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    Juiz recusa pedido de vítima para encerrar caso contra Polanski

    27 de agosto de 2017 /

    Um juiz da Corte Suprema de Los Angeles, nos Estados Unidos, negou o pedido da vítima de estupro de Roman Polanski para encerrar o processo criminal contra o cineasta franco-polonês. Samantha Geimer foi abusada pelo diretor há 40 anos, quanto tinha 13. Ela falou no tribunal pela primeira vez sobre o caso em junho, mesmo incomodada em abrir a história, na esperança de convencer o juiz. Samantha argumentou que já perdoou o cineasta e pediu “misericórdia” para si mesma e para sua família com o fim do processo que se arrasta há anos. Ela argumentou que os promotores exploram o caso para avançar em suas carreiras à custa de sua privacidade, que ela jamais recuperou desde os anos 1970, tornando-se uma vítima maior da justiça do que de Polanski. O magistrado Scott Gordon, no entanto, ressaltou que Polanski permanece foragido da Justiça e que não poderia fechar o caso “apenas por ser melhor para a vítima”. Ele alegou que é interesse da sociedade que se faça justiça, o que só será possível, segundo ele, com a continuação do processo. Samantha tinha 13 anos quando Polanski foi acusado de drogá-la, durante uma sessão de fotos na casa do ator Jack Nicholson, em Los Angeles, e posteriormente violentá-la. Ele confessou ter tido “relações sexuais ilegais” com a menor, mas negou o estupro em seu acordo com a promotoria, que o levou a passar 48 dias preso em uma penitenciária do estado da Califórnia. Após ser solto, porém, Polanski fugiu dos Estados Unidos, e o caso foi considerado reaberto. O depoimento do promotor original do caso, já falecido, foi tornado secreto pela justiça e é a peça-chave que poderia encerrar o processo contra Polanski. O advogado do cineasta alega que ele só fugiu dos Estados Unidos após receber informação de que o já falecido juiz Laurence Rittenband teria renegado o acordo e dito que iria prender Polanski por 50 anos. Foi apenas após esse desdobramento que o diretor fugiu para a França, de onde não poderia ser extraditado por ser cidadão francês. E lá continua até hoje, filmando e conquistando reconhecimentos da indústria cinematográfica. Chegou até a vencer o Oscar nos EUA, por seu trabalho em “O Pianista” (2002). Só que o caso de quatro décadas não foi esquecido pela justiça americana, que, em 2009, conseguiu convencer a Suíça a prender o cineasta, quando ele desembarcou no país a caminho do Festival de Zurique. Polanski passou mais 334 dias sob custódia na Suíça, enquanto as autoridades dos EUA tentavam extraditá-lo. Entretanto, sua prisão ao ser convidado de um festival repercutiu negativamente e, com o apoio da comunidade artística, Polanski lutou contra a extradição e ganhou, voltando para sua casa na França. Logo em seguida, foi premiado como Melhor Diretor no Festival de Berlim por “O Escritor Fantasma” (2010). Há dois anos, os Estados Unidos voltaram a solicitar a extradição de Polanski, desta vez da justiça polonesa, depois de ele ter aparecido em Varsóvia, em 2014, planejando rodar um longa no país. Um tribunal distrital da cidade de Cracóvia, onde a família do diretor tem uma residência, rejeitou o pedido em novembro de 2015. E, após o procurador-geral da Polônia pedir a anulação desse julgamento, argumentando que ser uma celebridade ajudou Polanski a escapar da justiça, a Suprema Corte do país encerrou definitivamente o caso, dando reconhecimento aos argumentos do diretor. O juiz do caso em Varsóvia observou que Polanski “já tinha cumprido sua sentença”. E é este argumento que o juiz atual de Los Angeles se recusa a aceitar.

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  • Série

    Britt Robertson vai estrelar nova série jurídica da produtora de How to Get Away with Murder

