Kill Command: Trailer de sci-fi indie britânica mostra guerra robótica
A Vertigo Films divulgou dois pôsteres e o trailer da sci-fi “Kill Command”, primeiro filme escrito e dirigido por Steven Gomez, técnico de efeitos visuais que faz da prévia um cartão de visitas de sua capacidade para evocar o futuro. O filme evoca conhecidos clichês de gênero e vale mesmo pelo realismo dos robôs e a qualidade dos efeitos, materializados com baixo orçamento. A premissa, por sinal, evoca outra famosa produção indie britânica, o terror “Dog Soldiers” (2002). Só que, em vez de lobisomens, o inimigo agora é tecnológico, via influência de “O Exterminador do Futuro” (1984). Na trama, um exercício militar futurista acaba se transformando em uma batalha pela sobrevivência, quando os robôs de treinamento começam a matar os soldados. O elenco destaca Vanessa Kirby (“Evereste”), que o trailer não deixa claro se vive uma ciborgue ou androide, embora no final sua personagem se defina como humana. Além dela, também estrelam a produção o dinamarquês Thure Lindhardt (“Velozes & Furiosos 6”), David Ajala (“O Destino de Júpiter”) e Tom McKay (série “The White Queen”). A estreia está marcada para 13 de maio no Reino Unido e não há previsão de lançamento no Brasil.
Playlist (Vapour Trail): 15 clipes que inauguraram o indie rock nos anos 1980
Existem várias teorias para explicar como surgiu o rock indie. Há quem prefira apontar os primeiros discos (EPs e singles) independentes, lançados pelas próprias bandas a partir de 1977, durante o auge da estética DIY (Do It Yourself) do punk rock. Em 1980, já havia tantos compactos de gravadoras independentes circulando que o semanário britânico Record Week criou a primeira parada de sucessos voltada apenas para refletir os hits com distribuição alternativa, influenciando outras publicações a seguirem a iniciativa. Mas foi só na metade daquela década que o termo “indie” passou a ser usado como definição musical e não apenas econômica. Em novembro de 1985, o primeiro álbum radicalmente diferente do que havia surgido no pós-punk chegou às lojas: “Psychocandy”, de The Jesus and Mary Chain. Sem saber direito como lidar com a banda, a crítica a rotulou como “o novo Sex Pistols”, tecendo uma analogia entre seu som barulhento e os tumultos que marcavam seus primeiros shows. Mas havia sinais que aquele barulho não era isolado. O empresário do Jesus and Mary Chain, Alan McGee, lotava seu clube londrino, The Living Room, com bandas novas. Ele mesmo era integrante de uma delas (Biff Bang Pow) e dava os primeiros passos com sua própria gravadora, a Creation Records, por onde lançaria a banda paralela do baterista do Jesus, chamada Primal Scream. A verdade é que desde 1984 as bandas se multiplicavam, alimentando, por sua vez, o surgimento de diversas gravadoras pequenas. E foi um movimento tão súbito e intenso que deixou até a imprensa musical perdida, sem conseguir identificar para seus leitores os inúmeros artistas que pareciam surgir de uma só vez. Para cumprir essa tarefa, o semanário NME (New Musical Express) teve a ideia de lançar uma amostragem desses novatos, disponibilizando uma fita K7 junto de uma de suas edições. A iniciativa rendeu a primeira coletânea indie de todos os tempos, a “C86”, assim batizada em homenagem à “classe de 1986”. A “C86”, que completa 30 anos, acabou simbolizando o ponto de virada da música indie. Além de reunir diversos artistas diferentes, ela foi acompanhada por uma longa reportagem da publicação, contextualizando sua representatividade. O objetivo de seus idealizadores era demonstrar como a nova música britânica independente tinha evoluído nos últimos anos, afastando-se do pós-punk, de forma quase desapercebida, enquanto o pop com sintetizadores e influenciado