revista Variety, a votação, que aconteceu na manhã desta sexta-feira (27/7) no Hotel Hilton, em Nova York, foi decido em tempo recorde. A decisão levou menos de 15 minutos. Apenas um acionista da Disney votou contra a aquisição, argumentando que o preço tinha saído alto demais. De acordo com John Nallen, chefe financeiro da Fox, a compra deve ser finalizada em todos os seus detalhes ainda na primeira metade de 2019. Anunciada primeiramente no ano passado, a compra quase não aconteceu por conta de uma segunda oferta, feita pela empresa de comunicações Comcast, já proprietária do estúdio Universal. A Disney precisou cobrir o valor oferecido pela concorrente para ficar com os ativos da Fox. Por conta disso, o negócio acabou custando US$ 18,9 milhões a mais que o inicialmente previsto. Os acionistas da Fox já tinha acenado que aceitariam a oferta original, de US$ 52,4 bilhões, quando a Concast se meteu para oferecer US$ 65 bilhões pela empresa. Mas não é só. A Disney também assumirá a dívida líquida da 21st Century Fox, de cerca de US$ 13,7 bilhões, o que eleva o negócio ao valor de US$ 85 bilhões. A efetivação da compra faz o império do Mickey crescer ainda mais, com a incorporação do estúdio de cinema 20th Century Fox, as produtoras indies Fox Searchlight Pictures e Fox 2000, a produtora de TV da Fox e os canais pagos do grupo FX e National Geographic, assim como mais de 300 canais internacionais. Também estão inclusas a participação de 30% da Fox no serviço de streaming Hulu, a fatia de 50% da companhia na Endemol (responsável por criar reality shows como “Big Brother” e “MasterChef”), o canal pago indiano Star India e a participação na rede de TV paga europeia Sky. Com o negócio, a Disney passará a reunir a maioria dos heróis da Marvel, juntando os X-Men, Deadpool e Quarteto Fantástico com os Vingadores. A Fox também detinha os direitos de um único filme da saga “Star Wars”: o “Guerra nas Estrelas” original, que agora passa a ser integrado com os demais na LucasFilm (comprada pela Disney em 2012). A empresa também se torna proprietária de outras grandes franquias do cinema, como “Avatar” e “Planeta dos Macacos”, e de produções menores, mas prestigiadas, como “Estrelas Além do Tempo”, “Garota Exemplar” e “A Forma da Água”, vencedor do Oscar 2018. Já na TV, a Disney adquire séries de sucesso como “This Is Us”, “Modern Family” e “The Simpsons”, além de atrações de super-heróis como “Legion” e “Gifted”, sem esquecer a possibilidade de explorar o catálogo de filmes da Fox em novas séries. O objetivo da Disney é se reforçar para lançar seu serviço de streaming próprio e rivalizar com a Netflix e a Amazon a partir de 2019. Após a venda, a Fox irá se focar em seus canais de notícia e esportes. Permanecem com ela a rede Fox, formada por 28 emissoras de TV, os canais Fox News, Fox Business e Fox Sports. A nova empresa resultante do negócio dever ser rebatizada de New Fox, e estreará no mercado com um fortuna para investir em novos projetos.

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    Continuações de O Protetor e Mamma Mia! disputam topo das bilheterias na América do Norte

    22 de julho de 2018 /

    Os lançamentos de duas novas continuações renderam uma disputa acirrada pela liderança das bilheterias nos Estados Unidos e Canadá. O thriller de ação “O Protetor 2”, estrelado por Denzel Washington, acabou levando vantagem sobre o elenco grandioso do musical “Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo” nas projeções de mercado. Mas foi uma vantagem pequena, de pouco mais de US$ 1 milhão. A pancadaria faturou US$ 35,8m (milhões) e a cantoria US$ 34,3m em seus primeiros três dias em cartaz. Ambos abriram uma boa vantagem sobre o 3º lugar, que por sinal é outra continuação, a animação “Hotel Transilvânia 3”, responsável pelo faturamento de US$ 23,1m em seu segundo fim de semana. Por coincidência, os três filmes seguintes do ranking também são sequências, “Homem-Formiga e a Vespa”, “Os Incríveis 2 e “Jurassic World: Reino Ameaçado”, mostrando o tamanho da estagnação criativa da indústria de cinema americana. Até o grande fracasso da programação foi uma tentativa de estender uma franquia de terror. “Amizade Desfeita 2” (Unfriended: Dark Web) abriu em 9º lugar com US$ 3,4m. Apesar disso, já pagou seus custos de produção. Assim como o primeiro longa, custou apenas US$ 1m. Já no ranking da crítica, a continuação de terror ruim se saiu melhor que a sequência do thriller sem graça. “O Protetor 2” foi aprovado por apenas 51% dos críticos tabulados pelo site Rotten Tomatoes, enquanto “Amizade Desfeita 2” rendeu 57% de resenhas favoráveis. Neste comparativo, “Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo” foi claramente o favorito da semana, com 79%. A repercussão positiva superou com folga a recepção do filme original, considerado tão medíocre quanto os outros lançamentos desta semana – 54% em 2008. A continuação de “Mamma Mia!” estreia em 2 de agosto no Brasil, “O Protetor 2” chega duas semanas depois (em 16/8) e “Amizade Desfeita 2” não tem previsão, devendo aparecer por aqui apenas em VOD. Confira abaixo os rendimentos dos demais filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique nos títulos para ler sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. O Protetor 2 Fim de semana: US$ 35,8m Total EUA e Canadá: 35,8m Total Mundo: US$ 39,1m 2. Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo Fim de semana: US$ 34,3m Total EUA e Canadá: US$ 34,3m Total Mundo: US$ 76,7m 3. Hotel Transilvânia 3 Fim de semana: US$ 23,1m Total EUA e Canadá: 91m Total Mundo: 206,6m 4. Homem-Formiga e a Vespa Fim de semana: US$ 16,1m Total EUA e Canadá: US$ 164,6m Total Mundo: US$ 353,5m 5. Os Incríveis 2 Fim de semana: US$ 11,5m Total EUA e Canadá: US$ 557,3m Total Mundo: US$ 940,4m 6. Jurassic World: Reino Ameaçado Fim de semana: US$ 11m Total EUA e Canadá: US$ 383,9m Total Mundo: US$ 1,1b 7. Arranha-Céu – Coragem sem Limite Fim de semana: US$ 10,9m Total EUA e Canadá: US$ 46,7m Total Mundo: US$ 131,8m 8. A Primeira Noite de Crime Fim de semana: US$ 4,9m Total EUA e Canadá: US$ 60,1m Total Mundo: US$ 96,4m 9. Amizade Desfeita 2 Fim de semana: US$ 3,4m Total EUA e Canadá: US$ 3,4m Total Mundo: US$ 3,4m 10. Sorry to Bother You Fim de semana: US$ 2,8m Total EUA e Canadá: US$ 10,2m Total Mundo: US$ 10,2m

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    Comcast se retira da disputa e Disney fica com a Fox

