Só dois filmes faturaram mais de US$ 1 bilhão nos cinemas em 2023
2023 foi uma ano de poucos blockbusters em Hollywood. Apenas dois filmes faturam mais de US$ 1 bilhão nos cinemas e o Top 10 ainda teve outros dois que nem chegaram aos US$ 500 mil. Fãs de Martin Scorsese, que causou prejuízo com “Assassinos da Lua das Flores”, defendem que cinema é arte e os números não importam. Mas estúdios fecham, são vendidos e demitem milhares de pessoas por conta de balanços financeiros. A Warner Bros faturou a maior bilheteria do ano com o fenômeno “Barbie”, que além de render US$ 1,4 bilhão também foi indicado a vários prêmios no Globo de Ouro e Critics Choice Awards. Mas quem mais faturou foi a Universal Pictures, com o 2ª, 3ª e 5ª bilheterias de 2023, totalizando 2,9 bilhão. Os sucessos do estúdio foram “Super Mario Bros. – O Filme” (US$ 1,3 bilhão), “Oppenheimer” (US$ 952 milhões) e “Velozes e Furiosos 10” (US$ 704 milhões). Vale lembrar que Christopher Nolan, diretor de “Oppenheimer” era parceiro da Warner até o ano passado, quando rompeu com a empresa por discordar de sua estratégia de lançamentos simultâneos no cinema e no streaming durante a pandemia. Apesar da crise, três filmes de super-heróis aparecem no Top 10. Todos são focados em personagens da Marvel – a Warner amargou só fracassos com a DC. Mais bem colocado, “Guardiões da Galáxia Vol. 3” (US$ 845 milhões) ficou em 4º lugar. Produção da Sony, a animação “Homem-Aranha: Através do Aranhaverso” (US$ 690 milhões) entrou em 6º lugar e “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania” (US$ 476 milhões) fecha a relação. Vale apontar que, mesmo tendo um de seus piores desempenhos neste século, a Disney emplacou quatro títulos no Top 5. Todos juntos somam US$ 2,5 bilhão – menos que “Vingadores: Ultimato” (US$ 2,7 bilhão) fez sozinho em 2019. Por fim, a Paramount teve apenas um hit em “Missão: Impossível – Acerto de Contas Parte 1” (US$ 567 milhões). Não por acaso, o estúdio e a Warner estariam discutindo uma fusão. Top 10 mundial Barbie (US$ 1,4 bilhão) Super Mario Bros. – O Filme (US$ 1,3 bilhão) Oppenheimer (US$ 952 milhões) Guardiões da Galáxia Vol. 3 (US$ 845 milhões) Velozes e Furiosos 10 (US$ 704 milhões) Homem-Aranha: Através do Aranhaverso (US$ 690 milhões) A Pequena Sereia (US$ 569 milhões) Missão: Impossível – Acerto de Contas Parte 1 (US$ 567 milhões) Elementos (US$ 495 milhões) Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania (US$ 476 milhões)
Estreias | Percy Jackson, Rebel Moon, Maestro, Resistência e as novidades do streaming
Os 10 destaques da semana em streaming reúnem uma oferta reduzida de séries. São apenas três indicações, incluindo o esperado lançamento de “Percy Jackson e os Olimpianos” e a volta de “What If…?”. Com sete títulos, a seleção de cinema oferece mais variedade, com superproduções sci-fi, a maior bilheteria nacional do ano, o documentário recordista de Taylor Swift e filmes que devem aparecer no Oscar 2024. Confira a seleção de novidades: SÉRIES PERCY JACKSON E OS OLIMPIANOS | DISNEY+ A franquia literária de Rick Riordan vira série após dois filmes decepcionantes na década passada. Mas desta vez acerta em cheio, ao contar com a supervisão do escritor, responsável por tornar a produção bastante fiel à sua obra. A trama gira em torno do personagem-título, um garoto de 12 anos que descobre ser um semideus, filho de um deus grego e de uma mãe humana. Percy Jackson é vivido por Walker Scobbell, revelação do filme “O Projeto Adam” (2022). Ambientada em Nova York, a série inicia com o protagonista enfrentando desafios típicos da adolescência – bullying, dislexia e TDAH – até perceber que consegue ver criaturas estranhas que outros não veem. A narrativa se desenrola rapidamente após um incidente na escola, quando Percy é atacado por sua professora que se transforma em uma Fúria. Ele é resgatado por um caneta mágica dada por outro professor, Sr. Brunner (Glynn Turman), que também não é quem parece ser, e acaba descobrindo que seu amigo Grover (Aryan Simhadri) é um sátiro encarregado de protegê-lo. Levado ao Acampamento Meio-Sangue, ele conhece outros filhos de deuses, incluindo Jason Mantzoukas como Dionísio, diretor do acampamento, e Annabeth (Leah Sava Jeffries), filha de Atena, que se torna uma