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  • Filme

    Novo trailer de Okja destaca os elogios da crítica internacional

    18 de junho de 2017 /

    A Netflix divulgou um novo trailer da fantasia sul-coreana “Okja”, que destaca os elogios da crítica durante sua exibição no Festival de Cannes 2017. Além de saudar o trabalho do diretor e roteirista Bong Joon Ho (“Expresso do Amanhã”), as frases de impacto aplaudem a sempre ótima Tilda Swinton (“Doutor Estranho”) e o desempenho da pequena Ahn Seo Hyun, que, apesar de ter apenas 13 anos, já possuiu uma dezena de títulos em seu currículo, inclusive o drama premiado “A Empregada” (Hanyo, 2010). Na trama, Okja é uma espécie de “superporco” criado em laboratório pela empresa Mirando, dirigida pela personagem de Tilda Swinton, com o objetivo de acabar com a fome mundial. O problema é que o bicho é fofo demais e vira o animal de animação de uma garotinha, que se desespera ao vê-lo ser levado para o abatedouro e se junta a um grupo de ativistas para libertá-lo. Produzido pela Plan B, empresa de Brad Pitt, em parceria com o serviço de streaming, o filme também traz em seu elenco os atores Jake Gyllenhaal (“O Abutre”), Lily Collins (“Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos”), Paul Dano (“12 Anos de Escravidão”), Devon Bostick (série “The 100”), Steven Yeun (série “The Walking Dead”) e a dupla Byeon Hie-bong e Yun Je-mun, que trabalhou com o diretor em vários filmes, entre eles “O Hospedeiro” (2006), primeiro filme de monstros de Bong Joon Ho. “Okja” estreia em streaming no dia 28 de junho.

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  • Filme

    Jake Gyllenhaal vai estrelar e produzir aventura passada na 2ª Guerra Mundial

    6 de junho de 2017 /

    Jake Gyllenhaal vai estrelar e produzir o drama de guerra “The Lost Airman”. O longa será baseado no livro de memórias do soldado americano Arthur Meyerowitz, que relata como ele escapou dos nazistas após cair com seu avião na França durante a 2ª Guerra Mundial. Para isto, ele contou com a ajuda da heróis históricos da resistência francesa e da Força Aérea britânica. Os direitos de adaptação foram adquiridos pelo Amazon Studio. Além de Gyllenhaal, o projeto tem como produtor John Lesher, vencedor do Oscar por “Birdman” (2014). Ainda não há diretor definido nem cronograma de filmagens.

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  • Filme

    Okja: Nova fantasia do diretor de Expresso do Amanhã ganha vídeo legendado e pôsteres de personagens

    5 de junho de 2017 /

    A Netflix divulgou sete pôsteres de personagens e um vídeo legendado de “Okja”, novo filme do diretor Bong Joon Ho (“Expresso do Amanhã”). A prévia destaca a protagonista da trama, a pequena Ahn Seo Hyun, que, como mostra o vídeo, enfrenta qualquer obstáculo para encontrar seu bicho de estimação, a simpática criatura do título. Apesar de ter apenas 13 anos, a atriz sul-coreana tem uma dezena de títulos em seu currículo, inclusive o drama premiado “A Empregada” (Hanyo, 2010). Na trama, Okja é uma espécie de “superporco” criado em laboratório pela empresa Mirando, dirigida pela personagem de Tilda Swinton (“Doutor Estranho”), com o objetivo de acabar com a fome mundial. O problema é que o bicho é fofo demais e vira o animal de animação de uma garotinha, que se desespera ao vê-lo ser levado para o abatedouro e se junta a um grupo de ativistas para libertá-lo. A produção está a cargo da Plan B, empresa de Brad Pitt, em parceria com o serviço de streaming, e o elenco também conta com Jake Gyllenhaal (“O Abutre”), Lily Collins (“Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos”), Paul Dano (“12 Anos de Escravidão”), Devon Bostick (série “The 100”), Steven Yeun (série “The Walking Dead”) e a dupla Byeon Hie-bong e Yun Je-mun, que trabalhou com o diretor em vários filmes, entre eles “O Hospedeiro” (2006), primeiro filme de monstros de Bong Joon Ho. Exibido no Festival de Cannes 2017, entre vaias de protesto contra a participação da Netflix no evento e elogios da crítica internacional, “Okja” estreia em streaming no dia 28 de junho.

