Eyewitness: Remake de série norueguesa ganha trailer centrado em investigação criminal
O canal pago americano USA divulgou o primeiro comercial de sua nova série, “Eyewitness”, que teve seu piloto dirigido pela cineasta Catherine Hardwicke (“Crepúsculo”). O clima frio e sombrio remete à inspiração original, já que a produção é remake da série policial norueguesa “Øyevitne”, e como bom noir nórdico explora um crime horrendo que ocorreu numa pequena comunidade. A prévia destaca o trabalho de investigação da xerife local, vivida por Julianne Nicholson (série “Masters of Sex”), que tenta convencer uma testemunha a contar o que houve. Na trama, o assassino fará todo o possível para escapar da justiça, inclusive silenciar as testemunhas e tentar enganar a xerife, conduzindo-a a pistas falsas num sinistro jogo de gato-e-rato. Para complicar, as testemunhas são dois adolescentes que não querem que ninguém saiba que estavam juntos, no lugar e na hora errada, devido à natureza de seu relacionamento homossexual. A adaptação americana está a cargo de Adi Hasak (criador de “Shades of Blue”) e o elenco inclui Tyler Young (da série teen espanhola “The Avatars”), James Paxton (filho do ator Bill Paxton), Gil Bellows (minissérie “11.22.63”) e Warren Christie (série “Alphas”). “Eyewitness” estreia no dia 16 outubro nos EUA.
One Mississippi: Nova série de diversidade sexual do Amazon ganha trailer
O Amazon divulgou o pôster e o trailer da nova série de comédia dramática “One Mississippi”, que parece seguir os passos de “Transparent”, ao explorar a diversidade sexual e a aceitação de uma família. Por acaso, sua criadora e estrela, Tig Notaro, já tinha aparecido em cinco episódios de “Transparent”. Baseada na história real da atriz, a série reflete o reencontro de um lésbica quarentona com sua família, após anos de distanciamento. Na trama, ela volta para casa para acompanhar a morte de sua mãe, paciente terminal num hospital, mas acaba ficando por mais tempo e precisa lidar com sua família “normal” do interior do Mississippi. A série tem como co-criadora a roteirista Diablo Cody (“Juno”, “Jovens Adultos”) e estreia no dia 9 de setembro no serviço de streaming.
Transparent: Trailer da 3ª temporada revela novos desafios da transição de Maura
O Amazon divulgou o pôster e o trailer da 3ª temporada de “Transparent”. Produção mais premiada do serviço de streaming, a série surpreendeu ao conquistar cinco Emmys em 2015, incluindo Melhor Ator (Jeffrey Tambor) e Direção (para a criadora Jill Soloway). Tambor e Soloway também venceram troféus dos sindicatos dos Atores, Diretores e Produtores de Hollywood. Ainda inédita no Brasil, a série conta a história de um professor universitário de meia-idade e pai de três filhos, interpretado por Tambor, que assume sua transexualidade e inicia a transição para o gênero feminino, passando a se identificar como Maura. A prévia mostra seus novos objetivos para esta temporada: ser chamado de “mãe” pelos filhos e realizar uma cirurgia plástica para ficar mais bonita. A temporada também contará com participação especial de Caitlyn Jenner e a volta de Anjelica Huston (“A Família Addams”), que tinha aparecido em dois episódios do segundo ano. Os novos episódios estarão disponíveis em 23 de setembro no Amazon e a série já se encontra renovada para sua 4ª temporada.
