PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Filme

    Trailer alucinógeno de drama indie traz Kirsten Dunst sob efeito de drogas

    18 de junho de 2017 /

    A A24 divulgou o pôster e o trailer de “Woodshock”, suspense dramático estrelado por Kirsten Dunst (série “Fargo”). A prévia atmosférica e alucinógena lembra outro filme da atriz, “Melancolia” (2011). O longa marca a estreia na direção das irmãs Kate e Laura Mulleavy, criadoras da grife de moda Rodarte. Elas também assinam o roteiro. Descrito como uma obra que explora o isolamento, a paranoia e o luto, a trama traz Dunst como uma mulher deprimida, que sofreu uma perda profundo e tem sua fragilidade potencializada pelos efeitos alucinógenos de uma droga mortal. O elenco também inclui Joe Cole (“Olhos da Justiça”), Pilou Asbæk (“Ghost in the Shell”), Lorelei Linklater (filha do diretor Richard Linklater) e Jack Kilmer (filho do ator Val Kilmer). “Woodshock” estreia em 15 de setembro nos EUA e não tem previsão de lançamento no Brasil.

    Leia mais
  • Filme

    Terror pós-apocalíptico com Joel Edgerton ganha trailer legendado e 16 fotos

    5 de junho de 2017 /

    O terror “Ao Cair da Noite” (It Comes at Night) ganhou 16 fotos e um trailer legendado bastante tenso. A prévia estabelece a premissa pós-apocalíptica da trama ao mostrar a mentalidade de bunker dos protagonistas, contra uma infecção desconhecida que se alastra feito praga. No filme, Joel Edgerton (“Aliança do Crime”) protege sua família de uma ameaça não natural que aterroriza o mundo, mantendo uma tênue ordem doméstica numa cabana isolada. Porém, o lar supostamente seguro é posto à prova quando uma jovem família aparece procurando refúgio. Mesmo com boas intenções, a paranoia e a desconfiança logo tomam conta da situação, conforme os horrores do lado de fora se aproximam cada vez mais. O elenco também inclui Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Christopher Abbott (série “Girls”), Carmen Ejogo (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”) e Kelvin Harrison Jr. (“O Nascimento de uma Nação”). A estreia está marcada para sexta (9/6) nos EUA e em 22 de junho no Brasil.

    Leia mais
  • Filme

    Terra Selvagem: Jeremy Renner e Elizabeth Olsen investigam assassinato em trailer e fotos de suspense premiado em Cannes

    30 de maio de 2017 /

    A TWC (The Weinstein Company) divulgou as primeiras fotos, pôsteres e trailer de “Terra Selvagem” (Wind River), thriller premiado no Festival de Cannes 2017. A prévia se passa no norte gelado dos EUA e combina a neve da região do Wyoming com o clima bastante sombrio da trama, que gira em torno da investigação do assassinato de uma jovem numa reserva indígena. O elenco é liderado por Jeremy Renner e Elizabeth Olsen (ambos de “Vingadores: Era de Ultron”), como um caçador local e uma agente do FBI, que se unem para tentar descobrir o assassino. Os coadjuvantes destacam Jon Bernthal (o Justiceiro da série “Demolidor”), Gil Birmingham (“A Qualquer Custo”), Martin Sensmeier (“Sete Homens e um Destino”), Graham Greene (“A Cabana”), Julia Jones (“A Saga Crepúsculo”), Kelsey Asbille (série “Teen Wolf”), Ian Bohen (também de “Teen Wolf) e Eric Lange (série “The Bridge”). Escrito e dirigido por Taylor Sheridan, o filme recebeu o prêmio de Melhor Direção na mostra Um Certo Olhar, do festival francês. Neste ano, Sheridan já tinha sido indicado ao Oscar como Roteirista, por “A Qualquer Custo”. Apesar de ter cacife para encarar a temporada de premiação, a estreia foi marcada para 4 de agosto nos Estados Unidos, em meio aos blockbusters de verão. No Brasil, o lançamento vai acontecer em 31 de agosto.