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    Elenco de Okja avisa: “A Netflix vai mudar o mundo”

    21 de maio de 2017 /

    O elenco de “Okja”, um dos filmes produzidos pela Netflix no Festival de Cannes, deu uma entrevista arrojada para o site Deadline. Lily Collins (“Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos”), Paul Dano (“12 Anos de Escravidão”), Giancarlo Esposito (série “Breaking Bad”) e Steven Yeun (série “The Walking Dead”) falaram com muito mais empolgação sobre o que a Netflix representa para o futuro do cinema do que na entrevista coletiva oficial. “A Netflix vai mudar o mundo”, disse candidamente Esposito. Os atores apontaram que o principal diferencial não está no lugar onde filme do sul-coreano Bong Joon Ho será visto, mas como ele foi feito e quantas pessoas o verão. “Bong Joon Ho só conseguiria realizar esse filme do jeito que fez porque teve completa liberdade. Esta é maior mensagem que se tira disso”, avaliou Yeun. “Como cineasta, você quer que seu filme seja visto pelo maior número de pessoas e no maior quantidade de lugares em que for possível. E para este filme, ser feito como uma produção de baixo orçamento para uma exibição durante um mês, não seria o suficiente. Este é um grande filme visionário e graças a Deus que alguém apareceu e cobriu os valores para ele ser realizado”, completou Esposito. No encontro com a imprensa internacional, o diretor já tinha relatado como trabalhar com o serviço de streaming tinha sido uma experiência positiva, sem mencionar o sofrimento que passou com sua produção cinematográfica anterior. Para quem não lembra, “O Expresso do Amanhã” sofreu adiamentos sucessivos e ameaças do produtor Harvey Weinstein, que queria cortar o filme para que ficasse num tamanho que pudesse render mais sessões em salas de cinema. “A Netflix me deu um orçamento excepcional e total liberdade de criação, desde o roteiro à edição. Nunca interferiram no projeto. Não senti qualquer pressão deles, mesmo trabalhando em um filme que seria desaconselhável para menores de 13 anos”, comparou Joon Ho. Esposito demonstra otimismo em relação à convivência da Netflix e o parque de exibidor. Para isso, porém, algumas concessões precisarão ser feitas, principalmente por parte do circuito cinematográfico. Janelas como as da França, que exigem intervalo de três anos entre a exibição nas salas e a disponibilização em streaming, são superprotecionistas e já atuam contra os interesses dos próprios estúdios de cinema no mundo atual. “Acredito que, no futuro, encontraremos um meio termo feliz, onde os filmes serão exibidos por um período de tempo nos cinemas franceses, e é preciso resolver isso, pois nem os cinemas nem a Neflix vão sumir. Eles nos dão a oportunidade de ver filmes onde quisermos, como quisermos, inclusive no conforto das nossas casas, e a forma como a Netflix faz isso vai mudar o mundo”. “O jeito como os filmes são vistos já mudou muito ao longo dos anos e continua a mudar. Estar aqui, no meio de uma conversa tão intensa sobre mudanças, é interessante e uma honra”, conclui Lily Collins. Veja abaixo o vídeo com a entrevista completa com os atores do filme. Além deles, a produção ainda inclui Tilda Swinton (“Doutor Estranho”), Jake Gyllenhaal (“O Abutre”), Devon Bostick (série “The 100”) e a dupla Byeon Hie-bong e Yun Je-mun, que trabalhou com o diretor em vários filmes, entre eles “O Hospedeiro” (2006), primeiro filme de monstros de Bong Joon Ho.