importante aliada. A trama é impulsionada pela busca do raio de Zeus, levando Percy e seus amigos em uma jornada épica, repleta de desafios mitológicos e criaturas perigosas. Sob a direção de James Bobin (“Alice Através do Espelho”), a narrativa se destaca por oferecer uma visão realista das crianças, equilibrando a aventura com as inseguranças típicas da idade. A produção está a cargo de Jon Steinberg (“The Old Man”) e Riordan, e o elenco também conta com Megan Mullally (“Will & Grace”), Glynn Turman (“A Voz Suprema do Blues”), Jason Mantzoukas (“The Good Place”), Virginia Kull (“NOS4A2”), Timm Sharp (“Juntos Mas Separados”), Lin-Manuel Miranda (“Em um Bairro de Nova York”), Toby Stephens (“Perdidos no Espaço”) e o falecido Lance Reddick (“John Wick”). A CRIATURA DE GYEONGSEONG | NETFLIX mbientada na primavera de 1945, na cidade de Gyeongseong, a nova série sobrenatural reúne dois dos maiores astros da Coreia do Sul, Park Seo-joon (em cartaz em “As Marvels”) e Han So-hee (“My Name”), que se unem pela primeira vez num mesmo projeto. Ele interpreta o homem mais rico de Gyeongseong e proprietário de uma casa de penhores, enquanto ela vive uma detetive famosa por sua capacidade de rastrear qualquer pessoa, até mesmo os mortos. Ambos se cruzam na investigação de casos de desaparecidos, que leva ao hospital onde estranhas experiências são criadas em laboratório. Mas uma vez no interior da instituição, os dois precisão lutar para sobreviver ao se depararem com uma criatura “nascida da ganância humana”. Escrita por Kang Eun-kyung (“Dr. Romântico”) e dirigida por Jeong Dong-yun (“Tudo Bem Não Ser Normal”), a atração combina ação, melodrama e terror, e também traz em seu elenco Wi Ha-joon (“Round 6”), Claudia Kim (“A Torre Negra”), Kim Hae-sook (“A Criada”), Jo Han-chul (“Alerta Vermelho”) e Ji Woo (“Estranhos Íntimos”). Dividida em duas partes, a série conclui com uma segunda leva de episódios em 5 de janeiro. WHAT IF…? | DISNEY+ A série animada em que o Vigia (voz de Jeffrey Wright) explora o multiverso retorna com novas versões alternativas dos heróis dos quadrinhos em sua 2ª temporada. As histórias exploram o que aconteceria se… Nebulosa se juntasse à Tropa Nova, Peter Quill atacasse os heróis mais poderosos da Terra, Hela encontrasse os Dez Anéis, os Vingadores se reunissem em 1602 e outras possibilidades, com direito até a uma trama natalina, focada em Happy Hogan. Um dos atrativos da produção criada por AC Bradley é o envolvimento dos atores do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Alguns dos principais personagens são dublados por seus intérpretes dos filmes live-action, como Karen Gillan (Nebulosa) Hayley Atwell (Peggy Carter), Cate Blanchett (Hela), Elizabeth Olsen (Wanda Maximoff), Kat Dennings (Darcy Lewis) e Jon Favreau (Happy Hogan). Mas alguns protagonistas tiveram suas vozes substituídas, como Viúva Negra (Lake Bell), Capitão América (Josh Keaton) e, claro, Pantera Negra (que não teve seu intérprete revelado até o momento). São ao todo 9 capítulos, disponibilizados diariamente até o dia 30 de dezembro. E em breve chegam mais, porque “What If…?” já se encontra renovada para seu terceiro ano de produção e ainda ganhará a companhia de uma série derivada, “Marvel Zombies” – ainda sem previsão de lançamento. FILMES SALTBURN | PRIME VIDEO Escrito e dirigido pela vencedora do Oscar Emerald Fennell (“Bela Vingança”), o thriller aristo-gótico mergulha nas complexidades e prazeres ocultos das classes altas da Inglaterra. Situado entre os ambientes elitistas da Universidade de Oxford e a propriedade que dá nome ao filme, a narrativa segue Oliver Quick (interpretado por Barry Keoghan, de “Eternos”), um estudante bolsista de Oxford, que se encontra em um mundo de privilégios e riqueza após ser convidado a passar o verão na mansão de campo Saltburn, propriedade da família de um colega de aula carismático e rico, Felix Catton (Jacob Elordi). Este cenário pitoresco se torna o palco para uma série de eventos que desencadeiam obsessão, ressentimento e vingança. A história de “Saltburn” é uma viagem através da consciência de classe, envolvendo o espectador em uma sátira vívida de “Brideshead Revisited”, com referências à cultura pop dos anos 2000. Oliver entra neste mundo de riqueza