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    Príncipe Harry assume namoro com atriz de Suits ao defendê-la de ataques

    8 de novembro de 2016 /

    A assessoria da família real britânica confirmou o namoro do Príncipe Harry com a atriz Meghan Markle (série “Suits”) ao divulgar um comunicado oficial para defendê-la de ataques nas redes sociais e do assédio dos tabloides britânicos. O comunicado emitido pelo Palácio de Kensington nesta terça-feira (8/11) não é assinado por Harry e trata do Príncipe na terceira pessoa. Mas só pode ter sido escrito sob sua autorização. Segundo o texto, Harry estaria “profundamente decepcionado consigo mesmo por não ter sido capaz de proteger” a amada, vítima de racismo (pela cor da pele) e de machismo (por ser mais velha que ele). “Ele também está ciente de que há curiosidade significativa sobre sua vida privada (…) Ele raramente tomou medidas formais sobre publicações regulares de histórias fictícias que são escritas sobre ele e tem trabalhado duro para desenvolver uma relação profissional com a mídia, com foco em seu trabalho e nos problemas que ele se preocupa. Mas, na semana passada, houve uma linha cruzada. Sua namorada, Meghan Markle, tem sido alvo de uma onda de abusos e assédios. Alguns tem sido públicos – o esfregaço na primeira página de um jornal nacional; as conotações raciais em comentários; o sexismo e o racismo nas mídias sociais e comentários de artigo na web”, disse o comunicado. O texto acrescenta ainda que o Príncipe sente que “isso não é um jogo, é a sua vida” e que “não é certo que, em alguns meses de relacionamento, a Sra. Markle seja submetida a uma tempestade”.

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    Mila Kunis publica desabafo denunciando machismo de Hollywood

    6 de novembro de 2016 /

    A Mila Kunis (“Perfeita É a Mãe”) publicou um desabafo, na forma de carta aberta no site APlus, denunciando as atitudes machistas de alguns produtores com quem precisou trabalhar em sua trajetória profissional. No texto, ela conta que foi ameaçada quando se negou a posar seminua na capa de uma revista masculina para promover um determinado longa-metragem. E ao fazer isso, ouviu que “nunca mais trabalharia” em uma produção cinematográfica novamente. “Me senti objetificada e pela primeira vez na minha carreira eu disse não”, afirmou a atriz de 33 anos. “Advinha? O mundo não acabou. O filme fez bastante dinheiro e depois participei de outro projeto, depois outro e mais outro”, completou. “Ao longo da minha carreira, houve momentos em que eu fui insultada, marginalizada, menos remunerada, criativamente ignorada e diminuída por causa do meu gênero. Fui ensinada que é preciso jogar com a regra dos garotos para uma mulher se dar bem nessa indústria. Mas quanto mais trabalho, mais vejo que isso é uma imensa besteira”, ela afirma. Mesmo quando decidiu criar sua própria produtora, ao lado de outras três mulheres, Kunis teve de lidar com o sexismo em outra ocasião, quando a Orchard Farm Productions iniciou uma parceria com um influente produtor homem. “Durante o processo para apresentar este novo projeto de série de TV para uma grande rede, muitos e-mails foram trocados”, contou Kunis. “Nesta cadeia de e-mais, este produtor escolheu escrever o seguinte: ‘…e a Mila é uma mega estrela. Uma das maiores atrizes de Hollywood que em breve será a esposa de Ashton [Kutcher] e a mãe de um bebê!!!'” “Ele reduziu o meu valor a nada mais do que o meu relacionamento com um homem bem sucedido e minha habilidade de gerar filhos. Ele ignorou minhas significantes contribuições logísticas e criativas”, contou a atriz, no desabafo, novamente sem dar nomes aos bois. “Somos inundados com histórias da superioridade masculina que nos cegam até ao ponto de estruturar as nossas próprias relações. Portanto, daqui em diante, quando for confrontada com esse tipo de comentários, sutis ou evidentes, irei agir à altura”, declarou. A denúncia, entretanto, fica pela metade, pois Mila segue o exemplo de outras atrizes que já publicaram textos similares, sem dar nomes aos responsáveis. Com medo de retaliação, não dizem que foi fulano no filme tal. Assim, o produtor anônimo se sente à vontade para continuar agindo do mesmo jeito em outros filmes. E o desabafo fica por isso mesmo, alimentando rumores, boatos e lendas de Hollywood.

