Leonardo DiCaprio expõe mentiras de Bolsonaro no mundo inteiro
Alvo de fake news do presidente Jair Bolsonaro e seu filho deputado, Eduardo, o ator americano Leonardo DiCaprio negou ter financiado ONGs investigadas por suposto envolvimento em queimadas na Amazônia, mas afirmou que elas merecem apoio. “Apesar de merecerem apoio, nós não financiamos as organizações”, disse DiCaprio, em comunicado enviado à imprensa internacional e publicado no Instagram. O ator também elogiou “o povo brasileiro que trabalha para salvar sua herança cultural e natural” e afirmou que “o futuro destes ecossistemas insubstituíveis está em jogo”. Ele completou dizendo ter “orgulho de estar ao lado dos grupos que os protegem.” Depois das queimadas na Amazônia em meados deste ano, a ONG Earth Alliance, da qual DiCaprio é fundador, prometeu doar US$ 5 milhões para a proteção da Amazônia. Na ocasião, DiCaprio também enalteceu o trabalho dos brigadistas voluntários nas redes sociais, revelando algo que até então não era de conhecimento amplo. Ele trabalhou em combate a incêndios na Amazônia em 2017. “Na Amazônia, eles freqüentemente trabalham com nada além de facões, sopradores de folhas e pequenos tanques de supressores de fogo. Eu trabalhei com uma tropa deles no leste do Brasil em 2017. Foi um trabalho duro e às vezes sem esperança. Alguns deles eram homens de tribos Guajajara que dedicaram suas vidas a proteger o que restou de suas florestas ancestrais – a maioria já havia sido explorada e queimada. Alguns deles foram assassinados por tentarem proteger a região. Tem sido brutal e trágico e todos nós devemos nos curvar a eles pelo que eles fazem”. O tratamento dado aos voluntários que combatem incêndios na floresta, porém, tem sido o pior possível por parte das autoridades brasileiras. A começar por quem deveria dar exemplos de solidariedade e apoio às iniciativas de proteção da Amazônia, no momento em que recordes de destruição são registrados. Na quinta (28/11), o Bolsonaro filho publicou no Twitter que DiCaprio tinha doado US$ 300 mil “para a ONG que tocou fogo na Amazônia”. Disse ainda que a ONG WWF teria pago R$ 70 mil pelas fotos da floresta em chamas. “Macron e Madonna foram mais espertos, só pegaram na internet umas fotos tiradas décadas atrás de alguma floresta pegando fogo e postaram mesmo”, ironizou o filho de Jair Bolsonaro. Entretanto, como tem virado costume no Twitter da família, era fake news, mentira mesmo. A WWF rebateu as afirmações por meio de nota, afirmando que “não adquiriu nenhuma foto ou imagem da Brigada, nem recebeu doação do ator Leonardo DiCaprio”. “Tais informações que estão circulando são inverídicas”, acrescentou. Sem considerar o filho desmentido, horas depois o Bolsonaro pai também culpou (de novo) as ONGs por queimadas na Amazônia e acusou DiCaprio de doar dinheiro a essas instituições. Segundo Bolsonaro, as ONGs estariam comprando e divulgando fotos forjadas dos incêndios para receber doações e fazer campanhas “contra o Brasil”. “Uma ONG ali pagou R$ 70 mil por uma foto fabricada de queimada”, disse o presidente sem citar nomes. “O que é mais fácil? ‘Toca’ fogo no mato. Tira foto, filma, manda para a ONG, a ONG divulga, entra em contato com o Leonardo DiCaprio e o Leonardo DiCaprio doa US$ 500 mil para essa ONG. Leonardo DiCaprio, você está colaborando com as queimadas na Amazônia”, completou. As declarações dos Bolsonaros foram dadas no momento em que quatro brigadistas de uma ONG que atua na região de Alter do Chão, no Pará, estavam presos sob uma contestada acusação de provocar incêndios em setembro. Entretanto, a ação resultou polêmica e teve efeito oposto ao desejado pelo presidente, virando um (novo) escândalo de arbitrariedade e (nova) vergonha mundial para o Brasil. Cerca de 180 entidades ambientalistas e de direitos humanos se manifestaram contra a prisão dos jovens voluntários, que tiveram a prisão revogada no final da tarde de quinta-feira. O caso ganhou repercussão internacional e a linha investigatória que culpava ONGs foi questionada até pelo MPF (Ministério Público Federal). “Ao contrário, a linha das investigações federais, que vem sendo seguida desde 2015, aponta para o assédio de grileiros, ocupação desordenada e para a especulação imobiliária como causas da degradação ambiental em Alter”, disse o Ministério Público em nota, exigindo acesso ao inquérito. Como resultado, o governador do Pará decidiu intervir, mudando o delegado à frente da caso. No mesmo dia, o presidente do Brasil foi denunciado por crimes contra a humanidade no Tribunal de Haia, na Suíça, por incentivar a devastação da Amazônia. Dando mais motivo para a acusação, Bolsonaro ainda pediu que não fossem feitas doações às organizações que lutam para preservar a floresta. “Não doe dinheiro para ONG, acabe com essa história. Não estão lá para preservar o meio ambiente, estão lá em causa própria. Estava circulando uma foto dos quatro ongueiros parece que é verdadeiro, não tenho certeza. Os caras vivendo em luxúria de fazer inveja para qualquer trilionário e ganhando a vida como? Tacando fogo na Amazônia! Grande jogada. Taca fogo na Amazônia, divulga as imagens e ganha um dinheirinho do Leonardo DiCaprio. Ô DiCaprio pisou na bola, hein? Pelo amor de Deus”, reiterou o presidente, contando mais mentiras. A foto citada também é fake news. Na melhor das hipóteses, o presidente do Brasil não checa fatos antes de divulgar mentiras para o povo brasileiro. Infelizmente, não é a primeira vez que isso acontece. Desta vez, porém, dezenas de publicações internacionais publicaram a fala de Bolsonaro com destaque. A notícia se tornou a mais lida do site da revista Time na manhã de sábado (29/11), transformando a pessoa que ocupa o importante cargo de Presidente da República do Brasil numa piada mundial. A imprensa internacional, porém, preferiu levar a sério, considerando que Bolsonaro apela a fake news como forma de governar e fugir de qualquer responsabilidade. “Líder brasileiro acusa falsamente Leonardo DiCaprio de por fogo na Amazônia”, diz o título de reportagem do New York Times. Segundo o jornal americano, a declaração é a mais recente de uma série de tentativas de passar para outros a responsabilidade pela destruição da floresta. “Bolsonaro acusa falsamente ator de financiar destruição deliberada da Amazônia”, ecoou o jornal inglês The Guardian, que chama a acusação de “espúria”, e ressalta que Bolsonaro não ofereceu nenhuma prova do que disse. Por sua vez, o jornal francês Le Figaro mencionou até as imagens de DiCaprio com um lança-chamas no filme “Era Uma Vez Em… Hollywood”, que foram usadas nas redes sociais em montagens que ridicularizam a fala do presidente brasileiro. Nos comentários das reportagens da imprensa estrangeira, leitores criticaram o presidente brasileiro. Em inglês, um deles sugeriu que DiCaprio processasse Bolsonaro por calúnia e difamação. “Eu acho que Leonardo DiCaprio deve processar pesadamente Bolsonaro e doar tudo o que ganhar para as ONGs que ele odeia”, escreveu. Outra leitora acrescentou: “Os líderes mundiais perceberam que podem mentir descaradamente e ainda ser reeleitos. De fato, eles adoram a publicidade que a mentira lhes traz.” A imprensa internacional também ressaltou que as declarações do presidente estão relacionadas à prisão de brigadistas de Alter do Chão – caso que é tratado como parte de uma tentativa de ataque do governo a organizações não governamentais. A ONG WWF divulgou comunicado apontando as arbitrariedades e injustiças praticadas para sustentar as fake news da família no poder, que criaram o ambiente para a prisão de jovens dedicados à proteção da floresta amazônica. “A falta de clareza sobre as investigações, a falta de fundamento das alegações usadas e, por consequência, as dúvidas sobre o real embasamento jurídico dos procedimentos adotados pelas autoridades contra os acusados, incluindo a entrada e coleta de documentação nas sedes das organizações Projeto Saúde e Alegria e Instituto Aquífero Alter do Chão – onde funcionava a Brigada de Alter do Chão -, são extremamente preocupantes do ponto de vista da democracia e configuram claramente medidas abusivas”, disse a entidade. Por sorte ainda independente, o MPF se manifestou com surpresa sobre a prisão e pediu para assumir o inquérito porque, desde 2015, investiga um esquema de grilagem, ocupação ilegal e especulação imobiliária em Alter. O procurador da República Luís de Camões Lima Boaventura é autor de uma ação civil