X-Men: Novo vídeo destaca Apocalipse e seus Quatro Cavaleiros
A 20th Century Fox divulgou um novo vídeo “X-Men: Apocalipse” com entrevistas do elenco e cenas inéditas, que destacam o poderoso vilão que dá título ao filme (interpretado por Oscar Isaac) e seus Quatro Cavaleiros: Magneto (Michael Fassbender), Tempestade (Alexandra Shipp), Psylocke (Olivia Munn) e Anjo (Ben Hardy). Mais uma vez dirigido por Bryan Singer (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), o filme vai mostrar a ameaça de Apocalipse (Oscar Isaac, de “Star Wars: O Despertar da Força”), o primeiro e mais poderoso mutante do mundo, que acumulou poderes que o tornaram imortal e invencível. Despertando de um sono de milhares de anos na década de 1980, ele recruta quatro poderosos mutantes para acabar com a humanidade e criar um novo mundo, sobre o qual reinará. Com o destino da Terra em jogo, Mística (Jennifer Lawrence) deve liderar os X-Men, com a ajuda do Professor Xavier (James McAvoy), para impedir o fim do mundo. A estreia está marcada para 19 de maio no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.
Capitão América enfrenta Pantera Negra em novo comercial de Guerra Civil
A Disney divulgou dois novos comerciais de “Capitão América: Guerra Civil”. A maior curiosidade encontra-se no final dos vídeos. Um deles traz o Capitão América (Chris Evans) enfrentando o Pantera Negra (Chadwick Boseman), enquanto o outro apresenta a luta entre Viúva Negra (Scarlett Johansson) e Gavião Arqueiro (Jeremy Renner), vista anteriormente apenas num trailer japonês. Novamente dirigido pelos irmãos Anthony e Joe Russo (“Capitão América: O Soldado Invernal”), o longa estreia em 28 de abril no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.
Bilheterias: Batman vs. Superman mantém 1º lugar e já supera O Homem de Aço
“Batman vs. Superman: A Origem da Justiça” se manteve como o filme mais visto do mundo pelo segundo fim de semana consecutivo. Em cartaz há apenas 11 dias, o lançamento da Warner já soma US$ 682,8 milhões em todo o mundo, superando toda a bilheteria de “O Homem de Aço”, o longa anterior de super-heróis da DC Comics, que fez US$ 668 milhões em 2013. Foram mais US$ 52,3 milhões arrecadados apenas nos últimos três dias na América do Norte, elevando, por sua vez, a bilheteria doméstica a US$ 261,4 milhões. Mesmo assim, há quem veja o copo meio vazio. A razão está na queda da arrecadação, de 68% em relação ao fim de semana inaugural. Foi um dos maiores desabamentos de um filme de super-herói já registrados, atrás apenas do fraco “X-Men Origens: Wolverine” (2009), que vazou 69% em sua segunda semana. Entretanto, o desempenho não representa a queda mais brusca de um blockbuster. “Transformers: A Vingança dos Derrotados” perdeu 73% do público em sua segunda semana e mesmo assim foi a segunda maior bilheteria de 2009, perdendo somente de “Avatar”. A própria Warner experimentou solavanco maior com seu campeão de ingressos vendidos, “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2”, que caiu 72% antes de bater o recorde de faturamento do estúdio. Analistas do mercado consideraram que filmes baseados em franquias populares costumam perder tração em sua segunda semana, devido ao grande número de ingressos adquiridos em pré-venda pelos fãs mais ansiosos. Como não caiu mais de 70% como nos casos mencionados e permanece em cartaz em muitos cinemas, a perda de público pode ser considerada normal e não deve virar motivo real de preocupação para a Warner. “Não estamos preocupados com a queda”, disse, por sinal, o diretor de distribuição doméstica da Warner Jeff Goldstein ao site The Hollywood Reporter. “Não importa qual filtro seja usado, atingir US$ 52 milhões de bilheteria em qualquer fim de semana é uma realização enorme. Estamos mais focados no total que atingimos. E nosso número global é gigantesco”. O estúdio comemora vários recordes com o lançamento. Uma marca expressiva foi atingida justamente no Brasil, onde “Batman vs. Superman” já se tornou