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  • Filme

    “Wicked” lidera indicações do SAG Awards, que ignora Fernanda Torres

    8 de janeiro de 2025 /

    Premiação do Sindicato dos Atores dos Estados Unidos só contempla intérpretes filiados e que trabalham no país

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  • Série

    Cate Blanchett é atormentada por segredo do passado em trailer de minissérie

    24 de setembro de 2024 /

    Criada pelo diretor de "Gravidade", "Disclaimer*" também inclui no elenco Kevin Kline, Sacha Baron Cohen, Kodi Smit-McPhee e a estrela de "Round 6" Hoyeon

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  • Série

    Suspense da Apple TV+ com Cate Blanchett ganha primeiro teaser

    7 de agosto de 2024 /

    Minissérie "Difamação", criada pelo diretor de "Gravidade", também inclui no elenco Sacha Baron Cohen, Kodi Smit-McPhee e a estrela de "Round 6" Hoyeon

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  • Série

    Estrela de “Round 6” vai estrelar série de Alfonso Cuarón

    17 de março de 2022 /

    Grande revelação de “Round 6” (2021), Hoyeon já definiu sua próxima série, que marcará sua estreia numa produção americana. Ela se juntou ao elenco de “Disclaimer”, minissérie de suspense da Apple TV+ criada e dirigida pelo cineasta Alfonso Cuarón (vencedor do Oscar por “Gravidade” e “Roma”). A top model sul-coreana, que virou atriz em “Round 6”, mudou seu nome neste ano de Jung Ho-yeon para apenas Hoyeon. Depois de vencer o SAG Award, prêmio do Sindicato dos Atores dos EUA, como Melhor Atriz em Série de Drama pela produção da Netflix, ela fechou contrato com a Louis Vitton para ser embaixadora global da grife e começa sua carreira americana de atriz com a série de dois capítulos de Cuarón. Em “Disclaimer”, ela vai se juntar às estrelas de Hollywood Cate Blanchett (“O Beco do Pesadelo”), Kevin Kline (“Última Viagem a Vegas”), Sacha Baron Cohen (“Borat”) e Kodi Smit-McPhee (“Ataque dos Cães”) na série. O projeto adapta o livro homônimo de Renee Knight, que gira em torno de Catherine Ravenscroft, uma respeitada jornalista investigativa devotada a revelar as transgressões ocultas de instituições respeitadas. Quando um romance escrito por um viúvo aparece em sua mesa de cabeceira, ela fica horrorizada ao perceber que é a personagem chave de uma história que revela seu segredo mais sombrio. Blanchett interpretará o jornalista e Kline interpretará o viúvo. Tudo indica que a minissérie terá um visual de tirar o fôlego, já que a equipe que trabalhará com Cuarón inclui dois diretores de fotografia consagrados: Emmanuel Lubezki, vencedor de três Oscars – o primeiro deles com “Gravidade” – e Bruno Delbonnel, indicado quatro vezes ao prêmio da Academia – desde “O Fabuloso Destino de Amélie Poulain” (2001).

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  • Filme

    Cate Blanchett vai estrelar série do diretor de “Roma” e “Gravidade”

    1 de dezembro de 2021 /

    O cineasta mexicano Alfonso Cuarón, vencedor do Oscar por “Gravidade” (2013) e “Roma” (2018), está desenvolvendo uma série para a Apple TV+, que será estrelada por Cate Blanchett (“Carol”) e Kevin Kline (“Última Viagem a Vegas”). O projeto é uma adaptação de “Disclaimer”, romance de Renee Knight, que gira em torno de Catherine Ravenscroft, uma respeitada jornalista investigativa devotada a revelar as transgressões ocultas de instituições respeitadas. Quando um romance escrito por um viúvo aparece em sua mesa de cabeceira, ela fica horrorizada ao perceber que é a personagem chave de uma história que revela seu segredo mais sombrio. Blanchett interpretará o jornalista e Kline interpretará o viúvo. Tudo indica que a produção terá um visual de tirar o fôlego, já que a equipe que trabalhará com Cuarón inclui dois diretores de fotografia consagrados: Emmanuel Lubezki, vencedor de três Oscars – o primeiro deles com “Gravidade” – e Bruno Delbonnel, indicado quatro vezes ao prêmio da Academia – desde “O Fabuloso Destino de Amélie Poulain” (2001). A série também estende o relacionamento de Cuarón com a Apple, onde já está produzindo o filme original “Raymond and Ray”, estrelado por Ewan McGregor (“Aves de Rapina”) e Ethan Hawke (“Uma Noite de Crime”) como meio-irmãos.

