Vera Fischer diz que Xuxa lhe deu prejuízo ao censurar Amor, Estranho Amor
A atriz Vera Fischer se manifestou sobre a briga judicial que envolve o filme “Amor Estranho Amor”, longa que Xuxa conseguiu manter fora de circulação por anos, numa censura judicial, devido às cenas polêmicas em que ela aparece em situações sexuais impróprias ao lado de um menino de 12 anos. A estrela de “Laços de Família”, “Mandala” e “O Clone” também foi coprodutora do longa, ao lado de Anibal Massaini Neto, e disse ter tomado prejuízo com a polêmica. Em entrevista ao “Cinejornal”, da TV Brasil, ela lamentou a curta carreira cinematográfica do filme de 1982, dirigido por Walter Hugo Khouri (1929-2003). “Tinha um elenco enorme… Pena que o público só viu por um tempo. Ele entrou em cartaz nos cinemas, fez ótimo público, mas saiu de circulação. Eu senti muito, até porque era coprodutora do filme. O produtor principal era o Anibal Massaíni e nós sentimos no bolso”. De fato, “Amor Estranho Amor” era repleto de grandes atores e atrizes, como Tarcísio Meira, Íris Bruzzi, Mauro Mendonça e Otavio Augusto. O papel de Xuxa, na verdade, era bem pequeno. Mas tomou dimensões desproporcionais. Na trama com toques de erotismo – como praticamente toda a produção do cinema nacional da época – , a futura Rainha dos Baixinhos – então modelo, aspirante a atriz e namorada do jogador Pelé – interpretava uma garota de programa menor de idade, que seria dada de presente para o personagem de Mauro Mendonça, um político poderoso da região de Santa Catarina, 30 anos mais velho que a adolescente. Mas além de aparecer em cenas de nudez, Xuxa também se envolve com um garoto de 12 anos. Elas acabou se arrependendo de ter participado da produção após passar a apresentar programas infantis, dando início a uma disputa legal com os produtores para impedir que o filme voltasse aos cinemas. Sua última vitória para impedir o relançamento foi em 2013, mas, segundo sua assessoria, ela desistiu do bloqueio em 2018 e o lançamento está liberado. Vera também comentou a decisão de Xuxa. “Eu acho que ela (Xuxa) tinha uma equipe muito poderosa. E acho que eles a obrigaram a tirar o filme de circulação. Seminua com um garoto de 12 anos… Eu acho que a situação foi essa”. Mas agora Xuxa parece ter mudado de ideia. Em entrevista recente ao “Fantástico” – e já longe de seus dias de apresentadora infantil – , Xuxa até incentivou seus fãs a assistirem. “Quem não viu, por favor, veja. Fala de uma coisa atual, exploração infantil, realidade de muita gente. Essa é uma ficção, mas a realidade existe com o nome de exploração infantil”. Diante disso, Vera Fischer acredita que finalmente poderá começar a ganhar dinheiro com o longa. “Eu acho que vão querer lançar novamente nos cinemas ou nas plataformas. E vai ser um ganho… a própria Xuxa disse outro dia que o filme é bom e tem que ser visto. Vai ser bom para a gente”, comentou.
Ex-marido de Naya Rivera processa condado de Ventura pela morte da atriz
O ex-marido da atriz Naya Rivera, estrela de “Glee” que morreu afogada em julho num lago da Califórnia, decidiu processar o condado de Ventura, onde o acidente aconteceu. Também ator, Ryan Dorsey (da série “Yellowstone”) abriu um processo em nome do filho dos dois na quarta-feira (18/11), responsabilizando as autoridades locais pela morte, após Naya alugar um barco em local público, que não seguia normas mínimas de segurança. O filho do casal, Josey, de quatro anos, estava com a mãe no barco na hora do acidente e chegou a presenciar o momento exato em que a atriz sumiu na água. A investigação do afogamento revelou que a atriz usou seu último fôlego para colocar a criança a salvo no barco, após enfrentarem problemas enquanto nadavam. O processo tenta provar que a morte de Rivera poderia ser evitada e que foi consequência de negligência do condado, uma vez que o barco que ela e a criança alugaram no Lago Piru não estava em conformidade com os padrões de segurança da Guarda Costeira dos Estados Unidos. De acordo com a ação aberta pelo advogado do ator, “o barco não estava equipado com uma escada acessível, cordas adequadas, âncora, rádio ou quaisquer mecanismos de segurança para evitar que nadadores se separem do barco, nem equipamentos salva-vidas ou de flutuação.” Além disso, o documento alega que não havia sinalização mostrando que o lago não era seguro para banhistas, apesar de 26 pessoas terem se afogado nele desde a abertura ao público. “Não há uma única placa em lugar algum – nem na entrada, nem no cais, na área mais popular de natação da Enseada do Diablo, nem em lugar nenhum – alertando sobre as fortes correntes do lago, baixa visibilidade, ventos fortes, mudanças profundas de água, cavernas subaquáticas, saliências e declives, ou as árvores, arbustos e outros detritos que congestionam suas águas devido à grande mudança dos níveis de água e ventos”, detalha o documento.