    Leia mais
  • Filme

    Good Time: Thriller frenético estrelado por Robert Pattinson ganha primeiro trailer

    25 de maio de 2017 /

    A A24 divulgou o pôster e o trailer de “Good Time”, filme dos irmãos Safdie (“Amor, Drogas e Nova York”) que impressionou a crítica mundial em sua exibição no Festival de Cannes. A prévia dá uma mostra do desempenho de Robert Pattinson, que arrancou elogios rasgados. Na trama, ele vive um jovem trapaceiro que se acha mais esperto que os outros, usando seu carisma e a capacidade de improvisação para se safar em momentos de pressão. Após a fuga de um roubo a uma agência bancária dar errado, seu irmão e cúmplice com problemas mentais (vivido pelo diretor Ben Safdie) acaba preso e ele precisa correr contra o tempo para levantar dinheiro para a fiança e evitar o pior, atirando-se numa espiral de violência e destruição. Como o vídeo mostra, a ação não para. Filmado nas ruas de Nova York em meio à população comum, numa tática de guerrilha, o thriller frenético também inclui em seu elenco Jennifer Jason Leigh (“Os Oito Odiados”), Barkhad Abdi (“Capitão Phillips”) e Buddy Duress (“Amor, Drogas e Nova York”). A estreia está marcada para 11 de agosto nos EUA e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

    Leia mais
  • Filme

    Robert Pattinson choca Festival de Cannes com demonstração frenética de talento

    25 de maio de 2017 /

    O Festival de Cannes entrou em choque com a exibição de “Good Time”, dos irmãos Ben e Joshua Safdie (“Amor, Drogas e Nova York”), os mais jovens diretores da competição. Não apenas pelo ritmo frenético – hipnótico! – do thriller, mas porque Robert Pattinson (“Mapas para as Estrelas”) finalmente comprovou o que os fãs sempre disseram: ele é um grande ator. O talento demonstrado em cena é inegável. Mas “Good Time” também aponta que ele poderia encabeçar blockbusters, tamanha energia que transmite em cena. O detalhe é que, para Pattinson chegar nesse ponto, o mundo precisou esquecê-lo. Isto se explica pela forma como “Good Time” foi realizado. “Foram filmagens no estilo guerrilha”, o ator descreveu no encontro com a imprensa do festival, contando que as cenas foram rodadas à noite, nas ruas de Nova York, em meio à população comum. “Eu me vi tentando passar por fantasma no meio da multidão”, contou. “Por isso eu fiquei um pouco preocupado com os paparazzi. Mas ninguém percebeu que era eu no trem, em plena hora do rush!”. “Foi uma loucura. Nunca estive em uma filmagem sem uma foto sequer de celular sendo tirada durante a filmagem inteira”, continuou, evocando seu passado de chamariz de paparazzi, durante a fase da franquia “Crepúsculo”. A tática de guerrilha também envolveu algumas situações arriscadas, ele revelou. “Filmamos em uma sala de emergência de um hospital sem permissão. É incrível o que você consegue fazer impunemente sem pedir permissão. Você simplesmente entra, faz e pronto”, disse o ator, que resumiu assim a experiência: “Esse filme é como um carro desgovernado. Não há freios para Connie, nem para a ousadia dos Safdie”. Connie é o nome do personagem do ator, um jovem trapaceiro que se acha mais esperto que os outros, usando seu carisma e a capacidade de improvisação para se safar em momentos de pressão. Após a fuga de um roubo a uma agência bancária dar errado, seu irmão e cúmplice com problemas mentais (vivido pelo diretor Ben Safdie) acaba preso e ele precisa correr contra o tempo para levantar dinheiro para a fiança e evitar o pior, atirando-se numa espiral de violência e destruição. A ação não para. E nem a música pulsante. Pattinson tinha se impressionado com o filme anterior dos Safdie, “Amor, Drogas e Nova York”, e os procurou se propondo a fazer o que eles quisessem, “seja servindo comida ou fazendo um papel no filme”, revelou Joshua Safdie. Graças a esse comprometimento, os diretores indies puderam contar com o primeiro astro de suas carreiras. E a parceria deu mais que certo. A opção de filmagem em estilo quase documental, em meio às ruas de Nova York, aproxima o longa dos thrillers urbanos dos anos 1970, época de clássicos de Martin Scorsese, William Friedkin, Michael Cimino e Sidney Lumet. Em comum com os thrillers da época, também há o fato de Pattinson viver um personagem marcante. “Nossos filmes nascem a partir dos personagens que imaginamos. Criamos biografias para eles desde o primeiro momento, o que torna o processo de construção do roteiro muito longo”, contou Joshua. Mas eles compartilham os créditos de “Good Time” com seu astro. “Pattinson é quase um terceiro irmão Safdie neste filme”, reforça o diretor. “Ele tem praticamente a coautoria do filme, que, desde o primeiro minuto, é uma descida ao Inferno”.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Lisa Spoonauer (1972 – 2017)

