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  • Filme

    Estrada sem Lei vai do nada a lugar algum com mentalidade de direita

    13 de abril de 2019 /

    Existe uma razão muito clara para “Bonnie & Clyde”, do lendário cineasta Arthur Penn, ter virado um clássico do fim dos anos 1960. Clyde Barrow e Bonnie Parker cometeram crimes e assassinatos, mas, na época da crise financeira dos anos 1930, eles ganharam o apoio até de suas vítimas, pois roubavam dos bancos, não do povo. Viraram celebridades e símbolos numa luta inconsequente (e jovem até a raiz) contra o sistema. Toda essa simbologia fez do clássico de 1967 uma obra intrigante, capaz de questionar posições sociais e políticas – e que ainda contou com interpretações brilhantes de Warren Beatty e Faye Dunaway. Mas alguém achou que seria uma boa ideia recontar essa história do ponto de vista dos homens da lei que os perseguiam. O resultado, “Estrada Sem Lei” (The Highwaymen), é uma espécie de versão conservadora – de extrema direita mesmo – da saga de Bonnie & Clyde, onde os foras-da-lei não tem voz. E só são vistos de longe, de relance. O filme disponibilizado pela Netflix pinta os bandidos como monstros matadores de policiais e ladrões desalmados de bancos para justificar seu extermínio. Como são monstros, o negócio é meter bala sem perguntar se querem se render. Uma pegada nada surpreendente considerando que o diretor John Lee Hancock é responsável por filmes sobre white saviors (“Um Sonho Possível”) e sobre como mulheres são chatas até conhecerem homens maravilhosos (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”). “Estrada Sem Lei” é um filme sob medida para quem acha que a polícia está sempre certa e deve descarregar uma rajada de balas em vez de prender criminosos com direito a julgamento. Quem busca traços de humanidade nesta história tem que se contentar com o retrato dos pistoleiros do lado “certo” da lei, vividos por Kevin Costner e Woody Harrelson. Eles materializam respectivamente Frank Hamer e Maney Gault, os Rangers contratados para justificar o clichê da história, “mais um serviço antes da aposentadoria definitiva”. Há algo de “Os Imperdoáveis” (1992) nesta fórmula. Afinal, os protagonistas foram matadores frios em seus anos dourados e, agora, com a ascensão do FBI, precisam lidar com regras. O Velho Oeste se foi e virou mitologia. Consequentemente, os dois perderam seus dias de glória, passando a viver rotinas com suas famílias, embora não se encaixem nesse estilo de vida. Quando recebem a oportunidade de acabar com o reinado de Bonnie e Clyde, eles não hesitam em pegar a estrada e as armas, mas para “fazer a lei” do jeito deles. O que, de certa forma, explica sua questionável tática homicida e a visão sombria de “Estrada Sem Lei” sobre essa caçada. Nunca apresentada de forma heroica. Para eles, voltar à ação não tem nada a ver com motivos financeiros, mas sim com uma chance de sair do marasmo de uma rotina que não combina com eles. Por isso, não há nada redentor em sua jornada, que os conduz do nada a lugar algum. Após o pó da última rajada assentar, nada muda em suas vidas. E isso resume o filme como um todo, uma enrolação costurada por belos planos até a conclusão da caçada. Fica, assim, demonstrado como uma história lendária, quando recontada pelos narradores errados, é capaz de perder sua graça e virar um tédio completo.

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  • Série

    Yellowstone: Trailer da 2ª temporada da série estrelada por Kevin Costner explode em violência

