Sandra Annenberg faz discurso emocionado sobre demissão do marido Ernesto Paglia
A jornalista Sandra Annenberg se pronunciou, na segunda-feira (16/12), sobre a demissão de seu marido, o repórter especial Ernesto Paglia. O comunicador era contratado fixo da rede Globo há quase 44 anos. Numa postagem no Instagram, a apresentadora resgatou fotos antigas de Paglia e contou que eles se conheceram no início de sua trajetória profissional. “Há 30 anos fui convidada pra ser apresentadora do ‘Fantástico’, ainda fazia faculdade e o diretor do programa falou: ‘Você precisa aprender a fazer reportagem, vai acompanhar o melhor repórter da TV brasileira’”, começou. “Assim o fiz. Segui a missão à risca e assim o faço até hoje. Sou completamente apaixonada pelo trabalho do Ernesto. O jeito com que trata a equipe, a maneira com que se relaciona com os entrevistados, o namoro que tem com a câmera… E o texto… único! Ouso dizer que ninguém escreve pra televisão como ele.” A jornalista ainda comentou que o marido tem “sacadas geniais” para compor as reportagens e uma capacidade ímpar de “transformar qualquer tema, do mais complexo ao mais simples, em algo gostoso de ver”. Sandra ainda declarou que o marido é generoso e que adora partilhar com a família e amigos todo o conhecimento adquirido com as reportagens. “Quando volta de uma viagem, as aventuras recheiam a mesa”, afirmou. Antes de finalizar o discurso emocionante, a jornalista fez questão de mencionar o orgulho e admiração que sente de Paglia. Ela também o parabenizou pela longa trajetória na rede Globo. “Meu amor, tive o prazer, o privilégio e a honra de dividir 32 dos seus 43 anos e 7 meses na ‘outra’ casa. Tenho um orgulho de ser sua mulher que não cabe em mim!”, afirmou. “E a admiração é do tamanho do amor que sinto por você! Parabéns pela sua trajetória.” “Você é o maior contador de histórias que conheço. E agora a sua história entra pra história de todos nós. Mas a nossa história continua, ainda há muitas pra escrever e sempre juntos! Sou a sua maior fã! Te amo! Sua, sempre!”, concluiu. O contrato de Ernesto Paglia com a Globo se encerra no sábado (31/12) e não será renovado. Ele planeja seguir trabalhando em outras plataformas – mencionou podcast. O desligamento do repórter especial, como corte de custos, também acende um sinal de alerta à Sandra Annenberg, que está na rede Globo desde 1991 e parece desanimada com o atual cargo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Sandra Annenberg (@sandra.annenberg.real)
Globo encerra contrato com Ernesto Paglia após 43 anos
O diretor-geral de jornalismo da Globo, Ali Kamel, informou que o repórter especial Ernesto Paglia está de saída da TV Globo após quase 44 anos. O anúncio foi divulgado na manhã desta segunda-feira (26/12). O anúncio aconteceu por meio de um e-mail, onde Kamel lembrou a longa trajetória do jornalista na emissora. O profissional deixará a empresa no último dia deste ano, ou seja, no sábado (31/12). “Termina o ciclo de um repórter brilhante, referência para todos nós”, declarou o diretor. “[…] Um colega gentil e acolhedor, que deixará um legado irretocável.” “Sua última reportagem no ‘Fantástico’ foi exibida ontem, dia 25 de dezembro. Uma viagem que relembra outro grande acontecimento de 1982, o ano da Copa da Espanha. […] Mas ainda poderemos apreciar um pouco mais da maestria de Ernesto Paglia nas telas da Globo.” Em resposta, o jornalista expressou gratidão à emissora que lhe permitiu trabalhar por 13 meses em “home office” durante o isolamento social da pandemia de Covid-19. “A Rede Globo sempre me tratou com grande correção”, afirmou Paglia. “Dá pra imaginar o peso dessa experiência na minha vida. Entrei na Globo com 20 anos recém completados, saio às vésperas de fazer 64.” “Pude contar grandes, belas e importantes histórias ao lado de gente competentíssima. Ainda há muitas por contar. As novas tecnologias multiplicaram as telas. E acredito ainda ter muito a oferecer como jornalista, ofício que me dá enorme orgulho. Parafraseando um velho slogan: ‘A gente se vê por aí’”, finalizou. Durante a carreira brilhante do repórter, Paglia cobriu oito Copas do Mundo, informou sobre as greves no ABC Paulista, foi duas vezes correspondente em Londres, acompanhou a visita do Papa João Paulo II, entre outros. Considerando que o repórter especial entrou para a lista dos veteranos que deixaram a emissora devido aos cortes de custos, o desligamento de Paglia pode ser um sinal de alerta para sua esposa, a aclamada jornalista Sandra Annenberg. Sandra, que está na emissora desde 1991, pode estar contando os dias devido a uma suposta insatisfação com o “sub-cargo” de apresentadora do “Globo Repórter”, onde ela estaria apenas lendo a introdução dos blocos. Segundo rumores nos bastidores, a jornalista teria pedido para voltar ao jornalismo diário, como o “Jornal Hoje”, mas não estaria sendo atendida pela Globo. Ultimamente, Ernesto Paglia trabalhava como produtor de reportagens para o “Fantástico”. Apesar da saída da emissora, o jornalista deve aparecer numa edição especial do “Globo Repórter” e num documentário para o Globoplay.
