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  • Filme

    Festival de Veneza traz menos apostas de Hollywood e mais filmes políticos

    2 de setembro de 2026 /

    Diretor do evento aponta retração dos grandes estúdios em meio a filmes sobre Gaza, Ucrânia, imigração e o poder dos bilionários

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  • Filme

    “Retorno a Buenos Aires” leva Brasil à disputa do Leão de Ouro

    23 de julho de 2026 /

    Coprodução de Marco Bechis foi filmada em Porto Alegre e concorre com novos trabalhos de Danny Boyle, Werner Herzog e Hirokazu Kore-eda

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  • Série

    Netflix fará série sobre um dos mais famosos atores de filmes adultos

    27 de setembro de 2022 /

    A Netflix está desenvolvendo a série “Supersex”, que vai narrar a história de vida de Rocco Siffredi, um dos mais famosos atores de filmes adultos em atividade, que já fez mais de 1500 produções do gênero – a maioria como produtor. Criada por Francesca Manieri (“We Are Who We Are”) a série vai narrar a juventude do italiano bem dotado, sua relação com a família e a sua carreira nos filmes adultos. Embora a indústria do entretenimento adulto seja criticada pela maneira como trata as mulheres, a série deve ter uma abordagem distinta. “‘Supersex’ é a história de um homem que leva sete episódios e 350 minutos para dizer ‘eu te amo’, para aceitar que o demônio em seu corpo é compatível com o amor. Para fazer isso, ele deve expor a única parte dele que nunca vimos: sua alma”, explicou Manieri, em comunicado oficial. A série vai ser estrelada por Alessandro Borghi (“Devils”) no papel de Siffredi, e ainda contará com Jasmine Trinca (“O Franco-Atirador”), Adriano Giannini (“Emma e as Cores da Vida”) e Saul Nanni (“Amor & Gelato”). A direção dos episódios ficará a cargo de Matteo Rovere (“Veloz Como o Vento”), Francesco Carrozzini (“The Hanging Sun”) e Francesca Mazzoleni (“Succede”). “Supersex” deve estrear em 2023, na Netflix. A carreira de Rocco Siffredi já foi retratada antes no documentário “Rocco”, dirigido por Thierry Demaiziere e Alban Teurlai, que teve première no Festival de Veneza de 2016. Além do seu trabalho no cinema adulto, Rocco Siffredi também já participou de dois filmes de ficção: “Romance” (1999) e “Anatomia do Inferno” (2004), ambos de Catherine Breillat.

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  • Filme

    Coprodução brasileira, O Traidor vence o “Oscar italiano”

    9 de maio de 2020 /

    A coprodução brasileira “O Traidor” (Il Traditore), que conta com a atriz Maria Fernanda Cândido em seu elenco, venceu o troféu David di Donatello, considerado o “Oscar do cinema italiano”, em cerimônia realizada na noite de sexta-feira (8/5). Dirigido pelo veterano Marco Bellocchio, o filme narra a história do mafioso Tommaso Buscetta, primeiro grande delator da máfia e que teve sua vida intimamente ligada ao Brasil, de onde foi extraditado duas vezes. “O Traidor” teve cenas filmadas no Rio, que foram produzidas pela empresa brasileira de cinema Gullane. Além do troféu de Melhor Filme, “O Traidor” venceu mais cinco prêmios, entre eles o de Melhor Direção, Melhor Ator para Pierfrancesco Favino (o intérprete de Buscetta) e melhor Ator Coadjuvante para Luigi Lo Cascio. Já o prêmio de Melhor Atriz ficou com Jasmine Trinca, pela atuação em “La Dea Fortuna”, de Ferzan Ozpetek. Os prêmios foram anunciados – mas não entregues fisicamente – durante uma cerimônia sem frescuras, realizada no horário nobre da emissora italiana RAI pelo apresentador Carlo Conti, em um estúdio vazio, com participações de artistas via videoconferência ao vivo. Até o presidente da Itália, Sergio Mattarella, enviou uma mensagem para o evento em que afirmou que “o cinema, como muitos grandes mestres italianos nos ensinaram, é a arte do sonho”. E que, “para reconstruir nosso país após a dramática epidemia, será necessário recuperar inspirações e, portanto, voltar a sonhar e fazer as pessoas sonharem”. A premiação serviu como um ritual de renascimento coletivo justamente quando as restrições locais de circulação, para contar a pandemia de coronavírus, começaram a ser eliminadas lentamente. “Meu desejo é que a comunidade cinematográfica italiana comece a trabalhar novamente”, disse Bellocchio, falando de sua casa. “Tenho 80 anos e também espero fazer mais alguns filmes”, acrescentou.