Terrorista pede testemunho de Clint Eastwood em julgamento na França
A defesa do terrorista marroquino Ayoub el Khazzani, que tentou cometer um atentado armado, disparando a bordo de um trem europeu em agosto de 2015, tentou convocar o veterano cineasta Clint Eastwood como testemunho de seu julgamento, que começou na segunda-feira (16/11) em Paris. A advogada de Khazzani pediu à corte que Eastwood fosse intimado a comparecer como testemunha, alegando que ele poderia “lançar alguma luz” sobre a autenticidade das cenas de seu filme “15h17: Trem para Paris”, que retrata o atentado. O filme de Eastwood se baseia em um livro escrito por três militares americanos que estavam a passeio no trem e impediram o atentado. Os próprios heróis da vida real interpretaram a si mesmos no longa, que, por conta disso, teria bastante veracidade. Só que em seu depoimento, Khazzani disse que tinha decidido desistir do ataque no último segundo, mas que acabou sendo tarde demais para evitar o confronto com os militares, segundo uma fonte judicial ouvida pela agência Reuters. O filme de Eastwood não mostra esta suposta mudança de opinião, e a advogada de defesa teme que isso possa influenciar o júri durante o julgamento. Ela queria questionar Eastwood sobre quais instruções deu sobre a cena ao dirigi-la. O pedido para intimar o cineasta americano acabou rejeitado pela procuradoria francesa, com a alegação de que ele não testemunhou o incidente e que não faria sentido convocar um homem de 90 anos a viajar dos EUA até Paris para dizer exatamente isto durante uma pandemia. Veja o trailer do filme abaixo.
Luana Piovani vence processo contra Pânico na Band em segunda instância
Luana Piovani venceu em segunda instância o processo que moveu contra a rede Bandeirantes, o programa e humoristas do “Pânico na Band”. O Tribunal de Justiça de São Paulo concluiu que houve uso indevido da imagem da atriz e os réus foram condenadas a pagar, solidariamente, indenização de R$ 100 mil. A defesa dos condenados, que incluem os humoristas Rodrigo Scarpa (Vesgo) e Marcelo Picón (Bolinha), o apresentador Emilio Surita e o ex-diretor Alan Rapp, informou que recorrerá, novamente, da decisão. A atriz processou o programa após ser importunada na praia do Leblon, no Rio de Janeiro, quando estava descansando com o marido Pedro Scooby. O humorista Rodrigo Vesgo recebeu a missão entregar um buquê de flores ao casal na areia. Mas a atriz não gostou e pediu para Vesgo sair. Em vez disso, o programa focou Luana por vários minutos, exibido o resultado de forma não lisonjeira em 3 de agosto de 2014. “Foram 14 minutos de programa depreciando a imagem da Luana. [A imagem dela] não foi para uso jornalístico. Ela estava trabalhando na Globo. Não tinha contrato com o ‘Pânico’. Essa nova condenação contra o Pânico é mais uma em meio a dezenas de outras em que o Judiciário pune o uso comercial da imagem e nome das pessoas famosas sem autorização”, declarou ao UOL o advogado da atriz, Ricardo Brajterman. Apesar da vitória em segunda instância, a Justiça acabou quebrando o galho dos integrantes do programa, ao baixar dramaticamente os valores da condenação original. Em primeira instância, os réus haviam sido condenados a pagar R$ 300 mil. Mas o advogado dos integrantes do Pânico, Sylvio Guerra, não quer pagar nada e informou que recorrerá ao STJ (Superior Tribunal de Justiça). A indenização não se deve à ofensa moral, que foi indeferida, mas à exploração indevida da imagem de Piovani pelo “Pânico na Band”. “A decisão foi reformada [de R$ 300 mil para R$ 100 mil] porque a Justiça concluiu que não houve dano moral. Caíram por terra várias coisas que ela queria. Ficou provado que não houve ofensa. A indenização foi somente por não ter pedido autorização a ela, o que ela logicamente não aceitaria. A sentença inicial ficou fragilizada e acreditamos que será reformada novamente”, declarou Guerra ao UOL.