Público responde “Sim” para Musk deixar chefia do Twitter
Uma pesquisa feita por Elon Musk em seu perfil no Twitter sobre se deveria deixar o posto de presidente-executivo da plataforma indicou que os usuários da rede social mal podem esperar para ele ir se despedir. “Devo deixar o cargo de chefe do Twitter? Vou respeitar os resultados desta enquete”, escreveu ele na noite de dominto (18/12) ao abrir a enquete na rede social. Após mais de 17 milhões de votos, o resposta foi “Sim”. 57,5% dos votos indicaram que Musk deveria deixar o Twitter em paz, com 42,5% apoiando seus desmandos. Nos últimos dias, Musk vinha censurando jornalistas do New York Times, Washington Post e CNN, entre muitas outras publicações, suspendendo seus perfis do Twitter com a alegação de que praticaram doxxing (divulgação de dados privados), via compartilhamento de um bot sobre a localização de seu avião. Muitos dos jornalistas suspensos tinham apenas noticiado que Musk suspendeu a conta do bot, mesmo tendo prometido que, devido à sua posição de defesa da liberdade de expressão, nunca faria isso. No domingo, ainda acrescentou mais uma jornalista do Washington Post à lista dos suspensos, porque ela o procurou para que comentasse uma reportagem que estava escrevendo. Para completar seu domingo, Musk também proibiu a divulgação de links de outras redes sociais no Twitter. Mas poucas horas depois se viu obrigado a reverter a decisão pela repercussão negativa, com vários usuários ameaçando largar de vez a rede que o bilionário comprou há dois meses por US$ 44 bilhões. Por conta de tanta inconsistência, os usuários querem que Musk abandone a chefia do Twitter, deixando o cargo para alguém que saiba o que está fazendo. Desde o resultado da pesquisa, Musk não postou mais nada no Twitter. Enquanto os números estavam crescendo, ele fez duas publicações. Numa delas, soltou uma indireta em tom de reclamação. “Como diz o ditado: cuidado com o deseja, pois pode conseguir”. Os investidores da Tesla, empresa de carros elétricos que projetou o bilionário, têm se preocupado que Musk pode estar dispersando demais sua energia após a compra do Twitter. A Tesla já perdeu quase 60% de seu valor este ano, fazendo Musk perder o título de homem mais rico do mundo. No mês passado, Musk disse a um tribunal de Delaware que reduziria seu tempo no Twitter e eventualmente encontraria um novo líder para administrar a empresa de mídia social. Mas, ao responder o comentário de um usuário do Twitter sobre uma possível mudança no comando da empresa, Musk disse no domingo “Não há sucessor”. Vale lembrar que, mesmo que decida abandonar a chefia do Twitter, Musk vai continuar dono da rede social – e por possuir a maioria das ações da empresa pode demitir qualquer chefe que não fizer o que ele quiser.