pública que tenta obrigar um dos grileiros, Silas da Silva Soares, a recuperar áreas degradadas em uma gleba de 410 hectares que ele loteou na localidade de Capadócia, à margem do Lago Verde, no interior da Área de Proteção Ambiental (APA) Alter do Chão. Soares teria vendido ao menos 40 lotes para forasteiros e pessoas da região, entre elas agentes públicos. Conforme o procurador, existe a suspeita de que os incêndios que destruíram ao menos 1.175 hectares, em setembro, tenham se iniciado no loteamento. Soares foi condenado a 6 anos e 10 meses de prisão pelos crimes ambientais, mas está foragido. Em sua defesa, alegou que recebeu as terras como herança de seus pais e, além de construir uma moradia para sua habitação, cedeu parte da posse a parentes. Seu advogado, Raimundo Nonato Castro, disse que ele estava fora da cidade, em tratamento médico, quando aconteceram as queimadas. Para completar, o juiz que decretou a prisão dos jovens é de uma família de madeireiros da região e já se manifestou, na imprensa, contra ONGs. O presidente do Brasil deu o mau exemplo e suas fake news viraram mais que piada mundial, um verdadeiro perigo para a democracia brasileira. Ver essa foto no Instagram At this time of crisis for the Amazon, I support the people of Brazil working to save their natural and cultural heritage. They are an amazing, moving and humbling example of the commitment and passion needed to save the environment. The future of these irreplaceable ecosystems is at stake and I am proud to stand with the groups protecting them. While worthy of support, we did not fund the organizations targeted. I remain committed to supporting the Brazilian indigenous communities, local governments, scientists, educators and general public who are working tirelessly to secure the Amazon for the future of all Brazilians. Uma publicação compartilhada por Leonardo DiCaprio (@leonardodicaprio) em 30 de Nov, 2019 às 7:48 PST
Bolsonaros acusam Leonardo DiCaprio de colaborar com incêndios na Amazônia
O clã Bolsonaro resolveu comprar briga com um dos astros mais populares do mundo. Em ação coordenada, Eduardo e Jair Bolsonaro atacaram o ator Leonardo DiCaprio, que é o principal porta-voz da defesa do meio-ambiente em Hollywood, com fake news nas redes sociais na quinta-feira (28/11). À tarde, o deputado Eduardo Bolsonaro publicou no Twitter que o vencedor do Oscar doou US$ 300 mil “para a ONG que tocou fogo na Amazônia”. Disse ainda que a ONG WWF teria pago R$ 70 mil pelas fotos da floresta em chamas. “Macron e Madonna foram mais espertos, só pegaram na internet umas fotos tiradas décadas atrás de alguma floresta pegando fogo e postaram mesmo”, ironizou o filho de Jair Bolsonaro. Entretanto, trata-se, como sempre, de fake news. A WWF rebateu as afirmações por meio de nota, afirmando que “não adquiriu nenhuma foto ou imagem da Brigada, nem recebeu doação do ator Leonardo DiCaprio”. “Tais informações que estão circulando são inverídicas”, acrescentou. Ignorando o desmentido, o presidente Jair Bolsonaro repetiu a fake news do filho e ainda ironizou as doações do ator americano durante a noite, em sua live semanal no Facebook. DiCaprio teria financiado a organização, segundo Bolsonaro, responsável por incêndios criminosos na Amazônia. Ele aproveitou para voltar a criticar ONGs ambientalistas, reforçando uma possível autoria por parte delas nas queimadas. Para basear os comentários, citou a prisão preventiva dos quatro brigadistas da organização Brigadas de Alter do Chão do Pará, acusados de serem os responsáveis por queimadas no mês de setembro. “Primeiro me atacaram na questão de derrubada na Amazônia. Depois vieram as queimadas, me acusaram de ser conivente. Falei que suspeitava de ONGs, pronto. A imprensa comendo meu fígado pelo Brasil, disseram que era irresponsabilidade… Bem, a casa caiu”, disparou. E emendou a fake news: “Uma ONG contratou 70 mil por uma foto de queimadas. Então o que o pessoal da ONG fez? O que é mais fácil? Tocar fogo, tira foto, filma, a ONG divulga, faz campanha contra o Brasil, entra em contato com Leonardo DiCaprio e ele doa US$ 500 mil para essa ONG. Uma parte foi para o pessoal que estava tacando fogo. Ô Leonardo, pô, você está colaborando com a queimada na amazônia, pô, assim não dá”, ironizou Bolsonaro. No mesmo dia em que foi denunciado por crimes contra a humanidade no Tribunal de Haia, na Suíça, por incentivar a devastação da Amazônia, Bolsonaro ainda pediu que não fossem feitas doações às organizações que lutam para preservar a floresta. “Não doe dinheiro para ONG, acabe com essa história. Não estão lá para preservar o meio ambiente, estão lá em causa própria. Estava circulando uma foto dos quatro ongueiros parece que é verdadeiro, não tenho certeza. Os caras vivendo em luxúria de fazer inveja para qualquer trilionário e ganhando a vida como? Tacando fogo na Amazônia! Grande jogada. Taca fogo na Amazônia, divulga as imagens e ganha um dinheirinho do Leonardo DiCaprio. Ô DiCaprio pisou na bola, hein? Pelo amor de Deus”, reiterou o presidente. A foto citada também é fake news. Na melhor das hipóteses, o presidente do Brasil não checou os fatos antes de divulgar mentiras para o povo brasileiro. Infelizmente, não foi a primeira vez. Os Bolsonaros tentaram surfar na operação da Polícia do Pará contra ONGs em que quatro brigadistas foram presos e acusados de provocarem grandes queimadas no paraíso ecológico de Alter do Chão. Entretanto, a ação resultou polêmica e pode ter efeito oposto ao desejado pelo presidente, como um (novo) escândalo de arbitrariedade e (nova) vergonha mundial para o Brasil. Cerca de 180 entidades ambientalistas e de direitos humanos se manifestaram contra a prisão dos jovens voluntários, que tiveram a prisão revogada no final da tarde desta quinta-feira. O caso ganhou repercussão internacional e a linha investigatória que culpava ONGs foi questionada até pelo MPF (Ministério Público Federal). “Ao contrário, a linha das investigações federais, que vem sendo seguida desde 2015, aponta para o assédio de grileiros, ocupação desordenada e para a especulação imobiliária como causas da degradação ambiental em Alter”, disse o Ministério Público em nota, exigindo acesso ao inquérito. Como resultado, o governador do Pará decidiu intervir, mudando o delegado à frente da caso. Já Leonardo DiCaprio foi atacado porque sua fundação, a Earth Alliance, comprometeu-se a doar US$ 5 milhões para a preservação da floresta amazônica e comunidade indígenas, “unindo-se com parceiros locais para proteger a biodiversidade da Amazônia contra o recente crescimento de incêndios por toda a região”. DiCaprio também enalteceu o trabalho dos brigadistas, como os jovens de Alter, nas redes sociais, revelando algo que até então não era de conhecimento amplo. Ele trabalhou em combate a incêndios na Amazônia em 2017. “Na Amazônia, eles freqüentemente trabalham com nada além de facões, sopradores de folhas e pequenos tanques de supressores de fogo. Eu trabalhei com uma tropa deles no leste do Brasil em 2017. Foi um trabalho duro e às vezes sem esperança. Alguns deles eram homens de tribos Guajajara que dedicaram suas vidas a proteger o que restou de suas florestas ancestrais – a maioria já havia sido explorada e queimada. Alguns deles foram assassinados por tentarem proteger a região. Tem sido brutal e trágico e todos nós devemos nos curvar a eles pelo que eles fazem”. Esta experiência também permitiu DiCaprio selecionar pessoalmente as entidades que considera mais comprometidas com a floresta. Assim, o dinheiro da sua organização será enviado diretamente para ONGs, sem passar por intermediação do governo Bolsonaro – cuja ingerência fez com que Alemanha e Noruega paralisassem o Fundo da Amazônia. As entidades favorecidas são Instituto Associação Floresta Protegida (Kayapo), Coordination of the Indigenous Organizations of the Brazilian Amazon (COIAB), Instituto Kabu (Kayapo), Instituto Raoni (Kayapo) e Instituto Socioambiental (ISA). Em 17 de novembro, a revista científica Global Change Biology publicou um estudo que atestou que as queimadas deste ano na Amazônia foram as piores registradas em quase uma década. Cientistas e servidores de instituições federais de ensino brasileiras ligadas ao meio ambiente decidiram não assinar o trabalho sobre a devastação da Amazônia por medo de retaliações do atual governo. No início de agosto, Ricardo Galvão, ex-presidente do Inpe, foi exonerado do cargo por Bolsonaro ao apresentar os