Teaser do documentário “Harry e Meghan” promete polêmicas da família real
A Netflix divulgou o teaser do documentário “Harry & Meghan”, que promete mostrar detalhes da intimidade do príncipe Harry e sua esposa Meghan Markle, além de aprofundar polêmicas envolvendo o rompimento do casal com a realeza britânica. “Ninguém vê o que acontece por trás de portas fechadas”, afirma Harry no teaser. “Fiz de tudo para proteger a minha família.” Entre várias fotos e vídeos inéditos do casal, uma cena traz Meghan chorando em um sofá. No mesmo corte, Harry parece preocupado ao lado da esposa. Em outro momento do trailer, Meghan questiona: “Quando tudo está em jogo, não faz mais sentido ouvir a nossa versão da história?” Segundo a Netflix, o público “nunca viu a história de Meghan e Harry contada assim”. Vale ressaltar que, em outubro, a gigante do streaming quase interrompeu o projeto e, antes disso, o diretor original do projeto se demitiu. Curioso, não? O documentário conta com depoimentos de amigos e familiares do casal, bem como imagens de arquivos pessoais. A visão de historiadores também estará presente na produção. “Harry & Meghan” é dirigido por Liz Garbus (de “Love, Marilyn”) e terá seis capítulos, que ainda não ganharam data de lançamento.
Príncipe Harry e Meghan Markle brigam com Netflix por documentário de suas vidas
O príncipe Harry e Meghan Markle estariam em desacordo com a Netflix a respeito do que eles querem revelar ao público na vindoura série documental sobre suas vidas. A série faz parte de um acordo de produção entre o casal e o serviço de streaming, mas informações obtidas pelo site Page Six apontam até mesmo uma possível quebra de contrato. O casal supostamente quer cortar grandes pedaços do documentário, que eles estão filmando há mais de um ano, algo que a cineasta Liz Garbus (“Até o Fim: A Luta Pela Democracia”), diretora da série, não concorda. E a Netflix ficou do lado da realizadora. “Harry e Meghan estão repensando sua própria história, seu próprio projeto”, disse uma fonte da Netflix ao Page Six. De acordo com outra fonte, “Harry e Meghan estão em pânico por tentar suavizar até mesmo a linguagem mais básica. Mas é a história deles, contada de suas próprias bocas”. “Eles fizeram pedidos significativos para retirar o conteúdo que eles mesmos forneceram”, complementou a fonte, que ainda disse que, se os pedidos forem atendidos, o projeto provavelmente será arquivado. Mas “a Netflix deixou claro que o projeto vai seguir adiante.” O Page Six revelou anteriormente que eles queriam editar o documentário após a morte da rainha Elizabeth II no mês passado. Isso levantou questionamentos a respeito de possíveis conteúdos envolvendo possíveis falas do casal sobre o rei Charles III e outros membros da família real. Entretanto, fontes do site apontam que o casal já estava descontente com o conteúdo antes mesmo da morte da monarca. Numa entrevista anterior, Markle foi questionada a respeito da série, que ela definiu como “o pedaço da minha vida que não pude compartilhar, que as pessoas não puderam ver – nossa história de amor”. Ela também não poupou elogios ao trabalho da documentarista Liz Garbus, que ela definiu como “incrível”. Entretanto, o contrato de Harry e Markle com a Netflix deve lhes dar o direito ao “corte final” nas suas produções. Portanto, é possível que o trabalho “incrível” de Garbus seja podado em benefício do casal. Outra possibilidade seria o cancelamento total do projeto, algo que o público apoia. Em uma pesquisa online feita no Reino Unido, intitulada “Megan e Harry deveriam cancelar sua série na Netflix?”, a maioria dos participantes votou em favor do cancelamento. Ao todo, 6298 pessoas participaram da pesquisa e 88% votaram positivamente. Alguns comentários ainda diziam que eles “deveriam cancelar todos os contratos” ou que “nem deveriam ter feito esses contratos para começo de conversa”. Outro usuário brincou dizendo que não faz diferença se cancelarem ou não, porque “eu não vou assistir de qualquer maneira.” Porém, alguns comentários foram contrários ao cancelamento. Um usuário disse que era bom revelar tudo de uma vez. Outro afirmou ainda que “a série deve continuar e os dois devem assumir as consequências.” A Netflix planejava lançar a série documental logo após a estreia da 5ª temporada de “The Crown”, que chega ao serviço em novembro. Porém, até o momento a produção permanece sem previsão de estreia.
