Ex-marido de Jojo Todynho tatuou o nome da cantora: “Problema dele”
A cantora Jojo Todynho foi pega de surpresa, durante o programa “Domingão com Huck”, com uma pergunta sobre as tatuagens de casal. O assunto ganhou notoriedade após o tatuador Adão Rosa revelar que o jogador Neymar cobriu uma arte feita em homenagem a ex-namorada, a atriz Bruna Marquezine (de “Besouro Azul”). Curioso sobre a pauta artística, o apresentador da rede Globo questionou se Jojo Todynho cobriu alguma tatuagem de casamento. “Não, fiz tatuagem não. Ele [Lucas Souza] que tatuou meu nome e meu olho”, afirmou a funkeira no programa exibido no domingo (20/11). Em seguida, Huck perguntou se a ex-fazendeira sabia o que o militar fará com as ilustrações corporais. “Agora eu não sei [o que ele vai fazer com as tatuagens de casal]. Vai passar tinta”, respondeu Jojo. Aos risos, o marido de Angélica Ksyvickis pareceu tirar onda com as tatuagens na costela de Souza. “[Agora é] problema dele, né?”, rebateu Huck. Oficialmente, o casamento de Jojo e Lucas terminou no final de outubro. Na ocasião, o militar afirmou que não teria volta, enquanto a funkeira fez pouco caso da separação e foi curtir a final da Libertadores.
Tiago Leifert anuncia saída da rede Globo
O apresentador Tiago Leifert anunciou que está deixando a Globo. A decisão foi comunicada após ele servir de tapa-buraco à frente do antigo “Domingão do Faustão”, entre a saída de Fausto Silva e a chegada de Luciano Huck no último domingo (13/9). Sua passagem foi extremamente bem-sucedida, mas não terá continuidade devido a outros planos da emissora. Um dos grandes responsáveis pelo sucesso das últimas edições do “Big Brother Brasil”, Leifert começou na rede em 2004 como apresentador e editor na TV Vanguarda, afiliada da Globo no interior de São Paulo. Depois, chegou ao SportTV como repórter em 2006, mas logo virou editor-chefe do “Globo Esporte”, assumiu como apresentador e foi responsável pela mudança no formato do telejornal esportivo. Seu estilo descontraído chamou atenção e o levou ao núcleo de entretenimento em 2012, como apresentador da versão brasileira do programa “The Voice”. Em 2015, assumiu o matinal “É de Casa”, além de ter comandado o “Central da Copa” em três Copas do Mundo de Futebol e o primeiro “The Voice: Kids”. Mas foi a partir de 2017, quando chegou no “Big Brother Brasil”, que ele realmente se consagrou, incorporando a alma do programa sem deixar a menor saudade do antigo apresentador. À frente das últimas cinco edições do “BBB”, Leifer ajudou a produção a atingir suas maiores audiências. Além de ter popularizado bordões como “fogo no parquinho” e “textão não decide paredão”, contornou situações polêmicas, deu show de sensibilidade e consciência e entrou para o livro dos recordes mundiais, ao liderar a maior votação popular já registrada em um reality show do planeta. Para completar sua trajetória, ele vai se despedir naquele que foi seu primeiro projeto no entretenimento na emissora, o programa “The Voice Brasil”. “A ideia de parar surgiu no meio do ano passado e venho conversando com calma com a Globo desde então, esperando o momento ideal. E é agora!”, disse o apresentador em comunicado. “A sensação é a de sair da casa dos pais para encarar o mundo”, continuou. “Eu cresci aqui, como pessoa e como profissional. Aliás, faz 20 anos que saí de casa para estudar nos EUA com a missão de um dia trabalhar na Globo. Eu consegui muito mais do que imaginava, e estou no momento perfeito, pessoal e profissionalmente, para encerrar esse capítulo que durou duas décadas. Tudo deu certo, foi lindo demais. Saio maduro, sem pressa, feliz e pronto para o mundo que está à minha frente. Aqui dentro construí uma história linda no esporte, onde pude criar novos estilos e narrativas, fazer parte de três Copas do Mundo e uma Olimpíada. No entretenimento, pude estar presente na implementação de quatro formatos e estar à frente de 16 temporadas de realities, uma paixão do Brasil e também minha. Mais lindo ainda foi comandar o ‘Big Brother Brasil’, um fenômeno apaixonante, do qual sempre fui fã, e que teve edições recentes consideradas históricas. Eu tenho um caso de amor com a Globo. E por isso saio com a absoluta certeza de que posso me dar esse tempo e de que vou continuar sendo bem-vindo aqui a qualquer momento. Meu muito obrigado a todos que estiveram comigo. E em especial ao público, que sempre me acolheu”. Tiago Leifert apresentará a 12ª do “The Voice Brasil” na TV Globo até o dia 23 de dezembro e não revelou quais são seus planos para 2022. Os novos apresentadores do “Big Brother Brasil” e do “The Voice Brasil” ainda serão definidos. Com sua saída, completa-se a maior mudança já enfrentada na programação da Globo desde as saídas de Chacrinha e Sílvio Santos na década 1970. Mas enquanto os apresentadores históricos deixaram a emissora num intervalo de quatro anos, Tiago Leifert vai sair poucos meses depois de Fausto Silva, e em meio a uma mexida de grade que levou Luciano Huck a trocar de programa. Apesar disso, não será surpresa nenhuma se a Globo anunciar que o substituto de Tiago Leifert será o recém-contratado Marcos Mion. Com experiência em reality shows, o antigo apresentador de “A Fazenda”, da Record, tem contrato apenas até dezembro para comandar o “Caldeirão”, antigo programa de Huck. Já o “BBB 22” vai começar em janeiro.