e influência, fascinado e ao mesmo tempo deslocado. Ele rapidamente se torna o favorito de Felix, o que gera tensão e inveja entre os outros membros da elite. A estadia em Saltburn revela segredos e verdades ocultas sobre a família Catton, enquanto ele luta para manter sua identidade e moralidade em meio a um ambiente de indulgência e extravagância. Barry Keoghan oferece uma atuação marcante, com um desempenho que equilibra inocência e astúcia. Seu relacionamento com Felix é o coração da trama, explorando temas de obsessão, desejo e manipulação. A cinematografia de Linus Sandgren e a direção de arte de Suzie Davies criam um visual deslumbrante que complementa a narrativa, enquanto performances de destaque de Rosamund Pike (“A Roda do Tempo”), Richard E. Grant (“Loki”) e outros adicionam profundidade e humor ao filme. “Saltburn” se estabelece como uma análise astuta e estilizada das dinâmicas de poder e divisões sociais, marcando mais um sucesso na carreira de Fennell. MAESTRO | NETFLIX Bradley Cooper volta ao mundo da música após o sucesso de “Nasce uma Estrela”, em seu segundo filme como diretor. Desta vez, porém, a trama é biográfica, debruçando-se sobre a figura complexa de Leonard Bernstein, um renomado compositor e maestro americano – mais conhecido pelos brasileiros como o autor da trilha do musical “Amor, Sublime Amor”. Também intérprete do protagonista (com um notável nariz postiço), Cooper opta por uma abordagem não linear, contando a história de Bernstein através de uma série de vinhetas que cobrem diferentes períodos de sua vida. Outro aspecto distintivo da estrutura narrativa é o uso criativo da cor. As cenas iniciais são apresentadas em preto e branco, evocando a estética de fotografias antigas e filmes clássicos, o que confere às imagens um ar nostálgico e histórico. À medida que a história avança, o filme introduz cores, sinalizando mudanças temporais e emocionais na vida de Bernstein. Essa transição é usada de maneira eficaz para destacar a evolução dos personagens e dos tempos. O drama começa com Bernstein em seus anos finais, refletindo sobre sua vida e carreira, o que permite que o filme mergulhe em flashbacks de momentos cruciais de sua trajetória. Essas cenas, que vão desde sua estreia surpreendente na Filarmônica de Nova York até os problemas de seu casamento com Felicia Montealegre, facilitam a exploração tanto dos triunfos quanto dos desafios enfrentados pelo maestro e compositor. Boa parte do enredo se concentra na relação de Bernstein com sua esposa (interpretada por Carey Mulligan, de “Bela Vingança”), que abrange várias décadas, revelando as nuances de um relacionamento marcado pela admiração mútua, mas também por obstáculos decorrentes da sexualidade do compositor e de sua natureza artística expansiva. Mulligan entrega uma performance notável, capturando a evolução da personagem ao longo dos anos. Além disso, o filme utiliza a música para ilustrar os momentos pessoais intensos do protagonista, integrando performances musicais ao enredo de forma orgânica para celebrar a genialidade musical de Bernstein. ACAMPAMENTO DE TEATRO | STAR+ A comédia maluca sobre teatro infantil se passa num acampamento de verão onde monitores criativos, apaixonados e um pouco desequilibrados se juntam durante as férias escolares para ensinar teatro a uma nova turma de crianças. Porém, quando a fundadora do acampamento entra em coma, seu filho desinformado e pretensioso decide entrar em ação para salvar o local da falência, mesmo sem saber nada sobre teatro. Trabalhando em conjunto com os monitores do acampamento e professores excêntricos, ele lança uma missão desafiadora: criar uma peça de teatro genial em apenas três semanas com crianças completamente inexperientes. O filme é baseado num curta de 2020 da atriz Molly Gordon (“O Urso”) e do diretor de clipes Nick Lieberman, casal que faz sua estreia como cineastas na versão ampliada da trama. Além de escrever e dirigir com o namorado, Molly Gordon também estrela “Theater Camp” junto com Jimmy Tatro (“Economia Doméstica”), Ben Platt (“Querido Evan Hansen”), Ayo Edebiri (“O Urso”), Noah Galvin (“The Good Doctor”) e Amy Sedaris (“Ghosted: Sem Resposta”). O elenco e os diretores venceram um prêmio especial (Melhor Conjunto) no Festival