    24 de maio de 2017 /

    Morreu a atriz Lisa Spoonauer, que estrelou a cultuada comédia indie “O Balconista” (1994), filme de estreia do diretor Kevin Smith. Ela faleceu no domingo (21/5), aos 44 anos, em sua casa no estado americano do Mississippi, mas a causa da morte não foi divulgada. Kevin Smith lembrou em seu Instagram como conheceu Lisa, durante uma aula de atuação em que ela era “facilmente a voz mais natural e autêntica da sala”. “Não parecia que ela estava atuando”, ele escreveu. “Cativado, eu me aproximei de Lisa no estacionamento depois da aula e disse: ‘Isso vai soar assustador, mas você quer atuar em um filme?’ Sem medo, ela respondeu: ‘Não, se for pornô’. Eu expliquei o que era, entreguei o roteiro e ela me ligou dias depois: ‘Não é pornô, mas as pessoas falam como se fosse. É engraçado. Quero fazer’, disse ela”. O papel de Lisa foi o de Caitlin Bree, uma ex-namorada do protagonista Dante (Brian O’Halloran), que tem uma das cenas mais famosas do filme, na qual faz sexo com um cadáver no banheiro da loja de conveniência. Além de ser o primeiro filme de Kevin Smith, foi também um dos mais premiados da carreira do diretor, inclusive nos festivais de Sundance e Cannes. Depois de “O Balconista”, a personagem de Lisa Spoonauer ainda foi mencionada num diálogo de “Procura-se Amy” (1997), passado no mesmo universo de Nova Jersey, e seria a presidente dos Estados Unidos no filme de Superman que Smith escreveu, mas nunca foi filmado. Lisa Spoonauer ainda dublou Caitlin Bree num episódio da série animada “Clerks” (2000-2001), baseada em “O Balconista”, que durou apenas seis episódios. E só fez outro trabalho como atriz na carreira, na comédia indie “Bartender” (1997), de Gabe Torres. Na vida real, ela era namorada do ator Jeff Anderson, intérprete de Randall em “O Balconista”, que a pediu em noivado durante as filmagens, em pleno cenário da produção. O casamento dos dois durou somente um ano. E, após se casar pela segunda vez, ela se mudou com o marido para Jackson, no Mississippi, onde se tornou gerente de restaurante.