Artistas se indignam com julgamento de “estupro culposo” em Santa Catarina
Uma reportagem do site The Intercept Brasil denunciou nesta terça (3/11) o aparente show de horrores praticado num tribunal de justiça de Santa Catarina para absolver o empresário André de Camargo Aranha da acusação de estupro da influencer Mariana Ferrer, de 23 anos, em Florianópolis. O artigo, acompanhado por vídeo, causou comoção nas redes sociais e levou várias artistas a se unirem, dando voz a uma grande indignação nacional. De acordo com a apuração do site, o empresário foi absolvido após o promotor declarar que a acusação era de “estupro culposo”, que seria um estupro sem intenção, algo inexistente no Código Penal. Além disso, o julgamento por videoconferência aconteceu com o advogado de defesa, Cláudio Gastão da Rosa Filho, ofendendo e humilhando a vítima sem parar na presença do juiz Rudson Marcos, que não o advertiu nem quando Mariana Ferrer começou a chorar e receber ainda mais humilhações por causa disso. Em post nas redes sociais, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes condenou a audiência, classificando as cenas reveladas pelo Intercept Brasil como “estarrecedoras” e ressaltou que a Justiça não deve ser instrumento de “tortura e humilhação”. O integrante do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) Henrique Ávila já pediu que a Corregedoria Nacional de Justiça abra um procedimento preliminar para investigar a conduta do juiz de Santa Catarina que presidiu a audiência do caso, também dizendo ver elementos de “tortura psicológica” no tratamento dado a Mariana durante a audiência. E a unanimidade do Senado Federal aprovou um voto de repúdio ao advogado Cláudio Gastão da Rosa Filho, ao juiz Rudson Marcos e ao promotor Thiago Carriço de Oliveira por deturparem fatos de um crime de estupro com base em acusações misóginas. Mas a repercussão mais representativa ocorreu entre atrizes, cantoras e celebridades femininas, que ajudaram a colocar as hashtags #JusticaporMariFerrer e #EstuproCulposoNãoExiste nos trending topics do Twitter. “‘Estupro culposo’ pqp”, escreveu Bruna Marquezine. “É revoltante essa história de estupro culposo. Revoltante!”, indignou-se Deborah Secco. “Vocês acham possível estuprar SEM QUERER? Estupro culposo é o ato de estuprar alguém sem intenção de estuprar ou de julgar alguém sem a intenção de condenar? #estuproculposonãoexiste”, afirmou a atriz Bruna Linzmeyer ao lado de Iza, que usou seu perfil no Twitter para frisar que “‘estupro culposo’ não existe”. Rafa Kalimann também desabafou: “‘Não teve a intenção de estuprá-la’. Ahn? Isso existe? Quantas? Quantas vezes? Quantas vezes mais? Quantos outros medos? Quantas outras agressões? Quantos outros estupros ‘sem querer’? Quanto tempo nós temos? Talvez nenhum. Não dá para esse medo continuar. Quantas escondem o estupro ou a agressão ou têm medo de expor e ninguém acreditar?”, escreveu. “Mano, o que o Brasil está virando? ‘Estupro Culposo’ não existe! Justiça por Mari Ferrer. Um país onde ser MC é crime e um estuprador é inocentado”, apontou MC Rebecca. “#justicapormariferrer eu tô com medo do que o Brasil tá virando”, ecoou Luísa Sonza. A cantora ainda acrescentou uma frase dita pela vítima e ignorada pelo juiz do caso: “Eu gostaria de respeito, doutor, excelentíssimo, eu estou implorando por respeito no mínimo. Nem os acusados, nem os assassinos são tratados da forma como eu estou sendo tratada, pelo amor de Deus, gente” E acrescentou: “A gente só gostaria de RESPEITO”. GKay resumiu: “Esse caso é uma derrota pra TODAS NÓS MULHERES!” Entre outras famosas, Laura Keller e Teresa Cristina também se manifestaram em apoio a Mariana Ferrer. Em 15 de dezembro de 2018, Mariana Ferrer, blogueira de moda conhecida como Mari Ferrer, trabalhava em um evento promovido por um estabelecimento, em Florianópolis, como embaixadora da casa — divulgando o espaço nas redes sociais. Segundo a mãe da jovem, ela chegou em casa do trabalho chorando muito, com o body e a calcinha que usava ensanguentados. A roupa que usava também estaria com forte odor de esperma. No dia seguinte, Mariana registrou um boletim de ocorrência por estupro. Em exame pericial feito com o esperma encontrado na roupa da jovem, foi constatado que o material era compatível com o DNA do empresário paulistano André de Camargo Aranha. Em julho de 2019, ele se tornou réu do caso, investigado como estupro de vulnerável. Veja