Will Smith revela o rap do Gênio da Lâmpada no filme Aladdin
A nova versão de “Aladdin” vai ter rap. O astro Will Smith deu uma prévia da música que ele canta no filme, durante entrevista no programa de Jimmy Fallon, exibido na noite de segunda-feira (6/5) nos Estados Unidos. Ele explicou que chegou a recusar o papel do Gênio da Lâmpada, porque temia comparações com a versão animada. “Robin Williams realmente arrasou neste papel”, assumiu Smith, lembrando-se do ator que deu voz ao Gênio na versão animada. “Quando você olha para uma performance clássica como esta, você precisa pensar: O que eu tenho a adicionar? O que eu posso fazer diferente?”. Segundo o ator, o rap mostrou o caminho. “Por um tempo, eu não quis mexer em nada da performance de Robin, mas conforme fui conversando com o diretor [Guy Ritchie] e o pessoal da música isso foi mudando. O grande momento veio quando estávamos fazendo ‘Friend Like Me’ [em português ‘Nunca Teve um Amigo Assim’]”, explicou Smith. “Eu falei para eles pegarem a bateria de ‘Impeach the President’, do The Honey Drippers, e comecei a fazer rap em cima”, disse por fim. Quando o baterista Questlove, da banda de rap The Roots e músico do programa “The Tonight Show”, demonstrou qual era a batida da música mencionada, Smith soltou os versos de sua música de improviso. O resultado pode ser conferido abaixo. Com direção de Guy Ritchie (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”), “Aladdin” estreia em 23 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Sonic vai mudar de visual após críticas ao trailer do filme
O diretor Jeff Fowler revelou nesta quinta (2/5), via Twitter, que vai mudar o visual do ouriço Sonic em seu filme. A versão live-action do personagem sofreu muitas críticas, após a divulgação do primeiro trailer. Humanizado, com dentes, pernas muito longas e felpudo, o visual do ouriço azul pouco lembra o Sonic dos games clássicos da Sega. No Brasil, ele chegou a ser comparado à Carreta Furacão. “Obrigado a todos pelo apoio. E pelas críticas. A mensagem foi alta e muito clara… Vocês não estão felizes com o visual e querem mudanças. E isso vai acontecer. Todos na Paramount e na Sega estão comprometidos a fazer desse personagem o melhor possível”, escreveu o diretor. A mensagem se completa com uma hashtag que diz “vamos consertar rápido”, dando a entender que as alterações não deverão afetar o cronograma de lançamento do longa, cuja estreia está marcada para 14 de novembro no Brasil. Thank you for the support. And the criticism. The message is loud and clear… you aren't happy with the design & you want changes. It's going to happen. Everyone at Paramount & Sega are fully committed to making this character the BEST he can be… #sonicmovie #gottafixfast ?✌️ — Jeff Fowler (@fowltown) May 2, 2019
Gênio explica como funcionam os desejos em novo comercial de Aladdin
A Disney divulgou um novo comercial de “Aladdin”, próxima adaptação live-action de animação do estúdio, repleto de cenas inéditas. Desta vez, o foco é no Gênio da Lâmpada vivido por Will Smith (“Esquadrão Suicida”), que explica para o personagem-título as regras dos três desejos. Mas Aladdin não parece ser muito inteligente nesta versão. O elenco inclui o pouco conhecido Mena Massoud (da série “Jack Ryan”) como protagonista, Naomi Scott (de “Power Rangers”) como a Princesa Jasmim e Marwan Kenzari (“A Múmia”) como o vilão Jafar “Aladdin” foi escrito por John August (“Sombras da Noite”, “A Noiva Cadáver”) e teve seu roteiro revisado por Vanessa Taylor (“A Forma da Água”) e pelo próprio diretor Guy Ritchie (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”). O lançamento faz parte da leva de remakes modernos do catálogo de animações da Disney, que tem muitas outras refilmagens previstas para 2019. Vai chegar aos cinemas brasileiros dois meses após “Dumbo”: em 23 de maio, um dia antes antes da estreia nos EUA.