pelo R&B americano dominava as paradas de sucesso. Em contraste, a nova geração priorizava guitarras sobre os sons eletrônicos do período, o que também rendeu a definição genérica “guitar bands” para definir aquela geração no Brasil. O impacto do lançamento do “C86” uniu a imprensa musical britânica em torno da bandeira indie. As publicações rivais da NME, como Melody Maker e Sounds, passaram a incluir novas reflexões sobre a revolução em andamento, nem que fosse para declarar que aquele K7 não era, assim, tão representativo. De fato, se lá havia Primal Scream, The Pastels, Close Lobsters e The Wedding Present, por exemplo, sobravam bandas que não foram a lugar algum, enquanto as ausências de The Jesus and Mary Chain, Spaceman 3 e The Loft, entre outros, gritavam. Aproveitando a discussão, a Creation Records passou a lançar suas próprias coletâneas, revelando My Bloody Valentine, House of Love, Jasmine Minks, The Weather Prophets (sucessor de The Loft) e a geração shoegazer. O fato é que 1986 representou uma grande virada. Ainda havia muitos artistas interessados em levar adiante a sonoridade pós-punk, influenciados por PIL e até Echo and the Bunnymen, por exemplo. Mas os talentos que passaram a monopolizar a atenção da crítica citavam influências mais antigas, incomuns até então, de artistas dos anos 1960: o jangle pop de bandas como The Byrds e outros artistas com guitarras de 12 cordas, o wall of sound dos girl groups como Shangri-Las e The Ronettes e a explosão de microfonia entronizada no clássico “Sister Ray”, do Velvet Underground, banda que também contava com os vocais “frágeis” de Lou Reed e “gélidos” de Nico. Essas sementes, que renderam as primeiras bandas da música indie, acabaram frutificando em novas ramificações musicais na década seguinte, o twee pop e o shoegazer. Em suma, foi assim que tudo começou. Relembre, abaixo, os sons mais distorcidos dessa era, responsáveis por tirar o Velvet Underground da obscuridade para transformá-la na banda mais influente do mundo – como atestam as microfonias, as melodias murmuradas e os kits minimalistas de bateria (tocada em pé) que, desde então, se tornaram indissociáveis da cena indie.
Lily Collins e Keanu Reeves vão estrelar primeiro filme dirigido pela criadora da série UnReal
A atriz Lily Collins (“Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos”) e o ator Keanu Reeves (“De Volta ao Jogo”) vão estrelar o drama indie “To the Bone”, que marcará a estreia na direção da roteirista Marti Noxon (criadora da série “UnReal”). A informação é do site The Hollywood Reporter. A trama é baseada nas experiências pessoais de Noxon, e contará a batalha de uma jovem (Collins) contra a anorexia. Reeves interpreta um médico pouco ortodoxo, que ajuda a protagonista a encontrar uma vida melhor. Noxon é uma roteirista bastante apreciada pelos fãs de séries, tendo começado a carreira escrevendo episódios da clássica “Buffy – A Caça-Vampiros” em 1997. Ela também escreveu-produziu o spin-off “Angel”, além de ter assinados capítulos de “Brothers and Sisters”, “Grey’s Anatomy”, “Private Practice”, “Glee” e até da premiada “Mad Men”. Como criadora, lançou a subestimada série de terror “Point Pleasant” (“Damien” com uma adolescente) em 2005 e a comédia “Girlfriends’ Guide to Divorce” em 2014, antes de cair nas graças da crítica com “UnReal”, uma das séries mais elogiadas do ano passado. Apesar de “To the Bone” representar sua estreia como cineasta, ela já dirigiu episódios de TV e escreveu os roteiros de três filmes, a comédia “Sexo sem Consequência” (1998), a sci-fi “Eu Sou o Número Quatro” (2011) e o remake de terror “A Hora do Espanto” (2011). “To the Bone” começou a ser rodado no fim de semana em Los Angeles, mas ainda não tem data de estreia definida.
