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    Começa o julgamento de Bill Cosby por abuso sexual

    5 de junho de 2017 /

    Começou nesta segunda-feira (5/6) o julgamento do ator americano Bill Cosby, acusado de drogar e abusar sexualmente uma mulher em sua mansão na Filadélfia há 13 anos. No maior julgamento de uma celebridade americana em muitos anos, o ator de 79 anos é acusado de drogar e abusar sexualmente uma ex-diretora de um time de basquete universitário. Além disso, cerca de 60 mulheres acusaram Cosby publicamente de abuso sexual ao longo de quatro décadas. Mas o julgamento em Norristown, uma pequena cidade da Pensilvânia, será provavelmente o único, já que a maioria das agressões de que ele é acusado teriam acontecido há muitos anos e os crimes prescreveram. O ator, que está quase cego, chegou no tribunal apoiado por uma das estrelas da série clássica “The Cosby Show” (1984-1992), Keshia Knight Pulliam, que, aos cinco anos, interpretou o papel de sua filha mais nova no programa. Durante décadas, Cosby foi “o papai dos Estados Unidos”, venerado por milhões de pessoas e, sobretudo, pela comunidade negra por seu papel como Cliff Huxtable, um afável ginecologista e pai benevolente, no seriado. O julgamento deverá durar duas semanas. Se for condenado, o ator corre o risco de passar o resto de sua vida atrás das grades, já que a sentença mínima é de 10 anos.

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    Processo afirma que papel sensual de Amber Heard precipitou fim do casamento com Johnny Depp

    26 de maio de 2017 /

    O processo que os produtores do filme “London Fields” movem contra a atriz Amber Heard acusa o ator Johnny Depp de ser responsável por sua recusa em gravar cenas de nudez previstas em contrato. O jornal New York Post teve acesso ao processo, em que o produtor Christopher Hanley e sua esposa, a roteirista Roberta Handley, afirmam que a atriz teria aprovado participar das cenas mais ousados, mas mudado de ideia posteriormente, por causa do ciúme excessivo de Depp. Segundo o texto, as cenas de sexo foram decisivas para o término do casamento dos atores. “A natureza provocante da personagem de Heard foi definitiva para o divórcio de Depp”, afirma o documento. Para contornar a recusa da atriz, os produtores contrataram uma dublê de corpo, e a partir daí Amber teria feito tudo para impedir o lançamento do filme. Por conta disso, os pedem cerca de US$ 10 milhões de indenização pelo prejuízo causada pela recusa de Heard de filmar as cenas de sexo conforme estabelecidas em contrato, além de não ajudar na promoção do filme. Amber, porém, não foi a única contrariada pela decisão de incluir cenas com dublê de corpo após suas filmagens. O diretor do filme, Mathew Cullen, ficou possesso e ele também decidiu fazer seu próprio processo, desta vez contra o casal de produtores, por fraude, por terem incluído as sequências controversas na montagem final sem sua autorização. Ele declarou que os produtores não tinham direito de usar seu nome na promoção de um projeto do qual ele não concorda. “London Fields” seria a estreia de Cullen no cinema, após se destacar fazendo videoclipes, como o de “Dark Horse”, de Katy Perry. O filme teria première no Festival de Toronto de 2015, mas, ao ver as primeiras projeções, Cullen impediu sua exibição no evento. Desde então, “London Fields” está num limbo de batalhas judiciais. A trama é uma adaptação do romance homônimo de Martin Amis, publicado em 1989, e acompanha Nicola Six (papel de Amber), uma clarividente que tem uma premonição sobre seu assassinato iminente. Isto a leva a se envolver com três homens, tentando descobrir qual deles vai matá-la. O elenco inclui ainda Billy Bob Thornton, Jim Sturgess, Theo James, Jason Isaacs, Cara Delevingne e Jaimie Alexander, além do próprio Johnny Depp, em uma pequena figuração. Logo que as filmagens terminaram, Depp e Amber anunciaram o divórcio.