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  • Filme

    Novo filme de Guillermo del Toro vence o Festival de Veneza 2017

    9 de setembro de 2017 /

    O novo filme de Guillermo del Toro, “A Forma da Água” (The Shape of Water), foi o vencedor do Leão de Ouro do Festival de Veneza 2017. Combinação de fábula, romance e terror, o filme conta a história de uma faxineira muda que se apaixona por uma criatura aquática aprisionada em um laboratório secreto do governo americano. “Quero dedicar esse prêmio a todos os diretores americanos e latino-americanos que desejam fazer filmes que mexam com nossa imaginação”, disse Del Toro ao receber o troféu. “Eu acredito em vida, amor e cinema. E nesse momento da minha vida eu me sinto cheio de vida, amor e de cinema”. Criador da série “The Strain” e especializado em filmes de terror e fantasia (como “Hellboy”, “O Labirinto do Fauno” e “A Colina Escarlate”), Del Toro é o terceiro cineasta mexicano a lançar uma produção bem recebida em Veneza nos últimos anos. Embora Alfonso Cuarón (“Gravidade”, 2013) e Alejandro Iñárritu (“Birdman”, 2015) não tenham vencido o Leão de Ouro, eles saíram do festival italiano embalados por críticas positivas e acabaram vencendo o Oscar com seus filmes. O Grande Prêmio do Júri, considerado o 2º lugar da premiação, foi para “Foxtrot”, do israelense Samuel Maoz. O cineasta tinha vencido o Leão de Ouro de 2009 com sua estreia, o drama de guerra “Lebanon”. Em sua nova obra, ele descreve três momentos da família de um bem-sucedido arquiteto de Tel Aviv a partir do instante em que recebe a notícia da morte do filho mais velho, um soldado do Exército. O Prêmio do Júri, equivalente ao 3º lugar, ficou com “Sweet Country”, de Warwick Thorton, um western ambientado no outback australiano dos anos 1920. Thornton tinha vencido a Câmera de Ouro em Cannes com sua estreia, “Sansão e Dalila” (2009), e é o único cineasta aborígene consagrado pela crítica internacional. O Leão de Prata de Melhor Direção foi para o francês Xavier Legrand, pelo drama “Custody” (Jusqu’à la Garde), sobre um marido com fama de violento que consegue o direito de passar os fins de semana com o filho mais novo. É o primeiro longa dirigido por Legrand, que também venceu o Leão do Futuro, dado à melhor obra estreante do festival. O jovem cineasta entrou no cinema ainda criança, como ator no clássico “Adeus, Meninos” (1987), de Louis Malle, mas já tem uma indicação ao Oscar no currículo, por seu curta “Avant que de Tout Perdre” (2013). A Copa Volpi de Melhor Atriz foi para Charlotte Rampling, por sua interpretação em “Hannah”, da italiana Andrea Pallaoro (“Medeas”). A veterana estrela inglesa, que estreou no filme dos Beatles “Os Reis do Ié-Ié-Ié” (1964) e foi sex symbol dos anos 1970, experimenta um renascimento da carreira na Terceira Idade, após vencer o Urso de Prata do Festival de Berlim por seu filme anterior, “45 Anos” (2015), pelo qual também concorreu ao Oscar. Em “Hannah”, ela vive a personagem-título, uma mulher septuagenária em crise de identidade, provocada por uma revelação relacionada ao marido. Já a Copa Volpi de Melhor Ator foi para Kamel El Basha, pelo drama libanês “The Insult”, de Ziad Doueiri (ex-assistente de câmera de Tarantino), sobre uma briga judicial entre um mecânico cristão e um empreiteiro palestino de origem muçulmana, em Beirute. O prêmio de Melhor Roteiro ficou com “Three Billboards Outside Ebbing, Missouri”. Ainda mais sombria que “Na Mira do Chefe” (2008) e “Sete Psicopatas e um Shih Tzu” (2012), a terceira comédia de humor negro do inglês Martin McDonagh acompanha uma mãe (Frances McDormand) de uma pequena cidade do Missouri, inconformada com a incompetência da polícia após o estupro da filha, e foi um dos filmes mais comentados do festival. O troféu Marcello Mastroianni de melhor ator ou atriz revelação foi para o americano Charlie Plummer, por sua performance no drama “Lean on Pete”, dirigido por Andrew Haigh (de “45 Anos”), no qual interpreta um adolescente de 15 anos que arranja um emprego como assistente de um treinador fracassado de cavalos de corrida. O rapaz foi um dos finalistas ao papel do novo Homem-Aranha, está atualmente em cartaz no Brasil em “O Jantar” e poderá ser visto no fim do ano no novo longa de Ridley Scott, “All the Money in the World”. O júri da competição oficial deste ano foi presidido pela atriz americana Annette Bening (“Mulheres do Século 20”) e formado pelo diretor americano Edgar Wright (“Em Ritmo de Fuga”), a atriz inglesa Rebecca Hall (“Homem de Ferro 3”), a cineasta húngara Ildiko Enyedi (“On Body and Soul”), o diretor mexicano Michel Franco (“Depois de Lúcia”), a atriz francesa Anna Mouglalis (“Coco Chanel & Igor Stravinsky”), o crítico inglês David Stratton, a atriz italiana Jasmine Trinca (“Saint Laurent”) e o cineasta taiwanês Yonfan (“Príncipe das Lágrimas”). Além da competição oficial, também foram divulgados os trabalhos premiados nas mostras paralelas. O principal destaque coube ao vencedor da seção Horizontes: “Nico, 1988”, da italiana Susanne Nicchiarelli (“Cosmonauta”), sobre os últimos anos de vida da ex-modelo e cantora alemã Nico, ex-vocalista da banda Velvet Underground. Outro filme que chamou atenção foi o argentino “Hunting Season” (Temporada de Caza), primeiro longa de Natalia Garagiola, vencedor da seção Semana da Crítica, cujo prêmio é conferido pelo público. Confira abaixo a lista dos premiados. Vencedores do Festival de Veneza 2017 Mostra Competitiva Melhor Filme: “The Shape of Water”, de Guillermo del Toro Grande Prêmio do Júri: “Foxtrot”, de Samuel Maoz Melhor Diretor: Xavier Legrand (“Custody”) Melhor Ator: Kamel El Basha (“The Insult”) Melhor Atriz: Charlotte Rampling (“Hannah”) Melhor Roteiro: “Three Billboards Outside Ebbing, Missouri”, de Martin McDonagh Prêmio Especial do Júri: “Sweet Country”, de Warwick Thorton. Ator/Atriz Revelação: Charlie Plummer (“Lean on Pete”, de Andrew Haigh) Prêmio Leão do Futuro (Diretor Estreante): Xavier Legrand (“Jusqu’à la Garde”) Mostra Horizontes Melhor Filme: “Nico, 1988”, Susanna Nicchiarelli Melhor Direção: Vahid Jalilvand, “No Date, No Signature” Prêmio Especial do Júri: “Caniba”, Verena Paravel and Lucien Castaing-Taylor Melhor Atriz: Lyna Khoudri, “Les bienheureux” Melhor Ator: Navid Mohammadzadeh, “No Date, No Signature” Melhor Roteiro: “Oblivion Verses”, Dominique Wellinski e Rene Ballesteros Melhor curta-metragem: “Gros chagrin”, Céline Devaux Mostra Semana da Crítica Melhor Filme: “Hunting Season”, de Natalia Garagiola Leão do Futuro Prêmio “Luigi De Laurentiis” de Filme de Estreia: “Custody”, de Xavier Legrand Clássicos de Veneza Melhor Documentário sobre Cinema: “The Prince and the Dybbuk”, de Elvira Niewiera e Piotr Rosolowski Melhor Filme Restaurado: “Vá e Veja” (1985), de Elem Klimov Competição de Realidade Virtual Melhor Realidade Virtual: “Arden’s Wake (Expanded)”, de Eugene Y.K. Chung Melhor Experiência de Realidade Virtual: “La Camera Isabbiata”, de Laurie Anderson e Hsin-chien Huang Melhor História de Realidade Virtual: “Bloodless”, de Gina Kim

