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    Arnold Schwarzenneger está de volta nas fotos do novo Exterminador do Futuro

    4 de abril de 2019 /

    A Paramount divulgou fotos do elenco do sexto filme da franquia “Exterminador do Futuro”, que vai se chamar “Terminator: Dark Fate” em inglês (algo como “Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”). As imagens registram as voltas de Arnold Schwarzenneger e Linda Hamilton à franquia. Enquanto ele participou de quase todos os filmes, ela não vivia Sarah Connor desde o segundo, “O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final” (1991). Além dos dois, ainda aparecem Mackenzie Davis (“Blade Runner 2049”), que volta a exibir os cabelos curtos de sua personagem na 1ª temporada de “Halt and Catch Fire” como uma militar de elite, a colombiana Natalia Reyes (série “2091”), intérprete da protagonista da trama, uma jovem da Cidade do México que se vê envolvida na guerra entre humanos e máquinas, Gabriel Luna (o “Motoqueiro” Fantasma da série “Agents of SHIELD”) como um novo Exterminador e Diego Boneta (“Rock of Ages”). O elenco ainda inclui o jovem estreante Jude Collie no papel do adolescente John Connor. O filme também será o primeiro com envolvimento do cineasta James Cameron desde que ele dirigiu “O Exterminador do Futuro 2”. Criador da franquia em 1984, Cameron perdeu os direitos sobre os personagens no seu divórcio com a intérprete de Sarah Connor. Ela vendeu os direitos, que foram revendidos outras vezes, até voltarem para as mãos de Cameron, após três filmes sem o mesmo brilho dos originais. Cameron retorna como produtor. Já a direção ficou a cargo de Tim Miller (“Deadpool”). A estreia está marcada para 31 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos cinemas americanos.

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  • Etc,  Filme

    Camille Paglia chama o novo Nasce uma Estrela de “desgraça misógina”. Mas é pior

    20 de fevereiro de 2019 /

    Em ensaio escrito para a revista The Hollywood Reporter nesta quarta (20/2), a escritora, acadêmica e crítica de arte feminista Camille Paglia comparou as quatro versões já filmadas de “Nasce uma Estrela”, concluindo que a nova produção, estrelada por Lady Gaga, dirigida por Bradley Cooper e indicada ao Oscar 2019, é a pior de todas. A expressão usada pela autora de “Sexo, Arte e Cultura Americana” foi “uma desgraça misógina”. Após destacar o pioneirismo de Janet Gaynor ao escolher sua carreira em vez do papel de esposa no filme original de 1937, a androginia ousada de Judy Garland na versão de 1954 e o empoderamento de Barbra Streisand, estrela e produtora em 1976, a escritora ponderou que o novo longa transforma a personagem feminina, vivida por Lady Gaga, em coadjuvante, diminuindo sua importância como mero suporte para o ego de Bradley Cooper, verdadeiro protagonista e diretor do filme. “No filme de Cooper, a história épica de Hollywood foi sequestrada pela vaidade masculina, restringindo o magnífico papel clássico da estrela ascendente, que eclipsa dolorosamente seu marido autodestrutivo e alcoólatra. O que o roteiro deixou para Gaga interpretar não é material de protagonista. Sua performance nunca pertenceu à categoria de Melhor Atriz, porque Cooper a rebaixou a Atriz Coadjuvante desde o início”, escreveu Paglia. O ponto mais baixo, segundo a escritora, é a cena de humilhação do personagem masculino. Nos filmes anteriores, elas ocorreram em momentos de embriaguez que despertavam raiva na plateia contra o homem. No novo filme, a humilhação também se estende à mulher, quando ela tenta esconder o vexame diante de todos, reduzindo-a à mera esposa de astro decadente, no momento que deveria representar a consagração de sua carreira individual. “Esta cena feia, que reduz uma mulher de carreira triunfante a alguém que desajeitadamente tenta esconder um esguicho de urina de seu homem com a aba de seu vestido, é uma desgraça misógina”. Apesar de dura em sua análise, Camille Paglia não reparou no detalhe que representa a maior diferença – e a mais machista de todas – entre o filme de Cooper e os anteriores. Há uma reprovação implícita do sucesso individual da personagem de Gaga, que, supostamente, só faz músicas boas ao lado de seu homem. Quando decide gravar por conta própria, o resultado são bobagens de pop feminino descartável. Como se, sozinha, ela não pudesse fazer rock como qualquer homem – ou mulher, convenhamos – e precisasse se conformar em imitar Madonna nos anos 1980 – pop essencialmente feminino – , obedecendo feito “mulherzinha” a um produtor mandão. Talvez por não ponderar as idiossincrasias da música, Paglia não deu atenção a este subtexto. A personagem de Lady Gaga tem seu talento questionado mesmo quando ganha um Grammy na trama, enquanto as protagonistas anteriores foram todas celebradas pela qualidade artística de suas realizações. Como as estrelas em ascensão do título. Não como artistas sem identidade ou luz própria.