Luiz Bacci é condenado por ofender delegado no “Cidade Alerta”
A Justiça de São Paulo condenou o apresentador Luiz Bacci, da TV Record, ao pagamento de indenização ao delegado José Carlos de Souza por injúria e difamação. Originalmente, o apresentador do programa “Cidade Alerta” recebeu uma pena de cinco meses e 12 dias de detenção, em regime aberto, mas a punição foi substituída pelo juiz, que determinou o pagamento de 20 salários mínimos ao delegado. A ação foi motivada por comentários feitos durante o “Cidade Alerta” em abril de 2020. Na ocasião, a polícia investigava o desaparecimento de uma criança de um ano e onze meses em Itapira, no interior de São Paulo. A mãe era suspeita de ter matado a menina. A acusação alega que o apresentador informou ao público que polícia já havia encontrado o corpo da criança e acusou o delegado, a quem chamou de “delegadozinho”, de segurar a informação com o objetivo de dar uma entrevista coletiva “sob holofotes”. “Bacci, de forma evasiva e irresponsável, afirmou no programa no dia 20 de abril que o corpo havia sido encontrado. Mas somente no dia 29, onze dias depois da confissão, a genitora apontou o local correto onde havia enterrado a filha”, declarou à Justiça a advogada Nathany de Souza, que representou o delegado. “Ele insinuou a milhares de pessoas que o delegado estaria escondendo o corpo da criança.” No processo, Bacci afirmou que sempre se guiou pelo dever de informar o público e que a informação de que o delegado já teria encontrado o corpo havia sido obtida com “fontes jornalísticas seguras”. Citou que, com base nas mesmas fontes, ele havia revelado que a mãe confessara o crime antes mesmo de a polícia divulgar o fato publicamente. “Se as fontes eram idôneas e lhe apresentavam andamentos verídicos sobre o caso, por qual motivo o jornalista desconfiaria das informações prestadas sobre a localização do corpo da criança vitimada?”, questionou a defesa do apresentador. Apesar disso, o juiz José Fernando Steinberg concluiu na sentença que, com base nas provas documentais e nos testemunhos, ficou evidente que as investigações se mostraram bem conduzidas, “enquanto as críticas ultrapassaram os limites do bom senso e do jornalismo”. “O acusado [Bacci] ofendeu a reputação, dignidade e decoro da vítima [o delegado], declarou. Bacci ainda pode recorrer.
Edney Silvestre é demitido da Globo após 30 anos
O jornalista Edney Silvestre, que fez coberturas marcantes na TV, foi desligado da rede Globo após 30 anos. O profissional de 72 anos fez o anúncio em suas redes sociais. “Queria agradecer esse tempo de apoio, de carinho. Não é um adeus. Com gratidão, até breve”, escreveu. Colegas de profissão lamentaram a saída. “Querido, nós é que somos especialmente gratos pelo seu jeito aconchegante de ser, por sua sensibilidade e talentos inspiradores. Fica mais um buraco na redação”, respondeu a repórter Graziela Azevedo em sua publicação. Ao falar sobre o assunto com a imprensa, Edney confirmou que não foi ele quem pediu para sair. “Foi decisão da empresa. Na rescisão de contrato que assinei estava a frase: ‘demitido sem justa causa’”, revelou, confessando ter ficado surpreso ao ser notificado, enquanto trabalhava numa reportagem do “Globo Repórter”. Apesar disso, o repórter o diretor de jornalismo da Globo, Ali Kamel, enviou uma carta aberta com elogios ao profissional para toda a redação. A partir de agora, Silvestre vai se dedicar a palestras, apresentações de eventos, conferências, peças de teatro, musicais e livros. Ele é um escritor premiado, que venceu o prêmio Jabuti de Literatura com o livro “Se Eu Fechar os Olhos Agora” (2009), transformada numa minissérie da emissora, sob direção de Carlos Manga Jr. em 2018. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Edney Silvestre (@edneysilvestrereal)
Elon Musk pergunta a seguidores se deve largar chefia do Twitter. “Sim” está vencendo
