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  • Série

    Trailer de série sci-fi com Kit Harington mostra impacto do aquecimento global

    15 de fevereiro de 2023 /

    A plataforma de streaming Apple TV+ divulgou o primeiro trailer de “Além do Limite” (Extrapolations), série sci-fi sobre aquecimento global que conta com um elenco estelar. A prévia apresenta um mundo onde as doenças foram erradicadas, o homem já pousou em Marte e a tecnologia avançou muito. Mas nada disso importa, porque as mudanças climáticas tornaram a Terra um local terrível de se viver. A série foi criada, dirigida e produzida por Scott Z. Burns, roteirista do filme “Contágio” (2011), que “previu” a pandemia do coronavírus. Agora, ele pretende prever como as pessoas vão encarar as mudanças climáticas causadas pelo aquecimento global. Na trama, as consequências caóticas da crise climática influenciam oito histórias de vida em todo o mundo, que ampliam as diferentes escolhas que os indivíduos enfrentam diante do desastre iminente. O grandioso elenco conta com Meryl Streep (“Não Olhe para Cima”), Edward Norton (“O Incrível Hulk”), Marion Cotillard (“A Origem”), David Schwimmer (“Friends”), Kit Harington (“Game of Thrones”), Yara Shahidi (“Grown-ish”), Forest Whitaker (“Pantera Negra”), Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”), Tobey Maguire (“O Grande Gatsby”), Daveed Diggs (“Expresso do Amanhã”), Matthew Rhys (“The Americans”), Heather Graham (“Amor Garantido”), Sienna Miller (“Crime sem Saída”), Tahar Rahim (“The Looming Tower”), Judd Hirsch (“Os Fabelmans”), Cherry Jones (“A Vila”), Michael Gandolfini (“Os Muitos Santos de Newark”), Diane Lane (“O Homem de Aço”), Keri Russell (“Espíritos Obscuros”), Gemma Chan (“Eternos”), Murray Bartlett (“The White Lotus”) e o cantor Ben Harper. “Além do Limite” estreia em 17 de março na Apple TV+.

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  • Série

    Trailer de “Perry Mason” apresenta o grande caso da 2ª temporada

    8 de fevereiro de 2023 /

    A HBO divulgou o trailer legendado da 2ª temporada de “Perry Mason”, em que o protagonista lida com novos casos envolvendo assassinato e conflitos sociais. As imagens também destacam a repressão violenta da polícia numa favela de imigrantes latinos e a dificuldade enfrentada por Mason e sua equipe para encontrar provas contra os homens mais poderosos da cidade. A 2ª temporada vai se passar alguns meses após o julgamento do caso Dodson, visto na 1ª temporada, com Perry se mudando da casa na fazenda e trocado sua jaqueta de couro por um terno bem passado para frequentar tribunais. Apesar disso, a história se passa no pior ano da Depressão, o que faz Perry e Della (Juliet Rylance) buscarem casos civis para sua firma, abandonando o trabalho criminal. Infelizmente, não há muito trabalho para Paul (Chris Chalk) em testamentos e contratos, então ele fica por conta própria. Mas um caso proeminente acaba dominando a atenção de Los Angeles, e a constante busca de justiça da parte de Perry revela que nem tudo é o que parece. O revival de “Perry Mason”, desenvolvido pelos roteiristas Rolin Jones e Ron Fitzgerald (ambos de “Friday Night Lights”) para a Team Downey, a produtora do ator Robert Downey Jr., também tem seu elenco reforçado por Katherine Waterston (da franquia “Animais Fantásticos”), Peter Mendoza (“NCIS”), Hope Davis (“Love Life”), Jon Chaffin (“BMF”), Fabrizio Guido (“Mr. Iglesias”), Onohoua Rodriguez (“The Shield”) e Jee Young Han (“Zoey’s Extraordinary Playlist”). O maior diferencial da atração em relação às adaptações anteriores do personagem é sua encenação nos anos 1930, época dos primeiros livros de Erle Stanley Gardner. Essa característica não chamou atenção nos filmes e séries anteriores, porque eram contemporâneos dos livros – os sete longas de “Perry Mason” foram lançados entre 1934 e 1940 e a série imensamente popular, que consagrou o ator Raymond Burr, foi ao ar de 1957 e 1966. As histórias eram contemporâneas pois Gardner só parou de escrever os casos do mais famoso advogado da literatura ao morrer em 1970 – ele até apareceu no último capítulo da série clássica, em 1966. Os novos episódios estreiam na HBO em 6 de março.