Filme do videogame Sonic ganha primeiro trailer legendado
A Paramount divulgou novos pôsteres e o primeiro trailer legendado de “Sonic – O Filme”, versão live action do famoso ouriço azul dos videogames. E os alertas já ligaram. Nas redes sociais, a versão do personagem exibida na prévia já está sendo comparada à Carreta Furacão. Definitivamente, o Sonic de “O Filme” não é o Pikachu de “Pokémon: Detetive Pikachu”. Ambos foram representados com pelos coloridos de bichos de pelúcia, mas enquanto o amarelinho manteve as características do game original, o azulzinho ganhou pernas compridas e tamanho que não combinam com algumas piadas sobre ele ser criança. A prévia também mostra que Jim Carrey (“Sim Senhor”) interpreta o Sargento Pincel, dos Trapalhões. Não só pelo bigodinho claramente falso. Os mais velhos vão lembrar especialmente das piadas de “calabouca” em sua introdução. Na verdade, o veterano comediante interpreta o vilão Dr. Ivo Robotnik (que foi rebatizado de Dr. Eggman nos games mais recentes), cientista maluco que é o grande inimigo de Sonic nos games. Ele é recrutado pelo governo para investigar o misterioso surto de energia que acompanha a chegada de Sonic. Já o ouriço, pelos diálogos com o policial vivido por James Marsden (“Westworld”), vem de outro planeta com a missão de salvar a Terra. Sua voz em inglês pertence ao ator Ben Schwartz (da série “House of Lies”). O elenco também inclui Tika Sumpter (“Policial em Apuros”), Neal McDonough (“Legends of Tomorrow”) e Adam Pally (“The Mindy Project”). A história foi concebida por Evan Susser e Van Robichaux (dupla da comédia “Te Pego na Saída”) e transformada em roteiro por Patrick Casey e Josh Miller (criadores da série animada “Golan the Insatiable”, voltada para o público adulto), com ajuda de Oren Uziel (responsável pelo péssimo “O Paradoxo Cloverfield”). A direção está a cargo de Jeff Fowler, que faz sua estreia em longas após disputar o Oscar de Melhor Curta Animado por “Gopher Broke” (2004). E, além desta turma, o filme conta com produção do diretor Tim Miller (de “Deadpool”), que roteirizou “Gopher Broke” com Fowler. “Sonic – O Filme” tem estreia marcada para 14 de novembro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
Aladdin ganha novo comercial repleto de cenas inéditas
A Disney divulgou um comercial estendido de “Aladdin”, próxima adaptação live-action de animação do estúdio, repleto de cenas inéditas. A prévia destaca os aspectos de romance, aventura, fantasia e comédia da produção. Mas esquece de lembrar que se trata de um musical. Com direção de Guy Ritchie (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”), o filme traz o pouco conhecido Mena Massoud (da série “Jack Ryan”) no papel-título, Naomi Scott (de “Power Rangers”) como a princesa Jasmim, Will Smith (“Esquadrão Suicida”) como o Gênio da Lâmpada e Marwan Kenzari (“A Múmia”) como o vilão Jafar. O lançamento faz parte da leva de remakes modernos do catálogo de animações da Disney, que tem muitas outras refilmagens previstas para 2019. Vai chegar aos cinemas brasileiros dois meses após “Dumbo”: em 23 de maio, um dia antes antes da estreia nos EUA.
