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    2ª temporada de Sense8 ganha trailer tenso em clima de conflito

    10 de abril de 2017 /

    Após as fotos, a Netflix divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada de “Sense8”. A prévia foca no conflito entre os sensates e a organização secreta que os caça, com destaque para Will, o personagem policial vivido por Brian J. Smith, que é seduzido pelos inimigos, ao mesmo tempo em que descobre Angelica Turing (Daryl Hannah) ainda viva e cativa. Também chama atenção a participação do ator Toby Onwumere, que substituiu Aml Ameen como intérprete do personagem Capheus. Ameen foi demitido da série supostamente após comentários preconceituosos contra uma das diretoras, Lana Wachowski, e a atriz Jamie Clayton, a Nomi. Ambas são mulheres trans. Criada pelas irmãs Wachowski (diretoras de “O Destino de Júpiter” e da trilogia “Matrix”) em parceria com o roteirista J. Michael Straczynski (“Thor” e série “Babylon 5”), a série acompanha oito pessoas aparentemente aleatórias ao redor do mundo, que passam a dividir consciência, habilidades e memórias repentinamente. A estreia acontece em 5 de maio.

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  • Filme

    Elle Fanning vive adolescente transexual no trailer de Meu Nome É Ray

    9 de abril de 2017 /

    A TWC (The Weinstein Company) divulgou o pôster oficial e o primeiro trailer de “3 Generations”, dramédia em que Elle Fanning (“Demônio de Neon”) vive um adolescente transexual, e que por isso ganhou um título nacional completamente diferente, “Meu Nome É Ray” (mais próximo do título provisório “About Ray”). Mas embora a trama aborde a necessidade de aceitação do jovem por um pai que mal conhece, o filme é na verdade sobre – como diz o título em inglês – três gerações de mulheres que vivem juntas sob o mesmo teto em Nova York. Há ainda a mãe solteira, vivida por Naomi Watts (“A Série Divergente: Convergente”), e a avó interpretada por Susan Sarandon (“A Intrometida”), que não se conforma com o fato de a menina não querer simplesmente se assumir lésbica como ela própria. Escrito e dirigido por Gaby Dellal (“Angels Crest”), o filme teve première mundial no Festival de Toronto de 2015 e só agora começa a ganhar divulgação oficial nos EUA, devido a problemas com a classificação etária da produção. O comitê do MPA proibiu “3 Generations” para menores de 17 anos nos EUA, e os produtores vem tentando reverter o “R-Rated”, reclamando que isso impedirá adolescentes de verem uma história importante e feita para sua faixa etária. A estreia vai acontecer de forma limitada, em 5 de maio nos EUA, e ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.

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  • Série

    2ª temporada de Sense8 ganha 50 fotos

    9 de abril de 2017 /

    A Netflix divulgou 50 fotos da 2ª temporada de “Sense8”, que mostram os personagens em cenas de festas, mas também de ação. Entre as imagens, está o ator Toby Onwumere, que substituiu Aml Ameen como intérprete do personagem Capheus. Ameen foi demitido da série supostamente após comentários preconceituosos contra uma das diretoras, Lana Wachowski, e a atriz Jamie Clayton, a Nomi. Ambas são mulheres trans. Há também três fotos do episódio que inclui a parada LGBTQ de São Paulo, gravado em maio de 2016 em plena Avenida Paulista. Criada pelas irmãs Wachowski (diretoras de “O Destino de Júpiter” e da trilogia “Matrix”) em parceria com o roteirista J. Michael Straczynski (“Thor” e série “Babylon 5”), a série acompanha oito pessoas aparentemente aleatórias ao redor do mundo, que passam a dividir consciência, habilidades e memórias repentinamente. A 2ª temporada estreia em 5 de maio.