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  • Etc,  Filme

    Filme da Capitã Marvel já irrita machistas antes de estrear

    19 de fevereiro de 2019 /

    As crianças da direita encontraram novo alvo. O filme da “Capitã Marvel” está sendo atacado nas redes sociais, em fóruns e no espaço dos usuários do Rotten Tomatoes por comentários de homens incomodados por a produção ser estrelada por uma atriz empoderada. A maioria das mensagens negativas mira Brie Larson, a intérprete da heroína do título, após ela pedir que as entrevistas sobre o filme levasse em conta uma divisão igualitária entre jornalistas homens e mulheres. “De repente, eu sinto que os Skrulls não são os inimigos do filme, mas eu sou”, escreveu um dos usuários, referindo-se à raça alienígena que a Capitã Marvel enfrentar no filme e o fato de ser um homem. “Eu nunca vou entender porque a Marvel decidiu escalar uma sexista e racista que direciona seu ódio a homens brancos. Se Robert Downey Jr. começasse a dizer que não se importa com a opinião de mulheres bancas, ou que não queria ser entrevistado por uma, as pessoas surtariam”, comparou outro, repetindo uma comparação reducionista que caracteriza a mentalidade opressora. “Eu não veria esse pedaço de m**da de filme nem se me pagassem”, ofendeu outro. “Estou farto da política de gênero tomando conta da cultura pop. Brie Larson poderia ser atropelada por um ônibus, e eu não derramaria uma lágrima”. Cuspindo clichês machistas, outro escreveu: “Não tenho interesse nenhum em assistir a um filme estrelado por uma ‘feminazi’ que odeia homens”. Mas nem todas as reações são negativas. Uma minoria tenta argumentar em meio às ameaças e ofensas gratuitas. “Já dá para perceber que a Capitã Marvel será a heroína que não esperávamos, mas precisávamos”, resumiu uma das mulheres usuárias do Rotten Tomatoes. Dirigido pelo casal de cineastas indies Anna Boden e Ryan Fleck (“Parceiros de Jogo”), “Capitã Marvel” chega aos cinemas brasileiros em 7 de março, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Brie Larson dá lição em fãs que pedem para ela sorrir mais como Capitã Marvel

