Agents of Shield enfrentam alienígenas nos trailers eletrizantes da 5ª temporada
Apesar da queda de audiência, a 4ª temporada de “Agents of SHIELD” foi uma das melhores da série, com ênfase em elementos de terror e sci-fi. E os primeiros trailer da 5ª temporada revelam que a tendência vai continuar nos próximos episódios, com direito a alienígenas, naves espaciais, armas de raios e trama espacial eletrizante. A sinopse oficial não fornece detalhes sobre os alienígenas. Diz apenas que, dando sequência ao cliffhanger da temporada passada, Coulson (Clark Gregg) acorda a bordo de uma nave e descobre que alguns, mas não todos, de seus agentes foram levados junto com ele para o espaço. Ao entrar em contato com outras pessoas na nave, eles descobrem que algo está terrivelmente errado, pois os demais acreditam que eles irão salvá-los. Apesar da falta de explicações, as criaturas mostradas nas prévias lembram velhos conhecidos dos quadrinhos. Os seres azulados parecem os famigerados krees, raça invasora criada por Stan Lee e Jack Kirby nas páginas do Quarteto Fantástico em 1967, que está vinculada à origem da Capitã Marvel. Já os monstros que Mack (Henry Simmons) compara aos xenomorfos da franquia cinematográfica “Alien” são baseados na Ninhada (the Brood), criada por Chris Claremont e Dave Cockrum numa história dos X-Men de 1982 – e que curiosamente também encontraram a heroína que será vivida por Brie Larson no cinema. Além disso, há um personagem com um capacete espacial, que parece uma mistura daquele usado pelo Senhor das Estrelas de “Guardiões da Galáxia” com o elmo do herói Nova nos quadrinhos. Mas o personagem pode ser, simplesmente, algum dos humanos da nave, que tiveram suas fotos e descrições apresentadas anteriormente. Os novos personagens são Deke (Jeff Ward, da série “Channel Zero”), um sobrevivente que ajuda as pessoas por um preço, Tess (Eve Harlow, de “The 100”), uma mulher autossuficiente e esperançosa, que lida com circunstâncias desesperadoras, Flint (Coy Stewart, de “Bella and the Bulldogs”), um inumano capaz de controlar pedras, e Grill (Pruitt Taylor Vince, de “Heroes: Reborn”), sujeito mal-humorado que não tem ilusões sobre o mundo em que vive. A 5ª temporada de “Agents of SHIELD” estreia no dia 1º de dezembro pela rede ABC nos Estados Unidos, com a exibição de um episódio duplo de duas horas de duração. No Brasil, a série faz parte da programação do canal pago Sony.
Gal Gadot teria condicionado sua participação em Mulher-Maravilha 2 à saída de Brett Ratner da produção
A estrela da “Mulher Maravilha”, Gal Gadot, estaria condicionando sua participação na continuação do filme à saída de Brett Ratner da produção. Não apenas nominalmente, mas também financeiramente. A afirmação é do site de celebridades Page Six, que pertence ao jornal New York Post. Uma fonte do site afirmou que a atriz não quer que “Mulher-Maravilha” seja associado a “um homem acusado de má conduta sexual”. “Gadot está dizendo que não vai participar da sequência, a menos que a Warner Bros. compre a participação de Brett [de seu acordo de financiamento] e se livre dele”. Gadot já tinha evitado participar de um evento em homenagem a Ratner, na véspera da publicação da denúncia do Los Angeles Times, em que ele foi acusado de abuso sexual. Entre as mulheres que o denunciaram estão as atrizes Natasha Henstridge (“A Experiência”) e Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”). Ela tinha sido escolhida para fazer uma homenagem a Ratner, porque sua empresa de produção, RatPac-Dune Entertainment, ajudou a produzir “Mulher-Maravilha”, como parte de seu acordo de co-financiamento com a Warner Bros. Tanto que, no lugar da atriz, a diretora de “Mulher-Maravilha”, Patty Jenkins, prestou a homenagem – poucos dias antes do escândalo estourar. Ratner virou sócio da Warner após fundar a produtora RatPac com o milionário James Packer, ex-noivo de Mariah Carey, em 2012. Após se fundir com a Dune Entertainment, a empresa foi rebatizada de RatPack-Dune Entertaiment e ajudou a financiar os sucessos de “Gravidade” (2013), “Uma Aventura Lego” (2014), “Sniper Americano” (2014), “Mad Max: Estrada da Fúria” (2015), “O Regresso” (2015) e até… “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” (2016). Graças a este relacionamento bem-sucedido, Ratner tinha um escritório de luxo no set da Warner, que antigamente era usado por Frank Sinatra. A fonte acrescentou que Gadot “sabe que a melhor maneira de derrotar pessoas poderosas como Brett Ratner está na carteira. Ela também sabe que a Warner Bros. tem que tomar partido nessa questão. Eles não podem fazer um filme enraizado no empoderamento feminino com financiamento de um homem acusado de má conduta sexual contra as mulheres”. Na verdade, já um movimento nesse sentido. Na semana passada, o estúdio anunciou que estava cortando os laços com Ratner. Após as várias alegações de assédio sexual, seu nome será tirado dos futuros lançamentos do estúdio coproduzidos pela RatPack-Dune – entre eles, os esperados “Liga da Justiça” e “Tomb Raider”. Para remediar o estrago, o próprio produtor emitiu uma nota dizendo que a iniciativa de se afastar da Warner tinha sido sua. Em comunicado sucinto, ele afirmou: “Tendo em vista as alegações feitas, eu escolho pessoalmente me afastar de todas as atividades relacionadas à Warner Bros. Não quero trazer impactos negativos ao estúdio até que estas questões pessoais sejam resolvidas”. No início deste mês, Gadot postou no Instagram: “O assedio e o assédio sexual são inaceitáveis! Estou ao lado de todas as mulheres corajosas que enfrentam seus medos e denunciaram. Estamos todas unidas neste momento de mudança”. O Page Six buscou confirmar a informação junto com Gadot e Ratner, mas eles não comentaram. Já um representante da Warner Bros. disse apenas: “Falso”.
Anna Paquin confirma denúncia de homofobia de Ellen Page contra Brett Ratner
A atriz Anna Paquin, que viveu Vampira na franquia “X-Men”, confirmou nas redes sociais as acusações que Ellen Page fez contra o diretor Brett Ratner. Page afirmou que sofreu com a homofobia do diretor, ao ter sua homossexualidade escancarada por ele na primeira reunião do elenco de “X-Men: O Confronto Final” (2006). De acordo com Page, ela tinha 18 anos quando chegou no primeiro dia de trabalho de “X-Men: O Confronto Final” (2006), no qual interpretou a mutante Kitty Pryde, quando Brett Ratner fez uma piadinha homofóbica que expôs sua sexualidade para todos os presentes. “Ele olhou para uma mulher próxima de mim, dez anos mais velha, apontou para mim e disse: ‘Você deveria fod*-la para ela perceber que é lésbica’”, Page recordou, num longo texto sobre assédio em Hollywood, publicado em seu Facebook. “Eu estava lá quando ele (Ratner) fez esse comentário. Eu te apoio Ellen Page”, escreveu Paquin no Twitter. Page revelou que ficou desconfortável com as atitudes homofóbicas e machistas do diretor durante todo o período de filmagens. Ela ainda relatou ter escutado ele falar sobre a vagina de uma das mulheres do set. “Eu era uma jovem adulta que ainda não tinha assumido para mim mesmo. Eu sabia que era gay, mas não sabia, por assim