Marcos Mion é contratado pela Globo para apresentar o “Caldeirão”
O apresentador Marcos Mion foi contratado pela rede Globo nesta sexta-feira (6/8) para assumir o horário do antigo “Caldeirão do Huck” em sua programação de sábado. “Marcos Mion é o novo integrante do time de apresentadores da TV Globo e do Multishow, que aposta em toda sua versatilidade para comandar múltiplas atrações e cocriar produções inéditas”, disse a emissora em comunicado. “Mion apresentará uma nova versão do programa de sábado até dezembro.” As negociações da Globo com Mion começaram no início do ano, logo após ele ser demitido da Record. O artista era o favorito de J.B. Oliveira, o Boninho, para assumir o revival de “No Limite”, mas na época ainda precisava cumprir aviso prévio com a emissora de Edir Macedo. Por isso – e para sua sorte – ficou fora do programa, que acabou apresentado por Andre Marques. A frustração com essa negociação levou o ex-apresentador de “A Fazenda” a acertar um contrato com a Netflix em abril para apresentar reality shows e desenvolver documentários. E segundo a “narrativa” de vários sites especializados, isso quase bloqueou sua ida à Globo quando a proposta do “Caldeirão” se materializou. Mion teria que se demitir antes mesmo de iniciar suas atividades na plataforma. Não há informações sobre como ficou seu acordo com a Netflix, que a Globo encara como concorrente. Mas Mion não escondeu sua predileção pela emissora ao confirmar sua ida para a Globo. “Entrar para o time da Globo não é apenas um reconhecimento dos meus 22 anos de carreira como comunicador, mas sim o maior sonho da minha vida profissional realizado. Desde a honra indescritível de levar adiante o legado do ‘Caldeirão’ até comandar um formato original e inédito de reality no Multishow, a euforia de finalmente estar na maior organização de entretenimento, criação e jornalismo do nosso país é acachapante! Agradeço com todo coração a todos que torceram tanto para que isso acontecesse”, disse o apresentador em comunicado. Mion vai levar novos quadros para o “Caldeirão”, incluindo uma versão do “Vale a Pena Ver Direito”, que ele apresentava no “Legendários” sobre a programação da Record. Trata-se de uma necessidade, porque Huck vai levar as principais atrações de seu antigo programa para o “Domingão” – como “Quem Quer Ser Milionário?” e “The Wall”. A Globo já tinha anunciado, há duas semanas, a estreia de Luciano Huck no “Domingão” em 5 de setembro. Na ocasião, a emissora havia informado que um novo apresentador assumiria o “Caldeirão” em caráter esporádico, até o fim do ano. Mas a estratégia foi alterada após uma avaliação do impacto comercial que um “Caldeirão” desfigurado acarretaria. A “reestreia” de Mion na Globo, 22 anos após participar do elenco da série “Sandy & Júnior”, vai acontecer em primeira mão no programa “Lady Night”, de Tatá Werneck. A gravação de sua participação está marcada para a próxima semana. O novo “Caldeirão” do Mion deve ir ao ar em 4 de setembro, um dia antes do “Domingão” do Huck. Em seu comunicado, a Globo indicou que o programa irá ao ar, ao menos no atual formado, apenas até dezembro. Já o projeto do apresentador no Multishow ainda não teve nenhum detalhe vazado.