números oficiais do desmatamento. Ele demonstrou que o número de queimadas na região Amazônica brasileira triplicou em relação a agosto do ano passado, passando de 10.421 em 2018 para 30.901 em 2019, conforme o relatório do Inpe. Diante do avanço desmedido da devastação, o Tribunal Penal Internacional recebeu uma denúncia contra o presidente Jair Bolsonaro por sua omissão em relação às queimadas na Amazônia e por incitar a violência contra populações indígenas. É neste contexto que ele lança campanha de fake news contra DiCaprio e as ONGs que atuam onde seu governo é acusado (real news) de não atuar. Importante lembrar, ainda, que Bolsonaro foi pela primeira vez à Amazônia na quarta-feira (27/11), ignorando a região durante toda a crise incendiária. Os brigadistas foram presos horas antes da viagem, permitindo a retomada do discurso anti-ONG do presidente, que já tinha culpado “ongistas” pelas queimadas, sem evidências, assim que a situação chamou atenção internacional. O presidente ainda não viajou ao litoral nordestino, que enfrenta outra crise ambiental, onde a ação de voluntários e ONGs também se prova crucial para impedir o pior. Leonardo DiCaprio doou USD 300.000 para a ONG que tocou fogo na Amazônia, a ONG @WWF pagou R$ 70.000 pelas fotos da floresta em chamas. Macron e Madonna foram mais espertos, só pegaram na internet umas fotos tiradas décadas atrás de alguma floresta pegando fogo e postaram mesmo. pic.twitter.com/8bPF6jrjPV — Eduardo Bolsonaro🇧🇷 (@BolsonaroSP) November 28, 2019
Leonardo DiCaprio se junta à ativista adolescente Greta Thunberg na luta pelo meio ambiente
O astro Leonardo DiCaprio compartilhou nesta sexta (1/11) no Instagram fotos de seu encontro com a ativista sueca Greta Thunberg, de apenas 16 anos. Ela ficou (mais) conhecida mundialmente após um discurso poderoso na ONU, em setembro, sobre o descaso dos líderes mundiais em relação ao aquecimento global e aos problemas climáticos que afetam o ecossistema. DiCaprio, por sua vez, tem dedicado seu tempo e dinheiro para projetos que visam a proteção do meio-ambiente – recentemente, ele chegou a doar US$ 5 milhões para combater o fogo na Amazônia. “Existem poucas vezes na história da humanidade em que vozes foram amplificadas em momentos tão essenciais e de formas tão transformadoras – mas Greta Thunberg se tornou uma líder do nosso tempo”, afirmou DiCaprio ao publicar fotos com Greta. “A história nos julgará pelo que estamos fazendo hoje para ajudar a garantir que as futuras gerações aproveitem o mesmo planeta que nós temos. Espero que a mensagem de Greta seja um chamado para acordar líderes do mundo”, continuou. “É por causa de Greta e de ativistas jovens em todos os lugares, que eu estou otimista sobre o que o futuro nos guarda. Foi uma honra passar um tempo com Greta”, concluiu. DiCaprio não é o primeiro astro de Hollywood a exaltar a adolescente. Em maio passado, Arnold Schwarzenegger já se dizia “encantado” por conhecer a jovem, num encontro em Viena, na Áustria, durante um evento mundial sobre mudanças climáticas. Confira abaixo a postagem feita por Leonardo DiCaprio e o post anterior de Schwarzenenegger. Ver essa foto no Instagram There are few times in human history where voices are amplified at such pivotal moments and in such transformational ways – but @GretaThunberg has become a leader of our time. History will judge us for what we do today to help guarantee that future generations can enjoy the same livable planet that we have so clearly taken for granted. I hope that Greta’s message is a wake-up call to world leaders everywhere that the time for inaction is over. It is because of Greta, and young activists everywhere that I am optimistic about what the future holds. It was an honor to spend time with Greta. She and I have made a commitment to support one another, in hopes of securing a brighter future for our planet. #FridaysforFuture #ClimateStrike @fridaysforfuture Uma publicação compartilhada por Leonardo DiCaprio (@leonardodicaprio) em 1 de Nov, 2019 às 10:22 PDT Ver essa foto no Instagram Excited to kick off our R20 @austrianworldsummit in Vienna. I have to admit I was starstruck when I met @gretathunberg. Tune in tomorrow. Uma publicação compartilhada por Arnold Schwarzenegger (@schwarzenegger) em 27 de Mai, 2019 às 6:39 PDT
Taika Waititi confirma que vai filmar Akira após Thor: Love and Thunder
O diretor Taika Waititi não desistiu de dirigir a adaptação live-action de “Akira”. Em entrevista ao site IGN para promover seu novo filme “Jojo Rabbit”, Waititi confirmou que a produção da Warner será seu próximo trabalho após “Thor: Love and Thunder” e, inclusive, explicou porque as filmagens foram adiadas. “Infelizmente, tudo aconteceu pelo timing envolvendo ‘Akira’. Nós estávamos trabalhando duro no roteiro, e a data para o início das filmagens precisou ser adiada várias vezes. Chegou um momento que colidiu com a produção de ‘Thor 4’. Ficaram muito próximas. Não seria possível fazer daquele jeito, e eu já estava comprometido com a Marvel naquela altura. Então, a melhor decisão foi adiar a estreia de Akira, pois vamos começar após ‘Thor 4’ ser concluído”, explicou. O projeto de “Akira” está em desenvolvimento há 17 anos na Warner, e é curioso que o estúdio insista em sua produção num momento em que aumenta a pressão para que filmes sobre personagens japoneses sejam estrelados por atores asiáticos e após adaptações americanas recentes de mangás terem dado enormes prejuízos – de “Ghost in the Shell” em 2017 a “Alita: Anjo de Combate” no começo do ano. Todas as versões desenvolvidas pela Warner preveem um “Akira” totalmente americanizado, ao mesmo tempo em que preservariam a trama central que opõe Kaneda, o líder de uma gangue de motoqueiros, a seu melhor amigo Tetuso, um jovem poderoso que enlouquece com suas habilidades psíquicas. Tudo isso se passaria após a reconstrução de Nova York, destruída na 3ª Guerra Mundial, e enquanto o governo tenta manter o segredo sobre os poderes incontroláveis de uma criança chamada Akira, com capacidade de desencadear o apocalipse. A troca da ambientação de Neo-Tóquio para Neo-York seria a justificativa para abrir negociações com nomes do calibre de Leonardo DiCaprio (“O Regresso”) e Joseph Gordon-Lewitt (“A Travessia”) para os papéis principais. DiCaprio está até hoje envolvido no projeto, como produtor. Entre os diversos atores cotados para os papéis principais, também foram sugeridos Keanu Reeves (“De Volta ao Jogo”), Garrett Hedlund (“Tron: O Legado”) e até o ex-casal de “Crepúsculo”, Kristen Stewart e Robert Pattinson, além de Gary Oldman (“Planeta dos Macacos: O Confronto”) e Ken Watanabe (“A Origem”) como o Coronel e Helena Bonham Carter (“Os Miseráveis”) para o papel de Lady Miyako. Nos primórdios do projeto, em 2002, o filme seria dirigido por Stephen Norrington (“A Liga Extraordinária”). Também quase virou dois filmes, cada um condensando três dos seis volumes da obra original, que seriam dirigidos pelos irmãos Allen e Albert Hughes (“O Livro de Eli”). Mas o orçamento de US$ 230 milhões assustou a Warner. A produção foi retomada novamente como um único filme ao custo de US$ 90 milhões, sob o comando do irlandês Ruairí Robinson (“O Planeta Vermelho”), que até divulgou artes conceituais com Joseph Gordon-Levitt no papel do vilão Tetsuo. Finalmente, com orçamento ainda mais enxuto, de US$ 65 milhões, chegou perto de sair do papel com direção de Jaume Collet-Serra (“Sem Escalas”). Embora “Akira” tenha se tornado conhecido devido a seu famoso anime de 1988, que chamou atenção mundial para a animação adulta japonesa, o projeto tem sido apresentado como uma adaptação mais fiel dos mangás de Katsuhiro Otomo, publicados entre 1982 e 1990, que tem final bastante diferente do filme. E são muito mais complexos, motivo pelo qual a Warner realmente chegou a considerar dividir o filme em duas partes. O roteirista mais recente a tentar simplificar a história foi Marco Ramirez, em seu primeiro trabalho no cinema, após se destacar roteirizando episódios das séries “Sons of Anarchy”, “Orange Is the New Black” e “Da Vinci’s Demons”, além de “Demolidor”, na qual foi promovido a showrunner da 2ª temporada. Sua versão foi encomendada após o estúdio recusar adaptações escritas por Dante Harper (“No Limite do Amanhã”), Steve Kloves (roteirista de quase todos os filmes da franquia “Harry Potter”, exceto “A Ordem da Fénix”), Mark Fergus e Hawk Ostby (dupla de “Homem de Ferro” e “Filhos da Esperança”).