Playlist (Vapour Trail): 10 clipes da geração shoegazer
O álbum “Loveless” (1991), do My Bloody Valentine, um dos discos mais influentes da história do rock, completa 25 anos em 2016. Diz a lenda que o perfeccionismo de Kevin Shields custou uma fortuna e praticamente faliu a Creation Records. O wall of sound de microfonias também lhe custou a audição. Mas uma geração inteira se apaixonou pelas sereias elétricas de sua guitarra. E até hoje novas bandas se curvam, olhos prostrados para o chão, diante da pedaleira de distorções, como apóstolos do altar do som. A seleção abaixo celebra a cena shoegazer, o dreampop e o ruído dançante que virou trilha de vapor nos palcos do Reino Unido nos anos 1990.
Robert Redford vai descobrir vida após a morte em sci-fi com Rooney Mara
A produção da sci-fi indie “The Discovery” definiu seu elenco central, com as contratações de Robert Redford (“Capitão América 2: O Soldado Invernal”), Rooney Mara (“Carol”), Jason Segel (“Os Muppets”), Jesse Plemons (“Aliança do Crime”) e Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”), informou o site da revista Variety. Escrita e dirigida por Charlie McDowell (“Complicações do Amor”), a trama é descrita como uma história de amor passada após a descoberta científica de que existe vida após a morte. Graças a essa revelação, milhões de pessoas cometem suicídio esperando uma vida melhor na nova existência. Robert Redford viverá o cientista responsável pela descoberta, enquanto Segel e Plemons serão seus filho. O personagem de Segel, por sua vez, se apaixona pela personagem de Rooney Mara. Ela, porém, esconde um passado trágico. Por fim, Riley Keough interpretará uma funcionária do laboratório de Redford. As filmagens começam ainda neste mês em Rhode Island, menor estados dos EUA, com produção conjunta da americana Endgame Entertainment e da britânica Protagonist Pictures. A estreia está prevista para 2017.
Veja o primeiro teaser de Guitar Days, documentário sobre o rock indie brasileiro
O documentário “Guitar Days” divulgou seu primeiro teaser, como parte de sua campanha de arrecadação. Até agora filmado com recursos do próprio diretor Caio Augusto Braga, o filme busca completar sua verba no site de financiamento coletivo Catarse. A produção cobre uma lacuna nos filmes sobre a música brasileira, mapeando o cenário alternativo-independente do rock nacional, com foco específico no movimento iniciado pelas bandas dos anos 1990, que aumentaram o volume das guitarras e passaram a cantar em inglês, lixando-se para o mercado. Com duração de 50 dias, a campanha prevê vários “prêmios” para os colaboradores, desde um CD inédito, que será lançado junto do filme, com músicas das bandas retratadas, até participação nos créditos do longa como apoiador. Confira – e apoie – no site oficial. A expectativa dos produtores é finalizar o filme até julho, desde que a verba (R$ 95,7 mil) seja levantada. É importante ressaltar que “Guitar Days” não conta com verba de edital ou leis de incentivo, mesmo assim correu o país, de Fortaleza ao Rio Grande do Sul, registrando mais de 50 entrevistas com músicos, produtores, jornalistas e donos de casas noturnas envolvidos na história do rock alternativo brasileiro. Entre as bandas registradas, incluem-se Pin-Ups, Second Come, Brincando de Deus, CSS, Far From Alaska, Garage Fuzz, Hateen, Killing Chainsaw, Low Dream, Mickey Junkies, Lava Divers, PELVs, Stellar, Valv, Wry, dentre outras.
J.K. Simmons e Julie Delpy vão coestrelar comédia indie
A atriz francesa Julie Delpy (“Antes da Meia-Noite”) e o vencedor do Oscar J.K. Simmons (“Whiplash”) vão coestrelar a comédia indie “The Bachelors”, informou o site Variety. Escrito e dirigido por Kurt Voelker (“Park”), o filme vai mostrar J.K Simmons como um viúvo que se muda para uma nova cidade com o filho de 17 anos, buscando um recomeço. Ao chegar em Los Angeles, um antigo amigo e duas extraordinárias mulheres vão transformar a vida dos dois. As filmagens estão previstas para o começo de março, em Los Angeles, mas ainda não há previsão para o lançamento.