    29 de julho de 2017 /

    Britt Robertson já definiu seu próximo projeto após o cancelamento de “Girlboss” pela Netflix. Estrela também das igualmente canceladas “Under the Dome” e “The Secret Circle”, a atriz vai voltar às redes de TV para encabeçar uma nova série jurídica da produtora Shondaland, “For the People”. De acordo com o Deadline, Britt interpretará uma advogada chamada Sandra, que decidiu cursar Direito após testemunhar uma injustiça cometida contra sua família quando era criança. Ela entrou no lugar da atriz Britne Oldford (série “Hunter”), que viveu a personagem no piloto aprovado pela rede ABC e que ainda podia ser vista no primeiro trailer divulgado. Sua escalação fez com que o papel fosse reformulado. Além disso, o episódio inicial também terá que ser parcialmente regravado. Criada por Paul William Davies (roteirista de “Scandal”), a série acompanha advogados recém-formados que entram para o serviço público, precisando provar seu valor em casos de defesa e acusação em Nova York. Embora separados em dois times distintos, suas vidas acabam se misturando dentro e fora do tribunal. A série foi a que sofreu maior intervenção do ABC Studios. Mesmo com a aprovação do piloto, o estúdio decidiu mudar o elenco, e além de Britne Oldford, o papel da atriz Lyndon Smith (série “Extant”) também terá outra intérprete. Os demais atores são Ben Rappaport (“Mr. Robot”), Susannah Flood (“Chicago Fire”), Wesam Keesh (“Awkward.”), Regé-Jean Page (minissérie “Raízes/Roots”), Ben Shenkman (“Royal Pains”), Hope Davis (“Wayward Pines”), Vondie Curtis-Hall (“Demolidor”) e Anna Deavere Smith (“Nurse Jackie”). O piloto tem direção do ator Tom Verica (o Sam Keating de “How to Get Away with Murder”, outra série jurídica da Shondaland) e a estreia vai acontecer na midseason, no começo de 2018 nos Estados Unidos.

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  • Etc,  Série

    AMC revela emails pesados do criador de The Walking Dead para justificar sua demissão

    13 de julho de 2017 /

    O site The Hollywood Reporter teve acesso aos emails trocados entre o cineasta, roteirista e produtor Frank Darabont e os executivos e equipe técnica de “The Walking Dead”. Criador da série, Darabont trava uma batalha legal com o canal AMC por ter sido demitido na 2ª temporada da série e revindica uma fortuna em direitos. A correspondência foi usada como prova dos executivos da AMC para justificar sua demissão. Os emails abrangem o período em que Darabont esteve à frente da atração, entre 2010 e 2011, e são repletos de palavrões e ameaças físicas. Sua baixa estima pelos profissionais da série é evidente, mas não há uma linha de reclamação sobre o elenco, demonstrando que seu problema era com a equipe contratada pelo AMC para trabalhar na produção. Ele descreve roteiristas como “malditos idiotas preguiçosos” e “enganadores superpagos” e diz que não deveria “apenas ter demitido, mas caçado e matado os fdp à tijoladas, e depois queimado suas casas”. “Eu falei para os c*zões uma dúzia de vezes. Por que eles não escutam quando EU DIGO a forma de fazer? Entra em um ouvido e sai no outro… É como se eles intencionalmente me dissessem para ir me f*der.” Irritado com um executivo da AMC que insistia em falar dos roteiristas, ele retrucou: “Por favor, pare de falar em sala de roteiristas. Não há sala de roteiristas, o que você sabe tão bem quanto eu. Eu sou a sala dos roteiristas. Os malditos c*zões preguiçosos que supostamente seriam meus showrunners me deixaram essa responsabilidade depois de perderem cinco meses do meu tempo”. A situação acirra ainda mais quando Darabont vê as gravações do começo da 2ª temporada e decide que o material é inutilizável. Após reclamar que tinha dito para limitarem as gravações com câmera na mão, ele percebeu que a maioria das cenas foi filmada com câmera na mão. “Quando eu disse, não era uma sugestão aleatória, e os operadores devem ser dito para manter a p*rra da câmara na mão”, resultando em imagens de “crise epiléptica”, “uma m*rda completamente demente e inutilizável”. “Diga a esses operadores que se eles não conseguem fornecer imagens que funcionem, precisamos substituí-los por pessoas que podem. Por que diabos nós estamos pagando? Ray Charles poderia fazer melhor”, completa. Sobra até para os diretores. “É como se tivéssemos arrancado um garoto sem nenhuma experiência do ensino médio e o colocado para dirigir uma série”, escreveu Darabont. “Melhor acordar logo e prestar a p*rra da atenção. Ou vou começar a matar pessoas e atirar os corpos porta afora”. Num desabafo enviado para a produtora Gale Anne Hurd e outros, ele deixou claro seu estado de espírito: “F*dam-se todos por me dar dores no peito por causa da incrível incompetência, da cegueira absoluta aos momentos importantes e da falta de consideração por tudo o que está escrito e não é exibido no set todos os dias. Eu mereço melhor do que um ataque cardíaco, porque pessoas são muito estúpidas para ler um script e entender as palavras. Alguém está em desacordo comigo? Então juntem-se ao operador de câmera demitido e vá encontrar outro trabalho que não consista em deliberadamente atrapalhar a minha série cena por cena”. Em seu depoimento no processo, Darabont defendeu o tom dos emails, dizendo que eles foram escritos no calor do momento, durante uma produção profundamente conturbada e que suas reclamações eram válidas. “Cada um desses emails deve ser considerado no contexto”, ele explicou. “Eles foram enviados durante um período intenso e estressante de dois anos de trabalho, durante o qual eu estava lutando como uma mãe leoa para proteger essa série – não apenas por mim, mas ironicamente também pelo AMC. Cada um desses emails foi enviado porque um ‘profissional’ demonstrou que sua preguiça, indiferença ou incompetência ameaçava afundar o navio. Meu tom foi o resultado do estresse e da magnitude extraordinária da crise. A linguagem e hipérbole dos meus emails são duras, mas as circunstâncias também eram.” A estratégia do AMC é mostrar que o comportamento de Darabont não condizia com a função que ele deveria exercer e por isso foi justamente demitido. O produtor alega que o canal foi responsável por criar esta situação por economizar os mínimos centavos em tudo, contratando profissionais baratos e incapacitados porque não acreditava no potencial de uma série de zumbis. E como foi ele quem tirou o projeto do papel, graças a muito esforço e comprometimento, deveria ter sido melhor considerado e compensado. O roteirista-produtor Glen Mazzara, que substituiu Darabont na metade da 2ª temporada, testemunhou a favor do cineasta, dizendo que o considerava um “bom showrunner”, trabalhando 24 horas no programa e que o AMC o tratou de forma injusta.

