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    Um mês da morte de Paulo Gustavo inspira homenagens nas redes sociais

    4 de junho de 2021 /

    Vários amigos de Paulo Gustavo marcaram esta sexta (4/6), em que se completa um mês da morte do comediante, com homenagens nas redes sociais. Do viúvo do ator, o dermatologista Thales Bretas, que publicou o vídeo de um beijo, à colega Samantha Schmütz, que transformou a morte do parceiro de “Vai que Cola” por covid-19 em militância contra o governo Bolsonaro, não faltaram fotos, lembranças, protestos e tristeza generalizada nas manifestações. A maioria assume a dificuldade em lidar com a morte do amigo. Em um dos relatos mais fortes, Tata Werneck manifestou a dor “insuportável” de “imaginar que o cara mais genial que eu já conheci não tá aqui. Eu vejo seus vídeos e rio tanto. Você estará sempre aqui!”. A atriz Regina Casé chegou a considerar que o ditado “o tempo passa” perdeu sentido diante da perda de Paulo Gustavo. Mônica Martelli relembrou sua participação nas manifestações contra o governo do presidente Jair Bolsonaro, criticando a demora para viabilizar as vacinas contra a covid-19. “É pelo Paulo Gustavo, meu irmão, que nesse momento não pode mais estar aqui, é por quase meio milhão de pessoas que não podem mais estar aqui…”, ela publicou ao lado de uma foto no recente protesto contra Bolsonaro. “Ainda me dói, Paulo Gustavo. Suas lembranças são um misto de alegria e dor. Está sendo assim há 1 mês. Eu não quero me sentir dessa forma porque você nunca foi dor. Esse é o maior ensinamento que você nos deixou. Cada dia é único, cada oportunidade é única e cada pessoa é única. Por isso você amava sua família, amigos e público com tanta fervorosidade, porque entendia muito do que era estar vivo”, ela acrescentou em nova postagem. E Ingrid Guimarães juntou tudo, tragédia, repercussão e saudades. “Um mês e você ainda é uma comoção nacional. Paulo Gustavo virou nome de rua, projeto de lei e onde eu vou ainda só perguntam de você. Mas o que eu tenho saudade mesmo é do Gusti. Desse dia a dia de você passar lá em casa e me convencer a beber numa terça-feira, ou cancelar tudo pra tomar café. Sua morte e a de centenas de milhares de brasileiros, criaram um paradigma de urgência de vida pra muita gente. Na real, a gente nem acredita ainda. Porque seus vídeos e piadas ecoam diariamente por aí. Eu fico pensando o que você diria ou falaria em várias situações. Eu tô indignada e me alivio falando e rindo de você com nossos amigos”, ponderou. Veja abaixo a íntegra destas e outras manifestações. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Thales Bretas (@thalesbretas) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tata Werneck (@tatawerneck) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tata Werneck (@tatawerneck) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Mônica Martelli (@monicamartelli) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Mônica Martelli (@monicamartelli) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Regina Casé (@reginacase) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ingrid Guimarães (@ingridguimaraes) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Heloisa Périssé (@heloisaperisse) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Samantha Schmütz 🍀🎤 (@samanthaschmutz) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Samantha Schmütz 🍀🎤 (@samanthaschmutz)

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  • Filme

    Ingrid Guimarães vai estrelar remake da comédia chilena Sem Filtro

    15 de outubro de 2020 /

    A atriz Ingrid Guimarães (“De Pernas pro Ar”) foi convidada para estrelar a adaptação brasileira da comédia chilena “Sem Filtro”. A produtora Conspiração adquiriu os direitos da obra, que terá refilmagem dirigida por Arthur Fontes (da série “Odeio Segundas”). O filme original foi escrito e dirigido por Nicolás López e fez tanto sucesso que já ganhou remake mexicano. Lançada em 2016, a produção chilena integra uma longa e bem-sucedida parceria entre López e a atriz Paz Bascuñán, iniciada em 2008 com o cult “Santos”. A parceria estourou de vez em 2010 com “Que Pena Tu Vida” e suas continuações, e segue firme até hoje em comédias como “Não Estou Louca” (2018) e “Dulce Familia” (2019). A trama original girava em torno de uma mulher (Bascuñán) que, após visitar um médico chinês, descobre que a dor que a incomoda sem parar é resultado de raiva reprimida, e a única cura é se expressar totalmente, aconteça o que acontecer. A partir daí, ela passa a falar tudo o que pensa para outras pessoas – e vira um monstro raivoso. Veja o trailer original abaixo.

