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  • Filme

    Tallulah: Ellen Page rouba um bebê no primeiro trailer legendado de drama indie

    30 de junho de 2016 /

    O serviço de streaming Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Tallulah”, drama indie estrelado por Ellen Page (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”) e Allison Janey (série “Mom”). A prévia resume a trama, mostrando como a personagem-título, interpretada por Page, rouba o bebê de uma mulher alcoólatra para fingir que teve um filho com um rapaz que a abandonou e roubou todo o seu dinheiro. Seu objetivo é conseguir ajuda do mãe do jovem foragido. Mas a senhora, vivida por Janey, se entusiasma com a ideia de ser avó, fazendo o fingimento se estender até a polícia entrar em cena. Curiosamente, a trama oferece uma espécie de inversão da situação de “Juno” (2007), filme em que Page viveu uma adolescente grávida em busca de uma família para quem deixar seu bebê. O elenco ainda inclui Zachary Quinto (“Star Trek”), Uzo Aduba (série “Orange Is the New Black”), David Zayas (série “Gotham”), Evan Jonigkeit (também de “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”) e Tammy Blanchard (“Caminhos da Floresta”) Exibido no Festival de Sundance deste ano, o filme da cineasta estreante Sian Heder foi adquirido como parte de uma estratégia agressiva do Netflix, que competiu com estúdios estabelecidos pelos direitos de alguns dos principais lançamentos indies de 2016. A estreia vai acontecer em 29 de julho. Só no Netflix.

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  • Filme

    Netflix vai lançar sci-fi estrelada por Rooney Mara e Robert Redford

    14 de junho de 2016 /

    O serviço de streaming Netflix adquiriu a sci-fi indie “The Discovery”, estrelada por Robert Redford (“Capitão América 2: O Soldado Invernal”), Rooney Mara (“Carol”), Jason Segel (“Os Muppets”), Jesse Plemons (“Aliança do Crime”) e Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”). Descrita como uma ficção científica romântica, “The Discovery” foi negociada após finalizar suas filmagens – realizadas em março em Rhode Island, menor estado dos EUA. Escrita e dirigida por Charlie McDowell (“Complicações do Amor”), a trama é descrita como uma história de amor passada após a descoberta científica de que existe vida após a morte. Graças a essa revelação, milhões de pessoas cometem suicídio esperando uma vida melhor na nova existência. Robert Redford viverá o cientista responsável pela descoberta, enquanto Segel e Plemons serão seus filho. O personagem de Segel, por sua vez, se apaixona pela personagem de Rooney Mara. Ela, porém, esconde um passado trágico. Por fim, Riley Keough interpretará uma funcionária do laboratório de Redford. Além de ser disponibilizado para os assinantes do Netflix, o filme terá uma estreia limitada nos cinemas em 2017.

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  • Filme

    Daniel Day-Lewis pode estrelar novo filme do diretor de Sangue Negro

    4 de junho de 2016 /

    O cineasta Paul Thomas Anderson negocia retomar a parceria com o ator Daniel Day-Lewis, dez anos após dirigi-lo em “Sangue Negro” (2007). Segundo o blog The Playlist, os dois se juntariam numa trama passada no mundo da moda em Nova York dos anos 1950. Ainda não há título, previsão para o começo das filmagens nem data de lançamento, uma vez que o diretor está em processo de escrever o roteiro e selecionar jovens intérpretes para a produção, que será seu terceiro filme consecutivo com financiamento da Annapurna Pictures, após “O Mestre” (2012) e “Vício Inerente” (2014). Daniel Day-Lewis não fez nenhum filme desde que venceu o terceiro Oscar da carreira pelo desempenho em “Lincoln” (2012), nem tem nenhum outro projeto previsto.