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    Nova série jurídica da produtora de How to Get Away with Murder ganha primeiro trailer

    18 de maio de 2017 /

    A rede ABC divulgou as fotos e o primeiro trailer de “For the People”, segunda série jurídica da produtora Shonda Rhimes, responsável pelo sucesso “How to Get Away with Murder”. Criada por Paul William Davies (roteirista de “Scandal”), a série acompanha advogados recém-formados que entram para o serviço público, precisando provar seu valor em casos de defesa e acusação em Nova York. Embora separados em dois times distintos, suas vidas acabam se misturando dentro e fora do tribunal. A série foi a que sofreu maior intervenção do ABC Studios. Mesmo com a aprovação do piloto, o estúdio pediu mudanças no elenco, e as atrizes Lyndon Smith (série “Extant”) e Britne Oldford (série “Hunter”), que tem destaque na prévia abaixo, não estarão nos episódios oficiais. Os demais atores são Ben Rappaport (“Mr. Robot”), Susannah Flood (“Chicago Fire”), Wesam Keesh (“Awkward.”), Regé-Jean Page (minissérie “Raízes/Roots”), Ben Shenkman (“Royal Pains”), Hope Davis (“Wayward Pines”), Vondie Curtis-Hall (“Demolidor”) e Anna Deavere Smith (“Nurse Jackie”). O piloto tem direção do ator Tom Verica (o Sam Keating de “How to Get Away with Murder”) e a estreia vai acontecer na midseason, no começo de 2018 nos Estados Unidos.

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    Xuxa perde processo em que tentava fazer Amor, Estranho Amor sumir do Google

    4 de maio de 2017 /

    Xuxa Meneghel teve mais um recurso negado na longeva ação que ela promove contra o Google. Desde 2010, a apresentadora pede que o site de buscas retire de seus resultados fotos em que aparece nua no filme “Amor, Estranho Amor” (1982) e frases que a relacionem à prática de pedofilia. O filme trazia Xuxa, então com 18 anos, em uma cena quente com um garoto de 12 anos. O processo, atualmente em segunda instância, foi negado pela 19ª Câmara Cível do Rio de Janeiro. “Por unanimidade, depois de rejeitadas as preliminares, no mérito, negou-se provimento ao recurso, nos termos do voto da desembargadora relatora Valeria Dacheux Nascimento”, diz o texto da decisão promulgada na terça-feira (2/5). Curiosamente, Xuxa venceu na Justiça de primeira instância no Rio de Janeiro, mas a decisão foi reformada pelo Tribunal de Justiça do Estado em 2015. Os desembargadores do TJ-RJ decidiram restringir apenas algumas imagens apresentadas pela defesa da artista. O caso chegou ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), que cassou a decisão, entendendo que os sites de busca não podem “ser obrigados a eliminar do seu sistema resultados derivados da busca de determinado termo ou expressão, tampouco os resultados que apontem para uma foto ou texto específico”. Após a decisão, os advogados de Xuxa recorreram ao Supremo e o ministro Celso de Mello negou seguimento do recurso. De acordo com o ministro do Supremo, não foi verificada, na decisão do STJ, “a existência de qualquer juízo, ostensivo ou disfarçado, de inconstitucionalidade das normas legais”. Ele considerou a reclamação da artista “inacolhível”. Em 2013, a apresentadora venceu um processo que impediu a Cinearte Produções, distribuidora do filme, de relançar o longa. Dirigido por Walter Hugo Khouri (1929-2003) em 1982, o drama com toques de erotismo – como praticamente toda a produção do cinema nacional da época – trazia a futura Rainha dos Baixinhos – então modelo, aspirante a atriz e namorada do jogador Pelé – como uma garota de programa que seduzia um menor de idade. Além de cenas de nudez, Xuxa simulava sexo com o garoto. O menino em questão não persistiu na carreira – a menos que se conte os filmes pornográficos explícitos que protagonizou, rodados em 2008 pela produtora Brasileirinhas. Ela, por outro lado, alavancou-se como uma sensação nacional e tornou-se referência no nicho das louras infantilizadas.

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    Vítima de estupro de Polanski ataca promotores que ainda exploram o caso de 1977