De Longe Te Observo confirma bom momento do cinema latino-americano
O venezuelano “De Longe Te Observo”, primeiro longa de Lorenzo Vigas, foi o vencedor do Leão de Ouro no Festival de Veneza e chegou a ser exibido na 39ª. Mostra Internacional de Cinema de São Paulo com seu título original, “Desde Allá”. O filme navega num universo em que a homossexualidade como desejo traz à tona uma série de questões e constrói uma narrativa complexa, muito forte, que surpreende. Tem uma estrutura consistente, que inclui a realidade social dos meninos de rua, mexe e brinca com preconceitos estabelecidos. E envereda por uma trama que tem elementos policiais e suspense. Faz tudo isso de forma bem concatenada. A narrativa se centra no relacionamento entre Armando (Alfredo Castro), um homem que paga para que jovens fiquem nus para ele se masturbar sem tocá-los, e Elder (Luís Silva), adolescente em situação de rua, que lidera uma gangue juvenil. A relação se dá por meio do dinheiro, mas se estabelece de forma complicada, trazendo muitos elementos. O dinheiro aparece como roubo, meio de agressão, chantagem, afeto ou solidariedade. Traz mistérios que envolvem o passado de Armando e o pai dele, que entrarão nessa relação, vinculando dois personagens que, a rigor, só estariam em contato em função de interesses imediatos e fugazes. Assim como o personagem Armando, a câmera observa as situações, passeia pela vida deles e de seus encontros, dá tempo para que entendamos o contexto e as variáveis que os envolvem, mantendo um clima seco, duro e algo misterioso. O que está para ser revelado nunca sabemos muito bem o que é, do que se trata realmente. A trama conta especialmente com os dois protagonistas em ótima atuação, sutil e contida, que ajudam a prender a nossa atenção para o que vai se desenrolar em camadas sucessivas. A história original que serviu de base para o roteiro do diretor é do escritor e roteirista mexicano Guillermo Arriaga, de trabalhos como “Babel” e “Amores Brutos”. O filme é coproduzido pelo México. E resultada num belo trabalho do cinema venezuelano, que confirma a observação de um grande momento criativo para a sétima arte na América Latina.
The Handmaiden: Drama lésbico do diretor de Oldboy ganha 62 fotos e trailer americano
A Magnolia Pictures divulgou 62 fotos, o pôster e o primeiro trailer americano de “The Handmaiden” (Ah-ga-ssi), nova provocação do diretor sul-coreano Park Chan-wook (“Oldboy”). A prévia é repleta de momentos fetichistas, que evocam sua temática sexual, além de destacar a reprodução de época e um certo clima de suspense. O filme é uma adaptação do romance lésbico “Na Ponta dos Dedos” da escritora galesa Sarah Waters, mesma autora do livro que inspirou a minissérie britânica “Toque de Veludo” (Tipping the Velvet, 2002) e o filme “Afinidade” (Affinity, 2008), todos de temática lésbica e passados na Inglaterra vitoriana. Park manteve o enredo, mas avançou algumas décadas, mudou a locação e alterou a etnia das personagens. Passada na Coreia nos anos 1930, durante o período de domínio colonial japonês, a trama acompanha Sook-Hee, uma espécie de “Oliver Twist” lésbica, garota órfã de bom coração que mora num cortiço com ladrões e vigaristas, que se vê envolvida num elaborado golpe do baú planejado por um vigarista profissional. O trapaceiro consegue empregar a jovem órfã como criada na casa de uma família japonesa rica, esperando que ela convença Lady Hideko, herdeira de uma fortuna, a casar-se com ele. Seu plano, porém, não conta com o sentimento que surge entre as duas mulheres. Não por acaso, o título de duplo sentido do romance original alude tanto aos dedos leves dos larápios quanto ao prazer sexual provocado por massagens no clitóris. A belíssima Kim Tae-Ri faz sua estreia no cinema, após ser escolhida entre 1,5 mil candidatas, como Sook-Hee, enquanto Kim Min-hee (“Assassino Profissional”) interpreta Lady Hideko. O elenco também inclui Ha Jung-woo (“O Caçador”) e Jo Jin-woong (“O Almirante: Correntes Furiosas”). “The Handmaiden” teve sua première no Festival de Cannes e já estreou na Ásia. O lançamento nos EUA está marcado pra 4 de outubro e, por enquanto, não há previsão para sua chegada ao Brasil.