a maior arrecadação da Warner em todos os tempos. Mas os super-heróis da DC não são os únicos comemorando recordes. “Deadpool” também fez História. Com US$ 754,4 milhões mundiais e ainda aparecendo no Top 10 norte-americano, o lançamento de fevereiro da 20th Century Fox atingiu nesta semana a maior bilheteria de um filme para maiores (classificação “R” nos EUA) de todos os tempos. O recorde pulverizado pertencia a “Matrix Reloaded”, que fez US$ 742 milhões em 2003. O maior lançamento da semana, porém, decepcionou. “Deus Não Está Morto 2” abriu em 4º lugar, com US$ 8,1 milhões, um desempenho mais fraco que o registrado pelo filme original (US$ 9,2 milhões) em sua estreia em 2013. BILHETERIA: TOP 10 EUA 1. Batman vs. Superman: A Origem da Justiça Fim de semana: US$ 52,3 milhões Total EUA: US$ 261,4 milhões Total Mundo: US$ 682,8 milhões 2. Zootopia Fim de semana: US$ 22 milhões Total EUA: US$ 275,9 milhões Total Mundo: US$ 787,6 milhões 3. Casamento Grego 2 Fim de semana: US$ 11,3 milhão Total EUA: US$ 36,4 milhões Total Mundo: US$ 54,8 milhões 4. Deus Não Está Morto 2 Fim de semana: US$ 8,1 milhões Total EUA: US$ 8,1 milhões Total Mundo: US$ 8,1 milhões 5. Milagres do Paraíso Fim de semana: US$ 7,5 milhões Total EUA: US$ 46,8 milhões Total Mundo: US$ 50,2 milhões 6. A Série Divergente: Convergente Fim de semana: US$ 5,7 milhões Total EUA: US$ 56,3 milhões Total Mundo: US$ 136,6 milhões 7. Rua Cloverfield, 10 Fim de semana: US$ 4,7 milhões Total EUA: US$ 63,5 milhões Total Mundo: US$ 81,7 milhões 8. Meet the Blacks Fim de semana: US$ 4,08 milhões Total EUA: US$ 4,08 milhões Total Mundo: US$ 4,08 milhões 9. Decisão de Risco Fim de semana: US$ 4,05 milhões Total EUA: US$ 6,1 milhões Total Mundo: US$ 6,1 milhões 10. Deadpool Fim de semana: US$ 3,5 milhões Total EUA: US$ 355,1 milhões Total Mundo: US$ 754,4 milhões
Brasileira Fernanda Andrade entra no piloto de nova série da Marvel
A atriz brasileira Fernanda Andrade (“Filha do Mal”) e o israelense Oded Fehr (série “Covert Affairs”) entraram ao piloto de “Marvel’s Most Wanted”, nova produção derivada de “Agents of SHIELD” atualmente em desenvolvimento na rede ABC. Segundo o site Deadline, o papel da Fehr é “um personagem bem conhecido dos quadrinhos da Marvel, que vai se provar uma força a ser reconhecida”. Já Andrade viverá Christina Santos, a sobrinha de Dominic Fortune (Delroy Lindo, de “Caçadores de Emoção: Além do Limite”). A atração será centrada no casal Bobbi Morse (Adrianne Palicki) e Lance Hunter (Nick Blood), que saíram de “Agents of SHIELD” no episódio da semana passada – por sinal, devido a uma desculpa muito mal-escrita (como, de resto, toda a temporada), ao assumirem sozinhos a culpa por um atentado político na Rússia. Desonerados e sem apoio da equipe, eles são agora vigiados por diversas agências que não confiam em sua suposta aposentadoria. Mas, no spin-off, aparecerão em fuga e com suas cabeças colocadas a prêmio. Podendo confiar apenas em neles mesmos, Bobbi e Hunter formam uma aliança com Dominic Fortune, um aventureiro de grande riqueza e com muitos recursos, que também tem uma longa lista de adversários. Dominic concorda em proteger a dupla enquanto eles o ajudam com seus planos. Os dois heróis vão ajudar quem precisa, ao mesmo tempo em que tentarão desvendar a conspiração que colocou suas vidas em perigo. O personagem de Dominic Fortune vai entrar de forma estranha na trama, já que, criado por Howard Chaykin em 1975, ele surgiu nos quadrinhos como um aventureiro dos anos 1930, com um fraco por mulheres bonitas. Ou seja, seria um candidato mais indicado a aparecer na série retrô da “Agent Carter”. O projeto de “Marvel’s Most Wanted” está sendo desenvolvido há mais de um ano por parte da equipe de “Agents of SHIELD”, comandada pelo produtor executivo Jeffrey Bell (também da série “Arquivo X”) e o roteirista Paul Zbyszewski (série “Lost”). Por enquanto, apenas o piloto foi encomendado e precisará ser aprovado para “Marvel’s Most Wanted” virar série.