    25 de abril de 2017 /

    A vítima de abuso sexual de Roman Polanski em 1977, Samantha Geimer, voltou a se pronunciar sobre o julgamento do cineasta, que está foragido e vivendo na França desde aquela época. Geimer contatou as autoridades através de seu advogado para reclamar da procrastinação dos promotores americanos, que estariam de posse de evidências que corroboram o acordo firmado por Polanski com o promotor original do caso. Em carta enviada também para os meios de comunicação, ela pede que a transcrição do julgamento de 1977 seja tornada pública. Os promotores tornaram secreto o depoimento do responsável pelo acordo, que teria rendido 48 dias de prisão ao cineasta francês. Caso isso venha à tona, comprovaria a tese do diretor de que ele teria sido sentenciado e cumprido a pena. O documento é um ataque ácido aos responsáveis atuais pelo processo. “Vocês e aqueles que vieram antes de vocês nunca me protegeram, vocês me trataram com desprezo, usando um crime cometido contra mim para promover suas próprias carreiras”, ela escreveu. Ela quer deixar todo esse escândalo para trás. Pessoalmente, considera que o cineasta de 83 anos já foi punido o suficiente por seu crime ao ficar longe de Hollywood por quatro décadas, e que ele deveria voltar aos Estados Unidos no fim da vida, sem temer morrer na prisão. Samantha tinha 13 anos quando Polanski foi acusado de drogá-la, durante uma sessão de fotos na casa de um amigo em Los Angeles, e posteriormente violentá-la. Ele confessou ter tido “relações sexuais ilegais” com a menor, mas negou o estupro em seu acordo com a promotoria, quando passou 48 dias preso em uma penitenciária do estado da Califórnia. Após o escândalo arrefecer, a vítima foi procurada por emissários do diretor, chegando a um acordo financeiro nos anos 1990. Ela teria recebido US$ 500 mil de indenização. Em 2013, publicou um livro contando sua história, intitulado “A Menina”. O depoimento do promotor do caso, que foi tornado secreto, é a peça-chave na ação do advogado de Polanski para encerrar o processo judicial. O advogado alega que o diretor só fugiu dos Estados Unidos após receber informação de que o já falecido juiz Laurence Rittenband teria renegado o acordo e dito aos promotores que tinha decidido prender Polanski por até 50 anos. Foi apenas após esse desdobramento que Polanski fugiu para a França, de onde não poderia ser extraditado por ser cidadão francês. E lá continuou filmando e conquistando reconhecimentos da indústria cinematográfica. Chegou até a vencer o Oscar nos EUA, por seu trabalho em “O Pianista” (2002). Só que o caso de quatro décadas não foi esquecido pela justiça americana, que, em 2009, conseguiu convencer a Suíça a prender o cineasta, quando ele desembarcou no país a caminho do Festival de Zurique. Polanski passou mais 334 dias sob custódia na Suíça, enquanto as autoridades dos EUA tentavam extraditá-lo. Entretanto, o caso repercutiu negativamente e, com o apoio da comunidade artística, Polanski lutou contra a extradição e ganhou, voltando para sua casa na França. Logo em seguida, foi premiado como Melhor Diretor no Festival de Berlim por “O Escritor Fantasma” (2010). Há quase dois anos, os Estados Unidos voltaram a solicitar a extradição de Polanski da justiça polonesa, depois de ele ter aparecido em Varsóvia, em 2014, planejando rodar um longa no país. Um tribunal distrital da cidade de Cracóvia, onde Polanski tem um apartamento, rejeitou o pedido em novembro de 2015. E, após o procurador-geral da Polônia pedir a anulação desse julgamento, argumentando que ser uma celebridade ajudou Polanski a escapar da justiça, a Suprema Corte do país encerrou definitivamente o caso, dando reconhecimento aos argumentos do diretor. O juiz observou que Polanski “já tinha cumprido sua sentença”. E é este argumento que o advogado de Polanski está usando para tentar dar um fim no caso nos EUA, incluindo no processo o acordo original do diretor com a promotoria do estado. O caso voltará a ser analisado em junho pela justiça da Califórnia.

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    Justiça americana se recusa a encerrar processo de 40 anos sem a prisão de Polanski