Meghan Markle critica “Kill Bill” por estereótipo asiático. Lucy Liu diz que isso é racismo
Meghan Markle voltou a seu podcast para criticar os filmes “Kill Bill – Volume 1” (2003) e “Austin Powers em o Homem do Membro de Ouro” (2002) pela sua representação negativa e estereotipada das mulheres asiáticas. No episódio mais recente do podcast “Archetypes”, Markle acusou esses e outros filmes de representarem aquilo que ficou conhecido como a “Dama Dragão” (Dragon Lady), um estereótipo usado para definir mulheres asiaticas como fortes, dominadoras, misteriosas e sexualmente atraentes. Entretanto, a atriz Lucy Liu, que estrelou “Kill Bill”, já desbancou essa acusação, chamando a própria afirmação de racista. “Filmes como ‘Austin Powers’ e ‘Kill Bill’ apresentaram essas personagens de mulheres asiáticas como sexualizadas ou agressivas”, disse Markle. “E não são apenas esses dois exemplos, há muitos outros. Isso se infiltrou no nosso entretenimento. Mas esse estereótipo tóxico de mulheres de ascendência asiática não termina após a exibição dos créditos dos filmes.” A convidada de Markle no podcast foi Nancy Wang Yuen, que escreveu sobre o estereótipo da “Dama Dragão” no seu livro “Reel Inequality: Hollywood Actors and Racism”. Yeun contou o caso de um homem que gritou para ela a frase “me so horny” (eu tão excitada), originalmente dita por uma prostituta vietnamita no filme “Nascido para Matar” (1987). “Eu mesma fui abordada em um aeroporto em Atlanta por um estranho que disse: ‘me so horny’. Ele apenas gritou isso para mim”, contou Yeun. “Eu sabia o motivo porque olhei em volta e vi que eu era a única mulher asiática naquele local. Eu sabia que ele estava falando comigo, embora eu nem saiba se ele tinha visto ‘Nascido para Matar.’” Vale apontar que a frase foi sampleada num hit do grupo de rap 2 Live Crew, que fez muito mais sucesso que o filme na época. De todo modo, Lucy Liu, a suposta dama dragão de “Kill Bill – Volume 1″, já foi categórica sobre esse tipo de interpretação. Em 2021, a Teen Vogue publicou um ensaio intitulado “Hollywood desempenhou um papel na hipersexualização das mulheres asiáticas”. Nesse ensaio, a autora India Roby definiu a Dragon Lady como uma personagem que “usa sua sexualidade como uma poderosa ferramenta de manipulação, mas muitas vezes é emocional e sexualmente fria e ameaça a masculinidade”. Roby, assim como Markle, citou a personagem O-Ren Ishii (interpretada por Liu) como um exemplo contemporâneo do estereótipo. Porém, Liu contestou essa alegação. Em uma publicação no Washington Post, ela afirmou que a acusação não faz sentido, já que Quentin Tarantino, roteirista e diretor de “Kill Bill”, criou outras personagens femininas semelhantes para o filme. “‘Kill Bill’ apresenta três outras mulheres assassinas profissionais além de Ishii. Por que não chamar Uma Thurman, Vivica A. Fox ou Daryl Hannah de dama dragão?” Liu questionou. “Só posso concluir que é porque elas não são asiáticas”, continuou ela, explicitando o racismo da acusação. “Eu poderia estar vestindo um smoking e uma peruca loira, mas ainda assim teria sido rotulada como uma dama dragão por causa da minha etnia”, acrescentou. “Se eu não posso interpretar certos papéis porque os americanos convencionais ainda me veem como Outro, e eu não quero ser escalada apenas em papéis ‘tipicamente asiáticos’ porque eles reforçam estereótipos, eu começo a sentir as paredes da caixa metafórica onde nós, as mulheres asiáticas, somos colocadas”, concluiu.