    Leia mais
  • Filme

    Festival de Cannes completa 70 anos de relevância cinematográfica

    17 de maio de 2017 /

    O Festival de Cannes começa nesta quarta-feira (17/5) sua 70ª edição, repleto de estrelas e provocações, mas também em clima de medo por ataques terroristas e em meio a uma polêmica de mercado. Em seu aniversário de 70 anos, o evento promete uma disputa acirrada pela Palma de Ouro, já que privilegiou cineastas veteranos. São todos nomes de peso. Mesmo assim, entre os diretores da mostra competitiva, apenas o austríaco Michael Haneke já foi premiado. E ele venceu duas vezes: por “A Fita Branca” (2009) e “Amor” (2012). Seu novo filme é “Happy End”, sobre a crise dos refugiados na Europa, em que volta a trabalhar com Isabelle Huppert após “Amor”. A abertura do evento está a cargo de “Les Fantômes d’Ismael”, do francês Arnaud Desplechin (“Três Lembranças da Minha Juventude”), com Marion Cotillard. “Talvez eu não devesse dizer isto, mas não é fácil ser um diretor francês em Cannes”, afirmou o cineasta na entrevista coletiva de seu filme. “Há uma tensão, uma pressão com a imprensa, os espectadores… Há menos indulgência com os cineastas do país”. Apesar dessa declaração, há mais franceses que nunca no festival deste ano. A seleção reúne alguns dos cineastas mais famosos da nova geração do país. A lista inclui “L’Amant Double”, do sempre excelente François Ozon (“Dentro da Casa”), “Le Redoutable”, filme sobre Godard de Michel Hazanavicius (“O Artista”), “Rodin”, a cinebiografia do mestre da escultura com direção de Jacques Doillon (“O Casamento a Três”), e “120 Battements par Minute”, de Robin Campillo, responsável por “Eles Voltaram” (2004), que deu origem à série “Les Revenants”. Por sua vez, os americanos se destacam com “Wonderstruck”, novo filme feminino de Todd Haynes (“Carol”), estrelado por Julianne Moore e Michelle Williams, “Good Time”, dos irmãos Ben e Joshua Safdie (“Amor, Drogas e Nova York”), com Jennifer Jason Leigh e Robert Pattinson, “The Meyerowitz Stories”, do cineasta indie Noah Baumbach (“Frances Ha”), que junta Adam Sandler e Ben Stiller, e o western feminista “The Beguiled”, de Sofia Coppola (“Bling Ring”), remake de “O Estranho que Nós Amamos” (1971), com Nicole Kidman, Colin Farrell, Kirsten Dunst e Elle Fanning. Outros destaques incluem “You Were Never Really Here”, da escocesa Lynne Ramsay (“Precisamos Falar Sobre o Kevin”), em que Joaquin Phoenix luta contra o tráfico sexual, “The Killing of a Sacred Deer”, segundo filme do grego Yorgos Lanthimos estrelado por Colin Farrell, após o sucesso de “O Lagosta” (2015), e o retorno de cineastas sempre apreciados no circuito dos festivais, como Sergei Loznitsa (“Na Neblina”), Hong Sangsoo (“A Visitante Francesa”), Bong Joon-Ho (“Expresso do Amanhã”), Naomi Kawase (“Sabor da Vida”), Fatih Akin (“Soul Kitchen”), Andrey Zvyagintsev (“Leviatã”) e Kornél Mandruczó (“White Dog”). Apenas três filmes são dirigidos por mulheres (Coppola, Kawase e Ramsay), mesmo número da seleção do ano passado. Mas o que tem mais se discutido na véspera do festival é a representação da Netflix na competição. Os exibidores franceses fizeram pressão contra os organizadores por terem selecionado dois filmes que não serão exibidos nos cinemas: “The Meyerowitz Stories”, de Noah Baumbach, e “Okja”, de Bong Joon-Ho. Ambos serão disponibilizados apenas via streaming na França, pois os exibidores não abrem mão de uma janela de 36 meses de exclusividade, antes que um filme possa ser disponibilizado por via digital no país. Por conta da controvérsia, o festival acabou se comprometendo a não selecionar mais filmes com distribuição exclusiva em streaming. Mas a questão é bem mais complexa que simplesmente barrar longas produzidos pela Netflix. No ano passado, o filme vencedor da Câmera de Ouro, o francês “Divines”, foi adquirido pela Netflix após passar no festival e não respeitou a janela de 36 meses para entrar no catálogo da plataforma de streaming. O presidente do júri deste ano, o espanhol Pedro Almodóvar, já se posicionou a respeito da polêmica, afirmando que seria um paradoxo que um filme premiado em Cannes não pudesse ser visto nos cinemas. “Seria um enorme paradoxo que uma Palma de Ouro (…) ou qualquer outro filme premiado não pudesse ser visto em salas” de cinema, disse Almodóvar, convocando as plataformas de streaming a “aceitar as regras do jogo”. A discussão ainda vai longe, conforme o mercado evolui com as novas tecnologias, como a digitalização que as próprias salas de cinema atualmente usufruem. E vale lembrar que até cartaz do festival (foto acima) foi acusado de retocar digitalmente as curvas clássicas de Claudia Cardinale. Maladies du 21ème siècle. Mas o simples fato de Cannes estar no centro da polêmica comprova a relevância duradoura do evento, 70 anos após seu primeiro tapete vermelho.

    Leia mais
  • Filme

    Daniel Radcliffe terá que lutar até a morte em comédia de ação

    14 de maio de 2017 /

    O ator Daniel Radcliffe vai estrelar a comédia de ação “Guns Akimbo”, mais um projeto incomum de sua filmografia indie. Segundo o site Variety, a trama vai trazer Radcliffe como uma espécie de gladiador, forçado a lutar até a morte contra um rival fortemente armado, numa luta transmitida por streaming para um site da Dark Web. Além de lutar pela própria sobrevivência, ele ainda terá que salvar a namorada sequestrada. Atualmente em pré-produção, o filme tem roteiro e direção de Jason Lei Howden, técnico de efeitos visuais da franquia “O Hobbit”, que estreou como diretor na comédia de terror “Deathgasm”, vencedora do Festival Toronto After Dark em 2015. “Guns Akimbo” ainda não tem previsão de estreia.