    4 de abril de 2017 /

    O cineasta Roman Polanski não conseguiu encerrar o caso em que é acusado de estupro de uma adolescente de 13 anos, cometido na década de 1970. A Justiça de Los Angeles negou, na segunda-feira (3/4), o pedido do cineasta para ter garantias de que não seria preso caso fosse ao país espontaneamente dar seu depoimento, reforçando que ele é considerado foragido. Em uma decisão de 13 páginas, o juiz Scott Gordon, do Tribunal Superior, declarou que Polanski “não pode se aproveitar do tribunal ao mesmo tempo em que o desacata”. Cidadão francês, o diretor de 83 anos passou 48 dias na prisão após fazer um acordo com a promotoria há 40 anos, mas ao receber a informação de que o juiz poderia mudar de ideia e condená-lo a 50 anos de prisão, ele aproveitou a liberdade condicional para fugir para a França, onde vive desde então. Durante uma audiência em março, o advogado de Polanski, Harland Braun, pediu ao juiz decidir se o diretor já havia cumprido sua pena. Em petição, demandou uma transcrição secreta do depoimento do promotor no caso original. Braun acredita que o testemunho, que tinha se tornado secreto, apóia a afirmação de Polanski de que ele fechou um acordo para ficar 48 dias preso em 1977. Deste modo, teria sido sentenciado e cumprido a pena. Mas, após este período, o já falecido juiz Laurence Rittenband alegadamente renegou o acordo e disse aos promotores que tinha decidido manter Polanski preso por até 50 anos. Foi apenas após esse desdobramento que Polanski fugiu para a França, de onde não poderia ser extraditado por conta de sua cidadania. E assim continuou filmando e conquistando reconhecimentos da indústria cinematográfica. Chegou até a vencer o Oscar nos EUA, por seu trabalho em “O Pianista” (2002). Só que o caso de quatro décadas não foi esquecido pela justiça americana, que, em 2009, conseguiu convencer a Suíça a prendê-lo, quando ele desembarcou no país a caminho do Festival de Zurique. Polanski passou 334 dias sob custódia na Suíça, enquanto as autoridades dos EUA tentavam extraditá-lo. Entretanto, o caso repercutiu negativamente e, com o apoio da comunidade artística, Polanski lutou contra a extradição e ganhou, voltando para sua casa na França. Logo em seguida, foi premiado como Melhor Diretor no Festival de Berlim por “O Escritor Fantasma” (2010). Há quase dois anos, os Estados Unidos voltaram a solicitar a extradição de Polanski da justiça polonesa, depois de ele ter aparecido em Varsóvia, em 2014, planejando rodar um longa no país. Um tribunal distrital da cidade de Cracóvia, onde Polanski tem um apartamento, rejeitou o pedido em novembro de 2015. E, após o procurador-geral da Polônia pedir a anulação desse julgamento, argumentando que ser uma celebridade ajudou Polanski a escapar da justiça, a Suprema Corte do país encerrou definitivamente o caso, dando reconhecimento aos argumentos do diretor. O juiz observou que Polanski “já tinha cumprido sua sentença”. E é este argumento que o advogado de Polanski estava usando para tentar dar um fim no caso nos EUA, incluindo no processo o acordo original do diretor com a promotoria do estado. Polanski foi acusado de drogar Samantha Geimer, durante uma sessão de fotos, antes de violentá-la na casa de um amigo em 1977, em Los Angeles. Ele confessou ter tido “relações sexuais ilegais” com uma menor, mas negou o estupro como parte do acordo e ficou 48 dias preso em uma penitenciária do estado da Califórnia, antes de ser libertado. Em 2013, Samantha Geimer publicou um livro contando sua história, intitulado “A Menina”.

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    Ex-Power Ranger é condenado a seis anos de prisão por assassinato

    30 de março de 2017 /

    O ator Ricardo Medina Jr., que ficou conhecido como intérprete do Ranger vermelho na série “Power Rangers Wild Force” (2002), foi condenado a seis anos de prisão nesta quinta-feira (30/6) pelo assassinato de seu antigo colega de apartamento. Medina já tinha se confessado culpado por ter matado Josh Sutter em 31 de janeiro de 2015, usando uma espada. O crime aconteceu na casa em que moravam, em Palmdale, Los Angeles, Estados Unidos. Segundo investigação, a briga dos dois começou após eles discutirem por conta da presença da namorada de Medina no apartamento que dividiam. A discussão partiu para a agressão física. Irritado, o ator esfaqueou o colega, chamou o socorro e ficou no local enquanto acontecia o atendimento médico. Além de “Power Rangers Wild Force”, Ricardo Medina Jr. também participou da série “Power Rangers Samurai”, exibida entre 2011 e 2012, na qual manejava uma espada cênica. Seus outros créditos como ator incluem aparições em “Plantão Médico” (em 2003) e “CSI: Miami” (2004), e nos filmes “Confessions of a Pit Fighter” (2005), “Bad Blood” (2006) e “Parasomnia” (2008).