dizer. Senti-me violada quando isto aconteceu. Olhei para os meus pés, não disse nada e vi que ninguém o fez. Este homem começou os nossos meses de filmagens num encontro de trabalho com este terrível e incontestado ato. Ele ‘me tirou do armário’ sem consideração pelo meu bem-estar, um ato que todos reconhecemos como homofóbico. A partir daí, comecei a vê-lo no set dizendo coisas degradantes para as mulheres (…) como ‘boc*tas caídas'”. “Esta saída forçada e pública do armário me deixou com sentimento de vergonha por muito tempo, um dos resultados mais destrutivos da homofobia. Fazer com que alguém se sinta envergonhado de quem é, é uma manipulação cruel, concebida para oprimir e reprimir. Fui roubada de mais do que autonomia sobre a minha capacidade de me definir. O comentário de Ratner foi repetido em minha mente muitas vezes ao longo dos anos, todas as vezes que eu encontrei homofobia e tive que lidar com sentimentos de relutância e incerteza sobre meu futuro na indústria do entretenimento”, ela acrescentou. Questionada por seus seguidores porque não disse nada no momento em que ouviu o comentário, Paquin acrescentou: “Se você não consegue pensar na razão óbvia de porquê eu fiquei em silêncio, então talvez tenha esquecido que eu estou nesta indústria criadora de vítimas desde antes de atingir a puberdade”. Anna Paquin venceu o Oscar por “O Piano” (1994), aos 11 anos de idade, tornando-se a segunda atriz mais jovem a conquistar um troféu da Academia. E, por seu comentário, também deve ter histórias para contar, que não está contando. Por sua vez, Brett Ratner está envolvido na onda de escândalos que assola Hollywood, após ser acusado de abuso sexual em uma reportagem do jornal Los Angeles Time, publicada no dia 1 de novembro. Entre as mulheres que o denunciaram estão as atrizes Natasha Henstridge (“A Experiência”) e Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”). I was there when that comment was made. I stand with you .@EllenPage https://t.co/DEIvKDXeEL — Anna Paquin (@AnnaPaquin) November 10, 2017 If you can't think of the glaringly obvious reason I remained silent then perhaps you've forgotten that I've been in this victim grooming industry since before I hit puberty. — Anna Paquin (@AnnaPaquin) November 10, 2017
Ellen Page acusa Brett Ratner de homofobia nas filmagens de X-Men: O Confronto Final
A atriz Ellen Page publicou um longo post em sua conta pessoal no Facebook onde reflete sobre as diversas acusações de abuso sexual em Hollywood, revelando momentos conturbados que ela própria passou durante sua carreira. Logo no começo, ela destaca ter sofrido um ataque homofóbico do diretor Brett Ratner, um dos nomes envolvidos em escândalos sexuais. De acordo com a atriz, ela tinha 18 anos quando chegou no primeiro dia de trabalho para o encontro com o elenco de “X-Men: O Confronto Final” (2006), no qual interpretou a mutante Kitty Pryde, quando Brett Ratner fez uma piadinha homofóbica que expôs sua sexualidade para todos os presentes. “Ele olhou para uma mulher próxima de mim, dez anos mais velha, apontou para mim e disse: ‘Você deveria fod*-la para ela perceber que é lésbica’. Ele era o diretor do filme, Brett Ratner”, ela recordou. “Eu era uma jovem adulta que ainda não tinha assumido para mim mesmo. Eu sabia que era gay, mas não sabia, por assim dizer. Senti-me violada quando isto aconteceu. Olhei para os meus pés, não disse nada e vi que ninguém o fez. Este homem começou os nossos meses de filmagens num encontro de trabalho com este terrível e incontestado ato. Ele ‘me tirou do armário’ sem