Primeiras impressões de Pokémon: Detetive Pikachu exaltam elogios e emoção
Parece que Hollywood finalmente acertou a adaptação de um videogame. “Pokémon: Detetive Pikachu” está recebendo uma enxurrada de elogios no Twitter, após as primeiras sessões para a imprensa nos Estados Unidos. Um nerdista (que trabalha no site Nerdist) assumiu até ter chorado de emoção durante a projeção. O filme é baseado num game específico da Nintendo, que se chama, em inglês, “Great Detective Pikachu”. Nele, Pikachu tem um chapeuzinho de Sherlock Holmes e fala. Na versão hollywoodiana, o personagem de Justice Smith (de “Jurassic World: Reino Ameaçado”) é o único que entende o que o Pikachu diz. O resto da população reage como os fãs da série animada “Pokémon”, ouvindo apenas pika-pika-pika – o que soa como uma palavrão na voz de Ryan Reynolds (o Deadpool), dublador do personagem. Mas mesmo respeitando a premissa do game, a produção aproveita para preencher o filme com muitos pokémons, inclusive com easter eggs da série animada japonesa, e situar a trama no mesmo mundo da franquia. E este detalhe agradou bastante aos críticos americanos. “‘Detetive Pikachu’ é facilmente o melhor filme inspirado em um videogame e um prazer para quem cresceu assistindo ‘Pokémon’. Quem imaginou que Ryan Reynolds viraria uma bola de fofura e sustentaria o filme merece um aumento”, destacou David Crow, editor do Den of Geek. ‘Detetive Pikachu’ é pura alegria do começo ao fim. É uma história charmosa, amorosa e muito bem construída. Muitos referências para fãs de Pokémon. Meus olhos ficaram marejados”, assumiu Dan Casey, diretor criativo do Nerdist. “O filme é muito divertido e repleto de easter eggs. Os fãs de ‘Pokémon’ vão amar, mas ele também é acessível para quem não conhece o universo”, escreveu Steven Weintraub, editor do site Collider. “Como eles puderam fazer Pikachu tão fofo? Ele acerta em cheio no mundo do Pokémon e ver aquelas criaturas incríveis já vale o preço do ingresso. Se você ama Pokémon, vai amar o filme”, previu Terry Schwartz, editora do IGN. O roteiro da adaptação foi escrito por Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”) e Alex Hirsch (criador da série animada “Gravity Falls”), a direção está a cargo de Rob Letterman (“Goosebumps – Monstros e Arrepios”), e a estreia está marcada para 9 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Comercial da versão live-action de Aladdin recria cena clássica da animação
A Disney divulgou um novo comercial de “Aladdin”, próxima adaptação live-action de animação do estúdio. A prévia recria a cena do tapete mágico voador, em que Aladdin (o pouco conhecido Mena Massoud, da série “Jack Ryan”) leva a Princesa Jasmim (Naomi Scott, de “Power Rangers”) para um passeio aéreo. Tudo termina em cantoria, mostrando que a aventura repleta de efeitos visuais é, na verdade, um musical à moda antiga. O vídeo também dá bastante destaque ao gênio Will Smith (“Esquadrão Suicida”). E o elenco ainda inclui Marwan Kenzari (“A Múmia”) como o vilão Jafar “Aladdin” foi escrito por John August (“Sombras da Noite”, “A Noiva Cadáver”) e teve seu roteiro revisado por Vanessa Taylor (“A Forma da Água”) e pelo próprio diretor Guy Ritchie (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”). O lançamento faz parte da leva de remakes modernos do catálogo de animações da Disney, que tem muitas outras refilmagens previstas para 2019. Vai chegar aos cinemas brasileiros dois meses após “Dumbo”: em 23 de maio, um dia antes antes da estreia nos EUA.