    6 de abril de 2019 /

    O canal pago Paramount divulgou o trailer da 2ª temporada de “Yellowstone”. A prévia é um coleção de cenas tensas, que segue num crescendo até explodir em violência – inclusive de forma literal. Fenômeno de audiência na TV paga americana, com uma média de 2,3 milhões de telespectadores ao vivo e mais de 5 milhões com exibições digitais, “Yellowstone” só teve menos público em 2018 que “The Walking Dead”. A atração é a primeira série semanal estrelada pelo ator Kevin Costner (“Robin Hood”, “Dança com Lobos”), que anteriormente só tinha feito a minissérie premiada “Hatfields & McCoys” (2012) para a TV. “Yellowstone” é também a primeira série criada pelo cineasta Taylor Sheridan, que foi indicado ao Oscar 2017 pelo roteiro de “A Qualquer Custo” (2016) e estreou como diretor com “Terra Selvagem” (2017), vencendo um prêmio no Festival de Cannes. Ele assina os roteiros, a produção e a direção da atração, que aborda o mesmo universo de seus filmes premiados: o interior rural dos Estados Unidos, onde os homens ainda usam chapéus de cowboy, andam a cavalo (e helicóptero) e são rápidos no gatilho. Por sinal, o ator indígena Gil Birmingham, que trabalhou nos dois filmes citados de Sheridan, também está no elenco da série. Os demais atores confirmam a ambição cinematográfica da produção, com destaque para Wes Bentley (“Jogos Vorazes”), Kelly Reilly (série “Britannia”), Luke Grimes (“Cinquenta Tons de Liberdade”), Cole Hauser (“Transcendence: A Revolução”), Kelsey Asbille (“Terra Selvagem”), Dave Annable (série “Red Band Society”), Danny Huston (“Mulher-Maravilha”), Josh Lucas (“Mark Felt – O Homem que Derrubou a Casa Branca”), Gretchen Mol (série “Boardwalk Empire”), Jill Hennessey (série “Shots Fired”) e Patrick St. Esprit (“Velozes e Furiosos 8”). Filmado em Utah e Montana, “Yellowstone” acompanha John Dutton (Costner), um cowboy moderno, proprietário da maior fazenda contígua dos Estados Unidos, que sofre constante pressão para diminuir suas fronteiras – por parte de desenvolvedores de terras e do governo – e enfrenta seus adversários num mundo violento e corrupto, que resolve seus problemas longe do olhar da mídia, onde envenenamento de poços d’água ou o sumiço de testemunhas não viram notícias. Costner divide a produção executiva com Sheridan, além de John e Art Linson, pai e filho que trabalharam juntos anteriormente na produção do sucesso “Sons of Anarchy”. A 2ª temporada terá dez novos episódios previstos para 19 de junho nos Estados Unidos. Apesar do sucesso de público, a série permanece inédita no Brasil.

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  • Filme

    Kevin Costner caça Bonnie e Clyde no primeiro trailer legendado de Estrada sem Lei

    20 de fevereiro de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Estrada sem Lei” (The Highwaymen), que traz Kevin Costner de volta à caça aos gângsteres numa produção passada na mesma época de “Os Intocáveis”. Na trama, ele caça ninguém menos que o infame casal Bonnie Parker e Clyde Barrow, ladrões de banco que aterrorizaram os Estados Unidos nos anos 1930. E está acompanhado por Woody Harrelson (“Quase 18”). Baseada em fatos reais, a trama acompanha dois Texas Rangers, Frank Hamer (Costner) e Maney Gault (Harrelson), que abandonam a aposentadoria para caçar Bonnie e Clyde. O projeto é bastante antigo. Para se ter noção, o elenco original seria encabeçado por Paul Newman e Robert Redford, num último filme da famosa parceria, mas a saúde de Newman, que faleceu em 2008 de câncer de pulmão, impediu as filmagens. “Estrada sem Lei” tem roteiro escrito por John Fusco (criador da série “Marco Polo”), Scott Frank (“Logan”) e pelo diretor responsável pelas filmagens, John Lee Hancock (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”). O elenco ainda inclui Kathy Bates (série “American Horror Story”), John Carroll Lynch (também de “American Horror Story”), Kim Dickens (série “Fear the Walking Dead”), Thomas Mann (“Kong: A Ilha da Caveira”) e William Sadler (série “Power”). A caça ao casal de criminosos já inspirou muitos filmes, séries e até músicas. O longa mais famoso foi “Bonnie e Clyde – Uma Rajada de Balas” (1967), um marco do cinema americano, considerado o propulsor de uma nova estética violenta e responsável pela mudança de mentalidade que originou a Nova Hollywood. Além de “Estrada sem Lei”, um novo filme sobre o par está sendo desenvolvido. Intitulado “Love Is a Gun”, traz Chloe Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Jack O’Connell (“Invencível”) nos papéis principais e está previsto para março de 2020. Já “Estrada sem Lei” estreia um ano antes, no próximo 29 de março, em streaming.