consideração pelo meu bem-estar, um ato que todos reconhecemos como homofóbico. A partir daí, comecei a vê-lo no set dizendo coisas degradantes para as mulheres (…) como ‘boc*tas caídas'”. “Esta saída forçada e pública do armário me deixou com sentimento de vergonha por muito tempo, um dos resultados mais destrutivos da homofobia. Fazer com que alguém se sinta envergonhado de quem é, é uma manipulação cruel, concebida para oprimir e reprimir. Fui roubada de mais do que autonomia sobre a minha capacidade de me definir. O comentário de Ratner foi repetido em minha mente muitas vezes ao longo dos anos, todas as vezes que eu encontrei homofobia e tive que lidar com sentimentos de relutância e incerteza sobre meu futuro na indústria do entretenimento”, ela acrescentou. Ratner também foi descrito como misógino pelas mulheres que o acusaram de abuso sexual em uma reportagem do jornal Los Angeles Time, publicada no dia 1 de novembro, entre elas as atrizes Natasha Henstridge (“A Experiência”) e Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”). Ellen Page também lembrou outras situações inconvenientes de sua carreira. Sem citar o nome do diretor, ela contou ter sido assediada aos 16 anos de idade. “Quando eu tinha 16 anos, um diretor me levou para jantar (uma obrigação profissional bem comum). Ele acariciou minha perna debaixo da mesa e disse: “Você tem que tomar a iniciativa, eu não posso”. Eu não tomei e tive a sorte de me afastar dessa situação. Mas foi uma percepção dolorosa: minha segurança não estava garantida no trabalho. Uma figura de autoridade adulta para quem eu trabalhava pretendia me explorar fisicamente. Fui assaltada sexualmente meses depois. E um diretor pediu que eu transasse com um homem de 20 e poucos anos e depois lhe contasse. Isto foi o que me aconteceu durante os meus 16 anos, um adolescente na indústria do entretenimento”. Ela comentou que, enquanto vítimas sofrem, os abusadores seguem festejados em Hollywood. E, neste contexto, menciona que o maior erro de sua carreira foi ter trabalhado com Woody Allen, que foi acusado de ter abusado de sua filha. “Fiz um filme do Woody Allen e é o maior arrependimento da minha carreira. Tenho vergonha de ter feito isto. Eu ainda tinha que encontrar a minha voz e não era quem eu sou agora e me senti pressionada, porque “Claro que você tem que dizer sim a este filme Woody Allen”. No final das contas, no entanto, é minha responsabilidade decidir que fazer e fiz a escolha errada. Cometi um erro terrível.” A atriz participou de “Para Roma, com Amor” (2012), de Allen. Desde então, se assumiu lésbica. E voltou a ser convidada a viver a mutante Kitty Pryde em “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014), logo após sair do armário publicamente. Desta vez, sem traumas.
Primeiro pôster de Deadpool 2 traz o herói no espírito do Dia de Ação de Graças
A Fox divulgou o primeiro pôster de “Deadpool 2”. No espírito do Dia de Ação de Graças, o cartaz traz o herói vivido por Ryan Reynolds servindo um peru, numa mesa que inclui os personagens do primeiro filme: Colossus (criado por computação gráfica), Negasonic Teenage Warhead (ou Míssil Adolescente Negassônico, vivida por Brianna Hildebrand), Vanessa (Morena Baccarin), Fuinha (T.J. Miller), Cega Al (Leslie Uggams) e até o taxista Dopinder (Karan Soni), além das duas principais novidades da nova produção: Cable (Josh Brolin) e Dominó (Zazie Beets), sem esquecer o retrato de Stan Lee na parede. Dirigido por David Leitch (“De Volta ao Jogo”), “Deadpool 2” tem lançamento previsto para março de 2018.