    19 de julho de 2018 /

    A batalha principal entre a Comcast e a Disney pela compra da 21st Century Fox está encerrada, com vitória da Disney. A Comcast anunciou que desistiu de comprar a Fox, deixando caminho aberto para a Disney. “Comcast não tem mais a intenção de adquirir a 21st Century Fox”, disse a empresa em comunicado sucinto. O interesse da empresa rival, porém, fez com que a Disney tivesse que aumentar sua proposta inicial, concordando em pagar US$ 71,3 bilhões pelo negócio, que inclui o controle de canais como FX, Nat Geo, os filmes e séries do estúdio da 20th Century Fox e também lhe dá fatias importantes da plataforma de streaming Hulu e da rede de TV paga europeia Sky. Originalmente, a Disney ofereceu US$ 52,4 bilhões pela Fox, oferta que tinha sido aceita, mas precisou aumentar em mais US$ 19 milhões após a Comcast se intrometer na negociação, afirmando que pagaria US$ 65 bilhões. No comunicado, o CEO da Comcast, Brian Roberts, foi político, agradecendo ao CEO da Disney, Bob Iger, e seu time. Ele falou ainda sobre família Murdoch, da Fox, elogiando-a pela a criação de uma empresa tão respeitada e desejada. Entretanto, a guerra não acabou. Ao se retirar da compra da Fox, a Comcast sinaliza que vai mirar toda a sua munição financeira na compra da Sky, o que significa nova disputa com a Disney. Ao comprar a Fox, a Disney assume 39% do controle da Sky. A Fox estava em processo de adquirir os 61% que faltavam para absorver inteiramente a empresa, mas a Comcast se intrometeu novamente, oferecendo lances maiores pela empresa. A Disney, porém, já tinha avaliado a compra da Fox como prioridade sobre a disputa pela Sky. Resta saber se realmente vai deixar a rival sair com uma parte importante do negócio.

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    Venda da produtora The Weinstein Company é finalizada e empresa vai mudar de nome

    16 de julho de 2018 /

    A venda da produtora The Weinstein Company foi finalizada nesta segunda-feira (16/7). A empresa de investimentos Lantern Capital, sediada no Texas, assumiu o estúdio falido dos irmãos Bob e Harvey Weintein por US$ 289 milhões, o equivalente R$ 1,1 bilhão. A negociação já tinha sido previamente aprovada pelo governo americano, e Andy Mitchell e Milos Brajovic, proprietários da Lantern, agora são oficialmente os substitutos de Bob e Harvey Weinstein no comando da companhia. A TWC, como era conhecida, foi à falência após as denúncias de assédio sexual e estupro contra Harvey Weinstein, reveladas por reportagens do jornal The New York Times e da revista The New Yorker em outubro do ano passado. No momento, o ex-magnata de Hollywood aguarda julgamento criminal em liberdade. A Lantern Capital vai mudar o nome enlameado da produtora para Lantern Entertainment e inicialmente cuidar da biblioteca de 277 filmes da empresa e dos processos que o escândalo de Weinstein deve desencadear. Após essa transição tumultuada, a nova Lantern Entertainment deverá contratar uma nova diretoria para passar a desenvolver novos projetos no cinema e na TV, além de retomar produções interrompidas da TWC.

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    Hotel Transilvânia 3 estreia em 1ª lugar, enquanto Arranha-Céu se queima na América do Norte