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  • Filme

    Kevin Costner e Woody Harrelson caçam Bonnie e Clyde em foto de filme da Netflix

    6 de janeiro de 2019 /

    A Netflix divulgou uma nova foto de “The Highwaymen”, que traz Kevin Costner de volta à caça aos gângsteres, numa produção passada na mesma época de “Os Intocáveis”. Na imagem, ele aparece ao lado de Woody Harrelson (“Quase 18”) e Thomas Mann (“Kong: A Ilha da Caveira”). Baseada em fatos reais, a trama acompanha dois Texas Rangers, Frank Hamer (Costner) e Maney Gault (Harrelson), que abandonam a aposentadoria para caçar Bonnie Parker e Clyde Barrow, o famoso casal de ladrões de banco que aterrorizaram os Estados Unidos nos anos 1930. O projeto é bastante antigo. Para se ter noção, o elenco original seria encabeçado por Paul Newman e Robert Redford, num último filme da famosa parceria, mas a saúde de Newman, que faleceu em 2008 de câncer de pulmão, impediu as filmagens. “The Highwaymen” tem direção de John Lee Hancock (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”), roteiro escrito por John Fusco (criador da série “Marco Polo”), Scott Frank (“Logan”) e Hancock, e o elenco ainda inclui Kathy Bates (série “American Horror Story”), John Carroll Lynch (também de “American Horror Story”), Kim Dickens (série “Fear the Walking Dead”) e William Sadler (série “Power”). Mas os papéis de Bonnie e Clyde não foram revelados. A caça ao casal de criminosos já inspirou muitos filmes, séries e até músicas. O longa mais famoso foi “Bonnie e Clyde – Uma Rajada de Balas” (1967), um marco do cinema americano, considerado o propulsor de uma nova estética violenta e responsável pela mudança de mentalidade que originou a Nova Hollywood. Além de “The Highwaymen”, um novo filme sobre o par está sendo desenvolvido. Intitulado “Love Is a Gun”, traz Chloe Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Jack O’Connell (“Invencível”) nos papéis principais e está previsto para março de 2020. Já “The Highwaymen” estreia um ano antes, no próximo 29 de março, em streaming.

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  • Filme

    Kevin Costner e Woody Harrelson caçam Bonnie e Clyde na primeira foto de The Highwaymen

    10 de dezembro de 2018 /

    A Netflix divulgou a primeira foto de “The Highwaymen”, que traz Kevin Costner de volta à caça aos gângsteres, numa produção passada na mesma época de “Os Intocáveis”. Na imagem, ele aparece ao lado de Woody Harrelson (“Quase 18”). Baseada em fatos reais, a trama acompanha dois Texas Rangers, Frank Hamer e Maney Gault, que abandonam a aposentadoria para caçar Bonnie Parker e Clyde Barrow, os notórios ladrões de banco que morreram num tiroteio contra a polícia em 1934. O projeto é bastante antigo. Para se ter noção, o elenco original seria encabeçado por Paul Newman e Robert Redford, num último filme da famosa parceria, mas a saúde de Newman, que faleceu em 2008 de câncer de pulmão, impediu as filmagens. As filmagens de “The Highwaymen” tem direção de John Lee Hancock (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”). O roteiro foi escrito por John Fusco (criador da série “Marco Polo”), Scott Frank (“Logan”) e Hancock, e o elenco ainda inclui Kathy Bates (série “American Horror Story”), John Carroll Lynch (também de “American Horror Story”), Kim Dickens (série “Fear the Walking Dead”), Thomas Mann (“Kong: A Ilha da Caveira”) e William Sadler (série “Power”). Mas os papéis de Bonnie e Clyde não foram revelados. A caça ao casal de criminosos já inspirou muitos filmes, séries e até músicas. O longa mais famoso foi “Bonnie e Clyde – Uma Rajada de Balas” (1967), um marco do cinema americano, considerado o propulsor de uma nova estética violenta e pela mudança de mentalidade que originou a Nova Hollywood. Além de “The Highwaymen”, um novo filme sobre o par está sendo desenvolvido. Intitulado “Love Is a Gun”, traz Chloe Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Jack O’Connell (“Invencível”) nos papéis principais e está previsto para março de 2020. Já “The Highwaymen” estreia um ano antes, no próximo 29 de março, em streaming.

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  • Série

    Yellowstone: Série estrelada por Kevin Costner estoura audiência e é renovada na metade da 1ª temporada