    Leia mais
  • Filme

    Johnny Depp vai interpretar professor com poucos meses de vida em produção indie

    10 de maio de 2017 /

    Johnny Depp vai dar um tempo nas superproduções milionárias para estrelar a comédia dramática “Richard Says Goodbye”. Segundo o site Dealine, o filme tem direção e roteiro de Wayne Roberts, que antes fez o independente “Katie Says Goodbye”, de nome curiosamente similar. Depp vai interpretar o personagem-título, um professor universitário diagnosticado com poucos meses de vida. Por isso, ele decide mudar o estilo de vida, quebrando convenções e sendo o mais livre possível. Richard decide fumar, beber, transar e insultar todos que o perturbarem. Os direitos de distribuição do filme serão negociados no Festival de Cannes 2017.

    Leia mais
  • Filme

    Louis Garrel vive Jean-Luc Godard em novo teaser de cinebiografia

    7 de maio de 2017 /

    O filme francês “Le Redoutable”, em que o ator Louis Garrel (“Dois Amigos”) vive o cineasta Jean-Luc Godard, ganhou cinco fotos e um novo teaser. Com legendas em inglês, a prévia registra Godard em meio a uma passeata, possivelmente durante a primavera de Paris. O diálogo desdenha do Festival de Cannes, que em 1968, pela única vez em sua história, foi interrompido em função dos protestos sociais que agitaram a França no período. Além de Garrel, que está irreconhecível com as entradas de calvice de Godard, o elenco também destaca Stacy Martin, revelação de “Ninfomaníaca” (2013), como a atriz alemã Anne Wiazemsky. O filme vai contar o romance entre Godard e Wiazemsky, iniciado nos bastidores de “A Chinesa”, em 1967. Ela tinha apenas 19 anos na época, mas os dois se casaram e ficaram juntos por mais de uma década. A trama é baseada no livro autobiográfico “Un An Après”, de Wiazemsky, e tem direção de Michel Hazanavicius, que retorna ao tema dos bastidores cinematográficos de “O Artista”, seu filme mais conhecido – e que lhe rendeu do Oscar de Melhor Direção em 2012. “Le Redoutable” terá sua première no Festival de Cannes 2017 e fará sua estreia comercial em setembro na França. Ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil.

    Leia mais
  • Filme

    História real do lutador que inspirou o filme Rocky ganha trailer legendado

    26 de abril de 2017 /

    A California Filmes divulgou o trailer legendado de “Punhos de Sangue” (Chuck). Com direção do canadense Philippe Falardeau (“O que Traz Boas Novas”), o drama indie traz Liev Schreiber (série “Ray Donovan”) como Chuck Wepner, boxeador amador de Nova Jersey que aguentou 15 assaltos em uma luta de pesos-pesados contra Muhammad Ali em 1975, derrubando o campeão uma vez antes de ser derrotado. A luta inspirou Sylvester Stallone a escrever “Rocky” (1976). “Rocky” se tornou icônico, ganhou continuações e foi entronizado na cultura pop, mas a vida de Chuck não teve direito a revanche vitoriosa. Sua façanha acabou esquecida. Apesar do tom melancólico, a prévia também inclui momentos doces e engraçados. A história é real e Stallone admitiu a inspiração, inclusive precisou entrar em um acordo judicial com o lutador, que o processou por não ter cumprido as promessas de pagamento feitas pelos direitos de sua trajetória. Além de estrelar o filme, Schreiber escreveu o roteiro. O elenco também inclui Naomi Watts (“A Série Divergente: Convergente”), Ron Perlman (“Círculo de Fogo”), Elisabeth Moss (série “Mad Men”) e Morgan Spector (série “Pessoa de Interesse”) como Stallone. “Punhos de Sangue” terá première mundial na sexta (28/4), no Festival de Tribeca, e estreia comercialmente na próxima semana nos EUA. No Brasil, o lançamento está marcado para 25 de maio.

