Johnny Depp vence seu ex-advogado em decisão judicial que pode afetar os negócios de Hollywood
O ator Johnny Depp conseguiu uma importante vitória no processo judicial em que enfrenta seu ex-advogado, Jake Bloom. Mais relevante que isso é o fato de que a decisão proferida pelo juiz Terry Green no tribunal de Los Angeles nesta terça (28/8) pode afetar todos os negócios informais de Hollywood. Depp resolveu processar seu ex-advogado em busca de ressarcimento das percentagens que ele abocanhou de seus negócios após um aperto de mãos de 18 anos atrás. Nos Estados Unidos, e especialmente em Hollywood, acordos verbais são corriqueiros entre atores, empresas e representantes. Mas, vivendo uma crise financeira, Depp acionou a Justiça para tentar recuperar as dezenas de milhões de dólares em honorários pagos que Bloom recebeu, com base em uma porcentagem de ganhos do ator, sem ter contrato assinado. O juiz entendeu que esse tipo de acordos precisa ser feito por escrito. Assim, a decisão pode decretar o fim dos acordos orais, que movimentam fortunas no mundo do entretenimento. A briga entre Depp e seu advogado começou em 2017, após a crise financeira levar o ator a rever duas dívidas. Quando Bloom recebeu menos que o esperado, alegou que o ator estava violando acordo verbal. A resposta de Depp foi um processo por “negligência profissional, violação de dever fiduciário e enriquecimento sem causa”. Segundo a imprensa americana, os advogados de ambos os lados se recusaram a comentar o caso fora do tribunal. A decisão judicial ainda não é definitiva, já que a defesa de Jake Bloom ainda pode recorrer. O julgamento final está marcado para o dia 6 de maio de 2019.
Johnny Depp alega legítima defesa em processo por agressão a integrante da equipe de seu novo filme
Johnny Depp se defendeu no processo em que é acusado de agredir o gerente de locações Gregg Brooks durante as filmagens de “City of Lies”, dizendo ter agido em legítima defesa. O site The Wrap conseguiu acesso a documentos da ação judicial aberta por Brooks contra o ator, nos quais os advogados de Depp afirmam que Brooks “deliberada e maliciosamente provocou” a briga, fazendo com que Depp sentisse que “sua segurança pessoal estava ameaçada no set”, assim como a do diretor Brad Furman (“Conexão Escobar”). Os advogados de Depp pedem, portanto, que o juiz do caso desconsidere a denúncia ou reduza a quantidade de dinheiro que o ator teria que pagar para Brooks. Segundo a denúncia feita pelo gerente de locações, o incidente aconteceu durante filmagens no Barclay Hotel, em Los Angeles. Gregg “Rocky” Brooks alega que o incidente ocorreu no dia 13 de abril de 2017, dia em que a produção tinha permissão para trabalhar até às 19h fora do hotel, e 22h dentro do estabelecimento. Trabalhando como gerente de locação, Brooks conseguiu permissão duas vezes para que as filmagens seguissem por mais tempo, já que Depp teve a ideia de dirigir uma versão maior da cena com dois amigos. Quando o relógio bateu 23h, o responsável pelo hotel pediu para que a produção fosse embora. O rapaz chegou ao diretor, Brad Furman, e deu a má notícia, recebendo em troca a resposta: “Por que você não fala isso para o Johnny Depp?”. Brooks afirma que tentou convencer um policial que tomava conta da produção para ajudá-lo a dar a notícia ao ator, mas, antes de conseguir, o próprio Depp se aproximou dele gritando: “Quem é você? Você não tem o direito de me falar o que fazer”. Após explicar a situação, a vítima ouviu do ator: “Eu não importo quem você seja e você não pode me falar o que fazer”. Enquanto gritava, Depp deu um soco em Brooks. “Eu vou te dar US$ 100 mil para me dar um soco na cara agora mesmo!”, gritou o ator antes dos seguranças afastarem os dois. O integrante da equipe afirma que foi demitido três dias depois, por se negar a assinar um contrato que pedia para ele não entrar com um processo contra Depp. Quando a notícia vazou, uma testemunha ouvida pelo site Page Six revelou que o Depp tinha bebido o dia inteiro, resultando num ambiente “tóxico” nas filmagens. Já o diretor Brad Furman afirmou na ocasião que o incidente estava sendo exagerado. “Johnny Depp é um profissional consumado, grande colaborador e um defensor de outros artistas”, disse ele em um comunicado. “Ele sempre trata a equipe e as pessoas ao seu redor com o maior respeito. Filmes podem ser estressantes, e eventos não frequentes costumam ser exagerados. Nós todos amamos histórias — mas não há uma aqui.” “City of Lies” é um drama policial sobre a investigação do assassinato do rapper Notorious B.I.G. nos anos 1990. Na trama, Depp vive Russell Poole, o detetive da polícia de Los Angeles que, ao investigar o crime, acaba descobrindo que policiais corruptos estavam envolvidos e entra em choque com a polícia da cidade. Em parte graças à polêmica, o suspense teve sua estreia norte-americana, originalmente marcada para 7 de setembro, adiada pelo estúdio e não tem mais previsão para chegar aos cinemas.