Elon Musk teve outro domingo surtado no Twitter. O bilionário, que passou o dia no Catar para acompanhar a final da Copa do Mundo, começou de manhã suspendendo mais um jornalista do Washington Post. Motivo: Taylor Lorenz pediu para Musk comentar uma reportagem que estava escrevendo sobre ele. A ação reforçou críticas contra a censura exercida por Musk no Twitter contra jornalistas, em contraste com o vale-tudo que ele defende para extremistas de direita. Após calar mais um repórter, o defensor autodeclarado da “liberdade de expressão” também decidiu demonstrar que é um capitalista liberal que acredita no “livre mercado” e anunciou uma nova política no Twitter: qualquer pessoa que postar links para plataformas rivais, como Instagram, Facebook, TikTok e outras, terá o perfil suspenso na rede social. “Reconhecemos que muitos de nossos usuários são ativos em outras plataformas de mídia social”, disse o tuite oficial da empresa. “No entanto, não permitiremos mais a promoção gratuita de certas plataformas de mídia social no Twitter.” O cofundador e ex-CEO do Twitter Jack Dorsey disse que a nova política da empresa “não faz sentido” em um reação no próprio Twitter. Vendo a montanha de protestos contra sua administração do Twitter crescer, antes de ir dormir Musk resolveu testar sua popularidade e perguntar se deveria continuar comandando o Twitter. “Devo deixar o cargo de chefe do Twitter? Vou respeitar os resultados desta enquete”, escreveu ele. Após passar dos 10 milhões de votos, o “Sim” (deve deixar o cargo) disparou com mais com 56% dos votos. Vale lembrar que, mesmo que decida abandonar a chefia do Twitter, Musk vai continuar dono da rede social – e por possuir a maioria das ações da empresa pode demitir qualquer chefe que não fizer o que ele quiser. Should I step down as head of Twitter? I will abide by the results of this poll. — Elon Musk (@elonmusk) December 18, 2022
Apresentador que debochou de Alexandre de Moraes é suspenso da Jovem Pan
O apresentador Tiago Pavinatto foi suspenso da Jovem Pan News, um dia após debochar ao vivo de Alexandre de Moraes, ministro do STF (Superior Tribunal Federal), inclusive com um gesto obsceno. A cena aconteceu no programa “Linha de Frente”, durante a cobertura do discurso do presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) na diplomação de Lula. O apresentador foi substituído às pressas por Rodolfo Marins no “Linha de Frente” desta terça-feira (13/12). “Brasileiros e brasileiras, dentro e também fora, ou, ao mesmo tempo, em qualquer lugar do Brasil, mas do que deixam e que ficam por dentro de tudo o que acontece nessa pátria, um dia chamada de mãe gentil. Boa tarde, bebê que chora, mas a mãe não ouve, criança que faz careta e leva aquela boa e velha chinelada na lomba. Em nome do amor, estranho amor, eu sou o Rodolfo Marins, como você já viu, eu não sou o Tiago Pavinatto. Tiago Pavinatto está agora bem concentrado em uma situação um pouco inusitada e eu estou aqui imcubido da responsabilidade de no momento apresentar o programa”, disse ele, entre empolado e enrolado. “Vamos aos fatos, aos acontecimentos que aconteceram… vocês estão percebendo que quem sabe faz ao vivo, estou um pouco nervoso, fui chamado aqui de última hora”, completou o apresentador. No Twitter, Pavinatto reclamou do teor negativo das matérias a respeito de sua “micagem” diante das câmeras da Jovem Pan News. E demonstrou não se arrepender. “Não foram meus gestos que foram obscenos, foi o discurso do ministro”, ele retrucou. Já no Instagram, explicou como teve a ideia: “Eu olhava para a minha mesa de debate, todo mundo estarrecido, eu pedi à direção: ‘corta a tela comigo, deixa eu fazer um ‘react’. Quero mostrar minha cara de nojo, espanto, revolta, enquanto esses discursos estão sendo feitos.” Durante seu discurso, Alexandre de Moraes criticou os “extremistas” e “criminosos” que usam as redes sociais para disseminar desinformação e ataques contra a imprensa e a Justiça. Prometeu punição severa a todos. A Jovem Pan não informou o período em que Pavinatto permanecerá suspenso. Mas o próprio Pavinatto deu pistas de que a “punição” será branda ao comentar, em seu Twitter, ter concluído que, após um dia difícil, poderia contar com três amores: “da ‘Jovem Pan News’, dos meus verdadeiros amigos e da minha audiência”.