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    Ex-Power Ranger confessa ter matado companheiro de quarto com espada

    16 de março de 2017 /

    O ator Ricardo Medina Jr., que ficou conhecido como intérprete do Power Ranger vermelho, na série “Power Rangers Wild Force” (2002), declarou-se culpado da acusação de homicídio na morte por esfaqueamento de seu companheiro de quarto, informou a promotoria de Los Angeles nesta quinta-feira (16/3). Segundo a promotoria, Medina discutiu sobre sua namorada com seu companheiro de quarto, Josh Sutter, de 36 anos, em 31 de janeiro de 2015. A discussão partiu para a agressão física, e o ator desferiu vários golpes de espada até matar o colega. Durante audiência em setembro de 2016, Medina declarou-se inocente no tribunal em Lancaster, na Califórnia. Mas agora o ex-Power Ranger, que está preso desde janeiro do ano passado, admitiu ter matado o colega com uma espada. A sentença do ator será anunciada em 30 de março. Se condenado, Medina pode ficar 26 anos preso em regime fechado. Além de “Power Rangers Wild Force”, Ricardo Medina Jr. também participou da série “Power Rangers Samurai”, exibida entre 2011 e 2012, na qual manejava uma espada cênica. Seus outros créditos como ator incluem aparições em “Plantão Médico” (em 2003) e “CSI: Miami” (2004), e nos filmes “Confessions of a Pit Fighter” (2005), “Bad Blood” (2006) e “Parasomnia” (2008).

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    Roman Polanski quer voltar aos EUA para encerrar caso de abuso sexual

    16 de fevereiro de 2017 /

    Roman Polanski planeja voltar aos Estados Unidos, afirmou nesta quinta-feira (16/2) seu advogado, que busca encerrar o caso dos anos 1970, em que o diretor é acusado de abuso sexual de uma menina de 13 anos. O advogado do cineasta, Harland Braun, pediu a um juiz do Tribunal Superior de Los Angeles que revelasse uma transcrição secreta do depoimento do promotor no caso original. Braun acredita que o testemunho, que tinha se tornado secreto, apóia a afirmação de Polanski de que ele fechou um acordo para ficar 48 dias preso em 1977, foi sentenciado e cumpriu a pena. Mas após este período o juiz Laurence Rittenband alegadamente renegou o acordo e disse aos promotores que tinha decidido manter Polanski preso por até 50 anos. Foi apenas após esse desdobramento que Polanski fugiu para a França, de onde não poderia ser extraditado por conta de sua cidadania. E assim continuou filmando e conquistando reconhecimentos da indústria cinematográfica. Chegou até a vencer o Oscar nos EUA, por seu trabalho em “O Pianista” (2002). Só que o caso de quatro décadas não foi esquecido pela justiça americana, que, em 2009, conseguiu convencer a Suiça a prendê-lo, quando ele desembarcou no país a caminho do Festival de Zurique. Polanski passou 334 dias sob custódia na Suíça, enquanto as autoridades dos EUA tentavam extraditá-lo. Entretanto, o caso repercutiu negativamente e, com o apoio da comunidade artística, Polanski lutou contra a extradição e ganhou, voltando para sua casa na França. Logo em seguida, foi premiado como Melhor Diretor no Festival de Berlim por “O Escritor Fantasma” (2010). Há quase dois anos, os Estados Unidos voltaram a solicitar a extradição de Polanski da justiça polonesa, depois de ele ter aparecido em Varsóvia, em 2014, planejando rodar um longa no país. Um tribunal distrital da cidade de Cracóvia, onde Polanski tem um apartamento, rejeitou o pedido em novembro de 2015. E, após o procurador-geral da Polônia pedir a anulação desse julgamento, argumentando que ser uma celebridade ajudou Polanski a escapar da justiça, a Suprema Corte do país encerrou definitivamente o caso, dando reconhecimento aos argumentos do diretor. O juiz observou que Polanski “já tinha cumprido sua sentença”. E é este argumento que o advogado de Polanski está usando para tentar dar um fim no caso nos EUA, incluindo no processo o acordo original do diretor com a promotoria do estado. “Depois que for confirmado o conteúdo, pediremos à corte que reconheça a decisão polonesa que provém do litígio iniciado pelo promotor”, ressaltou Braun, que também busca um acordo de imunidade para o diretor participar da audiência. “Se a corte aceitar o princípio de cortesia, Roman poderá vir a Los Angeles e à corte sem medo de ir para a prisão”, acrescentou. Polanski foi acusado de drogar Samantha Geimer, durante uma sessão de fotos, antes de violentá-la na casa de um amigo em 1977, em Los Angeles. Ele confessou ter tido “relações sexuais ilegais” com uma menor, mas negou o estupro como parte do acordo e ficou 48 dias preso em uma penitenciária do estado da Califórnia, antes de ser libertado. Em 2013, Samantha Geimer publicou um livro contando sua história, intitulado “A Menina”.