    24 de setembro de 2018 /

    Primeira mulher a protagonizar um filme da Marvel, Brie Larson já começou a lutar contra ameaças da sociedade. Diante das reclamações de que deveria sorrir mais no trailer e cartazes de “Capitã Marvel”, ela publicou uma série de postagens de pôsteres dos filmes dos heróis da Marvel, alterados para mostrá-los sorrindo nas imagens. Veja abaixo. A montagem foi originalmente feita pela usuária HeyMermaid do Twitter em resposta aos comentários machistas e repercutida pela atriz. Cada um dos super-heróis reimaginados assume um ar de bobalhão ao sorrir, enquanto protege o mundo de vilões místicos, ataques cibernéticos e agentes Hydra. A sensação de incômodo é evidente, porque ninguém espera que o Capitão América, o Homem de Ferro ou o Doutor Estranho enfrentem seus inimigos com um sorriso nos lábios. Então, porque a Capitã Marvel deveria ser diferente? Em seu filme, ele precisa proteger o mundo de uma invasão alienígena. Imagine fazer isso como se estivesse numa propaganda de creme dental… A única razão para fãs masculinos “bem-intencionados” sugerirem que Brie Larson deveria sorrir mais como Capitã Marvel é machismo. Nenhum dos conselheiros de beleza da atriz fez o mesmo pedido para os intérpretes dos heróis masculinos. Trata-se de discriminação de gênero, e a primeira batalha da carreira de Larson como super-empoderada da Marvel. “Capitã Marvel” chega aos cinemas brasileiros em 7 de março de 2019.

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  • Filme

    Primeira foto do novo Exterminador do Futuro vira alvo do machismo nerd e fandom homofóbico nas redes sociais

    1 de agosto de 2018 /

    A Paramount divulgou a primeira foto oficial do novo filme do “Exterminador do Futuro” (Terminator), que está dando o que falar. A imagem (acima) destaca três protagonistas femininas, entre elas Linda Hamilton, que retoma o papel icônico de Sarah Connor, desempenhado por ela nos dois primeiros filmes da franquia – em 1984 e 1991. Além de Hamilton, a imagem traz Mackenzie Davis (“Blade Runner 2049”), que volta a exibir os cabelos curtos de sua personagem na 1ª temporada de “Halt and Catch Fire”, e a colombiana Natalia Reyes (série “2091”), intérprete da protagonista da trama, uma jovem da Cidade do México que se vê envolvida na guerra entre humanos e máquinas. Por sua vez, a misteriosa personagem de Davis seria, segundo rumores, a nova versão do Exterminador. Publicada no Twitter, a foto causou reações negativas e altamente misóginas, dando origem também à hashtag homofóbica #lesbianator, em mais um exemplo de machismo nerd e fandom do mal, que já fez duas atrizes de “Star Wars” abandonarem o Twitter por comentários desse nível de imbecilidade. Um usuário resumiu a rejeição, ao dizer que são lésbicas porque “têm cabelos curtos”, outro reclamou que precisou se “concentrar para perceber a coisa do meio era uma mulher” e um terceiro disse que não era nem isso, mas “Justin Bieber”. Mais um afirmou que “feminismo é o negócio do futuro” e um quinto ainda sugeriu: “Deviam usar o elenco de ‘Ghostbuster’ e assumir que é uma comédia”. Mas houve elogios. E quem desse o troco: “Evolução é inevitável, trolls. Evoluam ou virem fósseis”. O filme marca o regresso do cineasta James Cameron à franquia. Ele retorna como roteirista e produtor, após comandar os dois longa-metragens iniciais, e traz de volta com ele seu amigo Arnold Schwarzenegger, o Exterminador do Futuro original. O elenco principal se completa com Gabriel Luna (o “Motoqueiro” Fantasma da série “Agents of SHIELD”) e Diego Boneta (“Rock of Ages”). Ainda sem título oficial, o novo “Exterminador do Futuro” estreia em novembro de 2019.

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  • Etc,  Filme

    Novo estudo conclui que críticos masculinos menosprezam trabalho de cineastas femininas