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  • Filme

    Bruno de Luca é condenado a indenizar recepcionista de hotel por agressão

    12 de julho de 2017 /

    O ator Bruno de Luca (“Malhação”, “Copa de Elite”) foi condenado a pagar R$ 15 mil de indenização por ter agredido física e verbalmente o recepcionista de um hotel em Florianópolis. A sentença foi expedida pela 1ª Câmara Civil do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, que não só manteve a condenação da primeira instância como aumentou o valor da indenização por danos morais, inicialmente fixada em R$ 10 mil. A agressão aconteceu em novembro de 2009. De acordo com o processo, Bruno chegou ao hotel por volta das 5 horas da manhã, acompanhado de amigos. Outros hóspedes se incomodaram com o som alto e o barulho no apartamento do grupo e fizeram uma reclamação na portaria. O funcionário pediu que eles reduzissem a algazarra, mas não foi atendido. Quando soube que o caso seria registrado no livro de hóspedes, o ator foi até a recepção, acompanhado da atriz Lívia Lemos. De acordo com a sentença, os dois estavam “bastante alterados e aparentemente alcoolizados” e “acabaram por agredir física e verbalmente o recepcionista e seu colega”. Em sua defesa, o ator culpou o funcionário pela confusão, alegando que ele invadiu seu quarto sem autorização. Já sobre a agressão, De Luca garantiu que as ofensas foram mútuas. Entretanto, o relator da apelação, o desembargador Raulino Brüning, considerou que as provas audiovisuais e os depoimentos das testemunhas que presenciaram a cena comprovaram que as agressões não foram recíprocas, como alega o ator em sua defesa. “O estado de etilidade do réu pode até explicar seu comportamento, mas não justifica sua conduta. A ninguém é dado embriagar-se e, neste estado de desorientação psiconeurossomática, fazer o que bem entende”, afirmou o magistrado. Os advogados do acusado ainda tem direito de protelar um pouco mais a aplicação da sentença, com recursos junto ao tribunal superior. A estratégia, porém, pode render um aumento ainda maior na indenização, além de manter o caso nos noticiários. Bruno de Luca terminou recentemente de filmar “Os Parças”, comédia em que contracena com Tom Cavalcante (série “Sai Debaixo”), Tirullipa (filho de Tiririca) e o youtuber Whindersson Nunes (“Os Penetras 2”).