Netflix cancela produção de série de Meghan Markle
Os recentes cortes financeiros ocasionados pela estagnação das assinaturas da Netflix atingiram várias produções animadas em desenvolvimento na plataforma. Entre elas, encontra-se “Pearl”, a série animada que marcaria a primeira criação ficcional de Meghan Markle para o streaming. Anunciada com alarde pela Netflix no ano passado, “Pearl” acompanharia as aventuras de uma menina de 12 anos, que encontra inspiração em uma variedade de mulheres influentes ao longo da história. A atração do Archewell Studios, companhia criada por Markle e seu marido, o príncipe Harry, também incluía David Furnish, marido de Elton John, entre seus produtores. Outras duas séries animadas infantis que tiveram suas produções encerradas foram “Dino Daycare”, do produtor Chris Nee (“Ada Twist”), e “Boons and Curses”, uma aventura no sul da Ásia. A Netflix também pretende reformular seu setor de animação, que parece ter sido o mais afetado pela ordem de restringir o orçamento com conteúdos originais.
Jornal britânico publica pedido de desculpas a Meghan Markle
O jornal britânico Mail on Sunday publicou um pedido de desculpas a Meghan Markle em sua primeira página neste domingo (26/12), após perder uma batalha judicial para a duquesa de Sussex no início deste ano. A breve declaração, publicada na íntegra na página 3 e na edição online do jornal, tem um título simples, “A Duquesa de Sussex”. Mas o texto reconhece que a empresa editora do jornal, Associated Newspapers, perdeu a causa por invasão da privacidade de Markle. “O Tribunal concluiu que a Associated Newspapers infringiu direitos autorais ao publicar trechos de uma carta escrita à mão [por Markle] para seu pai no Mail on Sunday e no Mail Online. Compensações financeiras foram acordadas”, diz o texto. Só em custas processuais, o jornal deve cerca de US$ 1,8 milhões a Markle. Em sua decisão final, o tribunal de apelação alegou “que a duquesa poderia razoavelmente esperar que sua vida privada fosse respeitada”, e ordenou a publicação do pedido de desculpas e a indenização à duquesa. A carta publicada sem autorização pelo jornal foi escrita em agosto de 2018, poucos meses depois de Meghan se casar com o príncipe Harry, e nela a atriz pedia ao pai que parasse de fazer declarações falsas à imprensa. Quando a decisão da Justiça britânica foi anunciada no começo de dezembro, Markle comemorou a vitória dizendo esperar que ajudasse a moralizar a indústria sensacionalista dos tabloides. “É uma vitória para mim, mas também para os que tinham medo de defender o que é justo”, disse a americana em comunicado. “O mais importante é que agora somos coletivamente corajosos o suficiente para remodelar uma indústria de tabloides que leva as pessoas a serem cruéis e lucra com as mentiras e a dor que cria”, afirmou.
Meghan Markle vence processo contra jornal britânico
A atriz Meghan Markle evocou seus dias da série jurídica “Suits” ao vencer um processo de 450 mil libras esterlinas (cerca de R$ 3,3 milhões) contra a empresa do jornal britânico “Daily Mail”. Ela processou o tabloide por publicar uma carta privada endereçada a seu pai, Thomas Markle, sem sua autorização, na edição dominical “The Mail on Sunday”, de grande circulação nacional. O processo já estava em fase de recurso após uma condenação inicial, e nesta quinta (2/12) o jornal perdeu a última batalha legal. Em sua decisão, o tribunal “mantém a decisão de que a duquesa poderia razoavelmente esperar que sua vida privada fosse respeitada”. Publicada também no site do jornal, a carta foi escrita em agosto de 2018, poucos meses depois de Meghan se casar com o príncipe Harry,e nela a atriz pedia ao pai que parasse de fazer declarações falsas à imprensa. A defesa do jornal britânico argumentou que a carta havia sido escrita com o conhecimento de que poderia ser veiculada na mídia. Para isso, levou um ex-secretário de Markle e do Príncipe Harry que afirmou haver “a possibilidade de vazamento em mente” desde o rascunho do documento. Os advogados da atriz argumentaram que ela não acreditava que seu pai vazaria a carta e que ela não tinha o desejo de tornar o documento público. Além de precisar indenizar a atriz, o tabloide também foi condenado a relatar sua derrota legal em matéria publicada em sua primeira página. Markle comemorou a vitória, dizendo esperar que a decisão ajude a moralizar a indústria dos tabloides. “É uma vitória para mim, mas também para quem tenha tido medo de defender o que é justo”, disse a americana em comunicado. “O mais importante é que agora somos coletivamente corajosos o suficiente para remodelar uma indústria de tabloides que leva as pessoas a serem cruéis e lucra com as mentiras e a dor que criam”, afirmou.