    18 de julho de 2018 /

    Uma pesquisa divulgada pelo Centro de Estudos das Mulheres no Cinema e na TV da Universidade de San Diego, nos Estados Unidos, mostrou que os críticos masculinos de cinema claramente menosprezam os trabalhos de cineastas femininas. O estudo, que monitorou 4.111 textos de grandes lançamentos de 2018, concluiu que os jornalistas masculinos dos Estados Unidos normalmente não citam o responsável pela direção de um filme quando ele é feito por uma mulher. No levantamento, apenas 38% das análises escritas por homens sobre filmes dirigidos por mulheres citaram os nomes das cineastas, um número que subia para 52% quando a crítica do mesmo filme era assinada por mulheres. “Algo tão simples como citar o nome da diretora, e dizer que ela fez um bom trabalho, ou mesmo olhar para a carreira dela e dizer que ela é uma ‘mestre’ de sua arte, pode mudar a narrativa sobre mulheres em posições do poder no cinema”, disse a Dra. Martha Lauzen, responsável pelo estudo, ao site The Hollywood Reporter. “Esse desequilíbrio de gênero dentro das críticas de cinema importa, porque ele impacta a visibilidade de filmes criados e protagonizados por mulheres”. Segundo a pesquisa, os críticos homens são maioria no mercado de trabalho americano, representando até 68% dos profissionais em atividade na área. Por outro lado, o estudo também demonstrou que alguns veículos estão preferindo enviar jornalistas mulheres para cobrir filmes estrelados por mulheres ou dirigidos por elas. No total, 51% dos textos escritos por mulheres no levantamento tinham protagonistas femininas, enquanto apenas 37% dos textos escritos por homens tinham a mesma característica. Já 25% dos filmes resenhados por mulheres tinham uma diretora no comando, enquanto apenas 10% dos filmes resenhados por homens se encaixavam na mesma categoria. No campo da etnia, críticos brancos são responsáveis pela maioria das resenhas em ambos os gêneros. Os números são impressionantes: 82% dos homens que escrevem críticas são brancos e 83% das mulheres também. O estudo corrobora e complementa outro estudo divulgado no mês passado pela USC (Universidade do Sul da Califórnia), que analisou 19.559 resenhas para revelar que 77,8% foram escritas por homens e 82% foram escritas por críticos brancos. Assim como a nova pesquisa, o trabalho anterior também identificou que até os filmes voltados para o público feminino tiveram mais críticas escritas por homens que por mulheres. Mas este estudo também analisou filmes desenvolvidos para os públicos afro-americano e latino, concluindo que 80% deles foram criticados por brancos. Como resultado desta revelação, os festivais de Sundance e Toronto já anunciaram que passarão a adotar uma política de inclusão em sua cobertura de imprensa, disponibilizando uma cota de 20% de credenciais para freelancers de segmentos sub-representados entre a crítica norte-americana – mulheres e pessoas “de cor” (negros, latinos, asiáticos).

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    Famosos pedem boicote a Cocielo e fazem campanha contra piadas racistas

    4 de julho de 2018 /

    O tuíte racista de Júlio Cocielo, que tem mais de 16 milhões de seguidores no seu canal no YouTube, uniu diversas celebridades para cobrar conscientização dos ditos “influenciadores digitais”, e exigir boicote contra comediantes racistas. No sábado (30/7), durante o jogo entre as seleções da França e da Argentina, pela Copa do Mundo, Cocielo escreveu no Twitter sobre o principal jogador francês: “Mbappé conseguiria fazer uns arrastão top na praia hein”. O post contra o rapaz negro, que está doando todo o dinheiro recebido na Copa para causas sociais, acabou inspirando internautas a conferir o passado do comediante, e resgataram tuítes de “piadas” que falavam até em exterminar negros. Cocielo pediu desculpas. Mas isso não aliviou sua situação. Ele