X-Men: Novas fotos destacam o antes e o depois de Anjo e Arcanjo
A revista britânica de cinema Empire divulgou novas imagens do filme “X-Men: Apocalipse”, que incluem a maioria dos personagens mutantes da trama. A seleção permite, pela primeira vez, comparar os visuais de Anjo (Ben Hardy), antes da intervenção de Apocalipse, e Arcanjo, após sua transformação, numa imagem em que aparece junto dos Quatro Cavaleiros. Os demais personagens são Tempestade (Alexandra Shipp), Magneto (Michael Fassbender), Apocalipse (Oscar Isaac), Professor Xavier (James McAvoy), Jean Grey (Sophie Turner), Noturno (Kodi Smith-McPhee), Fera (Nicholas Hoult), Ciclope (Tye Sheridan), Psylocke (Olivia Munn), Mística (Jennifer Lawrence) e Mercúrio (Evan Peters). Mais uma vez dirigido por Bryan Singer (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), o filme vai mostrar a ameaça de Apocalipse, o primeiro e mais poderoso mutante do mundo, que acumulou poderes que o tornaram imortal e invencível. Despertando de um sono de milhares de anos na década de 1980, ele recruta quatro poderosos mutantes para acabar com a humanidade e criar um novo mundo, sobre o qual reinará. Com o destino da Terra em jogo, Mística deve liderar os X-Men, com a ajuda do Professor Xavier, para impedir o fim do mundo. A estreia está marcada para 19 de maio no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.
Série Agents of SHIELD será afetada pelos eventos de Capitão América: Guerra Civil
Pela segunda vez, um filme do Capitão América terá repercussões drásticas e causará mudanças de rumos na série “Agents of SHIELD”. Quem garante é o produtor da atração, Jed Whedon (irmão de Joss, o diretor de “Os Vingadores”). “Definitivamente terá um efeito de onda. É um mundo só, então se existe um evento gigante, ele irá definitivamente ter um efeito de onda no nosso mundo”, ele afirmou, em entrevista ao site The Hollywood Reporter. Vale lembrar que, logo após “Capitão América: O Soldado Invernal” (2014), “Agents of SHIELD” precisou passar por uma reestruturação completa, uma vez que a trama do filme basicamente acabou com a existência da SHIELD. Agora é a vez de “Capitão América: Guerra Civil” mudar o status dos super-heróis e dividir os Vingadores, atropelando, no processo, a criação dos Guerreiros Secretos, um grupo de heróis na trama da série. Os efeitos talvez não sejam tão drásticos quanto os que viraram a série do avesso no final de sua 1ª temporada, mas a SHIELD se tornou, nos episódios mais recentes, uma organização “clandestina oficial” do governo americano. O mesmo governo que tentará controlar os super-heróis e contra quem o Capitão América se insurgirá no filme, que estreia em 28 de abril. Mas, sejam quais forem, as repercussões serão sentidas ainda na 3ª e atual temporada, que só se encerrará em 24 de maio. Por sinal, a série já está renovada para sua 4ª temporada.
