Toni Collette vira mafiosa no trailer nacional de “Mafia Mamma”
A Paris Filmes divulgou o pôster e o trailer nacionais da comédia “Mafia Mamma – De Repente Criminosa”. O longa acompanha a história de uma dona de casa que, após ser traída pelo marido, descobre que seu avô distante morreu e ela precisará assumir os negócios da família, um verdadeiro império da máfia. Com a ajuda de uma assistente de confiança, ela pretende desafiar as expectativas de todos, inclusive as dela, em sua empreitada no mundo do crime. Mas faz isso da forma mais atrapalhada do mundo e sem ter nunca visto “O Poderoso Chefão”. Toni Collette (“Hereditário”) viva a nova mafiosa e Monica Bellucci (“Assassino Sem Rastro”) sua assistente na comédia dirigida por Catherine Hardwicke (“Crepúsculo”), que chega em 13 de abril aos cinemas brasileiros – um dia antes do lançamento nos EUA.
Tulsa King: Série estrelada por Sylvester Stallone é renovada após audiência recorde
A Paramount+ anunciou a renovação de “Tulsa King”, primeira série estrelada por Sylvester Stallone em suas cinco décadas de carreira. A série se tornou uma das mais vistas da plataforma e dos EUA desde seu lançamento há duas semanas. “’Tulsa King’ marcou como a nova série número um do ano, superando todas as outras, incluindo o prólogo de ‘Game of Thrones’, ‘A Casa do Dragão’”, disse o presidente e CEO da Paramount Media Networks e MTV Entertainment Studios, Chris McCarthy. “Com sua prévia na Paramount Network e exibição na Paramount+ quebrou recordes, levando-nos ao nosso maior novo dia de inscrição [de assinantes] da História – e é por isso que instantaneamente estamos dando sinal verde para a 2ª temporada.” Na trama, o intérprete de Rambo e Rocky vive um poderoso mafioso de Nova York que, após cumprir uma pena de 25 anos na prisão, se vê convencido pelo novo chefão a se mudar para a cidade de Tulsa, no estado americano de Oklahoma. O lado positivo é que ele poderá fazer o que quiser lá, sem interferência das outras famílias, e assim ele estabelece um plano para se tornar o rei do crime local. Só que não era isso que os outros mafiosos imaginavam que aconteceria, prevendo uma aposentadoria do velho gângster no local sossegado. A atração foi criada por Taylor Sheridan (criador de “Yellowstone”), que conseguiu pela segunda vez convencer um veterano de Hollywood a virar astro de série. Um dos motivos do enorme sucesso de “Yellowstone” é a participação de Kevin Costner. Em “Tulsa King”, Sheridan divide a produção com outro conhecido do universo das séries: Terence Winter, roteirista de “Família Soprano” e criador de “Boardwalk Empire”. O elenco também destaca Annabella Sciorra (“Família Soprano”), Garrett Hedlund (“Operação Fronteira”), Dana Delany (“Body of Proof”) e Martin Starr (“Silicon Valley”), entre outros. Ainda inédita no Brasil, a série só vai chegar ao streaming nacional da Paramount+ em 25 de dezembro. Veja abaixo o trailer legendado da atração.
Tulsa King: Série estrelada por Sylvester Stallone ganha trailer divertido
A Paramount+ divulgou novos pôster e trailer legendado de “Tulsa King”, primeira série estrelada por Sylvester Stallone em suas cinco décadas de carreira. A prévia equilibra momentos violentos como diálogos divertidos. Numa das cenas, o personagem de Stallone tenta oferecer “proteção” para uma loja de maconha medicinal para evitar que os proprietários sejam presos. “Mas somos legais”, avisa o proprietário incrédulo vivido por Martin Starr (“Silicon Valley”). Aos 75 anos, o intérprete de Rambo e Rocky vive um poderoso mafioso de Nova York que, após cumprir uma pena de 25 anos na prisão, se vê convencido pelo novo chefão a se mudar para a cidade de Tulsa, no estado americano de Oklahoma. O lado positivo é que ele poderá fazer o que quiser lá, sem interferência das outras famílias, e assim ele estabelece um plano para se tornar o rei do crime local. A atração foi criada por Taylor Sheridan (criador de “Yellowstone”), que conseguiu pela segunda vez convencer um veterano de Hollywood a virar astro de série. Um dos motivos do enorme sucesso de “Yellowstone” é a participação de Kevin Costner. Em “Tulsa King”, Sheridan divide a produção com outro conhecido do universo das séries: Terence Winter, roteirista de “Família Soprano” e criador de “Boardwalk Empire”. O elenco também destaca Annabella Sciorra (“Família Soprano”), Garrett Hedlund (“Operação Fronteira”) e Dana Delany (“Body of Proof”), entre outros. A estreia da nova série está marcada para 13 de novembro em streaming.