abaixo o vídeo do Intercept Brasil e uma pequena mostra da reação das redes sociais. Ver essa foto no Instagram Brasil, 3 de novembro de 2020. Uma publicação compartilhada por Deborah Secco (@dedesecco) em 3 de Nov, 2020 às 10:12 PST É revoltante essa história de estupro culposo. Revoltante! — Deborah Secco (@dedesecco) November 3, 2020 “Estupro culposo” pqp https://t.co/GosbMusiCu — Bruna Marquezine (@BruMarquezine) November 3, 2020 Mano o que o Brasil tá virando? “Estupro Culposo” NÃO existe! #JusticaPorMariFerrer — Mc Rebecca #APretaÉBraba (@mcrebecca) November 3, 2020 vocês acham possível estuprar SEM QUERER?estupro culposo é o ato de estuprar alguém sem intenção de estuprar ou de julgar alguém sem a intenção de condenar?#estuproculposonãoexiste — bruna linzmeyer (@brunalinzmeyer) November 3, 2020 “Estupro culposo” não existe. — IZA (@IzaReal) November 3, 2020 Um país onde ser “mc” é crime e um estuprador é inocentado.. 😡 — Mc Rebecca #APretaÉBraba (@mcrebecca) November 3, 2020 Quantas ? Quantas vezes? Quantas vezes mais? Quantos outros medos? Quantas outras agressões? Quantos outros estupros “sem querer”? Quanto tempo nós temos? Talvez nenhum. Não dá pra esse medo continuar. — Rafa Kalimann ✨ (@rafakalimann_) November 3, 2020 Até quando isso? Mais uma mulher humilhada, desprotegida. Mais uma demonstração do quanto estamos vulneráveis diante do que deveria nos proteger, nos passar segurança. Até quando vamos ter medo por ser MULHER? — Rafa Kalimann ✨ (@rafakalimann_) November 3, 2020 “Eu gostaria de respeito, doutor, excelentíssimo, eu estou implorando por respeito no mínimo. Nem os acusados, nem os assassinos são tratados da forma como eu estou sendo tratada, pelo amor de Deus, gente.” A gente só gostaria de RESPEITO. #justicapormaribferrer pic.twitter.com/7tEwGUdVmc — Luísa Sonza | #FRienDdESemAnA (@luisasonza) November 3, 2020 #justicapormariferrer eu tô com medo do que o Brasil tá virando. — Luísa Sonza | #FRienDdESemAnA (@luisasonza) November 3, 2020 Esse caso é uma derrota pra TODAS NÓS MULHERES! #justicapormaribferrer — GKAY (@gessicakayane) November 3, 2020 Até quando nós mulheres seremos violadas e humilhadas? Se não lutarmos uma pela outra ninguém lutará!ESTUPRO CULPOSO NÃO EXISTE!!!!!#justicapormariferrer — Laura Keller (@eulaurakeller) November 3, 2020 As cenas da audiência de Mariana Ferrer são estarrecedoras. O sistema de Justiça deve ser instrumento de acolhimento, jamais de tortura e humilhação. Os órgãos de correição devem apurar a responsabilidade dos agentes envolvidos, inclusive daqueles que se omitiram. — Gilmar Mendes (@gilmarmendes) November 3, 2020
Xuxa muda de opinião sobre Amor, Estranho Amor: “Quem não viu o filme, veja”
Após 30 anos impedindo sua exibição, Xuxa disse no “Fantástico” de domingo (1/11) que as pessoas deveriam ver o filme “Amor, Estranho Amor”, do qual participou em 1982, aos 18 anos de idade. O longa ganhou a fama de pornográfico (apesar de classificado para maiores de 14 anos) por trazer Xuxa seduzindo um menino de 12 anos. Dirigido por Walter Hugo Khouri (1929-2003) em 1982, o drama com toques de erotismo – como praticamente toda a produção do cinema nacional da época – trazia a futura Rainha dos Baixinhos – então modelo, aspirante a atriz e namorada do jogador Pelé – como uma garota de programa, que também seria menor de idade. Além de cenas de nudez, Xuxa simulava sexo com o garoto. Xuxa se arrependeu do papel após passar a apresentar programas infantis, primeiro na TV Manchete e depois na Globo, e deu início a uma disputa legal com os produtores para impedir que o filme voltasse aos cinemas. Sua última vitória para impedir o relançamento foi em 2013, mas, segundo sua assessoria, ela desistiu do bloqueio em 2018 e o lançamento está liberado. “Quem não viu o filme, por favor, veja”, recomendou Xuxa, agora com 57 anos, em entrevista à repórter Renata Ceribelli. “Porque esse filme fala de uma coisa muito atual, que é a exploração infantil, isso é a realidade de muita gente. Não é minha realidade, mas é a realidade de muita gente. Então, antes das pessoas me criticarem, as pessoas deveriam saber que isso existe, diariamente, nesse país e no mundo todo, mas, principalmente, nesse país. Muitos meninos e meninas são vendidas, vendidos e vendidas para políticos, para pessoas que se dizem que têm poder, então, isso é muito importante as pessoas falaram, sim, desse filme.” Ela também abordou a má