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  • Série

    Ava DuVernay fará minissérie baseada em história famosa de injustiça criminal

    6 de julho de 2017 /

    A cineasta Ava DuVernay (“Selma”) vai desenvolver uma minissérie baseada num crime real para a Netflix. A produção irá examinar o caso que ficou conhecido como “Central Park Five”, em que cinco adolescentes negros foram injustamente condenados por estuprar uma mulher no Central Park, em Nova York, em 1989. A atração terá cinco episódios escritos e dirigidos por DuVernay. Cada capítulo irá se concentrar num dos cinco jovens do Harlem, e a narrativa abrangerá desde o interrogatório da polícia, na primavera de 1989, até a exoneração dos condenados em 2014, após 25 anos. A ideia é expôr o preconceito que se esconde por trás da justiça criminal dos Estados Unidos. O tema ecoa o documentário que a cineasta fez para a Netflix no ano passado, “A 13ª Emenda”, sobre o sistema prisional americano, que foi indicado ao Oscar 2017. Desta vez, porém, a produção será uma obra de ficção com atores. “Eu tive uma experiência extraordinária trabalhando com a Netflix em ‘A 13ª Emenda’ e estou muito feliz por continuar essa exploração do sistema de justiça criminal como um projeto narrativo”, disse DuVernay em comunicado. “A história dos homens conhecidos como Central Park Five me rebitou por mais de duas décadas. Em sua jornada, testemunhamos cinco jovens inocentes de cor que se depararam com injustiças em cada momento de suas histórias – das confissões coagidas ao encarceramento injusto aos apelos públicos para sua execução pelo homem que virou o Presidente dos Estados Unidos”. “Este é um dos casos mais falados do nosso tempo e a visão apaixonada da Ava e sua direção magistral trará as histórias humanas das manchetes para a vida nesta série”, disse Cindy Holland, vice-presidente de conteúdo original da Netflix. “Depois de redimensionar poderosamente a conversa pública sobre criminalidade e injustiça em ‘A 13ª Emenda’, Ava agora dará um novo foco para um caso que expõe falhas profundas em nosso sistema de justiça criminal”. A estréia está prevista em 2019.

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    Ator da Globo vence processo por racismo contra companhia aérea

    28 de junho de 2017 /

    O ator Érico Brás (visto este ano no filme “O Rastro” e na novela da Globo “A Lei do Amor”) e sua esposa Kenia Maria (do canal Tá Bom pra Você?, no YouTube) venceram um processo em 1º Instância contra a empresa aérea Avianca por racismo e danos morais. A companhia área foi condenada a indeniza-los em R$ 35 mil por causa de um episódio ocorrido em março de 2016, durante um voo que saiu de Salvador com destino ao Rio de Janeiro, em que eles foram obrigados a descer da aeronave. A confusão aconteceu quando Kenia foi impedida pelo comissário de bordo de acomodar sua bagagem de mão embaixo da poltrona. O comandante acionou a Polícia Federal dizendo que o casal poderia ser uma ameaça para o voo e os expulsou da aeronave. Em protesto, sete passageiros se recusaram a seguir viagem em apoio ao casal e também desceram do voo. “Achei uma decisão muito justa e até representativa para ao nosso país. É importante ressaltar que ganhamos essa causa porque tínhamos conhecimento da lei e por isso temos que falar cada vez mais sobre os direitos e deveres de cada cidadão”, disse Érico para a imprensa, após a decisão judicial. “Revelo que sinto um alívio pela humilhação que eu passei. Eu levo o debate racial para escolas, universidades, rede sociais, TV e revistas, mas quando encaro o racismo de frente, confesso que ainda fico apavorada, muda e não seguro a vontade de chorar. Não vou me adaptar nunca!”, desabafou Kenia, que é defensora da ONU Mulheres pelos direitos das mulheres negras. A Avianca já informou que vai recorrer da sentença, afirmando que não há prova de dano nos pertences da esposa de Érico e que a retirada do casal do voo não constitui racismo.

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    Isis Valverde vence processo contra a Playboy no STJ