de Sundance, durante sua première em janeiro passado, ocasião em que o filme foi coberto de elogios pela crítica e atingiu 86% de aprovação no agregador Rotten Tomatoes. RESISTÊNCIA | STAR+ A nova sci-fi de Gareth Edwards, diretor de “Godzilla” (2014) e “Rogue One: Uma História Star Wars” (2016), é um thriller de ação passado num futuro distópico, marcado pela guerra entre a humanidade e a inteligência artificial (IA). Com efeitos visuais de ponta, o longa se passa após um atentado que fez os EUA banirem todas as IA e acompanha o agente militar Joshua, interpretado por John David Washington (“Tenet”), em uma missão de invasão na Nova Ásia, região onde as IAs ainda são legais, para caçar e matar o Criador, arquiteto elusivo de uma IA avançada com o poder de encerrar as guerras e a própria humanidade. Só que a arma que ele recebeu instruções para eliminar é, na verdade, uma IA com forma de criança. Diante da descoberta – e de alguma reflexão – , ele surpreende ao mudar de lado, enfrentando desafios arriscados para proteger a jovem androide daqueles que querem destruí-la. A obra foi muito elogiada por sua abordagem ambiciosa num gênero frequentemente dominado por sequências e remakes. A narrativa não explora apenas a guerra entre humanos e IA, mas também mergulha em questões éticas e filosóficas, o que rendeu comparações a obras icônicas de ficção científica. De fato, a trama lembra vários outros filmes, evocando desde produções sobre a Guerra do Vietnã (como “Apocalypse Now”) até sci-fis sobre IAs (“IA”) e androides (“Blade Runner”). O roteiro original foi escrito por Edwards e Chris Weitz (também de “Rogue One”) e o elenco ainda conta com Gemma Chan (“Eternos”), Ken Watanabe (“A Origem”), Sturgill Simpson (“Dog: A Aventura de Uma Vida”), Allison Janney (vencedora do Oscar por “Eu, Tonya”) e a atriz mirim estreante Madeleine Yuna Voyles. REBEL MOON – PARTE 1: A MENINA DE FOGO | NETFLIX Zack Snyder, um diretor cujo trabalho frequentemente divide opiniões, conseguiu unanimidade com seu novo longa. A crítica internacional odiou de forma unificada – a aprovação é de apenas 25% no Rotten...
Marvel vai mudar tudo após demissão de Jonathan Majors
A Marvel mudou o nome do próximo filme dos Vingadores. Após demitir Jonathan Majors, Intérprete do vilão Kang, o Conquistador, declarado culpado em julgamento por agredir e assediar sua ex-namorada, o estúdio deixou de chamar o longa de “Avengers: The Kang dynasty” (“Vingadores: A Dinastia Kang”). Após a participação de Majors na série “Loki” e no filme “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”, ele apareceria à frente de uma invasão multiversal para lutar contra os Vingadores. Mas agora o título foi descartado e o projeto passou a ser discutido no estúdio como “Vingadores 5″ até que um novo nome seja decidido. A decisão de mudar o título indica que o estúdio não irá substituir Majors no papel de Kang. Em vez disso, a Marvel pode eliminar o personagem da da franquia. Os planos teriam sido discutidos em setembro, quando os executivos da Marvel, incluindo o presidente Kevin Feige, se reuniram para discutir “planos alternativos” para a produção. Uma das ideias, segundo apurado pela imprensa americana na época, foi a mudança do grande vilão. Especulações apontaram o Doutor Destino, antagonista do Quarteto Fantástico, como favorito do estúdio.
Trailer violento alerta que “Eco” é “a série mais intensa da Marvel”
A Marvel divulgou um novo trailer de “Eco” (Echo), sua próxima série na Disney+, ressaltando as cenas de violência. Com narração séria, a prévia alerta que a atração é diferente das produções de super-heróis feitas para o streaming e a descreve como “a série mais intensa da Marvel”. “Eco” acompanha Maya Lopez, personagem apresentada em “Gavião Arqueiro”. Ela é uma super-heroína nativa americana surda que possui a habilidade de imitar o estilo de luta de qualquer oponente. A trama ainda vai trazer personagens da série “Demolidor” de volta ao universo Marvel. Charlie Cox retorna como o herói e sua identidade de Matt Murdock, enquanto Vincent D’Onofrio voltará a viver Wilson Fisk, o Rei do Crime. A estreia está marcada para o dia 9 de janeiro, às 23h horas (horário de Brasília), com o lançamento de todos os cinco episódios de uma vez.