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    Patrick Stewart e Ian McKellen se beijam em premiação

    21 de março de 2017 /

    A premiação de melhores do ano da revista britânica Empire, realizada em Londres, teve sua atenção roubada pelos atores Patrick Stewart e Ian McKellen, que protagonizaram um beijo em pleno palco. McKellen, que interpreta o vilão Magneto nos filmes da franquia X-Men, agraciou o colega (o eterno Professor Xavier) com o Legend Award, prêmio pela contribuição do artista para o cinema. Após Stewart subir ao palco para receber o prêmio, McKellen beijou o ator e o parabenizou pelo prêmio. “Finalmente! Esta noite está começando a fazer sentido (…) Ele é um dos meus heróis pelo jeito que apoia suas causas. Ele é o ator que as pessoas da minha geração gostariam de ser”, afirmou McKellen. Em seus agradecimentos, Stewart faz uma citação ao filósofo alemão Friedrich Nietzsche. “O sucesso é um impostor. Ele esconde a falha, a ferida e a dúvida fundamental no cerne do ‘ser’ dos artistas. Bom, eu só citei isso porque queria ser o único ator da história a citar Nietzsche. Mas, às vezes, senhor Nietzsche, o senhor tem razão”, afirmou. O beijo agradou aos fãs da franquia dos mutantes, já que os personagens que os atores também são intimamente ligados. Mas não foi a pela primeira vez que eles beijaram em público. Os dois já trocaram um selinho em 2015, também em Londres, durante a première do filme “Sr. Sherlock Holmes”, estrelado por McKellen. Amigos desde os anos 1970, McKellen inclusive foi responsável por celebrar a cerimônia de casamento de Stewart com a cantora de jazz Sunny Ozell em 2013.

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  • Filme

    Malásia volta atrás e decide não censurar A Bela e a Fera, que agora será censurado no Kwait

    21 de março de 2017 /

    Após a Disney adiar indefinidamente o lançamento de “A Bela e a Fera” na Malásia devido à ameaça de censura, que retiraria as cenas “gays” do filme, o governo do país decidiu voltar atrás. Segundo a revista Variety, o filme será exibido na íntegra, a partir de 30 de março. No entanto, os censores decidiram mudar a classificação do filme, que agora será para maiores de 13 anos. Na Rússia, o longa passou pela mesma situação e foi classificado para maiores de 16 anos. Mas após a Disney anunciar que preferia impedir a estreia na Malásia a permitir cortes na produção, o Kwait também decidiu censurar a produção. O comitê de censura do país anunciou que lançará uma versão editada do filme nesta semana. Sobre isto, a Disney ainda não se pronunciou. Em vários países muçulmanos, a homossexualidade é tratada como ofensa e pode levar gays para a prisão, como também já aconteceu no Ocidente em tempos não tão distantes assim – os mais novos podem ver o filme “O Jogo da Imitação” (2014) para comprovar. Desde que o diretor de “A Bela e a Fera”, Bill Condon, revelou que a nova versão do clássico teria uma subtrama gay, o filme virou alvo de reações conservadoras, que acusam a Disney de fazer “propaganda gay”. Entretanto, a pequena insinuação gay da produção mal tira o pé de dentro do armário.

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  • Filme

    Ranger Amarela do novo Power Rangers será primeira heroína gay do cinema

    20 de março de 2017 /

    O novo filme dos Power Rangers vai apresentar, pela primeira vez, uma heroína gay numa produção de grande orçamento. A Ranger Amarela, interpretada por Becky G (série “Empire”), deixará dúvidas sobre sua sexualidade em determinada cena, quando um de seus amigos questiona se ela está tendo problemas com namorado, para perceber que talvez seus problemas fossem com namorada. “Ela está descobrindo quem ela é”, disse o diretor Dean Israelite (“Projeto Almanaque”) em entrevista à revista The Hollywood Reporter. “É um pequeno momento, mas é de crucial importância para a trama. Acho que o filme ressoa isso ao longo da história dizendo que ‘tudo bem’ ela ter essa dúvida. Todos eles têm que achar quem são de verdade e qual é a sua tribo”, completou. O intérprete original do Ranger Azul, David Yost, que é gay assumido e deixou a série dos anos 1990 após enfrentar bullying por sua orientação sexual, elogiou a iniciativa do filme. “Eles realmente assumiram o risco”, disse Yost. “Acho que muita gente na comunidade LGBTQI ficarão excitados para ver esta representação”. O elenco da produção traz ainda Ludi Lin (série “Marco Polo”) como o Ranger Preto, Dacre Montgomery (“A Few Less Men”) como o Ranger Vermelho, Naomi Scott (“Perdido em Marte”) como a Ranger Rosa, RJ Cyler (“Eu, Você e a Garota Que Vai Morrer”) como o Ranger Azul, Bryan Cranston (série “Breaking Bad”) como Zordon, Elizabeth Banks (“Jogos Vorazes”) como a vilã Rita Repulsa e Bill Hader (“Descompensada”) como a voz do robô Alpha 5. A estreia acontece nesta quinta (23/3) no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Documentário de Leandra Leal é premiado no festival americano SXSW