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    Okja: Filme da Netflix no Festival de Cannes ganha trailer legendado

    19 de maio de 2017 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Okja”, novo filme do diretor Bong Joon Ho (“Expresso do Amanhã”). A prévia apresenta a simpática criatura de seu título, uma espécie de “superporco” criado em laboratório pela empresa Mirando, dirigida pela personagem de Tilda Swinton (“Doutor Estranho”), para acabar com a fome mundial. O problema é que o bicho é fofo demais e vira o animal de animação de uma garotinha, que se desespera ao vê-lo ser levado para o abatedouro e se junta a um grupo de ativistas para libertá-lo. Não faltam cenas de ação na tentativa de resgate. A produção está a cargo da Plan B, empresa de Brad Pitt, em parceria com o serviço de streaming, e o elenco também conta com Jake Gyllenhaal (“O Abutre”), Lily Collins (“Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos”), Paul Dano (“12 Anos de Escravidão”), Devon Bostick (série “The 100”), Steven Yeun (série “The Walking Dead”) e a dupla Byeon Hie-bong e Yun Je-mun, que trabalhou com o diretor em vários filmes, entre eles “O Hospedeiro” (2006), primeiro filme de monstros de Bong Joon Ho. Exibido no Festival de Cannes 2017, entre vaias de protesto da crítica francesa e elogios da crítica internacional, “Okja” vai chegar na Netflix no dia 28 de junho.

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    Netflix estreia em Cannes sob vaias e vontade de aplaudir

    19 de maio de 2017 /

    A estreia de “Okja” no Festival de Cannes foi histórica. A primeira produção da Netflix foi recebida, na sessão para a imprensa, com vaias da crítica, que começaram quando o logotipo da empresa apareceu na tela. Brasileiros poderiam brincar que o filme é golpista. Mas a crítica de Cannes é que é elitista. O protesto aconteceu porque “Okja” não será exibido nos cinemas franceses, ganhando um lançamento direto em streaming. Para completar o incômodo, a projeção teve problemas técnicos e gerou ainda mais vaias, precisando ser interrompida e recomeçar. Adeptos de teorias conspiratórias já imaginaram sabotagem. Mas o diretor sul-coreano Bong Joon Ho adorou, dizendo que o acidente permitiu à imprensa ver duas vezes a abertura. Vale observar que a segunda projeção veio sem vaias. E, ao final da sessão, houve constrangimento em relação ao que fazer. Afinal, como se veria mais tarde, todos queriam aplaudir. Joon-Ho não quis entrar em polêmicas. Declarando-se fã de Pedro Almodóvar, presidente do júri da competição deste ano, que lamentou a inclusão de filmes da Netflix no festival, o sul-coreano se disse satisfeito pelo simples fato de “Okja” ser visto. “Não importa o que aconteça com o filme, que falem bem ou mau dele, para mim está ok”. “Não viemos para Cannes para ganhar prêmios, mas para mostrá-lo ao mundo, e o festival é uma tela importante. Acho que, em muitos assuntos, há espaço para todo mundo”, emendou Tilda Swinton, que vive a vilã da trama. A atriz completou seu raciocínio com um comentário fulminante sobre os protestos. “Há dezenas de filmes exibidos em Cannes que não serão exibidos em cinemas de muitos países do mundo. Na verdade, temos que agradecer o apoio que a Netflix tem dados aos realizadores”, apontou. Também presente à entrevista coletiva, o ator Jake Gyllenhaal ecoou a colega. “A plataforma de um filme, a partir de onde ele pode alcançar o público para comunicar sua mensagem, é realmente importante. É extraordinário quando um filme atinge uma pessoa, que dirá milhões de pessoas. É bom espalhar a arte da forma que for possível. Mas claro que o debate sempre é fundamental”, completou. Por fim, o diretor falou sobre sua experiência de trabalhar com o serviço de streaming, após ter sofrido com adiamentos sucessivos e ameaças do produtor Harvey Weinstein, que queria cortar seu filme anterior, “O Expresso do Amanhã”, para que ficasse num tamanho que pudesse render mais sessões nas tais salas de cinema idolatradas pela crítica cannina. “A Netflix me deu um orçamento excepcional e total liberdade de criação, desde o roteiro à edição. Nunca interferiram no projeto. Não senti qualquer pressão deles, mesmo trabalhando em um filme que seria desaconselhável para menores de 13 anos”, comparou Joon Ho. O filme é uma fábula sobre o crescimento, com inspiração no cinema de Steven Spielberg e Hayao Miyazaki, e gira em torno da amizade entre uma menina (An Seo Hyun) e seu animal de estimação, a Okja do título. O detalhe é que o bicho pertence a uma espécie nova, um “super porco” desenvolvido em laboratório, que uma grande corporação, a Mirando, liderada pela personagem de Tilda Swinton, criou para ser estrela de uma campanha promocional contra a fome mundial – e abater. E para salvar seu amigo, a menina contará com apoio de um grupo radical de proteção dos animais comandado por Paul Dano. Jake Gyllenhaal participa como um biólogo contratado para dar uma aparência de comprometimento ético à Mirando. A trama sugere uma aventura infantil, e há instantes de comédia pastelão, mas também exibe cenas de violência gráfica pouco aconselháveis para crianças. Ou, pelo menos, é assim que o cérebro ocidental o processa, num curto-circuíto de intensões. Mas, apesar dos atores conhecidos de Hollywood, a produção não é ocidental. Tanto Joon Ho como Tilda Swinton abordaram a influência dos longas animados do diretor japonês Hayo Miyazaki na trama. “Quando se faz um filme sobre vida e natureza, é difícil não pensar em Miyazaki”, admitiu o diretor. “Há algo nos filmes de Miyazaki que vão para além da questão da nossa relação emocional com o meio ambiente. Eles também aludem a outro ambiente, o da infância, que é um lugar pra onde podemos ir”, aprofundou a atriz. E assim, após vaias, “Okja” sutilmente trouxe o cinema para dentro da discussão. E os críticos se interessou em esmiuçar essas referências, em resenhas assombrosamente positivas. “Glorioso” e “um grande prazer”, definiu o jornal The Guardian. “Seriamente gratificante”, elogiou a revista “Time Out. “Uma fábula alucinada tão cheia de propósito quanto imprevisível”, apontou a New York Magazine. “Esta produção da Netflix pertence à tela grande”, concluiu a Variety. Para o bem e para o mal, a Netflix estreou em Cannes.

