Criadora de Jessica Jones troca Netflix/Marvel por contrato para criar séries para a Warner/DC Comics
A roteirista e produtora Melissa Rosenberg, que escreveu os filmes da franquia “Crepúsculo” e criou a série “Jessica Jones”, assinou um contrato milionário com a WBTV (Warner Bros. Television) para desenvolver novas séries exclusivas. Segundo o site The Hollywood Reporter, a Netflix tentou cobrir a oferta e fazer com que ela ficasse no serviço de streaming, mas Rosenberg se disse “pronta para tentar algo novo”. O contrato com a Warner representa uma volta ao estúdio onde ela trabalhou em sua primeira série de super-heróis, “Birds of Prey” (mal-traduzida no Brasil como “Mulher-Gato”). Rosenberg também escreveu e produziu “The O.C.” para a WBTV. Estaria ela, também, trocando a Marvel (Jessica Jones) pela DC Comics? Este é o primeiro revés criativo da Netflix, que nos últimos meses vinha tirando produtores de outros estúdios com contratos de exclusividade. E acontece quando a Warner intensifica sua presença no streaming, com o projeto de uma plataforma exclusiva para adaptações de seus quadrinhos, a DC Universe, além de ser a primeira negociação com um produtor de conteúdo da Warner Media, que é a nova denominação da empresa-mãe, após a aquisição da Time Warner pela companhia de comunicação AT&T. Rosenberg desenvolverá novos projetos para a Warner assim que finalizar a 3ª temporada de “Jessica Jones”, atualmente em produção pela Netflix. A data de estreia da série da super-heroína vivida por Krysten Ritter ainda não foi definida pelo serviço de streaming. Caso “Jessica Jones” seja renovada para uma 4ª temporada, a produção seguirá com um novo showrunner, mantendo os créditos de Rosenberg como criadora e produtora executiva, mas sem seu envolvimento nas decisões criativas da série. “‘Jessica Jones’ continua sendo o pico da minha carreira até aqui”, disse Rosenberg em comunicado sobre a negociação. “Sinto-me extraordinariamente grata aos espectadores que acompanharam a jornada de Jessica, lindamente realizada por Krysten Ritter e o nosso talentoso elenco […]. Estou animada para trabalhar, após essa próxima temporada, em novos projetos com a Warner Television”.
Podres de Ricos surfa na onda da diversidade para ultrapassar Megatubarão nas bilheterias norte-americanas
Diversidade está em alta e patriotismo intervencionista em baixa neste fim de semana nos cinemas norte-americanos. Mostrando que Hollywood só tem a ganhar ao dar mais espaço para minorias, “Podres de Ricos” estreou em 1ª lugar nas bilheterias dos Estados Unidos e Canadá. O filme é uma bobagem, uma comédia romântica de gente rica, ao estilo das novelas mexicanas e da Globo, baseada num best-seller popularzão. Mas a minoria que embasa seu sucesso não são os 10% mais ricos: o elenco da produção é totalmente composto por atores de descendência asiática. Isto não acontecia num filme americano há 25 anos, desde “O Clube da Felicidade e da Sorte” (1993). O longa dirigido por Jon M. Chu (“Truque de Mestre: O 2º Ato”) faturou US$ 25,2m (milhões) no fim de semana. E como teve lançamento antecipado na quarta-feira (15/8), já soma 34m na América do Norte. Não chega a ser um fenômeno, como os super-heróis da diversidade “Mulher-Maravilha” e “Pantera Negra”, mas é um desempenho muito bom para seu nicho e orçamento. Vale lembrar que a última comédia romântica a fazer mais de US$ 20m em sua estreia foi “Descompensada” em julho de 2015 – abriu com US$ 30,1m. O lançamento também contou com boa vontade da crítica, que deu 92% de aprovação para uma história que não teria tanta repercussão se fosse estrelada por brancos – afinal, qual a graça de ver gente branca, bonita e rica encontrando o amor e o final feliz, quer dizer, após mil filmes disso? “Este é um filme culturalmente significativo, ponto”, disse o chefe de distribuição da Warner, Jeff Goldstein, para o site da revista The Hollywood Reporter, faturando o discurso de inclusão. “Isso mostra a todos nós que precisamos olhar para fora da caixinha”. “Podres de Ricos” custou só US$ 30m de produção e deve faturar alto quando chegar na Ásia na próxima semana. No Brasil, porém, a estreia só deve acontecer em novembro, quando já tiver saído de cartaz na maioria dos demais países. O romance asiático-hollywoodiano derrubou “Megatubarão” para o 2º lugar no ranking norte-americano. O filme do bicho boca-aberta fez mais US$ 21,1m e chegou a US$ 83,7m em duas semanas no mercado doméstico. Mas o total mundial já está em US$ 314,1m, para fechar a boca de quem profetizou seu fracasso. Foram US$ 117,2m apenas na China, onde o longa desfruta de seu maior êxito comercial. Por falar em fracasso, a bilheteria de “22 Milhas” é um aviso bastante claro para o diretor Peter Berg e o ator Mark Wahlberg. É o quarto filme consecutivo que os dois fazem juntos, todos