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  • Etc

    Ingrid Guimarães e Tatá Werneck serão irmãs no cinema

    21 de junho de 2020 /

    As atrizes Ingrid Guimarães e Tatá Werneck vão viver duas irmãs que se odeiam sem deixar de se amar numa nova comédia, que está sendo desenvolvida pelas duas. Segundo a coluna de Patrica Kogut no jornal O Globo, os detalhes vêm sendo tratados na maior confidencialidade, com direito a contratos de sigilo. Mas as pesquisas já foram iniciadas, e a equipe trabalha a todo vapor nos roteiros durante a quarentena. Trata-se de um sonho de longa data das atrizes. Elas são amigas de longa data, já tendo dividido a tela grande em “De Pernas pro Ar 2” (2012), “Loucas para Casar” (2015) e “TOC: Transtornada Obsessiva Compulsiva” (2017) O filme com Tatá vem sendo tratado como prioridade na agenda desde que Ingrid encerrou as gravações de “Bom sucesso”.

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  • Filme

    De Pernas pro Ar 3 ganha novo trailer, que é uma versão menor e mais infantil do primeiro

    12 de março de 2019 /

    A Paris Filmes distribuiu o que chama de “segundo trailer” de “De Pernas pro Ar 3”. Mas se trata apenas de uma versão reeditada do primeiro trailer, com 30 segundos a menos. Não há uma piada – ou cena – nova em todo o vídeo, que inclusive segue a mesma sequência do anterior, abrindo e fechando do mesmo jeito, e repetindo até o texto da locução entusiasmada de comercial de novela. A prévia também comprova que as novas comédias nacionais de sexo são absolutamente assexuadas, ao transformar qualquer resquício de sensualidade em palhaçada e enfatizar o lado “família” da protagonista. Não bastasse o Instagram ser mais liberal que as cenas de pegação sem nudez do trailer, a versão reeditada ainda some com os brinquedos sexuais que apareciam no primeiro vídeo. Isto, mais o destaque dado à filha criança da protagonista quase sugere que se trata de um lançamento infantil. No máximo, é uma novela das 19h. A trama é aquela viagem de sempre. Literalmente. Desta vez, Alice, a personagem de Ingrid Guimarães que foi para Nova York no segundo filme, vai a Paris e dá a volta ao mundo para abrir lojas da Sexy Delícia em diferentes países. Mas, após transformar sua empresa numa multinacional, decide se aposentar para ficar mais tempo com o marido e os filhos, que cresceram. Virar uma dona de casa, em resumo. Os filhos ocupam boa parte da prévia, mas logo surge uma novidade. Uma competidora no mercado sexual lança um visor de realidade virtual em que os usuários podem viver a fantasia de transar com Cauã Reymond (“Não Devore Meu Coração”) totalmente vestido (porque o filme é “família”) e ao som de Sidney Magal (porque o filme é brega). Não demora e as duas linhas narrativas se combinam para incomodar duplamente a protagonista: a competidora começa a namorar seu filho (porque é assim nas novelas). Lançado em 2010, “De Pernas pro Ar” foi um dos primeiros blockbusters de comédia brasileira a virar franquia, após o pioneiro “Se Eu Fosse Você” (2006). Seu sucesso acabou influenciando a produção do gênero, inaugurando a atual era de comédias nacionais sobre sexo sem nenhuma cena sensual. O terceiro capítulo reforça a fórmula, mesmo com mudança de comando. Roberto Santucci está fora do projeto, após dirigir os dois primeiros filmes. Em seu lugar, entrou Julia Rezende, que trabalhou com Ingrid Guimarães em “Um Namorado para Minha Mulher” (2016). Já o roteiro é assinado por Marcelo Saback (do primeiro “De Pernas pro Ar”) e Renê Belmonte (“Se Eu Fosse Você”), com participação de Ingrid. O elenco volta a incluir Bruno Garcia como o marido e Maria Paula, que já foi sócia da protagonista, num papel muito menor. Eduardo Melo, que foi o filho do segundo filme, também retorna, bem mais crescido, enquanto Duda Batista (“Os Farofeiros”) passa a roubar as cenas como a filha menor. Já a rival é vivida por Samya Pascotto (“Um Namorado para Minha Mulher”). A estreia está prevista para 11 de abril.