Filme do Detetive Pikachu ganha vídeo e coleção de pôsteres com vários pokémon
A Warner divulgou seis pôsteres chineses de “Pokémon: Detetive Pikachu”, que destacam individualmente os principais pokémons do filme, e um vídeo que apresenta todos os demais monstrinhos da produção, com destaque para o fofo e perigoso Psyduck. Na versão hollywoodiana, o personagem de Justice Smith (de “Jurassic World: Reino Ameaçado”) é o único que entende o que o Pikachu diz. O resto da população reage como os fãs da série animada “Pokémon”, ouvindo apenas pika-pika-pika – o que soa como uma palavrão na voz de Ryan Reynolds (o Deadpool). Outro detalhe curioso é o chapeuzinho de Sherlock Holmes que o Pikachu usa no filme. Este elemento visual veio junto com a premissa e o título, quando a produtora Legendary fechou o contrato para adaptar não a franquia, mas um game específico da Nintendo, que se chama, em inglês, “Great Detective Pikachu”. No jogo em que a trama se baseia, um garoto americano chamado Tim Goodman descobre que consegue entender o que Pikachu fala e os dois passam a trabalhar juntos para resolver mistérios. Já no filme, o Detetive Pikachu se apresenta como maior esperança de Tim (Smith) para encontrar seu pai, um policial lendário, que está desaparecido. Mas mesmo respeitando a premissa do game, a produção aproveita para preencher o filme com muitos pokémons, inclusive com easter eggs da série animada japonesa, e situar a trama no mesmo mundo da franquia. Aí é que entra Mewtwo, o principal pokémon do primeiro “Pokémon – O Filme”, lançado em 1998, e que voltou à ativa no mais recente longa animado da franquia. O roteiro da adaptação foi escrito por Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”) e Alex Hirsch (criador da série animada “Gravity Falls”) e a direção está a cargo de Rob Letterman (“Goosebumps – Monstros e Arrepios”). A estreia está marcada para 9 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Novo trailer legendado de O Rei Leão impressiona com realismo dos animais
A Disney divulgou um novo pôster e o segundo trailer legendado de “O Rei Leão”. E embora esta não seja, claramente, uma versão “live-action”, com atores interpretando os personagens, a prévia impressiona por seu realismo. Trata-se de uma evolução enorme em relação a “Mogli, o Menino Lobo”, com uma animação digital tão convincente que, por um breve momento, é possível jurar que se trata de um documentário do Animal Planet. Impressão que dura até a reconstituição de cenas clássicas da animação – e que é contrastada pelo fato de os animais serem falantes… e cantores! As vozes que ressoam no vídeo são de James Earl Jones (“O Campo dos Sonhos”), que volta a dublar Mufasa, o pai de Simba, como no desenho clássico de 25 anos atrás, e Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”) como o vilão Scar, que bane o pequeno Simba para o exílio na floresta. De forma simbólica, todos os leões africanos são dublados por atores negros. Simba ganhou dublagem de Donald Glover (série “Atlanta”), Alfre Woodard (série “Luke Cage”) dá voz à Sarabi, a mãe de Simba, e a cantora Beyoncé (“Dreamgirls”) encarna Nala. Já os dois personagens mais divertidos, Timão e Pumba, têm as vozes dos comediantes Billy Eichner (série “Parks and Recreation”) e Seth Rogen (“Os Vizinhos”), respectivamente como o suricato e o javali. O novo “O Rei Leão” tem direção de Jon Favreau, responsável justamente por “Mogli, o Menino Lobo”, e a previsão de estreia é para 18 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Dumbo é um filme à moda antiga de Tim Burton