com a valorização de patriotas da classe trabalhadora e cada um rendendo menos que o anterior. Este mais recente tem a ver com o primeiro, “O Grande Herói”, de 2013, mas também com um filme anterior do diretor, “O Reino”, de 2007, ao fazer a apologia do intervencionismo americano no exterior. A trama, inclusive, se passa num país inventado para não ofender sensibilidades, já que é francamente ofensiva em sua valorização do “grande herói” americano encarnado por Wahlberg. Foi eviscerado pela crítica, com apenas 20% de aprovação no site Rotten Tomatoes, e rendeu meros US$ 13,6m em seu lançamento nos cinemas, a pior abertura ampla nos 20 anos da carreira cinematográfica do diretor Peter Berg. A estreia no Brasil está marcada para 20 de setembro. E Berg já está filmando seu quinto filme consecutivo com Wahlberg… A terceira estreia ampla da semana também se deu mal. A aventura pré-histórica “Alfa”, que conta uma espécie de fábula da domesticação do primeiro lobo, abriu com US$ 10,5 milhões, virtualmente empatado com “Missão: Impossível – Efeito Fallout”. Por sinal, o longa de ação de Tom Cruise ultrapassou uma marca importante em sua quarta semana, superando os US$ 500m mundiais. E com um detalhe significativo: o filme ainda não estreou na China. Já “Alfa” chega em 9 de setembro no Brasil. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Podres de Ricos Fim de semana: US$ 25,2m Total EUA e Canadá: 34m Total Mundo: US$ 34,7m 2. Megatubarão Fim de semana: US$ 21,1m Total EUA e Canadá: US$ 83,7m Total Mundo: US$ 314,1m 3. 22 Milhas Fim de semana: US$ 13,6m Total EUA e Canadá: US$ 13,6m Total Mundo: US$ 14,1m 4. Missão: Impossível – Efeito Fallout Fim de semana: US$ 10,5m Total EUA e Canadá: US$ 180,7m Total Mundo: US$ 501,4m 5. Alfa Fim de semana: US$ 10,5m Total EUA e Canadá: US$ 10,5m Total Mundo: US$ 10,5m 6. Christopher Robin Fim de semana: US$ 8,8m Total EUA e Canadá: US$ 66,8m Total Mundo: US$ 89,6m 7. Infiltrado na Klan Fim de semana: US$ 7m Total EUA e Canadá: US$ 23m Total Mundo: US$ 24,9m 8. Slender Man Fim de semana: US$ 4,9m Total EUA e Canadá: US$ 20,7m Total Mundo: US$ 21,1m 9. Hotel Transilvânia 3 Fim de semana: US$ 3,6m Total EUA e Canadá: US$ 153,8m Total Mundo: US$ 425,9n 10. Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo Fim de semana: US$ 3,3m Total EUA e Canadá: US$ 111,2m Total Mundo: US$ 319m
Netflix começa a testar publicidade em sua programação
A Netflix começou a testar a inserção de publicidade em sua programação, a princípio como uma nova forma de promover seu próprio conteúdo para os assinantes. O teste se tornou conhecido quando algumas pessoas passaram a reclamar no Twitter e no Reddit ao ver vídeos promocionais entre episódios de séries. Questionada pelo site TechCrunch, a empresa não só confirmou o fato como adiantou que estuda estender as propagandas para todos os usuários de seu serviço. Durante a fase de testes, os vídeos estão sendo exibidos em tela cheia entre um episódio e outro de conteúdo, e personalizados com base no que o usuário costuma assistir na plataforma, com o objetivo de oferecer recomendações de seu catálogo. Mas alguns usuários relatam que não é possível pular os anúncios, apesar da inclusão de um botão para isso, disponibilizado com um contador de tempo ao estilo das publicidades do YouTube. Os testes estão sendo realizados com uma pequena porcentagem dos usuários globais da Netflix e, por enquanto, não há previsão para o recurso ser adotado para todos. Nada impede que, no futuro, em vez de anunciar produtos de seu catálogo, a plataforma também passe a vender anúncios nesse espaço.
Paul Rudd e Evangeline Lilly imitam os heróis dos Vingadores em vídeo divertido para o mercado chinês
O filme do “Homem-Formiga e a Vespa” só vai estrear na próxima semana na China. Por isso, o casal do título, vivido pelos atores Paul Rudd e Evangeline Lilly, iniciou uma nova rodada de divulgação focada no segundo maior mercado do mundo. Uma das novas entrevistas, realizada durante um junket chinês, também serviu para mostrar a diferença de abordagem da imprensa local. Em vez de ser perguntado sobre o filme, o casal foi convidado a participar de um jogo, tendo que imitar com gestos os principais heróis de “Vingadores: Guerra Infinita” – e até mesmo o vilão Thanos. O resultado, que foi incrementado por animações, ficou bem divertido e pode ser conferido abaixo. “Homem-Formiga e a Vespa” já fez US$ 450,4 milhões em todo o mundo, desde seu lançamento no começo de julho. Embora tenha superado a arrecadação do primeiro filme na América do Norte, o total mundial ainda é inferior aos US$ 519 milhões de “Homem-Formiga” em 2015. Mas a diferença deve ser tirada no mercado chinês, que recebe a produção da Marvel em 24 de agosto. Depois da China, o filme ainda será lançado no Japão, em 31 de agosto.