fama conquistada pelo papel que desempenhou na produção. “Cada vez que eu falo sobre isso as pessoas levantam essa bandeira, dizendo: mas você transou com um garoto de 12 anos num filme. Então, vamos lá: eu não transei, aquilo é ficção, é ficção, senão, o Arnold Schwarzenegger deveria estar preso, porque matou um monte de gente nos filmes dele”, disse Xuxa. A mudança de opinião pode estar relacionada com a derrota judicial de Xuxa no processo em que tentou impedir que o Google indexasse o filme. Em maio de 2017, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro rejeitou por unanimidade um recurso da apresentadora, sob o argumento que isso poderia caracterizar censura prévia. Após a decisão, os advogados de Xuxa recorreram ao Supremo e o ministro Celso de Mello negou seguimento do recurso. Além disso, a vida de Xuxa vai virar filme em breve, e será impossível contar sua história sem lembrar de “Amor, Estranho Amor”. No “Fantástico”, a apresentadora também falou sobre diversidade, expressando sua vontade de que tivesse havido paquitas não-louras, e comentou abertamente sua sexualidade, após se dedicar a escrever um livro infantil LGBTQIA+: “Maya: Bebê Arco-Íris”, sobre um anjinho que escolhe vir à Terra como filha de um casal de lésbicas. Perguntada se já havia se apaixonado por uma mulher, Xuxa foi direta: “Não, mas se eu me apaixonasse, com certeza, todo mundo iria saber.” Sobre o lançamento infantil, Xuxa ainda disse: “A Maya veio pra mostrar que Deus é amor, que não tem preconceito, que não tem discriminação. Preconceito e discriminação vêm do homem, não de Deus. Dois homens podem se amar, um homem e uma mulher, duas mulheres, eu acho que a gente não tem que botar um rótulo nisso daí. Amor é amor, não importa o sexo.”
Atriz de Fuller House inicia dois meses de prisão por fraude
A atriz Lori Loughlin, a Tia Becky de “Três É Demais” e a continuação “Fuller House”, apresentou-se nesta sexta (30/10) em uma prisão federal em Dublin, na Califórnia (EUA), onde vai cumprir dois meses de detenção por subornar uma faculdade e mentir no formulário de inscrição de suas filhas para que elas fossem admitidas entre os alunos da instituição. Loughlin foi condenada em agosto, mais de um ano depois do caso vir a público, e também teve que pagar uma multa de US$ 150 mil e deverá cumprir 150 horas de serviço comunitário. Seu marido também foi preso. Mossimo Gionnulli acabou caracterizado no processo como a parte do casal mais ativamente envolvida no suborno e pegou pena maior: 5 meses de prisão, com multa de US$ 250 mil e 250 horas de trabalho comunitário. As penas resultaram de negociação com a promotoria. A admissão de culpa evitou o julgamento do casal e livrando-os do processo por outros dois crimes, além de receberem uma sentença relativamente branda. Loughlin e Giannulli foram acusados de pagar meio milhão de dólares para garantir que suas duas filhas entrassem na University of Southern California (USC) como integrantes da competitiva equipe de remo da universidade, um esporte que as meninas nunca praticaram. Inicialmente, Loughtlin relutou em admitir o crime. Por meio de seus advogados, ela e o marido alegavam que os US$ 500 mil pagos em favor das filhas eram “uma doação legítima” para a instituição. O casal só mudou de ideia após acompanhar o julgamento de outra personalidade famosa pega no escândalo, que envolve 55 famílias, e ver as vantagens da cooperação. A também atriz Felicity Huffman, de “Desperate Housewives”, declarou-se culpada por ter desembolsado US$ 15 mil para melhorar a pontuação da prova de vestibular de uma de suas filha, e passou apenas 11 dias em uma prisão na Califórnia. Ela teve uma das menores sentenças do processo, porque decidiu se declarar culpada desde o início. Rapidamente condenada, ela foi liberada em outubro do ano passado. O organizador do esquema, William “Rick” Singer, recebeu mais de US$ 25 milhões para subornar treinadores e funcionários que participavam dos processos de admissão nas faculdades, de acordo com os promotores. Ele se declarou culpado e cooperou com as autoridades durante todo o processo, também buscando diminuição de pena. Antes de receber a sentença, Loughlin afirmou que tomou uma “decisão horrível”. “Concordei em participar de um plano para dar às minhas filhas uma vantagem injusta no processo de admissão à faculdade. Ao fazer isso, ignorei minha intuição e me permiti fazer algo amoral”, afirmou.