Tim Burton não abre mão de seus temas favoritos. Antes de as grandes produções de Hollywood falarem sobre o preconceito contra os excluídos ou o que é tido como diferente, Burton já abordava suas paixões como ninguém, inclusive numa fase que antecede a fama de Guillermo del Toro, artista que também gosta de viver nas sombras. Tudo isso envelopado com muita beleza e criatividade em termos de direção de arte, figurinos, fotografia e trilha sonora; seja na luz ou na escuridão, Burton tira cores do ambiente e de seus personagens. Em “Dumbo”, não é diferente. Mas ele está muito mais livre, leve e solto agora do que em “Alice no País das Maravilhas” (2010), a adaptação que lançou a safra de transformações das clássicas animações do estúdio em produções live-action. Em poucos segundos, sua marca se faz presente. É tudo tão bonito de se ver que é difícil enumerar frames prediletos, porque muitos devem inspirar artistas a pintarem quadros por aí. Mas destaco uma cena, com Dumbo olhando a pena mágica pegar fogo. Esse frame é um dos mais belos do cinema. Todo mundo conhece a história do filhote de elefante orelhudo que sabia voar. Mas “Dumbo” não é uma cópia do desenho, com uma ou outra mudança, como “A Bela e a Fera” (2017), por exemplo. É um filme de Tim Burton e ele sabe o quanto é necessário atualizar certos conceitos, como o final da animação, que pode ter emocionado a plateia de 1941, mas que não cabe em 2019. Portanto, fique de olho na primeira e na última sequência e o quanto elas dialogam com os dias atuais. Mas tudo que faz de Tim Burton uma atração também representa sua maldição. Quando ele estava na vanguarda, representava um talento ousado e inigualável, um verdadeiro autor, um visionário capaz de levar Hollywood para o futuro. Tanto nos temas que destrinchava quanto na inconfundível assinatura visual. Entretanto, o cinema de Burton passa a impressão de que parou no tempo, pois seus novos filmes seguem o mesmo ritmo e estilo de seus primeiros trabalhos. Claro que na década de 1980 não veríamos um elefante com orelhas gigantes voando com tamanha perfeição, mas o jeito com que ele conta essa história é à moda antiga demais, com personagens unidimensionais, diálogos, atitudes, clima antiquados. Quem não conhece o cinema de Tim Burton (as crianças) têm uma chance maior de se encantar com “Dumbo” e, provavelmente, maior chance de chorar litros. Porém, os cinéfilos que forem assistir ao longa atraído pelo nome do diretor sairão do filme sem empolgação, pensando em nada além dos cenários, das cores, da beleza estonteante de Eva Green e a fofura provocada pelo elefante, uma maravilha de efeitos visuais, principalmente em seus voos. Assim como demonstrou “O Lar das Crianças Peculiares”, com tantos cineastas seguindo seus passos, o estilo inovador daquele jovem à frente de seu tempo virou algo inesperadamente convencional. De todo modo, é interessante reparar que a Disney deu liberdade total para ele fazer o filme que queria, com seus atores favoritos (Michael Keaton, Danny DeVito, Eva Green), e com uma crítica implícita à própria Disneylândia (Dreamland). Pode ter certeza que o estúdio não aceitaria isso de qualquer outro diretor.
Pokémon: Detetive Pikachu ganha novos pôsteres e comerciais com cenas inéditas
A Warner divulgou quatro pôsteres e comerciais de “Pokémon: Detetive Pikachu”. Repletas de cenas inéditas, as prévias dão maior destaque à personagem de Kathryn Newton (série “Supernatural”), praticamente ignorada pelo material anterior, destacam a reviravolta da participação de Mewtwo e comprovam que a dublagem de Ryan Reynolds deixa Pikachu com o mesmo humor ácido de Deadpool – ao menos, da versão “família” de “Era uma Vez um Deadpool”. Na versão hollywoodiana, o personagem de Justice Smith (de “Jurassic World: Reino Ameaçado”) é o único que entende o que o Pikachu diz. O resto da população reage como os fãs da série animada “Pokémon”, ouvindo apenas pika-pika-pika – o que soa como uma palavrão na voz de Reynolds/Deadpool. Outro detalhe curioso é o chapeuzinho de Sherlock Holmes que o Pikachu usa no filme. Este elemento visual veio junto com a premissa e o título, quando a produtora Legendary fechou o contrato para adaptar não a franquia, mas um game específico da Nintendo, que se chama, em inglês, “Great Detective Pikachu”. No jogo em que a trama se baseia, um garoto americano chamado Tim Goodman