Tom Holland comemora permanência do Homem-Aranha na Marvel com vídeo de O Lobo de Wall Street
O ator Tom Holland e a atriz Zendaya comemoram nas redes sociais a notícia de que o próximo filme do Homem-Aranha vai continuar no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). Pouco mais de um mês depois de anunciarem o fim de seu acordo, Sony e Disney encontraram um meio termo para voltar a trabalhar juntos, com o objetivo de lançar pelo menos mais um filme do super-herói no mesmo universo compartilhado pelos Vingadores. A novidade foi anunciada nesta sexta (27/9) por ninguém menos que Kevin Feige, o chefão da Marvel, que não revelou as condições financeiras do negócio. O intérprete do Homem-Aranha se manifestou no Instagram com um trecho do filme “O Lobo de Wall Street”, postando a cena em que o ator Leonardo DiCaprio diz ao microfone da firma não vai embora, levando os coadjuvantes (seus funcionários na trama) à loucura. “O show continua”, ele completa. A mensagem de Holland foi comentada com emojis (de chorar de rir) por Zendaya, que coestrela os últimos filmes do super-herói no papel de M.J. Ela também publicou sua comemoração nas redes sociais, postando um gif com o Homem-Aranha dançando. Veja abaixo. Ver essa foto no Instagram ? Uma publicação compartilhada por Tom Holland (@tomholland2013) em 27 de Set, 2019 às 8:41 PDT pic.twitter.com/VNSRL27Y8Z — Zendaya (@Zendaya) September 27, 2019
Guillermo del Toro faz reunião de Carol, com Rooney Mara e Cate Blanchett em seu novo filme
A confirmação da participação de Rooney Mara em “Nightmare Alley”, próximo filme do diretor Guillermo del Toro (“A Forma da Água”), vai materializar um reencontro entre as protagonistas de “Carol”. Ela vai contracenar com Cate Blanchett, que já tinha sido anunciada anteriormente. Mara vai interpretar Molly, interesse amoroso do protagonista Stan (Bradley Cooper, de “Nasce uma Estrela”), um golpista que se disfarça de guru espiritual para dar golpes em ricos ingênuos. O papel de Blanchett não está claro, mas ela deve viver a psicóloga pilantra que se torna sócia nos golpes. O filme é uma adaptação do livro homônimo de William Lindsey Graham, publicado em 1946 e que já foi transformado num clássico do cinema noir, batizado no Brasil como “O Beco das Almas Perdidas” (1947). A primeira adaptação cinematográfica acompanhava um vigarista (Tyrone Power em 1947) que entra num circo para aprender os truques de uma falsa vidente (Joan Blondell). Como ela se recusa a contar seus segredos, ele decide fragilizá-la, tornando-a viúva. Mas acaba se envolvendo com a jovem assistente Molly (Coleen Gray) e é expulso do circo. Mesmo assim, segue em frente com o golpe de vidente, até conhecer uma psicóloga pilantra (Helen Walker) que grava as confissões de seus pacientes. E aí percebe que pode tornar seu truque ainda mais convincente e extorquir uma clientela exclusiva com estas informações. O final é extremamente sombrio. Outros atores que publicações americanas tem ligado ao projeto são Toni Collette (“Hereditário”), Richard Jenkins (“A Forma da Água”), Ron Perlman (o Hellboy dos filmes de del Toro), Willem Dafoe (“No Portal da Eternidade”), Mark Povinelli (“Água para Elefantes”) e Michael Shannon (também de “A Forma da Água”). Del Toro dirigirá a nova adaptação, além de ter co-escrito o roteiro com Kim Morgan (“O Quarto Proibido”). As filmagens devem começar em 2020 com produção da Fox Searchlight, mas ainda não há data de estreia prevista.
Era uma Vez em Hollywood é o melhor filme de Tarantino da década
Cada novo filme de Quentin Tarantino é um acontecimento que movimenta tanto cinéfilos assíduos quanto esporádicos. Claro que a capacidade do cineasta de trazer astros do primeiro escalão também ajuda bastante. Ter Leonardo DiCaprio, Brad Pitt e Margot Robbie no mesmo filme, sem falar em participações muito especiais, como a de Al Pacino, é um chamariz e tanto. Um luxo e tanto. Mas as pessoas vão ao cinema principalmente porque se trata de um filme do cineasta. Seu novo trabalho, “Era uma Vez em… Hollywood”, é seu melhor filme desde “Bastardos Inglórios” (2009) e tira um pouco do gosto amargo que ficou com “Os Oito Odiados” (2015). Seja através dos diálogos sem pressa, seja com o modo como Tarantino brinca com o tempo mais uma vez, estendendo-o às vezes para causar suspense, como na cena de Cliff Booth (Brad Pitt) em um cenário rodeado pelos hippies liderados por Charles Manson; seja na sequência final, que nos leva à fatídica noite do dia 9 de agosto de 1969, quando ocorreu a chacina que pôs fim a vida de Sharon Tate; em todos os momentos do filme, Tarantino é dono do tempo e do espaço. Um espaço que ele recria a partir da Los Angeles do final dos anos 1960. Vale lembrar que boa parte de seus filmes se passam em um tempo indeterminado, mas com uma aura de apego ao passado muito intensa. O melhor exemplo disso é o de “Pulp Fiction – Tempo de Violência” (1994). Mas em “Era uma Vez em… Hollywood” há ueventos e pessoas reais combinadas à criações puramente tarantinescas. Em especial os protagonistas, o ator decadente Rick Dalton, vivido por DiCaprio, e seu dublê, o já mencionado personagem de Pitt. Há um clima de bromance entre os dois que lembra alguns filmes da Velha Hollywood, como os dirigidos por Howard Hawks, ainda que a amizade dos dois se manifeste da maneira bruta de Tarantino. Cada pessoa oferece o afeto da sua maneira. Mas isso não quer dizer que não se veja amor no filme. Há bastante. Especialmente amor pelo cinema. Seja o cinema de Hollywood, seja o cinema feito na Itália para exportação, por mais que o personagem de DiCaprio ache que está chegando ao fundo do poço por não conseguir espaço melhor nos Estados Unidos e encontrar um caminho aberto no cinema italiano de gênero, por ele considerado muito inferior. Engraçada a cena em que o personagem de Al Pacino lhe explica que Sergio Corbucci é o segundo melhor diretor de western spaghetti do mundo. Quanto à já famosa violência tarantinesca, seja por causa da pressão dos novos tempos, seja por maturidade mesmo, o novo filme do cineasta é o que menos exibe violência gráfica dentre todos os seus trabalhos. Ao contrário, o que mais conta é a beleza do ir e vir dos carros da época, as calçadas movimentadas com centenas de cinemas de rua, tudo muito lindo de ver com a exuberante fotografia de Robert Richardson, colaborador de Tarantino desde “Kill Bill – Volume 1” (2003). Falando em beleza, que acerto a escolha de Margot Robbie para viver Sharon Tate! Linda demais a cena dela no cinema, satisfeita com a ótima recepção do filme em que trabalha por parte do público. Há quem ache que sua presença em cena é muito pequena, quase não lhe é dado texto, mas isso acaba lhe conferindo uma aura etérea, praticamente uma deusa. E sua personagem é tão cheia de graça que é difícil não se encantar com seu sorriso, com sua alegria de passear pelas ruas e de dançar. Como se Tarantino quisesse nos mostrar o quanto a morte de uma mulher como essa é abominável. Por isso a polêmica e incrível aposta do cineasta pela sua conclusão é tão bem-vinda. No mais, há também um elogio à inocência e à infância na figura da atriz mirim Julia Butters, a menina que dá uma lição no decadente astro Rick Dalton. De resto, está havendo uma confusão de percepções sobre a questão hippie. Não há por que acreditar que o diretor tem uma visão negativa dos hippies. Aqueles hippies em especial, os envenenados pelas mensagens de Charles Mason, representam sim o mal. E, nesse sentido, Tarantino não se furta de querer mostrar o mal como definitivamente mal, como fez com os nazistas em “Bastardos Inglórios”. Pode ser uma visão simplista, mas o modo como o diretor lida com isso é de uma beleza que transcende a necessidade de maiores problematizações.