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  • Filme

    Paul Rudd vira cuidador de cadeirante em trailer de filme da Netflix

    31 de maio de 2016 /

    O serviço de streaming Netflix divulgou o trailer legendado do filme “The Fundamentals of Caring”, drama indie, adquirido pela companhia no último Festival de Sundance, com Paul Rudd (“Homem-Formiga”) e Selena Gomez (“Spring Breakers”). A prévia resume a trama em tom ligeiramente piegas (a música ajuda), mas com pelo menos uma boa piada no final. O filme segue a tendência das histórias de cadeirantes tristes e seus cuidadores não convencionais, refletindo um súbito interesse pelo tema, após o sucesso da dramédia francesa “Intocáveis” (2011) – além da encomenda de um remake americano, a tendência já rendeu o romance “Como Eu Era Antes de Você” e a produção de uma nova série, “Speechless”, que estreia na próxima temporada. “The Fundamentals of Caring” acompanha o relacionamento entre um adolescente mau-humorado (Craig Roberts, de “Anjos da Lei 2”) com distrofia muscular e seu cuidador amador (Paul Rudd). Juntos, eles embarcam em uma viagem por todos os lugares com os quais o jovem ficou obcecado assistindo ao noticiário de TV, incluindo seu Santo Graal: a cidade de seu pai ausente. No caminho, decidem dar carona para uma garota sem rumo (Selena Gomez) e uma futura mãe (Megan Ferguson, da série “The Comedians”), que abrem novos horizontes para os agora amigos. Escrito e dirigido por Rob Burnett (criador da série “Ed” e da vindoura “Powerless”), o filme estreia em 24 de junho.

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  • Música

    Len and Company: Rhys Ifans é roqueiro decadente em trailer de comédia

    31 de maio de 2016 /

    A IFC Films divulgou o primeiro trailer da comédia dramática “Len and Company”, em que Rhys Ifans (“O Espetacular Homem-Aranha”) vive um roqueiro decadente. Sem vontade de ser criativo, ele mora afastado de todos, no meio do campo, passando a vida a contemplar o nada, até que seu filho resolve visitá-lo com a fita demo de sua nova banda. O elenco inclui Jack Kilmer (“Dois Caras Legais”), filho do ator Val Kilmer, e Juno Temple (série “Vinyl”). Escrito e dirigido pelo estreante Tim Godsall, o filme estreia em 10 de junho nos EUA e não tem previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Wiener-Dog: Nova comédia indie de Todd Solondz ganha primeiro trailer

    29 de maio de 2016 /

    O Amazon Studios divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Wiener-Dog”, nova comédia indie de Todd Solondz (“Dark Horse”). A prévia demonstra o já conhecido humor negro de Solondz, enquanto acompanha trechos de quatro histórias diferentes centradas num simpático cachorrinho dachshund, o “salsicha” do título em inglês, que transforma a vidas das pessoas que cruzam seu caminho. Fãs de “filmes de cachorro” devem se precaver, pois Solondz tem a tendência de embarcar em tramas sombrias. Além disso, a história é sequência direta do cultuado “Bem-Vindo à Casa de Bonecas”, com Greta Gerwig (“Mistress America”) assumindo o papel de Dawn Wiener, interpretada por Heather Matarazzo na porrada de 1995. Além de Gerwig, o elenco inclui Kieran Culkin (“Scott Pilgrim Contra o Mundo”), Danny DeVito (série “It’s Always Sunny in Philadelphia”), Ellen Burstyn (“Interestelar”), Zosia Mamet (série “Girls”), Julie Delpy (“Antes da Meia-Noite”) e Tracy Letts (série “Homeland”). Exibido no Festival de Sundance, “Wiener-Dog” tem estreia marcada para 24 de junho nos EUA.

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    Cannes: Adam Driver encarna a poesia de Jim Jarmusch em Paterson