Estreia do novo filme de Johnny Depp é cancelada
“City of Lies”, estrelado por Johnny Depp e baseado na história real por trás da investigação sobre o assassinato do rapper Notorious B.I.G., teve sua estreia cancelada. O filme estava originalmente previsto para chegar aos cinemas em 7 de setembro, data escolhida para coincidir com o 46º aniversário do rapper, assassinado em 1997 em uma emboscada em Los Angeles. A notícia vem menos de um mês depois que o gerente de locação do filme processou Depp, acusando o ator de agressão durante as filmagens. Gregg “Rocky” Brooks alega que o incidente ocorreu no dia 13 de abril de 2017, quando o astro estava filmando fora do Barclay Hotel, em Los Angeles. Segundo a vítima, a produção tinha permissão para trabalhar até às 19h fora do hotel, e 22h dentro do estabelecimento. Trabalhando como gerente de locação, Brooks conseguiu permissão duas vezes para que as filmagens seguissem por mais tempo, já que Depp teve a ideia de dirigir uma versão maior da cena com dois amigos. Quando o relógio bateu 23h, o responsável pelo hotel pediu para que a produção fosse embora. O rapaz chegou ao diretor, Brad Furman, e deu a má notícia, recebendo em troca a resposta: “Por que você não fala isso para o Johnny Depp?”. Brooks afirma que tentou convencer um policial que tomava conta da produção para ajudá-lo a dar a notícia ao ator, mas, antes de conseguir, o próprio Depp se aproximou dele gritando: “Quem é você? Você não tem o direito de me falar o que fazer”. Após explicar a situação, a vítima ouviu do ator: “Eu não importo quem você seja e você não pode me falar o que fazer”. Enquanto gritava, Depp deu um soco em Brooks. “Eu vou te dar US$ 100 mil para me dar um soco na cara agora mesmo!”, gritou o ator antes dos seguranças afastarem os dois. O integrante da equipe afirma que foi demitido três dias depois, por se negar a assinar um contrato que pedia para ele não entrar com um processo contra Depp. Quando a notícia vazou, uma testemunha ouvida pelo site Page Six revelou que o Depp tinha bebido o dia inteiro, resultando num ambiente “tóxico” nas filmagens. Já o diretor Brad Furman afirmou na ocasião que o incidente estava sendo exagerado. “Johnny Depp é um profissional consumado, grande colaborador e um defensor de outros artistas”, disse ele em um comunicado. “Ele sempre trata a equipe e as pessoas ao seu redor com o maior respeito. Filmes podem ser estressantes, e eventos não frequentes costumam ser exagerados. Nós todos amamos histórias — mas não há uma aqui.” Na trama, Depp vive Russell Poole, o detetive da polícia de Los Angeles que, ao investigar o assassinato dos rappers, acaba descobrindo que policiais corruptos estavam envolvidos em ambos os crimes e entra em choque com a polícia da cidade. Parte desta história também já foi mostrada em três filmes, “Notorious B.I.G.: Nenhum Sonho é Grande Demais” (2009), “Straight Outta Compton: A História do NWA” (2015) e All Eyez on Me” (2017). E rendeu uma minissérie completa, “Unsolved: The Murders of Tupac & The Notorious B.I.G.”. Além disso, todas as teorias sobre as mortes dos rappers tiveram que ser revistas com o surgimento de um cúmplice dos crimes, que se apresentou voluntariamente em junho, após ser diagnosticado com câncer terminal.