    21 de junho de 2017 /

    A atriz Isis Valverde venceu mais um capítulo da sua novela judicial, que já tem duração de uma década. Ela processa a editora Abril por conta de uma foto em que aparece seminua, publicada sem sua autorização pela revista Playboy em 2007. O STJ decidiu, por unanimidade, que a atriz tem direito à dupla indenização, por danos morais e materiais. O advogado da atriz, Marcelo Martins, informou para a imprensa que o valor atualizado da indenização por danos morais gira atualmente em torno de R$ 118 mil. Já a indenização por danos materiais correspondente ao valor que uma atriz com a projeção de Isis receberia para aparecer na revista. Esta quantia só será calculada quando a sentença for executada. A foto que motivou o processo foi tirada nos bastidores da novela “Paraíso Tropical”, em uma cena em que Isis aparecia com os seios descobertos. A Playboy publicou a imagem com a legenda “Isis Valverde, no Rio, dá adeusinho e deixa escapar o cartão de boas-vindas”. Na novela, a atriz interpretava a prostituta Telma. Além do uso indevido da imagem, o advogado da atriz questionou o texto, que considerou difamatório e inverídico. O processo alega que a “imagem veiculada traduz comentários de cunho malicioso e indecoroso que não possuem relação com as atividades da atriz”. Isis já tinha vencido a causa originalmente em 2013, mas a Abril recorreu, protelando a execução da sentença, que agora foi novamente confirmada pelo STJ. Em seu julgamento, a juíza Katia Cilene da Hora Machado Bugarim argumentou que “o fato de a autora ser atriz de TV e ter notoriedade não afastam o seu direito à intimidade e ao pudor, salvo se por mera liberalidade abrisse mão disso, o que não ocorreu no caso”. A editora Abril ainda pode recorrer da decisão em mais uma instância, esticando ainda mais a novela.

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    Alyssa Milano processa seu contador por deixá-la arruinada

    19 de junho de 2017 /

    A atriz Alyssa Milano abriu um processo contra seu ex-contador, em que pleiteia uma indenização de US$ 10 milhões, acusando-o de má conduta grave que a levou a um desastre financeiro. Formalizado na sexta-feira (16/6) no Tribunal Superior de Los Angeles, o processo acusa o contador Kenneth Hellie e sua firma, Hellie, Hoffer & Co., de forjar a assinatura da atriz em cheques, não pagar taxas e impostos vencidos e induzi-la a fazer investimentos ruins em negócios em que ele era sócio, sem revelar o conflito de interesses. As ações de Hellie, de acordo com a ação judicial, deixaram Milano e seu marido, o empresário David Bugliari, “com o crédito em ruínas e milhões de dólares em dívidas”. Procurado pelo site da revista Variety, Hellie recusou-se a discutir as especificidades. “Eu gostaria de dizer algo”, disse ele. “Obviamente, muita coisa é como a situação de Johnny Depp. Ainda não posso dizer nada.” Depp também está atualmente envolvido em uma guerra legal com seus ex-empresários, que rebatem suas acusações com a revelação de que ele próprio destruiu suas finanças com uma gastança irresponsável. Assim como Milano, Depp afirma que seus empresários se envolveram em “má conduta grosseira” e os processa em US$ 25 milhões. “Nós antecipamos essa defesa”, disse o advogado de Milano, Ellyn Garofalo, sócio da Liner LLP. “Nada poderia estar mais longe da realidade. Alyssa e David vivem um estilo de vida relativamente modesto centrado em sua família. É lamentável que o Sr. Hellie ache adequado culpar os clientes que confiaram nele em vez de assumir a responsabilidade por sua própria negligência e má conduta”. Os autos do processo alegam que os problemas financeiros da atriz começaram com uma reforma em sua casa. O texto afirma que a escassa supervisão da Hellie causou uma espiral de custos, que levaram a um gasto de US$ 5 milhões para reformar uma residência avaliada em US$ 3 milhões. Ela também diz que seus contadores não a alertaram sobre as violações do código de construção do Ventura County, resultando em mais US$ 376.950 em multas. Milano ainda acusa o contador de esconder dívidas. Em fevereiro de 2016, rls recebeu um aviso de inadimplência devido a um pagamento de hipoteca não pago, e foi então que descobriu que oito pagamentos de hipoteca estavam atrasados ​​em um período de 13 meses. Os pagamentos em atraso danificaram sua pontuação de crédito ao ponto dela não conseguir refinanciar sua casa para pagar as dívidas, segundo alega. A atriz também acusa o contador de não ter pago seus impostos de renda federal em 2013 e 2014. Milano diz que seus funcionários também se queixaram de pagamentos em atraso, e que Hellie não pagou os impostos dos empregados. Para completar, alega que Hellie usou seus fundos para sustentar seus próprios investimentos. Ela diz que o contador pegou dinheiro da sua conta em quatro ocasiões sem consultá-la, numa delas para investir em um empreendimento de estacionamento que não gerou qualquer renda e que tinha o próprio Hellie como sócio. Mesmo assim, Milano diz que continuou a receber garantias de que suas finanças eram saudáveis. Por conta disso, revelou ter recusado continuar na série “Mistress” em sua 3ª temporada. A temporada teria lhe pago US$ 1,3 milhão, e ela acredita que talvez negociasse um acordo ainda mais lucrativo para a 4ª temporada. Se soubesse o quanto suas finanças estavam arruinadas de verdade, diz que “nunca teria recusado” o trabalho. Depois de demitir Hellie em junho de 2016, Milano conta que ele ainda exigiu um pagamento de US$ 26 mil por “serviços profissionais”, que ela se recusou pagar. Mas ele não se deu por satisfeito, segundo o processo, forjando a assinatura da atriz em um cheque nesse montante.