    18 de março de 2017 /

    O documentário “Divinas Divas”, que marca a estreia da atriz Leandra Leal na direção, foi premiado pelo júri popular do festival americano SXSW (South by Southwest), um dos mais importantes do cinema indie, que se encerrou na noite deste sábado (18/3) em Austin, no Texas. O filme brasileiro venceu a seção Global, dedicada à narrativas inovadoras de todo o mundo. Leandra comemorou em seu Twitter: “Estávamos concorrendo com o mundo inteiro, com filmes de ficção e levamos essa. Nós, o único filme brasileiro, dirigido por uma mulher. Muito obrigado a todas as minhas divas por doarem seus talentos, suas histórias e suas vidas, e a toda galera que faz parte desse projeto sonho”. “Divinas Divas” aborda a primeira geração de artistas travestis no Brasil na década de 1970, como Rogéria, Valéria e Jane Di Castro. O filme acompanha o reencontro das atrizes para a montagem de um espetáculo, trazendo histórias e memórias de uma geração. Importante observar que a produção – agora reconhecido internacionalmente – teve dificuldades para conseguir patrocínio devido ao preconceito com seu tema, o que levou Leandra a apelar para o crowdfunding para conseguir finalizá-lo. Além do troféu texano, o filme já tinha sido premiado pelo público dos festivais do Rio e de Aruanda, no ano passado, e tem previsão de lançamento no Brasil em 22 de junho. Para completar a informação, o público do SXSW também premiou “The Light of the Moon”, de Jessica M. Thompson, como o melhor filme da mostra competitiva, e o muito elogiado “Em Ritmo de Fuga” (Baby Driver), de Edgar Wright, como o melhor filme da sessão Headliner, dedicada a filmes de maior apelo comercial. Na nova seção Episodic, voltada a séries, o vencedor foi “Dear White People”, da Netflix. Já os prêmios do júri para a mostra competitiva foram para a ficção “Most Beautiful Island”, um thriller centrado em mulheres imigrantes ilegais em Nova York, dirigido pela espanhola Ana Asensio, e o documentário “The Work”, sobre as sessões de terapia da prisão estadual de Folsom, com direção de Gethin Aldous e Jairus McLeary.

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  • Filme

    A Bela e a Fera representa o auge do “fan service” e da exploração da nostalgia em Hollywood