    17 de maio de 2016 /

    O ator Adam Driver (“Star Wars: O Despertar da Força”) é um predestinado. Seu sobrenome, em inglês, significa motorista. E a melhor interpretação de sua carreira surge nas telas do Festival de Cannes justamente com esta profissão. As coincidências em torno dos nomes não param aí. Seu personagem, Paterson, dirige um ônibus numa cidade chamada Paterson, num filme intitulado “Paterson”. A redundância faz parte da estratégia do diretor Jim Jarmusch (“Amantes Eternos), que busca apresentar a banalidade do cotidiano, de onde seu protagonista extrai poesia. Literalmente. Enquanto não dirige seu ônibus pela cidadezinha de Nova Jersey, o motorista Driver escreve poemas. E a trama é contada em estrofes, uma para cada dia da semana, ao longo de uma semana em sua vida. “O filme é uma celebração dos pequenos detalhes da vida, por mais simples que sejam”, definiu Jarmusch, na entrevista coletiva do festival. A escolha da locação não foi casual. Paterson foi lar dos poetas Allen Ginsberg e William Carlos Williams. Ambos tinham em comum o uso da linguagem coloquial e versos que refletiam o cotidiano. Paterson, o personagem, também escreve sobre o que vive. Mas sua vida é monótona, com uma mulher dona de casa (a iraniana Golshifteh Farahani, de “Êxodo: Deuses e Reis”) e um cachorro. Se William Carlos Williams trazia profundidade à descrição de um carrinho de mão vermelho, Paterson luta para que caixinhas de fósforos e cadernos encontrem rimas. Mesmo assim, sua vida seria mais banal se não fosse a poesia. Logo, ele descobre que outras pessoas da cidade também escrevem poemas. E o filme sugere que qualquer um, seja um motorista de ônibus, uma dona de casa ou um mero espectador de cinema, pode se tornar o poeta de sua vida. Outra alternativa é enlouquecer, como a mulher de Paterson, que, quando não está sonhando em virar uma cantora, pinta a casa (e a roupa e os cupcakes) em padrões de preto e branco. Jarmusch confessa-se fã de padrões. Ele já manifestou obsessão por tons de xadrez em “Coffee and Cigarettes” (2003). Agora busca a padronagem da monotonia, da vida em preto e branco. “Cada dia de nossas vidas é apenas uma pequena variação da nossa vida do dia anterior”, ele filosofou em Cannes. Mas, às vezes, quando se presta bastante atenção, a rotina pode revelar surpresas. No caso de “Paterson”, elas incluem dois passageiros inusitados no ônibus de Paterson, o casal adolescente de “Moonrise Kingdom”, de Wes Anderson. Trata-se de uma das muitas citações que Jarmusch escondeu em plena vista, na paisagem. “Sou fã de Wes Anderson. Penso que seus últimos filmes estão cada vez mais belos e infantis”, ele elogiou. Porém, não quis citar outras referências do longa, que os cinéfilos se divertirão em descobrir por conta própria. Driver, que tirou uma folga das filmagens de “Star Wars: Episódio VIII” para vir à França acompanhar a première, explicou que também precisou submergir na paisagem para entronizar a rotina de Paterson. “Para me preparar, procurei apenas ouvir o som ambiente, passear pela cidade e me desligar do celular. Era parte desse personagem ser totalmente offline”, disse na coletiva. “O roteiro era muito forte, e os personagens muito transparentes. Eu tentei simplesmente não me intrometer no processo”, resumiu. Sua performance foi muito elogiada pela crítica internacional. Mas há quem aposte na premiação de outro astro do filme, o expressivo buldogue Marvin, o cachorro de Paterson, que deve ganhar a “Palma Dog” (versão da Palma de Ouro para animais). “Ele foi excelente nas improvisações. E se mostrou muito bom para escrever os seus próprios diálogos”, brincou o diretor. Jarmusch já foi selecionado diversas vezes para o Festival de Cannes, desde sua estreia, “Stranger Than Paradise”, premiada com a Câmera de Ouro em 1984, passando por “Flores Partidas”, vencedor do Prêmio do Júri em 2005, até seu longa anterior, “Amantes Eternos”, cuja première aconteceu há dois anos. “Paterson” é seu 9º filme em competição. Mas, fora da competição, ele também exibe seu 9º trabalho no festival, o documentário “Gimme Danger”, sobre Iggy Pop e os Stooges. “Os dois filmes são muito diferentes estilisticamente, mas ambos reforçam a ideia de que você pode escolher o seu caminho”, o diretor comparou. “Você pode escolher o que quer fazer de sua vida. No fundo, ‘Paterson’ é simplesmente sobre isso.”

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    Gravadora Creation, que lançou Jesus and Mary Chain, Primal Scream e Oasis, vai virar filme do autor de Trainspotting