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    Julgamento de Bill Cosby por estupro é anulado

    17 de junho de 2017 /

    O veterano comediante Bill Cosby escapou da prisão. O ruidoso julgamento em que ele era acusado por estupro foi anulado neste sábado (17/6), depois que o júri não alcançou um veredicto por unanimidade, condição exigida pela Justiça americana para uma condenação. Foram mais de 50 horas de deliberações, sem que as cinco mulheres e os sete homens do juri chegassem a um consenso sobre a culpa ou a inocência de Cosby. A anulação foi uma vitória parcial para o ator de 79 anos, que respondia acusação de abuso sexual cometida contra Andrea Constand em 2004. Caso fosse condenado, a estrela do popular sitcom “The Cosby Show” (1984-1992) corria o risco de ser condenado a 30 anos de prisão. Mas Cosby ainda não está totalmente livre. O promotor do condado de Montgomery, Kevin Steele, que havia acusado o ator, indicou que solicitará a abertura de um novo processo, como autoriza a lei. Isto significa que haverá um segundo julgamento com outros jurados. O caso de Constand foi o único que originou processo criminal, após mais de 60 mulheres apresentaram denúncias de abuso sexual contra Cosby. As outras denúncias tinham prescrito e não puderam ser levada a júri, mas ainda rendem ações na Justiça civil. Na ausência de testemunhas diretas ou elementos materiais de prova, todo o processo se concentrou no depoimento de seus dois protagonistas, Bill Cosby e Andrea Constand. O ator reconheceu que teve contato com a jovem na noite de janeiro de 2004, mas assinalou que se tratou de uma relação consensual. Também admitiu que deu a Andrea um sedativo, mas alegou que queria apenas que ela relaxasse, uma vez que havia dito que estava estressada. Já a canadense de 44 anos, que trabalha como massagista terapêutica em Toronto, apresentou incoerências em diversas declarações, destacadas com insistência pela defesa.

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    Rebel Wilson vence processo de difamação contra publicações de fofoca

    16 de junho de 2017 /

    A atriz australiana Rebel Wilson (“A Escolha Perfeita”) ganhou um processo de difamação contra uma editora de revistas de fofoca, Bauer Media. O juri do tribunal de Melbourne, na Austrália, decidiu unanimemente a seu favor, após quatro semanas de julgamento, e agora o juiz irá determinar o valor da indenização. Durante o processo, Wilson e sua equipe jurídica apresentaram artigos publicados pela editora, que a acusavam de mentir sobre sua idade, nome e outros detalhes pessoais, como sua educação. Os argumentos eram pura invenção e danificaram sua reputação. Ela alegou que perdeu dois papéis por causa da difamação irresponsável. “Esperava que o júri fizesse o que era certo e enviasse uma mensagem clara para esses tabloides. E eles fizeram isso”, disse Wilson numa entrevista coletiva logo após decisão do tribunal, divulgada pela Sky News. Ela também foi ao Instagram comemorar sua vitória. “Eu tive que tomar uma posição. Eu tive que enfrentar um bully, uma organização de mídia, Bauer Media Group, que maliciosamente me humilhou em maio de 2015 com uma série de artigos sujos e completamente falsos”, escreveu ela na rede social. “Muitas vezes as revistas de fofoca e os ‘jornalistas’ que trabalham para eles não cumprem a ética profissional. Muitas vezes, sua conduta só pode ser descrita como vergonhosa e nojenta! Estou feliz que as adoráveis ​​senhoras do júri concordaram comigo. O seu veredito unânime enviou uma mensagem clara”, continuou ela. “Eu amo meu trabalho como atriz e espero reconstruir minha carreira agora que a verdade foi estabelecida. Muito obrigado a todos!” Num segundo post, ela completou: “Foi um mês de batalha legal na Suprema Corte de Victória pelo caso de difamação. Eu nunca conseguiria resumir tudo com palavras e fotos. Tudo o que posso dizer agora é muito obrigado! Eu amo a Australia e ser australiana. Eu quero que os jovens da Austrália sejam bem sucedidos no mundo naquilo em que forem melhores, sem precisar se preocupar com pessoas que maliciosamente tentem sabotá-los por terem se tornado bem-sucedidos”. Just crushed my defamation case in Australia x thank you to all my family, friends and supporters! I had to take a stand. I had to stand up to a bully, a media organization Bauer Media Group who maliciously took me down in May 2015 with a series of grubby and completely false articles. Far too often tabloid magazines and the 'journalists' who work for them don't abide by professional ethics. Far too often their conduct can only be described as disgraceful and disgusting! I'm glad that the lovely ladies of the jury have agreed with me. Their unanimous and overwhelming verdict has sent a clear message. I love my job as an actress and as an entertainer and I look forward to rebuilding my career now that the record has been set straight. Thank you so much everybody! Uma publicação compartilhada por Rebel Wilson (@rebelwilson) em Jun 14, 2017 às 11:52 PDT It's been a month of legal battle in the Victorian Supreme Court for my defamation case. I could never encapsulate everything in words and pictures. All I can say now is THANK YOU! I love Australia and being Australian. I want young people in Australia to get out there and succeed in whatever they are good at and to not have to worry about people maliciously tearing them down if they get too successful. It's good to strive to be your best! It's good to follow your dreams! And it's good to believe in yourself x. Uma publicação compartilhada por Rebel Wilson (@rebelwilson) em Jun 15, 2017 às 5:21 PDT