    17 de março de 2017 /

    Sua reação ao assistir à adaptação live action de “A Bela e a Fera” vai depender do quanto você é fã do original. Quem ama o desenho de 1991, sabe cantar as músicas e chora em diversos momentos, incluindo a famosa cena da dança, vai sair do cinema achando que o filme foi feito sob encomenda. Mas quem nunca viu ou não gosta do clássico deve passar longe. É preciso entender – com seus prós e contras – que “A Bela e a Fera” representa o auge da fan service e da exploração da nostalgia em Hollywood. Sabendo disso, a Disney compreensivelmente optou por realizar quase uma filmagem literal do desenho com atores. Afinal, trata-se da única animação indicada ao Oscar de Melhor Filme quando essa categoria tinha somente cinco vagas. E ela mora nos corações de qualquer um que tem algo batendo no peito. Então, quem for ao cinema já vai para gostar do filme. Sem dúvida, é um prazer ver “A Bela e a Fera” de novo. Verdade que o filme traz algumas cenas inéditas, mas elas não acrescentam muito à magia. Por outro lado, também não atrapalham. É preciso considerar que a animação tinha cerca de 1h20 de duração e não dá para entregar um filme tão curto hoje em dia. Imagine também que a Disney poderia inventar mais alguma cena de dança entre a Bela e a Fera ou preencher tudo com músicas que soariam gratuitas, porém agradariam aos fanáticos. Mas não, isso não acontece. De resto, “A Bela e a Fera” reproduz quase que frame by frame toda obra original, como Zack Snyder fez com “300” (2006) e “Watchmen” (2009), os melhores filmes de um diretor fraco. Do mesmo modo, o diretor Bill Condon, que enganou todo mundo quando filmou o ótimo “Deuses e Monstros” (1998) e seguiu carreira rumo à mediocridade com dois filmes da saga “Crepúsculo”, tenta fazer apenas uma imitação. Sob total controle da Disney, Condon arrisca muito pouco, como na tímida insinuação gay de um personagem coadjuvante, e não se encarrega de atualizar detalhes que mereciam atenção maior. Pode-se argumentar que a trama é de filme de época, com seus valores antiquados e cheirando a mofo, porém alguns conceitos, que já incomodavam em 1991, envelheceram muito no século 21. Como uma Bela que se esforça para ser relevante, mas permanece 100% submetida ao universo masculino – a seu pai (Kevin Kline), ao vilão Gaston (Luke Evans) e à Fera (Dan Stevens). Por mais que Emma Watson tenha reiterado que trouxe uma visão feminista ao papel, a própria Disney foi mais empoderadora com “Valente”, “Frozen”, “Zootopia” e “Moana”. Também é estranho ver todos os atores, com exceção do casal principal, atuando como se estivessem em um desenho animado – e isso pode ser colocado na conta da direção, afinal são atores competentes. Sem falar nos efeitos visuais um tanto artificiais, como numa animação mesmo, porque o trabalho do elenco por trás de personagens digitais se restringe à dublagem. Se deu certo na animação, não quer dizer que o resultado será o mesmo em um filme de verdade. É um contraste gritante com o milagre que foi “Mogli”, adaptação da própria Disney para uma de suas animações, onde animais falantes e cantores eram realistas e perfeitamente plausíveis dentro da narrativa. A diferença é que Jon Favreau, diretor de “Mogli” (e da futura adaptação live action de “O Rei Leão”) conhece o caminho das pedras e está anos-luz à frente de Bill Condon. Favreau jamais deixa o CGI dominar seu filme – ironicamente, quase todo criado em computador – e o usa como ferramenta para se concentrar no principal, a história. Já na versão animada com atores de “A Bela e a Fera” salva-se, pelo menos, a própria Fera graças ao trabalho de Dan Stevens por trás dos pixels. Nem perto de ser um Andy Serkis, responsável pelo Gollum de “O Senhor dos Anéis” e o Cesar, de “Planeta dos Macacos”, ao menos aproxima-se de Sam Worthington e Zoe Saldana, que convenceram em “Avatar”. Como não dava para brigar em pé de igualdade com o encanto gerado pela versão clássica, esse “A Bela e a Fera” precisava, no mínimo, impressionar em outros quesitos. Emma Watson, por exemplo, não tem aquele brilho nos olhos que o papel exige nem fará qualquer espectador se apaixonar pela personagem. E é quase impossível não pensar em Hermione de vez em quando, o que pode gerar mais desconexões da plateia. Mas o fã de carteirinha nem vai ligar, porque vai chorar, cantar e assistir do início ao fim com um sorriso largo no rosto, como se estivesse reencontrando um velho conhecido muito querido. Alegria garantida, mas fortuita, já que o conhecido não tem nada de novo para contar desde o último encontro.