Warner é criticada por aproximar Johnny Depp de sua ex Amber Heard na Comic-Con
Johnny Depp causou sensação, mas também controvérsia, ao fazer uma aparição surpresa na San Diego Comic-Con como o vilão do filme “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”. Vestido como o personagem, ele caminhou pelo palco principal do evento declamando alguns dos ideais de Grindelwald, durante curtos dois minutos. Veja abaixo. E em meio ao cair das luzes e aplausos do público, saiu rapidamente de cena. A ideia não é original, lembrando a famosa performance de Loki com que Tom Hiddleston eletrizou a Comic-Con de 2013. Mas foi uma solução estratégica da Warner para, ao mesmo tempo, trazer o ator e evitar que fosse entrevistado. Ao sair de cena, ele não participou do painel com o resto do elenco, evitando perguntas incômodas após a desastrosa entrevista que concedeu à revista Rolling Stone. Entretanto, sua presença causou mal-estar por praticamente reuni-lo com a ex-esposa, Amber Heard, que chegou a obter ordem de restrição contra sua proximidade durante o processo de divórcio, ocasião em que Depp foi acusado de violência doméstica. A atriz participou do painel da Warner logo em seguida, como integrante do elenco de “Aquaman”. Este fato chamou atenção da jornalista Dana Schwartz, da revista Entertainment Weekly, que abriu uma longa lista de protestos no Twitter. “James Gunn é demitido e a Warner traz Johnny Depp ao palco”, ela escreveu, lembrando o que aconteceu com o diretor de “Guardiões da Galáxia” no sábado (20/7). “Como a Warner pode justificar dar um emprego para Johnny Depp quando Amber Heard é uma das estrelas de ‘Aquaman’? Eles apareceram poucos minutos um do outro. Isso faz com que eu me sinta enjoada”, acrescentou a jornalista, que ainda questionou se os dois não se encontraram nos camarins. “É inaceitável que a Warner tenha colocado Amber Heard nesta situação”. Para quem esqueceu, fotos da atriz com machucados no rosto foram publicadas na imprensa em 2016, e ela ainda levou ao tribunal um vídeo de um dos episódios violentos de Depp, em que ele surgia visivelmente bêbado e destruindo coisas. No fim da batalha judicial entre o ex-casal, os atores fizeram um acordo em que reconheciam que “nenhuma das partes fez acusações falsas em troca de ganhos financeiros”. Heard recebeu US$ 7 milhões e doou todo o dinheiro para organizações que auxiliam no combate à violência doméstica. Por conta disso, a Warner foi criticada por fãs de Harry Potter por escalar Depp na produção, mas tanto a autora J.K. Rowling quanto o diretor David Yates saíram em defesa do ator. How does WB justify employing him when Aquaman stars Amber Heard. — Dana Schwartz (@DanaSchwartzzz) 21 de julho de 2018 Were they backstage together? In the green room? It's so unacceptable that WB put Amber Heard in this position. https://t.co/iCWaRvQIL7 — Dana Schwartz (@DanaSchwartzzz) 21 de julho de 2018
Johnny Depp vira malvadão no novo trailer legendado de Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald
A Warner divulgou um novo pôster e o segundo trailer legendado de “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”, continuação da saga “Animais Fantásticos”, que por sua vez é um prólogo da franquia “Harry Potter”. A prévia traz Hogwarts de volta ao cinema, destacando o jovem professor Alvo Dumbledore, além da convocação feita pelo vilão do título para que todos os bruxos saiam das sombras e conquistem seus lugares de direito, como mestres do mundo dos trouxas. Ao explorar a ligação de Dumbledore com seu antigo aluno Newt Scamander, o trailer indica que apenas o protagonista do filme anterior será capaz de derrotar o perigoso Grindelwald. Além de Eddie Redmayne, que retoma o papel de Newt Scamander, a continuação traz de volta diversos integrantes de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, como Alison Sudol (Queenie Goldstein), Dan Fogler (Jacob Kowalski), Katherine Waterston (Tina Goldstein), Zoe Kravitz (Leta Lestrange) e Ezra Miller (Credence Barebone). Mas os destaques são mesmo para Johnny Depp (“Piratas do Caribe”) no papel de Gellert Grindelwald e Jude Law (“Sherlock Holmes”) como Dumbledore. Novamente escrito por J.K. Rowling e dirigido por David Yates, “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” vai chegar aos cinemas em novembro.