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    RedeTV! é condenada a pagar Rodrigo Sant’Anna por plágio do Zorra Total

    14 de junho de 2017 /

    A RedeTV! foi condenada a pagar R$ 50 mil ao ator global Rodrigo Sant’Anna por plágio. A sentença foi definida na terça (13/6) pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça), de Brasília. Sant’Anna iniciou o processo em 2012, quando a RedeTV! incluiu o ator Tiago Barnabé imitando a personagem Valéria, do “Zorra Total” (TV Globo), na cobertura do Carnaval 2012. Valéria, que ficou conhecida pelo bordão “ai como eu tô bandida”, foi criada e é interpretada por Rodrigo Sant’Anna. A RedeTV! declarou que se tratava apenas de uma paródia, mas o plágio foi confirmado. Apesar da vitória, o valor definido pelo STJ foi muito baixo em relação ao pedido original do processo. Rodrigo Sant’Anna queria R$ 700 mil de indenização.

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  • Filme

    Fernanda Young é atacada na internet e juiz diz que ela tem “reputação elástica” por ter posado nua

    9 de junho de 2017 /

    A roteirista, produtora e atriz Fernanda Young levou uma lição de moral de um juiz, por conta de um processo que moveu na Justiça contra o dono de um perfil falso no Instagram que a chamava, entre outras coisas, de “vadia lésbica”. Segundo publicou o site Jota, o juiz Christopher Alexander Roisin, da 11ª Vara Cível de São Paulo, concordou que o pernambucano Hugo Leonardo de Oliveira Correa teve a intenção de insultar Fernanda. Porém, estabeleceu um valor baixo de indenização, em R$ 5 mil, na altura da reputação que ele atribui à vítima. No processo, o juiz afirma que “o valor leva em conta o fato da autora ter artisticamente posado nua, de modo que sua reputação é mais elástica, inclusive porque se sujeitou a publicar fotografia fazendo sinal obsceno, publicou fotografia exibindo os seios (…). Ora, uma mulher com tantos predicados como a autora afirma possuir deveria demonstrar, porque formadora de opinião, uma pouco mais de respeito”. A advogada de Fernanda, Isabela Guimaraes Del Monde, disse à imprensa que a escritora decidiu recorrer da decisão. “Não pelo valor da indenização, mas pelos trechos bastante machistas da decisão do juiz”, diz. “Foi um choque para a gente. Ele demonstrou ter uma posição machista, conservadora e retrógrada.”