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    Viola Davis e Julia Roberts vão estrelar novo drama de temática racial

    3 de fevereiro de 2017 /

    Duas das atrizes mais populares do cinema americano vão dividir as telas em “Small Great Things”. Viola Davis e Julia Roberts serão as protagonistas do filme, que terá como produtor Marc Platt, do premiado “La La Land”. As informações são do site da revista Variety. Baseado no livro escrito por Jodi Picoult, “Small Great Things” traz a história de um enfermeira negra impedida de cuidar de um bebê devido às ordens dos pais racistas. Quando a criança morre durante o turno dela, ela acaba sendo processada pelo casal por não ter salvo a filha deles. Não está claro qual será o papel de Roberts, mas o mais provável é que ela interprete a advogada da personagem de Davis. As duas atrizes já trabalharam juntas em “Comer, Rezar, Amar” (2010). Picoult, por sua vez, é autora do romance adaptado no filme “Uma Prova de Amor” (2009), com Cameron Diaz e Toni Collette. Em alta em Hollywood, Viola Davis venceu o SAG Award (prêmio do sindicato dos atores) e o Globo de Ouro de Melhor Atriz Coadjuvante e é favorita ao Oscar 2017 da categoria por seu papel em “Um Limite Entre Nós”.

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    Empresa de adestramento de Quatro Vidas de um Cachorro vai processar responsáveis pelo vídeo de maus tratos

    25 de janeiro de 2017 /

    A Birds & Animals Unlimited, empresa que forneceu os animais para as gravações do filme “Quatro Vidas de um Cachorro”, pronunciou-se contra o vídeo de supostos maus tratos, divulgado na última semana pelo site TMZ. “Um vídeo falsamente editado foi divulgado na mídia. Ele retrata um cão sendo forçado a entrar em uma piscina contra a sua vontade e sugere que o cão ficou traumatizado como resultado. Tal coisa não ocorreu, nem aconteceria sob a supervisão de nossos treinadores de animais”, diz o comunicado na página oficial da empresa. A empresa acusa a edição do vídeo de distorcer o que realmente aconteceu e informa que irá tomar medidas legais para se defender do que ela chama de “difamação feita pela imprensa”. Atualmente, a empresa estuda se irá processar apenas quem fez e editou o vídeo com má-intenção ou se também incluirá o site TMZ, que o divulgou, e até a PETA, ONG de defesa de animais que estaria usando o vídeo como instrumento de propaganda contra a companhia. Para esclarecer a opinião pública, a companhia afirma que em todos os momentos em que o cachorro Hercules esteve gravando, havia dois treinadores na borda da piscina, um treinador dentro da água, um dublê e um salva-vidas, de modo a impedir que o ele se machucasse. Segundo o comunicado, o animal gravou diversas tomadas bem-sucedidas durante o dia, mas o problema começou quando foi pedido que mudasse o ponto em que deveria entrar na água, longe de onde tinha sido ensaiado. “Quando a câmera foi ligada, o treinador na água começou a chamar o cão. Rapidamente se tornou aparente que Hercules não queria entrar na piscina naquele local. O que aparece no vídeo editado, e que durou menos de um minuto, é Hercules insistindo em voltar ao seu ponto de partida original. E ele foi levado para o fim da piscina de onde ele tinha sido condicionado a entrar, e fez a cena com alegria”, completa a explicação. “Não podemos identificar a voz que aparece na fita dizendo ‘Só o jogue dentro’, mas havia muitas pessoas no set e não era ninguém com qualquer autoridade sobre o bem-estar de Hércules”, completa a empresa. Sobre os momentos em que o animal fica submerso no fim do vídeo divulgado, o comunicado afirma o seguinte: “Enquanto nadava na piscina, a corrente o levou mais perto da parede no final da piscina do que tinha levado anteriormente. Quando o cão atingiu a parede, ele foi brevemente submerso e o mergulhador e treinador imediatamente o empurraram para a superfície. Os treinadores ao lado da piscina puxaram-no para fora da água. Hércules sacudiu a água e balançou a cauda.” Logo após à divulgação do comunicado oficial da empresa, a ONG PETA contra-atacou com seu próprio comunicado, voltando a acusar a Birds & Animal Unlimited de maus tratos. “As filmagens perturbadoras do set de ‘Quatro Vidas de Um Cachorro’ surgiram apenas alguns dias após a investigação da PETA sobre a Birds & Animals Unlimited – a companhia que forneceu cães para o filme – revelar que os cães eram mantidos em canis áridos e forçados a dormir no frio, os animais não recebiam alimentação adequada para que eles ficassem com fome enquanto estavam sendo treinados para fazer truques, e outros animais foram negados cuidados veterinários adequados e viviam em condições sujas. Aqueles que conduzem o filme querem que ele tenha sucesso, mas mesmo o produtor do filme, Gavin Polone, admitiu que o incidente não deveria ter ocorrido”, afirma a ONG, referindo-se a um texto assinado por Polone para o site The Hollywood Reporter.