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  • Etc

    Colton Haynes fica noivo e compartilha fotos do pedido com fogos de artifícios

    14 de março de 2017 /

    O ator Colton Haynes, o sumido intérprete de Arsenal na série “Arrow”, compartilhou em seu Instagram que disse “sim” ao pedido de noivado de Jeff Leatham (diretor artístico que trabalha no hotel Four Seasons em Beverly Hills). Ele também inclui as fotos da superprodução do pedido, à beira-mar e com direito à fogos de artifícios e participação da cantora Cher (que gravou um recado cantando a música “I Got You Babe” para o casal). Ele também agradeceu o apoio dos fãs à sua decisão, lembrando que nem tudo é ódio nas redes sociais. Confira abaixo as fotos compartilhadas por Haynes deste momento romântico. I SAID YES!!! ??❤️ @jeffleatham Uma publicação compartilhada por Colton Haynes (@coltonlhaynes) em Mar 12, 2017 às 11:04 PDT Thank you @cher for the beautiful "I got you babe" proposal lead in, you sounded incredible as always 🙂 The most special night of my life @jeffleatham . #flowers #fireworks #fullmoon #cher ❤️❤️❤️????❤️❤️ Uma publicação compartilhada por Colton Haynes (@coltonlhaynes) em Mar 12, 2017 às 12:57 PDT Overwhelmed by all of the love & support y'all have been sending @jeffleatham & I on our engagement. The fact that so many people love love as much as we do is truly inspiring and I feel so humbled. Who woulda thought that a lil ole kansas boy would meet a country boy from Utah & embark on journey that truly feels like one in the movies? I wish the same for everyone out there. No matter who you love…don't be afraid to love hard 🙂 #whatmoviesaremadeof #LoveWins ❤️?❤️??? Uma publicação compartilhada por Colton Haynes (@coltonlhaynes) em Mar 13, 2017 às 6:56 PDT

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    Disney cancela estreia de A Bela e a Fera na Malásia, após censura a “momento gay” do filme

    14 de março de 2017 /

    A Disney decidiu adiar a estreia de “A Bela e a Fera” na Malásia, após as autoridades do país de maioria muçulmana censurarem “um momento gay” do filme. O presidente do Conselho de Censura da Malásia, Abdul Halim Abdul Hamid, declarou ao jornal The Star que o filme havia sido “autorizado […] com uma pequena censura”. Segundo ele, a sequência cortada é um “momento gay” no filme, que mesmo com o corte não foi liberado com censura livre, e sim para maiores de 13 anos, devido a outras cenas que “podem ser inadequadas”. A censura acontece uma semana depois da Rússia declarar o filme impróprio para menores de 16 anos, por pressão de um deputado ultraconservador pelo mesmo “momento gay”. O alvo é o personagem Lefou, interpretado por Josh Gad como o primeiro personagem gay da Disney a sair do armário – tardiamente, por sinal, já que a franquia “Shrek” tinha até uma princesa transexual. Mas assim que a censura foi confirmada, a Disney deixou sua clara sua posição, cancelando a exibição do filme no país. Os pôsteres dos cinemas de Kuala Lumpur indicam que a exibição do filme foi “adiada até novo aviso”. “A Bela e a Fera” também foi criticada em Cingapura, país vizinho da Malásia, onde o clero cristão acusou o estúdio de se desviar dos “valores saudáveis e dominantes”. “Aconselhamos os pais a conversar com seus filhos sobre esta nova versão de ‘A Bela e a Fera'”, declarou o bispo Rennis Ponniah, presidente do Conselho Nacional das Igrejas de Singapura. A homossexualidade é ilegal na Malásia e Cingapura, e pode resultar em prisão em ambos os países.

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    Charlize Theron treinou com Keanu Reeves, vomitou todos os dias e quebrou dois dentes para estrelar Atômica