Mark Millar e o brasileiro Rafael Albuquerque assinam novo lançamento em quadrinhos da Netflix
Mark Millar vai lançar sua segunda revista em quadrinhos pela Netflix. Intitulada “Prodigy”, a publicação terá artes do brasileiro Rafael Albuquerque (desenhista de Batman). A Netflix adquiriu a Millarworld, editora de Millar, com o objetivo de criar suas próprias franquias adaptadas de quadrinhos. O escritor é criador de obras que já viraram filmes, como “O Procurado”, “Kick-Ass”, “Kingsman: Serviço Secreto” e suas continuações. A ideia da plataforma é lançar quadrinhos inéditos com o objetivo de posteriormente adaptá-los em filmes e séries. Por sinal, a primeira revista desse negócio, “The Magic Order”, já tem um filme em desenvolvimento. Prodigy é Edison Crane, o homem mais inteligente do mundo, que não se contenta em administrar os negócios mais bem sucedidos do mundo. “Sua mente brilhante precisa de constante desafio e ele se torna o cara requisitado por governos em todo o mundo quando surge um problema que eles simplesmente não conseguem resolver. Um cientista vencedor do Prêmio Nobel, um compositor genial, um atleta de nível olímpico e um especialista em ocultismo, Edison Crane é tão viciado nos mistérios do mundo quanto por se sentar no topo da lista dos maiores milionários. Estes são os contos do homem mais excepcional do mundo e esta história marca sua primeira aventura publicada”, diz a sinopse oficial, embora o personagem não seja, como muitos devem ter pensado, Doc Savage, personagem pulp que pode ser descrito praticamente da mesma forma. “Eu queria escrever a coisa mais inteligente que já escrevi e, ao mesmo tempo, superar qualquer cenário de ação que já concebi no passado e, honestamente, não poderia estar mais feliz com a forma como isso aconteceu”, diz Millar, no comunicado que apresenta o projeto – e não cita Doc Savage. “Edison Crane é de longe o melhor personagem que eu criei na minha carreira e estou muito contente que meu genial amigo [Rafael] Albuquerque esteja desenhando os quadrinhos. Ele é realmente um dos melhores artistas do mundo”, exalta o escritor “Prodigy” chegará às lojas de quadrinhos através da Image Comics no dia 5 de dezembro. Millar e Albuquerque, que também é conhecido por seu trabalho nos quadrinhos de horror “American Vampire”, já trabalharam juntos antes na revista “Huck”.
Megatubarão devora quase R$ 8 milhões em sua estreia no Brasil
O filme “Megatubarão” estreou em 1º lugar nas bilheterias brasileiras no final de semana. Mais de 442 mil pessoas foram aos cinemas nacionais para para ver o quarto lançamento americano de criatura gigante em 2018, somando uma arrecadação de R$ 7,9 milhões. O sucesso do filme é mundial, tendo também aberto na liderança das bilheterias da América do Norte e da China. Com valores corrigidos, “Megatubarão” faturou US$ 146,9 milhões em seus primeiros quatro dias de exibição em todo o mundo. Em 2º lugar, “Missão: Impossível – Efeito Fallout” foi visto por 251 mil pessoas entre quinta e domingo (13/8), com renda de R$ 4,7 milhões. E o 3º lugar ficou com “Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo”, que teve público de 135 mil espectadores e bilheteria de R$ 2,5 milhões. Os dados são da consultoria ComScore. O levantamento também revela que “Os Incríveis 2”, em cartaz há sete semanas, atingiu R$ 140 milhões em arrecadação e público acumulado de 9,4 milhões de pessoas, tornando-se um dos maiores sucessos do ano no Brasil.
Record lança sua plataforma de streaming PlayPlus
A rede Record lançou sua plataforma de streaming, batizada de PlayPlus. De forma curiosa, a companhia define o PlayPlus como um serviço de streaming e um marketplace. Este último nome é na verdade a versão premium do serviço, com mais atrações – não é um lugar para fazer negócios, não. O serviço, que começou a funcionar às 0h de terça (14/8), tem três opções de planos: gratuito (plano play), R$ 12,90 (plano play plus) e R$ 32,80 (plano play plus + esportes). O primeiro dá acesso à programação ao vivo dos canais do grupo Record (o que inclui Record News e estações da TV Record em diferentes estados). O segundo conta com conteúdos originais da plataforma (como um programa sobre eleições e outros de variedades com artistas da Record), conteúdos para o público infantil da PlayKids, séries da rede e licenciadas (como “Chicago PD” e “Heroes”), além de parte do acervo histórico da emissora — o que inclui episódios da “Família Trapo”, “Especial Elis Regina” e “Programa Flavio Cavalcanti”. E o terceiro plano oferecerá conteúdos de parceiros — no caso, acesso a todos os canais ESPN. A parceria com a ESPN e com a PlayKids não deixa de ser uma forma de a emissora acrescentar conteúdo em suas áreas mais fracas, esportiva e infantil. O ponto positivo é que a Record investirá em conteúdo exclusivo. O negativo é que não serão séries, mas programas de variedades e reality shows que parecem quadros estendidos do programa “Domingo Espetacular”. Por enquanto, são quatro programas exclusivos: “Bola Vai no Meu Lugar”, um reality cômico protagonizado pelos ex-Pânico Marcos Chiesa (Bola) e Carlinhos Silva (Mendigo), “Pais da Nova Era”, no qual o apresentador Marcos Mion busca contar histórias inspiradoras de paternidade, “De Folga com a Fama”, em que Ticiane Pinheiro convida celebridades para atividades inesperadas, e o jornalístico “Eleições 2018”, comandado por Eduardo Ribeiro. Todos tem curta duração, entre cinco e seis capítulos. Entre outros projetos previstos, há “Camarim da Xuxa”, destinado ao público infantil, programado para outubro, e uma atração ainda sem título protagonizada por youtbers famosos. O pacote plus é mais barato que o Globo Play, mas, comparativamente, oferece menos opções que o produto rival. De todo modo, ambos os serviços são caros em relação à variedade do cardápio da Netflix, por exemplo, que custa R$ 19,90. Veja abaixo o comercial do produto, vago e sem informações.
Megatubarão devora negativismo da imprensa com 1º lugar nas bilheterias da América do Norte
“Megatubarão” trucidou as pitonisas profissionais da imprensa dos Estados Unidos ao faturar US$ 44,5m (milhões) em sua estreia na América do Norte. O maremoto causado pelo filme foi considerado uma grande surpresa, porque afogou bocas-abertas que gargantearam seu fracasso. O filme enfrentou enorme pressão negativa da mídia em seu primeiro fim de semana nos cinemas, e mesmo assim arrecadou mais que o dobro de “Missão: Impossível – Efeito Fallout” para conquistar o 1º lugar com folga. Especialistas em profecias cravaram que o filme seria um fracasso abissal. A revista The Hollywood Reporter chegou a apostar que a estreia faria só US$ 20m, afundando as pretensões da Warner. Isto foi na quinta (16/8), baseando-se apenas em projeções de pré-venda. Na sexta, a Variety aumentou a previsão para US$ 32m. No sábado, o Deadline corrigiu o montante para US$ 40m, mas manteve o tom alarmante: “Será suficiente?”. No mesmo tom, o THR tratou de encomendar o enterro do projeto de franquia que o lançamento pretende criar, num texto que recomendava Jason Statham a se focar no spin-off de “Velozes e Furiosos”. Neste domingo (12/8), “surpresa”… nos títulos dos artigos sobre bilheterias do fim de semana publicados nos três sites. O valor arrecadado representa a maior abertura de um filme de tubarão nas bilheterias da América do Norte em todos os tempos. E para envergonhar ainda mais os profetas, a maior abertura do ano para a Warner, à frente de “Jogador Nº 1” (US$ 41,7m) e “Oito Mulheres e um Segredo” (US$ 41,6m). E tem o detalhe: o filme do tubarão chamado Meg engoliu a concorrência não apenas nos Estados Unidos e no Canadá, mas também no mercando internacional, onde faturou o dobro. Só na China o faturamento foi de US$ 50m, resultando num montante mundial de US$ 141,5m nos primeiros dias de exibição. Trata-se, na verdade, de um começo muito positivo para a produção, orçada em US$ 130m. Nada indica que o filme dará prejuízo. E a Warner pode já começar a planejar sua continuação. Em 2º lugar, o novo “Missão Impossível” fez mais US$ 