Personagens de Pantera Negra ilustram 11 pôsteres individuais
A Marvel divulgou uma coleção de pôsteres de “Pantera Negra”, que destacam os personagens do filme. São 11 cartazes, que trazem, pela ordem (abaixo): Chadwick Boseman (“Capitão América: Guerra Civil”) como Tchalla, o Pantera Negra, Letitia Wright (série “Humans”) como sua irmã Shuri, Angela Bassett (“Invasão a Londres”) como sua madrasta Ramonda, Forest Whitaker (“Busca Implacável 3”) como seu mentor e guia espiritual Zuri, Daniel Kaluuya (“Corra!”) como seu melhor amigo W’Kabi, Danai Gurira (série “The Walking Dead”) como a guerreira Okoye, Lupita Nyong’o (“12 Anos de Escravidão”) como outra guerreira, Nakia, Martin Freeman, reprisando seu papel de “Capitão América: Guerra Civil” (2016), como o oficial da ONU Everett K. Ross, além dos vilões da história: Erik Killmonger, vivido por Michel B. Jordan (“Creed”), M’Baku, interpretado por Winston Duke (série “Pessoa de Interesse”), e Ulysses Klaue, que Andy Serkis também já interpretou em “Capitão América: Guerra Civil”. Segundo a sinopse oficial divulgada, “Pantera Negra” encontra T’Challa (Boseman) imediatamente após os eventos de “Capitão América: Guerra Civil” (2016), em sua volta para a isolada e tecnologicamente desenvolvida nação africana de Wakanda para assumir seu lugar como Rei. Entretanto, quando um velho inimigo reaparece no radar, a fibra de T’Challa como Rei e Pantera Negra é testada, e ele é levado a um conflito que coloca o destino de Wakanda e do mundo todo em risco. “Pantera Negra” tem direção de Ryan Coogler (“Creed”) e a estreia está marcada para 15 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Disney vai produzir primeira série live action de Star Wars para lançar seu serviço de streaming
A Disney planeja produzir a primeira série live-action de “Star Wars” para lançar seu serviço de streaming. E não é só. De acordo com a revista Variety, a produção será acompanhada por uma série animada da Pixar baseada em “Monstros S.A.”, uma produção derivada da franquia “High School Musical”, do Disney Channel, e uma nova atração de super-heróis da Marvel. Ainda não há informações sobre os detalhes de nenhum desses projetos, mas eles deixam claro que a Disney pretende investir em conteúdo de prestígio para lançar sua plataforma, visando competir de forma agressiva com a Netflix. A empresa anunciou o projeto em agosto, antecipando que não renovaria a licença de exibição de seu conteúdo na Netflix, apostando na exclusividade de seus filmes e séries como mais um fator para atrair assinantes para seu serviço. A princípio, o projeto seria voltado apenas para desenhos animados e produções da própria Disney, com serviços similares para a Marvel e a Lucasfilm, mas o CEO da companhia, Bob Iger, reavaliou o negócio e decidiu concentrar tudo numa única plataforma. A plataforma da Disney será lançada em 2019.
DC Comics contrata criador de Jessica Jones, Era de Ultron e do universo Ultimate da Marvel
A DC Comics foi ao Twitter anunciar a contratação de um dos principais roteiristas da Marvel, Brian Michael Bendis. Ele é responsável, simplesmente, pela criação de Jessica Jones, que hoje tem sua série própria na Netflix, além do universo Ultimate, que inspira boa parte dos filmes da Marvel, especialmente “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, além de ter assinado alguns dos principais crossovers da editora, como, por exemplo, “Era de Ultron”, título de outro filme do estúdio. Bendis também criou os quadrinhos indies “Powers”, que também virou série, e pode ter uma terceira criação adaptada para a TV – “Scarlet”, no canal pago Cinemax. “Estamos mais do que emocionados por dar as boas-vindas a Brian Michael Bendis exclusivamente à família DC, com um acordo de muitos anos e muitas facetas. Ele é um dos mais premiados escritores na indústria, criando muitas histórias inesquecíveis onde quer que esteja, e mal podemos esperar para ver o que ele planejou para o universo DC”, escreveu a DC. O próprio escritor confirmou o contrato em seu Twitter. “É real. Eu amo todos vocês. Mudar é bom. A mudança é saudável. Estou cheio de idéias e inspirações. Detalhes por vir! Fiquem ligados!”
Disney estaria negociando a compra da Fox
Uma junção gigantesca de estúdios pode estar prestes a acontecer em Hollywood. A Disney e a Fox, duas das maiores companhias de mídia do mundo, estariam conversando sobre um projeto de aquisição, afirmou o canal americano de notícias CNBC nesta segunda-feira (6/11). Segundo a reportagem, a Disney compraria “a maior parte” da Fox, exceto sua divisão jornalística. Isso significa que a empresa do bilionário Rupert Murdoch manteria canais como Fox News e Fox Sports. Leis anti-truste também podem impedir a aquisição da rede Fox, pois a Disney já possui um canal de TV aberta nos Estados Unidos, ABC. Mas a Disney estaria mais interessada em outras empresas, como o estúdio de cinema 20th Century Fox, o canal pago FX, a empresa de animação Blue Sky Studios, a National Geographic e até nas participações societárias da Fox no serviço de streaming Hulu e na rede europeia de canais pagos Sky. Caso a aquisição se consolide, a Marvel recuperaria os X-Men, inclusos no pacote. O negócio é considerado estratégico para a Disney, que pretende lançar um serviço de streaming próprio em 2019. O conteúdo da Fox aumentaria suas ofertas de produções para os assinantes. De acordo com a CNBC, os dois estúdios tem conversado há pelo menos duas semanas. Mesmo sem a garantia de que um acordo final será fechado, parte dos executivos da 21st Century Fox, que administra o conglomerado, começam a crer que a companhia não consegue competir no segmento de streaming e que um investimento elevado no setor não compensaria, quando é mais lucrativo concentrar os negócios onde a empresa já é bem-sucedida: nas notícias e no esporte – justamente os setores que não interessam à Disney. Assim que a notícia foi divulgada, as ações da 21st Century Fox e da Disney dispararam na bolsa de valores americana.
Série da Marvel sobre os Novos Guerreiros fica sem canal
O canal Freeform não vai mais exibir a série “New Warriors”, adaptação dos quadrinhos dos Novos Guerreiros, da Marvel. A emissora não conseguiu encontrar espaço em sua grade para o lançamento do programa em 2018, o que levou a Marvel Television a requisitar os direitos de volta, para oferecer a série para outros canais e serviços de streaming. Isto foi necessário após a Marvel ter se adiantado muito e vendido os direitos de exibição da atração para vários canais de outros países. Assim, há a obrigação de produzir a série, que no Brasil foi licenciada para o canal pago Sony. A favor da Marvel, contou o fato de o piloto ter – supostamente – impressionado os executivos da Disney, o que facilitou o aval para buscar outros interessados, em vez de correr riscos desnecessários – até os contratos do elenco poderiam vencer. Baseado no forte piloto, a Marvel espera conseguir um acordo inicial para a produção de duas temporadas, com uma encomenda mínima de dez episódios para cada uma delas. “New Warriors” seria a segunda série da Marvel exibida no Freeform, canal pago juvenil que pertence à Disney. A emissora já está produzindo “Cloak & Dagger”, adaptação dos quadrinhos de “Manto e Adaga”, para 2018. Os Novos Guerreiros são considerados uma versão júnior dos Vingadores. Mas a série teria um tom ainda mais cômico que os filmes dos super-heróis da editora. Criado pelo ex-editor da Marvel Tom DeFalco em 1989, o grupo surgiu da reunião de diversos heróis secundários juvenis da editora – mais ou menos como a Turma Titã, duas décadas antes na DC Comics. A formação da TV, desenvolvida por Kevin Biegel (criador da série “Cougar Town”) seria diferente da equipe dos quadrinhos, deixando de fora os membros mais poderosos, como Namorita, para destacar alguns dos personagens menos heroicos. A atriz Milana Vayntrub (série “This Is Us”) ficou com o papel da Garota Esquilo, a personagem mais popular, e o resto do elenco inclui Derek Theler (série “Baby Daddy”) como o Senhor Imortal, líder do grupo, Jeremy Tardy (série “Dear White People”) como Radical, Calum Worthy (série “Austin & Ally”) como Speedball, Matthew Moy (série “2 Broke Girls”) como Micróbio e Kate Comer (série “The Comeback”) como Escombro. Metade dos “jovens” escalados para viver os heróis adolescentes tem mais de 30 anos, inclusive a intérprete da Garota Esquilo. A outra metade tem mais de 20 anos, mas, na sinopse divulgada pela Marvel, todos interpretam adolescentes com superpoderes, que querem fazer a diferença no mundo, apesar de não estarem prontos para isso.