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    Intérprete do anticristo no clássico de terror A Profecia é condenado por agir como um possesso

    15 de janeiro de 2017 /

    Harvey Spencer Stephens, que aos 13 anos de idade interpretou o menino Damien no clássico de terror “A Profecia” (1976), foi condenado por agir como um possesso, informou o jornal britânico The Guardian. A sentença foi proferida na sexta, 13 de janeiro. De acordo com o processo, Stephens ficou possesso quando dois ciclistas lhe mostraram o dedo do meio, após ele buzinar para eles se apressarem no trânsito. Furioso, ele ultrapassou os dois, parou o carro e partiu para cima da dupla, deixando um dos ciclistas inconsciente com um soco. Quando o outro tentou defender o amigo, também apanhou. E ainda teve seu capacete quebrado ao cair no chão, quando levou mais seis ou sete golpes. As vítimas disseram que o ator estava “em completo estado de raiva” de um jeito como nunca tinham visto. O ciclista que ficou inconsciente foi levado ao hospital com os dentes quebrados. Stephens admitiu a culpa, dizendo que se “comportou mal”. Como não tinha antecedentes, a pena de um ano de prisão foi revertida para 150 horas de trabalho comunitário e uma indenização de cerca de R$ 4 mil para cada uma das vítimas. O ator também terá que fazer um programa de reabilitação para controlar a fúria… demoníaca. Depois de atuar em “A Profecia”, Stephens só fez mais uma pequena participação num telefilme de 1980, “A Mente Selvagem”. Mesmo assim, foi convidado para fazer uma figuração no remake do terror clássico, lançado em 2006, como um repórter de tabloide. Atualmente com 46 anos, ele trabalha no mercado financeiro.

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    Barraco virtual entre Danielle Winits e jornalista vai parar na polícia