    13 de março de 2017 /

    A atriz Charlize Theron revelou detalhes de seu treinamento intenso e as exigências físicas de seu papel em “Atômica” (Atomic Blonde), thriller de ação passado nos anos 1980, ao final da Guerra Fria, que estreia em agosto. Na trama, a atriz vive a assassina implacável Lorraine Broughton, uma espiã inglesa enviada a Berlim para recuperar uma lista de agentes duplos, e carrega a maior parte da ação, em múltiplas cenas de luta que tiveram que ser cuidadosamente coreografadas. Durante sua participação no Festival SXSW, onde o filme dividiu a crítica, ela revelou que contou com “oito treinadores incríveis que basicamente me fizeram vomitar todos os dias, e por isto sou muito grata a eles.” Os efeitos colaterais do treinamento intenso de Theron não pararam por aí. “Eu realmente quebrei dois dentes na parte de trás da minha boca durante uma luta e precisei passar por cirurgia antes de começar a filmar”, disse ela. Sua cara de dor no filme não se deve, portanto, apenas à maquiagem de hematomas prostéticos. “Atômica” tem direção de David Leitch, que teve uma longa carreira como dublê antes de estourar no filme “De Volta ao Jogo” (John Wick, 2014). Graças ao fato de “Atômica” compartilhar a mesma equipe daquele filme, Charlize revelou que acabou treinando com Keanu Reeves, que também se preparava para a continuação “John Wick: Um Novo Dia Para Matar”. “Nós acabamos treinando um com o outro e fazendo exercícios comuns. Foi tudo muito macho”. Curiosamente, Charlize e Keanu já foram casal no cinema, no terror “O Advogado do Diabo”, lançado há 20 anos, e no romance “Doce Novembro” (2001). “Atômica” estreia em 3 de agosto, no Brasil, uma semana após o lançamento comercial nos EUA. Aproveite e confira o primeiro trailer legendado.

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    Charlize Theron arrasa no trailer legendado, violento e sexy do thriller de ação Atômica

    12 de março de 2017 /

    A Universal divulgou o primeiro trailer legendado de “Atômica” (Atomic Blonde), que mostra uma Charlize Theron arrasadora. A prévia recebeu classificação etária para maiores nos EUA, mas chega aqui sem maiores avisos, desfilando pancadaria ultraviolenta e cenas tão sensuais que matariam 007 do coração – ou de inveja. Charlize vive a personagem do título, uma “loira atômica”, que a tradução nacional preferiu deixar menos faustofawcettiana. Quando ela entra no corpo-a-corpo, é para valer, como revelam os hematomas em seu rosto e a pegação com Sofia Boutella (“Kingsman – Serviço Secreto”), bastante sexy e forte (para o gênero). A trama se passa na época da Guerra Fria, como aponta também a trilha sonora, com clássicos do New Order e do Queen, e acompanha Lorraine Broughton, uma espiã britânica enviada para Berlim numa missão extremamente perigosa: investigar a morte de um colega e recuperar uma lista perdida de agentes duplos. O elenco ainda inclui James McAvoy (“Fragmentado”), John Goodman (“Kong: A Ilha da Caveira”), Toby Jones (série “Wayward Pines”), Eddie Marsan (série “Ray Donovan”) e James Faulkner (série “Da Vinci’s Demons”). “Atômica” é uma adaptação da graphic novel “The Coldest Day” de Antony Johnston (roteirista do game “Dead Space”) e Sam Hart. O roteiro foi escrito por Kurt Johnstad (“300”) e a direção está a cargo de David Leitch (“De Volta ao Jogo”). O filme tem première neste domingo (12/3) no Festival SXSW, mas a estreia comercial está marcada apenas para 28 julho nos EUA e uma semana depois, em 3 de agosto, no Brasil.

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    Rússia proíbe A Bela e a Fera para menores de 16 anos

    7 de março de 2017 /

    “A Bela e a Fera” é tão forte quanto “Logan”. Esta é a conclusão da comissão do Ministério da Cultura russo, responsável pela classificação etária dos filmes exibidos no país. A produção da Disney foi proibida para menores de 16 anos nos cinemas da Rússia. O filme quase foi totalmente vetado no país. Tudo por causa de mensagens de “propaganda gay” para crianças. Após Bill Condon, diretor do filme, revelar que “A Bela e a Fera” mostraria “o primeiro momento gay” em um filme da Disney, o deputado russo Vitali Milonov iniciou uma campanha para impedir o lançamento no país do que chamou de uma “desavergonhada propaganda do pecado”. O político foi um dos principais articuladores da lei russa contra a “propaganda gay”, assinada pelo presidente Vladimir Putin em 2013. Essa lei, que levantou muitas críticas na comunidade internacional, proíbe a distribuição de informações capazes de despertar o interesse de menores pelas “relações sexuais não-tradicionais”, e vem sendo utilizada como pretexto para banir qualquer manifestação em defesa dos gays no país, além de servir de justificativa para ataques homofóbicos. “A Bela e a Fera” estreia em 16 de março no Brasil.

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