Terry Gilliam perde novo processo por direitos de seu filme de Dom Quixote
O diretor Terry Gilliam perdeu um novo processo contra o produtor português Paolo Branco pelos direitos do filme “The Man Who Killed Don Quixote” (“O Homem que Matou Dom Quixote”, em tradução literal), desta vez em Madri, na Espanha. De acordo com a revista americana The Hollywood Reporter, o caso judicial foi aberto pela produtora espanhola do longa, a Tornasol Films, que entrou com um processo contra Branco pelos valores recebidos pelo filme, cerca de US$ 121 mil. A decisão da justiça espanhola confirmou a validade da coprodução do longa com a empresa de Branco, Alfama Filmes, negando que o português tenha descumprido obrigações contratuais. A decisão ainda pode ser recorrida nos próximos 20 dias. O veredito vem cerca de um mês depois de Branco vencer um processo similar contra o cineasta na Justiça francesa. Na França, o processo foi aberto por Branco, que alegou que Gilliam havia quebrado seu contrato, ao tentar lançar o filme sem sua participação. O tribunal do país liberou a primeira exibição do longa durante o Festival de Cannes deste ano, mas decretou que os direitos pertencem ao produtor português. A decisão ainda multou Gilliam em 10 mil euros, que deverão ser pagos a Branco. Trata-se de um final literalmente quixotesto para o esforço empreendido por Gilliam para finalizar o filme. Para entender os percalços dessa história, é preciso retroceder 25 anos, quando as primeiras páginas do roteiro de “The Man Who Killed Dom Quixote” foram escritas. A pré-produção começou em 1998 e as primeiras filmagens aconteceram em 2000, com Johnny Depp no papel principal. Já neste momento, foram tantos problemas, incluindo inundações no set, interferências das forças armadas espanholas e uma hérnia sofrida pelo astro Jean Roquefort, que a produção precisou ser interrompida e o filme abandonado. Todas as dificuldades enfrentadas pelo projeto foram registradas num documentário premiado, “Lost in La Mancha” (2002). Uma década depois, em 2010, Gilliam voltou a ficar perto de realizar o longa, chegando a filmar Ewan McGregor (“Trainspotting”) como protagonista e Robert Duvall (“O Juiz”) no papel de Dom Quixote, mas a produção precisou ser novamente interrompida, desta vez por problemas financeiros. Em 2015, ele chegou a anunciar uma nova tentativa, agora estrelada por Jack O’Connell (“Invencível”) e John Hurt (“O Espião que Sabia Demais”), mas a briga com o produtor português Paulo Branco adiou o projeto. Os dois se desentenderam durante a pré-produção, o que levou o diretor a entrar na justiça francesa para anular a cessão de direitos, enquanto buscava realizava o longa com apoio de outros produtores. Neste meio tempo, John Hurt acabou morrendo e precisou ser substituído na quarta filmagem anunciada, desta vez definitiva. Assim, quem acabou nos papéis principais foram, finalmente, Adam Driver e Jonathan Pryce. Mas enquanto Gilliam comemorava a conclusão das filmagens amaldiçoadas no ano passado, um tribunal de Paris se pronunciou em primeira instância em favor do produtor português, embora tenha rejeitado seu pedido de interromper a produção. O cineasta recorreu e a audiência de apelação manteve a goleada do destino contra Gilliam. Por enquanto, apenas o público do Festival de Cannes pôde ver a obra. Alguns dizem que a obra é prima, outros que é perda de tempo. O que é certo é que a maldição continua. A decisão da justiça francesa levou o produtor a ameaçar as empresas que fecharam contrato de distribuição do filme, entre elas a Amazon nos Estados Unidos. Em comunicado, Paulo Branco afirma que, após a sentença, “a exploração do filme só pode ser feita pela Alfama ou pela Leopardo filmes — pela Leopardo em Portugal e pela Alfama no resto do mundo — e todos os outros contratos são ilegais”. Terry Gilliam já avisou que pretende recorrer da decisão, afirmando que as empresas de Branco não financiaram as filmagens. E Paulo Branco também diz querer ser indenizado pelos “danos” causados pelas disputas judiciais. Ou seja, a desgraceira continua.