Jeniffer Oliveira tem sentença confirmada em processo do ex Douglas Sampaio por danos morais
A 20ª Câmara Cível do Rio confirmou a sentença que condenou a atriz Jeniffer Oliveira (“Malhação: Vidas brasileiras”) a indenizar seu ex-namorado e ex-“Fazenda” Douglas Sampaio por danos morais, em R$ 10 mil. A ação teve início depois que ela o acusou publicamente de tê-la agredido, após uma discussão em um bar do Rio em 2018. Na época da denúncia, Jeniffer registrou queixa na 16ª DP (Barra da Tijuca) por lesão corporal com violência doméstica e publicou um texto nas redes sociais relatando que foi agredida por ele durante uma briga causada por ciúmes no bar Coco Mambo, no Recreio, na Zona Oeste do Rio. Ela também divulgou imagens de hematomas no braço e no pescoço, e chegou a receber apoio de muitas celebridades, como Petra Gil e Bruna Marquezine. A história começou a mudar dias depois, quando, encaminhada ao IML, ela não teria comparecido ao local para fazer o exame de corpo de delito, e após a polícia ouvir as testemunhas e avaliar as gravações feitas no bar. Sete testemunhas que afirmaram estar no bar no momento da confusão foram ouvidas no processo e disseram que não presenciaram agressão por parte de Sampaio. A polícia também analisou as gravações do dia da suposta briga e constatou que não houve “qualquer indício de autoria e materialidade do delito de lesão corporal em face de Jeniffer”. Posteriormente, veio a público um vídeo em que a atriz aparecia discutindo com uma mulher. Segundo Douglas, as manchas roxas que ela fotografou e colocou nas redes sociais poderiam ser resultado dessa desavença. Com o encerramento das investigações por falta de evidências, o ator desabafou nas redes sociais: “Que isso sirva de exemplo para vocês pararem de acusar sem saber de nada, sem investigar. Um monte de famoso apoiando uma mentira, e não vieram ao mínimo me pedir desculpas! Errar é humano, mas tentar consertar o erro é nobre. Minha vida foi devastada por conta dessa mentira, perdi trabalhos, chorei, tinha vergonha de sair nas ruas por causa dessa maldade feita covardemente. As pessoas me olhavam como um criminoso. Minha família sofreu, meus amigos sofreram, me viram me afundar em lágrimas e sem saber o que fazer. Mas mesmo com tudo isso acontecendo, nunca perdi minha fé que um dia ia provar a verdade” O vencedor de “A Fazenda” também resolveu processar Jeniffer. Ele chegou a pedir uma indenização de R$ 100 mil, alegando que foi prejudicado pessoal e profissionalmente pela denúncia. Mas embora a Justiça tenha concordado com seus argumentos, reduziu o valor para R$ 10 mil, no final do ano passado. Douglas não achou justo e resolveu recorrer, mas seu recurso foi negado nesta quinta-feira (29/10) pela 20ª Câmara Cível do Rio, que manteve a indenização em R$ 10 mil, a ser paga por Jeniffer Oliveira em compensação pela acusação sem provas.
Keith Raniere, guru da seita sexual NXIVM, é condenado a 120 anos de prisão
O guru Keith Raniere, líder do grupo de autoajuda e seita sexual NXIVM, foi condenado a 120 anos de prisão nesta terça-feira (27/10), após ter sido acusado de tráfico sexual, extorsão e posse de pornografia infantil no ano passado. Os promotores queriam que o guru recebesse prisão perpétua, enquanto seus advogados defendiam uma pena de 15 anos. “Raniere recrutava pessoas para as organizações que fundou, supostamente para seu próprio benefício, e depois as explorava para obter poder, dinheiro ou sexo. A sentença imposta a Raniere deve refletir o dano imensurável que ele infligiu às suas vítimas”, disseram os promotores em um documento entregue a Nicholas Garaufis, juiz que acompanhou o caso. Gabando-se de que seus membros incluíam atores de Hollywood e atletas profissionais, Raniere atraiu vários adeptos a seu programa de autoajuda, que incluía diversos subgrupos, entre eles o DOS (“Dominus Obsequious Sororium”), formado só por mulheres atraentes e que funcionava como uma seita sexual, onde as integrantes eram marcadas com as iniciais do guru, forçadas a seguir dietas estritas e não saudáveis, e transformadas em escravas sexuais por meio de chantagem. Além da longa sentença, ele também foi multado em 1,75 milhão. No começo deste mês, Clare Bronfman, herdeira do grupo de bebidas Seagram, também foi condenada a seis anos e nove meses de prisão por seu envolvimento na seita. E a atriz Allison Mack, de “Smallville”, aguarda sua sentença, após se declarar culpada das acusações de tráfico sexual, conspiração para tráfico sexual e trabalho forçado. Na ocasião, ela se defendeu dizendo-se vítima de uma lavagem cerebral realizada por Raniere. “Eu estava perdida”, declarou. A NXIVM, Raniere e seguidores hollywoodianos da seita foram o foco de duas séries documentais recentes: “The Vow”, da HBO, que terá uma 2ª temporada focada no julgamento de seus membros, e “Seduced: Inside the NXIVM Cult”, na Starz.
Giovanna Antonelli se livra de penhora judicial em suas contas
Giovanna Antonelli se livrou de sofrer uma penhora judicial em suas contas. Segundo o colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo, a Justiça determinou a penhora de R$ 8.243,32 das contas da atriz para pagar uma dívida decorrente de uma ação de 2015, que ela perdeu em instâncias superiores. Mas durante a tarde de quinta-feira (22/10), uma segunda decisão da 3ª Vara Cível de Itaboraí revogou a penhora, porque a intimação para que a atriz fizesse o pagamento da dívida foi feita em nome de um advogado que não a representa mais. O juiz entendeu que isso pode ter prejudicado sua intimação. O valor, segundo o Tribunal de Justiça do Rio, diz respeito a honorários advocatícios a que ela foi condenada a pagar à empresa SPE 23 Global Prêmio, de quem havia comprado um apartamento. A atriz acabou desistindo do negócio e foi à Justiça cobrar a devolução de 90% dos valores pagos, mas perdeu. “Defiro o pedido de indisponibilidade de ativos financeiros existentes em nome do devedor (…) Proceda-se desde logo à transferência do numerário para a conta judicial que será responsável pela atualização e encerramento da mora”, afirmou o juiz Rubens Soares Sá Viana Júnior na primeira decisão. Agora, porém, Giovanna será notificada oficialmente e terá um novo prazo para o pagamento. Procurada, a assessoria da atriz afirmou que “a penhora somente ocorreu face ao erro do cartório da 3ª Vara Cível de Itaboraí que endereçou a publicação em nome de advogado errado, gerando todos esses chatos equívocos”. A assessoria afirma ainda que já esclareceu o problema com o juiz responsável. Giovanna Antonelli está no ar atualmente na reprise de “Laços de Família” (Globo, 2000-2001), onde deu vida à garota de programa Capitu, que ela considera “um divisor de águas” em sua carreira.
The Vow: Série documental da HBO ganha trailer da 2ª temporada
A HBO divulgou o primeiro trailer da 2ª temporada da série documental “The Vow”, que explora a seita NXIVM. O vídeo foi divulgado dois dias após o final da 1ª temporada, exibido no domingo (18/10), e anuncia a continuação como “Parte 2” de sua história. Após contar a história da seita e os escândalos sexuais que envolvem seu líder, Keith Raniere, os diretores Jehane Noujaim e Karim Amer vão aprofundar sua cobertura da seita por meio do julgamento de seus membros pela Justiça dos EUA, conforme novas evidências e revelações impressionantes são trazidas à tona por agentes do FBI e promotores federais. A prévia se divide entre denúncias e a defesa intransigente de Raniere, com apoio dos advogados, que tentam apresentar pontos de vista positivos. A série estreou em 23 de agosto com aclamação da crítica – tem 83% de aprovação no Rotten Tomatoes – , exibindo uma história perturbadora narrada por diversos ex-membros da NXIVM, que compartilham suas experiências ao longo dos anos em que buscavam crescimento pessoal, apenas para descobrir que foram manipulados. Em junho de 2019, Raniere foi condenado por extorsão, tráfico sexual, conspiração de trabalho forçado, roubo de identidade e produção e posse de pornografia infantil. Ele ainda aguarda sua sentença, prevista para este outono – e os produtores devem cobrir o julgamento para a série. Além dele, várias celebridades integraram a seita, inclusive uma estrela de “Smallville”, Allison Mack, que foi mentora do subgrupo de escravidão sexual DOS, presa em 2018 sob a acusação de tráfico sexual, conspiração para tráfico sexual e trabalho forçado. Em abril de 2019, Mack se confessou culpada das acusações e ainda está aguardando sua sentença.