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  • Série

    Trailer de “Perry Mason 2” destaca conflitos sociais

    8 de dezembro de 2022 /

    A HBO divulgou o trailer legendado da 2ª temporada de “Perry Mason”, em que o protagonista lida com novos casos envolvendo assassinato e conflitos sociais. As imagens também destacam a repressão violenta da polícia numa favela de imigrantes latinos. A 2ª temporada vai se passar alguns meses após o julgamento do caso Dodson, visto na 1ª temporada, com Perry se mudando da casa na fazenda e trocado sua jaqueta de couro por um terno bem passado para frequentar tribunais. Apesar disso, a história se passa no pior ano da Depressão, o que faz Perry e Della (Juliet Rylance) buscarem casos civis para sua firma, abandonando o trabalho criminal. Infelizmente, não há muito trabalho para Paul (Chris Chalk) em testamentos e contratos, então ele fica por conta própria. Mas um caso proeminente acaba dominando a atenção de Los Angeles, e a constante busca de justiça da parte de Perry revela que nem tudo é o que parece. O revival de “Perry Mason”, desenvolvido pelos roteiristas Rolin Jones e Ron Fitzgerald (ambos de “Friday Night Lights”) para a Team Downey, a produtora do ator Robert Downey Jr., também vai terá o elenco reforçado por Katherine Waterston (da franquia “Animais Fantásticos”), Peter Mendoza (“NCIS”), Hope Davis (“Love Life”), Jon Chaffin (“BMF”), Fabrizio Guido (“Mr. Iglesias”), Onohoua Rodriguez (“The Shield”) e Jee Young Han (“Zoey’s Extraordinary Playlist”). O maior diferencial da atração em relação às adaptações anteriores do personagem é sua encenação nos anos 1930, época dos primeiros livros de Erle Stanley Gardner. Essa característica não chamou atenção nos filmes e séries anteriores, porque eram contemporâneos dos livros – os sete longas de “Perry Mason” foram lançados entre 1934 e 1940 e a série imensamente popular, que consagrou o ator Raymond Burr, foi ao ar de 1957 e 1966. As histórias eram contemporâneas pois Gardner só parou de escrever os casos do mais famoso advogado da literatura ao morrer em 1970 – ele até apareceu no último capítulo da série clássica, em 1966. Os novos episódios estreiam na HBO em 6 de março.

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  • Série

    Nova série da Apple escala casal de “The Americans”

    8 de novembro de 2021 /

    A minissérie “Extrapolations”, em desenvolvimento na Apple TV+, vai promover o reencontro entre Keri Russell e Matthew Rhys após o final de “The Americans”. A atriz é um dos novos nomes confirmados no elenco grandioso da produção, que será encabeçada por ninguém menos que Meryl Streep (“A Festa de Formatura”). Não está claro se ela contracenará com o ex-colega nos episódios da atração, que tem muitos personagens e histórias paralelas. Além dos citados, o elenco estelar inclui Edward Norton (“Brooklyn: Sem Pai Nem Mãe”), Kit Harington (“Eternos”), Daveed Diggs (“Expresso do Amanhã”), Gemma Chan (“Eternos”), Sienna Miller (“Sniper Americano”), Cherry Jones (“The Handmaid’s Tale”), Michael Gandolfini (“Os Muito Santos de Newark”), David Schwimmer (“Friends”), Indira Varma (“Game of Thrones”), Tahar Rahim (“O Mauritano”) e Adarsh Gourav (“O Tigre Branco”). “Extrapolations” vai explorar as consequências humanas do aquecimento global, refletindo, segundo a sinopse, “sobre como a mudança climática afeta os amores, famílias e atividades profissionais” de diferentes indivíduos. Os personagens terão suas próprias histórias, mesmo assim a minissérie é apresentada como a união de oito episódios interconectados. A série é uma criação de Scott Z. Burns, que já abordou o tema do aquecimento global como produtor do premiado documentário “Uma Verdade Inconveniente”, vencedor do Oscar em 2007. Entre outros títulos, ele também escreveu “Contágio” (2011) e dirigiu “O Relatório” (2019). Além de produzir, ele assina os roteiros e dirige todos os episódios da minissérie.

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  • Série

    Katherine Waterston entra na 2ª temporada de “Perry Mason”

    4 de novembro de 2021 /

    A atriz Katherine Waterston (da franquia “Animais Fantásticos”) entrou no elenco da 2ª temporada da série “Perry Mason”, da HBO. Ela vai interpretar Ginny Aimes, a professora dos sonhos de todos os pais – e do filho de Perry Mason (Matthew Rhys) – , enquanto a sinopse, que a descreve como um raio de sol que aquece Mason, sugere um possível romance ilícito. Além de Waterston, as novidades da 2ª temporada incluem Peter Mendoza (“NCIS”), Hope Davis (“Love Life”), Jon Chaffin (“BMF”), Fabrizio Guido (“Mr. Iglesias”), Onohoua Rodriguez (“The Shield”) e Jee Young Han (“Zoey’s Extraordinary Playlist”). A trama vai se passar alguns meses após o julgamento do caso Dodson, visto na 1ª temporada, com Perry se mudando da casa na fazenda e trocado sua jaqueta de couro por um terno bem passado. Apesar disso, a história se passa no pior ano da Depressão, o que faz Perry e Della (Juliet Rylance) buscarem casos civis para sua firma, abandonando o trabalho criminal. Infelizmente, não há muito trabalho para Paul (Chris Chalk) em testamentos e contratos, então ele fica por conta própria. Mas um caso proeminente acaba domina a atenção de Los Angeles, e a constante busca de justiça da parte de Perry revela que nem tudo é o que parece. O revival de “Perry Mason” foi desenvolvido pelos roteiristas Rolin Jones e Ron Fitzgerald (ambos de “Friday Night Lights”) para a Team Downey, a produtora do ator Robert Downey Jr., que antes de fazer a série chegou a considerar uma adaptação cinematográfica. O maior atrativo da atração é justamente a possibilidade de explorar sua encenação nos anos 1930, época dos primeiros livros do personagem, criado por Erle Stanley Gardner. Essa característica não chamou atenção nos filmes e séries anteriores, porque eram contemporâneos dos livros – os sete longas de “Perry Mason” foram lançados entre 1934 e 1940 e a série imensamente popular, que consagrou o ator Raymond Burr, foi ao ar de 1957 e 1966. As histórias eram contemporâneas porque Gardner só parou de escrever os casos do mais famoso advogado da literatura ao morrer em 1970 – ele até apareceu no último episódio da série clássica, em 1966.

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  • Série

    Meryl Streep lidera grande elenco de nova série da Apple

    19 de outubro de 2021 /

    A Apple TV+ divulgou o elenco estelar da série “Extrapolations”, nova minissérie com formato de antologia, que será lançada em streaming em 2022. O maior nome do projeto é Meryl Streep, que volta a uma de suas raras aparições em séries, após ter feito “Big Little Lies” da HBO em 2019, mas o elenco também inclui Kit Harington (“Game of Thrones”), David Schwimmer (“Friends”), Matthew Rhys (“The Americans”), Daveed Diggs (“Expresso do Amanhã”), Gemma Chan (“Eternos”), Sienna Miller (“Sniper Americano”), Tahar Rahim (“O Mauritano”) e Adarsh Gourav (“O Tigre Branco”). “Extrapolations” vai explorar as consequências humanas do aquecimento global, refletindo, segundo a sinopse, “sobre como a mudança climática afeta os amores, famílias e atividades profissionais” de diferentes indivíduos. Os personagens terão suas próprias histórias, mesmo assim a minissérie é apresentada como a união de oito episódios interconectados. O papel de Streep está sendo mantido em segredo, mas Harington, por exemplo, será o CEO de uma grande corporação, enquanto Rahim vive um homem que enfrenta a perda de memória, Rhys um magnata da construção civil, Diggs um rabino na Flórida e Schwimmer interpretará um pai preocupado com a filha adolescente. A série é uma criação de Scott Z. Burns, que já abordou o tema do aquecimento global como produtor do premiado documentário “Uma Verdade Inconveniente”, vencedor do Oscar em 2007. Entre outros títulos, ele também escreveu “Contágio” (2011) e dirigiu “O Relatório” (2019). Além de produzir, ele assina os roteiros e dirige todos os episódios da minissérie.