2ª temporada de “What If…?” ganha trailer de temática natalina
A Marvel divulgou um novo trailer da 2ª temporada de “What If…?”, série animada em que o Vigia (voz de Jeffrey Wright) explora o multiverso, encontrando versões alternativas dos heróis dos quadrinhos. A série retorna em 22 de dezembro na Disney+, por isso o vídeo tem temática natalina, com direito a Thor com chapéu de Papai Noel. Nem todos os atores do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) participam da produção criada por AC Bradley. Alguns dos principais destaques da prévia tiveram suas vozes substituídas, como Viúva Negra (Lake Bell), Capitão América (Josh Keaton) e, claro, Pantera Negra (que não teve seu intérprete revelado até o momento). Mas a Capitã Carter continua dublada por Hayley Atwell e muitos outros astros reprisam seus papéis, como Cate Blanchett (Hela), Elizabeth Olsen (Wanda Maximoff), Kat Dennings (Darcy Lewis) e Jon Favreau (Happy Hogan). “What If…?” já se encontra renovada para seu terceiro ano de produção e ainda ganhará a companhia de uma série derivada, “Marvel Zombies”, até o momento ainda sem previsão de estreia.
Taxista diz que Jonathan Majors apanhou e não agrediu namorada
O julgamento de violência doméstica de Jonathan Majors, ator de “Loki” e “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumannia”, entrou em sua segunda semana com o testemunho do motorista do carro onde o ator e sua ex-namorada Grace Jabbari estavam no momento do incidente. Naveed Sanwar, o motorista, descreveu em detalhes a dinâmica do confronto entre Majors e Jabbari, enfatizando a reação irritada de Jabbari após ver mensagens de texto de outra mulher no telefone de Majors. Relato do motorista sobre o confronto Auxiliado por um intérprete de urdu, Sanwar relatou ao tribunal que Jabbari ficou muito irritada após ver as mensagens e começou a agredir Majors, que não bateu de volta. “A garota bateu no garoto — pela maneira como ela estava lutando e pelos sons produzidos”, disse Sanwar, referindo-se ao conflito físico entre o casal. Ele observou que a reação do ator foi abrir a porta do carro para sair e se livrar da agressão. “Ele estava dizendo: ‘Me deixe em paz. Eu tenho que ir’”, testemunhou o motorista para os jurados e o juiz Michael Gaffey. “Ele não estava fazendo nada, ela que estava fazendo”, ele enfatizou. Guerra de versões O testemunho contradiz frontalmente a acusação de que Jonathan Majors agrediu a ex-namorada. A promotoria aponta Majors como agressor, enquanto a defesa insiste na inocência do ator, alegando que Jabbari foi a verdadeira agressora. A única coisa em que acusação e defesa concordam é que a briga entre o ex-casal foi motivada por mensagens de texto de uma mulher no telefone do ator. Em sua investigação, policiais encontraram “uma laceração” e uma fratura de dedo em Jabbari e prenderam Majors. O Dr. William Chang também testemunhou sobre o tratamento de Jabbari no Hospital Bellevue de Nova York e afirmou que as lesões dela eram consistentes com alguém que foi agredido. Mensagens comprometedoras Antes do testemunho do taxista nesta segunda, a acusação tinha conseguido uma vitória ao conseguir autorização para expor mensagens de texto comprometedoras de Majors em sua relação com Jabbari. A acusação mostrou que o ator convenceu Jabbari a não ir a um hospital no Reino Unido por uma lesão na cabeça em setembro de 2022. “Eles vão fazer perguntas, e como eu não acho que você realmente nos protege, isso pode levar a uma investigação, mesmo que você minta e eles suspeitem de algo”, disse Majors à sua então namorada. “Vou dizer ao médico que bati a cabeça se eu for”, respondeu Jabbari a Majors em outra mensagem. “Vou dar mais um dia, mas não consigo dormir e preciso de analgésicos mais fortes”, continuou ela. “Por que eu diria a eles o que realmente aconteceu quando está claro que quero ficar com você”, continuou. Estas mensagens foram usadas para corroborar as alegações da promotoria sobre um padrão de abuso por parte de Majors. Curiosamente, o site Deadline apurou que existem “registros médicos relacionados a um incidente ocorrido em setembro de 2022”, mas a acusação não disse nada sobre o assunto. Um júri composto por três homens e três mulheres decidirá se Majors é culpado das acusações. Se condenado, ele pode ser sentenciado a até um ano de prisão, além de ter a carreira seriamente comprometida.