Jornalista da Jovem Pan News faz gesto obsceno para Alexandre de Moraes
O apresentador Tiago Pavinatto, da Jovem Pan News, conseguiu chamar atenção e repercutir nas redes sociais nesta segunda (12/12) por fazer um gesto obsceno na tela durante o discurso do ministro Alexandre de Moares na diplomação de Luiz Inácio Lula da Silva e Geraldo Alckmin como presidente e vice do Brasil. Ao vivo, o âncora do canal de notícias fez caras e bocas durante a fala do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Pavinatto deu show de desrespeito, com caretas e gestos, inclusive a obscenidade, sem se preocupar com etiqueta ou ética. Também colocou uma caneta na boca, rasgou um papel em frente à câmera e mastigou a folha, cuspindo para o alto em seguida. Diante disso, a imagem do jornalista foi cortada e, quando retornou ao ar, ele apareceu mais contido. O discurso que ele ironizou dizia respeito à defesa da democracia, a condenação das fake news e aos ataques ao sistema eleitoral, que ganharam força neste ano entre os adeptos extremistas de Jair Bolsonaro. “A utilização em massa das redes sociais foi subvertida para disseminar a desinformação, os discursos de ódio e as notícias fraudulentas, as famosas fake news”, discursou o ministro. “A utilização das redes sociais foi desvirtuada por extremistas no intuito de desacreditar as notícias veiculadas pela mídia tradicional.” “Os extremistas, criminosos, as milícias digitais, passaram a atacar a mídia tradicional para, desacreditando-a, substituir o livre debate de ideias, garantido pela liberdade de expressão e de imprensa, por suas mentiras autoritárias e discriminatórias”, acrescentou Moraes. O evento ocorreu no TSE com a presença de apoiadores e aliados do presidente eleito do Brasil. A diplomação do presidente e do vice marca o fim do processo eleitoral. No evento, eles recebem um certificado atestando que as eleições foram legítimas, que os partidos estão dentro da legalidade e que os políticos estão aptos a tomar posse em 1º de janeiro. Diante da repercussão negativa de seus gestos, Pavinatto foi às redes sociais atacar os críticos. “Gesto obsceno foi o discurso do Ministro… ou deboche também virou crime?”, ele escreveu no Twitter. Apesar das críticas, vários bolsonaristas manifestaram admiração pela micagem do apresentador. Tiago Pavinatto, âncora da Jovem Pan – Satiriza ao vivo o discurso de Alexandre de Moraes. Sabe o que isso significa? Que Moraes CAIU!!!! 👈🏻 🙌🏻🙌🏻🙌🏻🙌🏻🙌🏻🙌🏻 Se inscreva no Canal Thami Gasparetto 🎥https://t.co/zAcZZFAtyU pic.twitter.com/naca9gGqoD — Thami Gasparetto (@Tha_Gasparetto) December 12, 2022
Gloria Maria se afasta da TV para tratar tumor: “Nova etapa”
A jornalista Gloria Maria iniciou uma nova fase em seu tratamento de um tumor no pulmão. Por meio de comunicado, a rede Globo explicou que Gloria está afastada do “Globo Repórter” temporariamente, mas que seu estado de saúde é estável. Vale ressaltar que a jornalista não aparece no programa há algumas semanas. “[A apresentadora está] dando prosseguimento a uma nova etapa de seu tratamento, prevista já há alguns meses. Ela está bem, em casa, com previsão de retorno apenas no ano que vem”, disse a emissora em nota. Há três anos, Gloria Maria enfrentou uma cirurgia no cérebro. Numa entrevista recente à revista GE, a jornalista comentou sobre a luta contra o tumor cerebral. “Eu não vivo mais de sonhos. Eu vivo de realidade. Tenho muita coisa para realizar. Ganhei mais um prazo de validade e estou aproveitando de todas as maneiras”, disse. Em janeiro deste ano, Gloria Maria ficou alguns dias internada após testar positivo para covid-19. Apesar do quadro clínico estável, ela precisou colocar um dreno no pulmão durante a internação.