20m para chegar a US$ 161,9m em seu terceiro fim de semana em cartaz na América do Norte. Em todo o mundo, a arrecadação está em US$ 437,5m. Com isso, o objetivo de superar a bilheteria do filme anterior continua plausível – US$ 195m nos EUA e US$ 682,7m no mundo. Com mais dificuldades para recuperar o investimento, “Christopher Robin – Um Reencontro Inesquecível” atingiu US$ 50m após dois fins de semana no mercado doméstico. Para piorar as contas, a fábula da Disney ainda engatinha o mercado internacional, por não ter sido lançada na maioria dos países. A estreia no Brasil está marcada para quinta (16/8). Duas estreias amplas da semana completam o Top 5. O terror “Slender Man” e a premiada comédia de época “Infiltrado na Klan”, de Spike Lee, vencedor do Grande Prêmio do Juri no último Festival de Cannes, abriram em 4º e 5º lugares com quantias muito próximas, respectivamente US$ 11,3m e 10,7m. Só que o segundo foi lançado em 700 cinemas a menos. Os dois também tiveram a pior e a melhor avaliação da imprensa norte-americana entre os lançamentos da semana. “Slender Man” foi destruído com somente 15% de críticas positivas, enquanto “Infiltrado na Klan” se tornou favorito ao Globo de Ouro – já que o Oscar não gosta de comédias – com impressionantes 97% de aprovação. Infelizmente, o filme bom só deve chegar ao Brasil em novembro, enquanto o ruim estará disponível em duas semanas. Para completar, a comédia de cachorros “Dog Days” implodiu e nem conseguiu entrar no Top 10. Distribuída em mais salas que “Slender Man”, rendeu apenas US$ 2,6m e amargou o 12º lugar no ranking norte-americano. Este filme nem tem previsão de lançamento no Brasil. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Megatubarão Fim de semana: US$ 44,5m Total EUA e Canadá: 44,5m Total Mundo: US$ 141,5m 2. Missão: Impossível – Efeito Fallout Fim de semana: US$ 20m Total EUA e Canadá: US$ 161,9m Total Mundo: US$ 437,5m 3. Christopher Robin – Um Reencontro Inesquecível Fim de semana: US$ 12,4m Total EUA e Canadá: US$ 50m Total Mundo: US$ 62,1m 4. Slender Man Fim de semana: US$ 11,3m Total EUA e Canadá: US$ 11,3m Total Mundo: US$ 11,3m 5. Infiltrado na Klan Fim de semana: US$ 10,7m Total EUA e Canadá: US$ 10,7m Total Mundo: US$ 11,1m 6. Meu Ex É um Espião Fim de semana: US$ 6,6m Total EUA e Canadá: US$ 24,5m Total Mundo: US$ 26,2m 7. Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo Fim de semana: US$ 5,8m Total EUA e Canadá: US$ 103,84m Total Mundo: US$ 280,8m 8. O Protetor 2 Fim de semana: US$ 5,5m Total EUA e Canadá: US$ 89,6m Total Mundo: US$ 99,8m 9. Hotel Transilvânia 3 Fim de semana: US$ 5,8m Total EUA e Canadá: US$ 146,8m Total Mundo: US$ 378,2n 10. Homem-Formiga e a Vespa Fim de semana: US$ 4m Total EUA e Canadá: US$ 203,5m Total Mundo: US$ 448,9m
Missão Impossível mantém liderança nas bilheterias dos Estados Unidos – e do mundo
“Missão: Impossível – Efeito Fallout” superou três estreias amplas para se manter no topo das bilheterias em seu segundo fim de semana na América do Norte. Em 10 dias, o filme já soma 124,4m nos Estados Unidos e Canadá e US$ 329,4m em todo o mundo. Orçado em US$ 178m, mais despesas de marketing (na casa dos US$ 80m), a produção precisaria teoricamente atingir US$ 600m para zerar suas contas. E já tem mais da metade deste valor. Repetindo: em 10 dias. Além disso, sua estreia na China, segundo maior mercado do mundo, só vai acontecer em 31 de agosto. Portanto, não comprem ações indicadas por quem escreveu nessa semana que a verdadeira “missão impossível” do longa da Paramount seria se pagar. Para completar, o sexto “Missão Impossível” teve um dos menores declínios de toda a franquia em sua segunda semana de exibição, perdendo só 43% do público em relação à estreia. O filme estrelado por Tom Cruise também liderou a bilheteria mundial no fim de semana. O sucesso da Paramount representou dor de cabeça para a Disney, que pela segunda vez neste ano não conseguiu emplacar uma estreia em 1º lugar. “Christopher Robin”, fábula com atores inspirada nos desenhos (e livros) do Ursinho Pooh, precisou se contentar com o 2º lugar e uma bilheteria bastante esquálida para esse tipo de produção: US$ 25m. O desempenho é ainda pior que o de “Uma Dobra no Tempo” (US$ 33,1m) em março. E curiosamente ambas são produções originais da Disney e não de um dos estúdios recentemente comprados pelo conglomerado – o que demonstra a importância da estratégia de aquisições do CEO Bob Iger. Por sinal, a Marvel deu um motivo para a Disney comemorar este fim de semana. “Pantera Negra” cruzou a impressionante marca de US$ 700m de arrecadação na bilheteria