Robert Downey Jr. não voltará à Marvel, garante Kevin Feige
O Homem de Ferro de Robert Downey Jr. não retornará ao MCU (Universo Cinematográfico Marvel). Quem garante é o chefão do Marvel Studios, Kevin Feige. Em entrevista à revista Vanity Fair sobre a carreira de Downey, o presidente da Marvel Studios abordou os rumores de que todos os Vingadores originais retornariam de uma forma ou de outra em uma fase futura do MCU. “Vamos manter esse momento e não tocá-lo novamente”, disse Feige à publicação sobre o sacrifício de Tony Stark em “Vingadores: Ultimato”. “Todos nós trabalhamos duro por muitos anos para chegar a isso, e nunca iríamos querer desfazer isso magicamente de forma alguma.” A escolha do intérprete do Homem de Ferro Feige também contou como conseguiu convencer o antigo conselho da Marvel a escalar Downey como Tony Stark/Homem de Ferro. Mesmo com seu apoio e do diretor Jon Favreau, os executivos tentaram evitar que o ator fosse contratado para o papel. “Tudo se deve ao fato de o conselho da Marvel estar nervoso em colocar todas as suas fichas e futuro cinematográfico em alguém que teve esses problemas legais no passado”, disse Feige sobre as prisões de Downey. “Eu não era muito bom — e ainda não sou muito bom — em aceitar um não como resposta. Mas também não bato no peito para tentar conseguir o que quero. Tento descobrir maneiras de deixar claro para outras pessoas por que devemos seguir nessa direção. E foi aí que surgiu a ideia de um teste de tela.” Nesse ponto, Downey já havia sido indicado ao Oscar por “Chaplin” (1992) e deveria ter conseguido o papel sem fazer um teste, mas os executivos da Marvel precisavam ver por si mesmos que ele era a pessoa certa para o papel por todos os problemas do ator com drogas. Líder legítimo dos Vingadores Após sua escalação para “Homem de Ferro” (2008), Downey passou a trabalhar em equipe com seus colegas super-heróis e lutou por eles em vários momentos. À frente dos primeiros Vingadores, ele até usou suas negociações contratuais para conseguir salários mais altos para seus colegas de elenco. “Costumávamos brincar e dizer que Robert era o chefe do departamento de atuação porque todos lá o admiravam”, acrescentou Feige. “Ele colocou todos eles sob sua proteção, mas não de uma forma subserviente. Ele acabou por se tornar o líder de torcida deles.”
Bilheteria | Marvel e Apple amargam fracassos históricos de arrecadação
As bilheterias do fim de semana nos EUA e Canadá sacramentaram fracassos financeiros gigantescos de produções da Apple e da Marvel. “Napoleão”, de Ridley Scott, saiu do Top 5 em apenas duas semanas, marcando a segunda superprodução da Apple a capotar nas bilheterias nos últimos meses, após “Assassinos da Lua das Flores”, de Martin Scorsese. Ambos os filmes foram orçados acima de US$ 200 milhões e deixarão um rombo financeiro nas contas da empresa. O total do faturamento mundial de “Napoleão” é US$ 136,6 milhões. Ainda em cartaz, “Assassinos da Lua das Flores” aparece em 16º lugar após sete fins de semana, com um total de arrecadação mundial de US$ 154 milhões. Enquanto isso, “As Marvels” saiu do Top 10 após apenas quatro fins de semana, chegando a uma soma mundial de US$ 197 milhões neste domingo (3/12). Isso oficializa sua condição de pior bilheteria da história do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), muito abaixo do vexame de “O Incrível Hulk”, que fez US$ 264,7 milhões em 2008. O detalhe é que o orçamento da produção de “As Marvels” chegou a US$ 274 milhões. O filme teria que render mais de US$ 700 milhões para se pagar.