Telefilme recria briga do Príncipe Harry e Meghan Markle com a família real
O canal pago americano Lifetime divulgou o trailer de sua versão do “Megxit”, o rompimento do Príncipe Harry e Meghan Markle com a família real britânica. Intitulado “Harry & Meghan: Escaping the Palace”, o novo telefilme faz parte de uma trilogia dedicada ao casal, que começou com uma produção em clima romântico, “Harry & Meghan: Um Amor Real”, em 2018, e também inclui “Harry & Meghan: Becoming Royal”, sobre as dificuldades do primeiro ano de casamento, lançado em 2019. Escrito por Scarlett Lacey e dirigido por Menhaj Huda, que assinaram toda a trilogia, o longa vai retratar os acontecimentos que levaram o casal a trocar os palácios britânicos pela vida nos EUA, em meio a ataques da imprensa inglesa e vazamentos cruéis dos funcionários da realeza, com paralelos à história da Princesa Diana, mãe de Harry. A prévia mostra até uma recriação da famosa entrevista de Oprah Winfrey, em que a família real foi acusada de racismo. Todos os três filmes trazem atores diferentes nos papéis principais. Desta vez, o duque e a duquesa de Sussex são interpretados por Jordan Dean (“O Justiceiro”) e Sydney Morton (“Ela Quer Tudo”). A estreia está marcada para 6 de setembro.
Meghan Markle anuncia série animada para a Netflix
A atriz e duquesa Meghan Markle está desenvolvendo sua primeira série animada, que ela irá produzir em parceria com David Furnish, o marido de Elton John. Chamada “Pearl” (pérola), a atração vai girar em torno das aventuras de uma garota de 12 anos que é inspirada por mulheres influentes da História. A série está atualmente em fase de desenvolvimento para a Netflix, onde a atriz e seu marido, o Príncipe Harry, têm um contrato de produção. Markle deu mais detalhes do projeto nas redes sociais de sua produtora, a Archewell. “Como muitas meninas de sua idade, nossa heroína Pearl está numa jornada de autodescoberta enquanto tenta passar pelos desafios diários da vida. Estou muito entusiasmada que a Archewell Productions, em parceria com a poderosa plataforma da Netflix, e esses produtores incríveis, irão trazer juntos esta série animada, que celebra mulheres extraordinárias pela história. David Furnish e eu estamos ansiosos para trazer esta série especial à luz, e eu estou encantada de poder anunciar isso hoje”, escreveu. Além de Markle e Furnish, a série terá produção de Carolyn Soper (“Enrolados”) e dos vencedores do Emmy Liz Garbus (“What Happened, Miss Simone?”) e Dan Cogan (“Ícaro”). Para completar, Amanda Rynda (“The Loud House”) está a bordo como showrunner. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Archewell by Harry and Meghan (@archewell_hm)
Príncipe Harry e Meghan Markle anunciam nascimento da filha
O príncipe Harry e sua esposa Meghan Markle anunciaram o nascimento de Lilibet Diana, a segunda filha do casal. “É com grande alegria que o Príncipe Harry e Meghan, o Duque e a Duquesa de Sussex, dão as boas-vindas a sua filha, Lilibet “Lili” Diana Mountbatten-Windsor, ao mundo”, diz o texto do comunicado que revelou o nascimento. “Lili nasceu na sexta-feira, 4 de junho às 11h40, sob os cuidados de confiança dos médicos e da equipe do Santa Barbara Cottage Hospital em Santa Barbara, Califórnia”. “Lili recebeu o nome de sua bisavó, Sua Majestade, a Rainha, cujo apelido da família é Lilibet. Seu nome do meio, Diana, foi escolhido em homenagem a sua querida avó, a princesa de Gales”, explica a nota. O casal também agradeceram o apoio recebido durante a gestação, que aconteceu após Meghan revelar que tinha sofrido um abordo espontâneo. “Em 04 de junho, fomos abençoados com a chegada de nossa filha, Lili. Ela é mais do que jamais poderíamos ter imaginado, e continuamos gratos pelo amor e pelas orações que sentimos em todo o mundo. Obrigado por sua contínua gentileza e apoio durante este momento muito especial para nossa família”, agradeceu o casal. Abalo na família real A gravidez tinha sido revelada em fevereiro, em uma data simbólica – a mesma em que, em 1984, a Princesa Diana revelou estar grávida de Harry. O sexo do bebê foi revelado durante uma polêmica entrevista do casal com a apresentadora Oprah Winfrey. A entrevista abalou a família real britânica por denúncias de racismo e temores, por parte do príncipe, de que a perseguição da imprensa britânica fizesse Meghan ter o mesmo destino de sua mãe. Harry e Meghan já são pais de Archie, de dois anos, que a família real britânica decidiu não considerar nobre. Por conta disso e outros problemas citados na entrevista com Oprah, os dois anunciaram a saída da realeza britânica, abriram mãos dos títulos reais e patronatos, além do dinheiro público da monarquia, e se mudaram para os EUA, onde fecharam contrato com a Netflix e estão desenvolvendo diversas atividades ligadas à indústria do entretenimento.