Greta Gerwig vai passar para trás das câmeras e dirigir Saoirse Ronan
A atriz e musa indie Greta Gerwig (“Frances Ha”) vai virar diretora e comandar Saoirse Ronan (indicada ao Oscar 2016 de Melhor Atriz por “Brooklyn”) no drama “Lady Bird”, informou o site da revista Variety. Além de dirigir, a multitalentosa artista de 33 anos também escreveu o roteiro do drama, que acompanhará uma jovem estudante (Ronan) em um set de filmagem na cidade de San Francisco. Anteriormente, Gerwig tinha codirigido “Nights and Weekends” (2008), que foi exibido apenas em festivais. “Lady Bird” será seu primeiro longa como diretora individual, além de marcar sua estreia na função no circuito comercial. Já como roteirista, este será seu sétimo trabalho. Saoirse Ronan, por sua vez, chegou aos 21 anos com duas indicações ao Oscar. Além de “Brooklyn”, a atriz foi indicada por “Desejo e Reparação”, com apenas 12 anos de idade. O financiamento de “Lady Bird” está a cargo da IAC Films, empresa que se especializou na nata indie, com envolvimento em “Vício Inerente”, de Paul Thomas Anderson, “Enquanto Somos Jovens”, de Noah Baumbach, e “No Auge da Fama”, de Chris Rock.
O Beijo no Asfalto: Estreia indie de Murilo Benício como diretor ganha primeiras fotos
O ator Murilo Benício (“O Homem do Ano”) vai estrear na direção de cinema com “O Beijo no Asfalto”, adaptação da peça homônima de Nelson Rodrigues, que ele filmou em 11 dias, em preto e branco e com um orçamento de R$ 1 milhão de seu próprio bolso. Totalmente indie, a produção divulgou suas primeiras fotos, que permitem vislumbrar as opções criativas do agora cineasta. Diferente do filme de 1981, dirigido por Bruno Barreto, que transpôs a trama para o cinema, Murilo seguiu a rota de Al Pacino em “Ricardo III – Um Ensaio” (1996) e “Wilde Salomé” (2011), misturando encenação da peça, com Lázaro Ramos (“O Vendedor de Passados”) no papel do bancário recém-casado que beija um moribundo desconhecido, e documentário – cenas dos bastidores, imagens de camarim e até uma leitura do texto conduzida por Fernanda Montenegro. As filmagens aconteceram em um teatro no Instituto Superior de Educação do Rio de Janeiro e incluem só três externas. O elenco também inclui a esposa de Benício, Débora Falabella (série “Dupla Identidade”), além de Otávio Muller (“O Gorila”), Luiza Tiso (série “Marcas da Vida”), Marcelo Flores (“E Aí… Comeu?”) e Stênio Garcia (“Ó Paí, Ó”), como o homem que, em seus últimos suspiros, pede um beijo. O filme ainda não tem previsão de estreia, mas a experiência já animou Benício a planejar seu próximo trabalho como diretor. Será mais uma adaptação teatral, “Pérola”, de Mauro Ras.
Veja trailer de drama indie que recria a fuga de José e Maria nos dias de hoje
“Ma”, premiado como filme revelação do festival AFI (do American Film Institute), ganhou seu primeiro trailer e pôster. A prévia é belíssima, acompanhando a jornada de um casal entre cenas de desejo latente e sublimação, que se revela religiosa. Estreia na direção de Celia Rowlson-Hall, o drama indie também foi escrito e estrelado pela cineasta e recria a viagem da Nossa Senhora do Desterro, a fuga de José e Maria pelo deserto egípcio, levada adiante pela protagonista Ma nos dias de hoje, na fronteira dos EUA com o México. O filme também foi exibido nos festivais de Veneza, Tribeca e estreia em 19 de abril nos EUA. Não há previsão para seu lançamento no Brasil.