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    Trailer de De Pernas pro Ar 3 transforma Cauã Reymond em fantasia sexual

    27 de dezembro de 2018 /

    A Paris Filmes divulgou o segundo trailer de “De Pernas pro Ar 3”, que volta a viajar. Literalmente. Desta vez, Alice, a personagem de Ingrid Guimarães que foi para Nova York no segundo filme, vai a Paris e dá a volta ao mundo para abrir lojas da Sexy Delícia em diferentes países. Apesar disso, o foco da nova trama é no lado “família” da empresária do sexo. Após transformar sua empresa numa multinacional, ela decide se aposentar para ficar mais tempo com o marido e os filhos, que cresceram. Os filhos ocupam boa parte da prévia, mas logo surge outra novidade. Uma competidora no mercado sexual lança um visor de realidade virtual em que os usuários podem viver a fantasia de transar com Cauã Reymond (“Não Devore Meu Coração”) totalmente vestido (porque o filme é “família”) e ao som de Sidney Magal (porque o filme é brega). Não demora e as duas linhas narrativas se combinam para incomodar duplamente a protagonista: a competidora começa a namorar seu filho (porque é assim nas novelas). Lançado em 2010, “De Pernas pro Ar” foi um dos primeiros blockbusters de comédia brasileira a virar franquia, após o pioneiro “Se Eu Fosse Você” (2006). Seu sucesso acabou influenciando a produção do gênero, inaugurando uma era de comédias nacionais sobre sexo sem nenhuma cena sensual. O terceiro capítulo segue pelo mesmo caminho, mesmo com mudança de comando. Roberto Santucci está fora do projeto, após assinar os dois primeiros filmes. Em seu lugar, entrou Julia Rezende, que trabalhou com Ingrid Guimarães em “Um Namorado para Minha Mulher” (2016) Já o roteiro é assinado por Marcelo Saback (do primeiro “De Pernas pro Ar”) e Renê Belmonte (“Se Eu Fosse Você”), com participação de Ingrid. O elenco volta a incluir Bruno Garcia como o marido e Maria Paula, que já foi sócia, num papel aparentemente muito menor. Eduardo Melo, que foi o filho do segundo filme, também retorna, bem mais crescido, enquanto Duda Batista (“Os Farofeiros”) passa a roubar as cenas como a filha menor. Já a rival é vivida por Samya Pascotto (“Um Namorado para Minha Mulher”). A estreia está prevista para 11 de abril.

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    De Pernas pro Ar 3: Comédia sexual fica ainda mais “de família” no trailer da sequência

    15 de novembro de 2018 /

    A Paris Filmes divulgou o pôster e o trailer de “De Pernas pro Ar 3”, que volta a viajar. Literalmente. Desta vez, Alice, a personagem de Ingrid Guimarães que foi para Nova York no segundo filme, decidirá abrir a primeira loja da Sexy Delícia na França. A prévia revela que voltam as piadas com a dificuldade de falar o idioma. Mas também mostra como a empresária das sex shops lida com os filhos, que cresceram. A novidade dos filhos parece ocupar o espaço na trama que pertencia à Maria Paula, que só surge na introdução do vídeo, como flashback do primeiro filme. Entretanto, esse detalhe só torna a produção ainda mais “de família”. Lançado em 2010, “De Pernas pro Ar” foi um dos primeiros blockbusters de comédia brasileira a virar franquia, após o pioneiro “Se Eu Fosse Você” (2006). Seu sucesso acabou influenciando a produção do gênero, inaugurando uma era de comédias nacionais sobre sexo sem nenhuma cena sensual. O terceiro capítulo segue pelo mesmo caminho, mesmo com mudança de comando. Roberto Santucci está fora do projeto, após assinar os dois primeiros filmes. Em seu lugar, entrou Julia Rezende, que trabalhou com Ingrid Guimarães em “Um Namorado para Minha Mulher” (2016) Já o roteiro é assinado por Marcelo Saback (do primeiro “De Pernas pro Ar”) e Renê Belmonte (“Se Eu Fosse Você”), com participação de Ingrid. A estreia está prevista para 11 de abril.