Garry Shandling (1949 – 2016)
O famoso comediante americano Garry Shandling morreu na tarde de quinta-feira (24/3), ao sofrer um ataque cardíaco repentino em Los Angeles, aos 66 anos de idade. Ele fez muito sucesso na TV durante os anos 1980 e 1990, quando estrelou as séries “It’s Garry Shandling Show” e “The Larry Sanders Show”. Garry Emmanuel Shandling nasceu no dia 29 de novembro de 1949 em Chicago. Formado em Publicidade e Marketing, mudou-se para Los Angeles na década de 1970 para trabalhar em uma agência de propaganda, mas aproveitou a proximidade com a indústria de entretenimento para se tornar roteirista. A carreira artística começou quando ele enviou um roteiro especulativo para a série “Sanford & Son”, que acabou gravado pela rede NBC em 1975. O êxito do episódio o levou a escrever mais quatro capítulos do seriado no ano seguinte, além de uma história de “Welcome Back, Kotter”. Mas o formato dos sitcoms acabou frustrando suas expectativas. Cansado de discutir com produtores, preferiu largar a televisão para virar comediante stand-up. E logo foi “descoberto” pelo programa de variedades “The Tonight Show”. Convidado a participar da atração apresentada por Johnny Carson em 1981, fez tanto sucesso que virou atração recorrente, aparecendo como apresentador convidado em várias ocasiões, até 1987. Tanto que, quando Carson se aposentou, Shandling chegou a ser cotado para substituí-lo. A repercussão de suas aparições no “Tonight Show” lhe rendeu um especial de TV, “Garry Shandling: Alone in Vegas”, exibido pelo canal pago Showtime em 1984, que estava interessado em transformá-lo numa atração fixa de sua programação. O projeto foi a semente da primeira série estrelada pelo comediante, “It’s Garry Shandling’s Show”, criada por ele e Alan Zweibel (roteirista do humorístico “Saturday Night Live”) em 1985, como uma sátira das sitcoms tradicionais. Na trama, Shandling interpretava uma versão ficcional de si mesmo, um comediante que estrelava uma sitcom e que, durante os episódios, rompia a quarta parede, interrompendo a narrativa para conversar com o público, comentando fatos e integrando a audiência em suas histórias. Exibida até 1990, a série durou quatro temporadas, com um total de 72 episódios. Mas o grande sucesso de Shandling viria no canal concorrente, “The Larry Sanders Show”, produzida entre 1992 e 1998 para o HBO. Desta vez inspirada nas experiências de Shandling no programa de Johnny Carson, a série acompanhava os bastidores de produção de um talk show fictício, apresentado por Larry Sanders (alter-ego de Shandling) e Hank Kingsley (Jeffrey Tambor, hoje protagonista da série “Transparent”). Durante os episódios, Sanders/Shandling aparecia entrevistando celebridades reais, mas tudo seguia roteiros prévios, que embaraçavam a distinção entre os limites de um talk show real e a ficção. Desenvolvida em parceria com Dennis Klein (criador de “Cosby”), “The Larry Sanders Show” teve seis temporadas e um total de 89 episódios, mas é mais celebrada por suas mais de 50 indicações ao Emmy, que a tornaram uma das primeiras produções da TV paga valorizadas pelas mudanças promovidas pela Academia da Televisão – só a partir de 1988 séries da TV paga passaram a disputar as categorias principais, até então reservadas para programas da TV aberta. Vale lembrar que “A Família Soprano”, considerada uma espécie de marco do HBO no Emmy, só surgiu em 1999, após o fim de “The Larry Sanders Show”. Foi, portanto, a comédia de Shandling que, de fato, deu credibilidade para o canal, além de estimular seus executivos a buscar produções que