    7 de maio de 2016 /

    O escritor Irvine Welsh, autor do livro que virou o cultuado filme “Trainspotting” (1996), está escrevendo um roteiro de cinema sobre a lendária Creation Records, principal gravadora indie dos anos 1980, que lançou as bandas The Jesus and Mary Chain, My Bloody Valentine, Primal Scream, House of Love, Teenage Fanclub, Ride e Oasis, entre muitas outras. O filme vai se chamar “Creation Stories” e será baseado na autobiografia de seu fundador, o escocês Alan McGee, intitulada “The Creation Records Story: Riots, Raves and Running a Label”. McGee também foi cantor da banda Biff Bang Pow! e montou um club londrino, The Living Room, que virou palco do movimento que culminou na formação da geração indie original, em meados da década de 1980 – a cena batizada como “C86” (classe de 86). A reverência às suas realizações era tanta que, após The Jesus and Mary Chain assinar com a Warner em 1985, ele continuou trabalhando com a banda na função de empresário. Depois de vender metade de sua gravadora para a Sony nos anos 1990 e ver o Oasis explodir nas paradas, McGee ainda se envolveu na política, ajudando a passar uma lei de apoio financeiro a músicos insolventes. O último lançamento da Creation foi o disco “XTRMNTR”, da banda Primal Scream, em 2000. McGee fechou a gravadora após ficar insatisfeito com a direção comercial da Sony. O velho produtor ainda se aventurou a criar novas gravadoras e clubs, mas encontrou mais sucesso ao ressuscitar o nome Creation em 2014 para empresariar músicos, como seus velhos amigos do Jesus and Mary Chain e Happy Mondays. Ele também é crítico musical e blogueiro, e atualmente escreve na versão britânica do site Huffington Post. Welsh, que também é escocês e amigo próximo de McGee, testemunhou boa parte dessa história. Ele vai dividir o roteiro com Dean Cavanagh, com quem já trabalhou na comédia britânica “Good Arrows” (2009). A distribuição está a cargo da Kaleidoscope Films e ainda não há previsão de estreia.

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    Lenda urbana sobre a banda The Smiths vai virar filme

    6 de maio de 2016 /

    A banda inglesa The Smiths lançou o hit “Panic” em 1986, conclamando seus fãs a enforcarem os DJs das rádios que não tocavam músicas que tinham a ver com suas vidas. Poucos meses depois, a letra inspirou um fã incondicional a tentar invadir uma rádio americana, em Denver, para manter o DJ como refém, obrigando-o a tocar repetidamente as músicas dos Smiths. Com o passar dos anos, a história ganhou status de lenda urbana e o sequestro radiofônico até inspirou a trama de uma comédia, “Os Cabeça-de-Vento” (1994). Mas, agora, a “lenda real” de 1987 vai virar um filme dramático, segundo o jornal inglês The Guardian. A produção terá o título de outra música dos Smiths, “Shoplifters of the World”, e será estrelada e produzida por Joe Manganiello (“Magic Mike”). Direção e roteiro estão a cargo de Stephen Kijak, responsável por documentários musicais sobre os Rolling Stones, Scott Walker e Jaco Pastorius. E o projeto conta com a benção de Morrissey, que facilitou a negociação dos direitos das músicas da banda para a produção. “Kijak e Morrisey já se conheciam há algum tempo e o vocalista concordou em oferecer o catálogo de músicas para o filme. Não saiu barato, mas temos a bênção de Morrissey para avançar com o projeto sobre Smiths. Eu sou um grande fã da banda. Estou animado e apaixonado pelo projeto”, declarou Manganiello. O cantor dos Smiths foi, por sinal, quem mais atuou para divulgar essa lenda, contando a história em entrevistas e em sua biografia. Mas a verdade é que, segundo a imprensa de Denver da época, o jovem fã de 18 anos se arrependeu em cima da hora e se entregou para a polícia, armado com um rifle, um LP e sete fitas K7 dos Smiths, no estacionamento da rádio. Ele nunca entrou na emissora, sendo recolhido pela polícia para uma avaliação psiquiátrica. Para a polícia de Denver em 1987, só mesmo um louco adoraria aquela banda inglesa obscura, com letras depravadas e um cantor de inclinação sexual suspeitíssima. O filme ainda não tem data de lançamento prevista. Além dele, há outro longa sobre os Smiths em desenvolvimento: uma cinebiografia de Morrissey intitulada “Steven”, com roteiro e direção de Mark Gill, indicado ao Oscar pelo curta “The Voorman Problem” (2011).

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    Logan Lerman e Elle Fanning vão estrelar novo drama indie do cantor da banda Stellastarr*

    25 de abril de 2016 /

    Os jovens atores Logan Lerman (“Coração de Ferro”) e Elle Fanning (“Malévola”) vão estrelar “Sidney Hall”, segundo drama indie de Shawn Christensen, o cantor e guitarrista da banda Stellastarr* que virou cineasta premiado – seu longa de estreia, “Before I Desappear”, venceu o Festival SXSW de 2014. Segundo o site da revista Variety, “Sidney Hall” foi escrito por Christensen em parceria com Jason Dolan (“Enter Nowhere”) e segue três etapas na vida do personagem-título, vivido por Lerman, que escreve um livro sobre sua geração antes de desaparecer sem deixar vestígios. Lerman vai interpretar todas as três fases da vida de Hall, aos 18, 24 e 30 anos de idade, em diferentes etapas da trama. O elenco também inclui Michelle Monaghan (“Pixels”), Kyle Chandler (série “Bloodline”), Nathan Lane (série “American Crime Story”) e Blake Jenner (série “Glee”). As filmagens começam nesta semana em Nova York de forma independente, apesar do assédio de estúdios como Fox Searchlight e Amazon, que fizeram ofertas financeiras para participarem da produção. Christensen acredita ser capaz de conseguir negócio melhor após exibir o filme no circuito dos festivais, em 2017.

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    Kill Command: Trailer de sci-fi indie britânica mostra guerra robótica

    11 de abril de 2016 /

    A Vertigo Films divulgou dois pôsteres e o trailer da sci-fi “Kill Command”, primeiro filme escrito e dirigido por Steven Gomez, técnico de efeitos visuais que faz da prévia um cartão de visitas de sua capacidade para evocar o futuro. O filme evoca conhecidos clichês de gênero e vale mesmo pelo realismo dos robôs e a qualidade dos efeitos, materializados com baixo orçamento. A premissa, por sinal, evoca outra famosa produção indie britânica, o terror “Dog Soldiers” (2002). Só que, em vez de lobisomens, o inimigo agora é tecnológico, via influência de “O Exterminador do Futuro” (1984). Na trama, um exercício militar futurista acaba se transformando em uma batalha pela sobrevivência, quando os robôs de treinamento começam a matar os soldados. O elenco destaca Vanessa Kirby (“Evereste”), que o trailer não deixa claro se vive uma ciborgue ou androide, embora no final sua personagem se defina como humana. Além dela, também estrelam a produção o dinamarquês Thure Lindhardt (“Velozes & Furiosos 6”), David Ajala (“O Destino de Júpiter”) e Tom McKay (série “The White Queen”). A estreia está marcada para 13 de maio no Reino Unido e não há previsão de lançamento no Brasil.

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    Playlist (Vapour Trail): 15 clipes que inauguraram o indie rock nos anos 1980