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    Fala Sério, Mãe! é o último lançamento amplo do ano nos cinemas

    28 de dezembro de 2017 /

    Após faturar R$ 1,5 milhão em pré-estreia, a comédia brasileira “Fala Sério, Mãe!” chega aos cinemas como principal lançamento do fim do ano. Mas, curiosamente, não é o único filme brasileiro com adolescentes a entrar em cartaz nesta quinta (28/12). A programação, mais enxuta que o habitual, também inclui o novo longa de Woody Allen, a primeira luta de Bruce Lee e a juventude de Karl Max, que não empolgaram a maioria dos críticos, além de um documentário premiado. Clique nos títulos das estreias para conferir os trailers de cada filme em cartaz. “Fala Sério, Mãe!” traz Ingrid Guimarães (“De Pernas pro Ar”) e Larissa Manoela (“Meus Quinze Anos”) como mãe e filha, e surpreende positivamente por não abusar (muito) do tom histérico que marca as outras comédias do roteirista Paulo Cursino (“Até que a Sorte nos Separe”). Desta vez, o humor de esquetes e temas repetitivos busca simpatia, ao ser utilizado para realçar os problemas de relacionamento, mas também o amor típico de uma família, que é o mote da produção. O filme é inspirado no livro de mesmo nome da escritora Thalita Rebouças (autora também de “É Fada!”), que colabora no roteiro assinado por Cursino, Ingrid Guimarães e Dostoiewski Champangnatte. A direção é de Pedro Vasconcelos (“O Concurso”) e ainda peca por incluir as típicas participações especiais de todo besteirol brasileiro – desta vez, do cantor Fábio Jr. e do comediante Paulo Gustavo, interpretando eles mesmos. “Bye Bye Jaqueline” também é uma comédia centrada numa adolescente, mas o foco são as amizades e os romances dessa fase da vida. O problema é a falta de espontaneidade geral, do roteiro à interpretação, que faz com que tudo soe forçado, além de previsível – a velha história de sempre. Nota-se que é o primeiro longa-metragem de Anderson Simão e da maioria do elenco. O lançamento internacional mais amplo pertence a “Roda Gigante”, o novo longa de Woody Allen, cujo enredo, como diz a protagonista Kate Winslet (“A Vingança Está na Moda”), é “um pouco melodramático”. A produção não deixa de ser uma homenagem de Allen ao rei do melodrama clássico, Douglas Sirk (“Imitação da Vida”), já que se passa no período de seus filmes mais conhecidos, a década de 1950. A história gira em torno de Ginny (Winslet), mulher do operador de carrossel do parque de Conney Island (James Belushi, da série “Twin Peaks”), que um belo dia recebe a visita de sua enteada (Juno Temple, da série “Vinyl”), casada com um gângster e fugindo da máfia. Ela sabe segredos perigosos e procura abrigo, com mafiosos em seu encalço. No meio disso tudo, as duas ainda se encantam pelo galã da praia, o salva-vidas Mickey (Justin Timberlake, de “Aposta Máxima”), que narra a história – um artifício que reforça se tratar de um filme “à moda antiga”. A crítica norte-americana não embarcou na trip nostálgica e a “Roda Gigante” travou com 29% de aprovação no site Rotten Tomatoes. “A Origem do Dragão” foi uma decepção maior ainda: 23% de aprovação. Vendida como uma história da juventude do ator e campeão de kung fu Bruce Lee, a obra não passa de um filme B convencional, que menospreza o personagem e o impacto de sua luta contra Wong Jack Man, o mestre de kung fu mais famoso da China, enviado pelo templo shaolin para verificar se Lee estava ensinando artes marciais para brancos nos Estados Unidos. A direção é do cineasta George Nolfi (“Os Agentes do Destino”) e os roteiristas Christopher Wilkinson e Stephen J. Rivele são os mesmos do vindouro “Bohemian Rhapsody” sobre a banda Queen. “O Jovem Karl Marx” é outro desperdício de personagem, numa produção que segue a fórmula básica das cinebiografias mais superficiais, capaz de transformar o homem que considerava religião o ópio do povo numa figura praticamente santa. Ao menos, não deixa de ser cômico ver o jovem de cartola querendo se conectar com as massas proletárias. Passou no Festival de Berlim, Toronto e inúmeros outros. Não venceu nada. E tem média de 40% no Rotten Tomatoes. Completa a programação o documentário francês “A Ópera de Paris”, premiado no Festival de Moscou. Curiosamente, é o segundo filme sobre os bastidores da famosa casa de espetáculos francesa lançado este ano nos cinemas brasileiros, após “Reset – O Novo Balé da Ópera de Paris”. Ambos compartilham alguns personagens, entre eles Benjamin Millepied, o criador da coreografia de “Cisne Negro” (2010) e marido da atriz Natalie Portman. E é isto. Só seis lançamentos nesta semana, ainda sob efeito do predomínio de “Star Wars: Os Últimos Jedi” no circuito cinematográfico.