    15 de julho de 2018 /

    “Hotel Transilvânia 3 – Férias Monstruosas” estreou em 1º lugar na bilheteria norte-americana, tirando “Homem-Formiga e a Vespa” do topo em seu segundo fim de semana em cartaz. A animação fez US$ 44,1m (milhões) nas mais de 4 mil salas em que foi lançado nos Estados Unidos e no Canadá, valor condizente com o faturamento dos dois filmes anteriores da franquia da Sony. O filme de super-heróis da Marvel caiu para o 2º lugar, com US$ 28,8m. Mas já soma US$ 132,8 milhões em dez dias no mercado doméstico, à frente do desempenho do primeiro “Homem-Formiga” no mesmo período em 2015. Por outro lado, a segunda estreia ampla da semana foi considerada um fracasso. Em 3º lugar, “Arranha-Céu – Coragem sem Limite” queimou sua largada com US$ 25,4m, uma abertura muito abaixo da expectativa do estúdio, considerando o orçamento de US$ 125m. Já é a quarta produção recente realizada pela Legendary com projeção de prejuízo financeiro – após “Warcraft”, “A Grande Muralha” e “Círculo de Fogo: A Revolta”. Entre as teorias citadas para o fiasco, uma delas deve incomodar o astro da produção: excesso de Dwayne Johnson no cinema. O ano ainda está na metade, mas ele também esteve em “Jumanji – Bem-Vindo à Selva” e “Rampage – Destruição Total” nos últimos meses. Quem liga a TV nos Estados Unidos, encontra o ator sempre promovendo um filme novo. E quando parece que vai dar folga, ele retorna com uma nova temporada de “Ballers” na HBO. Mas “Arranha-Céu” também não teve boa aceitação entre a crítica, que não aprovou o mashup de “Duro de Matar” com “Inferno na Torre”, considerado medíocre na média do Rotten Tomatoes – 51%. E olha que “Hotel Transilvânia 3” não se saiu muito melhor, com 59%. “Os Incríveis 2”, ampliando seu recorde doméstico, e “Jurassic World: Reino Ameaçado” completam o Top 5. Confira abaixo os rendimentos dos demais filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique nos títulos para ler sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Hotel Transilvânia 3 Fim de semana: US$ 44,1m Total EUA e Canadá: 45,3m Total Mundo: US$ 100,1m 2. Homem-Formiga e a Vespa Fim de semana: US$ 28,8m Total EUA e Canadá: US$ 132,8m Total Mundo: US$ 283,7m 3. Arranha-Céu – Coragem sem Limite Fim de semana: US$ 25,4m Total EUA e Canadá: 25,4m Total Mundo: 65,8m 4. Os Incríveis 2 Fim de semana: US$ 16,2m Total EUA e Canadá: US$ 535,8m Total Mundo: US$ 856,9m 5. Jurassic World: Reino Ameaçado Fim de semana: US$ 15,5m Total EUA e Canadá: US$ 363,2m Total Mundo: US$ 1,1b 6. A Primeira Noite de Crime Fim de semana: US$ 9,1m Total EUA e Canadá: US$ 49,5m Total Mundo: US$ 72,6m 7. Sorry to Bother You Fim de semana: US$ 4,2m Total EUA e Canadá: US$ 5,3m Total Mundo: US$ 5,3m 8. Sicário: Dia do Soldado Fim de semana: US$ 3,8m Total EUA e Canadá: US$ 43,2m Total Mundo: US$ 59m 9. Tio Drew Fim de semana: US$ 3,2m Total EUA e Canadá: US$ 36,6m Total Mundo: US$ 38m 10. Oito Mulheres e um Segredo Fim de semana: US$ 2,9m Total EUA e Canadá: US$ 132,2m Total Mundo: US$ 251,4m

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    Criador de La Casa de Papel fecha contrato para produção de novas séries na Netflix

    12 de julho de 2018 /

    A Netflix anunciou um contrato de exclusividade com Álex Pina, o criador, roteirista e produtor da série espanhola “La Casa de Papel”. Com o contrato, ele produzirá novas séries e projetos para a plataforma. “É um grande prazer anunciar o acordo com Álex Pina e poder trabalhar com um criador e uma equipe de produção tão talentosos. Temos certeza de que Álex continuará quebrando barreiras e conquistando o mundo todo com sua visão e histórias tão singulares”, afirmou em comunicado Erik Barmack, vice-presidente de conteúdo original internacional da Netflix. Além de “La Casa de Papel”, que virou febre mundial ao ser exibida na Netflix, Pina também criou a cultuada série apocalíptica “El Barco”, a policial “Vis a Vis” e a comédia “Bienvenidos al Lolita”, demonstrando extrema versatilidade. Um dos primeiros projetos dentro de seu novo acordo é a produção da terceira parte de “La Casa de Papel”, que tem lançamento previsto para 2019. Pina também está desenvolvendo “Sky Rojo”, uma trama de ação com protagonista feminina, que tem seu início de produção previsto para 2019.