    11 de janeiro de 2017 /

    A briga entre a atriz Danielle Winits e o jornalista Leo Dias desceu mais um degrau nesta semana, saindo dos tuítes barraqueiros para chegar na delegacia. Atriz foi à 14ª DP, delegacia policial do Leblon, no Rio, nesta quarta (11/1) para denunciar as declarações que o jornalista tem feito e que vêm denegrindo sua imagem, buscando iniciar um processo por calúnia e difamação. No Instagram, ela acrescentou que a ofensa pessoal teve caráter machista e misógino, “principalmente num país rendido e assombrado por tantos homens desprovidos do essencial: do respeito para com tantas de nós, mulheres que lhes trazem no ventre os presenteando com não menos do que a vida”. A denúncia também é uma resposta à iniciativa de Leo Dias, que no começo da semana resolveu prestar queixa contra a ameaça de violência física que sofreu do namorado da atriz, o também ator André Gonçalves. A confusão envolvendo Danielle Winits e Leo Dias começou logo no início do ano, no dia 3 de janeiro, quando Leo Dias publicou em sua coluna no jornal carioca O Dia que a atriz alegou estar grávida para conseguir atendimento prioritário num voo para Nova York, onde pretendia passar o réveillon, evitando a longa fila formada no terminal do Aeroporto do Galeão. Danielle não gostou da fofoca e rebateu nas redes sociais, chamando Leo Dias de “pseudojornalista”. E aí o nível baixou nas tamancas, com Dias ligando o ventilador. “Quero ver a Danielle me desmentir que traiu o Amaury com o personal dela”, ele afirmou, falando do ex da atriz. “Vocês foram jantar na pizzaria Braz, na Barra da Tijuca (no Rio). Ele tinha acabado de chegar de um período nos Estados Unidos. O garçom, educado, perguntou se você queria o mesmo vinho da semana passada que estava em falta. Amaury olhou para você e perguntou: ‘Ué, você não bebe vinho, com quem você esteve aqui?’. Ao invés de falar para o Amaury que levou seu amante personal trainer, você foi fazer um escândalo com o coitado do garçom, lembra Danielle???”, escreveu Dias. “O garçom foi humilhado, você queria que o demitissem por expor a sua vida secreta. Isso eu não contei, Danielle. Porque eu achava que as suas mentirinhas públicas eram inofensivas. Coitado do Amaury. O único que te aturou, não por muito tempo. Você me chama de pseudojornalista? Qual foi seu grande papel na TV? Mostrando seu corpo? Que há muito tempo não é mais o mesmo. Danielle, se enxergue. Você é uma farsa. Ninguém te atura por muito tempo. Nem seus amigos (e conhecidos muitos exs), nem os que foram pra cama com você (que não foram poucos, talvez dezenas), mas não ficou nenhum. Olhe pro espelho antes de falar de mim”, ele continuou. E foi nesse toada até envolver os filhos da artista na história. “Danielle Winits não é e nunca foi uma pessoa do bem. Só lamento pelos filhos. Noah pelo menos tem pai. Guy merecia uma família melhor”, continuou. O jorro só foi interrompido quando André Gonçalves entrou na discussão, postando um vídeo nas redes sociais, em que chamou Dias de cheirador e ameaçou quebrar-lhe os dentes. “Olá, Leo Dias. Deixa eu te falar uma parada, já que você não respeita ninguém. Já que você mente e inventa um monte de mentira… É o seguinte: não tem processo, eu vou quebrar seus dentes, meu filho! Seu cheirador de cocaína, filho da p… Vou quebrar seus dentes! Não tem Justiça, eu vou quebrar você, seu filho da p… Por causa da tua mentira, sacou?”. A polícia foi acionada por Leo Dias e, por causa desse vídeo, o ator poderá pegar uma pena de até três meses de prisão e ainda ter que pagar uma indenização ao jornalista. Isto se for condenado. Mas Leo Dias também será investigado por conta do processo aberto por Danielle. A atriz postou a capa da denúncia em seu Instagram. Veja abaixo. " O que você permite é o que vai continuar " … E é com essa frase que COMEÇEI meu dia de hoje , ou melhor , que RECOMEÇEI a minha história enquanto mulher no mundo , e principalmente num país rendido e assombrado por tantos homens desprovidos do essencial : do respeito para com tantas de nós , mulheres que lhes trazem no ventre os presenteando com não menos do que a vida . NÃO MAIS permitirei abusos contra a MINHA MULHER ! NÃO MAIS deixarei impunes a minha volta homens criminosos de qualquer natureza seja ela VERBAL ou de qualquer outra . Sexistas , machistas , golpistas , mentirosos , ardilosos , psicopatas de qualquer vertente , mitônomos , isentos de caráter , imundos de essência . Vermes solitários abusivos , espalhados e ancorados em nossa sociedade com o objetivo único e EXCLUSIVO de serem vendedores baratos de um esteriótipo criado por eles mesmos e por suas mentes enfermas para tantas de nós . Para esses doentes de alma que adoecem tantas de nós , sejamos nós ainda meninas ou mulheres independentes , mães , trabalhadoras , leoas , donas de nossas histórias , lutas e glórias , faço a partir de HOJE da minha vida uma batalha sem armas . Não necessito delas . Sou forte de vida . Sou imensa de amor e cercada dele . Não sou apenas a Danielle Winits . Sou DANIELLE WINITSKOWSKI DE AZEVEDO . Filha da Nadja e órfã do meu EXEMPLO DE HOMEM e de pai Ronaldo . Mãe do Noah e do Guy , brasileira , atriz , casada , vacinada , independente e feliz . Sigo em marcha vertical meu caminho como mulher , como um vetor que rasga as sujas máscaras covardes masculinas , e as joga no chão clamando por uma limpeza URGENTE ! Sigo caminhando também com muita honra há mais de 20 anos como soldada do meu ofício que tanto amo e respeito , o qual me faz porta voz da minha classe artística SIM , e guiada pela crença que ainda tenho na palavra JUSTIÇA . Que ela se faça para mulheres difamadas , caluniadas , insultadas , abusadas verbalmente e / ou fisicamente e discriminadas de TODOS os cantos do mundo . RECOMECEM HOJE como EU e denunciem SEM MAIS pranto . Mulheres unidas e munidas de si mesmas em uma só voz , como em um só canto . Com todo meu amor , Danielle Winitskowski de Azevedo . Uma foto publicada por Danielle Winits (@lawinits) em Jan 11, 2017 às 2:34 PST

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