Henry Silva, famoso por viver vilões, morre aos 95 anos
O ator Henry Silva, que marcou época com uma sucessão de vilões famosos, morreu na quarta (14/9) de causas naturais num hospital para veteranos de Hollywood em Woodland Hills, Califórnia, aos 95 anos. Com mais de 130 papéis em filmes e séries, ele raramente viveu mocinhos, mas sempre roubou a cena dos heróis. O nova-iorquino treinado no Actors Studio fez sua estreia na tela grande em 1952, como um bandoleiro de “Viva Zapata!”, western de Elia Kazan estrelado por seu colega de curso Marlon Brando. E seguiu sendo pistoleiro em vários outros westerns clássicos da década, como “Resgate de Bandoleiros” (1956), “Duelo na Cidade Fantasma” (1958), “Na Rota dos Proscritos” (1958), “Estigma da Crueldade” (1958) e “Na Encruzilhada dos Facínoras” (1959). Sua transição para o papel de gângster aconteceu na versão original de “Onze Homens e um Segredo” (1960), onde interpretou um dos ladrões da turma de Frank Sinatra. Dois anos depois, os dois acabaram em lados opostos na comédia “Os Três Sargentos” e no thriller “Sob o Domínio do Mal”, um dos melhores filmes de espionagem já feitos, sobre um complô para assassinar um político e estabelecer uma ditadura nos EUA – liderada, claro, por Silva. Ele ainda foi um irmão postiço malvado de Jerry Lewis na comédia “Cinderelo sem Sapato” (1960) e fez vários papéis que hoje lhe renderiam cancelamento, incluindo um indígena caricato em “Os Três Sargentos” (1962), um asiático de “yellow face” em “The Return of Mr. Moto” (1964) e um terrorista árabe em “O Homem com a Lente Mortal” (1982). Mas também foi estereotipado como mafioso. O motivo foi o sucesso de seu papel como Johnny Cool no filme homônimo de William Asher, traduzido no Brasil como “O Mensageiro da Vingança” (1963). O personagem era um gângster americano que faz amizade com um mafioso e recebe a missão de eliminar seu inimigos em Nova York. Com muita matança, o filme ficou famoso pela glamourização da violência, sem poupar nem a co-protagonista Elizabeth Montgomery (antes de virar “A Feiticeira”). Depois disso, Silva fez vários filmes de máfia na Itália, transformando-se, inclusive, num poderoso “O Chefão” (1972). O ator ficou quase toda a década de 1970 trabalhando no cinema italiano, voltado aos EUA apenas para viver Kane, o antagonista do herói espacial Buck Rogers no piloto da série de 1979. Mas após algumas séries e longas, como o visionário “O Homem com a Lente Mortal”, que basicamente previu o atentado de 11 de setembro e o falso pretexto para a invasão do Iraque, voltou à Itália. Desta vez, para viver vilões de filmes de ação tão ruins que se tornaram cultuados, com destaque para a sci-fi “Fuga do Bronx” (1983) – “inspirada” em “Fuga de Nova York” (1981). Esta experiência trash lhe rendeu o convite para interpretar a si mesmo na comédia “As Amazonas da Lua” (1986), de John Dante. Ele ainda se divertiu em papéis pequenos nas comédias “Um Rally Muito Louco” (1984), estrelado por Burt Reynolds, e “A Louca Corrida do Ouro” (1984), com a drag queen Divine, antes de retomar os papéis de vilão tradicional, enfrentando Chuck Norris em “Código do Silêncio” (1985), Steven Seagal em “Nico, Acima da Lei” (1986) e o detetive de quadrinhos “Dick Tracy” (1990). Silva também dublou o vilão Bane nos desenhos animados de Batman dos anos 1990, e se despediu com filmes bem famosos na reta final da carreira: “O Fim da Violência” (1997), de Win