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    HBO Max renova série animada dos Gremlins antes da estreia

    17 de fevereiro de 2021 /

    A HBO Max renovou antecipadamente a série animada dos “Gremlins” para uma 2ª temporada. Anunciada em 2019, a atração se chama em inglês “Gremlins: Secrets of the Mogwai” e é um prólogo dos longas de Joe Dante. Como os fãs sabem, o “Gremlins” original contava a história de Billy Peltzer (Zach Galligan), que ganha um novo bichinho de estimação, um mogwai, sem imaginar que, se não seguisse as regras de como tratá-lo, poderia liberar no mundo verdadeiras pestinhas monstruosas. Escrito por Chris Columbus (o diretor de “Esqueceram de Mim”), o filme chegou aos cinemas em 1984 e fez tanto sucesso que ganhou uma continuação, “Gremlins 2: A Nova Geração”, em 1990. A animação vai voltar no tempo para mostrar o Sr. Wing – o vovô chinês interpretado nos filmes por Keye Luke – em sua infância na Xangai dos anos 1920, onde encontra pela primeira vez o amigável mogwai Gizmo. A renovação foi anunciada bem antes da estreia da série, que está atualmente em produção e só agora anunciou seu elenco de vozes, formado por Izaac Wang (“Bons Meninos”), Ming-Na Wen (“Agents of SHIELD”), BD Wong (“Jurassic World”), James Hong (“Os Aventureiros do Bairro Proibido”), AJ LoCascio (“Croods, o Início”), Gabrielle Green (“Força Danger”) e Matthew Rhys (“The Americans”). Produzida pela Warner Bros. Animation em parceria com a Amblin Television (de Steven Spielberg), a série terá 10 episódios com aproximadamente 30 minutos de duração e ainda não tem previsão de lançamento.

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  • Série

    Matthew Rhys viverá alienígena em nova série do FX

    18 de dezembro de 2020 /

    Vencedor do Emmy por “The Americans”, Matthew Rhys vai voltar a viver uma espécie de espião em nova série. Depois de espionar os americanos para os comunistas, seu novo trabalho secreto será para uma raça alienígena. Rhys será o protagonista “Wyrd”, produção em desenvolvimento no canal pago FX, o mesmo de “The Americans”. Seu personagem é um extraterrestre enviado à Terra para observar a humanidade, que trabalha disfarçado como detetive particular e está sempre disposto a investigar casos extraordinários. Trata-se de uma adaptação dos quadrinhos homônimos de Curt Pires e Antonio Fuso, lançados numa minissérie de quatro edições em 2019 pela editora Dark Horse Comics. A trama é descrita no site oficial como “um encontro de James Bond com o ‘Arquivo X’”. A adaptação está sendo feita por Sheldon Turner, roteirista de “Amor sem Escalas” (2009) e “X-Men: Primeira Classe” (2011). Além de estrelar, Rhys será produtor da série, junto com sua esposa, a atriz Keri Russell, com quem ele coestrelou “The Americans”. O ator também continua envolvido com a série “Perry Mason”, que foi renovada para a 2ª temporada na HBO.

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  • Série

    Perry Mason é renovada para 2ª temporada

    22 de julho de 2020 /

    Apresentada originalmente como uma minissérie, “Perry Mason” agradou tanto que vai virar série anual. O canal pago americano HBO anunciou ter renovado a atração estrelada por Matthew Rhys para uma 2ª temporada. A produção teve uma estreia promissora no mês passado, atraindo 1,7 milhões de telespectadores nos EUA. Os números foram maiores que os da estreia da incensada “Watchmen”, vista por 1,5 milhões de americanos após uma campanha de marketing significativamente mais intensa. “Foi uma jornada emocionante trabalhar com a equipe imensamente talentosa por trás de ‘Perry Mason'”, disse Francesca Orsi, vice-presidente executiva de programação da HBO, em comunicado. “Os telespectadores gostaram de ser transportados de volta no tempo para a Los Angeles da década de 1930 e estamos felizes em receber o programa de volta para uma 2ª temporada.” O maior diferencial do reboot é justamente sua encenação nos anos 1930, época dos primeiros livros do personagem, criado por Erle Stanley Gardner. Essa característica não chamou atenção nos filmes e séries anteriores, porque eram contemporâneos dos livros – os sete longas de “Perry Mason” foram lançados entre 1934 e 1940 e a série imensamente popular, que consagrou o ator Raymond Burr, seguiu-se de 1957 e 1966. As histórias eram contemporâneas porque Gardner só parou de escrever os casos do mais famoso advogado da literatura ao morrer em 1970 – ele até apareceu no último episódio da série clássica, em 1966. Com isso, a maioria do público acabou esquecendo que o personagem surgiu como detetive na época da Lei Seca e dos gângsteres de chapéu e metralhadora. Mas é esta encenação original que a nova série retoma. O revival de “Perry Mason” foi desenvolvido pelos roteiristas Rolin Jones e Ron Fitzgerald (ambos de “Friday Night Lights”) para a Team Downey, a produtora do ator Robert Downey Jr., que chegou a considerar uma adaptação cinematográfica. Além de Rhys, o elenco destaca a vencedora do Emmy Tatiana Maslany (“Orphan Black”) e o vencedor do Emmy John Lithgow (“The Crown”), além de Chris Chalk (o Lucius Fox de “Gotham”), Juliet Rylance (“McMafia”), Madeline Zima (“Californication”), Shea Whigham (“Agent Carter”), Robert Patrick (“O Exterminador do Futuro 2”) e outros. Dirigida e coproduzida pelo também vencedor do Emmy Tim Van Patten (“Boardwalk Empire”), a 1ª Temporada de 8 episódios de “Perry Mason” segue no ar, com seu encerramento marcado para 9 de agosto.

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  • Série

    Perry Mason volta aos anos 1930 em novo trailer do reboot da HBO

    2 de junho de 2020 /

    A HBO divulgou um pôster e o novo trailer de “Perry Mason”, que traz o advogado mais famoso da ficção de volta à TV, com Matthew Rhys (vencedor do Emmy por “The Americans”) no papel-título. A prévia mostra Mason nos anos 1930 e antes de se tornar o tal advogado famoso, como detetive que investiga um sequestro sórdido envolvendo políticos e religiosos. O clima é totalmente noir. Com oito episódios, a série limitada recontextualiza Perry Mason em seus primeiros anos de atividade como investigador particular durante o pós-guerra em Los Angeles. O maior diferencial do reboot é justamente sua encenação nos anos 1930, época dos primeiros livros do personagem, criado por Erle Stanley Gardner. Essa característica não chamou atenção nos filmes e séries anteriores, porque eram contemporâneos dos livros -os sete longas de “Perry Mason” foram lançados entre 1934 e 1940 e a série imensamente popular, que consagrou o ator Raymond Burr, exibida entre 1957 e 1966. As histórias eram contemporâneas porque Gardner só parou de escrever os casos do mais famoso advogado da literatura ao morrer em 1970 – ele até apareceu no último episódio da série clássica, em 1966. Com isso, a maioria do público acabou esquecendo que o personagem surgiu na época da Lei Seca e dos gângsteres de chapéu e metralhadora. Mas é esta encenação original que a nova série retoma. O revival de “Perry Mason” foi desenvolvido pelos roteiristas Rolin Jones e Ron Fitzgerald (ambos de “Friday Night Lights”) para a Team Downey, a produtora do ator Robert Downey Jr., que chegou a considerar uma adaptação cinematográfica. Além de Rhys, o elenco destaca a vencedora do Emmy Tatiana Maslany (“Orphan Black”) e o vencedor do Emmy John Lithgow (“The Crown”), além de Chris Chalk (o Lucius Fox de “Gotham”), Juliet Rylance (“McMafia”), Madeline Zima (“Californication”), Shea Whigham (“Agent Carter”), Robert Patrick (“O Exterminador do Futuro 2”) e outros. Dirigida e coproduzida pelo também vencedor do Emmy Tim Van Patten (“Boardwalk Empire”), “Perry Mason” será lançada em 21 de junho.