    6 de abril de 2016 /

    Existem várias teorias para explicar como surgiu o rock indie. Há quem prefira apontar os primeiros discos (EPs e singles) independentes, lançados pelas próprias bandas a partir de 1977, durante o auge da estética DIY (Do It Yourself) do punk rock. Em 1980, já havia tantos compactos de gravadoras independentes circulando que o semanário britânico Record Week criou a primeira parada de sucessos voltada apenas para refletir os hits com distribuição alternativa, influenciando outras publicações a seguirem a iniciativa. Mas foi só na metade daquela década que o termo “indie” passou a ser usado como definição musical e não apenas econômica. Em novembro de 1985, o primeiro álbum radicalmente diferente do que havia surgido no pós-punk chegou às lojas: “Psychocandy”, de The Jesus and Mary Chain. Sem saber direito como lidar com a banda, a crítica a rotulou como “o novo Sex Pistols”, tecendo uma analogia entre seu som barulhento e os tumultos que marcavam seus primeiros shows. Mas havia sinais que aquele barulho não era isolado. O empresário do Jesus and Mary Chain, Alan McGee, lotava seu clube londrino, The Living Room, com bandas novas. Ele mesmo era integrante de uma delas (Biff Bang Pow) e dava os primeiros passos com sua própria gravadora, a Creation Records, por onde lançaria a banda paralela do baterista do Jesus, chamada Primal Scream. A verdade é que desde 1984 as bandas se multiplicavam, alimentando, por sua vez, o surgimento de diversas gravadoras pequenas. E foi um movimento tão súbito e intenso que deixou até a imprensa musical perdida, sem conseguir identificar para seus leitores os inúmeros artistas que pareciam surgir de uma só vez. Para cumprir essa tarefa, o semanário NME (New Musical Express) teve a ideia de lançar uma amostragem desses novatos, disponibilizando uma fita K7 junto de uma de suas edições. A iniciativa rendeu a primeira coletânea indie de todos os tempos, a “C86”, assim batizada em homenagem à “classe de 1986”. A “C86”, que completa 30 anos, acabou simbolizando o ponto de virada da música indie. Além de reunir diversos artistas diferentes, ela foi acompanhada por uma longa reportagem da publicação, contextualizando sua representatividade. O objetivo de seus idealizadores era demonstrar como a nova música britânica independente tinha evoluído nos últimos anos, afastando-se do pós-punk, de forma quase desapercebida, enquanto o pop com sintetizadores e influenciado pelo R&B americano dominava as paradas de sucesso. Em contraste, a nova geração priorizava guitarras sobre os sons eletrônicos do período, o que também rendeu a definição genérica “guitar bands” para definir aquela geração no Brasil. O impacto do lançamento do “C86” uniu a imprensa musical britânica em torno da bandeira indie. As publicações rivais da NME, como Melody Maker e Sounds, passaram a incluir novas reflexões sobre a revolução em andamento, nem que fosse para declarar que aquele K7 não era, assim, tão representativo. De fato, se lá havia Primal Scream, The Pastels, Close Lobsters e The Wedding Present, por exemplo, sobravam bandas que não foram a lugar algum, enquanto as ausências de The Jesus and Mary Chain, Spaceman 3 e The Loft, entre outros, gritavam. Aproveitando a discussão, a Creation Records passou a lançar suas próprias coletâneas, revelando My Bloody Valentine, House of Love, Jasmine Minks, The Weather Prophets (sucessor de The Loft) e a geração shoegazer. O fato é que 1986 representou uma grande virada. Ainda havia muitos artistas interessados em levar adiante a sonoridade pós-punk, influenciados por PIL e até Echo and the Bunnymen, por exemplo. Mas os talentos que passaram a monopolizar a atenção da crítica citavam influências mais antigas, incomuns até então, de artistas dos anos 1960: o jangle pop de bandas como The Byrds e outros artistas com guitarras de 12 cordas, o wall of sound dos girl groups como Shangri-Las e The Ronettes e a explosão de microfonia entronizada no clássico “Sister Ray”, do Velvet Underground, banda que também contava com os vocais “frágeis” de Lou Reed e “gélidos” de Nico. Essas sementes, que renderam as primeiras bandas da música indie, acabaram frutificando em novas ramificações musicais na década seguinte, o twee pop e o shoegazer. Em suma, foi assim que tudo começou. Relembre, abaixo, os sons mais distorcidos dessa era, responsáveis por tirar o Velvet Underground da obscuridade para transformá-la na banda mais influente do mundo – como atestam as microfonias, as melodias murmuradas e os kits minimalistas de bateria (tocada em pé) que, desde então, se tornaram indissociáveis da cena indie.

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    Lily Collins e Keanu Reeves vão estrelar primeiro filme dirigido pela criadora da série UnReal

    4 de abril de 2016 /

    A atriz Lily Collins (“Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos”) e o ator Keanu Reeves (“De Volta ao Jogo”) vão estrelar o drama indie “To the Bone”, que marcará a estreia na direção da roteirista Marti Noxon (criadora da série “UnReal”). A informação é do site The Hollywood Reporter. A trama é baseada nas experiências pessoais de Noxon, e contará a batalha de uma jovem (Collins) contra a anorexia. Reeves interpreta um médico pouco ortodoxo, que ajuda a protagonista a encontrar uma vida melhor. Noxon é uma roteirista bastante apreciada pelos fãs de séries, tendo começado a carreira escrevendo episódios da clássica “Buffy – A Caça-Vampiros” em 1997. Ela também escreveu-produziu o spin-off “Angel”, além de ter assinados capítulos de “Brothers and Sisters”, “Grey’s Anatomy”, “Private Practice”, “Glee” e até da premiada “Mad Men”. Como criadora, lançou a subestimada série de terror “Point Pleasant” (“Damien” com uma adolescente) em 2005 e a comédia “Girlfriends’ Guide to Divorce” em 2014, antes de cair nas graças da crítica com “UnReal”, uma das séries mais elogiadas do ano passado. Apesar de “To the Bone” representar sua estreia como cineasta, ela já dirigiu episódios de TV e escreveu os roteiros de três filmes, a comédia “Sexo sem Consequência” (1998), a sci-fi “Eu Sou o Número Quatro” (2011) e o remake de terror “A Hora do Espanto” (2011). “To the Bone” começou a ser rodado no fim de semana em Los Angeles, mas ainda não tem data de estreia definida.

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