Os Vingadores se juntam à campanha mundial para defender a Amazônia
Astros dos Vingadores, Chris Hemsworth, intérprete de Thor, Chris Evans, o Capitão América, e Mark Ruffalo, o Hulk nos filmes do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, em inglês), juntaram-se às celebridades internacionais preocupadas com o incêndio da Amazônia, que só tem aumentado diante das reações (ou falta delas) do presidente Jair Bolsonaro à crise ambiental. Ruffalo postou imagens atuais dos incêndios que assolam a Amazônia, afirmando que “não são naturais”, e citou explicitamente Jair Bolsonaro como culpado. “As queimadas fazem parte de uma crise política na qual os governos da região, mais notavelmente o de Jair Bolsonaro do Brasil, permitiram a destruição arbitrária de áreas anteriormente protegidas, incluindo terras de povos indígenas”. Ele postou um “mapa do incêndio”, explicando que as queimadas são feitas “para desmatar florestas para terras agrícolas, principalmente para gado”, e postou um link para uma ONG, a Amazon Frontline, que está levantando fundos para apoiar o combate ao incêndio com apio de lideranças indígenas locais. Já os dois Chris postaram um texto divulgando a campanha da Earth Alliance, organização fundada por Leonardo DiCaprio, e destacando o apoio financeiro prometido pelo colega à ONGs que estão envolvidas em iniciativas para combater os incêndios. “Começando hoje, a Earth Alliance formou um Fundo da Floresta Amazônia, com um comprometimento de US$ 5 milhões para focar em recursos críticos para comunidades indígenas e outros parceiros locais que estão trabalhando para proteger a biodiversidade a Amazônia contra o crescimento de incêndios atualmente na região”, escreveram Hemsworth e Evans nas redes sociais. DiCaprio doou a fortuna diretamente para as ONGs, o que evita que Bolsonaro recuse o dinheiro, como está ameaçando fazer com o G7. O próprio ator já trabalhou em combate a incêndios na Amazônia em 2017. Ele não fez propaganda do fato até os últimos dias, quando usou essa experiência para louvar a importância do trabalho dos combatentes do fogo e revelar que a maioria deles é membro das comunidades indígenas – as mesmas que o presidente do Brasil decidiu atacar nesta terça-feira (27/8), quando muitos esperavam planos para combater o incêndio, aparentemente inexistentes. “Na Amazônia, eles freqüentemente trabalham com nada além de facões, sopradores de folhas e pequenos tanques de supressores de fogo”, escreveu DiCaprio em seu Instagram. Eu trabalhei com uma tropa deles no leste do Brasil em 2017. Foi um trabalho duro e às vezes sem esperança. Alguns deles eram homens de tribos Guajajara que dedicaram suas vidas a proteger o que restou de suas florestas ancestrais – a maioria já havia sido explorada e queimada. Alguns deles foram assassinados por tentarem proteger a região. Tem sido brutal e trágico e todos nós devemos nos curvar a eles pelo que eles fazem”. Três dias antes, DiCaprio tinha publicado um texto altamente politizado sobre o incêndio, em que citava o aumento de 84% no desmatamento da Amazônia nos primeiros meses do governo de Bolsonaro e citava nominalmente o presidente do Brasil como principal responsável pela crise. “Cientistas e conservacionistas atribuem a aceleração do desmatamento ao presidente Jair Bolsonaro, que lançou um convite aberto a madeireiros e fazendeiros para limpar a terra depois de assumir o cargo em janeiro”, ele escreveu. Ver essa foto no Instagram The fires now raging across the Amazon are not natural. They are part of a political crisis in which the governments of the region, most notably that of Jair Bolsonaro of Brazil, has enabled the wanton destruction of formerly protected areas, including indigenous peoples' lands. In this fire map produced by @globalforests you can see the sheer breadth and magnitude of the crisis. These are fires that are being set to clear forests for agricultural land, mainly for cattle. The satellite image shows a current example of several of these fires. @AmazonFrontlines is raising funds to support local indigenous-led responses to these catastrophic fires, please consider supporting their efforts at the link in my bio ⬆️ #ActForTheAmazon #ActForAmazonia #StopBolsonaro Photo credit: Center for Global Discovery and Conservation Science / Planet Labs Inc Uma publicação compartilhada por Mark Ruffalo (@markruffalo) em 25 de Ago, 2019 às 8:05 PDT .@EarthAlliance has formed an emergency Amazon Forest Fund with $5m to focus critical resources for indigenous communities and other local partners working to protect the biodiversity of the Amazon against the surge of current fires. Learn more & donate: https://t.co/uJfufXJg3S — Chris Evans (@ChrisEvans) August 26, 2019 Ver essa foto no Instagram Starting today, @EarthAlliance has formed an emergency Amazon Forest Fund with a commitment of $5 million dollars to focus critical resources for indigenous communities and other local partners working to protect the life-sustaining biodiversity of the Amazon against the surge of fires currently burning across the region. 100 percent of your donation will go to partners who are working on the ground to protect the Amazon. @leonardodicaprio. To learn more and to donate, visit ealliance.org/amazonfund (Link in bio) ?: @chamiltonjames Uma publicação compartilhada por Chris Hemsworth (@chrishemsworth) em 26 de Ago, 2019 às 7:24 PDT
Leonardo DiCaprio doa US$ 5 milhões para combater o fogo na Amazônia
Depois de postar diversas manifestações sobre o incêndio da Amazônia no Instagram, o ator Leonardo DiCaprio e sua fundação, a Earth Alliance, comprometeram-se doar US$ 5 milhões para a preservação da floresta amazônica. A decisão foi explicada em um novo post no Instagram, publicado no domingo (25/8): “A Earth Alliance, lançada em julho por mim, Laurene Powell Jobs [viúva de Steve Jobs] e Brian Sheth, formou um fundo de emergência para a Amazônia, com um comprometimento de US$ 5 milhões para preservar recursos críticos e comunidade indígenas, se unindo com parceiros locais para proteger a biodiversidade da Amazônia contra o recente crescimento de incêndios por toda a região”. DiCaprio incluiu um link no qual seus seguidores podem contribuir para aumentar o fundo emergencial. “100% de sua doação vai ser repassada para os nossos parceiros, que estão trabalhando em campo para proteger a Amazônia”, escreveu. “A Earth Alliance está comprometida com a proteção do mundo natural. Estamos profundamente preocupados com a crise na Amazônia, que torna mais evidente o balanço delicado de clima, biodiversidade e bem-estar das comunidades indígenas”, acrescentou. Em outro post do domingo, DiCaprio enalteceu o trabalho dos brigadistas de incêndio voluntários, revelando algo que até então não era de conhecimento amplo. Ele trabalhou em combate a incêndios na Amazônia em 2017, e usou essa experiência para descrever o trabalho dos combatentes do fogo. “Na Amazônia, eles freqüentemente trabalham com nada além de facões, sopradores de folhas e pequenos tanques de supressores de fogo. Eu trabalhei com uma tropa deles no leste do Brasil em 2017. Foi um trabalho duro e às vezes sem esperança. Alguns deles eram homens de tribos Guajajara que dedicaram suas vidas a proteger o que restou de suas florestas ancestrais – a maioria já havia sido explorada e queimada. Alguns deles foram assassinados por tentarem proteger a região. Tem sido brutal e trágico e todos nós devemos nos curvar a eles pelo que eles fazem”. Esta experiência também permitiu DiCaprio selecionar pessoalmente as entidades que considera mais comprometidas com a floresta. Assim, o dinheiro da sua organização será enviado diretamente para ONGs, sem passar por intermediação do governo Bolsonaro – cuja ingerência fez com que Alemanha e Noruega paralisassem o Fundo da Amazônia. As entidades favorecidas são Instituto Associação Floresta Protegida (Kayapo), Coordination of the Indigenous Organizations of the Brazilian Amazon (COIAB), Instituto Kabu (Kayapo), Instituto Raoni (Kayapo) e Instituto Socioambiental (ISA). Três dias antes, DiCaprio tinha publicado um texto altamente politizado sobre o incêndio, em que citava o aumento de 84% no desmatamento da Amazônia nos primeiros meses do governo de Bolsonaro e citava nominalmente o presidente do Brasil como principal responsável pela crise. “Cientistas e conservacionistas atribuem a aceleração do desmatamento ao