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    Ingrid Guimarães vai estrelar De Pernas pro Ar 3

    27 de novembro de 2017 /

    Ingrid Guimarães vai voltar ao papel de Alice, a dona de uma rede de sex shops na franquia “De Pernas pro Ar”. “De Pernas pro Ar 3” já está em fase de roteiro, assinado por Marcelo Saback (do primeiro “De Pernas pro Ar”) e Renê Belmonte (“Se Eu Fosse Você”), mas, segundo apurou a coluna de Flávio Ricco no UOL, haverá mudanças na direção. Roberto Santucci está fora do projeto, após assinar os dois primeiros filmes. A história não deve ser muito diferente da segunda parte, quando a personagem de Ingrid Guimarães foi para Nova York. Desta vez, Alice decidirá abrir a primeira loja da Sexy Delícia na França, onde, mais uma vez, se envolverá em muitas confusões. Bruno Garcia é outro que também será convidado a seguir no elenco. Lançado em 2010, “De Pernas pro Ar” foi um dos primeiros blockbusters de comédia brasileira, após o pioneiro “Se Eu Fosse Você” (2006), a virar franquia. Seu sucesso acabou influenciando a produção do gênero, inaugurando uma fase de comédias nacionais sobre sexo praticamente assexuadas. A previsão de estreia para a continuação é o segundo semestre de 2018.

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    Ingrid Guimarães e Larissa Manoela são mãe e filha no trailer da comédia Fala Sério, Mãe!

    7 de novembro de 2017 /

    A Downtown Filmes divulgou o primeiro trailer e o pôster de “Fala Sério, Mãe!”, comédia em que Ingrid Guimarães (“De Pernas pro Ar”) e Larissa Manoela (“Meus Quinze Anos”) são mãe e filha. A prévia surpreende positivamente por não abusar do tom histérico que marca outros lançamentos da produtora, em especial das comédias do roteirista Paulo Cursino (“Até que a Sorte nos Separe”), incluindo até elementos dramáticos. O humor serve para realçar os problemas de relacionamento, mas também o amor típico de uma família. O filme é inspirado no livro de mesmo nome da escritora Thalita Rebouças (autora também de “É Fada!”), que colabora no roteiro assinado por Cursino, Ingrid Guimarães e Dostoiewski Champangnatte, e inclui as típicas participações especiais de todo besteirol brasileiro – desta vez, do cantor Fábio Jr. e do comediante Paulo Gustavo, interpretando eles mesmos. A sinopse oficial estabelece o conflito, mas também já entrega o final feliz. Segue: “Quando teve sua primeira filha, Maria de Lourdes, Ângela Cristina não sabia as aventuras e desventuras que estavam por vir. Mãe de primeira viagem, ela vive uma montanha-russa de emoções, medos, frustrações e tem um caminhão de queixas para descarregar. Por outro lado, a filha Malu, como prefere ser chamada, também tem suas insatisfações. Embora teimosa, sofre com os cuidados excessivos e com o jeito conservador da mãe. ‘Fala Sério, Mãe!’ acompanha a história de amor que começa às turras e termina na mais plena parceria e amizade.” Com direção de Pedro Vasconcelos (“O Concurso”), o filme tem estreia marcada para 28 de dezembro nos cinemas.

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    Tatá Werneck é Transtornada Obsessiva Compulsiva em trailer de novo besteirol

    13 de janeiro de 2017 /

    A Downtown Filmes divulgou um novo trailer do besteirol “TOC – Transtornada Obsessiva Compulsiva”. A prévia traz Tatá Werneck (novela “Haja Coração”) sofrendo em seu primeiro protagonismo no cinema, com tapas, mordida de macaco e muito incentivo à baixa auto-estima. Na trama, ela é uma atriz buscando a fama, que tem como musa Ingrid Guimarães (“De Pernas pro Ar”), presente no filme no papel de si mesma. O diálogo entre as duas, que fecha o trailer, resume o status de cada uma, entre alfinetadas passivo-agressivas. Mas é a cena de abertura, em que um taxista detona as comédias nacionais, que dá a maior piscadela para o espectador. O elenco também inclui Luis Lobianco (“Porta dos Fundos: Contrato Vitalício”) como um fã obsessivo, Bruno Gagliasso (“Mato sem Cachorro”) como o namorado galã e Vera Holtz (“Família Vende Tudo”) como a empresária exigente. Roteiro e direção são divididos por Paulinho Caruso e Teodoro Poppovic, que trabalharam juntos na série “Destino”, da HBO, e pela prévia parecem não ter nenhum dos vícios dos roteiristas humoristas da rede Globo. A estreia está marcada para 2 de fevereiro.

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    TOC: Tatá Werneck é obcecada por Ingrid Guimarães em trailer divertido de comédia

    16 de novembro de 2016 /

    A Downtown Filmes divulgou o pôster e o trailer de mais um de seus besteiróis. O surpreendente é que desta vez a comédia parece engraçada – sério! No meio das cenas de pastelão, há resquícios palpáveis de humor inteligente, com direito até – pasmem! – metalinguagem. A principal sacada de “TOC – Transtornada Obsessiva Compulsiva” é colocar lado a lado Tatá Werneck, que estreia como protagonista no cinema, e Ingrid Guimarães, no papel de diva de cinema. O diálogo entre as duas, que fecha o trailer, resume o status de cada uma, entre alfinetadas passivo-agressivas. Mas é a cena em que um taxista detona as comédias nacionais, tão improvável quanto impagável, que dá a maior piscadela para o espectador. De fato, já na sequência inicial do vídeo fica claro que “TOC” não é um besteirol convencional, com tema romântico-carioca. O vídeo abre com explosões num clima de sci-fi pós-apocalíptica. Trata-se de um sonho da personagem de Tatá, que se chama Kika K, uma estrela em ascensão que logo de cara demonstra sua obsessão pela rival, Ingrid, vivida por Ingrid, uma atriz de sucesso. O elenco também inclui Luis Lobianco (“Porta dos Fundos: Contrato Vitalício”) como um fã obsessivo, Bruno Gagliasso (“Mato sem Cachorro”) como o namorado galã e Vera Holtz (“Família Vende Tudo”) como a empresária exigente da personagem de Tatá. Roteiro e direção são divididos por Paulinho Caruso e Teodoro Poppovic, que trabalharam juntos na série “Destino”, da HBO, e pela prévia parecem não ter nenhum dos vícios dos roteiristas humoristas da rede Globo. A estreia está marcada para 2 de fevereiro.  

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    Fala Sério, Mãe: Paulo Gustavo se junta a Ingrid Guimarães e Larissa Manoela em novo besteirol