desafiassem as fórmulas estabelecidas da TV aberta. Shandling aproveitou sua popularidade para também se lançar no cinema durante os anos 1990, aparecendo em comédias como “Um Dia de Louco” (1994), com Steve Martin, como dublador de um dos bichos falantes de “Dr. Dolittle” (1998), com Eddie Murphy, e “À Beira do Caos” (1998), com Sean Penn e a dupla da série “House of Cards”, Kevin Spacey e Robin Wright. Após o fim do “Larry Sanders Show”, ele escreveu e estrelou “De que Planeta Você Veio?” (2000), comédia dirigida pelo mestre Mike Nichols, em que viveu um alienígena sem emoções que vem à terra em busca de uma esposa para procriar. Seu par perfeito era Annette Bening, com quem ele também trabalhou em “Segredos do Coração” (1994). Mas não houve química com o público e a crítica, resultando num fracasso de bilheteria e resenhas negativas. Na mesma época, ele ainda coestrelou “Ricos, Bonitos e Infiéis” (2001), produção repleta de estrelas, e gozou seus últimos instantes de fama ao aparecer como si mesmo na série “Arquivo X” (num episódio de 2000) e nas comédias “Zoolander” (2001) e “Metido em Encrenca” (2001). Entretanto, a ausência na telinha logo fez as ofertas de papeis diminuírem, a ponto dele passar vários anos sem filmar. Fora uma dublagem na animação “Os Sem Floresta” (2006), Shandling só foi reaparecer nos filmes da Marvel, interpretando um senador, chamado Stern, em “Homem de Ferro 2” (2010) e “Capitão América 2: O Soldado Invernal” (2014). Foi seu último papel. Shandling nunca se casou, mas entre 1987 e 1994 viveu com Linda Doucett, atriz e modelo que integrou o elenco recorrente de “The Larry Sanders Show”.
Trailer japonês de Capitão América: Guerra Civil revela cena inédita da Viúva Negra
A Disney divulgou um trailer japonês de “Capitão América: Guerra Civil”, que traz uma montagem ligeiramente diferente do vídeo lançado há duas semanas. Após dividir os Vingadores em dois grupos distintos, a prévia revela um trecho inédito da briga entre Viúva Negra (Scarlett Johansson) e Gavião Arqueiro (Jeremy Renner). O diálogo dos dois, por sinal, reverbera o tom da trama, em que amigo se volta contra amigo, devido à diferenças de opiniões. Assim como o anterior, o trailer termina com a aparição do Homem-Aranha (Tom Holland). Novamente dirigido pelos irmãos Anthony e Joe Russo (“Capitão América: O Soldado Invernal”), o longa estreia em 28 de abril no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.
Vingadores ilustram imagens individuais de Capitão América: Guerra Civil
A Marvel divulgou 11 imagens promocionais dos super-heróis de “Capitão América: Guerra Civil”. As artes trazem Capitão América (Chris Evans), Falcão (Anthony Mackie), Soldado Invernal (Sebastian Stan), Sharon Carter (Emily VanCamp), Gavião Arqueiro (Jeremy Renner) e Homem-Formiga (Paul Rudd) do Time do Capitão, e Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Viúva Negra (Scarlett Johansson), Visão (Paul Bettany), Máquina de Combate (Don Cheadle) e Pantera Negra (Chadwick Boseman, de “James Brown”) do time de Tony Stark. O filme vai explorar a divisão dos Vingadores em dois times opostos, após o Capitão América defender o Soldado Invernal, que é perseguido pelo governo em consequência dos crimes que praticou sob lavagem cerebral. Além dos heróis citados, ficaram de fora a Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen) e o novo Homem-Aranha (Tom Holland). Novamente dirigido pelos irmãos Anthony e Joe Russo (“Capitão América: O Soldado Invernal”), o longa estreia em 28 de abril no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.