Criador de “Loki” vai reescrever próximo filme dos Vingadores
Depois do desastre de “As Marvels”, pior bilheteria do Marvel Studios, o presidente do estúdio Kevin Feige decidiu jogar fora o roteiro de “Vingadores: A Dinastia Kang” e contratou Michael Waldron, criador de “Loki”, para reescrever a produção. Originalmente, o roteiro estava a cargo Jeff Loveness, que escreveu “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”, mas após esse filme flopar, Feige resolveu mudar tudo. A contratação consolida Waldron como o principal arquiteto da Saga do Multiverso da Marvel. Após criar “Loki”, ele escreveu “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”. Além disso, já tinha sido contratado para fazer o filme seguinte dos Vingadores, “Guerras Secretas”, que se seguirá à “Dinastia Kang”. Nem “Dinastia Kang” nem “Guerras Secretas” têm diretores contratados, embora a contratação de Walderon sugira uma visão unificada para ambos os filmes, como “Vingadores: Guerra Infinita” e “Vingadores: Ultimato”, ambos escritos pela dupla de roteiristas Christopher Markus e Stephen McFeely. A mudança segue de perto a saída do diretor Destin Daniel Cretton do filme de Kang – mas ele permanece desenvolvendo a série “Wonder Man” e a sequência de “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”. A produção também enfrenta um impasse em relação ao intérprete de Kang, já que Jonathan Majors enfrenta um processo criminal por assédio e agressão a uma ex-namorada. Por conta disso e de resultados baixos de bilheteria, boatos reportados pela revista Variety sugerem que o estúdio pretende juntar os Vingadores originais, incluindo Homem de Ferro e Viúva Negra, que morreram em “Vingadores: Ultimato”, num dos novos lançamentos dos heróis. O próximo filme dos Vingadores tem estreia marcada para 30 de abril de 2026 no Brasil.
Agatha | Marvel revela primeiras cenas da série derivada de “WandaVision”
O Marvel Studios divulgou um vídeo com as primeiras imagens de “Agatha: Darkhold Diaries”, série derivada de “WandaVision”, focada na personagem Agatha Harkness. O vídeo integra o lançamento do Blu-ray de “WandaVision”, que chega nesta terça (28/11) às lojas dos Estados Unidos. O material inclui entrevistas com a atriz Kathryn Hahn, intérprete da personagem, e com a criadora da série principal e do spin-off, Jac Schaeffer. Elas explicam a origem da série derivada, enquanto cenas inéditas das gravações são exibidas. Kathryn Hahn fez muito sucesso em “WandaVision”. Ela foi indicada ao Emmy de Melhor Atriz Coadjuvante de Minissérie e sua música-tema, “Agatha All Along”, tornar-se um fenômeno pop, com vários remixes e covers publicados no YouTube. Composta pela dupla Robert Lopez e Kristen Anderson-Lopez (de “Frozen”), a canção venceu o Emmy de 2021 na categoria de Melhor Música Original. Novidades da série Além de contar com seu retorno ao papel da bruxa Agatha Harkness, a série também voltará a contar com Emma Caufield (a eterna Anya de “Buffy: A Caça-Vampiros”) como Dottie e Debra Jo Rupp (a Kitty Forman de “That ’70s Show”) como a Sra. Hart, e vai introduzir novos personagens vividos por Joe Locke (um dos protagonistas da série “Heartstopper”), Patti LuPone (“American Horror Story”) e Aubrey Plaza (de volta à Marvel após “Legion”), entre outros. A criadora de “WandaVision” – e roteirista de “Viúva Negra” – Jac Schaeffer também estará de volta para comandar o projeto. Introduzida originalmente como Agnes, a vizinha intrometida de Wanda e Visão, a vilã Agatha Harkness terminou “WandaVision” revelando-se uma bruxa poderosa, que estava disfarçada para estudar a heroína antes de enfrentá-la. Mas todo esse esforço dá em nada, já que Agatha acaba derrotada e forçada a assumir a personalidade fictícia de Agnes, sendo condenada por Wanda a viver o resto da vida como uma dona de casa suburbana como punição. Na nova série, Agatha finalmente se libertará do feitiço, mas antes que possa se vingar descobre que não tem mais seus poderes. Para recuperá-los, ela precisará embarcar em uma jornada perigosa “com a ajuda de um ou outro amigo inusitado”, segundo a sinopse oficial. A estreia é esperada apenas para outubro de 2024. Além dessa produção, a história de “WandaVision” também vai continuar em “Vision Quest”, minissérie estrelada por Paul Bettany como o Visão.