Fotos revelam novos personagens da série Agents of SHIELD
A revista Entertainment Weekly divulgou as fotos e as descrições de quatro novos personagens da 5ª temporada de “Agents of SHIELD”, que vai se passar no espaço. Como visto no final da temporada passada, Coulson (Clark Gregg) acorda a bordo de uma nave e descobre que alguns, mas não todos, de seus agentes foram levados junto com ele para o espaço. Ao entrarem em contato com outras pessoas à bordo da nave, eles descobrem que algo está terrivelmente errado. As fotos revelam quem são as pessoas que estão na nave: Deke (Jeff Ward, da série “Channel Zero”), um sobrevivente que ajuda as pessoas por um preço, muito útil, mas difícil de se confiar; Tess (Eve Harlow, de “The 100”), uma mulher autossuficiente e esperançosa, que lida com circunstâncias desesperadoras; Flint (Coy Stewart, de “Bella and the Bulldogs”), um inumano capaz de controlar pedras e que se vira sozinho desde muito cedo; e Grill (Pruitt Taylor Vince, de “Heroes: Reborn”), sujeito mal-humorado que não tem ilusões sobre o mundo em que vive e que não se deixa levar facilmente. A 5ª temporada de “Agents of SHIELD” estreia no dia 1º de dezembro pela rede ABC nos Estados Unidos, com a exibição de um episódio duplo de duas horas de duração. No Brasil, a série faz parte da programação do canal pago Sony.
Thor: Ragnarok fatura US$ 121 milhões em estreia arrasadora na América do Norte
“Thor: Ragnarok” se mostrou onipotente nas bilheterias norte-americanas. Saudado por críticas muito positivas (93% de aprovação no site Rotten Tomatoes), a produção lotou os cinemas, faturando impressionantes US$ 121M (milhões) em seu fim de semana de estreia nos Estados Unidos e Canadá. O valor é quase o dobro da abertura de “Thor” (2011), o primeiro filme da franquia (US$ 65M), e também muito superior ao desempenho de “Thor: O Mundo Sombrio” (US$ 85M) em 2013. Até então considerado o personagem menos empolgante da Marvel, Thor deu a volta por cima e superou até o badalado “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” (abriu com US$ 117M) em 2017. Lançado com uma semana de antecedência em outros países, inclusive no Brasil, o filme já soma US$ 306M no mercado internacional, contabilizando também uma ótima estreia na China, onde fez US$ 55M – recorde de arrecadação para o mês de novembro no mercado chinês. Em todo o mundo, a bilheteria acumulada do super-herói contabiliza US$ 427M, arrecadados em cerca de 10 dias. Um novo sucesso para a Marvel e um empurrão e tanto para a Disney atingir o faturamento mundial de US$ 5B (bilhões) em 2017. A competição se provou desigual para o lançamento de “Perfeita É a Mãe 2”, comédia que também chegou aos cinemas norte-americanos neste fim de semana. O estúdio STX tentou amaciar o golpe antecipando sua estreia em dois dias, para a quarta-feira (2/11). Mas nem com a soma de cinco dias a continuação conseguiu superar a arrecadação do primeiro filme. Enquanto o original faturou US$ 23,8M, a sequência ficou com US$ 21,5M. Se contar apenas os três dias do fim de semana, o valor não passa de US$ 17M. Para piorar, a avaliação da crítica foi