Disney e Marvel assumem postura política e ameaçam boicote contra lei “religiosa” antigay nos EUA
A Disney e os estúdios Marvel decidiram tomar uma postura política e ameaçar de boicote o estado americano da Georgia, onde vêm rodando seus filmes – como “Homem-Formiga”, “Capitão América: Guerra Civil” e “Guardiões da Galáxia 2” – , caso uma controversa lei antigay seja aprovada pelo governador. “Disney e Marvel são empresas inclusivas e, por mais que tenhamos tido ótimas experiências filmando na Geórgia, nós planejamos levar nossos negócios para qualquer outro lugar caso qualquer legislação que permita práticas discriminatórias se torne lei estadual”, disse um porta-voz dos estúdios nesta quarta-feira. Outras subsidiárias do conglomerado Disney, como a rede ABC, também vão participar do boicote, informou o site The Hollywood Reporter. O motivo da controvérsia se deve à iniciativa de políticos da bancada evangélica local, que enviaram um controverso projeto de lei de liberdade religiosa ao governador Nathan Deal. Deal tem até o dia 3 de maio para decidir se deve ou não sancioná-lo. O projeto, oficialmente intitulado Lei de Proteção do Livre Exercício, diz que nenhum pastor/padre/ministro religioso pode ser forçado a realizar o casamento de pessoas do mesmo sexo e que nenhum indivíduo pode ser forçado a participar de um — disposições que, como apontam os críticos da discriminação, já estão garantidas pela Primeira Emenda. Mas não é só isso. A lei também prevê que nenhuma organização religiosa seja “obrigada a fornecer serviços sociais, educacionais ou de caridade que violem as crenças destas organizações baseadas na fé”. Tais organizações não poderiam ser forçadas a “contratar ou manter como empregada qualquer pessoa cuja crença ou prática religiosa ou a falta delas esteja em desacordo com o que essas organizações acreditam”. Em suma, se sancionada, a lei 757 permitirá que associações religiosas possam se negar a realizar casamentos, dar empregos ou mesmo a prestar serviços a homossexuais. Caso seja aprovada, o precedente criado pela lei pode ser estendido para outros estados e ampliar seus limites para além da “liberdade de religião”. Do jeito que está, já cria discriminação, podendo afetar, inclusive, o atendimento a estudantes e, caso mais extremo, pacientes homossexuais em instituições hospitalares ligadas à igrejas/templos. Grupos de direitos humanos conclamaram que representantes de grandes estúdios de Hollywood se manifestassem contra o projeto de lei, pedindo um boicote ao estado caso a lei seja sancionada. “Como outros estados, a Geórgia oferece incentivos fiscais para produções de cinema e TV, e como resultado, a indústria do entretenimento tem uma pegada econômica imensa no estado. Mas, se esta lei for sancionada, seus funcionários, seus contratados, todos aqueles que trabalham em suas produções estão em risco de sofrer discriminação chancelada pelo Estado. Isso está errado. É anti-americano. É uma afronta a todos os valores dos quais Hollywood se orgulha”, disse Chad Griffin, presidente da Human Rights Campaign, em um evento no último dia 19. Ele continuou: “Vocês têm a influência e a oportunidade de não apenas derrotar esse projeto, mas para enviar uma mensagem de que há consequências para leis perigosas e odiosas como essa”. O governador republicano já havia criticado versões anteriores do projeto, afirmando que vetaria qualquer medida que permitisse a discriminação no estado “a fim de proteger as pessoas de fé”. Porém, no último dia 18 ele afirmou estar “agradavelmente surpreso” com a nova versão que lhe foi enviada. Deal ainda não indicou se intenciona assinar ou não o projeto. Em 22 de fevereiro deste ano, o governador participou das celebrações do Dia do Filme, que celebrava os mais de US$ 1,7 bilhão gastos por produções audiovisuais no estado entre 1 de junho de 2014 a 30 de junho de 2015. Apesar de seu entusiasmo com a lei, Nathan Deal precisa dar satisfação a grandes empresas que já se posicionaram contra a lei. Além da Disney, Coca-Cola, Home Depot e UPS ameaçam boicotar o estado, que pode entrar em crise financeira. “Para as empresas da Geórgia competirem pelos melhores talentos, temos que ter locais de trabalho e comunidades diversas e acolhedoras para todas as pessoas, não importando raça, sexo, cor, nacionalidade, etnia, religião, idade, deficiência, orientação sexual ou gênero”, disseram as megacorporações em comunicado conjunto. Até a NFL, Liga Nacional de Futebol Americano, advertiu, no último dia 18, que se o projeto passar, a decisão de realizar o Super Bowl em Atlanta em 2019 ou 2020 pode ser afetada. O estado é um dos finalistas para sediar a partida, um dos eventos mais importantes do calendário esportivo americano. Times locais como os Atlanta Braves, Atlanta Falcons e Atlanta Hawks também engrossam a lista dos que se opõem à lei.
Demolidor, Justiceiro e Elektra ganham novas imagens promocionais
O Netflix divulgou novas imagens promocionais da 2ª temporada de “Demolidor”, que já está disponível no serviço de streaming. As imagens trazem o herói da atração (vivido por Charlie Cox) e seus novos coadjuvantes, Justiceiro (Jon Bernthal, da série “The Walking Dead”) e Elektra (Elodie Yung, de “G.I. Joe: Retaliação”). Os 13 episódios da 2ª temporada foram disponibilizados na sexta (18/3), no Netflix.
Convergente não tira Zootopia da liderança das bilheterias dos EUA
Maior lançamento do fim de semana nos EUA, “A Saga Divergente: Convergente” não foi capaz de tirar “Zootopia – Essa Cidade É o Bicho” da liderança das bilheterias do país. A animação de bichos falantes da Disney fez mais US$ 38 milhões e se manteve como o filme mais visto da América do Norte pela terceira semana consecutiva. O sucesso de “Zootopia” tem surpreendido até a própria Disney. Com sua arrecadação atual, o filme já fez mais de US$ 200 milhões nos EUA e está a um dia de atingir US$ 600 milhões em todo o mundo. Para se ter ideia, “Frozen – Uma Aventura Congelante” levou uma semana a mais para chegar nesses números. Além de “Frozen”, apenas “Operação Big Hero” superou US$ 600 milhões em arrecadação, entre todos os lançamentos da história da Disney Animation. Por sua vez, “A Saga Divergente: Convergente” fez US$ 29 milhões, muito abaixo do desempenho dos dois filmes anteriores da franquia – “Divergente” fez US$ 54,6 milhões em 2014 e “Insurgente” rendeu US$ 52,2 milhões em 2015. Para piorar, foi também o título de pior recepção crítica entre as franquias distópicas que tem sido produzidas em série nos últimos anos, com apenas 10% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Até o público parece concordar, dando nota B na pesquisa do CinemaScore (contra notas A de “Divergente” e A- de “Insurgente”). A Lionsgate, porém, anteviu o problema e tomou iniciativas importantes. Primeiro, antecipou o lançamento no mercado internacional, evitando a contaminação das críticas negativas e o desempenho pífio nos EUA. Resultado disso é que, no Brasil, o filme liderou as bilheterias da semana passada, faturando R$ 10 milhões. A arrecadação brasileira só perdeu para a estreia na França, com US$ 8,1 milhão. Assim, a soma mundial do filme está agora em US$ 82,4 milhões. O problema é que “Convergente” custou, só em produção, US$ 110 milhões, e já é o segundo fiasco milionário do estúdio em 2016, após a implosão de “Deuses do Egito”. Neste contexto, os produtores foram rápidos em sua segunda iniciativa: demitir o diretor Robert Schwentke, que será substituído por Lee Toland Krieger (“A Incrível História de Adeline”) no último filme da “Série Divergente”, intitulado “Ascendente”, que continua previsto para 2017. O 3º lugar ficou com outro lançamento, “Milagres do Paraíso”. Distribuído em mais de 3 mil cinemas, fez US$ 18,5 milhões – uma arrecadação por sala relativamente baixa. Embora o baixo rendimento reflita uma certa descrença do público na atual onda de filmes sobre milagres religiosos contemporâneos, seu desempenho não é nem de longe um desastre de proporções bíblicas, já que custou apenas US$ 13 milhões e se pagará, a princípio, com uma bilheteria na casa dos US$ 35 milhões, algo que nem depende de muita fé para se tornar realidade. O Top 5 tem ainda “Rua Cloverfield, 10”, que chegou a US$ 45 milhões em dez dias nos EUA, e “Deadpool”, que aumentou seu recorde de arrecadação para US$ 340 