Mãe Só Há Uma materializa nova provocação de Anna Muylaert
É natural que se busque uma associação entre os dois filmes mais recentes de Anna Muylaert, “Que Horas Ela Volta?” (2015) e o novo “Mãe Só Há Uma”. Afinal, ambos tratam do tema da maternidade e da questão da identidade. Mas se havia um pouco de caricatura cômica no drama de “Que Horas Ela Volta?”, desta vez o tom é abertamente dramático, tendo como ponto de partida uma história verídica de criança roubada. O filme acompanha Pierre (o estreante Naomi Nero, sobrinho de Alexandre Nero), um rapaz que costumava ter uma vida tranquila com a mãe (Daniela Nefussi, de “É Proibido Fumar”) e sua irmã pequena (Lais Dias). Até o dia em que descobre ter sido roubado na maternidade, vê sua mãe ser presa, descobre que tem outro nome e precisa se adaptar a um novo lar com seus pais biológicos, vividos por Matheus Nachtergaele (“Trinta”) e novamente por Nefussi, numa estratégia de casting que ajuda a acentuar a confusão mental do rapaz – bem como enfatizar o próprio título “Mãe Só Há Uma”. Interessante o modo como Muyalert constrói sua narrativa, com elipses que fazem a história de convivência de Pierre e sua nova família adquirir duração indeterminada, passando a impressão de abranger semanas no espaço de enxutos 82 minutos de projeção. Aliás, a edição é tão acertada que “Mãe Só Há Uma” é daqueles filmes que não exaurem o espectador, terminando no momento certo. Também muito importante é a construção do personagem Pierre/Felipe. Seu mundo vira de cabeça pra baixo justo quando ele está no processo de descobrir sua identidade sexual, que a trama faz questão de não simplificar. Desde o começo, ele é mostrado como um rapaz que gosta de usar calcinhas e maquiagem, mas que não deixa de transar com garotas por causa disso. Ele até faz muito sucesso com elas. Uma das cenas mais interessantes acontece quando ele vai provar uma roupa com seus pais biológicos, que querem moldá-lo à maneira deles. Em determinado momento, ele fala: “é só uma roupa!”, ao procurar fazê-los entender a bobagem que é discutir sobre aquilo. O que pode incomodar um pouco os espectadores é o modo como Muylaert, mais uma vez, trata alguns personagens quase como caricaturas. Desta vez, são os pais biológicos de Pierre, que lembram um pouco os pais de Fabinho em “Que Horas Ela Volta?” . Ainda assim, esse tipo de representação pode ser encarado como uma provocação da diretora, diante do modelo tradicional da família brasileira, numa continuação do que havia sido visto em seu trabalho anterior. O que importa é que estamos diante de mais uma obra sólida e consistente de uma cineasta que se mostra muito acima da média da atual cinematografia nacional.