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  • Etc

    Mais um YouTuber perde patrocínio por tuítes racistas e machistas

    4 de julho de 2018 /

    Depois de Júlio Cocielo perder patrocínios por conta de um tuíte racista, outro YouTuber seguiu o mesmo caminho. Cauê Moura, que tem 5 milhões de assinantes em seu canal no YouTube, também chamou a atenção de forma negativa e sentiu no bolso. A Warren Brasil, empresa financeira e plataforma de investimentos, anunciou nesta quarta-feira (4/7) em seu perfil no Facebook que encerrou o contrato com o canal do YouTube “Ilha de Barbados”, do qual Cauê Moura faz parte. Além dele, o canal junta PC Siqueira e Rafinha Bastos. A decisão da companhia de Porto Alegre, na verdade, aconteceu em maio, mas foi anunciada hoje após internautas resgatarem tuítes antigos de Cauê Moura e cobrarem posicionamento da empresa. “Nós repudiamos todo e qualquer discurso de ódio, de segregação, machista e homofóbico”, diz o post da Warren Brasil, que não quer ter sua marca associada ao YouTuber. Conhecido por posts no Twitter repletos de palavrões, ele tem um passado de arrepiar em sua timeline, que pode ser vislumbrado na arte abaixo, repleta de tuítes machistas e racistas, que impressionam ainda mais por terem sido postados como se fossem piadas. Após perder o patrocinador, Moura se desculpou, apagou todas as “piadas completamente absurdas, nojentas, deploráveis” e disse que isso nunca mais iria se repetir. “Ilha de Barbados” deve continuar no ar com o trio de apresentadores. Por coincidência, Cauê Moura e Júlio Cocielo estrearam no cinema no mesmo longa: “Internet – O Filme”, em 2017.

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    Damsel: Comédia western com Robert Pattinson e Mia Wasikowska ganha primeiro trailer

    28 de maio de 2018 /

    A Magnolia divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Damsel”, comédia western feminista, estrelada pelo inglês Robert Pattinson (“Bom Comportamento”) e a australiana Mia Wasikowska (“Alice Através do Espelho”). A prévia mostra Pattinson como um almofadinha que cruza o Velho Oeste, carregando consigo um pequeno pônei para presentear sua futura noiva e um pastor para oficializar seu casamento. O detalhe é que a fazendeira vivida por Wasikowska não espera nada disso e nem pretende se casar, satisfeita em ser uma mulher independente, para contrariedade dos homens a seu redor. Escrito e dirigido pelos irmãos David e Nathan Zellner (“Kumiko, a Caçadora de Tesouros”), “Damsel” teve sua première mundial no Festival de Sundance e ainda participou da competição do Leão de Ouro do Festival de Berlim 2018. O filme tem 80% de aprovação no site Rotten Tomatoes e estreia marcada para 22 de junho nos Estados Unidos. Não há previsão para o lançamento no Brasil.

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    YouTuber chama Alicia Vikander de “cadela de seios lisos” que não podia ser Lara Croft, revelando lado sexista da internet