    Leia mais
  • Filme

    Paterson eleva o cotidiano com poesia cinematográfica

    24 de abril de 2017 /

    Quantas vezes deixamos passar momentos preciosos de nossas vidas só porque eles não parecem dignos de serem lembrados – por não serem, por assim dizer, extraordinários? E quantas vezes deixamos de perceber que estamos, sim, diante de momentos extraordinários, apesar de ordinários? É tudo uma questão de perspectiva, de olhar a vida como poeta, de perceber a beleza nos detalhes, como a posição dos sapatos de uma dupla de pessoas que conversam no ônibus ou uma simples caixa de fósforos. Isso pode ser alimento para a poesia. “Paterson”, o novo trabalho de Jim Jarmusch, serve para lembrar disso. E o faz com uma beleza e uma humanidade tão delicada que combina muito bem com seu personagem-título, vivido por Adam Driver. Trata-se, aliás, do melhor papel de sua carreira até o momento, superando e contrastando com o intenso Adam, seu personagem em “Girls”, a série recém-encerrada de Lena Dunham. Paterson, ao contrário de Adam, tem uma sobriedade e uma serenidade para lidar com a vida que dá até vontade de tomar como exemplo. Quando um colega de trabalho pergunta sobre sua vida, ele diz que está tudo bem, enquanto o tal colega está sempre reclamando de algumas coisas (várias, na verdade). Mas, de fato, Paterson é um homem de sorte: é casado com uma mulher amável e que ele ama (lindas as cenas do amanhecer, com os dois na cama), tem uma rotina tranquila em um bairro tranquilo e consegue tempo para transformar os seus pensamentos em poemas, os quais guarda em um caderninho. Sua esposa Laura (a iraniana Golshifteh Farahani, de “Procurando Elly”, de Asghar Farhadi) tenta fazer com que Paterson faça uma cópia de seus escritos e mostre ao mundo seus belos poemas. Ele, porém, hesita. O filme não diz, mas talvez a fama ou uma possível e indesejada mudança de rotina atrapalhasse o modo como ele vê a vida. Esse talvez seja um dos motivos também de ele não querer um telefone celular ou mesmo um computador. A vida de motorista de ônibus, para ele, lhe basta, provavelmente. A esposa gosta de pintar coisas em sua casa e planeja ser cantora de música country, além de cozinheira de cup cakes e outras novidades, geralmente com uma obsessão pelo contraste entre o preto e o branco. Quanto a Paterson, sua poesia se nutre do cotidiano, que se faz necessário na rotina de uma pessoa comum – no caso, alguém que é motorista de ônibus, é casado, tem um cachorro que leva para passear e que também gosta de tomar uma cerveja no mesmo bar todos os dias. Além do mais, no ônibus, ele aprecia ouvir as conversas dos passageiros. Tudo é combustível para sua poesia. Por outro lado, a opção narrativa de Jarmusch, de apresentar os eventos separados em dias da semana, parece antecipar algo de muito extraordinário ou mesmo perigoso. Afinal, isso é comum em filmes que abordam motoristas. Mas se há algo que vai mexer com o equilíbrio de Paterson no desenrolar da trama – e também afetar o telespectador – , não é nenhum fim do mundo. O sentimento despertado pelo filme não é apenas um modo de envolver o público com o personagem, mas também uma forma de encontrar afinidade no que se refere à valorização da arte como meio de expressar de forma transcendental a vida. A arte nos eleva. E de vez em quando é bom sair de um filme que consegue passar uma mensagem sobre a linguagem lírica utilizando a força da palavra sensível, falada e escrita, mas também extraindo poesia do próprio fazer cinematográfico.

    Leia mais
  • Filme

    Bryan Cranston larga tudo e some em trailer de drama indie

    22 de abril de 2017 /

    A IFC Films divulgou fotos e o trailer do drama indie “Wakefield”, estrelado por Bryan Cranston (“Trumbo”) e Jennifer Garner (“Clube de Compra Dallas”). A prévia mostra Cranston como um executivo entendiado que um dia resolve largar tudo e abandonar sua vida suburbana, em busca de encontrar a si mesmo. Mas em vez de sair por aí, ele acaba ocupando um imóvel em frente à sua casa, de onde acompanha tudo o que acontece em sua família a partir de sua ausência. Como a barba do personagem atesta, passam-se anos… Cinéfilos vão reconhecer a premissa, que é bastante similar a do clássico italiano “Esposamante” (1977), de Marco Vicario, trocando o viés feminista por uma crise existencial de meia idade. Escrito e dirigido por Robin Swicord (“O Clube de Leitura de Jane Austen”), o filme foi exibido no Festival de Toronto do ano passado e estreia em 17 de maio nos EUA, três meses antes do lançamento no Brasil, marcado para 31 de agosto.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie