Série derivada de “WandaVision” ganha título oficial e data de estreia
"Agatha All Along", centrada na vilã Agatha Harkness, será lançada em setembro na plataforma Disney+
Ator de “Game of Thrones” é escalado como Galactus em novo filme do Quarteto Fantástico
Ralph Ineson, que também trabalhou em "A Bruxa", foi confirmado para interpretar o vilão cósmico no próximo filme da Marvel Studios
Antony Mackie vira Capitão América em primeira foto do novo filme
Imagem de "Capitão América: Admirável Mundo Novo" revela visual do ator no uniforme do super-herói
Demolidor | Jon Bernthal confirma volta como Justiceiro em foto de bastidores
Ator publica foto do set da série da Marvel, ao lado dos intérpretes de Demolidor e Karen Page
Estreias | Nova temporada de “Halo” e “As Marvels” chegam ao streaming
Série da Paramount+ e filme da Disney+ são destaques entre as 10 novidades que merecem atenção na semana
Krysten Ritter dá pista da volta de Jessica Jones
A atriz Krysten Ritter postou uma foto significativa em suas redes sociais. Na imagem, ela aparece usando uma das camisetas que vestiu na série “Jessica Jones” e escreveu “IYKYK”. As iniciais significam, em inglês, “se você sabe, você sabe”. Os fãs da Marvel entenderam a mensagem críptica como a confirmação de sua participação na nova série do Demolidor, que recomeçou a ser gravada do zero nos últimos dias. Tudo indica que a atração vai reintroduzir os personagens das séries da Netflix no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Mudança de rumo Originalmente, “Daredevil: Born Again” deveria ser um reboot radical, com distanciamento das três temporadas de “Demolidor”. Só que o Marvel Studios não gostou da nova abordagem, demitiu todo mundo e quem assumiu foi Dario Scardapane, que escreveu e produziu a série “O Justiceiro”. Scardapane convenceu Kevin Feige, o chefão do estúdio, a considerar as séries da Netflix como parte da cronologia oficial do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). Assim, “Daredevil: Born Again” vai continuar a história das três temporadas de “Demolidor”, que integraram um miniuniverso na Netflix e atualmente estão disponíveis na Disney+. O ator Vincent D’Onofrio, intérprete de Wilson Fisk, o Rei do Crime, já tinha afirmado que essa seria a abordagem da nova série. “Durante o reinício criativo de ‘Daredevil: Born Again’, todos os roteiristas se reuniram e disseram: ‘Olha, é assim que temos que fazer agora’. Então, com certeza estamos falando sobre isso apenas em termos de estarmos diretamente conectados ao Demolidor original, e isso é ótimo. Ele traz muitas histórias legais e todas as histórias colaterais que aconteceram nessas três temporadas originais”, explicou o ator em entrevista ao The Hollywood Reporter. Uma das mudanças entre o projeto anterior e o atual foram registradas no fim de semana, quando Deborah Ann Woll e Elden Henson foram flagrados de volta aos papéis de Karen Page e Foggy Nelson, em gravações nas ruas de Nova York com Charlie Cox, o intérprete de Matt Murdock/Demolidor. Seus personagens tinham sido descartados pela equipe demitida. A volta do Justiceiro, vivido por Jon Bernthal, também está confirmada, e há rumores sobre o retorno de Wilson Bethel como Benjamin “Dex” Poindexter, o vilão mais conhecido como Mercenário. “Jessica Jones”, exibida entre 2015 e 2019, trazia Ritter como a personagem-título, uma detetive particular mau-humorada, beberrona e deprimida com superforça. Krysten Ritter shares a new video on Instagram wearing the same shirt as Jessica Jones with the caption: “IYKYK” 👀 pic.twitter.com/pYHVVEuZ0t — Cosmic Marvel (@cosmic_marvel) January 30, 2024
Vídeos flagram Deborah Ann Woll e Elden Henson de volta à série do Demolidor