presidente Jair Bolsonaro, que lançou um convite aberto a madeireiros e fazendeiros para limpar a terra depois de assumir o cargo em janeiro”, ele escreveu. O texto também incluía sugestões sobre como agir para evitar as queimadas da região e ajudar o meio ambiente, e concluía com a seguinte sugestão: “Quando chegar a hora da eleição, VOTE em líderes que compreendam a urgência de nossa crise climática e que estejam dispostos a agir com ousadia – incluindo uma governança sólida e uma política inovadora”. Ver essa foto no Instagram #Regram #RG @earthalliance #EarthAlliance, launched in July by @LeonardoDiCaprio, Laurene Powell Jobs, and Brian Sheth, has formed an emergency Amazon Forest Fund with a commitment of $5 million dollars to focus critical resources for indigenous communities and other local partners working to protect the life-sustaining biodiversity of the Amazon against the surge of fires currently burning across the region. Join Us. 100 percent of your donation will go to partners who are working on the ground to protect the Amazon. Earth Alliance is committed to helping protect the natural world. We are deeply concerned about the ongoing crisis in the Amazon, which highlights the delicate balance of climate, biodiversity, and the wellbeing of indigenous peoples. To learn more or to donate, please visit ealliance.org/amazonfund (see link in bio) Photos: @chamiltonjames, @danielbeltraphoto 2017 Uma publicação compartilhada por Leonardo DiCaprio (@leonardodicaprio) em 25 de Ago, 2019 às 6:51 PDT Ver essa foto no Instagram #Regram #RG @chamiltonjames The real heroes of fires are of course the firefighters. In the Amazon they often work with nothing but machetes and leaf blowers and small tanks of fire suppressant. I worked with a troop of them in eastern Brazil back in 2017. It was tough hot and at times hopeless work. Some of them were Guajajara tribesmen who had dedicated their lives to protecting what was left of their ancestral forests – most had already been logged and burned. Some of them had been murdered for trying. It was brutal and tragic and we should all bow down to them for what they do – for so little money that they have to roll cigarettes with writing paper. Uma publicação compartilhada por Leonardo DiCaprio (@leonardodicaprio) em 25 de Ago, 2019 às 2:11 PDT Ver essa foto no Instagram #Regram #RG @rainforestalliance: The lungs of the Earth are in flames. ? The Brazilian Amazon—home to 1 million Indigenous people and 3 million species—has been burning for more than two weeks straight. There have been 74,000 fires in the Brazilian Amazon since the beginning of this year—a staggering 84% increase over the same period last year (National Institute for Space Research, Brazil). Scientists and conservationists attribute the accelerating deforestation to President Jair Bolsonaro, who issued an open invitation to loggers and farmers to clear the land after taking office in January. The largest rainforest in the world is a critical piece of the global climate solution. Without the Amazon, we cannot keep the Earth’s warming in check. The Amazon needs more than our prayers. So what can YOU do? ✔ As an emergency response, donate to frontline Amazon groups working to defend the forest. ✔ Consider becoming a regular supporter of the Rainforest Alliance’s community forestry initiatives across the world’s most vulnerable tropical forests, including the Amazon; this approach is by far the most effective defense against deforestation and natural forest fires, but it requires deep, long-term collaboration between the communities and the public and private sectors. ✔ Stay on top of this story and keep sharing posts, tagging news agencies and influencers. ✔ Be a conscious consumer, taking care to support companies committed to responsible supply chains. Eliminate or reduce consumption of beef; cattle ranching is one of the primary drivers of Amazon deforestation. ✔ When election time comes, VOTE for leaders who understand the urgency of our climate crisis and are willing to take bold action—including strong governance and forward-thinking policy. #RainforestAlliance #SaveTheAmazon #PrayForAmazonia #AmazonRainforest #ActOnClimate #ForestsResist #ClimateCrisis ?: @mohsinkazmitakespictures / Windy.com Uma publicação compartilhada por Leonardo DiCaprio (@leonardodicaprio) em 22 de Ago, 2019 às 7:12 PDT
Fogo na Amazônia chega a Hollywood em protestos de Leonardo DiCaprio, Ariana Grande e muitas celebridades
As recentes queimadas na floresta Amazônica geraram uma crise ambiental sem precedentes no país, com direito a chuva negra em São Paulo, e repercutiram no mundo inteiro. Astros de Hollywood como Leonardo DiCaprio, Cara Delevingne, Jaden Smith, as cantoras Ariana Grande, Demi Lovato, Billie Eilish e Lauren Jauregui e até as top models brasileiras Adriana Lima e Gisele Bündchen se manifestaram nas redes sociais para pedir a preservação da floresta por parte do governo brasileiro. DiCaprio reproduziu uma foto de um incêndio antigo acompanhada de texto escrito por outro usuário que diz: “É assustador pensar que a Amazônia — a maior floresta tropical do mundo, que cria 20% do oxigênio da terra e é basicamente o pulmão do planeta — está em chamas a 16 dias com literalmente nenhuma cobertura da mídia”. E deu sequência com um post explicando como todos poderiam ajudar a combater o incêndio. Altamente politizado, um dos textos do ator cita o aumento de 84% no desmatamento da Amazônia nos primeiros meses do governo de Bolsonaro e cita nominalmente o presidente do Brasil como principal responsável pela crise. “Cientistas e conservacionistas atribuem a aceleração do desmatamento ao presidente Jair Bolsonaro, que lançou um convite aberto a madeireiros e fazendeiros para limpar a terra depois de assumir o cargo em janeiro”, ele escreveu. E ao citar soluções definitivas para as queimadas da região, incluiu a seguinte sugestão: “Quando chegar a hora da eleição, VOTE em líderes que compreendam a urgência de nossa crise climática e que estejam dispostos a agir com ousadia – incluindo uma governança sólida e uma política inovadora”. Ninguém mais foi tão contundente. Demi e Ariana usaram a ferramenta stories do Instagram para se manifestar. Elas republicaram textos sobre as queimadas e escreveram “Orando pela Amazônia”, frase que virou hashtag nas redes sociais – #PrayForAmazon, em inglês. Cara Delevigne também se utilizou do Instagram. Ela compartilhou imagens da queimada com uma mensagem em caixa-alta: “Este é um dos ecossistemas mais importantes do mundo. Espalhem a notícia!”. Além das celebridades estrangeiras ou residentes no exterior, vários cantores e artistas do Brasil também registraram seus protestos nas redes sociais, entre eles famosos tão diferentes quanto Caetano Veloso, Luísa Sonza, Luan Santana, Bruna Marquezine, Sasha Meneghel, Elza Soares, Thaís Araújo, Leandra Leal, Anitta, Luisa Mell, Alice Weggman e até o capitão da seleção brasileira de futebol Daniel Alves. Já o presidente Jair Bolsonaro, em sua primeira manifestação sobre o maior incêndio já visto na região, tratou de considerar a repercussão como parte de uma conspiração internacional para atacar o Brasil. Falando para a imprensa nesta quarta (21/8), o presidente do Brasil, que se compara ao personagem animado Johnny Bravo, culpou as ONGs de proteção ambiental, que perderam verba federal, como possíveis responsáveis por espalhar o fogo. “Pode estar havendo, sim, pode, não estou afirmando, ação criminosa desses ‘ongueiros’ para chamar a atenção contra a minha pessoa, contra o governo do Brasil. Essa é a guerra que nós enfrentamos”, disse o presidente da República. Bolsonaro acrescentou que seu “sentimento” é de que os incêndios criminosos têm o objetivo de enviar as imagens para o exterior. Perguntado se há investigação sobre o tema, ele disse que esse tipo de caso não tem registros escritos. “O fogo foi tocado, pareceu, em lugares estratégicos. [Tem] imagens da Amazônia toda. Como é que pode? Nem vocês teriam condições de todos os locais estar tocando fogo para filmar e mandar para fora. Pelo que tudo indica, foi para lá o pessoal para filmar e tocaram fogo. Esse que é o meu sentimento”, afirmou. Para Bolsonaro, essas ONGs representam “interesses de fora do Brasil”. “A questão da queimada na Amazônia, que no meu entender pode ter sido potencializada por ONGs, porque eles perderam grana, qual