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    Vítima de estupro de Polanski nos anos 1970 defende o cineasta na justiça americana

    9 de junho de 2017 /

    A vítima do abuso sexual de Roman Polanski nos anos 1970, Samantha Geimer, resolveu se manifestar pela primeira vez diante de um juiz sobre o caso. E como testemunha de defesa do cineasta, numa audiência para decidir o futuro do processo de 40 anos. Ela pediu ao juiz Scott Gordon, do Tribunal Superior de Los Angeles, que encerrasse o caso para que pudesse retomar sua vida, visando recuperar sua privacidade e evitar ter que explicar para os netos porque era famosa. “Eu imploro que faça isto por mim, tenha piedade de mim”, disse Geimer, hoje com 53 anos, 40 dos quais passados sob a sombra do escândalo. Ela acusa promotores de justiça dos Estados Unidos de tentar se promover em cima de sua história e, devido a isso, prolongar o processo e seu sofrimento de forma desnecessária. “Eu não falo em defesa de Roman, mas da Justiça”, acrescentou, referindo-se ao cineasta pelo primeiro nome. “Eu imploro que reconsidere resolver este caso sem prender um homem de 83 anos”, prosseguiu, alegando que ele também já foi punido o suficiente, ao viver como exilado e impedido de trabalhar em Hollywood quando vivia o auge de sua carreira. Mais que isso, ela defende a mesma linha de raciocínio do advogado de Polanski, afirmando que ele cumpriu a pena estabelecida em seu acordo original. Samantha tinha 13 anos quando Polanski foi acusado de drogá-la, durante uma sessão de fotos na casa do ator Jack Nicholson, em Los Angeles, e posteriormente violentá-la. Ele confessou ter tido “relações sexuais ilegais” com a menor, mas negou o estupro em seu acordo com a promotoria, que o levou a passar 48 dias preso em uma penitenciária do estado da Califórnia. Após ser solto, porém, Polanski fugiu dos Estados Unidos, e o caso foi considerado reaberto. O depoimento do promotor do caso, que foi tornado secreto, é a peça-chave na ação do advogado de Polanski para encerrar o processo judicial. O advogado alega que o diretor só fugiu dos Estados Unidos após receber informação de que o já falecido juiz Laurence Rittenband teria renegado o acordo e dito que iria prender Polanski por 50 anos. Foi apenas após esse desdobramento que o diretor fugiu para a França, de onde não poderia ser extraditado por ser cidadão francês. E lá continuou filmando e conquistando reconhecimentos da indústria cinematográfica. Chegou até a vencer o Oscar nos EUA, por seu trabalho em “O Pianista” (2002). Só que o caso de quatro décadas não foi esquecido pela justiça americana, que, em 2009, conseguiu convencer a Suíça a prender o cineasta, quando ele desembarcou no país a caminho do Festival de Zurique. Polanski passou mais 334 dias sob custódia na Suíça, enquanto as autoridades dos EUA tentavam extraditá-lo. Entretanto, sua prisão ao ser convidado de um festival repercutiu negativamente e, com o apoio da comunidade artística, Polanski lutou contra a extradição e ganhou, voltando para sua casa na França. Logo em seguida, foi premiado como Melhor Diretor no Festival de Berlim por “O Escritor Fantasma” (2010). Há dois anos, os Estados Unidos voltaram a solicitar a extradição de Polanski, desta vez da justiça polonesa, depois de ele ter aparecido em Varsóvia, em 2014, planejando rodar um longa no país. Um tribunal distrital da cidade de Cracóvia, onde a família do diretor tem uma residência, rejeitou o pedido em novembro de 2015. E, após o procurador-geral da Polônia pedir a anulação desse julgamento, argumentando que ser uma celebridade ajudou Polanski a escapar da justiça, a Suprema Corte do país encerrou definitivamente o caso, dando reconhecimento aos argumentos do diretor. O juiz do caso observou que Polanski “já tinha cumprido sua sentença”. E é este argumento que o advogado de Polanski está usando para tentar dar um fim no processo agora nos EUA, ecoado por Samantha Geimer. Após seu depoimento, Geimer também falou à imprensa, dizendo que não ficou traumatizada pelo que aconteceu há 40 anos. Contrariando expectativas, ela simplesmente afirmou que “já era sexualmente ativa na época”. Tudo isso ela já tinha contado em seu livro de memórias, intitulado “A Menina” (2013). Mas ainda acrescentou que foi mais abusada pela Justiça, porque não deixam o caso ser encerrado e continuam usando seu nome por décadas sem fim. Geimer acusou a promotoria de Los Angeles de ser “hipócrita” ao recusar seu pedido para encerrar o processo. “Se eu estivesse de pé aqui, querendo colocar Polanski na prisão por toda a vida, minha opinião seria relevante”. De fato, como busca o contrário, a promotoria afirmou que seu desejo não era importante para o caso.

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