    14 de março de 2018 /

    Um YouTuber com número considerável de seguidores foi à internet mostrar seu orgulho de ser sexista de baixo nível. TJ Kirk, também conhecido como Amazing Atheist Guy, que tem mais de um milhão de inscritos no seu canal do YouTube, mandou no Twitter: “Será que eu tenho que ser o idiota que vai dizer que os seios de Alicia Vikander são muito pequenos para eu vê-la como Lara Croft? Eu tenho que ser esse cara? Eu tenho que ser aquele que diz essa p*? Eu acho que sim. Desculpe”, ele escreveu. E imediatamente sentiu a ira da internet. “Equivocado” e “ignorante” foram os adjetivos mais leves disparados. Mas a maioria concordou que ele tem razão. TJ Kirk é mesmo, como disse, um “idiota”. Afinal, ele respondeu a quem perdeu tempo tentando argumentar com esta pérola: “Escalar uma cadela de peitos lisos como Lara Croft é como me escalar como Ron Jeremy”, disse, referindo-se a um astro pornô dos anos 1980, conhecido por seu grande instrumento de trabalho. Já a “cadela de peitos lisos” deve ser Alicia Vikander… O mesmo tipo de comentário já havia sido feito contra Gal Gadot, quando ela foi escalada como “Mulher-Maravilha”. Alguns até tentaram argumentar, de forma educada. “Quando ‘Tomb Raider’ foi lançado em 1996 [para console e PC], os seios de Lara Croft eram triangulares. Paremos de agir como se o tamanho / forma dos peitos de uma mulher definem sua capacidade de interpretar Lara Croft. Realmente não importa se você ‘vê’ Alicia Vikander como Lara Croft … ela é, lide com isso”, escreveu um usuário, sem saber com quem lidava. Outro apontou que a versão de Vikander é relacionada ao reboot do game, lançado em 2013, com uma abordagem menos sexista, que destacava mais as habilidades da personagem que o tamanho de seus seios. O que só aumentou sua raiva. A verdade é que, quando houve o lançamento do jogo original, os desenvolvedores optaram por proporções exageradas porque a computação gráfica ainda engatinhava e os consoles de 32 bits não mostravam os personagens com clareza. Para demonstrar que se tratava de uma mulher, os designers colocaram seios e quadris grandes na heroína. Conforme a qualidade dos gráficos foi melhorando, os designers foram explorando mais as curvas da personagem, apelando para o público masculino, que era a maioria dos consumidores da época. Quando Angelina Jolie foi escalada como Lara Croft em 2001, ela precisou usar um sutiã acolchoado para aumentar seus seios. Mas na sequência de 2003 nem sequer apareceu de shortinhos, já reclamando da imagem sexista da personagem. Desde então, o mercado mudou, o mundo também, e “Tomb Raider” precisou ser relançado em 2013 para se livrar do estigma sexista, com uma heroína mais atlética e de seios pequenos. Mesmo assim, parece que parte do público dos games prefere a versão sexista. A ironia final é que o corpo magro e atlético de Alicia Vikander foi considerado o elemento mais convincente do filme, com a capacidade física da atriz ganhando os únicos elogios da crítica, que achou “Tomb Raider” medíocre como todas as outras adaptações de videogame. Já TJ Kirk continuou ofendendo e dizendo palavrões num vídeo sobre o tema em seu canal, que o YouTube não viu problemas em publicar sem censura. Veja abaixo. Do I have to be the asshole who says her tits are too small for me to see her as Lara Croft? Do I have to be that guy? Do I have to be the one who fucking says it? I guess I do. Sorry. pic.twitter.com/5CsXwYFjBb — Amazing Atheist Guy (@amazingatheist) March 10, 2018 Casting a flat-chested bitch as Lara Croft is life casting me as Ron Jeremy. It doesn't work for obvious reasons. — Amazing Atheist Guy (@amazingatheist) March 11, 2018

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    Robert Pattinson e Mia Wasikowska estrelam primeiro western do #MeToo no Festival de Berlim

    16 de fevereiro de 2018 /

    Na competição do Leão de Ouro do Festival de Berlim 2018, até o bom e velho western aparece sob a ótica contemporânea do movimento #MeToo. Dirigido pelos irmãos David e Nathan Zellner (“Kumiko, a Caçadora de Tesouros”), “Damsel” traz o inglês Robert Pattinson (“Bom Comportamento”) e a australiana Mia Wasikowska (“Alice Através do Espelho”) como um casal de noivos no Velho Oeste. O detalhe é que ela não quer ser a donzela do final feliz da novela. O personagem de Pattinson é um forasteiro que chega numa cidadezinha em busca de um pastor beberrão para oficializar seu casamento, enquanto a personagem de Wasikowsk luta para confrontar os anseios casamenteiros de um mundo de vaqueiros. “Não preciso ser salva de nada!”, avisa a jovem na trama, que tem mais tom de comédia que tiroteios ao meio-dia e cavalgadas ao por-do-sol. “Gostei de encontrar uma personagem que segue sua própria vontade sem se limitar a satisfazer as projeções de um homem”, disse Mia Wasikowska, na entrevista coletiva de Berlim. Ela afirmou ter gostado muito da proposta da produção. “Sempre tento dar espaço para o cinema independente nas minhas escolhas e aprender com experiências nas quais possa me conectar com pessoas dispostas a mudar o cinema”. Após explicar que passou o último ano inteiro na Austrália, ele contou que estava maravilhada por ver, à distância, as discussões em torno do assédio sexual e da igualdade de gêneros, mas que só percebeu o impacto cultural do momento durante a pré-estreia mundial de “Damsel” no Festival de Sundance. “Foi possível sentir a energia gerada pelos debates que o filme suscitou entre as pessoas que participaram do festival”, ela apontou. “Estamos vivendo um momento que vai trazer mudanças significativas para as mulheres, em todos os setores da sociedade”. Para a atriz, a campanha #MeToo não se restringe apenas à denúncia de assediadores, “é reflexo de uma mudança maior de comportamento – o que significa que certas posturas não serão mais toleradas, dentro e também fora do mundo do cinema”. Robert Pattinson comentou esse clima de mudanças, ao descrever como seu personagem “acredita que o amor permite qualquer atitude, mas não é assim que as coisas funcionam”. “Ele acha que pode tudo e acredito que isso é o que ocorre com a maioria dos homens”, ponderou o ator, para quem a trama reflete a encruzilhada que os homens precisam confrontar. O fato desse confronto de visões acontecer no gênero mais masculino de todos, o western, chama atenção, mas não é casual. “Somos fãs de western desde crianças. Mas a verdade é que alguns clichês nos deixavam entediados”, disse o cineasta David Zellner. “Nos clássicos do gênero, as personagens femininas eram vistas como elementos decorativos ou simples objetos do desejo dos homens. Eram elementos que não nos interessavam agora. Queríamos fazer da heroína um ser humano complexo, com conflitos emocionais. Hoje em dia é difícil fazer filmes como os de John Wayne”, completou.