é a intenção? Trazer problemas para o Brasil”, disse o presidente. O presidente do Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental (Proam), Carlos Bocuhy, criticou a fala de Bolsonaro, classificando-a de “irresponsável”. O número de focos de queimadas no Brasil desde que Bolsonaro assumiu a presidência já é 83% maior do que no ano passado. Ao menos, o presidente disse a verdade quando afirmou ter cortado verba de preservação ambiental. Ele também levou o Brasil a perder o chamado Fundo da Amazônia, mantido com doações da Alemanha e da Noruega. Reportagem do Jornal Nacional afirmou na noite de segunda (19/8) que o dinheiro do Fundo bancou a maior parte do material de combate ao incêndio usado neste momento nas regiões de foco mais intenso das chamas, e que o corte impedia novos investimentos para enfrentar esse tipo de situação. O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, tentou minimizar o problema chamando de sensacionalistas e “fake news” as informações de que a escuridão repentina e chuva negra que se abateu sobre São Paulo na segunda-feira seria consequência da amplitude do incêndio na Amazônia. Mas foi desmentido por pesquisa científica de duas universidades, USP e São Caetano, que constataram a presença de material tóxico de queimada de florestas em abundância na água colhida durante a chuva negra paulistana. Detalhe: o material é cancerígeno. A organização não-governamental Avaaz já colheu mais de um milhão de assinaturas numa petição para exigir que o Congresso Nacional tome medidas para coibir o desmatamento ilegal e as queimadas na Amazônia, que o governo ou chama de “fake news” ou diz ser parte de uma conspiração contra o Brasil. Ver essa foto no Instagram #Regram #RG @IamNickRose: Terrifying to think that the Amazon is the largest rain forest on the planet, creating 20% of the earth’s oxygen, basically the lungs of the world, has been on fire and burning for the last 16 days running, with literally NO media coverage whatsoever! Why? Uma publicação compartilhada por Leonardo DiCaprio (@leonardodicaprio) em 21 de Ago, 2019 às 12:11 PDT Ver essa foto no Instagram #Regram #RG @rainforestalliance: The lungs of the Earth are in flames. ? The Brazilian Amazon—home to 1 million Indigenous people and 3 million species—has been burning for more than two weeks straight. There have been 74,000 fires in the Brazilian Amazon since the beginning of this year—a staggering 84% increase over the same period last year (National Institute for Space Research, Brazil). Scientists and conservationists attribute the accelerating deforestation to President Jair Bolsonaro, who issued an open invitation to loggers and farmers to clear the land after taking office in January. The largest rainforest in the world is a critical piece of the global climate solution. Without the Amazon, we cannot keep the Earth’s warming in check. The Amazon needs more than our prayers. So what can YOU do? ✔ As an emergency response, donate to frontline Amazon groups working to defend the forest. ✔ Consider becoming a regular supporter of the Rainforest Alliance’s community forestry initiatives across the world’s most vulnerable tropical forests, including the Amazon; this approach is by far the most effective defense against deforestation and natural forest fires, but it requires deep, long-term collaboration between the communities and the public and private sectors. ✔ Stay on top of this story and keep sharing posts, tagging news agencies and influencers. ✔ Be a conscious consumer, taking care to support companies committed to responsible supply chains. Eliminate or reduce consumption of beef; cattle ranching is one of the primary drivers of Amazon deforestation. ✔ When election time comes, VOTE for leaders who understand the urgency of our climate crisis and are willing to take bold action—including strong governance and forward-thinking policy. #RainforestAlliance #SaveTheAmazon #PrayForAmazonia #AmazonRainforest #ActOnClimate #ForestsResist #ClimateCrisis ?: @mohsinkazmitakespictures / Windy.com Uma publicação compartilhada por Leonardo DiCaprio (@leonardodicaprio) em 22 de Ago, 2019 às 7:12 PDT Ver essa foto no Instagram #PrayforAmazonia ?? Uma publicação compartilhada por Cara Delevingne (@caradelevingne) em 20 de Ago, 2019 às 4:13 PDT Ver essa foto no Instagram The AMAZON Rain FOREST IS ON FIRE THIS IS TERRIBLE IT’S ONE OF THE BIGGEST CARBON SINKS IN THE WORLD, Spread The Word. #theamazonrainforest Uma publicação compartilhada por Jaden (@c.syresmith) em 21 de Ago, 2019 às 5:35 PDT Ver essa foto no Instagram Although I’ll admit prayer helps me breathe most days, It can’t quite do the same job the Amazon in Brazil does for the human populace (not to mention all the life forms on this planet that also need oxygen to survive.) The Amazon has been burning for the past almost 3 weeks with little to no media coverage. The Amazon is responsible for 20% of our oxygen. Gaia is screaming. We are truly so disrespectful to our children, and our grandchildren, and their children. Awareness is one thing but I truly wanna know when we’re all going to wake up and feel the poison in our lungs. I honor mama Gaia today and pray for our collective healing and growth towards understanding that this is our only home. We borrow it from our children, and the mess we have made on it is so carelessly destructive. All in the name of the almighty dollar. It alarms me that so many in possession of power on this planet truly do not care about or even believe in the crisis we face. It pains me that they continue to deny, suppress truth and spew out false information. To roll back policies that protect our environment and native people’s rights all while profiting off the lands and people they continue to destroy. What is happening in the Amazon, what is happening in Hawaii, is all connected. We should all be paying very close attention to the way our chosen leaders treat the planet we live on and only have one of. We should be very very aware during election season so closely upon us, but we should also be figuring out ways to be conscious of our environment and our interaction with it every day. My heart hurts for all the animals whose homes have been destroyed, for all of the indigenous peoples who have been affected by the loss of this land, for all of the unique plant life and beauty that we have just lost as a collective family on this planet. Offering up all the healing energy I can muster. ❤️??✨ Uma publicação compartilhada por Lauren Jauregui (@laurenjauregui) em 21 de Ago, 2019 às 10:24 PDT Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Adriana Lima (@adrianalima) em 20 de Ago, 2019 às 2:40 PDT Ver essa foto no Instagram Nós somos a ÚLTIMA geração que pode salvar a floresta Amazônica, o PULMÃO DO MUNDO. Assine a petição. (Link na bio) ??? Yes. THIS IS HAPPENING NOW. We are the very last generation to save the Amazon rainforest, the lungs of the world. Sign the petition. (Link in bio) @greenpeace Uma publicação compartilhada por Bruna Marquezine ♡ (@brunamarquezine) em 21 de Ago, 2019 às 11:11 PDT Ver essa foto no Instagram Senhor presidente da república, Respeite o povo brasileiro. Assuma sua responsabilidade! Não nos trate como idiotas. Sim, época de seca na Amazônia, mas as causas naturais não são suficientes para explicar a magnitude dos incêndios neste ano. É um crime contra toda a humanidade o que acontece neste momento. O senhor pode dizer que os números mentem, pode tentar acusar os cientistas de estarem contra o senhor. Pode tentar jogar a culpa nas ongs. Mas a verdade se impõe. Será o senhor um@esquecido? Vou ajudá -lo então : Em maio, além de praticamente zerar o orçamento para implementar políticas sobre mudanças climáticas no Brasil, o governo federal bloqueou 38,4% do orçamento para prevenção e controle de incêndios florestais, montante equivalente a R$ 17,5 milhões. O senhor provocou um desmonte nos órgãos de fiscalização. Muitos fiscais foram exonerados de seus cargos por “incomodarem” fazendeiros e empresários. O desmatamento cresce em um ritmo assustador. Fazendeiros e grileiros da região assumiram@publicamente que iriam fazer o dia do fogo na Amazônia. cumpriram a promessa e deliberadamente queimaram uma área vegetada da região de Novo Progresso. Resultado? Um aumento de 300% nos focos de incêndio em comparação com o dia anterior, pelos registros do...