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  • Filme

    Rebecca Hall e Edgar Wright farão parte do juri do Festival de Veneza 2017

    23 de julho de 2017 /

    A organização do Festival de Veneza anunciou os jurados, que irão eleger o vencedor do Leão de Ouro 2017 e outros premiados do evento. Os filmes da mostra competitiva serão julgados pelo diretor americano Edgar Wright (“Em Ritmo de Fuga”), a atriz inglesa Rebecca Hall (“Homem de Ferro 3”), a cineasta húngara Ildiko Enyedi (“On Body and Soul”), o diretor mexicano Michel Franco (“Depois de Lúcia”), a atriz francesa Anna Mouglalis (“Coco Chanel & Igor Stravinsky”), o crítico inglês David Stratton, a atriz italiana Jasmine Trinca (“Saint Laurent”) e o cineasta taiwanês Yonfan (“Príncipe das Lágrimas”). Anunciada previamente, a presidente do júri será a atriz Annette Bening (“Mulheres do Século 20”). Já a mostra paralela Horizonte contará com o diretor italiano Gianni Amelio (“As Chaves de Casa”) como presidente. A diretora iraniana Rakhshan Banietemad (“Contos Iranianos”), a diretora americana Ami Canaan Mann (“Jackie & Ryan: Amor Sem Medidas”), o cineasta norte-irlandês Mark Cousins (“What Is This Film Called Love?”), a diretora belga Fien Troch (“Kid”) e a francesa Rebecca Zlotowski (“Além da Ilusão”), além do roteirista e arquiteto argentino Andrés Duprat (“O Cidadão Ilustre”) completam o júri. O Festival de Veneza 2017 vai começar no dia 30 de agosto com a exibição da comédia sci-fi “Downsizing”, de Alexander Payne, e se encerra em 9 de setembro com o anúncio dos premiados.

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