negativa. Se o primeiro tinha dividido opiniões, com 58% de aprovação, o segundo virou unanimidade: podre, com 32%. Chega no Brasil em dezembro, para valorizar sua temática natalina. O Top 3 fecha com “Jogos Mortais: Jigsaw”, renascimento da franquia de terror, que tinha aberto em 1º lugar na semana passada. O longa rendeu apenas US$ 6,7 milhões em seu segundo fim de semana. Mas como foi rodado com um orçamento de US$ 10M, deverá cobrir seus custos de produção até o próximo domingo (11/11) apenas com a bilheteria doméstica. A estreia no Brasil esta marcada para o fim do mês. Confira, abaixo, os dez filmes de maior bilheteria no fim de semana na América do Norte, com atenção especial para um trio responsável por grandes prejuízos para os estúdios. O caso mais gritante é o fracasso de “Tempestade – Planeta em Fúria”, orçado em US$ 120M, que fez somente US$ 28,7M em três semanas em cartaz na América do Norte. Além dele, “Blade Runner 2049” e “Only the Brave” também desempenharam muito abaixo das expectativas. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Thor: Ragnarok Fim de semana: US$ 121M Total EUA: US$ 121M Total Mundo: US$ 427M 2. Perfeita É a Mãe 2 Fim de semana: US$ 17M Total EUA: US$ 21,5M Total Mundo: US$ 28,2M 3. Jogos Mortais: Jigsaw Fim de semana: US$ 6,7M Total EUA: US$ 28,8M Total Mundo: US$ 59,5M 4. Tyler Perry’s Boo 2! A Madea Halloween Fim de semana: US$ 4,6M Total EUA: US$ 42,9M Total Mundo: US$ 43,3M 5. Tempestade – Planeta em Fúria Fim de semana: US$ 3M Total EUA: US$ 28,7M Total Mundo: US$ 182,3M 6. A Morte Te Dá Parabéns Fim de semana: US$ 2,8M Total EUA: US$ 52,9M Total Mundo: US$ 78,3M 7. Thank You for Your Service Fim de semana: US$ 2,2M Total EUA: US$ 7,3M Total Mundo: US$ 7,3M 8. Blade Runner 2049 Fim de semana: US$ 2,2M Total EUA: US$ 85,4M Total Mundo: US$ 239,9M 9. Only the Brave Fim de semana: US$ 1,9M Total EUA: US$ 15,2M Total Mundo: US$ 16,4M 10. Let There Be Light Fim de semana: US$ 1,6M Total EUA: US$ 4M Total Mundo: US$ 4M
Jaimie Alexander explica porque Sif não aparece em Thor: Ragnarok
A atriz Jaimie Alexander explicou porque sua personagem na franquia “Thor”, a deusa Sif, não aparece no novo filme, “Thor: Ragnarok”. Conversando com o Yahoo!, ela explicou que o motivo foi um conflito de agenda com a série “Blindspot”, mas também aproveitou para dar uma cutucada na desorganização da Marvel. “Eles me convidaram, mas as filmagens aconteceriam na mesma época em que ia gravar ‘Blindspot’, então houve um conflito. Esperava ter recebido o convite com mais antecedência para me programar, mas foi algo de última hora. Eles ligaram e disseram: ‘Ei, a propósito, você pode vir fazer isso?”. Respondi que não havia como fazer isso tão rápido, não tinha como. Eles estavam em um continente diferente. Então foi triste. Fiquei chateada”. Mas ela não perdeu muita coisa. Pelo visto, sua participação seria uma figuração, como aconteceu com o personagem Frandal, vivido por Zachary Levi. Ao menos, Sif pode aparecer em outros filmes do universo Marvel. Lançado em 26 de outubro, “Thor: Ragnarok” lidera atualmente as bilheterias do Brasil.












