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  • Série

    Emmy 2024 deve consagrar a Disney nesta noite

    15 de setembro de 2024 /

    Estúdio têm as séries com maior número de indicações aos prêmios da Academia de Televisão, "Xógum" e "O Urso"

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  • Série

    Conheça as séries indicadas ao Emmy 2024

    17 de julho de 2024 /

    Títulos da Disney dominam a lista da Academia de Televisão dos Estados Unidos, com diminuição das nomeações de HBO e Netflix

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  • Série

    “So Help me Todd” é renovada pra 2ª temporada

    2 de fevereiro de 2023 /

    A rede CBS renovou “So Help me Todd” para a 2ª temporada. A série acompanha um detetive particular contratado pela própria mãe. Talentoso, mas sem direção, o detetive é a ovelha negra da família, que recebe um ultimato da mãe advogada e, relutantemente, concorda em trabalhar para ela como investigador de seus casos. A mãe é uma advogada de sucesso se recuperando da recente dissolução de seu casamento, e também precisa de ajuda para estabelecer sua firma. Criada por Scott Prendergast (roteirista de “Wilfred”), a série traz os atores Marcia Gay Harden (“Code Black”) e Skylar Astin (“A Escolha Perfeita”) como mãe e filho. A série foi considerado um sucesso, com uma média de 6,3 milhões de espectadores semanais e 7,4 milhões após cinco semanas em todas as plataformas. “‘So Help Me Todd’ conquistou os espectadores com a química incomparável entre Marcia Gay Harden e Skylar Astin”, disse Amy Reisenbach, presidente da Entretenimento da CBS, em um comunicado. “Com a mistura única da série de drama jurídico cativante, humor engraçado e disfunção familiar intrigante, não é surpresa que a audiência continue a crescer. Estou encantada que esses dois personagens inimitáveis e seus diálogos divertidos se estendam para uma 2ª temporada.” A atração ainda é inédita no Brasil, mas a renovação deve ajudá-la a chegar ao país.

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  • Série

    Uncoupled: Série do criador de “Emily in Paris” é cancelada por baixa audiência

    14 de janeiro de 2023 /

    A Netflix cancelou “Uncoupled”, série LGBTQIAP+ de Darren Star (criador de “Sex and the City” e “Emily in Paris”), que não conseguiu atrair audiência. Lançada no final de julho, a série mal foi registrada no ranking semanal da Netflix, fazendo uma única aparição no Top 10 em 6º lugar na semana de sua estreia. Co-criada por Star e Jeffrey Richman (roteirista-produtor de “Modern Family”), a série era protagonizada por Neil Patrick Harris (“How I Met Your Mother”) como um homem gay descasado de mais 40 anos. Na trama, ele é abandonado pelo marido após 17 anos de relacionamento e precisa reaprender, de forma repentina, como é a vida de solteiro. Mas depois de alguns choques geracionais, ao tentar se inserir na agitada vida noturna da cidade de Nova York, ele logo descobre que ficar sozinho não é o fim do mundo. Veja abaixo o trailer da série.