A série do herói Demolidor retomou as gravações em Nova York, revelando o retorno de Deborah Ann Woll e Elden Henson aos papéis de Karen Page e Foggy Nelson. Vídeos das gravações mostram os dois alegres ao lado de Charlie Cox, o intérprete de Matt Murdock (o Demolidor), saindo de um bar e caminhando pelas ruas de Nova York à noite. Wool e Henson não tinham sido convidados a repetir seus papéis no projeto original da série. Seus personagens tinham sido descartados pela equipe anterior de “Daredevil: Born Again”, que planejava um reboot radical, com distanciamento da série “Demolidor” da Netflix. Só que o Marvel Studios no gostou da nova abordagem, demitiu todo mundo e quem assumiu foi Dario Scardapane, que escreveu e produziu a série “O Justiceiro”. Scardapane convenceu Kevin Feige, o chefão do estúdio, a considerar as séries da Netflix como parte da cronologia oficial do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). Assim, “Daredevil: Born Again” vai continuar a história das três temporadas da Netflix, que atualmente estão disponíveis na Disney+, e se encerraram com Matt Murdock sócio de Karen e Foggy numa firma de advocacia. O ator Vincent D’Onofrio, intérprete de Wilson Fisk, o Rei do Crime, já tinha afirmado que essa seria a abordagem da nova série. “Durante o reinício criativo de ‘Daredevil: Born Again’, todos os roteiristas se reuniram e disseram: ‘Olha, é assim que temos que fazer agora’. Então, com certeza estamos falando sobre isso apenas em termos de estarmos diretamente conectados ao Demolidor original, e isso é ótimo. Ele traz muitas histórias legais e todas as histórias colaterais que aconteceram nessas três temporadas originais”, explicou o ator em entrevista ao The Hollywood Reporter. This is the best quality footage for Daredevil Born Again being filmed in New York City 🎬 #DaredevilBornAgain pic.twitter.com/DkVJ86iNyX — Zero (@zerowontmiss) January 27, 2024 January 26, 2024what a day 🥹#Daredevil pic.twitter.com/AA1VSu4DsC — Daredevil Shots (@_DaredevilShots) January 27, 2024 Matt, Foggy and Karen reunited for ‘DAREDEVIL BORN AGAIN’. (via: @OT_Tristan) pic.twitter.com/T8hQeyAmBr — DiscussingFilm (@DiscussingFilm) January 27, 2024
Vincent D’Onofrio diz que séries da Netflix entraram na cronologia do MCU
O ator Vincent D’Onofrio, intérprete de Wilson Fisk nas séries da Marvel confirmou que o Demolidor e outras séries da Netflix entraram oficialmente na cronologia do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Em entrevista ao Hollywood Reporter, o ator afirmou que a mudança de status aconteceu após uma nova equipe assumir a nova série do “Demolidor” “Durante o reinício criativo de ‘Daredevil: Born Again’, todos os roteiristas se reuniram e disseram: ‘Olha, é assim que temos que fazer agora’. Então, com certeza estamos falando sobre isso apenas em termos de estarmos diretamente conectados ao Demolidor original, e isso é ótimo. Ele traz muitas histórias legais e todas as histórias colaterais que aconteceram nessas três temporadas originais”, explicou o ator. “Agora podemos começar ‘Born Again’ com toda essa história atrás de nós e o resultado dela. Então estamos todos falando sobre ‘Daredevil: Born Again’ nesses termos agora”, completou. A declaração vem após a Disney+ também passar a identificar as séries da Netflix como parte da cronologia do MCU. Além disso, segue rumores sobre as voltas de Deborah Ann Woll e Elden Henson aos papéis de Karen Page e Foggy Nelson. Eles tinham sido descartados pela equipe anterior de “Daredevil: Born Again”, que planejava um reboot radical para o Demolidor. Em outubro, o Marvel Studios demitiu toda a equipe de produção da série, que tinha vários capítulos prontos. Quem assumiu no lugar de Chris Ord (“The Brave”) e Matt Corman (“Inimigo Interno”) foi Dario Scardapane, que escreveu e produziu a série “O Justiceiro” na Netflix. Ele teria sido responsável por convencer o MCU a considerar as séries da Netflix como cânones.