Kristen Stewart assume namoro com outra mulher
A atriz Kristen Stewart (“Crepúsculo”) resolveu assumir que está namorando uma mulher. Ela falou abertamente sobre o romance pela primeira vez à revista Elle do Reino Unido. “Neste momento, estou realmente apaixonada pela minha namorada”, disse a atriz de 26 anos, em referência a Alicia Cargile. As duas têm sido fotografado juntas há mais de um ano e, em junho de 2015, Jules Stewart, mãe da atriz, entregou o relacionamento em entrevista ao tabloide britânico Mirror, dizendo ter dado a sua “bênção” ao casal. Entretanto, o namoro não foi contínuo e, desde então, Kristen foi vista com outras garotas em momentos variados. “Nós voltamos e terminamos algumas vezes no passado e agora, finalmente, posso acreditar nesse sentimento de novo”, ela confirmou. As duas ficaram íntimas depois que Alicia começou a trabalhar como assistente pessoal de Kristen. Por coincidência, a atriz fez, recentemente, dois filmes do diretor Olivier Assayas em que interpreta uma assistente pessoal de celebridade: “Acima das Nuvens”, pelo qual venceu o prêmio César de Melhor Atriz Coadjuvante, e “Personal Shopper”, premiado no Festival de Cannes deste ano. Desde que passou a namorar mulheres, Kristen também mudou sua relação com a mídia. Ela assumiu que agora está mais relaxada em relação aos paparazzi que costumam segui-la. “Quando eu estava saindo com rapazes, eu tentava esconder, pois não gostava que assuntos pessoais se tornassem tão triviais”, assumiu a atriz para a Elle. “Nos tornávamos personagens de uma história ridícula e eu pensava: ‘Isso é meu. Vocês estão transformando meu relacionamento em algo que não é’. Mas aí mudei, e comecei a sair com garotas. Então, esconder isso ganhava novas implicações, como se eu estivesse com vergonha. Por isso, alterei a maneira de lidar com isso em público. Foi libertador e estou muito mais feliz.” Kristen completou dizendo que, apesar de não ser fã dos paparazzi, não tem feito questão de esconder seu relacionamento com Alicia. As duas já foram fotografadas diversas vezes de mãos dadas e trocando beijos em público, sem que ela desse piti. “Por mais que eu queira me proteger, não quer dizer que preciso esconder”, ela avalia. “Encontrei um lugar onde me sinto confortável.”
The Rocky Horror Picture Show: Versão televisiva ganha primeiro trailer
A rede Fox divulgou o primeiro trailer da versão televisiva de “The Rocky Horror Picture Show”, que mostra um público de mentirinha interagindo com a projeção do telefilme num cinema, no que parece uma tentativa de evocar o fenômeno dos fãs do longa original. O resultado é bem fake. Em compensação, a protagonista é bem real. A atriz Laverne Cox (série “Orange Is the New Black”) é a primeira transexual a viver o Dr. Frank-N-Furter, que no filme de 1975 foi interpretado por Tim Curry, também presente na nova produção. A história clássica acompanha um casal que, depois de ter problemas com o carro em uma estrada, para em um castelo para pedir ajuda. Porém eles descobrem que o castelo é habitado por alienígenas do Planeta Transexual da Galáxia. O elenco também inclui Victoria Justice (série “Victorious”) e Ryan McCartan (série “Liv & Maddie”) como o casal em apuros, Reeve Carney (série “Penny Dreadful”) como Riff Raff, um dos servos fiéis da cientista de outro mundo, e o cantor Adam Lambert (revelado em “American Idol”) no papel de Eddie, o entregador de pizza que foi interpretado originalmente pelo roqueiro Meat Loaf em 1975. Ao contrário de outros especiais musicais recentes, como “A Noviça Rebelde” e “Peter Pan”, o novo “Rocky Horror Picture Show” não será exibido ao vivo. A atração foi gravada previamente, com direção de Kenny Ortega (dos telefilmes “High School Musical” e “Os Descendentes”), e será exibida em outubro nos EUA.