    25 de julho de 2018 /

    Fenômeno de audiência nos Estados Unidos, a série “Yellowstone” foi renovada para sua 2ª temporada após a exibição de seu quinto episódio, exatamente na metade de sua temporada inaugural. Primeira série de TV estrelada pelo ator Kevin Costner (“Robin Hood”, “Dança com Lobos”), a atração está atraindo uma uma média de 2,3 milhões de telespectadores ao vivo, por capítulo, para o canal pago Paramount, recém-lançado nos Estados Unidos. Mas esse número passa dos 5 milhões com reprises e gravações digitais. Por conta disso, “Yellowstone” se tornou a segunda série mais assistida da TV paga americana em 2018, perdendo apenas para “The Walking Dead”. Costner já tinha trabalhado numa minissérie antes, a premiada “Hatfields & McCoys” (2012), mas só agora fez sua estreia numa atração de longa duração. E o interesse do público está sendo impressionante. Já a crítica não se entusiasmou tanto. A atração atingiu 50% de aprovação, resultado medíocre, no site Rotten Tomatoes, e foi chamada por um crítico de “Dallas dos pobres”. Na verdade, parece ter havido frustração por conta da expectativa criada pelos envolvidos. Afinal, além da estreia de Costner, “Yellowstone” é também a primeira série criada pelo cineasta Taylor Sheridan, que foi indicado ao Oscar 2017 pelo roteiro de “A Qualquer Custo” (2016) e estreou como diretor no ano passado com “Terra Selvagem”, vencendo um prêmio no Festival de Cannes. Ele assina os roteiros, a produção e a direção da atração, que aborda o mesmo universo de seus filmes premiados: o interior rural dos Estados Unidos, onde os homens ainda usam chapéus de cowboy, andam a cavalo (e helicóptero) e são rápidos no gatilho. Por sinal, o ator indígena Gil Birmingham, que trabalhou nos dois filmes escritos por Sheridan, também está no elenco da série. Os demais atores confirmam a ambição cinematográfica da produção, com destaque para Wes Bentley (“Jogos Vorazes”), Kelly Reilly (série “Britannia”), Luke Grimes (“Cinquenta Tons de Liberdade”), Cole Hauser (“Transcendence: A Revolução”), Kelsey Asbille (“Terra Selvagem”), Dave Annable (série “Red Band Society”), Danny Huston (“Mulher-Maravilha”), Josh Lucas (“Mark Felt – O Homem que Derrubou a Casa Branca”), Gretchen Mol (série “Boardwalk Empire”), Jill Hennessey (série “Shots Fired”) e Patrick St. Esprit (“Velozes e Furiosos 8”). Filmado em Utah e Montana, “Yellowstone” acompanha John Dutton (Costner), um cowboy moderno, proprietário da maior fazenda contígua dos Estados Unidos, que sofre constante pressão para diminuir suas fronteiras – por desenvolvedores de terras, uma reserva indígena e um parque nacional. A trama acompanha sua família e mergulha num mundo violento e corrupto, que resolve seus problemas longe do olhar da mídia, onde envenenamento de poços d’água ou o sumiço de testemunhas não viram notícias. Costner divide a produção executiva com Sheridan, além de John e Art Linson, pai e filho que trabalharam juntos anteriormente na produção do sucesso “Sons of Anarchy”. São, ao todo, dez episódios previstos para a 1ª temporada nos Estados Unidos, que tem previsão de encerramento em 22 de agosto Apesar do sucesso de público, a série permanece inédita no Brasil.

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  • Série

    Yellowstone, primeira série de Kevin Costner, bate recorde de audiência nos Estados Unidos

    27 de junho de 2018 /

    O canal pago americano Paramount registrou recorde de audiência com a exibição de “Yellowstone”, primeira série estrelada pelo ator Kevin Costner (“Homem de Aço”). A atração foi vista por 2,8 milhões de espectadores no dia de estreia e este número ganhou mais 2 milhões de pessoas, atingindo 4,8 milhões com as reprises e gravações digitais nos primeiros três dias desde a exibição original. Esse resultado fez de “Yellowstone” a melhor estreia do Paramount Network, que foi lançado em janeiro no lugar do antigo canal Spike. Mas não ficou nisso. Trata-se, na verdade, da melhor estreia de uma série da TV por assinatura nos Estados Unidos desde o fenômeno “American Crime Story: The People vs O.J. Simpson” em 2016. Costner já tinha trabalhado numa minissérie antes, a premiada “Hatfields & McCoys” (2012), mas só agora fez sua estreia numa atração de longa duração. E o interesse do público foi impressionante. Já a crítica não se entusiasmou tanto. A atração atingiu 48% de aprovação, resultado medíocre, no site Rotten Tomatoes, e foi chamada por um crítico de “Dallas dos pobres”. Esperava-se mais pelos envolvidos. Afinal, além da estreia de Costner, “Yellowstone” é também a primeira série criada pelo cineasta Taylor Sheridan, que foi indicado ao Oscar 2017 pelo roteiro de “A Qualquer Custo” (2016) e estreou como diretor no ano passado com “Terra Selvagem”, vencendo um prêmio no Festival de Cannes. Ele assina os roteiros, a produção e a direção da atração, que aborda o mesmo universo de seus filmes premiados: o interior rural dos Estados Unidos, onde os homens ainda usam chapéus de cowboy, andam a cavalo (e helicóptero) e são rápidos no gatilho. Por sinal, o ator indígena Gil Birmingham, que trabalhou nos dois filmes, também está no elenco da série. Os demais integrantes do elenco confirmam a ambição cinematográfica da produção, com destaque para Wes Bentley (“Jogos Vorazes”), Kelly Reilly (série “Britannia”), Luke Grimes (“Cinquenta Tons de Liberdade”), Cole Hauser (“Transcendence: A Revolução”), Kelsey Asbille (“Terra Selvagem”), Dave Annable (série “Red Band Society”), Danny Huston (“Mulher-Maravilha”), Josh Lucas (“Mark Felt – O Homem que Derrubou a Casa Branca”), Gretchen Mol (série “Boardwalk Empire”), Jill Hennessey (série “Shots Fired”) e Patrick St. Esprit (“Velozes e Furiosos 8”). Filmado em Utah e Montana, “Yellowstone” acompanha John Dutton (Costner), um cowboy moderno, proprietário da maior fazenda contígua dos Estados Unidos, que sofre constante pressão para diminuir suas fronteiras – por desenvolvedores de terras, uma reserva indígena e um parque nacional. A trama acompanha sua família e mergulha num mundo violento e corrupto, que resolve seus problemas longe do olhar da mídia, onde envenenamento de poços d’água ou o sumiço de testemunhas não viram notícias. Costner divide a produção executiva com Sheridan, além de John e Art Linson, pai e filho que trabalharam juntos anteriormente na produção do sucesso “Sons of Anarchy”. São, ao todo, dez episódios previstos para a 1ª temporada nos Estados Unidos.

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  • Série

    Yellowstone: Kevin Costner é cowboy moderno em fotos e trailer da série do diretor de Terra Selvagem

    27 de abril de 2018 /

    O canal pago americano Paramount divulgou 10 fotos e um novo trailer de “Yellowstone”, primeira série estrelada por Kevin Costner (“Homem de Aço”). O ator já tinha trabalhado na minissérie “Hatfields & McCoys” (2012), mas só agora faz sua estreia numa atração de longa duração. “Yellowstone” é também a primeira série criada pelo cineasta Taylor Sheridan, que foi indicado ao Oscar 2017 pelo roteiro de “A Qualquer Custo” (2016) e estreou como diretor no ano passado com “Terra Selvagem”, vencendo um prêmio no Festival de Cannes. Ele assina os roteiros, a produção e a direção da atração, que aborda o mesmo universo de seus filmes premiados: o interior rural dos Estados Unidos, onde os homens ainda usam chapéus de cowboy, andam a cavalo (e helicóptero) e são rápidos no gatilho. Por sinal, o ator indígena Gil Birmingham, que trabalhou nos dois filmes, também está no elenco da série. Os demais integrantes do elenco confirmam a ambição cinematográfica da produção, com destaque para Wes Bentley (“Jogos Vorazes”), Kelly Reilly (série “Britannia”), Luke Grimes (“Cinquenta Tons de Liberdade”), Cole Hauser (“Transcendence: A Revolução”), Kelsey Asbille (“Terra Selvagem”), Dave Annable (série “Red Band Society”), Danny Huston (“Mulher-Maravilha”), Josh Lucas (“Mark Felt – O Homem que Derrubou a Casa Branca”), Gretchen Mol (série “Boardwalk Empire”), Jill Hennessey (série “Shots Fired”) e Patrick St. Esprit (“Velozes e Furiosos 8”). Filmado em Utah e Montana, “Yellowstone” acompanha John Dutton (Costner), um cowboy moderno, proprietário da maior fazenda contígua dos Estados Unidos, que sofre constante pressão para diminuir suas fronteiras – por desenvolvedores de terras, uma reserva indígena e um parque nacional. A trama acompanha sua família e mergulha num mundo violento e corrupto, que resolve seus problemas longe do olhar da mídia, onde envenenamento de poços d’água ou o sumiço de testemunhas não viram notícias. Costner divide a produção executiva com Sheridan, além de John e Art Linson, pai e filho que trabalharam juntos anteriormente na produção do sucesso “Sons of Anarchy”. São, ao todo, dez episódios previstos para a 1ª temporada, com estreia marcada para o dia 20 de junho nos Estados Unidos.