Disney perde bilheteria mundial para a Universal após anos de domínio no cinema
A Universal Pictures alcançou um marco significativo no mercado cinematográfico em 2023, conquistando a liderança na bilheteria mundial do ano com seus filmes, um feito que não ocorria desde que a Disney passou a dominar o setor em 2016. A receita global dos 24 filmes lançados pela Universal atingiu aproximadamente US$ 4,91 bilhões, superando os US$ 4,83 bilhões gerados pelos 17 títulos da Disney em 2023. Donna Langley, presidente do NBCUniversal Studio Group e diretora de conteúdo do conglomerado, foi peça-chave neste sucesso. Com habilidades reconhecidas e vínculos estreitos com cineastas de renome, ela conseguiu atrair Christopher Nolan para a Universal. Insatisfeito com seu acordo com a Warner Bros., Nolan contribuiu significativamente para o sucesso da Universal com “Oppenheimer”, que foi o filme live-action de maior bilheteria da empresa em 2023, arrecadando US$ 952 milhões globalmente. A Universal apresentou uma carteira de filmes diversificada, com contribuições da Universal Pictures, Focus Features, Blumhouse Productions, Illumination e DreamWorks Animation. “Super Mario Bros.- O Filme”, da Illumination, foi a maior bilheteria geral, com US$ 1,36 bilhões em todo o mundo, enquanto “Velozes e Furiosos X” adicionou mais US$ 704,9 milhões ao montante. Até o terror barato “Five Nights at Freddy‘s”, da Blumhouse, impressionou com US$ 290,9 milhões arrecadados frente a um orçamento de apenas US$ 20 milhões. Jim Orr, presidente de distribuição doméstica da Universal Pictures, comemorou o feito em comunicado à imprensa: “Em 2023, a Universal encontrou sucesso novamente nas bilheterias com nossa diversificada gama de filmes. Nosso catálogo incluiu blockbusters como o épico ‘Oppenheimer’ de Christopher Nolan e o recordista ‘Super Mario Bros.- O Filme’, da Illumination, além de sucessos de terror como o hit ‘M3GAN’ da Blumhouse, comédias, dramas e filmes familiares das duas maiores marcas de animação, Illumination e DreamWorks Animation.” Desafios da Disney e Posicionamento no Mercado A Disney, por outro lado, enfrentou desafios, especialmente com produções da Marvel Studios e seus estúdios de animação. Foram mais fracassos que sucesso, contando “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”, “As Marvels”, “Wish: O Poder do Desejo” e “Indiana Jones e a Relíquia do Destino”. Tony Chambers, chefe de distribuição global da Disney, comentou a perda da liderança: “Ser o estúdio número um globalmente por sete anos consecutivos dos últimos oito é notável por qualquer medida e é algo do qual estamos incrivelmente orgulhosos.” Desempenho dos outros estúdios Em 3º lugar no ranking, a Warner Bros. teve um ano foi misto, contrastando os fracassos de super-heróis da DC com “Barbie”, a maior bilheteria de 2023 (US$ 1,4 bilhão). Ao todo, o estúdio faturou uma receita total de US$ 3,84 bilhões. A Sony ocupou a 4ª posição com uma arrecadação de US$ 2,09 bilhões, quase empatada com a Paramount, que faturou US$ 2,03 bilhões para fechar o Top 5. Por fim, a Lionsgate celebrou um marco notável ao gerar mais de US$ 1 bilhão em vendas globais de ingressos pela primeira vez em cinco anos, impulsionada por sucessos como “John Wick 4: Baba Yaga”, que sozinho arrecadou US$ 440,1 milhões mundialmente, e “Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, com US$ 322,5 milhões. Universal, Disney, bilheteria global, 2023, Donna Langley, Christopher Nolan, Oppenheimer, The Super Mario Bros. Movie, Fast X, Five Nights at Freddy‘s, Paul Dergarabedian, Jim Orr, Marvel Studios, Tony Chambers, Warner Bros., Barbie, Sony, Paramount, Lionsgate, John Wick: Chapter 4.