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  • Filme

    Jon Hamm doou salário para estrelar comédia

    27 de setembro de 2022 /

    O ator Jon Hamm (“Mad Men”) doou 60% do seu salário para a realização do filme “Confess, Fletch”, que ele próprio estrelou. A revelação foi feita pelo diretor Greg Mottola (“Superbad: É Hoje”), em entrevista ao site Uproxx. Segundo o diretor, o filme precisava de um pouco mais de dinheiro para complementar o orçamento, mas o estúdio não tinha como disponibilizá-lo. E a solução encontrada foi tirar dinheiro do próprio bolso. “Então, basicamente, o que fizemos foi que Jon devolveu 60% do seu salário para o orçamento”, contou ele. “Eu devolvi parte do meu salário também, não tanto quanto Jon porque ele é mais rico do que eu e eu tenho três filhos. E pagamos mais três dias de filmagem.” Mottola explica que com esse dinheiro, eles conseguiram completar 30 dias de filmagens em Boston e mais um dia em Roma. “E nós dissemos, f*da-se, somos loucos, somos burros. Nós vamos fazer este filme. E então a Miramax realmente nos apoiou criativamente. Eles não lutaram conosco em relação às pessoas que queríamos escalar para o filme.” “Confess, Fletch” é uma continuação da comédia “Assassinato por Encomenda”, sucesso de 1985 que introduziu o comediante Chevy Chase como o repórter Irwin M. Fletch. Chamado de “Fletch” nos EUA, o longa original era baseado numa franquia literária de Gregory McDonald e chegou a ganhar uma sequência em 1989 – “Fletch Vive”. O projeto do terceiro filme existe desde 1998, mas só agora conseguiu se materializar – em parte devido ao esforço de Jon Hamm, escalado como Fletch. Escrito por Zev Borow (da série “Chuck”) com base no segundo livro de McDonald, o filme mostra Flecth envolvido numa teia de assassinatos relacionados ao roubo de obras de artes, com ele mesmo sendo um dos suspeitos. Ao mesmo tempo em que busca provar a sua inocência, o repórter investiga uma família milionária que teve a herança de arte roubada – só o Picasso valeria US$ 20 milhões. O elenco da produção promoveu uma mini-reunião de “Mad Men” entre Hann e John Slattery, e também incluiu Lorenza Izzo (“Bata Antes de Entrar”), Marcia Gay Harden (“Cinquenta Tons de Cinza”), Kyle MacLachlan (“Twin Peaks”), Roy Wood Jr. (“The Daily Show”), Ayden Mayeri (“Depois da Festa”) e Annie Mumolo (“Duas Tias Loucas de Férias”). O filme está em cartaz nos cinemas dos EUA e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil. Assista ao trailer.

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  • Filme

    Trailer traz Jon Hamm em continuação de comédia famosa dos anos 1980

    27 de agosto de 2022 /

    A Paramount divulgou o pôster e o trailer de “Confess, Fletch”, continuação da comédia “Assassinato por Encomenda”, sucesso de 1985 que introduziu o comediante Chevy Chase como o repórter Irwin M. Fletch. Chamado de “Fletch” nos EUA, o longa original era baseado numa franquia literária de Gregory McDonald e chegou a ganhar sequência em 1989 – “Fletch Vive”. O projeto do terceiro filme existe desde 1998, mas só agora vai se materializar com Jon Hamm, astro da série “Mad Men”, como o novo Fletch. O filme tem roteiro de Zev Borow (da série “Chuck”) e direção de Greg Mottola (“Superbad: É Hoje”), e adapta o segundo livro de McDonald, lançado originalmente em 1976. Trata-se, na verdade, da sequência oficial do primeiro livro, “Fletch” (1974), que virou o longa de 1985 – o segundo filme, “Fletch Vive”, ignorou os livros ao optar por um roteiro original de cinema. Na trama, Flecth se vê envolvido numa teia de assassinatos relacionados ao roubo de obras de artes, com ele mesmo sendo um dos suspeitos. Ao mesmo tempo em que busca provar a sua inocência, o repórter investiga uma família milionária que teve a herança de arte roubada – só o Picasso valeria US$ 20 milhões. A produção promove uma mini-reunião de “Mad Men” entre Hann e John Slattery, e também inclui em seu elenco Lorenza Izzo (“Bata Antes de Entrar”), Marcia Gay Harden (“Cinquenta Tons de Cinza”), Kyle MacLachlan (“Twin Peaks”), Roy Wood Jr. (“The Daily Show”), Ayden Mayeri (“Depois da Festa”) e Annie Mumolo (“Duas Tias Loucas de Férias”). A estreia está marcada para 16 de setembro nos cinemas e em VOD nos EUA.