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    Hacker promove novo ataque racista e sexista contra Leslie Jones

    25 de agosto de 2016 /

    O site da atriz Leslie Jones (“Caça-Fantasmas”) sofreu um ataque de hacker na tarde de quarta-feira (24/8). Ele foi invadido e passou a mostrar fotos da atriz e comediante nua, além de informações pessoais, como passaporte e carteira de motorista. A página www.justLeslie.com foi em seguida tirada do ar. De acordo com a imprensa americana, o site teria sido acessado através do celular pessoal da atriz ou de sua conta do iCloud, que permite que usuários armazenem fotos e outros conteúdos on-line e acessem isso de qualquer aparelho da Apple. Representantes da Apple e o agente de Leslie Jones não responderam aos pedidos de entrevista. Entre as imagens publicadas no site da atriz, segundo a imprensa, havia um vídeo de Harambe, o gorila morto pelo zoológico de Cincinnati depois que um menino de 3 anos caiu na sua jaula em maio. Em julho, Leslie Jones já tinha sofrido um ataque racista violento no Twitter, que a fez considerar deixar a rede social. Ela acabou voltando atrás, usando o Twitter para torcer pelo Team USA nas Olimpíadas do Rio – foram 1,704 tuítes que geraram 276 milhões de impressões – e agora o mesmo Twitter se manifesta com posts de apoio à atriz. “Esses atos contra Leslie Jones… São revoltantes. É racista & sexista. Isso é crime de ódio. Isso não são ‘garotos brincando’, tuitou o músico Questlove Gomez, baterista da banda The Roots, que toca no talk show americano “Late Night with Jimmy Fallon”.

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    Hidden Figures: Trailer, fotos e pôster celebram as engenheiras negras que colocaram o homem no espaço

    16 de agosto de 2016 /

    A 20th Century Fox divulgou 11 fotos, o pôster e o primeiro trailer de “Hidden Figures”, sobre a importante e pouco conhecida participação das engenheiras negras no programa espacial americano. A prévia mostra a história verídica de um grupo de mulheres que ajudou a colocar o homem no espaço, enquanto combatia o machismo e o racismo para realizar seu trabalho. No filme, elas são representadas pelas atrizes Octavia Spencer (vencedora do Oscar por “Histórias Cruzadas”), Taraji P. Henson (série “Empire”) e a cantora Janelle Monáe, em sua estreia no cinema. O bom elenco também traz, em papeis coadjuvantes, os atores Kevin Costner (“O Homem de Aço”), Kirsten Dunst (série “Fargo”), Jim Parsons (série “The Big Bang Therory”), Mahershala Ali (franquia “Jogos Vorazes”) e Aldis Hodge (“Straight Outta Compton”). Dirigido por Ted Melfi (“Um Santo Vizinho”), o filme adapta o livro homônimo de Margot Lee Shetterly, com roteiro de Allison Schroeder (“Meninas Malvadas 2”) e trilha sonora do músico Pharrell Williams (“Meu Malvado Favorito 2”). A Fox agendou o lançamento para 13 de janeiro, para coincidir com o feriado americano dedicado a Martin Luther King. No Brasil, a estreia vai acontecer mais de um mês depois, em 23 de fevereiro.

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    Reboot feminino de Caça-Fantasmas dará prejuízo milionário