Wenders, e “Ghost Dog: Matador Implacável” (1999), de Jim Jarmusch. Sua última aparição nas telas foi há 21 anos, numa pequena figuração-homenagem no remake de “Onze Homens e um Segredo” em 2001, dirigido por Steven Soderbergh. No Twitter, a cantora Deana Martin, filha de Dean Martin, com quem Silva também trabalhou no “Onze Homens e um Segredo” original, chamou o ator de “um dos homens mais legais, gentis e talentosos que tive o prazer de chamar de meu amigo”. Silva foi casado de 1966 a 1987 com Ruth Earl – uma atriz-dançarina que apareceu com sua irmã gêmea idêntica, Jane, em shows de Las Vegas e em filmes como “Irma la Douce” e “O Parceiro de Satanás” – e eles tiveram dois filhos, Michael e Scott.
Tulsa King: Veja o trailer da primeira série estrelada por Sylvester Stallone
A Paramount+ divulgou o trailer legendado de “Tulsa King”, primeira série estrelada por Sylvester Stallone em suas cinco décadas de carreira. Aos 75 anos, o intérprete de Rambo e Rocky vive um poderoso mafioso de Nova York que, após cumprir uma pena de 25 anos na prisão, se vê convencido pelo novo chefão a se mudar para a cidade de Tulsa, no estado americano de Oklahoma. O lado positivo é que ele poderá fazer o que quiser lá, sem interferência das outras famílias, e assim ele estabelece um plano para se tornar o rei do crime local. A atração foi criada por Taylor Sheridan (criador de “Yellowstone”), que conseguiu pela segunda vez convencer um veterano de Hollywood a virar astro de série. Um dos motivos do enorme sucesso de “Yellowstone” é a participação de Kevin Costner. Em “Tulsa King”, Sheridan divide a produção com outro conhecido do universo das séries: Terence Winter, roteirista de “Família Soprano” e criador de “Boardwalk Empire”. A estreia da nova série está marcada para 13 de novembro em streaming.
Sylvester Stallone termina sua primeira série e desabafa: “Nunca trabalhei tanto na vida”
O astro Sylvester Stallone publicou um vídeo em seu Instagram para comemorar o final da produção da 1ª temporada de “Tulsa King”, primeira série de sua carreira. No vídeo, ele confessou que sentiu o ritmo da produção, bem mais intenso que o que estava acostumado no cinema. Embora afirme que divertiu “muito”, ele destacou: “Nunca trabalhei tanto na vida”. “Esta foi uma produção muito longa, difícil, emocionante e alucinante que acabou de encerrar em Oklahoma. Apesar de ter sido muito tempo longe, valeu a pena trabalhar com esses talentos fantásticos na frente e atrás das câmeras”, ele escreveu ao lado do vídeo, em que aparece num terno azul brilhante discursando para a equipe. “O que inventamos é algo extraordinário e que mudou minha vida”, disse Stallone na gravação. “Continuem socando, amo vocês.” Na série, o ator de 75 anos vive um poderoso mafioso de Nova York que, após cumprir uma pena na prisão, se vê obrigado a mudar para a cidade de Tulsa, no estado americano de Oklahoma. A atração foi criada por Taylor Sheridan (criador de “Yellowstone”), que consegue pela segunda vez convencer um veterano de Hollywood a virar astro de série. Um dos motivos do enorme sucesso de “Yellowstone” é a participação de Kevin Costner. Em “Tulsa King”, Sheridan trabalha ao lado de outro produtor conhecido do universo das séries: Terence Winter, roteirista de “Família Soprano” e criador de “Boardwalk Empire”. Sheridan, Winter e Stallone assinam em conjunto a produção. Antes de ficar famoso, Stallone chegou a aparecer num episódio de “Kojak” e outro de “Os Novos Centuriões” nos anos 1970, mas a maior quantidade de capítulos que acumulou numa mesma atração foram dois episódios como coadjuvante em “Las Vegas”. Além destas ocasiões, ele também apareceu como si mesmo em “O Show dos Muppets”, “Dream On” e “This Is Us”. Mas nunca tinha emendado uma temporada completa. A série de Taylor Sheridan vai estrear com dois episódios em 13 de novembro, na plataforma Paramount+. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Sly Stallone (@officialslystallone)
Robert De Niro vai estrelar novo filme de máfia do autor de “Os Bons Companheiros”
O ator Robert De Niro (“O Irlandês”) vai estrelar mais um filme de máfia: “Wise Guys”, que foi escrito por um especialista, Nicholas Pileggi. Ele é o autor dos livros que inspiraram os clássicos mafiosos “Os Bons Companheiros” e “Cassino”, ambos dirigidos por Martin Scorsese e estrelados pelo próprio De Niro em 1990 e 1995. Curiosamente, o título original do livro de Pileggi que virou “Os Bons Companheiros” era “Wiseguy”. O novo filme será dirigido pelo veterano cineasta Barry Levinson (de “Rain Man” e “Assédio Sexual”) e vai contar a história de Vito Genovese e Frank Costello, dois chefões ítalo-americanos do crime que comandavam suas respectivas famílias em meados do século 20. Em 1957, Genovese tentou assassinar Costello, mas falhou. Mas o atentado fez Costello decidir se aposentar, embora seja difícil se aposentar da máfia. Fontes ligadas ao filme apontam para o site The Hollywood Reporter que De Niro pode interpretar os dois papeis! “Wise Guys” também marcará o reencontro do ator com o cineasta Barry Levinson, com quem fez a ótima comédia política “Mera Coincidência” (1997) e o telefilme “O Mago das Mentiras” (2017). O filme ainda não tem cronograma de filmagem e nem data de estreia definida. Entre os muitos projetos futuros de Robert De Niro, destacam-se “Amsterdam”, sua nova colaboração com o diretor David O. Russell (“O Lado Bom da Vida”) com estreia marcada para 7 de outubro, e “Killers of the Flower Moon”, novo filme feito em parceria com o cineasta Martin Scorsese (“O Irlandês”), que será lançado em 2023.
Annabella Sciorra será irmã de Stallone em série da Paramount+
A atriz Annabella Sciorra (“Família Soprano”, “Rainhas do Crime”) se juntou ao elenco da série “Tulsa King”, da Paramount+. Ela interpretará Joanne, a irmã mais nova do personagem central, Dwight (Sylvester Stallone). A participação marcará um reencontro entre Sciorra e Stallone, que anteriormente co-estrelaram o ótimo filme “Cop Land”, de James Mangold, lançado em 1997. “Tulsa King” será a primeira série estrelada por Sylvester Stallone em suas cinco décadas de carreira. Aos 75 anos, o intérprete de Rambo e Rocky vai viver um poderoso mafioso de Nova York que, após cumprir uma pena na prisão, se vê obrigado a mudar para a cidade de Tulsa, no estado americano de Oklahoma. A atração foi criada por Taylor Sheridan (criador de “Yellowstone”), que consegue pela segunda vez convencer um veterano de Hollywood a virar astro de série. Um dos motivos do enorme sucesso de “Yellowstone” é a participação de Kevin Costner. Em “Tulsa King”, Sheridan vai trabalhar ao lado de outro produtor conhecido do universo das séries: Terence Winter, roteirista de “Família Soprano” e criador de “Boardwalk Empire”. Sheridan, Winter e Stallone assinam em conjunto a produção. A estreia está marcada para 13 de novembro em streaming.