milhões no mercado doméstico. Para se ter ideia, o filme de censura “R” (para maiores de 17 anos) agora só perde para quatro lançamentos PG-13 (para maiores de 13 anos) da Marvel: “Vingadores” (2012), “Vingadores: Era de Ultron” (2015) e “Homem de Ferro 3” (2013), além dos dois primeiros “Homem-Aranha” da Sony. Em todos os tempos. No mercado mundial, “Deadpool” chegou a impressionantes US$ 730 milhões, o que o deixa a apenas US$ 17 milhões de superar “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014) e assumir a condição de filme de super-herói mais bem-sucedido do estúdio 20th Century Fox. Vale observar que ele também é o mais autoral e radical de todos esses filmes citados. BILHETERIA: TOP 10 EUA 1. Zootopia Fim de semana: US$ 38 milhões Total EUA: US$ 201,8 milhões Total Mundo: US$ 591,7 milhões 2. A Série Divergente: Convergente Fim de semana: US$ 29 milhões Total EUA: US$ 29 milhões Total Mundo: US$ 82,4 milhões 3. Milagres do Paraíso Fim de semana: US$ 18,5 milhões Total EUA: US$ 18,5 milhões Total Mundo: US$ 18,5 milhões 4. Rua Cloverfield, 10 Fim de semana: US$ 12,5 milhões Total EUA: US$ 45,1 milhões Total Mundo: US$ 52,3 milhões 5. 5. Deadpool Fim de semana: US$ 8 milhões Total EUA: US$ 340,9 milhões Total Mundo: US$ 730,6 milhões 6. Invasão a Londres Fim de semana: US$ 6,8 milhões Total EUA: US$ 50 milhões Total Mundo: US$ 50 milhões 7. Uma Repórter em Apuros Fim de semana: US$ 2,8 milhões Total EUA: US$ 19,2 milhões Total Mundo: US$ 19,2 milhões 8. The Perfect Match Fim de semana: US$ 1,9 milhão Total EUA: US$ 7,3 milhões Total Mundo: US$ 7,3 milhões 9. 5. Irmão de Espião Fim de semana: US$ 1,4 milhão Total EUA: US$ 5,9 milhões Total Mundo: US$ 22,6 milhões 10. O Regresso Fim de semana: US$ 1,2 milhão Total EUA: US$ 181,1 milhões Total Mundo: US$ 483,1 milhões
Capas de revista formam pôster gigantesco de X-Men: Apocalipse
A revista britânica de cinema Empire, já acostumada a lançar exemplares com várias capas diferentes, inovou em sua edição de abril (à venda a partir de 31 de março no Reino Unido). Serão nove capas diferentes, dedicadas ao filme “X-Men: Apocalipse”. Mas o detalhe é que, juntas, as capas se completam para formar o mosaico de um gigantesco pôster. Veja abaixo. As capas reúnem os principais personagens da trama: Tempestade (Alexandra Shipp), Anjo (Ben Hardy), Magneto (Michael Fassbender), Apocalipe (Oscar Isaac), Professor Xavier (James McAvoy), Jean Grey (Sophie Turner), Noturno (Kodi Smith-McPhee), Fera (Nicholas Hoult), Ciclope (Tye Sheridan), Moira MacTaggert (Rose Byrne), Psylocke (Olivia Munn), Mística (Jennifer Lawrence) e Mercúrio (Evan Peters). Cada imagem é acompanhada da frase “O fim está próximo”, em referência à temática apocalíptica da trama. Mais uma vez dirigido por Bryan Singer (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), o filme vai mostrar a ameaça de Apocalipse (Oscar Isaac, de “Star Wars: O Despertar da Força”), o primeiro e mais poderoso mutante do mundo, que acumulou poderes que o tornaram imortal e invencível. Despertando de um sono de milhares de anos na década de 1980, ele recruta quatro poderosos mutantes para acabar com a humanidade e criar um novo mundo, sobre o qual reinará. Com o destino da Terra em jogo, Mística (Jennifer Lawrence) deve liderar os X-Men, com a ajuda do Professor Xavier (James McAvoy), para impedir o fim do mundo. A estreia está marcada para 19 de maio no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.