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  • Filme

    Melissa McCarthy é deprimente no trailer de seu novo filme na Netflix

    24 de agosto de 2021 /

    A Netflix divulgou o trailer de “Um Ninho para Dois” (The Starling), segundo filme estrelado por Melissa McCarthy na plataforma. Ao contrário da comédia “Esquadrão Trovão”, que se revelou uma tragédia sem graça, a nova produção é um drama, que parte de uma tragédia. Depois de perder a filha, ver o marido (Chris O’Dowd, de “O Paradoxo Cloverfield”) se internar numa clínica, abandonar o foco no trabalho e ficar sem rumo na vida, Melissa McCarthy vai procurar ajuda psicológica. Logicamente, com um veterinário. Não é comédia, é sério. E há muitas lágrimas e trilha triste na prévia para comprovar. O veterinário, vivido pelo sumido Kevin Kline (“Querido Companheiro”), entra em cena por recomendação de uma amiga, após a personagem de McCarthy iniciar uma batalha deprimente em seu jardim contra um pássaro. Essa luta acaba se transformando em um caminho inesperado para processar o luto, com ajuda do veterinário/psicólogo, que a encoraja a reparar relacionamentos e redescobrir a capacidade de amar. O elenco também inclui Laura Harrier (“Homem-Aranha: De Volta para Casa”), Daveed Diggs (“Expresso do Amanhã”), Loretta Devine (“Grey’s Anatomy”), Timothy Olyphant (“Santa Clarita Diet”) e Skyler Gisondo (também de “Santa Clarita Diet”). O filme tem direção de Theodore Melfi (de “Estrelas Além do Tempo”) e será exibido no Festival de Toronto, antes de seu lançamento em streaming no dia 24 de setembro.

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  • Música

    Disney cancela estreia de A Bela e a Fera na Malásia, após censura a “momento gay” do filme

    14 de março de 2017 /

    A Disney decidiu adiar a estreia de “A Bela e a Fera” na Malásia, após as autoridades do país de maioria muçulmana censurarem “um momento gay” do filme. O presidente do Conselho de Censura da Malásia, Abdul Halim Abdul Hamid, declarou ao jornal The Star que o filme havia sido “autorizado […] com uma pequena censura”. Segundo ele, a sequência cortada é um “momento gay” no filme, que mesmo com o corte não foi liberado com censura livre, e sim para maiores de 13 anos, devido a outras cenas que “podem ser inadequadas”. A censura acontece uma semana depois da Rússia declarar o filme impróprio para menores de 16 anos, por pressão de um deputado ultraconservador pelo mesmo “momento gay”. O alvo é o personagem Lefou, interpretado por Josh Gad como o primeiro personagem gay da Disney a sair do armário – tardiamente, por sinal, já que a franquia “Shrek” tinha até uma princesa transexual. Mas assim que a censura foi confirmada, a Disney deixou sua clara sua posição, cancelando a exibição do filme no país. Os pôsteres dos cinemas de Kuala Lumpur indicam que a exibição do filme foi “adiada até novo aviso”. “A Bela e a Fera” também foi criticada em Cingapura, país vizinho da Malásia, onde o clero cristão acusou o estúdio de se desviar dos “valores saudáveis e dominantes”. “Aconselhamos os pais a conversar com seus filhos sobre esta nova versão de ‘A Bela e a Fera'”, declarou o bispo Rennis Ponniah, presidente do Conselho Nacional das Igrejas de Singapura. A homossexualidade é ilegal na Malásia e Cingapura, e pode resultar em prisão em ambos os países.