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    Fox ganha aval do governo britânico para comprar a Sky

    12 de julho de 2018 /

    O governo da Grã-Bretanha deu nesta quinta-feira (12/7) o sinal verde que a 21st Century Fox, do magnata Rupert Murdoch, aguardava para intensificar a disputa com a Comcast pelo conglomerado televisivo Sky, depois da apresentação de garantias de respeito à pluralidade de informações. Apesar da autorização, anunciada em um comunicado pelo ministro da Cultura e Meios de Comunicação, Jeremy Wright, a Comcast superou o lance da Fox pela aquisição da rede de canais pagos, com uma oferta US$ 34 bilhões na noite de quarta. O governo britânico estava preocupado com as consequências sobre a pluralidade de uma aquisição por parte de Murdoch, que já possui dois jornais de grande tiragem no Reino Unido: The Sun e The Times – e há sete anos teve que fechar o News of the World após um escândalo de espionagem de celebridades. Para superar possíveis barreiras ao negócio, Murdoch aceitou vender o grupo Sky – inclusive a Sky News – para a Disney ou outra empresa que adquirir a 21st Century Fox. A família Murdoch também é proprietária dos canais pagos Fox News e Fox Sports, do The Wall Street Journal e da agência DowJones, que não integram o grupo 21st Century Fox, atualmente disputado pela Disney e a própria Comcast. Além disso, a Fox já detém 39% das ações da Sky.

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    Comcast aumenta seu lance e cobre oferta da Fox pela Sky

    11 de julho de 2018 /

    Durou poucas horas a vantagem da 21st Century Fox sobre a Comcast na disputa pela Sky, gigante da TV paga europeia. Logo após a Fox subir sua oferta para US$ 32,5 bilhões, a Comcast deu novo lance, oferecendo US$ 34 bilhões. A batalha pela Sky está ocorrendo simultaneamente à disputa entre a Comcast e a Disney para adquirir a Fox, incluindo a participação que a empresa já tem na Sky, de 39%. A Disney está vencendo a guerra de lances pelos estúdios, plataformas e canais pagos da Fox com uma oferta de US$ 71 bilhões. Segundo analistas de mercado ouvidos por publicações americanas, a nova oferta pela Sky pode significar que a Comcast finalmente priorizou uma batalha, assumindo que será derrotada na outra. Já a Disney chegou a realizar projeções sobre a aquisição da Fox com e sem a Sky no portfolio de novas propriedades. Presente em 23 milhões de lares em toda a Europa, a Sky se tornou um ativo valioso devido aos programas que cria e à relação direta que mantém com os clientes, com um alcance que nenhuma outra rede possui no continente europeu. Este alcance pode ser minimizado pela Disney com o lançamento de seu serviço de streaming também na Europa. Mas a guerra de lances ainda não pode ser considerada encerrada.

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    Fox aumenta oferta para ficar com os canais pagos da rede britânica Sky

    11 de julho de 2018 /

    A briga pelo controle da Sky esquenta. A Fox fez uma nova proposta pela rede britânica de canais pagos, passando o valor oferecido anteriormente pela Comcast. O novo lance é de US$ 32,5 bilhões, um pouco mais que os US$ 31 bilhões oferecidos pela Comcast em abril. A dona da Universal e da rede NBC se meteu na tentativa da Fox de comprar os 61% da Sky que seu grupo ainda não possui em fevereiro, quando a Fox ainda enfrentava resistências do governo britânico, que teriam sido superadas recentemente graças às negociações de venda para a Disney. Agora, as agências regulatórias do Reino Unido precisam estudar a proposta e o impacto dela, para concretizar ou não o negócio. Nesta quarta, a Fox afirmou em comunicado: “Estamos profundamente comprometidos para fazer com que essas duas organizações se juntem para criar um negócio mundial posicionado para entregar o melhor do entretenimento no futuro. Em maior escala e com nossas capacidades de combinação, a Sky enriquecerá seu potencial de continuar com sua missão nos próximos anos, especialmente num momento de mudanças dinâmicas nesta indústria.” Ao receber a proposta, a Sky afirmou: “A oferta da Fox representa um aumento substancial no valor relativo à oferta da Comcast e à proposta original da Fox”. Especialistas indicam que o valor final desta negociação ainda pode subir, e a venda da Sky pode ficar entre US$ 35 bilhões e US$ 37 bilhões. Com a compra da Fox, a Disney assumiria a Sky e provavelmente a dívida. Presente em 23 milhões de lares em toda a Europa, a Sky se tornou um ativo valioso devido aos programas que cria e à relação direta que mantém com os clientes, com um alcance que nenhuma outra rede possui no continente europeu. Por curiosidade, a Comcast também tenta comprar a Fox, numa disputa que igualmente está perdendo.