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  • Série

    Perry Mason: Matthew Rhys vira o advogado mais famoso da TV no primeiro trailer do revival

    16 de abril de 2020 /

    A HBO divulgou o primeiro trailer de “Perry Mason”, que traz o advogado mais famoso da ficção de volta à TV, com Matthew Rhys (vencedor do Emmy por “The Americans”) no papel-título. A prévia estabelece o tom da nova versão, reimaginada como uma série de época, com forte clima noir e visual cinematográfico. O maior diferencial do novo “Perry Mason é sua encenação nos anos 1930, época dos primeiros livros do personagem, criado por Erle Stanley Gardner. Essa característica não chamou atenção nos filmes e séries anteriores, porque eram contemporâneos dos livros – como os sete longas de “Perry Mason”, lançados entre 1934 e 1940, e a série imensamente popular, que consagrou o ator Raymond Burr, exibida entre 1957 e 1966. As histórias eram contemporâneas porque Gardner só parou de escrever os casos do mais famoso advogado da literatura ao morrer em 1970 – ele até apareceu no último episódio da série clássica, em 1966. Como os produtores mantiveram “Perry Mason” na TV, com telefilmes estrelados por Burr, até os anos 1990, a maioria do público acabou esquecendo que o personagem surgiu na época da Lei Seca e dos gângsteres de chapéu e metralhadora. Mas é esta encenação original que a nova série retoma. O revival de “Perry Mason” foi desenvolvido pelos roteiristas Rolin Jones e Ron Fitzgerald (ambos de “Friday Night Lights”) para a Team Downey, a produtora do ator Robert Downey Jr., que chegou a considerar uma adaptação cinematográfica. A direção da estreia é assinada por Timothy Van Patten, que também foi responsável pelo primeiro episódio de “Game of Thrones”, além de 20 capítulos de “Família Soprano” (The Sopranos), 18 de “Boardwalk Empire” e ainda venceu o Emmy pela minissérie “The Pacific” – todas produções da HBO. Além de Matthew Rhys no papel-título, o elenco também conta com John Lithgow (vencedor do Emmy pelo papel de Winston Churchill na série “The Crown”), Tatiana Maslany (vencedora do Emmy como protagonista de “Orphan Black”), Chris Chalk (o Lucius Fox de “Gotham”), Juliet Rylance (“McMafia”), Madeline Zima (“Californication”), Shea Whigham (“Agent Carter”), Robert Patrick (“O Exterminador do Futuro 2”) e outros. A estreia está marcada para 21 de junho.