Criadora de “What if…?” sai da série ao fim da 2ª temporada
A criadora e showrunner de “What if…?” anunciou a sua saída da série animada da Marvel após a conclusão da 2ª temporada na sexta-feira (30/12). Numa despedida publicada no X (antigo Twitter), A.C. Bradley agradeceu à equipe da produção e disse ainda ter créditos de roteirista em um episódio do 3º ano. Junto de uma cena antecipada da 3ª temporada, ela também explicou o motivo de sua saída. “Último tweet de ‘What If…?’! Este episódio [da 3ª temporada] é o meu favorito e marca meu último roteiro em ‘What If…?’ Depois da 2ª temporada, tomei a decisão de seguir adiante sem a Marvel. Foi uma jornada divertida, mas é hora de novas aventuras e mídias”, explicou. O episódio referenciado, que junta o Soldado Invernal e o Guardião Vermelho, foi produzido para a 2ª temporada, mas não ficou pronto a tempo para a data de estreia prevista. Uma prévia do capítulo foi revelada na sexta (30/12). A notícia da saída de A.C. Bradley pegou os fãs de surpresa e alimentou um rumor de bastidores, que indica que ‘What If…?’ pode ser cancelada após a próxima temporada. Last #WhatIf tweet! This ep is my absolute FAVORITE and marks my final What If script. 🥲 After season two, I made the decision to move on from Marvel. It's been a fun ride, but it's time for new adventures and mediums. All my love to the cast, crew, & fans! #WhatIfS2 https://t.co/WcA4iS5f48 — A.C. Bradley (@TheAshBradley) December 30, 2023
Eco | Vídeo de bastidores destaca cenas de ação da nova série da Marvel
A Marvel divulgou um vídeo de bastidores de “Eco” (Echo) com depoimentos do elenco e criadora, que enfatiza as cenas de ação da nova série da Marvel. Comentando as diversas lutas vislumbradas na prévia, a diretora Sydney Freeland (“Star Trek: Strange New Worlds”) se diz “animada para que o público veja como esta série é real”. Mas é Vincent D’Onofrio, que volta a viver Wilson Fisk, o Rei do Crime, quem define melhor: “É intenso, cara!” “Eco” acompanha Maya Lopez, personagem apresentada em “Gavião Arqueiro”. Ela é uma super-heroína nativa americana surda que possui a habilidade de imitar o estilo de luta de qualquer oponente. A trama ainda vai trazer personagens da série “Demolidor”, como o mencionado Wilson Fisk e o próprio herói Demolidor, novamente interpretado por Charlie Cox. A estreia está marcada para o dia 9 de janeiro às 23h (horário de Brasília), com o lançamento de todos os cinco episódios de uma vez.
What If…? | Cena inédita anuncia 3ª temporada
A Marvel divulgou uma prévia da 3ª temporada de “What If…?”, série animada em que o Vigia (voz de Jeffrey Wright) explora o multiverso, encontrando versões alternativas dos heróis dos quadrinhos. A prévia inédita é centrada numa fuga do Soldado Invernal e Alexei, o Guardião Vermelho, perseguidos pela polícia numa rodovia. Tanto Bucky, o Soldado Invernal, quanto Alexei são dublados por seus intérpretes dos filmes live-action do estúdio, respectivamente Sebastian Stan e David Harbour. A 2ª temporada se encerrou neste sábado (30/12) e ainda não há previsão de estreia para os novos episódios.