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    Rotten Tomatoes denuncia fãs da DC que se organizam para dar nota ruim a Pantera Negra

    2 de fevereiro de 2018 /

    O Rotten Tomatoes denunciou um grupo do Facebook que está planejando forçar uma nota baixa no site para o novo filme da Marvel, “Pantera Negra”, mesmo sem assisti-lo. Além da nota média da crítica, o Rotten Tomatoes calcula a avaliação do público para os filmes, por meio de voto de seus usuários. A iniciativa para derrubar a nota de “Pantera Negra” seria motivada pela rivalidade entre a Marvel e a DC Comics. O grupo Down with Disney’s Treatment of Franchises and its Fanboys alega que o Rotten Tomatoes favorece as produções da Marvel e pega pesado com os filmes de super-heróis da DC. Mas o ataque não deixa de ser um ato de racismo, já que o alvo escolhido é o primeiro filme protagonizado por um super-herói negro. O grupo de fãs extremistas chegou a criar um evento chamado “Give Black Panther a Rotten Audience Score on Rotten Tomatoes”, no qual explicam suas intenções de dar uma péssima avaliação ao filme. Esse mutirão terá início no dia 15 de fevereiro, noite de pré-estreia, e seguirá até o dia 24. De acordo com a descrição do evento, a ação tem como finalidade atingir a Disney, “que é conhecida por pagar críticos para falarem mal dos filmes da DC”. O grupo responsável pela ação é o mesmo que se organizou para dar nota baixa a “Star Wars: Os Últimos Jedi” e estaria se preparando para fazer o mesmo com “Vingadores: Guerra Infinita” e as séries da Marvel. Os “decenautas” radicais são famosos por defender “seus filmes” e iniciar petições contra sites ou ações que considerem prejudiciais. Após as críticas negativas de “Liga da Justiça”, eles iniciaram campanhas para fechar o site Rotten Tomatoes, alegando justamente o suposto favorecimento às produções da Marvel. Mas o fato de mirar um filme de elenco negro com discurso de ódio disparou alarmes. O Rotten Tomatoes mirou esse ponto, ao emitir um comunicado na quinta-feira (1/2), em que promete tolerância zero contra quem promover o ódio. “Nós, no Rotten Tomatoes, estamos orgulhosos de nos tornarmos uma plataforma para fãs apaixonados debaterem e discutirem entretenimento e levamos a sério essa responsabilidade. Embora respeitemos as diversas opiniões dos nossos fãs, não toleramos o discurso do ódio. Nossa equipe de segurança, rede e os especialistas sociais continuam monitorando de perto nossas plataformas e qualquer usuário que se envolver em tais atividades será bloqueado do nosso site e seus comentários serão removidos o mais rápido possível”, disse a empresa no texto. Quando os integrantes do mesmo grupo tentaram derrubar a nota do público de “Star Wars: Os Últimos Jedi”, o site The Huffington Post contatou um integrante que expressou misoginia como motivação, atacando o fato de o filme ter mulheres em papéis centrais e afirmando que os homens deveriam ser “reintegrados como governantes da sociedade”. Após o comunicado, o Facebook tirou a página do grupo extremista do ar. E páginas de fãs da Marvel e de Star Wars comemoraram. A motivação usada para atacar a nota dos filmes da Disney é, no mínimo, estranha, como se os trolls ignorassem quem é o verdadeiro dono do Rotten Tomatoes. O agregador de críticas era da Warner até 2016, e foi vendido ao site Fandango em troca de uma percentagem da empresa principal. Hoje, a Warner é dona de 30% do Fandango, ou seja, continua sócia no Rotten Tomatoes. E logicamente não persegue seus próprios filmes. A Warner lança os filmes de super-heróis da DC.