doméstica, tornando-se o terceiro filme a ultrapassar esse valor – após “Avatar” (US$ 760,5m) e “Star Wars: O Despertar de Jedi” (US$ 936,6m) – em todos os tempos. Leia mais aqui. As outras estreias da semana amargaram uma performance muito abaixo do esperado. A comédia “Meu Ex É um Espião” ficou em 3º lugar com US$ 12,3m, enquanto a fantasia juvenil “Mentes Sombrias” implodiu em 8º com 5,8m. Ambos também tiveram que lidar com críticas muito negativas – respectivamente, 38% e 18% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Mas há um lado positivo nesses fracassos, pois deixam claro para os estúdios que filmes de espiãs estabanadas e adaptações de best-sellers de sci-fi juvenil já deram o que tinham que dar. As três estreias americanas vão chegar ainda neste mês no Brasil. “Christopher Robin” e “Mentes Sombrias” estreiam no dia 16, e “Meu Ex É um Espião” na semana seguinte, em 23 de agosto. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Missão: Impossível – Efeito Fallout Fim de semana: US$ 35m Total EUA e Canadá: 124,4m Total Mundo: US$ 329,4m 2. Christopher Robin – Um Reencontro Inesquecível Fim de semana: US$ 25m Total EUA e Canadá: US$ 25m Total Mundo: US$ 29,8m 3. Meu Ex É um Espião Fim de semana: US$ 12,3m Total EUA e Canadá: US$ 12,3m Total Mundo: US$ 12,3m 4. Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo Fim de semana: US$ 9m Total EUA e Canadá: US$ 91,3m Total Mundo: US$ 230,5m 5. O Protetor 2 Fim de semana: US$ 8,8m Total EUA e Canadá: US$ 79,85m Total Mundo: US$ 87,5m 6. Hotel Transilvânia 3 Fim de semana: US$ 8,24m Total EUA e Canadá: US$ 136,4m Total Mundo: US$ 338,7m 7. Homem-Formiga e a Vespa Fim de semana: US$ 6,1m Total EUA e Canadá: US$ 195,4m Total Mundo: US$ 426,2m 8. Mentes Sombrias Fim de semana: US$ 5,8m Total EUA e Canadá: US$ 5,8m Total Mundo: US$ 9,8m 9. Os Incríveis 2 Fim de semana: US$ 5m Total EUA e Canadá: US$ 583,1m Total Mundo: US$ 1b 10. Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas Fim de semana: US$ 4,8m Total EUA e Canadá: US$ 20,7m Total Mundo: US$ 23,1m
Fãs estão preocupados com o misterioso desaparecimento de uma das atrizes mais famosas da China
Fan Bingbing, uma das atrizes chinesas mais conhecidas do mundo, estrela de “Homem de Ferro 3” e “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”, está desaparecida há um mês. De acordo com a emissora britânica BBC, ela não é vista em público desde o dia 1º de julho, depois de visitar um hospital infantil, e não se manisfesta nas redes sociais, onde tem um dos maiores números de seguidores da China, desde o último dia 23. O desaparecimento aconteceu após a atriz ser acusada, em maio, de evasão fiscal pelo apresentador de TV Cui Yongyuan. Ela teria assinado contratos de filmes conhecidos com “yin e yang”, em que atores supostamente assinam documentos com salários diferentes, mas só apresentam o de valor mais baixo para o governo. Trata-se de uma tática para reduzir os impostos recolhidos. O contrato que ela foi acusada de embolsar seria de US$ 1,6 milhão. No fim de junho, o governo chinês anunciou uma ofensiva contra os “salários exagerados” da indústria cinematográfica do país, para impedir evasões fiscais e o “culto ao dinheiro”. Segundo reportou a agência oficial Xinhua, o governo estaria defendendo o “desenvolvimento saudável da indústria cinematográfica” da China. Em junho, o governo começou a investigar “casos de evasões fiscais de certos filmes e profissionais de TV, alegados em discussões on-line”. “Esses problemas não só empurram os custos de programas de televisão e produções de filmes para cima, como afetam a qualidade da criação, destroem a saúde da indústria cinematográfica e criam uma tendência de adoração ao dinheiro”, afirmou a agência oficial do país. O governo afirma que as produções cinematográficas chinesas devem reforçar o benefício à sociedade mais que as bilheterias. A atriz sumiu logo após essas declarações. Usuária assídua da rede de microblog chinesa Sina Weibo, com mais de 62 milhões de seguidores, ela não usa a plataforma desde o dia 23 de julho. Na ocasião, não postou nada, mas rompeu um longo hiato para curtir algumas publicações. Três dias depois, o jornal chinês The Economic Observer noticiou que diversas pessoas da equipe de Fan estavam sendo questionadas pela polícia e que o irmão da atriz havia sido impedido de deixar o país. A matéria foi retirada do ar e a família da atriz não comentou o caso. Fãs continuam pedindo nas redes sociais para Fan Bingbing comentar se está bem, mas, até agora, nem a atriz nem os estúdios responsáveis pelos seus filmes se manifestaram.