Crise na Marvel: Novo filme dos “Vingadores” perde diretor
Destin Daniel Cretton, diretor conhecido por seu trabalho em “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”, desvinculou-se da direção de “Vingadores: A Disnastia Kang”, o próximo filme dos Vingadores da Marvel. A saída do diretor traz incertezas para o projeto, previsto para estrear em 1º de maio de 2026. “Dinastia Kang” é visto como um evento crucial na saga do Multiverso da Marvel, que deu sequência ao enredo de Thanos nos filmes do Marvel Studios. Contudo, o futuro do personagem Kang, interpretado por Jonathan Majors em “Loki” e “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”, permanece incerto devido a questões legais do ator – que aguarda julgamento, após denúncia de agressão a uma ex-namorada. Segundo fontes do Hollywood Reporter, a saída de Cretton, embora significativa, ocorreu em um contexto amigável, mantendo-o dentro do universo Marvel. Ele segue envolvido na direção e produção executiva da série “Wonder Man” e na sequência de “Shang-Chi”. Desafios para a Marvel O roteiro de “Dinastia Kang” foi escrito por Jeff Loveness, que também escreveu “Homem-Aranha e a Vespa: Quantumania”. Entretanto, há rumores de que a Marvel teria revisado seus planos para a história do filme, após a má recepção à “Quantumania”. Ainda não está claro se outro roteirista assumirá o projeto, agora que a greve dos escritores terminou. Com a saída de Cretton, um novo diretor pode sugerir uma mudança completa, trazendo um roteirista de sua preferência. A mudança na direção do próximo projeto dos Vingadores ocorre em um momento desafiador para o Marvel Studios. Outrora considerado infalível, o estúdio vem mostrando sinais de desgaste recentemente, com os fracassos de “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania” e da estreia desapontadora de “As Marvels”, refletindo uma nova realidade para a Marvel, onde seus lançamentos deixaram de significar sucesso garantido.
What If…? | Trailer apresenta novas versões alternativas dos heróis Marvel
A Marvel divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada de “What If…?”, série animada em que o Vigia (voz de Jeffrey Wright) explora o multiverso, encontrando versões alternativas dos heróis dos quadrinhos. A série retorna em 22 de dezembro na Disney+, por isso o cartaz tem temática natalina. Além disso, o trailer faz menção a um dos melhores filmes de Natal de todos os tempos, “Duro de Matar” (1988), num diálogo hilário entre Darcy Lewis (Kat Dennings) e Happy Hogan (Jon Favreau). Nem todos os atores do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) participam da produção criada por AC Bradley. Alguns dos principais destaques da prévia tiveram suas vozes substituídas, como Viúva Negra (Lake Bell), Capitão América (Josh Keaton) e, claro, Pantera Negra (que não teve seu intérprete revelado até o momento). Mas a Capitã Carter continua dublada por Hayley Atwell e muitos outros astros reprisam seus papéis, como Cate Blanchett (Hela) e Elizabeth Olsen (Wanda Maximoff). “What If…?” já se encontra renovada para seu terceiro ano de produção e ainda ganhará a companhia de uma série derivada, “Marvel Zombies”, até o momento sem previsão de estreia.
Eco enfrenta Demolidor e Rei do Crime no trailer de nova série
A Marvel divulgou o pôster e o trailer de “Eco” (Echo), série derivada de “Gavião Arqueiro”, que destaca a personagem vivida por Alaqua Cox e sua relação tumultuada com Wilson Fisk (Vincent D’Onofrio), o Rei do Crime. A prévia também apresenta um trecho rápido de uma luta contra o Demolidor (Charlie Cox), além de um tom bastante violento. Eco é uma heroína surda e nativo-americana, que tem a capacidade de copiar perfeitamente os movimentos ou estilo de luta de outra pessoa, tornando-a uma oponente formidável num combate corpo-a-corpo. Introduzida como vilã em “Gavião Arqueiro”, Maya Lopez, a Eco, terminou a série anterior crente que acertou as contas com seu passado – isto é, matou Fisk. Mas a nova série mostra que o vilão é duro de matar e ainda há pontas soltas para serem ajustadas. A direção é de Sydney Freeland, que defendeu a diferença de tom, em relação às demais séries da Marvel, por a produção girar em torno de uma vilã. O elenco também inclui Chaske Spencer (“The English”), Graham Greene (“Espíritos Obscuros”), Tantoo Cardinal (“Assassinos da Lua das Flores”), Devery Jacobs (“Reservation Dogs”) e Zahn McClarnon (“Westworld”). “Eco” também é a primeira série do Marvel Studios a ser lançado na íntegra no streaming, com todos os episódios disponibilizados juntos em 10 de janeiro na Disney+.