Anne Heche vai namorar Alice Silverstone em comédia
A atriz Anne Heche (série “Hung”) vai voltar a seus dias de lésbica na ficção. Heche, que namorou a apresentadora Elle DeGeneres há 15 anos, viverá uma artista lésbica, namorada de Alicia Silverstone (“As Patricinhas de Beverly Hills”), na comédia “Catfight”, informou o site Variety. Escrito e dirigido por Onur Tukel (“Applesauce”), o filme indie mostrará a rivalidade de duas mulheres, que foram muito amigas na faculdade. Na trama, Heche é uma artista que luta para se sustentar. Numa festa de aniversário, ela reencontra a antiga amiga, vivida por Sandra Oh (série “Grey’s Anatomy”), e descobre que ela se tornou uma dona de casa rica. As duas demonstram opiniões radicalmente opostas sobre tudo, o que leva a uma briga gigantesca, que as transforma em amargas rivais. As filmagens já começaram em Nova York, e segundo o diretor, estão sendo “brilhantes”. “Esperava atuações brilhantes, mas, o que elas fizeram, foi incrível. As cenas de briga são intensas. Fizemos uma divertida comédia, mas, ao mesmo tempo, com tons trágicos”, afirmou Onur Tukel ao Variety.
Love & Friendship: Kate Beckinsale e Chloë Sevigny aparecem nas fotos da nova adaptação de Jane Austen
A Westerly Films divulgou as primeiras fotos de “Love & Friendship”, adaptação de “Lady Susan”, uma das obras menos conhecidas da escritora Jane Austen (“Orgulho & Preconceito”), com direção do cultuado cineasta indie Whit Stillman (“Descobrindo o Amor”). As fotos destacam Kate Beckinsale (franquia “Anjos da Noite”) e Chloë Sevigny (série “American Horror Story”) em trajes de época. As duas atrizes trabalharam anteriormente com o diretor em “Os últimos Embalos da Disco” (1998). Ambientado no final do século 18, o filme acompanha a bela viúva Lady Susan Vernon (Beckinsale), que decide visitar os parentes de seu falecido marido para se distanciar dos rumores sobre seus relacionamentos coloridos. Mas ao chegar na opulenta propriedade decide garantir um novo marido para si mesmo e também para sua filha relutante, Frederica (Morfydd Clark, da série “New Worlds”). O elenco também inclui Stephen Fry (trilogia “O Hobbit”), Xavier Samuel (“Corações de Ferro”), Jemma Redgrave (série “Doctor Who”) e Emma Greenwell (série “Shameless”). “Love & Friendship” terá sua première mundial em 23 de janeiro, dentro da programação do Festival de Sundance.
Greta Gerwig aparece nas primeiras fotos da continuação de Bem-Vindo à Casa de Bonecas
A Annapurna Pictures divulgou as duas primeiras fotos de “Wiener-Dog”, novo comédia indie de Todd Solondz (“Dark Horse”). As imagens destacam a atriz Greta Gerwig (“Mistress America”) e o cãozinho do título. A trama acompanha um cachorrinho dachshund, o “salsicha” do título em inglês, que transforma a vidas das pessoas que cruzam seu caminho. Mas fãs de “filmes de cachorro” devem se precaver, pois Solondz tem a tendência de embarcar em tramas sombrias. Além disso, a história é sequência direta do cultuado “Bem-Vindo à Casa de Bonecas”, com Gerwig no papel de Dawn Wiener, interpretada por Heather Matarazzo na porrada de 1995. Além de Gerwig, o elenco inclui Kieran Culkin (“Scott Pilgrim Contra o Mundo”), Danny DeVito (série “It’s Always Sunny in Philadelphia”), Ellen Burstyn (“Interestelar”), Zosia Mamet (série “Girls”), Julie Delpy (“Antes da Meia-Noite”) e Tracy Letts (série “Homeland”). “Wiener-Dog” terá première mundial em 22 de janeiro, na programação do Festival de Sundance.