Globoplay lança documentário de Luciano Huck sobre a pandemia
A Globoplay está lançando o documentário “2021: O Ano que Não Começou”, produzido por Luciano Huck. A produção será disponibilizada junto com sua exibição no canal pago GNT na noite desta segunda (7/6), marcada para após o programa “Papo de Segunda”, que contará com a participação de Huck. O documentário aborda as transformações causadas pela pandemia, a maioria de forma dolorosa. “‘2021: O Ano Que Não Começou’ é parte do meu olhar curioso e de uma vontade legítima de escutar e aprender. Uma busca por ideias, pensamentos, reflexões e propostas que possam fazer do mundo um lugar possível, mais afetivo e eficiente. Para isso, fui em busca de referências globais do livre pensar e procurei construir pontes. O resultado foi surpreendente”, diz o apresentador no comunicado de lançamento. Entre os temas abordados, estão desigualdade, educação, racismo e antirracismo, capitalismo, política, pobreza, tecnologia e família. E entre os depoimentos registrados, estão opiniões de vários pensadores e ativistas, como Rutger Bregman, historiador e autor do best-seller “Utopia para Realistas”,Thomas Friedman, vencedor de três prêmios Pulitzer e colunista do jornal The New York Times, Thomas Piketty, economista e autor do best-seller “O Capital no século XXI”, Esther Duflo, professora do MIT e vencedora do Prêmio Nobel de Economia em 2019, Preto Zezé, presidente da Central Única das Favelas (CUFA), Silvio de Almeida, advogado, filósofo e professor universitário, Luana Genot, fundadora e diretora-executiva do ID_BR; entre outros nomes. Idealizado por Luciano Huck, “2021: O Ano Que Não Começou” tem roteiro da jornalista Giuliana Vallone e André Brandt (“Programa do Porchat”), e direção de Guilherme Melles (“Quebrando o Tabu”) e Fernando Acquarone (“Santos Dumont”). Veja o trailer abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Luciano Huck (@lucianohuck)
Globoplay chega ao quinto programa caseiro durante o isolamento social
O Globoplay estreou nesta sexta-feira (3/7) “Cada um no Seu Quadrado”, seu quinto programa produzido de forma caseira durante o período de isolamento social. O acúmulo de produções, num período em que poucos estão gravando – até os estúdios da Globo estão fechados – , demonstra uma grande capacidade criativa, bem como o arsenal de talentos envolvidos com a plataforma. O primeiro lançamento foi o humorístico “Sinta-se em Casa”, criado e protagonizado por Marcelo Adnet em sua casa. A iniciativa superou as limitações das “lives” com imitações divertidas e um texto cheio de graça, mas que também reflete a situação política do país. Depois veio “Que Tal um Pouco de Esperança e Boas Notícias”, feito por Luciano Huck, que é basicamente o “Some Good News” do ator e cineasta John Krasinski (“Um Lugar Silencioso”). Trata-se de uma tentativa de passar mensagens positivas e valorizar boas ações durante a pandemia. O terceiro programa foi “Sterblitch Não Tem um Talk Show: o Talk Show”, que combina gravações de “lives”, em que o comediante Eduardo Sterblitch interage com o público, e entrevistas com personalidades. Disponibilizado na semana passada, “Diário de um Confinado” é a primeira obra de ficção da leva, estrelada por Bruno Mazzeo como um personagem solteiro e solitário que tem que lidar com as dificuldades da quarentena. A série de comédia com 12 episódios curtos (“quibis” de 10 minutos) foi criada pelo ator em parceria com sua mulher, Joana Jabace, que é diretora de séries e novelas da Globo. Por isso, mesmo lidando com as restrições do confinamento, com gravações em sua própria casa e sem auxílio de equipe técnica, o resultado surpreende pelo acabamento profissional – tem o famoso “padrão Globo”. Vale observar que a produção também conta com participações remotas de peso – Renata Sorrah, Fernanda Torres, Debora Bloch, Lucio Mauro Filho, Luciana Paes, etc. Por fim, a estreia desta sexta, “Cada um no Seu Quadrado”, é uma espécie de talk show comandado por Fernando Caruso e Paulo Vieira, que recebem quatro convidados rotativos. Na estreia, eles se reúnem com os amigos Débora Lamm, Fabiula Nascimento, Bruno Mazzeo e Lúcio Mauro Filho simulando um bate-papo caseiro, por videoconferência, em que conversam, brincam e se questionam sobre temas relacionados à situação de isolamento atual. Com a exceção do programa de Adnet, aberto ao público em geral, todos os demais estão disponíveis apenas para assinantes da plataforma. Já “Diário de um Confinado” será lançado na TV aberta neste sábado (4/7), pela rede Globo. Veja abaixo o trailer da estreia de “Diário de um Confinado” na televisão, com trilha dos Titãs.