Príncipe Harry e Meghan Markle anunciam primeira produção para a Netflix
A Archewell Productions, empresa do príncipe Harry e Meghan Markle, anunciou sua primeira série produzida em parceria com a Netflix. “Heart of Invictus” será uma série documental contando a história de atletas que competem nos Jogos Invictus, torneio fundado pelo próprio príncipe Harry para veteranos das forças armadas de vários países do mundo. Harry também deve aparecer em frente às câmeras na série, além de servir como produtor executivo. Já a direção ficou a cargo da dupla Orlando von Einsiedel e Joanna Natasegara, vencedores do Oscar pelo curta “Os Capacetes Brancos” (2016). “Desde os primeiros Jogos Invictus, em 2014, sabíamos que cada competidor ia contribuir de sua própria forma excepcional para formar um mosaico de resiliência e determinação. Esta série dará às comunidades ao redor do mundo uma janela para as histórias tocantes e inspiradores desses competidores, em seu caminho para os próximos jogos, no ano que vem, na Holanda”, disse Harry em comunicado sobre a produção. O projeto é o primeiro anunciado pelo casal, sete meses depois de assinar contrato com a plataforma de streaming. Harry e Meghan também tem um acordo com o Spotify para produzir podcasts, e pelo qual lançaram, no ano passado, uma mensagem de Natal.
Príncipe Harry e Meghan Markle vão ganhar terceiro filme do Lifetime
O canal pago Lifetime vai fazer seu terceiro telefilme sobre o Príncipe Harry e Meghan Markle. Na esteira da entrevista polêmica do casal com Oprah Winfrey, que denunciou racismo na família real, o Lifetime deu luz verde para “Harry & Meghan: Escaping the Palace”, que promete “revelar o que levou o casal a romper com a família real”. O novo filme completa uma trilogia com “Harry & Meghan” (2018), sobre o romance dos recém-casados, e “Harry & Meghan: Becoming Royal” (2019), sobre o primeiro ano do casal. A continuação contará com os mesmos diretor e roteirista dos filmes anteriores, respectivamente Menhaj Huda e Scarlett Lacey. Mas não está claro se haverá repetição de intérpretes, uma vez que atores diferentes estrelaram as duas produções. As gravações estão marcadas para esta primavera norte-americana (nosso outono), com a exibição prevista para o outono (nossa primavera).