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    Benedict Cumberbatch e Jake Gyllenhaal negociam estrelar filme passado no Rio de Janeiro

    13 de maio de 2017 /

    Os atores Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”) e Jake Gyllenhaal (“Vida”) podem passar uma temporada no Rio de Janeiro em breve. Eles estão negociando estrelar um filme chamado, justamente, “Rio”, que será filmado na capital carioca. Segundo o site da revista Variety, Jake Gyllenhaal deve interpretar um jornalista que viaja ao Rio de Janeiro para visitar um amigo ricaço, interpretado por Benedict Cumberbatch, e acaba participando de um golpe para fingir a morte do tal amigo. O roteiro é do inglês Steven Knight (“Aliados”) e a direção está a cargo do italiano Luca Guadagnino (“Um Mergulho No Passado”), que atualmente trabalha na pós-produção do remake de “Suspiria”. As filmagens de “Rio” serão produzidas pelo estúdio francês Studiocanal, que planeja levar o projeto ao Festival de Cannes para comercializar os direitos de sua distribuição internacional. Além de atuar, Cumberbatch e Gyllenhaal devem entrar no projeto também como produtores. Caso as negociações derem certo, as filmagens acontecerão no começo de 2018.

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    Filme de monstro do diretor de Expresso do Amanhã ganha teaser bizarro

    29 de abril de 2017 /

    A Netflix divulgou um teaser bizarro de “Okja”, novo filme do diretor Bong Joon-ho (“Expresso do Amanhã”). O vídeo tem o formato de um comercial da fictícia Mirando Corporation, apresentado pela personagem de Tilda Swinton, Lucy Mirando. No vídeo, ela menciona os produtos para a felicidade animal que sua empresa fabrica, até chegar nos porcos. Comparando os porcos que sonham felizes, graças aos produtos Mirando, e os que tem pesadelos terríveis, exemplificados por imagens de abatedouros, o comercial conclui que o segredo do bom tender (pernil defumado de porco) é “tenderness” (ternura). Com essa introdução, fica claro que a Mirando é sinistra. A sinopse oficial de “Okja” confirma. Segundo a Netflix, o filme é a história de “uma garotinha disposta a arriscar tudo para impedir que uma poderosa multinacional sequestre seu melhor amigo, um animal enorme chamado Okja”. A produção está a cargo da Plan B, empresa de Brad Pitt, em parceria com o serviço de streaming, e o elenco também conta com Jake Gyllenhaal (“O Abutre”), Lily Collins (“Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos”), Paul Dano (“12 Anos de Escravidão”), Devon Bostick (série “The 100”), Steven Yeun (série “The Walking Dead”) e a dupla Byeon Hie-bong e Yun Je-mun, que trabalhou com o diretor em vários filmes, entre eles “O Hospedeiro” (2006), primeiro filme de monstros de Bong Joon-ho. Selecionado para o Festival de Cannes 2017, “Okja” vai chegar na Netflix no dia 28 de junho.