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  • Série

    Uncoupled: Neil Patrick Harris não sabe ser solteiro em trailer da comédia gay

    13 de julho de 2022 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Uncoupled”, nova série de comédia estrelada por Neil Patrick Harris (“How I Met Your Mother”). Gay assumido, o ator teve poucas chances de interpretar um homossexual na carreira. A série remedia a situação, mostrando Harris como um homem que, após 17 anos de relacionamento, é abandonado pelo marido e precisa lidar com a repentina vida de solteiro. Ele logo descobre que isto não é o fim do mundo, mas sofre alguns choques geracionais ao tentar se inserir na agitada vida noturna da cidade de Nova York. Criada por Jeffrey Richman (roteirista-produtor de “Modern Family”) e Darren Star (criador de “Sex and the City” e “Emily in Paris”), a série também inclui em seu elenco Marcia Gay Harden (“The Morning Show”), Tisha Campbell (“Empire”), Emerson Brooks (“Do Fundo do Mar 3”), Colin Hanlon (“The Good Fight”), Iván Amaro Bullón (“A Maravilhosa Sra. Maisel”) e Jay Santiago (“New Amsterdam”), entre outros. A estreia está marcada para 29 de julho.

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  • Série

    Trailer apresenta a nova série de detetive “So Help me Todd”

    22 de maio de 2022 /

    A rede CBS divulgou o trailer de “So Help me Todd”, série sobre um detetive particular contratado pela própria mãe. Talentoso, mas sem direção, o detetive é a ovelha negra da família, que recebe um ultimato da mãe e relutantemente concorda em trabalhar para ela, como investigador de seus casos. A mãe é uma advogada de sucesso se recuperando da recente dissolução de seu casamento, e também precisa de ajuda para estabelecer sua firma. Criada por Scott Prendergast, a série traz os atores Marcia Gay Harden (“Code Black”) e Skylar Astin (“A Escolha Perfeita”) como mãe e filho. “So Help Me Todd” vai estrear no outono nos EUA (nossa primavera).

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  • Etc,  Filme

    Spirit Awards 2019: Aubrey Plaza é possuída pelo “espírito independente” em vídeo da abertura da premiação indie

    23 de fevereiro de 2019 /

    Os Spirit Awards, premiação dedicada ao cinema independente americano, vai entregar na noite deste sábado (23/2) seus troféus anuais aos melhores filmes e talentos que se destacaram em 2018 às margens de Hollywood. Responsável pelo evento, a organização Film Independent já liberou em seu canal no YouTube a abertura da cerimônia. Trata-se de um vídeo pré-gravado em que a atriz Aubrey Plaza (“Legion”), apresentadora da noite, reúne suas colegas para realizar um ritual visando conjurar o tal espírito independente que batiza o troféu, além de banir as energias negativas, continuações, remakes e reboots do Spirit Awards. Neste ponto, Brian Tyree Henry (“Atlanta”) entra em cena para lembrar à atriz que os dois acabam de trabalhar juntos no remake de “Brinquedo Assassino”. O visual de seita satânica era uma dica, mas logo fica claro que o ritual não é new age. É magia negra braba, com sacrifício humano. A vítima é Finn Wolfhard (“Stranger Things”), parido por algarismos da Netflix, segundo Plaza, que embora garanta não ser virgem, vira alvo de um faca dourada, criada a partir do Oscar derretido de Marcia Gay Harden (por “Pollock”). Não falta sangue, enquanto Christina Ricci (“Amaldiçoados”) disputa o título de mais endemoniada, superando as demais colegas – que incluem Rosanna Arquette (“A Grande Escolha”) e Marisa Tomei (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”). O vídeo de humor negro termina com Henry saindo de mansinho, já que é o único negro e aposta que levará a culpa. E com Aubrey finalmente possuída, mas não exatamente pelo espírito independente, anunciando o começo da premiação com voz de demônio. Toda esta descrição foi necessária porque – infelizmente – o vídeo não tem legendas. Veja abaixo.

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  • Série

    Série médica Code Black é cancelada na 3ª temporada

    24 de maio de 2018 /

    A rede americana CBS cancelou a série médica “Code Black”. O anúncio foi feito pelo criador do programa, Michael Seitzman, através de uma publicação no Twitter. Seitzman agradeceu aos fãs e disse que teve grande satisfação em realizar “Code Black”, avisando ainda que os melhores episódios da série ainda não foram exibidos na temporada. “Esperamos que os vejam e gostem deles. Nós os fizemos para vocês”, concluiu. “Code Black” está atualmente na metade de sua 3ª e agora última temporada. Nos anos anteriores, a continuidade da série sempre foi definida na última hora, flertando desde o início com o cancelamento. A 2ª temporada perdeu 1,2 milhões de telespectadores na média geral, mas ainda estava no limite da linha de corte do canal, que é a mais alta dentre todas as redes americanas. Com a perda de mais 700 mil nos primeiros episódios do novo ano, a decisão foi tomada. Criada por Michael Seitzman (criador da série “Intelligence” e roteirista de “Terra Fria”), “Code Black” evocava o clássico “Plantão Médico/E.R.”, ao girar em torno de um pronto socorro lotado, onde os plantonistas, além de tratar dos pacientes, precisam lidar com o caos da saúde pública americana. Baseada no documentário homônimo dirigido por Ryan McGarry, a série se passa no LA County Hospital, que tem o pronto socorro mais movimentado dos EUA. Lá, uma nova turma de estudantes chega com idealismo e encontra um sistema quebrado. O nome “Code Black” é um código hospitalar usado quando o número de pacientes é tão grande que a equipe fica totalmente sobrecarregada, sem condições de tratar a todos, o que compromete o atendimento, podendo levar até à morte dos doentes. Na tentativa de levantar sua audiência, a atração sofreu algumas alterações criativas desde a estreia, chegando a mudar parte de seu elenco, com destaque para a chegada de um médico militar vivido por Rob Lowe (série “The Grinder”). Segundo os produtores, a série foi concebida para introduzir novos personagens a cada temporada, tal qual ocorre na vida real de um hospital, em que residentes se formam, médicos e enfermeiras mudam de emprego e seguem em frente com suas vidas, dando lugar a outros profissionais. O elenco também inclui Marcia Gay Harden (“Cinquenta Tons de Cinza”), Luiz Guzmán (“Viagem 2: A Ilha Misteriosa”), Boris Kodjoe (série “O Último Cara da Terra/The Last Man on Earth”), Lindsey McKeon (série “Supernatural”), Ben Hollingsworth (série “Cult”), Melanie Chandra (série “The Nine Lives of Chloe King”), Harry Ford (“Mais Forte Que Bombas “), William Allen Young (série “Moesha”), Angela Relucio (série “Six”) e Jillian Murray (“Cabana do Inferno 3”). No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Sony. Dear #CodeBlack fans, the sad news came today that we were cancelled. It's been a true joy to make this show and watch your response every week. Thank you for all of your passion. Truly, our best episodes have yet to air. We hope you'll watch and enjoy them. We made them for you. — Michael Seitzman (@michaelseitzman) May 24, 2018