descobre que consegue entender o que Pikachu fala e os dois passam a trabalhar juntos para resolver mistérios. Já no filme, o Detetive Pikachu se apresenta como maior esperança de Tim (Smith) para encontrar seu pai, um policial lendário, que está desaparecido. Mas mesmo respeitando a premissa do game, a produção aproveita para preencher o filme com muitos pokémons, inclusive com easter eggs da série animada japonesa, e situar a trama no mesmo mundo da franquia. Aí é que entra Mewtwo, o principal pokémon do primeiro “Pokémon – O Filme”, lançado em 1998, e que voltou à ativa no mais recente longa animado da franquia. O roteiro da adaptação foi escrito por Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”) e Alex Hirsch (criador da série animada “Gravity Falls”) e a direção está a cargo de Rob Letterman (“Goosebumps – Monstros e Arrepios”). A estreia está marcada para 9 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Aladdin ganha novo comercial, fotos e pôsteres de personagens
A Disney divulgou um novo material de “Aladdin”, próxima adaptação live-action de animação do estúdio, que passa a ser prioridade após o desempenho abaixo do esperado de “Dumbo”. O material consiste de um novo comercial, fotos oficiais (sem logotipo de revistas) e cartazes com os personagens do filme dirigido por Guy Ritchie (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”). A prévia é narrada pelo gênio Will Smith (“Esquadrão Suicida”) e destaca rapidamente elementos de romance, aventura, dança e a fotografia bastante colorida da produção. Além de Will Smith, o elenco inclui o pouco conhecido Mena Massoud (da série “Jack Ryan”) no papel-título, Naomi Scott (“Power Rangers”) como a Princesa Jasmine e Marwan Kenzari (“A Múmia”) como o vilão Jafar, todos representados nos cartazes da produção. “Aladdin” foi escrito por John August (“Sombras da Noite”, “A Noiva Cadáver”) e teve seu roteiro revisado por Vanessa Taylor (“A Forma da Água”) e pelo próprio diretor Guy Ritchie. O lançamento faz parte da leva de remakes modernos do catálogo de animações da Disney, que tem muitas outras refilmagens previstas para 2019. Vai chegar aos cinemas brasileiros dois meses após “Dumbo”: em 23 de maio, um dia antes antes da estreia nos EUA.
Dumbo voa em novos pôsteres e comercial com cenas inéditas
A Disney divulgou quatro novos pôsteres e mais um comercial de “Dumbo”, versão live-action do clássico animado de 1941, que destacam o voo do elefantinho do título. Ao contrário de outras adaptações recentes do catálogo da Disney, “Dumbo” não é um filme de bichos falantes. Mas mantém os mesmos desafios, sofrimentos e triunfos do protagonista do desenho famoso, em sua vida como elefantinho de circo. O filme também não é um simples remake, ao expandir a história para muito além da animação original. No roteiro escrito por Ehren Kruger (“Transformers: A Era da Extinção”), o dono de um circo em dificuldades financeiras, Max Medici (Danny DeVito), convoca a ex-estrela Holt Farrier (Colin Farrell) e seus filhos Milly (Nico Parker) e Joe (Finley Hobbins) para cuidar de um elefantinho recém-nascido cujas orelhas enormes o transformam em piada. As orelhas renderam ridicularização ao bichinho e o apelido de Dumbo (uma ofensa derivada da palavra “dumb”, estúpido), mas quando descobrem que elas o permitem voar, o circo renasce, atraindo o persuasivo empresário V.A. Vandevere (Michael Keaton), que recruta o animal para seu mais novo empreendimento, o Dreamland. Dumbo passa a fazer sucesso ao lado da acrobata Colette Marchant (Eva Green), mas logo Holt descobre que Dreamland é cheio de segredos sombrios. A produção é a segunda fábula encantada da Disney dirigida pelo cineasta Tim Burton, que, com o sucesso de “Alice no País das Maravilhas” em 2010, deu início à onda de refilmagens com atores de carne e osso das animações do estúdio. A estreia está marcada para a próxima quinta-feira (28/3) no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.