    2 de novembro de 2016 /

    Paulo Gustavo tem mesmo vocação para mãe. O astro da franquia “Minha Mãe É uma Peça” entrou no elenco do filme “Fala Sério, Mãe”. Ele postou uma foto no Instagram em que aparece ao lado das estrelas da produção, a rainha do besteirol Ingrid Guimarães (“De Pernas pro Ar”) e a atriz mirim Larissa Manoela (“Carrossel”). Por sinal, Larissa e Ingrid também postaram suas versões do selfie à três. O encontro dos campeões de bilheteria, porém, será breve. Gustavo escreveu ao lado da foto que sua participação é pequena. “Ontem fiz uma pequena participação, mas que eu fiquei imensamente feliz, no filme da minha amiga máxima @ingridguimaraesoficial! ‘Fala Sério, Mãe’ e ainda contracenei com essa linda e boa atriz @lmanoelaoficial! Amei! Muito Obrigado”, disse ele. Por sinal, a mãe do título, desta vez, não é Paulo Gustavo, mas a personagem de Ingrid Guimarães. Larissa, claro, vive a filha. E a pequena notável do SBT também terá a chance de contracenar com o namorado (como eles crescem rápido, hoje em dia), o ator João Guilherme Ávila (“Entrando numa Roubada”). O elenco da comédia ainda inclui Marcelo Laham (“Um Namorado para Minha Mulher”). A trama é baseada no livro homônimo escrito por Thalita Rebouças, a mesma autora de “É Fada!”, e a direção está a cargo de Pedro Vasconcelos (“O Concurso”). Ainda sem data confirmada, “Fala Sério, Mãe” deverá chegar aos cinemas em 2017.

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    Um Homem Só consegue ir além do pastiche da comédia fantástica

    2 de outubro de 2016 /

    Bem como a maioria de nós, Arnaldo (Vladimir Brichta, de “Muitos Homens Num Só”) é um sujeito sufocado por um cotidiano banal, não encontrando em suas tarefas padronizadas algum respiro para repensar o que o importuna e qual a melhor maneira de agir. Os seus incômodos vão desde um casamento no piloto automático com Aline (Ingrid Guimarães, numa personagem ainda mais antipática que a Nena de “Um Namorado Para Minha Mulher”) até o emprego burocrático no qual o único alívio é a amizade com Mascarenhas (Otávio Muller, de “O Gorila”). Ao usar o banheiro privativo do seu trabalho, Arnaldo ouve uma conversa sobre uma clínica secreta capaz de clonar pessoas. O intento do procedimento é fazer com que a cópia assuma as funções do original enquanto este recebe uma segunda chance para viver uma outra possibilidade. A única regra é que as duas versões jamais devem se cruzar: caso infringida, a cópia deverá ser imediatamente eliminada e o original reassumir o seu posto. A princípio, Cláudia Jouvin, diretora de primeira viagem e roteirista com vasta experiência em produções televisivas e cinematográficas, parece fazer nada mais que um pastiche de comédia e fantasia, como “O Homem do Futuro” (2011) realizou com “De Volta ao Futuro” (1985). O teor fantástico da premissa se mostra sem qualquer complexidade e as coisas parecem rumar para um romance de pegada hipster com a entrada de Josie (Mariana Ximenes, “Uma Loucura de Mulher”), uma jovem tresloucada que trabalha em um cemitério de animais com a sua “tia” Leila (Eliane Giardini, de “Olga”), que é, na realidade, a ex-companheira de sua falecida mãe. Ledo engano. O diferencial de “Um Homem Só” já começa pelo tratamento visual e cenográfico. Premiado no penúltimo Festival de Gramado, o diretor de fotografia argentino Adrian Teijido (série “Narcos”) transforma uma cidade ensolarada como o Rio de Janeiro no ambiente mais lúgubre imaginável, algo que reverbera ainda mais com a direção de arte de Claudio Amaral Peixoto e Joana Mureb (que trabalharam juntos em “Qualquer Gato Vira-Lata”), conferindo no acúmulo de objetos nas residências de cada personagem um sentimento de apego por algo que já partiu, seja uma pessoa ou uma ambição de vida. Há também outra virtude em “Um Homem Só” e ela deve ser creditada totalmente à Cláudia Jouvin. A diretora e roteirista carioca tem um domínio de seu material, comprovado não somente pelas surpresas que prega na segunda metade do filme, mas principalmente ao não abrir nenhuma concessão no ato final. É como se Jouvin sustentasse o discurso de que não há mágica capaz de camuflar a nebulosidade de nossas escolhas. Um ceticismo em forma de um risco que vai fazer muita gente sair de cabeça baixa do cinema, mas que fortalece a nossa singularidade como indivíduos que não podem ser duplicados.

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