Tony Sirico: Astro de “Família Soprano” morre aos 79 anos
O ator Tony Sirico, conhecido por interpretar o mafioso Paulie Walnuts em “Família Soprano” (The Sopranos), morreu nesta sexta-feira (8/7), de causa não revelada em Fort Lauderdale, Flórida, aos 79 anos. Ele sofria de demência há dois anos e estava num lar de idosos. O personagem de Sirico era um dos mais divertidos da família de Tony Soprano (James Gandolfini), roubando as cenas da série desde seu começo. Em sua interpretação, o ator equilibrava um jeito ameaçador de gângster com um humor ridículo, caracterizado pela propensão para malapropismos (uso de palavras erradas), como chamar Sun Tzu de “Sun Tuh-Zoo” e chamar o mesmo filósofo de o “Matchabelli chinês” (querendo dizer Maquiavel). Sirico apareceu em todas as seis temporadas de “Família Soprano”, exibidas de 1999 a 2007, mas a produção da HBO não foi a primeira a enxergá-lo como mafioso. De fato, essa associação rendeu muitos filmes e começou em sua vida real. Nascido Gennaro Anthony Sirico Jr. em 24 de julho de 1942, ele veio de uma família italiana de Nova York e passou grande parte de sua infância tendo problemas com a lei. Associado à família mafiosa Colombo, acabou preso 28 vezes – a primeira aos sete anos de idade, depois de roubar moedas de uma banca de jornal. Ele chegou a ser condenado e ir para a prisão duas vezes, acusado de porte ilegal de arma e por assalto à mão armada. Esta experiência foi seu maior aprendizado para se tornar ator. Desde sua estreia nas telas, como figurante no drama mafioso “Crazy Joe” (1974), Sirico se se especializou em viver gângsteres. E foi tão convincente que acabou entrando em alguns clássicos, como “Os Bons Companheiros” (1990), de Martin Scorcese, e “Cop Land: A Cidade dos Tiras” (1997), de James Mangold. Ele também foi um mafioso em “Tiros na Broadway” (1994), de Woody Allen. E a participação gerou uma grande amizade, que levou o diretor o chamá-la para diferentes papéis em novas colaborações, quebrando o estereótipo em filmes como “Poderosa Afrodite” (1995), “Todos Dizem Eu Te Amo” (1996), “Desconstruindo Harry” (1997), “Celebridades” (1998), “Café Society” (2016) e “Roda Gigante” (2017). Mas os papéis de mafioso foram persistentes, inclusive em produções de comédia, como “Mickey Olhos Azuis” (1999), no qual trabalhou com outro famoso mafioso do cinema, James Caan (“O Poderoso Chefão”), também falecido nesta semana. Sirico foi mafioso até em séries animadas, vivendo o gângster Vinny em “Uma Família da Pesada” (Family Guy) e Enzo Perotti em dois episódios do desenho “American Dad”, ambos produzidos por Seth MacFarlane. Em um post no Instagram, seu colega Michael Imperioli fez uma homenagem emocionada ao colega de “Sopranos”: “Dói-me dizer que meu querido amigo, colega e parceiro no crime, o grande Tony Sirico faleceu hoje. Tony era como nenhum outro: mais durão, leal e generoso que qualquer um que eu já conheci. Eu estive ao seu lado durante muitas coisas: nos bons e maus momentos. Mas principalmente bons. E demos muitas risadas. Encontramos um balanço perfeito como Christopher e Paulie, e tenho orgulho de dizer que fiz meu melhor e mais divertido trabalho com meu querido amigo Tony. Vou sentir sua falta para sempre. Ele é realmente insubstituível. Eu envio amor para sua família, amigos e seus muitos fãs. Ele era amado e jamais será esquecido. De coração partido hoje.”