Star Trek: Cena de beijo entre Sulu e seu marido acabou cortada do filme
A equipe de “Star Trek: Sem Fronteiras” virou trending topic nas redes sociais ao anunciar que o Sr. Sulu seria um homem gay casado no novo filme. A ousadia, entretanto, poderia ser maior, já que a produção cortou a cena de um beijo entre o casal. O intérprete de Sulu, Jon Cho, revelou o corte durante a première do filme na San Diego Comic-Con, lamentando o fato, que seria uma homenagem aos fãs LGBT da franquia. “O beijo não está mais lá. Não era como uma sessão de sexo. Estamos no aeroporto com nossa filha. Era como um beijo de boas vindas. Eu tenho orgulho da cena, pois foi muito difícil de fazer. Eu queria que parecesse convincentemente íntima. Somos [os atores] dois caras heterossexuais e precisávamos soar muito amáveis e íntimos. Era algo difícil de se fazer rapidamente. Precisávamos nos abrir. E tudo saiu bem, em minha visão”, declarou. O motivo do beijo ter sido cortado não foi revelado. A revelação de Sulu como gay também foi, na visão do roteirista Simon Pegg, uma forma de homenagear o intérprete original do personagem. O ator George Takei, que viveu Sulu na série clássica “Jornada nas Estrelas” entre os anos de 1966 e 1969, e depois em seis filmes para cinema produzidos entre 1979 e 1991, assumiu publicamente a homossexualidade em 2005 e se casou com seu parceiro Brad Altman, após 20 anos de convivência, em 2008. Curiosamente, Takei não gostou muito da homenagem a princípio, já que Sulu sempre foi retratado como heterossexual, mas depois mudou de ideia, considerando a iniciativa positiva. “Eu desejo tudo de bom para John Cho no papel que eu já interpretei, e parabenizo Simon Pegg em sua ousada e inovadora narrativa. Enquanto eu teria escolhido desenvolver um novo personagem [gay], neste caso, eu entendo perfeitamente e aprecio o que estão fazendo [com Sulu] – como sempre, corajosamente indo aonde nenhum homem jamais esteve”, Takei escreveu em seu Facebook.
Star Trek: George Takei muda de ideia e aprova Sulu gay
O ator George Takei voltou atrás em sua crítica à transformação de Sulu num personagem gay em “Star Trek: Sem Fronteiras”. Takei, que interpretou Sulu na série clássica “Jornada nas Estrelas” e nos primeiros filmes derivados da franquia, assumiu-se gay em 2005, mas não tinha aprovado a mudança de sexualidade do personagem, até então retratado como heterossexual. “Estou maravilhado que exista um personagem gay, mas não precisava ser Sulu. Infelizmente, é uma distorção da criação de Gene Roddenberry”, ele se manifestou, na semana passada. “Eu penso que este filme será lançado durante o aniversário dos 50 anos de ‘Star Trek’, o que é uma forma de prestar homenagem a Roddenberry, o homem cuja visão nos motivou por meio século. E a melhor forma de honrá-lo seria criar outro personagem, não alterar uma de suas criações”. Ironicamente, o roteirista Simon Pegg, intérprete de Scotty no filme, imaginava assim prestaria uma homenagem a Takei, o único intérprete da série clássica a se assumir gay. Mas, para o veterano ator, o problema de mostrar Sulu gay agora era basicamente considerar que o personagem vivia “no armário”, escondendo sua verdadeira sexualidade nas histórias anteriores, o que seria uma péssima mensagem. Afinal, no século 23, onde ele vive, a sexualidade já não deveria precisar ser disfarçada. Diante da polêmica, Pegg veio a público dizer que, como a série sofreu um reboot, as histórias clássicas estão sendo reescritas. Portanto, para efeitos da trama, não existe um passado heterossexual para Sulu. Ele também justificou a decisão de mostrar “>um personagem clássico como gay para evitar introduzir um novo personagem, que passasse a ser conhecido apenas por sua orientação sexual. Além disso, Rod Roddenberry, o filho do criador de “Star Trek”, também se manifestou, dizendo que seu pai aprovaria a inclusão de um personagem gay na ponte de comando da Enterprise. Com tempo para refletir, Takei agora mudou de ideia. Em um post em seu Facebook, ele elogiou a decisão e parabenizou o roteirista e o novo intérprete de Sulu. “Eu desejo tudo de bom para John Cho no papel que eu já interpretei, e parabenizo Simon Pegg em sua ousada e inovadora narrativa. Enquanto eu teria escolhido desenvolver um novo personagem [gay], neste caso, eu entendo perfeitamente e aprecio o que estão fazendo [com Sulu] – como sempre, corajosamente indo aonde nenhum homem jamais esteve”, ele escreveu. Com direção de Justin Lin (“Velozes e Furiosos 6”), “Star Trek: Sem Fronteiras” estreia em 22 de julho nos EUA, mas, por causa das Olimpíadas, chega apenas em 1 de setembro no Brasil.