The Vow: Série documental sobre seita da atriz de Smallville terá 2ª temporada
A HBO anunciou a renovação da série documental “The Vow”, que explora a seita NXIVM. O anúncio foi feito na véspera do final da (agora) 1ª temporada, previsto para ir ao ar no domingo (18/10). Após contar a história da seita e os escândalos sexuais que envolvem seu líder, Keith Raniere, os diretores Jehane Noujaim e Karim Amer vão continuar a história em 2021 acompanhando o julgamento de seus membros pela Justiça dos EUA, conforme novas evidências e revelações impressionantes são trazidas à tona por agentes do FBI e promotores federais, enquanto os advogados de defesa tentam apresentar pontos de vista opostos. A série estreou em 23 de agosto com aclamação da crítica – tem 83% de aprovação no Rotten Tomatoes – , exibindo uma história perturbadora narrada por diversos ex-membros da NXIVM, que compartilham suas experiências ao longo dos anos em que buscavam crescimento pessoal, apenas para descobrir que foram manipulados. Em junho de 2019, Raniere foi condenado por extorsão, tráfico sexual, conspiração de trabalho forçado, roubo de identidade e produção e posse de pornografia infantil. Ele ainda aguarda sua sentença, prevista para este outono. Além dele, várias celebridades integraram a seita, inclusive a estrela de “Smallville”, Allison Mack, uma das mentoras do subgrupo de escravidão sexual DOS, que foi presa em 2018 sob a acusação de tráfico sexual, conspiração para tráfico sexual e trabalho forçado. Em abril de 2019, Mack se confessou culpada das acusações e ainda está aguardando sua sentença.
Justiça condena maternidade por privilegiar Gagliasso e Ewbank
A maternidade onde Giovanna Ewbank deu à luz Zyan, seu filho com Bruno Gagliasso, foi condenada pela Justiça do Rio de Janeiro por danos morais. O motivo foi o tratamento privilegiado dado ao casal de atores. A maternidade abriu uma exceção para que eles levassem uma fotógrafa para registrar o parto, diferentemente de outras famílias que deram entrada na unidade no mesmo período. O nascimento do bebê se deu no início de julho, já durante a pandemia. Por protocolos de segurança em vigor na ocasião, outros casais não foram autorizados a ter acompanhantes, entre eles profissionais de fotografia, devido ao coronavírus. Apesar disso, Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso usaram as redes sociais, dois dias depois do nascimento do bebê, para mostrar fotos feitas na sala de parto. Outras mães logo se pronunciaram na internet cobrando isonomia da maternidade Perinatal. Mas não ficou nisso. Um casal abriu processo contra a maternidade no 6º Juizado Especial Cível, na Gávea, Zona Sul do Rio, e a sentença foi publicada na sexta passada (9/10) no site do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Em sua decisão, a juíza Livia Mitropoulos Esteves Dias salientou que a autorização ao casal de atores criou “tratamento diferenciado a um casal em idêntica situação de todos os outros”, exclusivamente em razão de fama, “mormente em se tratando de período pandêmico, em que a preocupação do hospital deveria ser de obedecer a diretrizes governamentais para não causar risco à saúde coletiva (bem comum) e não com o retorno comercial de postagem em mídia social”. A juíza ainda se referiu à postura politicamente correta do casal, afirmando que “não basta o discurso ético e solidário, é preciso agir eticamente e solidariamente”: “Vislumbram-se os sentimentos de frustração, revolta e diminuição sofridos pelos autores, que não puderam registrar profissionalmente o momento mais importante de suas vidas, mas viram tal permissão a outro casal, exclusivamente em razão de fama e do retorno midiático conferido à própria demandada”. Foi determinada uma indenização no valor de R$ 40 mil para o casal reclamante, decisão que foi homologada pela juíza de Direito Flavia Santos Capanema de Souza. Veja abaixo o post com as fotos da polêmica. Ver essa foto no Instagram Bem vindo meu amorzinho! Que a nossa jornada seja linda…pq EU TE AMO MUITO!!!❤️ Uma publicação compartilhada por Giovanna Ewbank (@gioewbank) em 10 de Jul, 2020 às 9:11 PDT