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  • Filme

    Cena da versão com atores de A Bela e a Fera destaca personagens animados

    8 de março de 2017 /

    A Disney divulgou uma cena da versão com atores de “A Bela e a Fera” que ironicamente não tem atores, apenas animação digital. A prévia traz diversos personagens animados por computação gráfica, destacando Lumière, o castiçal falante (dublado por Ewan McGregor), que se esforça para ser o cupido dos protagonistas. Com Emma Watson (franquia “Harry Potter”) como Bela e Dan Stevens (série “Downton Abbey”) como a Fera, o filme dirigido por Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) é uma recriação da animação clássica de 1991. A estreia acontece na próxima semana, em 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Música

    Rússia proíbe A Bela e a Fera para menores de 16 anos

    7 de março de 2017 /

    “A Bela e a Fera” é tão forte quanto “Logan”. Esta é a conclusão da comissão do Ministério da Cultura russo, responsável pela classificação etária dos filmes exibidos no país. A produção da Disney foi proibida para menores de 16 anos nos cinemas da Rússia. O filme quase foi totalmente vetado no país. Tudo por causa de mensagens de “propaganda gay” para crianças. Após Bill Condon, diretor do filme, revelar que “A Bela e a Fera” mostraria “o primeiro momento gay” em um filme da Disney, o deputado russo Vitali Milonov iniciou uma campanha para impedir o lançamento no país do que chamou de uma “desavergonhada propaganda do pecado”. O político foi um dos principais articuladores da lei russa contra a “propaganda gay”, assinada pelo presidente Vladimir Putin em 2013. Essa lei, que levantou muitas críticas na comunidade internacional, proíbe a distribuição de informações capazes de despertar o interesse de menores pelas “relações sexuais não-tradicionais”, e vem sendo utilizada como pretexto para banir qualquer manifestação em defesa dos gays no país, além de servir de justificativa para ataques homofóbicos. “A Bela e a Fera” estreia em 16 de março no Brasil.

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  • Música

    Diretor de A Bela e a Fera considera exagerada a reação à referência gay da trama

    7 de março de 2017 /

    Quando disse que “A Bela e a Fera” teria uma trama gay, o diretor Bill Condon não imaginava que o filme se tornaria alvo de reações conservadoras exacerbadas. Um dono de cinema do interior do Alabama proclamou que não iria exibir o filme, em nome de Deus e dos bons costumes. E até o Ministério da Cultura da Rússia revelou que pretende examinar a produção com cuidado para verificar se ela não faz “propaganda gay” para crianças. Por outro lado, várias pessoas e organizações ligadas aos direitos LGBTQ elogiaram a iniciativa, inédita nas produções cinematográficas infantis da Disney. O próprio ator Josh Gad, intérprete de LeFou, o tal personagem gay da trama, se disse honrado pelo feito histórico. Na entrevista à revista Attitude, em que fez a revelação, Condon adiantara: “LeFou é alguém que um dia quer ser Gastón e no outro quer beijar Gastón. Ele está confuso sobre seus desejos. É alguém que está descobrindo seus sentimentos. Josh fez algo bem sutil e delicioso e isso é o que faz valer no final, que eu não quero revelar. Mas é um momento bacana, exclusivamente gay num filme da Disney”. Mas agora o cineasta parece querer voltar atrás, tentando diminuir o impacto de ter anunciado o “primeiro personagem LGBTQ da Disney”, antes mesmo do grande público saber mais sobre a cena — que é breve e cômico. “Oh, Deus. Posso falar? Está tudo muito exagerado”, disse o cineasta ao site ScreenCrush. “Porque é só isso mesmo: um momento divertido do filme. Eu amo a maneira como as pessoas que não sabiam reagiram e viram a cena como uma bela surpresa”. Perguntado sobre como o público deveria reagir à cena, ele respondeu: “Não dando tanta importância à ela. Por que tem que ser tão importante?”. Mas já é tarde. As redes sociais naturalmente aumentaram a expectativa em cima da cena, que pode decepcionar quem esperar por bandeiras tremulando ao vento. Se não tivesse sido anunciada com estardalhaço, era capaz da cena não incomodar tanto os homofóbicos do interior do Alabama.