Roberta Russo é demitida minutos antes de começar o “Expresso CNN”
As demissões de funcionários ainda não acabaram na CNN Brasil. Nesta sexta (2/12), a jornalista Roberta Russo foi chamada ao RH da emissora momentos antes de entrar ao vivo no “Expresso CNN”. A apresentadora, que estava substituindo Elisa Veeck no período de férias, estava pronta e com o roteiro pré-definido quando recebeu a notícia. Roberta também atuava como substituta de outros titulares. O canal também decidiu eliminar o noticiário “Expresso CNN”. Portanto, Elisa Veeck será recolocada internamente assim que retornar de seus dias de descanso. Roberta Russo trabalhava para a CNN Brasil desde janeiro de 2020. Anteriormente, a jornalista fazia parte da equipe da BandNews, onde atuou como apresentadora por 4 anos. A CNN Brasil realizou o desligamento de mais de 100 profissionais na quinta-feira (1/12) após fechar a sucursal do Rio de Janeiro e iniciar uma reestruturação. Até o momento não se sabe exatamente quantos funcionários deixaram a emissora. O sindicato dos jornalistas segue investigando o caso. Todo ciclo precisa ser concluído pra abrir novos caminhos. Acredito na força do universo. Termino essa jornada na @CNNBrasil de peito aberto e coração tranquilo. Obrigada a todos que acompanharam na telinha e por aqui 🌹e deram muita força. Vamos em frente! — Roberta Russo (@ro_russo) December 2, 2022
Sindicato questiona CNN Brasil por demissão em massa
O SJSP (Sindicato dos Jornalistas Profissionais de São Paulo) está questionando a CNN Brasil sobre possíveis irregularidades nas demissões que realizou nesta quinta (1/12). A entidade acusa o canal de não ter fornecido dados completos sobre os desligamentos e nem o número de profissionais afetados. O canal de notícias desativou sua sucursal no Rio de Janeiro e dispensou todos os funcionários, mas os cortes também atingiram a equipe de São Paulo, não poupando sequer medalhões como Monalisa Perrone e Boris Casoy. “De acordo com informações coletadas com diferentes fontes, mais de 100 postos de trabalhos foram extintos nas diferentes praças da emissora”, disse o sindicato, em postagens publicadas nas redes sociais. Sem conseguir marcar uma reunião para apurar o que estava acontecendo representes do sindicato foram à sede da emissora para cobrar explicações. “Como resposta, a CNN não forneceu a quantidade de jornalistas demitidos, mas afirmou genericamente que realizará os pagamentos das rescisões”. Segundo o sindicato, um novo encontro foi marcado para apurar se empresa realizou uma demissão em massa. “Neste caso, a empresa estava obrigada a dar ciência à entidade sindical sobre a intenção de demitir. O que não foi feito”, afirma o sindicato. A entidade ainda afirmou que fará uma reunião com os profissionais demitidos para discutir coletivamente a questão. Em comunicado, a CNN Brasil comentou as dispensas, afirmando que se trata de uma decisão de “fortalecimento do jornalismo”. “Em linha com a estratégia de fortalecimento do jornalismo, a coordenação da cobertura será concentrada em São Paulo e Brasília, duas praças que ganham relevância dado o contexto político e econômico nacional. Em decorrência dessa nova lógica, a newsroom do Rio de Janeiro será desativada, sem prejuízo à cobertura. As mudanças incluem a readequação de programas, assim como da grade. O selo CNN Soft será remodelado para 2023”, diz o texto oficial. Logo pela manhã, o Sindicato dos Jornalistas recebeu informações de demissões na CNN Brasil: em poucas horas, dezenas de jornalistas que trabalhavam na sede da emissora (localizada na Avenida Paulista, em São Paulo) perderam seus empregos. — Sindicato dos Jornalistas SP (@JornalistasSP) December 1, 2022 Solicitamos uma reunião de emergência, mas não obtivemos resposta. Assim, nos dirigimos à sede da emissora para cobrar explicações: como resposta, a CNN não forneceu a quantidade de jornalistas demitidos, mas afirmou genericamente que realizará os pagamentos das rescisões. — Sindicato dos Jornalistas SP (@JornalistasSP) December 1, 2022 Nesta sexta-feira, o Sindicato organizará uma reunião com os profissionais demitidos para discutir coletivamente a questão e como poderemos agir diante disso. — Sindicato dos Jornalistas SP (@JornalistasSP) December 1, 2022
Boris Casoy também é demitido da CNN Brasil