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  • Série

    Série médica Code Black é renovada para a 3ª temporada

    15 de maio de 2017 /

    A rede CBS anunciou a renovação da série médica “Code Black” para sua 3ª temporada. É o segundo ano consecutivo que a série tem seu destino decidido na última hora, flertando com o cancelamento. A 2ª temporada perdeu 1,2 milhões de telespectadores na média geral, mas ainda está no limite da linha de corte do canal, que é a mais alta dentre todas as redes americanas. Atualmente, a série é vista por 5,9 milhões de telespectadores ao vivo, subindo para ótimos 9,2 milhões semanais em todas as plataformas. Entretanto, proporcionalmente, o público da demo é muito baixo, marcando apenas 0,97 pontos na faixa demográfica que interessa aos anunciantes (entre 18 e 49 anos). A seu favor contou o fato de a CBS ser coprodutora da série, com direito à metade dos lucros futuros de eventuais vendas de reprises para outros canais. Mas a cereja do bolo foi a iniciativa do outro sócio do negócio, o ABC Studios, que aceitou reduzir sua taxa de licenciamento para produzir os episódios. Criada por Michael Seitzman (criador da série “Intelligence” e roteirista de “Terra Fria”), a série chega a evocar o clássico “Plantão Médico/E.R.”, girando em torno de um pronto socorro lotado, onde os plantonistas, além de tratar dos pacientes, precisam lidar com o caos da saúde pública americana. Baseada no documentário homônimo dirigido por Ryan McGarry, a série se passa no LA County Hospital, que tem o pronto socorro mais movimentado dos EUA. Lá, uma nova turma de estudantes chega com idealismo e encontra um sistema quebrado. O nome “Code Black” é um código hospitalar usado quando o número de pacientes é tão grande que a equipe fica totalmente sobrecarregada, sem condições de tratar a todos, o que compromete o atendimento, podendo levar até à morte dos doentes. A atração sofreu algumas alterações criativas na última temporada, entre elas uma mudança de parte de seu elenco, com destaque para a chegada de um médico militar vivido por Rob Lowe (série “The Grinder”). Segundo os produtores, a série foi concebida para introduzir novos personagens a cada temporada, tal qual ocorre na vida real de um hospital, em que residentes se formam, médicos e enfermeiras mudam de emprego e seguem em frente com suas vidas, dando lugar a outros profissionais. O elenco também inclui Marcia Gay Harden (“Cinquenta Tons de Cinza”), Luiz Guzmán (“Viagem 2: A Ilha Misteriosa”), Boris Kodjoe (série “O Último Cara da Terra/The Last Man on Earth”), Lindsey McKeon (série “Supernatural”), Ben Hollingsworth (série “Cult”), Melanie Chandra (série “The Nine Lives of Chloe King”), Harry Ford (“Mais Forte Que Bombas “), William Allen Young (série “Moesha”), Angela Relucio (série “Six”) e Jillian Murray (“Cabana do Inferno 3”). No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Sony.

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  • Etc

    Dezenas de atrizes participam da Marcha das Mulheres nos EUA contra o machismo e Donald Trump

    21 de janeiro de 2017 /

    Várias atrizes famosas participaram da Women’s March, a Marcha das Mulheres, que aconteceu neste sábado (21/1) em várias cidades dos EUA, especialmente em Washington e Los Angeles, contra o machismo e em protesto contra a eleição do presidente americano, Donald Trump. Milhares de pessoas se juntaram nas ruas às atrizes Scarlett Johansson, Emma Watson, Amy Schumer, Drew Barrymore, Natalie Portman, Charlize Theron, Uzo Aduba, Ashley Judd, Jessica Biel, Jamie Lee Curtis, Rebecca Hall, Jane Fonda, Marcia Gay Harden, Courteney Cox, Juliette Lewis, Vanessa Hudgens, Idina Menzel, Helen Hunt, Mandy Moore e America Ferrera, entre outras, além cantoras como Madonna, Miley Cyrus, Katy Perry, Pink, Cher e Alicia Keys e ativistas, que discursaram contra o presidente e pediram mais respeito às mulheres, imigrantes, muçulmanos, gays, deficientes físicos e minorias. Muitas foram às ruas de cartaz em punho. Mas o melhor deve ter sido o de Melissa Benoist. A intérprete de Supergirl lembrou uma frase machista de Trump e respondeu à altura. “Ei, Donald, não tente pegar minha pepeca. Ela é feita de aço”. Veja algumas outras celebridades abaixo no meio da multidão abaixo.

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