As 10 melhores séries lançadas em dezembro
Fãs de séries tiveram boas opções em dezembro. O Top 10 dos melhores lançamentos do período inclui atrações de detetive, fantasia, terror, aventura de época, comédia e super-heróis animados, além de uma biografia dramática nacional. A lista é uma forma de lembrar aos leitores os destaques em meio à avalanche de conteúdo das plataformas – já que alguns títulos podem passar batidos diante da quantidade de opções. Confira a seguir os novos hits e as principais descobertas do mês. E aproveite para incluir o que ainda não viu na fila do streaming. POKER FACE | UNIVERSAL+ A única série inédita da mais nova plataforma de streaming do país é a primeira atração televisiva criada por Rian Johnson, o cineasta de “Star Wars: Os Últimos Jedi” e “Entre Facas e Segredos”. Além de ter concebido a série, Johnson escreveu os roteiros, dirigiu os episódios e assina a produção, que é estrelada por Natasha Lyonne (de “Orange Is the New Black” e “Boneca Russa”) no papel de uma detetive particular excêntrica, chamada Charlie Cale. Ela está em fuga de um criminoso perigoso (Benjamin Bratt, de “Star”) e, a cada parada de sua jornada, depara-se com uma “galeria de personagens desonestos” diferente, sentindo-se compelida a corrigir injustiças quando seu superpoder secreto dispara – uma habilidade extraordinária de determinar se alguém está mentindo. O elenco grandioso de suspeitos, vítimas e testemunhas da 1ª temporada inclui Simon Helberg (em sua primeira série desde o final de “The Big Bang Theory”), Jameela Jamil (“Mulher-Hulk”), Joseph Gordon-Levitt (“Super Pumped: The Battle for Uber”), Chloë Sevigny (“Os Mortos Não Morrem”), Dascha Polanco (“Orange Is the New Black”), Lil Rel Howery (“Free Guy”), Adrien Brody (“A Crônica Francesa”), Stephanie Hsu (“Maravilhosa Sra. Maisel”), David Castañeda (“The Umbrella Academy”), Nicholas Cirillo (“Outer Banks”), Tim Meadows (“Os Goldbergs”), Niall Cunningham (“Life in Pieces”) e Ellen Barkin (“Animal Kingdom”). Sucesso de público e crítica nos EUA, a atração encontra-se renovada para a 2ª temporada. O DILEMA DE SUZY 2 | GLOBOPLAY Nas comédia inglesa, Billie Piper (a eterna Rose de “Doctor Who”) vive Suzy, uma subcelebridade que tem fotos íntimas comprometedoras vazadas nas redes sociais, desencadeando uma série de eventos tumultuados em sua vida pessoal e profissional – o que a torna uma pessoa bastante odiada no Reino Unido. Na 2ª e última temporada, Suzy sofre um novo colapso mental, entra num reality de dança e consegue se destacar, mas, mesmo diante do sucesso, logo percebe que muitas pessoas ainda nutrem um forte sentimento de ódio por ela. A série é criação da própria atriz em parceria com roteirista Lucy Prebble. As duas já tinham trabalhado juntas em “Diário Secreto de uma Garota de Programa” (2007–2011). Concebida como uma espécie de especial “anti-Natal”, a 2ª temporada é composta por apenas três episódios e rendeu indicação ao BAFTA (o Oscar e o Emmy britânico) de Melhor Atriz para Piper. REACHER 2 | PRIME VIDEO A 2ª temporada traz o fortão Jack Reacher lutando para proteger os membros de sua antiga unidade do Exército dos EUA, quando eles começam a ser caçados por um assassino. Baseado em “Má Sorte e Problemas”, o 11º livro da série best-seller de Lee Child, os novos episódios trazem o veterano investigador da polícia militar, interpretado por Alan Ritchson, recebendo a informação de que os membros do batalhão de Investigações Especiais, sua antiga unidade do Exército dos EUA, estão sendo misteriosa e brutalmente assassinados. Encerrando seu estilo de vida errante, Reacher volta a se reunir com três de seus ex-companheiros de equipe, vividos por Maria Sten (“Monstro do Pântano”), Serinda Swan (“Inumanos”) e Shaun Sipos (“Krypton”), para ligar os pontos em um mistério onde os riscos aumentam a cada passo e levantar questões sobre quem os traiu – e quem morrerá em seguida. O elenco também inclui Ferdinand Kingsley (“Silo”) como um mercenário conhecido como “fantasma”, Robert Patrick (“Pacificador”) como o chefe de segurança de uma empresa privada de defesa com histórico questionável, e