Johnny Depp entra em acordo com ex-empresários para encerrar processo milionário
O ator Johnny Depp chegou a um acordo amistoso no processo da empresa que administrava suas finanças, antes do caso ir parar nos tribunais. O acordo evitará um processo judicial midiático, que chamaria atenção para detalhes pouco simpáticos da vida do ator, acusado de bêbado e perdulário pelos ex-empresários. “Depp está satisfeito por ter chegado a um acordo com The Management Group”, afirmou nesta segunda-feira (16/7) seu porta-voz Robin Baum, que ressaltou que os detalhes do acordo são confidenciais. Ou seja, não se sabe quanto o ator pagou para evitar que o caso tivesse prosseguimento. O julgamento estava marcado para agosto. Tudo começou com um processo de Depp, que entrou com uma ação contra seus ex-empresários por fraude em janeiro do ano passado, após descobrir que estava praticamente falido. Os empresários responderam que os problemas financeiros eram resultado exclusivo de gastança desenfreada, declarando que o estilo de vida do ator é sem noção, “extravagante e extremo”, entre outros detalhes constrangedores, como o fato dele não decorar mais suas falas nos filmes. A partir daí, entraram com seu próprio processo contra o ator por uma dívida não paga. Para piorar sua situação, Depp deu recentemente uma entrevista catastrófica para a Rolling Stone, confirmando todas as acusações. Numa das declarações mais disparatadas da entrevista, ele fez questão de deixar claro que os ex-empresários se enganaram quando o acusaram de fazer gastos dispendiosos com tudo, como despesas mensais de US$ 30 mil em vinho. “É um insulto falar que eu gasto isso tudo com vinho todos os meses, simplesmente porque é muito mais”, disse o ator. Divorciado, com diversas dívidas e cada vez menos prestígio, o ator assumiu que entrou em depressão. E, como se não bastasse, agora também enfrenta um processo por agressão num profissional de cinema, que teria acontecido durante a produção do ainda inédito “City of Lies”. Por conta disso, preferiu encerrar a disputa com os ex-empresários. “Johnny está decidido a tomar fortes medidas para proteger sua reputação pessoal e artística nos interesses de sua família e de sua carreira”, afirmou o porta-voz do ator.
Continuação de Animais Fantásticos ganha mais de 20 fotos
A Warner divulgou 21 fotos de “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”, segundo prólogo das aventuras de “Harry Potter”. As imagens registram diversos personagens vistos no primeiro filme, “Animais Fantásticos e Onde Vivem”, mas também destaca a versão mais jovem do professor Alvo Dumbledore, interpretada por Jude Law, que vai fazer sua estreia na continuação. Mas ele não será o único personagem conhecido que ganhará versão rejuvenescida. Uma das imagens o mostra ao lado do ator Joshua Shea (da série “The Royals”) encarnando uma versão adolescente de Newt Scamander, herói de “Animais Fantásticos” interpretado por Eddie Redmayne na versão adulta. A foto sugere um flashback que deve revelar porque o magizoologista foi expulso de Hogwarts. O primeiro filme mencionou que Dumbledore foi o único a defender Newt após “um incidente com uma criatura mágica”. “Os Crimes de Grindelwald” é o segundo de planejados cinco filmes da saga “Animais Fantásticos”, todos escritos por J.K. Rowling, a criadora do universo “Harry Potter”. David Yates, que dirige todos os filmes da saga desde “Harry Potter e a Ordem da Fênix” (2007), também retorna à sua função. A estreia está marcada para 15 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Johnny Depp é processado por agressão em integrante de seu novo filme
O ator Johnny Depp vai enfrentar mais um processo. Um integrante da equipe de seu mais recente filme, “City of Lies”, deu entrada numa ação civil nesta segunda-feira (9/7), acusando-o de tê-lo agredido durante a produção. A agressão vazou para a imprensa em maio e, pelo visto, não houve acordo para manter o caso fora dos tribunais. Gregg “Rocky” Brooks alega que o incidente ocorreu no dia 13 de abril de 2017, quando o astro estava filmando fora do Barclay Hotel, em Los Angeles (EUA). Segundo a vítima, a produção tinha permissão para trabalhar até às 19h fora do hotel, e 22h dentro do estabelecimento. Trabalhando como gerente de locação, Brooks conseguiu permissão duas vezes para que as filmagens seguissem por mais tempo, já que Depp teve a ideia de dirigir uma versão maior da cena com dois amigos. Quando o relógio bateu 23h, o responsável pelo hotel pediu para que a produção fosse embora. O rapaz chegou ao diretor, Brad Furman, e deu a má notícia, recebendo em troca a resposta: “Por que você não fala isso para o Johnny Depp?”