Mario Frias afirma que imagem de Dom Corleone o define
O ex-Secretário da Cultura Mario Frias postou em suas redes sociais uma foto do filme “O Poderoso Chefão 2” (1974) e escreveu ao lado: “A frase e a imagem que me definem”. A imagem mostra a família do mafioso Don Corleone, o chefe dos criminosos do clássico de Francis Ford Coppola, interpretado por Robert De Niro. A postagem gerou dúvidas sobre sincericídio. Houve quem preferisse acreditar ser apenas ignorância. Alguns lembraram a calúnia de que Frias teria viajado à Bienale em Veneza para representar o Brasil numa homenagem a Lina Bo Bardi sem saber quem era a grande arquiteta. Ele completou o trabalho com a frase que o define, uma citação célebre do escritor alemão Johann Wolfgang von Goethe a respeito de um suicida: “É o homem mais feliz, seja ele rei ou camponês, aquele que encontra paz em seu lar.” O que voltou a gerar dúvidas sobre o sincericídio. A frase e a imagem que me definem. Não importa o que eu esteja vivendo, o quão difícil foi o meu dia ou minha semana, eu sei que minha paz me espera em casa. Meu lar é o antídoto contra o caos, contra qualquer coisa ruim que possa acontecer. 🙏🏼 pic.twitter.com/UO8EbMm17e — MarioFrias (@mfriasoficial) June 18, 2022
Tulsa King: Primeira série de Sylvester Stallone ganha teaser
A Paramount+ divulgou o teaser de “Tulsa King”, primeira série estrelada por Sylvester Stallone, em suas cinco décadas de carreira. Aos 75 anos, o intérprete de Rambo e Rocky vai viver um poderoso mafioso de Nova York que, após cumprir uma pena na prisão se vê obrigado a mudar para a cidade de Tulsa, no estado americano de Oklahoma. Curiosamente, a série estava em desenvolvimento com o título de “Kansas City”, cidade de outro estado dos EUA. A atração foi criada por Taylor Sheridan (criador de “Yellowstone”), que consegue pela segunda vez convencer um veterano de Hollywood a virar astro de série. Um dos motivos do enorme sucesso de “Yellowstone” é a participação de Kevin Costner. Em “Tulsa King”, Sheridan vai trabalhar ao lado de outro produtor conhecido do universo das séries: Terence Winter, roteirista de “Família Soprano” e criador de “Boardwalk Empire”. Sheridan, Winter e Stallone assinam em conjunto a produção. Antes de ficar famoso, Stallone chegou a aparecer num episódio de “Kojak” e outro de “Os Novos Centuriões” nos anos 1970, mas a maior quantidade de capítulos que acumulou numa mesma atração foram dois episódios como coadjuvante em “Las Vegas”. Além destas ocasiões, ele também apareceu como si mesmo em “O Show dos Muppets”, “Dream On” e “This Is Us”. A estreia da nova série está marcada para 13 de novembro em streaming.
Netflix comemora uma década de conteúdo original
A Netflix completou uma década de exibição de conteúdo original neste domingo (6/2), dia que se completam dez anos do lançamento de sua primeira série inédita em streaming. Para marcar a data, o responsável pelo conteúdo da empresa, o co-CEO Ted Sarandos, publicou um vídeo com o ator e guitarrista Stevie Van Zandt, da E Street Band de Bruce Springsteen. Van Zandt foi o astro da primeira série da Netflix, “Lilyhammer”, sobre um mafioso americano escondido numa cidadezinha congelada da Noruega. Lançada em 6 de fevereiro de 2012, a série durou três temporadas. Mas como os dois admitem no vídeo, apesar de ser a primeira exibida, “Lilyhammer” não foi a primeira produzida especificamente para a Netflix. A honra cabe a “House Of Cards”, num negócio que surpreendeu Hollywood. Mas a repercussão do acordo com o diretor e produtor David Fincher motivou Van Zandt a procurar Sarandos com uma proposta que atropelou os planos da plataforma. Na época, “Lilyhammer” já tinha sua 1ª temporada concluída, prestes a estrear na TV norueguesa. Por isso, quando Sarandos topou