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  • Filme

    Um Lindo Dia na Vizinhança vale por uma sessão de psicanálise

    8 de fevereiro de 2020 /

    Há filmes que, por uma razão ou outra, têm o poder de encontrar uma brecha e levar o espectador por caminhos emocionais que jamais imaginava seguir. É o caso de “Um Lindo Dia na Vizinhança”, de Marielle Heller, que foca Fred Rogers, lendário apresentador de um programa infantil americano que já foi objeto do ótimo documentário “Won’t You Be my Neighbor?” e que neste filme é interpretado por Tom Hanks, especialista na representação humana da bondade e da honestidade. Não há nenhum problema nisso, nessa escolha, e a interpretação de Hanks não é o que podemos chamar de uma imitação de Rogers. Mas a voz suave está lá. Tão suave e tão acolhedora que fala fundo a quem se permitir. Embora o filme seja capaz de ganhar o público desde o começo, com a proposta de emular o programa de Mr. Rogers, com a apresentação do próprio em tela quadrada, com um visual de VHS e com cenários antiquados (que foram usados pelo apresentador desde o fim dos anos 1960 até o início do novo milênio), e até a história do personagem principal, o jornalista Lloyd Vogel (Mathew Rhys), ser interessante e tocante, é na verdade um momento, em particular, que dispara a emoção e envolve a ponto de fazer chorar quase convulsivamente. (Quem ainda não viu o filme, não deve continuar lendo – aviso de spoiler) Trata-se do momento em que Mr. Rogers e Lloyd estão em um café. O jornalista já havia tirado sua carapaça mais cínica em relação a Rogers e já era considerado, diante de seu entrevistado, pertencente ao grupo das “broken people”, depois do que acabara de acontecer com seu pai e de seu longo período de mágoa. Mr. Rogers pede para que ele faça um pequeno exercício: dedique um minuto de silêncio para pensar em todas as pessoas que o amaram, que foram responsáveis por moldar seu caráter e sua personalidade. Como que por um passe de mágica, todos no café também ficam calados e reflexivos. As lágrimas vêm. E aquele exercício pedido por Mr. Rogers é também um exercício que pode ser feito pelo espectador. Não se trata, portanto, de apenas se solidarizar com o personagem, mas de se fundir a ele, de certa forma. E o resultado faz com que tudo o mais se torne pequeno, como se o amor recebido e o amor dado virem o que há de mais importante em nossas vidas e um imenso sentimento de gratidão, de compreensão da vida e de amor nos abraçasse. Claro que para chegar neste momento intenso, que acontece após uma hora de drama, é preciso acompanhar a trajetória do protagonista e também um pouco de seu encontro com esse homem tão especial, que é vegetariano, que faz orações diárias para pessoas com quem se importa, e que pede a pessoas que estão “mais próximas de Deus” que orem por ele. Isso, aliás, pode ser visto em uma determinada cena do filme, mas também podemos ler no artigo publicado na revista Esquire pelo jornalista – a entrevista apresentada no filme aconteceu de verdade. “Um Lindo Dia na Vizinhança” pode ser visto como uma obra sobre perdão – curiosamente, o filme anterior de Marielle Heller se chamava “Poderia Me Perdoar?” -, mas também mais do que isso, até mesmo ser uma obra capaz de resgatar a nossa esperança na humanidade, a fé em coisas que são possíveis de se fazer sem que machuquemos o outro ou a nós mesmos. A cena final que mostra Mr. Rogers ao piano demonstra o quanto ele se esforça para fazer isso, o quanto é também um ser imperfeito e necessitado de uma força imensa que, entretanto, parece possuir naturalmente. Claro que tudo isso pode ser deixado de lado para se considerar que o filme é uma grande bobagem sentimental, uma sucessão de clichês batidos de melodramas, filtrar tudo de maneira mais crítica. Afinal, há realmente um limite para o que se aceita ou não dentro de um drama que se utiliza de recursos emocionais mais intensos, e isso varia muito de pessoa para pessoa. Assim, a grande realização deste filme, que procura se moldar aos ensinamentos, sabedoria popular e até estilo à moda antiga de Mr. Rogers, é tirar o público da carapaça dura de autoproteção que deixa todos mais cínicos e distantes de quem foram um dia na infância, como se o cinema se transformasse em um consultório de psicanálise e confrontasse o espectador com seu lado mais fragilizado para torná-lo mais forte.

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  • Filme

    Um Lindo Dia na Vizinhança: Drama que pode render terceiro Oscar a Tom Hanks ganha trailer legendado

    29 de novembro de 2019 /

    A Sony divulgou a versão legendada do trailer final de “Um Lindo Dia na Vizinhança” (A Beautiful Day in the Neighborhood), que pode render mais uma indicação ao Oscar para Tom Hanks – a sexta da carreira, que conta com duas vitórias. O filme traz Hanks comovente na pele do famoso apresentador de programa infantil Fred Rogers. A narrativa envolve uma entrevista de Rogers para um jornalista (vivido por Matthew Rhys, de “The Americans”), que aceita relutantemente fazer um perfil da amada personalidade televisiva e vê sua visão de mundo ser abalada pela conversa. Hanks aparece de cabelos brancos e usando o suéter vermelho que marcou o programa “Mister Rogers Neighborhood”, exibido entre 1968 e 2001. O apresentador morreu em 2003, aos 74 anos, e recentemente inspirou o documentário “Won’t You Be My Neighboor?”, grande sucesso do Festival de Sundance do ano passado. O roteiro é assinado por Micah Fitzerman-Blue e Noah Harpster (da série “Transparent” e do vindouro “Malévola: Dona do Mal”), a direção está a cargo de Marielle Heller (“O Diário de Uma Adolescente”), e o elenco também inclui Susan Kelechi Watson (“This is Us”), Enrico Colantoni (“Veronica Mars”) e Chris Cooper (“Adaptação”). Após a première no Festival de Toronto, o filme atingiu 97% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A estreia comercial já aconteceu nos Estados Unidos, mas o lançamento chega apenas em 23 de janeiro no Brasil.

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