    10 de agosto de 2016 /

    Bye bye franquia. O reboot feminino de “Caça-Fantasmas” virou um grande fracasso e vai assombrar as contas do estúdio Sony por um bom tempo. Segundo reportagem da revista The Hollywood Reporter, a produção deve fechar sua passagem pelos cinemas com um prejuízo de mais de US$ 75 milhões, criando um buraco financeiro considerável. O longa teve um orçamento de US$ 144 milhões de produção e um custo não revelado de marketing, que deve ter elevado os gastos para cima dos US$ 200 milhões. Mas, até o momento, “Caça-Fantasmas” arrecadou apenas US$ 180 milhões mundialmente, dos quais US$ 117 milhões foram faturados dentro dos EUA. O filme ainda não estreou em alguns territórios estratégicos, como a França, o Japão e o México, mas foi vetado pelo governo chinês e não poderá ser lançado no segundo maior mercado cinematográfico do mundo. Por conta disso, o longa não deve ultrapassar os US$ 230 milhões nas bilheterias mundiais. O fiasco financeiro joga por terra os planos de continuar a franquia. As atrizes Melissa McCarthy, Kristen Wiig, Leslie Jones e Kate McKinnon tinham contrato assinado para mais duas sequências, que agora não devem mais ocorrer. O público rejeitou a ideia do reboot feminino da franquia desde o primeiro trailer, forçando um trabalho intenso de relações públicas do estúdio (outra despesa) para virar o jogo. Houve uma clara tentativa de colar no caça-níqueis a ideia de que se tratava de uma obra de afirmação de gênero. Por esta lógica, quem não gostasse, deveria ser machista. Não colou.

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    Atriz de Caça-Fantasmas deixa o Twitter após violento ataque racista

    19 de julho de 2016 /

    Após uma tsunami de ataques preconceitos, a atriz Leslie Jones decidiu deixar o Twitter. Única integrante do elenco do novo “Caça-Fantasmas” com conta na rede social, ela virou alvo de usuários que disseminam o ódio, sofrendo tanto comentários machistas quanto racistas. “Sinto que estou em um inferno pessoal. Eu não fiz nada para merecer isso. Não deveria ser assim. Estou muito magoada”, escreveu Jones, antes de mostrar várias mensagens que recebeu, inclusive pornográficas. “Sabe, vou parar de bloquear para que vocês todos possam olhar o que eu recebo e verem as besteiras. Vocês não acreditarão na maldade. É muito assustador”, ela contou. “Fui chamada de macaca, mandaram fotos de suas bundas, até recebi uma foto minha com sêmen na minha cara. Estou tentando entender o que significa ser humano. Estou fora”. Ela ainda pediu que seus seguidores denunciassem os assediadores à administração da rede social e ao próprio Twitter para fortalecer a sua política sobre discursos do ódio e abuso. “Parem de deixar as pessoas ignorantes falarem mais alto”, publicou. “Eu costumava me perguntar porque algumas celebridades não têm conta no Twitter; agora eu sei. Você não pode ser legal e se comunicar com os fãs porque as pessoas são loucas”, ponderou, num longo desabafo, publicado em diversos posts de 140 caracteres. “Por mais que você ache que atores não são humanos, eu quero dar algo para vocês pensarem. Eu trabalho por paixão nesse jogo. Sou mais humana e real do que vocês imaginam. Eu trabalho pra caramba. Não sou diferente de nenhum de vocês que têm um sonho de fazer o que amam. Eu nunca disse que sou melhor ou especial. Eu só tento fazer o meu trabalho o melhor que posso. Não é isso que todos nós fazemos? Então, sim, isso me machuca! Quando você pensa ‘ok, eu provei que sou digna’, você é atingida com uma pá de ódio.” A atriz se confessou assustada com a avalanche de ofensas. “Estou paralisada. Quer dizer, eu sei que existe racismo. Mas eu fui ingênua a ponto de pensar que algumas coisas estavam mudando? Sim, eu fui. Nós ainda vivemos em um mundo no qual temos que dizer ‘vidas negras importam’. Estou cansada disso tudo. Por que isso ainda é uma luta? Quero odiar tanto, mas não consigo, porque sei que isso não resolve nada e só me deixa triste.” Após o ataque, o diretor Paul Feig publicou uma mensagem com a hashtag #LoveForLeslieJ (Amor para Leslie J), que imediatamente se tornou viral, criando um reação positiva de apoio à atriz. Mas foi tarde demais. Na noite de segunda (18/7), ela escreveu: “Deixo o Twitter hoje à noite com lágrimas e um coração triste, e tudo porque eu fiz um filme. Você pode odiar o filme, mas o que eu ouvi hoje foi muito errado”.

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