adquirir o programa para o mercado internacional, ele já estava pronto para ir ao ar e, assim, superou a estreia de “House of Cards” em exatamente um ano – a série produzida por Fincher chegou apenas em fevereiro de 2013. Como o protagonista de “House of Cards”, Kevin Spacey, acabou denunciado como predador sexual num dos casos mais ruidosos do movimento #MeToo, a primazia acidental de “Lilyhammer” acabou revista e hoje recebe todo o reconhecimento, a glória e o destaque por ter sido a produção que inaugurou a era moderna do streaming mundial. Não deixa de ser simbólico também que o primeiro conteúdo inédito da Netflix tenha sido uma produção norueguesa exibida com legendas. A estratégia de internacionalização de conteúdo acabou sendo um dos grandes diferenciais da plataforma, impulsionando sua expansão global e fazendo com que programas não falados em inglês se tornassem fenômenos globais, como “La Casa de Papel”, “Lupin” e “Round 6”. Além do vídeo, Sarandos emitiu um comunicado oficial da Netflix para marcar a data. Leia a íntegra abaixo. “Quando você pensa na primeira série original da Netflix, no que você pensa? Na Casa Branca? Na Penitenciária de Litchfield… Não, não foram essas. Nossa primeira série original real foi ‘Lilyhammer’ e hoje, 6 de fevereiro, marca o 10º aniversário de sua histórica estreia na Netflix. Um momento seminal na história da Netflix começou em um estúdio de gravação no Mar do Norte. Bergen é onde os criadores noruegueses Eilif Skodvin e Anne Bjørnstad abordaram Stevie Van Zandt sobre uma série que escreveram para ele em uma pequena cidade norueguesa chamada Lillehammer. Alguns meses depois, ao saber que a Netflix estava procurando conteúdo original, recebi uma ligação direta de Stevie, que queria nos enviar a série. Perguntei se podíamos ler os scripts e Stevie disse ‘Scripts? Posso te enviar toda a temporada’. Assistimos e adoramos. Eu pensei que era uma história clássica de peixe fora d’água, com Stevie interpretando um papel que seria amado pelo público, e a interação entre seu assassino sensato Frank Tagliano e a comunidade gentil ao seu redor era uma ótima comédia. Era um personagem muito familiar, mas numa cultura que poucas audiências tinham visto. Eu não tinha certeza do que viria daquele primeiro telefonema com Stevie. Eu era (sou) um grande fã de sua música e eu o amava em ‘Os Sopranos’, então fiquei feliz em conversar com ele por alguns minutos. Em seu novo livro ‘Unrequited Infatuations’, Stevie disse que a ligação levou à melhor reunião de negócios de sua vida – que foi quando nos encontramos pessoalmente. Lembro-me de que Stevie era um ator e músico muito melhor do que um vendedor. Ele humildemente descrevia o programa como ‘diferente, estranho, peculiar, às vezes é em inglês e às vezes tem legendas…’, quase como se estivesse tentando me convencer a desistir. O que ele não sabia era que já tínhamos assistido aos episódios e estávamos apaixonados pela série. Nós concordamos em comprá-la e encomendar uma 2ª temporada, sem saber que os programas de TV noruegueses geralmente só duravam uma temporada e geralmente tinham longos hiatos entre as temporadas se retornassem. Fizemos um acordo. A reunião foi ótima e Stevie adorou todas as ideias, exceto uma. Quando eu disse a ele que não mostraríamos os episódios um por semana, entregaríamos a temporada inteira de uma só vez. Isso o congelou. ‘Você trabalha e sofre e alguém pode assistir um ano do seu trabalho em uma noite? Isso soa um pouco estranho’, disse ele. ‘Não é estranho’ eu lhe disse. ‘É como trabalhar em um álbum’. Ele então riu e concordou. Após a exibição do primeiro episódio na TV norueguesa NRK em 25 de janeiro de 2012, lançamos ‘Lilyhammer’ na Netflix em 6 de fevereiro de 2012, oferecendo todos os oito episódios