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    Tilda Swinton e Jake Gyllenhaal aparecem nas fotos do novo filme do diretor de Expresso do Amanhã

    27 de março de 2017 /

    A Netflix divulgou mais quatro fotos de “Okja”, o novo filme do diretor sul-coreano Bong Joon-ho (“Expresso do Amanhã”). As imagens destacam os personagens de Tilda Swinton (que trabalhou com Joon-Ho em “Expresso do Amanhã”), Jake Gyllenhaal (“O Abutre”) e Giancarlo Esposito (série “Breaking Bad”). Segundo a sinopse, o filme é a história de “uma garotinha disposta a arriscar tudo para impedir que uma poderosa multinacional sequestre seu melhor amigo, um animal enorme chamado Okja”. O elenco também conta com Lily Collins (“Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos”), Paul Dano (“12 Anos de Escravidão”), Devon Bostick (série “The 100”), Steven Yeun (série “The Walking Dead”) e a dupla Byeon Hie-bong e Yun Je-mun, que trabalhou com o diretor em vários filmes, entre eles “O Hospedeiro”, primeiro filme de monstros de Bong Joon-ho. A produção está a cargo da Plan B, empresa de Brad Pitt, em parceria com o serviço de streaming, e a estreia vai acontecer no dia 28 de junho. Aproveite e veja o primeiro teaser legendado.

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    Primeiro teaser legendado do novo filme do diretor de Expresso do Amanhã traz Tilda Swinton e um monstro

    28 de fevereiro de 2017 /

    A Netflix divulgou o primeiro teaser legendado de “Okja”, o novo filme do diretor sul-coreano Bong Joon-ho (“Expresso do Amanhã”). A prévia destaca a personagem de Tilda Swinton (que trabalhou com Joon-Ho em “Expresso do Amanhã”), apresentada como uma cientista, e também a criatura do título, que aparentemente é um monstro bonzinho. Segundo a sinopse, o filme é a história de “uma garotinha disposta a arriscar tudo para impedir que uma poderosa multinacional sequestre seu melhor amigo, um animal enorme chamado Okja”. O elenco também conta com Jake Gyllenhaal (“O Abutre”), Lily Collins (“Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos”), Paul Dano (“12 Anos de Escravidão”), Devon Bostick (série “The 100”), Steven Yeun (série “The Walking Dead”) e a dupla Byeon Hie-bong e Yun Je-mun, que trabalhou com o diretor em vários filmes, entre eles “O Hospedeiro”, primeiro filme de monstros de Bong Joon-ho. A produção está a cargo da Plan B, empresa de Brad Pitt, em parceria com o serviço de streaming, e a estreia vai acontecer no dia 28 de junho.

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    Jake Gyllenhaal vai estrelar western cômico de diretor vencedor da Palma de Ouro

    15 de fevereiro de 2017 /

    O ator Jake Gyllenhaal (“Animais Noturnos”) entrou no novo filme do cineasta francês Jacques Audiard (“Ferrugem e Osso”), informou o site da revista Variety. Intitulado “The Sisters Brothers”, o filme gira em torno dos irmãos pistoleiros Eli e Charlie Sisters, contratados para matar um prospector de ouro no Velho Oeste. A trama é ambientada em Oregon, em 1851, e é baseada no livro homônimo escrito por Patrick DeWitt. Gyllenhaal deve viver o prospector, que será perseguido pelos irmãos interpretados por Joaquin Phoenix (“Ela”) e John C. Reilly (“Guardiões da Galáxia”), anteriormente confirmados no elenco. Com tom de humor negro, “The Sisters Brothers” será o primeiro filme de Audiard desde sua conquista da Palma de Ouro no Festival de Cannes 2015 com o drama de imigrantes “Dheepan – O Refúgio”. As filmagens vão começar no segundo semestre deste ano.