Domenick Lombardozzi (“Tulsa King”) como um detetive durão da polícia de Nova York. A série foi desenvolvida por Nick Santora (criador de “Scorpion”) e ainda conta com a participação do cineasta Christopher McQuarrie, que dirigiu os filmes do personagem (estrelados por Tom Cruise), como produtor. PERCY JACKSON E OS OLIMPIANOS | DISNEY+ A franquia literária de Rick Riordan virou série após dois filmes decepcionantes na década passada. E desta vez acerta em cheio, ao contar com a supervisão do escritor, responsável por tornar a produção bastante fiel à sua obra. A trama gira em torno do personagem-título, um garoto de 12 anos que descobre ser um semideus, filho de um deus grego e de uma mãe humana. Percy Jackson é vivido por Walker Scobbell, revelação do filme “O Projeto Adam” (2022). Ambientada em Nova York, a série inicia com o protagonista enfrentando desafios típicos da adolescência – bullying, dislexia e TDAH – até perceber que consegue ver criaturas estranhas que outros não veem. A narrativa se desenrola rapidamente após um incidente na escola, quando Percy é atacado por sua professora que se transforma em uma Fúria. Ele é resgatado por um caneta mágica dada por outro professor, Sr. Brunner (Glynn Turman), que também não é quem parece ser, e acaba descobrindo que seu amigo Grover (Aryan Simhadri) é um sátiro encarregado de protegê-lo. Levado ao Acampamento Meio-Sangue, ele conhece outros filhos de deuses, incluindo Jason Mantzoukas como Dionísio, diretor do acampamento, e Annabeth (Leah Sava Jeffries), filha de Atena, que se torna uma importante aliada. A trama é impulsionada pela busca do raio de Zeus, levando Percy e seus amigos em uma jornada épica, repleta de desafios mitológicos e criaturas perigosas. Sob a direção de James Bobin (“Alice Através do Espelho”), a narrativa se destaca por oferecer uma visão realista das crianças, equilibrando a aventura com as inseguranças típicas da idade. A produção está a cargo de Jon Steinberg (“The Old Man”) e Riordan, e o elenco também conta com Megan Mullally (“Will & Grace”), Glynn Turman (“A Voz Suprema do Blues”), Jason Mantzoukas (“The Good Place”), Virginia Kull (“NOS4A2”), Timm Sharp (“Juntos Mas Separados”), Lin-Manuel Miranda (“Em um Bairro de Nova York”), Toby Stephens (“Perdidos no Espaço”) e o falecido Lance Reddick (“John Wick”). CIRURGIAS E ARTIMANHAS | STAR+ Produção australiana da Disney, a aventura de época traz Thomas Brodie-Sangster (da franquia “Maze Runner”) como Artful Dodger, o personagem criado pelo escritor Charles Dickens no clássico literário “Oliver Twist” (1838). Ele é um famoso batedor de carteiras e o líder da gangue de menores infratores das ruas de Londres. Mas na série, que se passa anos depois dos acontecimentos literários, ele se encontra na Austrália, onde assumiu seu nome real, Jack Dawkins, e se tornou um médico cirurgião respeitável. Apesar disso, ainda mantém alguns hábitos inadequados, como a jogatina, que lhe deixam endividado com pessoas perigosas. A situação se complica ainda mais com a chegada de Fagin, seu ex-mentor do crime, deportado para a Austrália. A presença do antigo vilão ameaça revelar o passado criminoso de Jack e desafia a nova vida que ele construiu. Mas também serve como catalisador para o desenvolvimento da trama, especialmente quando tenta persuadir o protagonista a retornar ao mundo do crime para solucionar seus problemas financeiros. Vale apontar que a interpretação de David Thewlis (da franquia “Harry Potter”) humaniza o personagem em relação à sua contraparte literária cruel. Para completar, ainda há possível interesse romântico em Lady Belle Fox (Maia Mitchell), a filha do governador, que sonha em se tornar médica. Apesar de ser uma profissão inadequada na época para uma mulher de sua posição social, Belle demonstra-se determinada e acaba envolvendo Jack em seus planos. Os criadores David Maher e David Taylor têm uma longa história de colaboração em séries australianas, como “The Code” (2014), “Bite Clube” (2018), “Bloom” (2019) e “Amazing Grace” (2021). Na produção, eles se juntaram ao analista de roteiros James McNamara, ex-executivo da