Atriz da série The Family viverá Maggie Sawyer em Supergirl
A atriz Floriana Lima, das séries “The Mob Doctor” e “The Family”, vai viver a policial Maggie Sawyer na 2ª temporada de “Supergirl”. Assim, a personagem, que é loira nos quadrinhos, ganhará um visual claramente latino. O que faz total sentido, tendo em vista que o ruivo Jimmy Olsen é encarnado por um ator negro, a loira Lucy Lane virou morena e o adolescente Snapper Carr terá um intérprete cinquentão na série. Maggie foi uma das primeiras – e ainda assim tardias – personagens assumidamente homossexuais dos quadrinhos da DC Comics. Essa característica deverá ser mantida na série. Na trama, ela será uma detetive do Departamento de Polícia de National City que terá um interesse especial por casos envolvendo alienígenas. Por coincidência, Floriana Lima também interpretou uma personagem lésbica em sua série mais recente, “The Family”, cancelada após 12 episódios em maio. Outros novos nomes confirmados no elenco da 2ª temporada de “Supergirl” são: Tyler Hoechlin (série “Teen Wolf”), que irá interpretar Superman/Clark Kent, Lynda Carter (a “Mulher-Maravilha” dos anos 1970), como a presidente dos Estados Unidos, e Ian Gomez, no papel do novo editor da CatCo Magazine Snapper Carr. Assim, restam três novos papeis para serem preenchidos. Um deles é Lena Luthor, a irmã de Lex Luthor, que, se os produtores mantiverem seu ritmo, pode ser interpretada por um transexual asiático sem surpreender mais ninguém.
Filho de Gene Roddenberry diz que criador de Star Trek apoiaria versão gay de Sulu
O produtor de documentários Rod Roddenberry, filho do criador de “Star Trek” Gene Roddenberry, resolveu entrar no debate sobre a orientação sexual de Sulu, interpretado por John Cho como um homem gay de família no novo filme da franquia. Segundo ele, seu pai apoiaria sua representação como um homossexual casado e pai de uma criança. “Acho que meu pai seria 100% favorável por um personagem gay em ‘Star Trek’. Há tanta coisa acontecendo no mundo hoje, acho que ele adoraria qualquer tipo de discussão social sendo colocada em ‘Star Trek’”, disse Roddenberry, que acrescentou não entender porque existe controvérsia sobre o assunto. A controvérsia, na verdade, deve-se à posição do ator George Takei, que viveu Sulu na série original dos anos 1960. Gay assumido, ele não entendeu a alteração na sexualidade do personagem como uma homenagem, mas como uma traição ao legado de Gene Roddenberry, que criou Sulu como um asiático heterossexual. “De certo modo, é o personagem de George. Consigo entender porque ele tem uma opinião forte sobre isso, mas não vejo os motivos de todo mundo estar discutindo esse assunto. É algo que reflete o tempo atual, vamos apenas fazer isso”, afirmou Roddenberry. Com direção de Justin Lin (“Velozes e Furiosos 6”), “Star Trek: Sem Fronteiras” estreia em 22 de julho nos EUA, mas, por causa das Olimpíadas, chega apenas em 1 de setembro no Brasil.
Star Trek: Comercial sul-coreano revela marido do Sr. Sulu
A Paramount divulgou um trailer sul-coreano de “Star Trek”, que além de cenas de ação, explosões e a música de Rihanna, tem como destaque a revelação do possível marido do Sr. Sulu (John Cho). O personagem surge em meio à correria de um ataque alienígena, carregando no colo a mesma menina que já foi vista em fotos de Sulu. Ele é interpretado por Doug Jung, criador da série “Dark Blue” e co-roteirista do filme. Com direção de Justin Lin (“Velozes e Furiosos 6”), “Star Trek: Sem Fronteiras” estreia em 22 de julho nos EUA, mas, por causa das Olimpíadas, chega apenas em 1 de setembro no Brasil.