A lista de demissões da CNN Brasil definitivamente não está poupando medalhões. O veterano jornalista Boris Casoy, de 81 anos, é o último nome a se juntar aos demitidos. Ele se junta a Monalisa Perrone, que deixou a Globo em 2019 para integrar o canal, e os âncoras Sidney Rezende, Marcela Rahal e Isabella Faria, os comentaristas Fernando Molica e Alexandre Borges e a repórter Danúbia Braga. A crise chegou com força ao canal de notícias nesta quinta (01/12), com o fechamento da sucursal do Rio de Janeiro e demissão em massa de funcionários. Mas até o momento não se sabe exatamente quantas pessoas foram cortadas e deixaram a emissora. Casoy estava na CNN desde dezembro do ano passado. Ele foi chamado para substituir o bolsonarista Alexandre Garcia nos comentários do quadro Liberdade de Opinião e também participava do programa matinal CNN Novo Dia, junto de Fernando Molica e Alexandre Borges. Como todos foram dispensados, os quadros serão extintos. Em comunicado, a CNN Brasil comentou as dispensas. “Em linha com a estratégia de fortalecimento do jornalismo, a coordenação da cobertura será concentrada em São Paulo e Brasília, duas praças que ganham relevância dado o contexto político e econômico nacional. Em decorrência dessa nova lógica, a newsroom do Rio de Janeiro será desativada, sem prejuízo à cobertura. As mudanças incluem a readequação de programas, assim como da grade. O selo CNN Soft será remodelado para 2023”, diz o texto oficial. Quando a empresa televisiva chegou ao Brasil em 2020, a CNN não poupou esforços para arrancar os profissionais das grandes concorrentes. Para isso, os investimentos foram altíssimos, mas os gastos com funcionários renomados se tornaram um prejuízo no balanço financeiro da emissora. Após as demissões, a CNN passa a contar com apenas quatro repórteres – Leandro Resende, Pedro Duran, Rafaela Cascardo e Raquel Amorim – , perdendo sua capacidade de produzir grandes reportagens locais. Os cortes despertam a CNN para a necessidade de se readequar à realidade econômica brasileira, após dificuldades na disputa pela audiência num segmento em que a concorrência só tem crescido. Dentre suas rivais estão a líder GloboNews, além de BandNews, Record News e a recém-chegada Jovem Pan News, que dividem os telespectadores.
Fim da emissora? CNN Brasil fecha sucursal do Rio e não poupa medalhões em demissões
A CNN Brasil realizou demissões em massa nesta quinta-feira (1/12). Todos os funcionários da sucursal no Rio de Janeiro foram demitidos para seu fechamento. E os cortes também se estenderam à sede de São Paulo, sem poupar grandes nomes, como Monalisa Perrone, que deixou a Globo em 2019 para integrar o canal. Além da ex-global, foram dispensados os âncoras Sidney Rezende, Marcela Rahal e Isabella Faria, os comentaristas Fernando Molica e Alexandre Borges e a repórter Danúbia Braga. Mas até o momento não se sabe exatamente quantos funcionários deixaram a emissora. Em comunicado, a CNN Brasil comentou as dispensas. “Em linha com a estratégia de fortalecimento do jornalismo, a coordenação da cobertura será concentrada em São Paulo e Brasília, duas praças que ganham relevância dado o contexto político e econômico nacional. Em decorrência dessa nova lógica, a newsroom do Rio de Janeiro será desativada, sem prejuízo à cobertura. As mudanças incluem a readequação de programas, assim como da grade. O selo CNN Soft será remodelado para 2023”, diz o texto oficial. Quando a empresa televisiva chegou ao Brasil em 2020, a CNN não poupou esforços para arrancar os profissionais das grandes concorrentes. Para isso, os investimentos foram altíssimos, mas os gastos com funcionários renomados se tornaram um prejuízo no balanço financeiro da emissora. Após as demissões, a CNN passa a contar com apenas quatro repórteres – Leandro Resende, Pedro Duran, Rafaela Cascardo e Raquel Amorim – , perdendo sua capacidade de produzir grandes reportagens locais. Os cortes despertam a CNN para a necessidade de se readequar à realidade econômica brasileira, após dificuldades na disputa pela audiência num segmento em que a concorrência só tem crescido. Dentre suas rivais estão a líder GloboNews, além de BandNews, Record News e a recém-chegada Jovem Pan News, que dividem os telespectadores.