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    Direita americana diz estar por trás da “reação de fãs” contra o novo Star Wars

    21 de dezembro de 2017 /

    O movimento alt-right, que representa a extrema direita dos Estados Unidos, está reivindicando a autoria de uma suposta reação negativa dos fãs contra “Star Wars: Os Últimos Jedi”. Um grupo denominado Down With Disney’s Treatment of Franchises and Its Fanboys assumiu que vem manipulando avaliações do público do filme no site Rotten Tomatoes para que seja considerado um fracasso entre os fãs. Foi uma reportagem do site The Huffington Post que desvendou a origem misteriosa das avaliações negativas, que muita gente levou à sério. Segundo um integrante não identificado do grupo, contatado online, o ataque contra o novo “Star Wars” é ideológico, após a trilogia atual “apresentar mais personagens femininas no universo da franquia”. O grupo também não ficou feliz por ver Poe Dameron (Oscar Isaac) se tornar uma “vítima da emasculinação” e reclama que personagens como Poe e Luke Skywalker (Mark Hamill) podem ser “transformados em homossexuais”. Ele não mencionou Finn (John Boyega), o personagem negro, ao dizer que os homens deveriam ser “reintegrados como governantes da sociedade”, inclusive numa galáxia muito distante. E que é por isso que “Os Últimos Jedi” “desrespeita a história da saga”. No Rotten Tomatoes, “Star Wars: Os Últimos Jedi” está com média de 54% de aprovação, com mais de 132 mil votos. Trata-se da pior média de avaliação do público sobre a franquia “Star Wars”. E está em franco contraste com os 92% de aprovação do filme pela crítica no mesmo site e com a nota A conquistada no CinemaScore, que é a pesquisa de opinião pública com maior credibilidade na indústria cinematográfica. Mas enquanto o CinemaScore realiza pesquisas junto ao público que realmente viu o filme, as médias de votações online não tem critério algum, podendo registrar votos de qualquer um, inclusive de quem não assistiu ao longa-metragem, além de votos repetidos e, como foi o caso, bots utilizados para votar várias vezes. Mas uma ruptura na Força fez com que alguns bots sofressem curto e postassem comentários negativos de ‘Os Últimos Jedi’ na página de ‘A Forma da Água’ no Rotten Tomatoes, evidenciando o artificialismo da iniciativa. O representante do movimento de direita também afirmou estar por trás de petições online contra “Os Últimos Jedi” e outras táticas para sabotar o sucesso do filme. Um representante do Rotten Tomatoes disse ao Huffington Post que eles estão levando a reivindicação do grupo “muito a sério”, apesar de sua equipe de segurança não ter visto “nenhuma atividade incomum”.

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