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    Netflix testa assinatura mais cara e diminui capacidade de planos existentes

    10 de julho de 2018 /

    A Netflix incluiu o mercado brasileiro em seu teste de um novo plano mais caro do que os existem atualmente. Ele é chamado Ultra e se posiciona acima do Premium, que era o mais caro disponível. A empresa oferece duas opções diferentes de preços para o novo plano: R$ 45,90 e R$ 53,90. A diferença visa descobrir o quanto os usuários estariam dispostos a pagar por melhorias no streaming. No Ultra, os clientes teriam acesso a filmes e séries em resolução 4K com suporte para HDR, uma tecnologia presente nas TVs mais recentes que melhora brilho e contraste das imagens. E para tornar o plano ainda mais atrativo, a Netflix está “piorando” o que já oferece. A assinatura Premium, que já oferece resolução 4k e hoje sai por R$ 37,90 ao mês, passaria a permitir a reprodução simultânea de apenas duas telas, em vez das quatro que são oferecidas atualmente. Assim, quem quiser acessar Netflix por quatro dispositivos, precisará assinar o Ultra. Para aumentar ainda mais diferença, o pacote básico, cujo valor é de R$ 27,90, também sofrerá deterioração, passando a incluir apenas uma transmissão por vez, e não mais duas. Como trata-se de um teste, é possível que a nova política de preços não seja efetivamente aplicada ao mercado. A empresa constantemente realiza testes desse tipo que podem ou não se tornarem realidade, dependendo dos resultados. Em comunicado, a empresa afirmou: “Nós testamos continuamente novas coisas na Netflix e esses testes normalmente variam em duração. Nesse caso, estamos testando preços e recursos ligeiramente diferentes para entender melhor como os consumidores valorizam a Netflix. Nem todo mundo vai ver esse teste e talvez não possamos oferecer os preços ou recursos específicos contemplados”.

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    Acionista minoritário da Fox entra com processo para impedir venda para a Disney

    10 de julho de 2018 /

    Um acionista da 21st Century Fox decidiu travar a venda da empresa para a Disney. Robert Weiss entrou com uma ação na Justiça americana para impedir a negociação, em nome de outros acionistas minoritários da companhia. Segundo o processo, dados financeiros da Fox foram omitidos ou exagerados no relatório enviado para o governo americano a fim de que a compra pela Disney fosse aprovada, o que aconteceu no último dia 27 de junho. Os dados estariam incompletos no que se referem a investimentos ou lucros previstos no serviço de streaming Hulu e no canal pago britânico Sky, por exemplo. O Departamento de Justiça dos EUA deu o aval para a transação e só fez uma exigência: de que a Disney abrisse mão das emissoras regionais esportivas da Fox, o que foi prontamente acatado pela empresa. O processo de Weiss pode atrasar e até bloquear a finalização da compra. Tudo depende da decisão do juiz, que não deve sair tão cedo. Isso também dá mais fôlego para a rival da Disney na aquisição, a Comcast, que já é dona da Universal. O lance final da Disney foi de US$ 71,3 bilhões e precisou ser aumentado após a Comcast oferecer US$ 65 bilhões. Analistas do mercado financeiro acreditam que a Comcast planejava um novo lance, mas foi atropelada pela decisão da Justiça americana. A aprovação da compra da Fox pela Comcast não seria fácil de ser aprovada, pois a empresa já teve grandes dificuldades e sofreu diversas restrições ao comprar a Universal. Isto porque, enquanto o negócio da Fox com a Disney é horizontal, entre empresas iguais, a negociação com a Comcast é vertical, entre uma empresa distribuidora (internet, acesso à cabo) e outra criadora de conteúdo e dona de canais, o que criaria um monopólio de serviços.

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