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  • Série

    Yellowstone: Série estrelada por Kevin Costner ganha primeiro trailer

    28 de fevereiro de 2018 /

    O canal pago americano Paramount divulgou o trailer de “Yellowstone”, primeira série estrelada por Kevin Costner (“Homem de Aço”). O ator já tinha trabalhado na minissérie “Hatfields & McCoys” (2012), mas só agora faz sua estreia numa atração de longa duração. São, ao todo, dez episódios previstos para a 1ª temporada. “Yellowstone” é também a primeira série criada pelo cineasta Taylor Sheridan, que foi indicado ao Oscar 2017 pelo roteiro de “A Qualquer Custo” (2016) e estreou como diretor no ano passado com “Terra Selvagem”, vencendo um prêmio no Festival de Cannes. Ele assina os roteiros, a produção e a direção da atração, que aborda o mesmo universo de seus filmes premiados: o interior rural dos Estados Unidos, onde os homens ainda usam chapéus de cowboy, andam a cavalo (e helicóptero) e são rápidos no gatilho. Por sinal, o ator indígena Gil Birmingham, que trabalhou nos dois filmes, também está no elenco da série. Os demais integrantes do elenco confirmam a ambição cinematográfica da produção, com destaque para Wes Bentley (“Jogos Vorazes”), Kelly Reilly (série “Britannia”), Luke Grimes (“Cinquenta Tons de Liberdade”), Cole Hauser (“Transcendence: A Revolução”), Kelsey Asbille (“Terra Selvagem”), Dave Annable (série “Red Band Society”), Danny Huston (“Mulher-Maravilha”), Josh Lucas (“Mark Felt – O Homem que Derrubou a Casa Branca”), Gretchen Mol (série “Boardwalk Empire”), Jill Hennessey (série “Shots Fired”) e Patrick St. Esprit (“Velozes e Furiosos 8”). Filmado em Utah e Montana, “Yellowstone” acompanha John Dutton (Costner), que controla a maior fazenda contígua dos Estados Unidos e sofre constante pressão para diminuir suas fronteiras – por desenvolvedores de terras, uma reserva indígena e um parque nacional. A trama mergulha num mundo violento e corrupto, que resolve seus problemas longe do olhar da mídia, onde envenenar poços d’água ou o sumiço de testemunhas sem importância não viram notícias. Costner divide a produção executiva com Sheridan, além de John e Art Linson, pai e filho que trabalharam juntos anteriormente na produção do sucesso “Sons of Anarchy”. A estreia está marcada para o dia 20 de junho nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Kevin Costner e Woody Harrelson vão caçar Bonnie e Clyde em filme da Netflix

    12 de fevereiro de 2018 /

    A Netflix anunciou a produção de “The Highwaymen”, filme policial de época, que vai juntar Kevin Costner (“O Homem de Aço”) e Woody Harrelson (“Planeta dos Macacos: A Guerra”) na caça ao casal de gângsteres Bonnie e Clyde. O projeto é bastante antigo. Para se ter noção, o elenco original seria encabeçado por Paul Newman e Robert Redford, num último filme da famosa parceria, mas a saúde de Newman, que faleceu em 2008 de câncer de pulmão, impediu as filmagens. Baseada em fatos reais, a trama acompanha dois Texas Rangers, Frank Hamer e Maney Gault, que abandonam a aposentadoria para caçar Bonnie Parker e Clyde Barrow, os notórios ladrões de banco que morreram num tiroteio contra a polícia em 1934. A história do casal de criminosos já inspirou muitos filmes, séries e até músicas. O longa mais famoso foi “Bonnie e Clyde – Uma Rajada de Balas” (1967), um marco do cinema americano, considerado o propulsor de uma nova estética violenta e pela mudança de mentalidade que originou a Nova Hollywood. O longa dirigido por Arthur Penn concorreu a 10 estatuetas do Oscar, inclusive de Melhor Filme, mas acabou perdendo para outra grande produção, “No Calor da Noite”. As filmagens de “The Highwaymen” já começaram em Louisiana, com direção de John Lee Hancock (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”). O roteiro foi escrito por John Fusco (criador da série “Marco Polo”), Scott Frank (“Logan”) e Hancock, e o elenco ainda inclui Kathy Bates (série “American Horror Story”), John Carroll Lynch (também de “American Horror Story”), Kim Dickens (série “Fear the Walking Dead”), Thomas Mann (“Kong: A Ilha da Caveira”) e William Sadler (série “Power”).