. Brooks afirma que tentou convencer um policial que tomava conta da produção para ajudá-lo a dar a notícia ao ator, mas, antes de conseguir, o próprio Depp se aproximou dele gritando: “Quem é você? Você não tem o direito de me falar o que fazer”. Após explicar a situação, a vítima ouviu do ator: “Eu não importo quem você seja e você não pode me falar o que fazer”. Enquanto gritava, Depp deu um soco em Brooks. “Eu vou te dar US$ 100 mil para me dar um soco na cara agora mesmo!”, gritou o ator antes dos seguranças afastarem os dois. O integrante da equipe afirma que foi demitido três dias depois, por se negar a assinar um contrato que pedia para ele não entrar com um processo contra Depp. Quando a notícia vazou, uma testemunha ouvida pelo site Page Six revelou que o Depp tinha bebido o dia inteiro, resultando num ambiente “tóxico” nas filmagens. Já o diretor Brad Furman afirmou na ocasião que o incidente estava sendo exagerado. “Johnny Depp é um profissional consumado, grande colaborador e um defensor de outros artistas”, disse ele em um comunicado. “Ele sempre trata a equipe e as pessoas ao seu redor com o maior respeito. Filmes podem ser estressantes, e eventos não frequentes costumam ser exagerados. Nós todos amamos histórias — mas não há uma aqui.” Entretanto, essa história foi considerada suficiente para um processo. Anteriormente conhecido como “LAbyrinth”, “City of Lies” acompanha a investigação policial do assassinato dos rappers Notorious B.I.G. e Tupac Shakur nos anos 1990, mesmo tema da recém-finalizada série “Unsolved: The Murders of Tupac & The Notorious B.I.G.”. Na trama, Depp vive Russell Poole, o detetive da polícia de Los Angeles que, ao investigar o assassinato dos rappers, acaba descobrindo que policiais corruptos estavam envolvidos em ambos os crimes e entra em choque com a polícia da cidade. Parte desta história também já foi mostrada em três filmes, “Notorious B.I.G.: Nenhum Sonho é Grande Demais” (2009), “Straight Outta Compton: A História do NWA” (2015) e All Eyez on Me” (2017). E rendeu uma minissérie completa, “Unsolved: The Murders of Tupac & The Notorious B.I.G.”. Além disso, todas as teorias sobre as mortes dos rappers ganharam nova luz com o testemunho voluntário de um cúmplice dos crimes, que se apresentou na semana passada, após ser diagnosticado com câncer terminal. “City of Lies” será lançado nos cinemas americanos no dia 7 de setembro, mas ainda não tem previsão de estreia no Brasil.
Johnny Depp surge como alcoólatra, depressivo, perdulário e decadente em entrevista da Rolling Stone
O ator Johnny Depp ganhou um perfil duro da revista Rolling Stone, no qual é retratado como um astro decadente que não consegue aceitar que seu poder de estrela está em declínio. Ao longo da entrevista, ele aparece como um homem solitário, iludido e apaixonado pelos seus próprios pensamentos vazios. O jornalista Stephen Rodrick passou três dias com Depp em sua mansão em Londres, e além das respostas registrou o consumo de bebidas e drogas durante a entrevista. E uma grande falta de noção da realidade. Numa das declarações mais disparatadas, Johnny Depp fez questão de deixar claro que os ex-empresários se enganaram quando o acusaram de fazer gastos dispendiosos com tudo, afirmando que seu consumo mensal com vinhos era de US$ 30 mil. “É um insulto falar que eu gasto isso tudo com vinho todos os meses, simplesmente porque é muito mais”, disse o ator, que perdeu sua fortuna. Além de ter passado por um divórcio tumultuado de sua ex-mulher Amber Heard, que o acusou de agressão, Depp trava uma batalha judicial contra seus ex-empresários, a quem acusa de roubo. Já os ex-empresários dizem que sua fortuna sumiu sozinha, devido a seu estilo de vida perdulário. Divorciado, com diversas dívidas e cada vez menos prestígio, o ator assumiu que entrou em depressão. “Eu estava no fundo do poço. O próximo passo, para mim, era: ‘você vai chegar num lugar com os olhos abertos e deixar esse lugar com os olhos fechados’. Eu não conseguia suportar a dor diária”, afirmou o ator. “Eu tomava vodca pela manhã e escrevia até as lagrimas impedirem que eu enxergasse”, desabafou, explicando que passou a manter um diário para ajudá-lo a seguir em frente enquanto estava em turnê com a sua banda, The Hollywood Vampires. “Segui tentando entender o que eu fiz para merecer isso. Tentei ser gentil com todos. A verdade é a coisa mais importante para mim. Mesmo assim, tudo isso aconteceu.” Sobre o trabalho, ele contou que não decora mais textos. Tem um funcionário só para lhe soprar falas via ponto eletrônico durante as filmagens. Para ele, interpretação está no olhar. Johnny Depp mostrará todo o esforço que faz para olhar a seguir em “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”, numa escalação que gerou protestos nas redes sociais pelas acusações de agressão contra sua ex-mulher. O filme estreia em novembro.