Cate Blanchett negocia papel no novo fime de Guillermo del Toro
A atriz Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”) abriu negociação para co-estrelar o novo filme de Guillermo del Toro, vencedor do Oscar por “A Forma da Água”. Intitulado em inglês “Nightmare Alley”, o filme é uma adaptação do livro “Nightmare Alley”, de William Lindsey Graham, publicado em 1946 e que já foi transformado num clássico do cinema noir, batizado no Brasil como “O Beco das Almas Perdidas” (1947). Recentemente, Bradley Cooper (“Nasce uma Estrela”) foi confirmado como protagonista da trama. Outros atores que publicações americanas tem ligado ao projeto são Toni Collette (“Hereditário”), Richard Jenkins (“A Forma da Água”), Ron Perlman (o Hellboy dos filmes de del Toro), Willem Dafoe (“No Portal da Eternidade”), Mark Povinelli (“Água para Elefantes”), Rooney Mara (que contracenou com Blanchett em “Carol”) e Michael Shannon (também de “A Forma da Água”). Del Toro dirigirá a nova adaptação, além de ter co-escrito o roteiro com Kim Morgan (“O Quarto Proibido”). A trama cheia de reviravoltas acompanha um vigarista (Tyrone Power, em 1947) que entra num circo para aprender os truques de uma falsa vidente (Joan Blondell). Como ela se recusa a contar seus segredos, ele decide fragilizá-la, tornando-a viúva. Mas acaba se envolvendo com uma jovem assistente (Coleen Gray) e é expulso do circo. Mesmo assim, segue em frente com o golpe de vidente, até conhecer uma psicóloga pilantra (Helen Walker) que grava as confissões de seus pacientes. E aí percebe que pode tornar seu truque ainda mais convincente e extorquir uma clientela exclusiva com estas informações. O final é extremamente sombrio. As filmagens de “Nightmare Alley” devem começar em 2020 com produção da Fox Searchlight, mas ainda não há data de estreia prevista.
Martin Scorsese pode juntar Leonardo DiCaprio e Robert De Niro em seu próximo filme
O diretor Martin Scorsese já começou a escolher locações para seu próximo filme, “Killers of the Flower Moon”. Ele postou fotos desse trabalho em seu Instagram, registrando imagens do interior de Oklahoma, nos Estados Unidos. E conforme as filmagens se aproximam, os boatos sobre o elenco ganham mais força. Segundo apurou o site Deadline, a produção pode ser a primeira a juntar os dois atores favoritos do diretor, Leornardo DiCaprio, já confirmado no elenco, e Robert De Niro, que negocia sua participação. Caso De Niro assine o contrato, será o segundo longa seguido que ele fará com Scorsese, após um hiato de 25 anos nas colaborações da dupla. O ator é o protagonista de “O Irlandês”, que Scorsese filmou com produção da Netflix e que foi selecionado para abrir o Festival de Nova York, em 27 de setembro. DiCaprio virou o favorito do diretor após estrelar “Gangues de Nova York” em 2002 e “Killers of the Flower Moon” será o sexto filme compartilhado pelos dois. A produção é baseada no livro homônimo de David Grann (autor de “Z: A Cidade Perdida”), que disseca uma sucessão de misteriosos assassinatos durante o boom do petróleo da década de 1920 na região de Oklahoma. A obra foi lançada no Brasil com o título “Assassinos da Lua das Flores”. Os direitos do livro foram adquiridos por US$ 5 milhões em 2016 e o roteiro vinha sendo escrito pelo veterano Eric Roth (vencedor do Oscar por “Forrest Gump”) desde então. A trama envolve o massacre da nação Osage, tribo indígena dos EUA, durante a década de 1920. Considerado “um dos crimes mais chocantes da história americana”, a morte de quase todos os membros da tribo ocorreu pouco depois da descoberta de petróleo em suas terras. O caso gerou uma das primeiras grandes investigações da história do FBI, fundado em 1908.
Filha de Bruce Lee reclama de como Tarantino retratou seu pai em Era Uma Vez em Hollywood
A filha de Bruce Lee, Shannon Lee (produtora da série “Warrior”) fez duras críticas ao filme “Era Uma Vez em Hollywood”, de Quentin Tarantino, após ver a representação de seu pai nas telas. Ela disse que sentiu que houve zombaria em relação a Bruce Lee e que o resultado a deixou desanimada. No filme, o personagem de Brad Pitt (“Bastardos Inglórios”), um dublê chamado Cliff Booth, troca insultos com Bruce Lee, interpretado por Mike Moh (“Inumanos”). Eles acabam por resolver a questão lutando. Em entrevista ao site The Wrap, Shannon disse que não gostou de ver o pai representado como arrogante, já que, na década de 1960, o mercado do cinema para asiáticos era complicado, diferentemente do retratado no filme. Na história de Bruce Lee, foram comuns casos em que atores brancos pegaram papéis que podiam ser dele, passando-se por asiáticos. “Eu posso entender as razões que os levaram a este retrato no filme. Eu entendo que os personagens são anti-heróis e que é uma fantasia cheia de raiva sobre o que poderia ter acontecido. E eles retratam um período com muito racismo e exclusão. Entendo que o personagem de Brad Pitt é um durão que pode bater em Bruce Lee. Mas eles não precisavam tratá-lo da mesma forma que os brancos de Hollywood o trataram em vida”, afirmou Shannon Lee. Para a filha do ex-ator, que morreu em 1973, Tarantino pode ter tentado mostrar como Lee era estereotipado, mas “não funcionou”. “Ele aparece como um c… arrogante que fala sobre coisas que não sabe. E não alguém que teve de lutar três vezes mais duro que todos os outros para conquistar o que outros tiveram com naturalidade. Foi muito desconfortável sentar no cinema e ver as pessoas rindo do meu pai”, afirmou ela. Matthew Polly, autor do livro “Bruce Lee: A Life”, corroborou as críticas. “Tendo em vista a forma tão simpática com que Tarantino retratou Steve McQueen, Jay Sebring e Sharon Tate, fiquei surpreso que ele não tivesse a mesma cortesia com Bruce Lee, o único não branco do filme. Ele poderia ter causado o mesmo efeito, sem a zombaria.” Lançado na sexta-feira (26/7) nos Estados Unidos, “Era Uma Vez em Hollywood” registrou a maior bilheteria de estreia de Quentin Tarantino na América do Norte. A está no Brasil está marcada para 15 de agosto. Veja abaixo o trailer, com uma cena de Bruce Lee.