Rogéria (1943 – 2017)
Morreu a atriz Rogéria, o primeiro travesti a fazer sucesso na TV nacional, que se definia como “o travesti da família brasileira”. Ela vinha lutando contra uma infecção desde julho, sendo internada algumas vezes. Voltou ao hospital nesta segunda (4/9) no Rio de Janeiro, onde veio a falecer poucos horas após a internação, aos 74 anos. Seu nome artístico surgiu em um concurso de fantasias de Carnaval onde se apresentou como Rogério em 1964. Ao final do show, a plateia a ovacionou aos gritos de Rogéria. A partir daí, nunca mais usou o nome de batismo, Astolfo Barroso Pinto, a não ser como piada. E era realmente engraçado que Rogéria fosse Astolfo e ainda tivesse Pinto. Ela não tinha papas na língua. Costumava dizer que a cidade em que nasceu em 1943, Cantagalo, no interior do Rio de Janeiro, tinha sido o lar do maior macho do Brasil, Euclides da Conha, e da “maior bicha do Brasil: eu”. Desde sua infância tinha consciência da homossexualidade e na já adolescência virou transformista, buscando uma carreira de maquiadora, enquanto se descabelava aos gritos no auditório da Rádio Nacional, nos programas estrelados pela cantora Emilinha Borba, de quem era fã incondicional. Antes de se tornar famosa, Rogéria trabalhou como maquiadora na TV Rio. Lá, foi incentivada a ingressar no universo das artes cênicas, encontrando sua verdadeira vocação como atriz. Virou vedete de teatro de revista no notório reduto gay de Copacabana, a Galeria Alaska. Mas não se contentou em virar apenas um ícone LGBT+ do Rio. Chegou, inclusive, a ter carreira internacional. Viajou para Angola, Moçambique e seguiu para a Europa. Em Paris, virou estrela de renome graças a sua temporada na boate Carrousel entre os anos de 1971 e 1973. Ao voltar para o Brasil, emplacou filmes da Boca do Lixo, como “O Sexualista” (1975) e “Gugu, o Bom de Cama” (1979), ao mesmo tempo em que ganhou o Troféu Mambembe, conferido pelo Ministério da Cultura aos destaques teatrais do Rio e São Paulo, pelo espetáculo que fez em 1979 ao lado de Grande Otelo. Logo, começou a aparecer na TV. A princípio, como jurada de programas de calouro do Chacrinha. Seus comentários provocantes repercutiram com enorme sucesso entre o público, e assim ela se perpetuou nos programas de auditório por várias décadas, incluindo os comandados por Gilberto Barros e Luciano Huck. Rogéria também fez pequenas participações em novelas e séries de comédia da Globo, aparecendo em “Tieta”, “Sai de Baixo”, “Desejo de Mulher”, “Duas Caras”, “Babilônia”, “A Grande Família” e “Zorra Total”, além de fazer papéis bissextos no cinema, em filmes de diretores importantes e tão diferentes como Eduardo Coutinho (“O Homem que Comprou o Mundo”, 1968), Julio Bressane (“O Gigante da América”, 1978), José Joffily (“A Maldição do Sanpaku”, 1991) e Carla Camurati (“Copacabana”, 2001). No ano passado, ela lançou uma autobiografia intitulada “Rogéria — Uma Mulher e Mais um Pouco”, que comemorou os 50 anos de sua carreira, e participou do documentário “Divinas Divas, sobre as primeiras transformistas famosas do Brasil. Dirigido por Leandra Leal, o filme venceu o prêmio do público do Festival do Rio e do Festival SXSW, nos Estados Unidos. “Rogéria era uma artista maravilhosa. Era mais fácil trabalhar com ela do que com qualquer pessoa. Era só acender a luz que ela brilhava. Ela se dizia a travesti da família brasileira. Ela levava a família brasileira pra ver seus shows. Era sensacional”, lamentou o cartunista Chico Caruso, em depoimento ao jornal O Globo. “Ela abriu as portas para uma geração, ela desde sempre foi vanguarda, revolucionária e acho que é uma perda muito grande”, disse Leandra Leal. “Ela fazia a diferença, ela tinha voz, talento, força. Ela dizia: ‘Eu não levanto bandeira, eu sou a bandeira’. A maior mensagem que ela deixa é viver de acordo com a sua potência”.