Meghan Markle leva uma das principais agências de paparazzi dos EUA à falência
A Splash News & Picture Agency, uma das mais conhecidas agências de paparazzi dos EUA, entrou com pedido de falência nos EUA. E um dos motivos alegados foi um processo da atriz e duquesa Meghan Markle. No documento que apresenta o pedido judicial, a presidente da Splash, Emma Curzon, listou três causas para o motivo da falência. Uma delas foi a pandemia global, que diminuiu a quantidade de celebridades participando de festas e dando mole para flagrantes ultrajantes, afetando assim a capacidade da agência de ganhar dinheiro. Para complicar, a situação se tornou verdadeiramente insustentável por conta de dois processos. Um deles é de uma ex-funcionária que alega assédio moral e sexual no ambiente de trabalho. O outro é de Meghan Markle, que se tornou a principal fonte de despesas da Splash. Meghan entrou com uma ação milionária por violação de privacidade contra a Splash, que precisou fazer um empréstimo de quase US$ 1 milhão para se defender. Entretanto, com falta de recursos, a empresa não conseguiu honrar os pagamentos, o que a levou a pedir falência como forma de se proteger e evitar que os credores assumissem seus bens. A briga de Meghan com a Splash é por causa de fotos tiradas durante uma “excursão particular de família” em um parque no Canadá. “O caso envolve questões relacionadas à liberdade de expressão sob a lei do Reino Unido e, infelizmente, provou ser insuportavelmente caro para a Splash continuar sua defesa”, disse Curzon. “Além disso, caso os demandantes prevalecessem nesse caso, provavelmente resultaria em uma grande indenização de honorários advocatícios contra a Splash. Não obstante o mérito do caso, a empresa tentou resolver a questão, mas não conseguiu chegar a um acordo financeiro de liquidação dentro de seus recursos.” Os representantes de Meghan não aceitaram a oferta para encerrar a ação e ela continuou correndo na Justiça, drenando ainda mais os recursos da agência. Importante observar que, enquanto a Splash lutava para provar seu direito à liberdade de expressão contra Markle, também entrou com processos contra várias celebridades por usaram fotos de si mesmas tiradas por paparazzi da agência. A Splash foi pioneira em ações contra pessoas por postarem fotos de si mesmas sobre as quais não teriam direitos. Entre os alvos das ações estão Jennifer Lopez, Jessica Simpson, Liam Hemsworth e Nicki Minaj. O mesmo argumento é usado pelos advogados de Meghan Markle contra a agência, alegando que ela não tinha recebido autorização não tinha direito a tirar as fotos para começar.
Príncipe William responde à Harry: “Não somos uma família racista”
Quatro dias após a entrevista explosiva do príncipe Harry e Meghan Markle para a apresentadora Oprah Winfrey sacudir a família real britânica, o príncipe William resolveu comentar pessoalmente as acusações de seu irmão e cunhada. Embora alguns jornais tenham noticiado que a Rainha Elizabeth I também se manifestou, na verdade, após um comunicado protocolar do Palácio de Buckingham, William é o primeiro integrante da família a reagir às acusações polêmicas de racismo dentro da família real. Durante uma visita a uma escola em Londres ao lado de sua esposa, Kate Middleton, William disse que ainda não conversou com seu irmão, de quem se distanciou em meio à crise que levou Harry a romper com o Palácio de Buckingham, mas que pretende fazê-lo. E afirmou: “Nós não somos nem um pouco uma família racista”. O comentário refere-se às alegações de Meghan e Harry de que um membro da família real teria feito comentários racistas sobre a cor da pele do filho que esperavam. Além disso, a Coroa também decidiu que Archie, hoje com quase 2 anos, não receberia nenhuma proteção ou o título de príncipe, algo a que seria seu direito automático quando o avô, o príncipe Charles, subisse ao trono. Os filhos de William, que são brancos, não sofreram a mesma restrição. Durante a conversa televisionada no último domingo (7/3), Harry deixou claro que sua relação com William não passa por seu melhor momento, usando a palavra “distância” para defini-la. “Eu já disse antes, amo muito o William. Ele é meu irmão. Atravessamos o inferno juntos, temos uma experiência compartilhada. Mas estamos em caminhos diferentes”. Segundo Harry, William e Charles estão “presos” pelas amarras da tradição monárquica. O príncipe ainda disse ainda que está “realmente decepcionado” com a falta de apoio de seu pai, que parou de atender seus telefonemas após ele e Meghan anunciarem que se afastariam de suas obrigações reais, em 2020. Após a entrevista, os funcionários do departamento de relações públicas do Palácio de Buckingham emitiram uma nota oficial curta em resposta a Harry e Meghan, dizendo que as questões raciais levantadas durante a entrevista são “preocupantes” e “levadas muito a sério”, mas fazendo a ressalva de que “algumas lembranças” sobre o episódio “podem variar”. O comunicado diz ainda que o assunto será tratado entre portas fechadas pela monarquia. Ou seja, será abafado. O palácio encerrou afirmando que “Harry, Meghan e Archie sempre serão membros muito amados da família”, mas o status de Archie continua igual: ele é o único membro que a família não reconhece como parte da realeza.