Globo anuncia concorrência com a Netflix no Brasil, mas projeto de streaming é de “terceira”
A Globo apresentou mais detalhes de seu projeto de streaming. Durante o Pay-TV Forum 2018, evento destinado a discutir rumos para a TV paga no Brasil, João Mesquita, diretor-geral do Globo Play, revelou que a estratégia é muito mais ambiciosa que oferecer produções exclusivas da emissora. Ele apresentou o projeto como se fosse supostamente um serviço para rivalizar com a Netflix no Brasil, com um grande catálogo de filmes e séries internacionais dos principais estúdios de Hollywood. “Vamos ser tão grandes quanto qualquer player internacional”, exaltou Mesquita. O discurso impressionou os repórteres presentes ao evento, que repercutiram a comparação com a Netflix em vários artigos publicados nesta terça (31/7). Entretanto, obstáculos do mercado e falta de prioridade interna na própria Globo impedem a materialização desta ambição. O negócio é, no fundo, o que o Globo Play já oferece – sem impressionar – , com um pouco de gordura para aumentar o caldo. Para começar, os filmes não seriam inéditos para quem tem TV paga. Mesquita informou que eles passariam primeiro no Telecine e na plataforma online do Telecine, que também pertencem ao conglomerado Globo. Assim, o “novo” serviço de streaming seria, na verdade, uma “terceira janela” para filmes, à frente apenas da exibição na TV aberta. A maioria das séries também seriam reprises de programas da TV paga. À exceção de “The Good Doctor”, que o Globo Play adquiriu com exclusividade, as demais citadas no evento são produções antigas. “The Big Bang Theory”, “House” e “Arquivo X” já foram inclusive exibidas na TV aberta, embora duas ainda tenham episódios novos em produção. Outros títulos citados foram a badalada “The Handmaid’s Tale”, vencedora do Emmy e do Globo de Ouro, e a série de super-heróis “The Gifted”, ambas disponíveis em canais por assinatura. Séries produzidas pela Globosat (Multishow, GNT e Gloob) estariam no projeto, mas enfrentam a mencionada falta de prioridade do serviço no organograma da Globo. Assim como no caso do Telecine, que continuará sendo o principal destino dos filmes, cada canal decidirá internamente se aceita ter seus produtos adiantados no streaming. “A decisão de quem vai exibir primeiro vem depois”, disse o diretor-geral. Mas a informação é que os canais pagos do grupo só cederão programas antigos, para não canibalizar as assinaturas de TV. Restariam, portanto, as produções exclusivas da TV aberta. Séries como “Ilha de Ferro” e “Assédio”, que chegariam primeiro ao streaming, antes de passar na TV. O Globo Play atual já tem feito isso com atrações da Globo desde “Supermax” e chegou a exibir “Carcereiros” com nove meses de antecedência. Mas isto não rendeu audiência significativa. Segundo o executivo, o Globo Play é acessado todo mês por mais de 20 milhões de usuários. A maioria busca conteúdo gratuito, como o acesso online à programação ao vivo e trechos de novelas e programas. A quantidade de pagantes pelo serviço, contudo, é “irrelevante”, ele revelou. A aposta é que isso mude com a nova programação. Ou seja, no fundo, o objetivo desse reforço no catálogo de séries e filmes não visa realmente concorrer com a Netflix – nem poderia ser, da forma como foi apresentado – , mas convencer os usuários a assinar o serviço, que atualmente custa R$ 18,90 mensais e quase não tem atrativos exclusivos. Entretanto, se não receber maior prioridade na Globosat, dificilmente conseguirá ser mais que o primo pobre que fica com as sobras da empresa – um streaming de “terceira” janela. Um último detalhe diz respeito ao nome do serviço. Embora tenha apresentado o serviço como um Globo Play vitaminado, Mesquita não descartou levar a sério a piada do nome Globoflix. A Globo chegou a registrar este nome, que tem sido usado na mídia de forma pejorativa para se referir ao negócio. Mas, no ano passado, a Netflix começou a processar todas as empresas que usam o sufixo flix em algum tipo de serviço de streaming. A Sexflix, da produtora Brasileirinhas, foi a primeira a receber notificação no Brasil.