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  • Música

    Tom Petty (1950 – 2017)

    3 de outubro de 2017 /

    O cantor e músico Tom Petty foi declarado morto na segunda (2/10), aos 66 anos, após ser encontrado inconsciente em sua casa no domingo, em Los Angeles. O site TMZ revelou que ele não tinha mais atividade cerebral e que a família tomou a decisão de desligar os aparelhos e de não tentar ressuscitá-lo. A causa da morte está sendo tratada como um ataque cardíaco fulminante. Tom Petty decidiu virar músico quando tinha 15 anos e viu os Beatles tocando na TV, no “The Ed Sullivan Show”. “Esse foi um grande momento, de verdade, que mudou tudo. Eu era um fã até aquele ponto, mas essa foi a coisa que me fez querer tocar música. Eu ainda acho que os Beatles fazem a melhor música e tenho certeza que vou para o túmulo com essa ideia”, ele disse, em entrevista à Rolling Stone. Sua banda começou a chamar atenção em 1976, quando o primeiro disco, “Tom Petty and the Hearbreakers”, estourou nas paradas de sucesso, combinando country rock e new wave. Recentemente, ele tinha reunido os integrantes da banda original para uma turnê em comemoração aos 40 anos do álbum clássico, ainda hoje um dos mais lembrados por seus fãs. Ele também teve uma bem-sucedida carreira solo (sem os Heartbreakers) nas décadas seguintes. Ao longo de sua trajetória, vendeu mais de 80 milhões de discos, protagonizou clipes muito criativos e compôs dezenas de clássicos, entre eles “Free Fallin'”, “American Girl,” “The Waiting”, “Breakdown” e “Listen to Her Heart”. Como guitarrista, ainda participou do supergrupo Traveling Wilburys, que juntava Bob Dylan, George Harrison, Jeff Lynne e Roy Orbison. Mas sua carreira não se restringiu à música. Ele também marcou o cinema e a televisão com aparições em diversos projetos. Sua estreia nas telas foi em “FM”, como ele mesmo em 1978, e apenas na década seguinte, em 1987, interpretou seu primeiro personagem, na comédia romântica “Paixão Eterna”, de Alan Rudolph. Seu último papel cinematográfico foi na sci-fi pós-apocalíptica “O Mensageiro” (1997), em que contracenou e foi dirigido por Kevin Costner. Em 2002, ele participou de um dos episódios mais famosos da série animada “Os Simpsons”, em que os personagens entram num acampamento musical com roqueiros famosos. Além de Petty, participaram Mick Jagger, Keith Richards, Lenny Kravitz e Elvis Costello. A experiência acabou lhe rendendo um papel recorrente em outra série animada, “O Rei do Pedaço” (King of the Hill), na qual dublou Lucky Kleinschmidt – personagem que se casou com Luanne, dublada pela também falecida Brittany Murphy – por cinco temporadas, entre 2004 e 2009. Petty também participou do projeto musical Lonely Island, encabeçado pelo comediante Andy Samberg, fazendo uma aparição no disco “Turtleneck & Chain” em 2010. Nos últimos anos, vinha filmando diversos documentários sobre rock, tanto sobre sua carreira quanto de colaboradores ilustres, como George Harrison, Jeff Lynne, Bob Dylan e Roy Orbison. Bob Dylan, que era amigo de Tom Petty desde os anos 1980, quando The Heartbreakers foi sua banda de apoio na turnê True Confessions, divulgou um comunicado sobre a perda do parceiro dos Traveling Wilburys. “É uma notícia chocante e devastadora. Foi um grande artista, cheio de luz, um amigo, e nunca o esquecerei.”

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    Estrelas Além do Tempo exalta a conquista do espaço de três mulheres negras