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  • Música

    Rússia avalia banir A Bela e a Fera devido à “propaganda gay”

    5 de março de 2017 /

    A Rússia está considerando vetar a exibição do novo filme da Disney, “A Bela e a Fera”, no país. Segundo a rede inglesa BBC, o próprio ministro russo da Cultura, Vladimir Medinsky, disse estar avaliando se a obra infringe a lei que proíbe qualquer “propaganda gay” a menores de idade. A avaliação será feita sob o embalo de manifestações como a do deputado russo Vitali Milonov, que afirmou no sábado (4/3) que o filme faz uma “desavergonhada propaganda do pecado”. A polêmica ecoa uma entrevista de Bill Condon, diretor do filme, na qual ele revelou que “A Bela e a Fera” mostrará “o primeiro momento gay” em um filme da Disney, apesar de alguns críticos já terem anunciado que a afetação do personagem LeFou, vivido pelo ator Josh Gad, está longe de ser escandalosa. O deputado Milonov pediu ao ministro da Cultura que organize uma projeção especial antes da estreia, a fim de “tomar medidas para vetar totalmente sua exibição, se forem encontrados elementos de propaganda homossexual”. O deputado é um dos principais entusiastas da lei russa contra a “propaganda gay”, assinada pelo presidente Vladimir Putin em 2013. Essa lei, que levantou muitas críticas na comunidade internacional, proíbe a distribuição de informações capazes de despertar o interesse de menores pelas “relações sexuais não-tradicionais”, e vem sendo utilizada como pretexto para banir qualquer manifestação em defesa dos gays no país, além de servir de justificativa para ataques homofóbicos. Curiosamente, os ex-comunistas encontram respaldo em suas preocupações num gerente de cinema do interior do Alabama, nos EUA, que também vetou a exibição de “A Bela e a Fera” em nome de Deus e dos bons costumes. “A Bela e a Fera” tem estreia marcada para 16 de março no Brasil.

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  • Filme

    Novo vídeo insiste que Emma Watson vive uma princesa feminista em A Bela e a Fera

    3 de março de 2017 /

    A Disney divulgou um novo vídeo de “A Bela e a Fera”, dedicado à personagem da Bela. Ainda sem legendas, traz entrevistas de sua intérprete, Emma Watson (franquia “Harry Potter”), do diretor Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) e do elenco sobre como a Bela deste filme é diferente da animação. Trata-se, em suma, de uma Bela feminista, na medida em que isso é possível num filme de princesa da Disney – que estreia já em 16 de março no Brasil.

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  • Música

    A Bela e a Fera mostrará primeiro personagem gay a sair do armário num filme da Disney

    1 de março de 2017 /

    Depois do primeiro beijo gay num desenho animado do Disney Channel, a Disney vai apresentar seu primeiro personagem gay no cinema. A novidade vai acontecer na versão com atores de “A Bela e a Fera”. Em entrevista à Attitude, voltada à comunidade LGBTQ, o diretor Bill Condon afirmou que o filme vai tirar LeFou (Josh Gad) do armário. A trama abordará a homossexualidade do capanga do vilão Gaston (Luke Evans). Segundo Condon, “Le Fou é alguém que em um dia quer ser Gaston e no outro quer beijar Gaston”. “Ele está confuso sobre o que quer”, continua o diretor. “É alguém que está começando a descobrir que tem esses sentimentos. E Josh faz algo realmente sutil e delicioso, que rende uma recompensa no final, que eu não vou contar. Mas é um momento singelo e exclusivamente gay em um filme da Disney”, confirma. Estrelado por Emma Watson (franquia “Harry Potter”) como Bela e Dan Stevens (série “Legion”) como Fera, o filme estreia no Brasil no dia 16 de março.

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