Terry Gilliam perde batalha judicial na luta para exibir seu filme maldito
A justiça francesa decidiu contra Terry Gilliam no processo em que o cineasta buscava anular seu contrato com o produtor português Paulo Branco, com quem brigou após ceder os direitos de distribuição de “The Man who Killed Don Quixote” (O Homem Que Matou Dom Quixote). A interpretação da Corte de Apelação de Paris é que o contrato continua válido, embora a realização definitiva do filme não tenha sido financiada pela produtora de Branco. Gilliam trabalha há mais de 20 anos no longa, que finalmente veio à público durante o recente Festival de Cannes, como filme de encerramento do evento. Mas mesmo esta exibição envolveu angústia e disputa judicial. Branco tentou vetar a première mundial, mas o festival conseguiu uma liminar para realizar a projeção. Para entender os percalços dessa história, é preciso retroceder 25 anos, quando as primeiras páginas do roteiro de “The Man Who Killed Dom Quixote” foram escritas. A pré-produção começou em 1998 e as primeiras filmagens aconteceram em 2000, com Johnny Depp no papel principal. Já neste momento, foram tantos problemas, incluindo inundações no set, interferências das forças armadas espanholas e uma hérnia sofrida pelo astro Jean Roquefort, que a produção precisou ser interrompida e o filme abandonado. Todas as dificuldades enfrentadas pelo projeto foram registradas num documentário premiado, “Lost in La Mancha” (2002). Uma década depois, em 2010, Gilliam voltou a ficar perto de realizar o longa, chegando a filmar Ewan McGregor (“Trainspotting”) como protagonista e Robert Duvall (“O Juiz”) no papel de Dom Quixote, mas a produção precisou ser novamente interrompida, desta vez por problemas financeiros. Em 2015, ele chegou a anunciar uma nova tentativa, agora estrelada por Jack O’Connell (“Invencível”) e John Hurt (“O Espião que Sabia Demais”), mas a briga com o produtor português Paulo Branco adiou o projeto. Os dois se desentenderam durante a pré-produção, o que levou o diretor a entrar na justiça francesa para anular a cessão de direitos, enquanto buscava realizava o longa com apoio de outros produtores. Neste meio tempo, John Hurt acabou morrendo e precisou ser substituído na quarta filmagem anunciada, desta vez definitiva. Assim, quem acabou nos papéis principais foram, finalmente, Adam Driver e Jonathan Pryce. Mas enquanto Gilliam comemorava a conclusão das filmagens amaldiçoadas no ano passado, um tribunal de Paris se pronunciou em primeira instância em favor do produtor português, embora tenha rejeitado seu pedido de interromper a produção. O cineasta recorreu e a audiência de apelação foi marcada para esta sexta (15/6). E ela manteve a goleada do destino contra Gilliam. Por enquanto, apenas o público do Festival de Cannes pôde ver a obra. Alguns dizem que a obra é prima, outros que é perda de tempo. O que é certo é que a maldição continua. A decisão da justiça francesa levou o produtor a ameaçar as empresas que fecharam contrato de distribuição do filme, entre elas a Amazon nos Estados Unidos. Em comunicado, Paulo Branco afirma que, após a sentença, “a exploração do filme só pode ser feita pela Alfama ou pela Leopardo filmes — em Portugal, pela Leopardo, no resto do mundo, pela Alfama Films — e [que] todos os outros contratos são ilegais”. Neste sentido, a Alfama e a Leopardo Filmes, produtora e distribuidora de Paulo Branco, garantem que “agirão em conformidade de modo a serem ressarcidas e indenizadas dos danos resultantes da atuação de todos os intervenientes na produção deste filme, assim como todos aqueles que ilegalmente o exploraram em desrespeito aos direitos da Alfama Films”. Mas apesar do tom ameaçador, já há contestação da interpretação do produtor a respeito da sentença. Outra empresa portuguesa, a Ukbar Filmes, que entrou na produção do longa no final de 2016, apontou, em seu próprio comunicado, que a Corte de Apelação de Paris “diz que o contrato [entre Gilliam e Branco] ainda está válido e que Terry Gilliam tem de pagar dez mil euros a Paulo Branco”, mas o valor diz apenas respeito a custas judiciais e “não tem qualquer impacto na exploração” do filme nos cinemas. Terry Gilliam já avisou que pretende recorrer da decisão. E Paulo Branco também diz querer ser indenizado pelos “danos” causados pelas disputas judiciais. Ou seja, a saga continua.