para nossos membros nos EUA, Canadá e América Latina (seguidos pelo Reino Unido, Irlanda e os nórdicos no final daquele ano). Esta foi a primeira vez que transmitimos um programa simultaneamente em vários países e idiomas… e funcionou. Olhando para trás, ‘Lilyhammer’ talvez tenha sido uma escolha pouco ortodoxa para nossa primeira série. Mas funcionou porque era uma história profundamente local que podíamos compartilhar com o mundo. As piadas e referências funcionaram localmente e os temas mais universais viajaram perfeitamente. Desde então, vimos tantas grandes histórias locais ressoarem com pessoas de outros países e de outras culturas: séris e filmes ambientados em qualquer lugar e contados em qualquer idioma. ‘Lilyhammer’ foi a precursora de tantos grandes séries por vir – “Desejo Obsucro’ e ‘Quem Matou Sara?’ do México, ‘La Casa de Papel’ da Espanha, ‘The Rain’ e ‘O Homem das Castanhas’ da Dinamarca, ‘Dark’ e ‘Bárbaros’ da Alemanha, ‘Lupin’ da França, ‘Jogos Sagrados’ da Índia e, claro, mais recentemente, ‘Round 6’ da Coréia, nossa maior série de todos os tempos. Mas a primeira sempre será ‘Lilyhammer’. Obrigado ‘Lilyhammer’ e Stevie Van Zandt por iniciarem esta incrível jornada de dez anos. É sempre difícil prever o que está por vir nos próximos dez, mas uma coisa é certa: teremos muitas outras ótimas histórias de qualquer lugar que podem ser amadas em todos os lugares. Ted Sarandos, co-CEO da Netflix.”
“O Poderoso Chefão” celebra 50 anos com restauração em 4K. Veja o trailer
A Paramount divulgou o pôster e o trailer da restauração de “O Poderoso Chefão” (The Godfather). O clássico mafioso dirigido por Francis Ford Coppola completa 50 anos em 2022 e está ganhando uma versão em 4K HDR comemorativa, para ser relançado nos cinemas e nas plataformas de streaming. Além do filme original de 1972, estrelado por Al Pacino e Marlon Brando, também foram restauradas as duas continuações sob a supervisão de Coppola. Mas apenas o primeiro voltará a ser exibido nos cinemas, com estreia marcada para o dia 24 de fevereiro nos EUA. Os três longas serão lançados em streaming a partir de 22 de março. “Tenho muito orgulho de O Poderoso Chefão, que certamente definiu o primeiro terço da minha vida criativa”, disse Francis Ford Coppola, em comunicado sobre a restauração. “Com este tributo ao 50º aniversário, estou especialmente feliz de ‘O Poderoso Chefão 3 – Desfecho: A Morte de Michael Corleone’ estar incluído, pois capta a visão original de Mario e minha ao concluir definitivamente nossa trilogia épica. Também é gratificante comemorar esse marco com a Paramount ao lado dos fãs maravilhosos que amam a trilogia há décadas, das gerações mais jovens, que ainda o consideram relevante hoje, e daqueles que o descobrirão pela primeira vez.” As adaptações cinematográfica de Coppola dos romances de Mario Puzo acompanham a ascensão e a queda da família Corleone. Os dois primeiros longas da trilogia venceram o Oscar de Melhor Filme – em 1973 e 1975. A nova versão é a segunda restauração pela qual passam os filmes. A primeira foi em 2007, concluída pelo historiador de cinema e preservacionista Robert Harris. Mas desde então a tecnologia evoluiu enormemente. Será a primeira vez que os filmes poderão ser exibidos em 4K, padrão das novas televisões. “Nós nos sentimos privilegiados por restaurar esses filmes e um pouco admirados a cada dia que trabalhamos neles”, disse Andrea Kalas, vice-presidente sênior da Paramount Archives. “Pudemos testemunhar em primeira mão como a brilhante fotografia, trilha sonora, desenho de produção, figurino, edição, performances e, claro, roteiro e direção tornaram-se notoriamente mais do que a soma de suas partes. Foi nosso compromisso honrar o trabalho excepcional de todos os envolvidos.”