Novo Missão Impossível abre em 1º lugar com a melhor estreia da franquia
Após conquistar as críticas mais positivas da franquia, “Missão: Impossível – Efeito Fallout” também demonstrou o melhor desempenho nas bilheterias, estreando em 1º lugar na América do Norte – e no mundo. A arrecadação de US$ 61,5m (milhões) no primeiro fim de semana em cartaz nos Estados Unidos e no Canadá é a maior já registrada pela cinessérie de ação da Paramount. Até então, a melhor abertura pertencia à “Missão: Impossível II” (US$ 57,8m). Mas para dar a real dimensão do feito, já que os valores parecem pequenos diante dos blockbusters de super-heróis, é bom considerar que esse faturamento representa a segunda maior estreia da carreira inteira do astro Tom Cruise, perdendo apenas para “Guerra dos Mundos” (US$ 64,9m) na América do Norte. Não só isso. O resultado mundial de US$ 153,5m também é recorde na franquia, superando com folga os US$ 131,5m obtidos por “Missão: Impossível – Nação Secreta” há três anos. Deste total, US$ 92m vêm das bilheterias internacionais, outro recorde para a cinessérie de espionagem. O detalhe é que o filme foi lançado em apenas 36 países – cerca de 40% do mercado internacional. Ou seja, a bolada vai crescer muito ainda. Outras marcas conquistadas por “Missão: Impossível – Efeito Fallout” são a aprovação de 97% da crítica, registrada no site Rotten Tomatoes, e a nota A, registrada na pesquisa de opinião do CinemaScore – as maiores notas dentre todas as “Missões Impossíveis”. “Tom Cruise tem provado repetidamente que quando se trata de ação, ele é uma das estrelas mais confiáveis que existem. Nós tivemos todos esses grandes filmes de verão com efeitos visuais. Agora vem um filme onde o ator e o diretor filmam a ação com truques reais. Isto fornece entretenimento cru e visceral que está deixando as pessoas realmente animadas”, disse Kyle Davies, chefe de distribuição doméstica da Paramount, ao avaliar a razão do sucesso da produção, para o site The Hollywood Reporter. Apenas outro filme teve estreia ampla na América do Norte durante o fim de semana: a animação de super-heróis “Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas”, que ficou abaixo das expectativas com um 5º lugar e faturamento de US$ 10,5m em mais de 3 mil cinemas. As considerações sobre o fracasso de público são as mesmas que se fazia assim que a produção foi anunciada: quem pagaria para ver o que é, em suma, um telefilme no cinema? A produção é baseada numa série infantil popular do Cartoon Network, que as crianças já veem em casa, sem precisar se deslocar. De todo modo, o investimento foi baixo (a produção custou US$ 10m) e a crítica amou a produção, com 90% de respaldo no Rotten Tomatoes, nota muito mais alta que a recebida pelos filmes supercaros e super-sérios da DC Comics. A animação será exibida apenas daqui a um mês no Brasil, prevista para 30 de agosto. De resto, “Homem-Formiga e a Vespa” superou neste fim de semana o total da arrecadação doméstica do primeiro filme, “Homem-Formiga”, ao atingir US$ 183,1m em sua quarta semana em cartaz. Entretanto, o desempenho internacional ainda permanece muito abaixo do longa original. Por fim, “Os Incríveis 2” está prestes a se tornar o quarto filme do ano a ingressar no clube dos bilionários. Atualmente com US$ 996,4m de faturamento mundial, a animação da Disney-Pixar deve atingir US$ 1 bilhão antes do próximo fim de semana. Confira abaixo os rendimentos dos demais filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique nos títulos para ler sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Missão: Impossível – Efeito Fallout Fim de semana: US$ 61,5m Total EUA e Canadá: 61,5m Total Mundo: US$ 153,5m 2. Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo Fim de semana: US$ 15m Total EUA e Canadá: US$ 70,4m Total Mundo: US$ 167,2m 3. O Protetor 2 Fim de semana: US$ 14m Total EUA e Canadá:64,2m Total Mundo: 70,3m 4. Hotel Transilvânia 3 Fim de semana: US$ 12,3m Total EUA e Canadá: US$ 119,2m Total Mundo: US$ 284,2m 5. Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas Fim de semana: US$ 10,5m Total EUA e Canadá: US$ 10,5m Total Mundo: US$ 11,5m 6. Homem-Formiga e a Vespa Fim de semana: US$ 8,4m Total EUA e Canadá: US$ 183,1m Total Mundo: US$ 394,2m 7. Os Incríveis 2 Fim de semana: US$ 7,1m Total EUA e Canadá: US$ 572,7m Total Mundo: US$ 996,4m 8. Jurassic World: Reino Ameaçado Fim de semana: US$ 6,7m Total EUA e Canadá: US$ 397,5m Total Mundo: US$ 1,2b 9. Arranha-Céu – Coragem sem Limite Fim de semana: US$ 5,4m Total EUA e Canadá: US$ 59,1m Total Mundo: US$ 225,7m 10. A Primeira Noite de Crime Fim de semana: US$ 2,2m Total EUA e Canadá: US$ 65,4m Total Mundo: US$ 111m
Disney já agiliza fusão com a Fox no Brasil
A Disney já está se mexendo para agilizar sua nova estrutura, após a aquisição da Fox, no mercado internacional. A notificação da fusão no Brasil foi feita na quinta-feira (26/7) ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), responsável por investigar e prevenir abusos econômicos no país. Na documentação enviada pela Disney, a empresa afirma que a aquisição da Fox não vai reduzir a competição nem lhe dará uma posição dominante ou de monopólio no país. A negociação já foi aprovada pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, que fez apenas uma ressalva, determinando que a Disney vendesse as emissoras esportivas regionais da Fox, por entender que elas, em conjunto com a ESPN (que já é da Disney), poderiam constituir um monopólio no segmento. A oferta da Disney para a compra da 21st Century Fox, no valor de US$ 71,3 bilhões, passou em votação quase unanime entre os acionistas de ambas as empresas nesta sexta (27/7). Ainda não está claro como se dará a configuração da nova empresa no Brasil, mas a indicação é que a Disney absorverá o estúdio Fox Film do Brasil, os canais pagos Fox, Fox Premium, Fox Life, FX e National Geographic, mas, pela negociação original nos Estados Unidos, não deverá controlar a Fox Sports.