Fotos de Johnny Depp deixam fãs preocupados com aparência do ator
Os fãs de Johnny Depp ficaram chocados com a aparência do ator, em fotos tiradas nesta semana na Rússia. O ator, que viajou em turnê com sua banda, The Hollywood Vampires, apareceu muito magro e envelhecido. As imagens postadas no Instagram geraram uma enxurrada de comentários sobre o que teria acontecido com o ator de “Piratas do Caribe”. Atualmente com 54 anos, ele é da mesma geração de Tom Cruise e Brad Pitt, mas parece bem mais velho que os dois nas imagens. “Meu Deus! O que aconteceu com Johnny?”, escreveu um usuário da rede social. “Ele não parece bem”, respondeu outro. “Meu Deus! Eu acho que essa é a pior aparência que ele já teve”, acrescentou um terceiro. “Muito magro, muito pálido”, descreveu mais um. “Estou preocupado. Ele parece doente. Mas estou feliz por vê-lo sorrindo. Não o via sorrir há algum tempo”, reparou outra pessoa. Mas houve até quem não reconhecesse quem era o ator registrado nas fotos, que foram tiradas no hotel Four Seasons, em São Petesburgo, na Rússia. A banda de Depp fez um show na cidade na última quarta-feira (30/6). A revista The Hollywood Reporter procurou os representantes do ator para obter comentários sobre sua saúde, mas não obteve resposta. Счастье и радость переполняют! Спасибо моей самой лучшей работе на свете за возможность знакомства с такими потрясающими людьми! @johnnydeppofficial ? случайности не случайны! Uma publicação compartilhada por Прически Макияж?Катерина Курта (@kurtakatrin) em 1 de Jun, 2018 às 10:52 PDT Невероятные встречи. Спасибо Вселенной за чудесную работу и потрясающие возможности. Обожаемый @johnnydeppofficial Uma publicação compartilhada por Nadya Shestakova (@nadezdashestakova) em 1 de Jun, 2018 às 11:22 PDT Это самый приятный сюрприз сегодняшнего дня! Джонни Депп❤️ Thank you, Universe! #johnnydepp #hollywoodvampires Uma publicação compartilhada por Violetta❤️ (@violet_loveit) em 27 de Mai, 2018 às 4:36 PDT
J.K. Rowling já está escrevendo terceiro filme da saga Animais Fantásticos
A escritora J.K. Rowling já está trabalhando no roteiro do terceiro filme da saga “Animais Fantásticos”, seis meses antes da estreia do segundo, “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”. “Acabei de terminar o quarto romance de Galbraith, ‘Lethal White’, e agora estou escrevendo o roteiro de ‘Animais Fantásticos 3′”, disse Rowling aos seus fãs em uma sessão de perguntas e respostas em seu site. A referência à Gailbraith se deve ao fato de a criadora de “Harry Potter” também escrever obras policiais sob o pseudônimo de Robert Galbraith. Ainda sem título oficial, o terceiro filme do spin-off do universo de “Harry Potter” já tem, inclusive, previsão de estreia – para novembro de 2020. Já “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindenwald” chega aos cinemas brasileiros em 15 de novembro de 2018. O primeiro trailer do filme foi revelado em março e mostra a fuga da prisão de Gerardo Grindelwald (Johnny Depp), que inicia seu plano maligno de levar bruxos de puro-sangue a governar o mundo dos trouxas. Para enfrentar o mal, o ainda jovem Alvo Dumbledore (Jude Law) vira aliado do ex-aluno Newt Scamander (Eddie Redmayne) para caçar o poderoso bruxo.