    9 de fevereiro de 2017 /

    Nos anos 1960, os EUA ainda tinham banheiros segregados para negros e banheiros para brancos. Embora estivesse ao lado de um toilette feminino, Katherine (Taraji P. Henson), que é negra, precisava sair do prédio onde trabalhava, e correr alguns blocos para chegar ao tal banheiro. Afinal, quando se tem vontade é preciso ir. Em “Estrelas Além do Tempo”, o diretor Theodore Melfi (“Um Santo Vizinho”) repete essa cena diversas vezes ao som de uma música, digamos, engraçadinha. E, vejam só, muita gente na plateia ri. O ápice dessa sequência envolve uma discussão entre Katherine e seu chefe interpretado por Kevin Costner. E quem riu antes, não volta a rir nessa cena em que Taraji P. Henson brilha de forma monumental. Que atriz! É a melhor parte do filme. Por que é a melhor? Porque é uma síntese de “Estrelas Além do Tempo” e sua passagem mais complexa. Podemos pensar, inicialmente, que a intenção do diretor foi fazer graça com o racismo, mas ao culminar a humilhação de Katherine com a cena do desabafo, a produção revela seu verdadeiro objetivo, que é expor o problema, induzir o espectador (a maioria branca) a rir da situação, para, depois, substituir o riso por uma imensa, justa e irreparável sensação de culpa. A situação descrita ilustra o quanto Katherine Gordon (depois Katherine Johnson) é uma mulher forte, mas ela também é talentosa e insubstituível. Não só ela, como suas amigas Dorothy Vaughan (Octavia Spencer) e Mary Jackson (Janelle Monáe), pessoas que existiram de verdade e merecem ter suas histórias contadas, vistas e compartilhadas. A História oficial da conquista especial norte-americana costuma esquecer, mas as três trabalharam na NASA e foram essenciais para transformar em realidade as primeiras viagens dos astronautas dos EUA ao espaço, incluindo a primeira órbita ao redor da Terra, realizada por John Glenn. Pode-se, entretanto, dizer que, no geral, “Estrelas Além do Tempo” se contenta em ser um filme correto, convencional e simpático até demais. Só que a história de suas personagens é tão importante, envolvente e bem narrada, que pouco importa. “Estrelas Além do Tempo” enfatiza o lado profissional e a capacidade do trio de matemáticas, que se destaca independente da cor da pele e, talvez por isso, o filme não mostre suas estrelas como vítimas. Ao contrário, faz a exaltação de Katherine, Dorothy e Mary, exemplos de mulheres duplamente discriminadas, por serem mulheres e negras, numa época em que a conquista do espaço para mulheres e negros se dava mesmo na Terra. A conquista do espaço de Katherine, Dorothy e Mary aconteceu em seu cotidiano, no ambiente de trabalho. Além de Taraji, o filme permite bastante destaque para Octavia Spencer, indicada ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante, e à cantora Janelle Monáe, que se mostra uma ótima revelação. Mas também não se pode esquecer de Kevin Costner, não somente por seu retorno a um filme importante, mas por também entregar uma atuação imponente. Daria para fazer um paralelo ou, melhor, uma sessão dupla com “Estrelas Além do Tempo” e “Os Eleitos”, obra-prima de 1983, dirigida por Philip Kaufman. Em seu épico sobre o início da corrida espacial, Kaufman não menciona Katherine, Dorothy e Mary, apesar de trazer diversos personagens em comum e destacar aspectos da mesma história. No clássico vencedor de quatro Oscars, as mulheres aparecem apenas como esposas e os negros nem sequer aparecem, sinalizando que o mundo mudou muito desde os anos 1960, mas também bastante dos anos 1980 para cá, a ponto de agora vermos o que era invisível, mas que sempre esteve lá. “Estrelas Além do Tempo” concorre ao Oscar 2017 de Melhor Filme, Atriz Coadjuvante e Roteiro Adaptado.

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    Kevin Costner planeja dirigir uma saga western de mais de 10 horas de duração

    30 de dezembro de 2016 /

    Kevin Costner conquistou um Oscar de Melhor Direção por “Dança com Lobos” (1990), mas o fracasso retumbante da sci-fi “O Mensageiro” (1997) abreviou precocemente sua carreira de diretor. Ele até ensaiou uma volta com outro western, “Pacto de Justiça” (2003), que teve boa avaliação crítica, e garante não ter desistido. Em entrevista ao site Variety, ele revelou ter escrito material para mais de 10 horas de um novo faroeste que pretende dirigir. “Eu gostaria de voltar ao comando dos filmes. Nos últimos tempos, tenho dado vários projetos para diretores que achava capazes de tirá-los do papel. Mas muita gente da minha família fala: ‘Você precisa dirigir os filmes pelos quais se apaixona’. Então, eu acho que voltarei a dirigir”, ele declarou. Sobre o tão sonhado western, o diretor/ator declarou que pretende dividir o projeto em três ou quatro filmes, criando assim uma saga. Ele estaria aberto a realizar o projeto na TV, mas preferia poder lançar um filme a cada seis meses nos cinemas, e cita como exemplo dois clássicos do diretor francês Claude Berri, “Jean de Florette” e “A Vingança de Manon”, ambos lançados em 1986.

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