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    Diretor quer fazer continuação do terror cultuado Donnie Darko

    26 de janeiro de 2017 /

    O diretor Richard Kelly foi considerado um visionário por conta de seu longa de estreia, o cultuadíssimo terror “Donnie Darko”, estrelado pelo jovem Jake Gyllenhaal em 2001. Mas nenhum de seus poucos trabalhos posteriores teve a mesma repercussão. Não por acaso, ele agora quer fazer uma continuação. “Acredito que exista algo maior e mais ambicioso para realizar nesse universo. É algo grande e caro e há tempo para chegar lá. Quero ter certeza de que conseguimos o orçamento que faça justiça [à ideia] sem concessões”, contou Kelly, em entrevista ao site HVM. Ele não dirige nenhum longa desde que lançou “A Caixa” em 2009. Entre este e “Donnie Darko”, fez só mais um filme, “Southland Tales: O Fim do Mundo” (2006), uma sci-fi ambiciosa e caríssima, que nem a presença de Dwayne Johnson impediu de se transformar num grande fiasco de público e crítica. Segundo conta, essa demora entre suas produções se deve ao escopo dos projetos. “Tenho trabalhado em projetos diferentes. O problema é que eles são muito ambiciosos e caros (…) Pretendo tirar o atraso e fazer alguns na sequência”, diz o diretor, que promete dirigir um novo filme em 2017, sem dar maiores informações. Vale lembrar que “Donnie Darko” já teve uma sequência: “S. Darko: Um Conto de Donnie Darko” (2009), produzida com baixo orçamento e centrada na irmã do protagonista original. A produção não teve nenhuma participação do diretor e saiu direto em DVD.

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    Diretor de Syriana vai filmar a adaptação do game The Division

    21 de janeiro de 2017 /

    O cineasta Stephen Gaghan foi oficialmente escalado para escrever e dirigir a adaptação do game “The Division”, da Ubisoft. Será mais uma tentativa de Hollywood de lançar um filme baseado em game sem perder dinheiro. Neste jogo, o prejuízo tem vencido todas as esperanças. “Estou animado para trabalhar com a Ubisoft Motion Pictures e colaborar com sua equipe na Massive Entertainment para trazer ‘The Division’ para as telas do cinema. Eles são ótimos, excepcionalmente criativos e dispostos a assumir riscos”, disse Gaghan, em comunicado. O jogo, que saiu no ano passado, rendeu mais de US$ 330 milhões em vendas em menos de cinco dias, impressionando o mercado e, claro, Hollywood. A trama acompanha a ação de um agente da SHD (Strategic Homeland Division) em uma Nova York pós-apocalítica após uma pandemia de varíola dizimar a população. O protagonista precisa ajudar a reconstruir as operações da agência em Manhattan, combater o crime e investigar a origem do surto. O papel principal será vivido pelo ator Jake Gyllenhaal (“Evereste”), que também vai assinar a produção. Mas a escolha de Stephen Gaghan para comandar a adaptação não deixa de ser curiosa. Claro, Gaghan é conhecido da indústria dos games, tendo escrito o roteiro de “Call of Duty: Ghosts” (2013). Mas sua trajetória cinematográfica dos últimos anos é um hiato de mais de uma década. Depois de vencer o Oscar de Melhor Roteiro por “Traffic” (2000), ele se lançou como diretor e voltou a despontar com “Syriana – A Indústria do Petróleo” (2005), que gerou nova indicação ao prêmio da Academia. Mas, desde então, foram mais de dez anos longe de Hollywood. Ele só veio a dirigir outro longa-metragem no ano passado: “Ouro”, estrelado por Matthew McConaughey, que estreia em maio no Brasil.

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