Icon, para criar uma série que oferece uma visão moderna e renovada de personagens clássicos, explorando temas como moralidade e redenção, além da espetacularização das primeiras cirurgias, enquanto mantém uma atmosfera divertida e envolvente. A ORIGEM 2 | GLOBOPLAY A série de terror explora um tema recorrente no gênero: a cidadezinha da qual, uma vez que se entra, não se consegue mais sair. Alguns exemplos deste nicho incluem “Under the Dome”, adaptação de Stephen King, e “Wayward Pines”, produzida por M. Night Shyamalan. Criada por John Griffin, que antes disso só tinha escrito um episódio da nova versão de “Além da Imaginação” (The Twilight Zone), a trama acompanha uma família de férias que, ao optar por um atalho na estrada, vê-se presa num looping que a leva sempre à mesma cidadezinha em ruínas. Logo, fica claro que todos os moradores do local encontram-se presos naquele local. Enquanto os residentes mais antigos, liderados pelo xerife vivido por Harold Perrineau, lutam para manter o senso de normalidade e buscar uma saída, eles também enfrentam ameaças que vem da floresta circundante à noite. A 2ª temporada começa com a chegada de um novo grupo de pessoas a bordo de um ônibus, que acabam presas ao viajar pela estrada que leva à cidade. Além disso, túneis misteriosos são descobertos sob a cidade. A direção é do premiado Jack Bender (também de “Lost”), que também divide a produção com os irmãos Russo (diretores de “Vingadores: Ultimato”). Já o elenco ainda destaca Catalina Sandino Moreno (“The Affair”), Eion Bailey (“Band of Brothers”) e Hannah Cheramy (“Van Helsing”). BERLIM | NETFLIX O spin-off da série “La Casa de Papel” é um prólogo que acompanha Andrés de Fonollosa antes dele se tornar Berlim e, como os fãs sabem, morrer. Na trama, ele reúne uma gangue diferente para seguir outro plano infalível de assalto, desta vez envolvendo a “casa de leilões mais importante de Paris”. A produção foi desenvolvida pelo criador de “La Casa de Papel”, Álex Pina, em parceria com Esther Martínez Lobato, roteirista-produtora da série original. Além de Pedro Alonso, de volta ao papel do ladrão de joias hedonista, a atração também inclui Michelle Jenner (“Isabel”) como Keila, especialista em eletrônica, Tristán Ulloa (“Fariña”) como o confidente de Berlim e professor filantrópico Damián, Begoña Vargas (“Bem-vindos ao Éden”) como a instável Cameron, Julio Peña Fernández (“Através da Minha Janela”) como o dedicado Roi e o estreante Joel Sánchez como Bruce, um homem de ação implacável. Para completar, as atrizes Itziar Ituño e Najwa Nimri retornam à franquia como Raquel Murillo e Alicia Sierra, respectivamente, inspetoras que investigaram os assaltantes de “La Casa de Papel” e, conforme mostra a nova série, já perseguiam Berlim há algum tempo. BETINHO: NO FIO DA NAVALHA | GLOBOPLAY A minissérie retrata a luta do sociólogo e ativista Herbert de Souza, o Betinho, contra a fome e a miséria no Brasil. Numa militância permanente de uma existência inteira, Betinho superou uma doença crônica, a hemofilia, enfrentou tuberculose e foi contaminado com o HIV, mas sua obsessão pela vida o impulsionou a fundar o Ibase, responsável por estatísticas importantes na luta social, e o Ação da Cidadania, ONG dedicada ao combate a fome, que mudaram o Brasil. Sua trajetória exemplar foi inspiração para muitas iniciativas sociais, como o AfroReggae, fundado por José Júnior, criador da série, e chamou tanta atenção que acabou cantado por Elis Regina – ele é o “irmão do Henfil” na letra de “O Bêbedo e a Equilibrista”, que na época da canção estava exilado e impedido de voltar ao Brasil pela ditadura militar. Suas lutas se materializam na tela com interpretação de Júlio Andrade (“Sob Pressão”), acompanhado por Humberto Carrão (“Rota 66: A Polícia que Mata”) e Ravel Andrade (“Reality Z”), que é irmão de Julio na vida real, nos papéis dos irmãos de Betinho, o cartunista Henfil e o violonista Chico Mário. A mãe dos três é vivida por Marieta Severo (“A Grande Família”), na maturidade, e Silvia Buarque (“Reza a Lenda”), na juventude. O elenco também destaca Andréia Horta (“Elis”) no papel...












