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  • Série

    Chefe do Hulu sugere salvar as séries da Marvel canceladas pela Netflix

    12 de fevereiro de 2019 /

    Após anunciar a criação de um universo animado adulto da Marvel, a plataforma de streaming Hulu pode salvar “Demolidor” e as outras séries que foram canceladas pela Netflix. Pelo menos foi o que sugeriu o vice-presidente de conteúdo Craig Erwich, em entrevista ao site The Wrap durante o encontro semestral entre executivos da indústria televisiva e imprensa organizado pela TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA). Além de “Demolidor”, as séries “Luke Cage” e “Punho de Ferro” foram canceladas em retaliação à decisão da Disney de tirar seu conteúdo da Netflix para lançar sua própria plataforma. Ainda são esperados os cancelamentos de “O Justiceiro”, que superou expectativas em sua 2ª temporada, e “Jessica Jones”, que deve exibir sua 3ª temporada em breve. “A Marvel tem muitos títulos nos quais estaríamos interessados”, disse Erwich. “Tudo depende de quando eles estarão disponíveis, e quem estaria por trás dessas séries”. A resposta obrigatoriamente vaga tem um elemento importante de informação: a questão da disponibilidade. O contrato assinado entre Netflix e Marvel impede que a Disney aproveite qualquer série que tenha sido cancelada antes de um prazo de dois anos. Entretanto, como estas produções são demoradas, a decisão de começar as gravações deve ser tomada nos próximos meses para um (re)lançamento no final de 2020. A plataforma Hulu já exibe uma série da Marvel, “Fugitivos” (Runaways), que estreou em 2017 e caminha para a sua 3ª temporada, ainda não confirmada oficialmente. Na segunda-feira (11/2), o serviço anunciou a produção de quatro séries de animação adultas com personagem dos quadrinhos da editora, num modelo que reflete o projeto da Marvel com a Netflix. “Eu tenho certeza que a nossa relação com a Marvel só vai se expandir a partir de agora”, comentou Erwhich. “Nós temos uma boa conexão criativa com eles. Muitas oportunidades ainda vão surgir, com certeza”. Em consonância com esse projeto, o CEO da Disney, Bob Iger, confirmou que sua estratégia de streaming inclui reforçar o Hulu com material do estúdio focado no público adulto. Saiba mais aqui.

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  • Série

    Globo vai exibir primeiro episódio de The Handmaid’s Tale na TV aberta

    12 de fevereiro de 2019 /

    A Globo vai repetir a estratégia de exibir na TV aberta o primeiro episódio de uma série exclusiva de seu serviço de streaming, o Globoplay, visando atrair novos assinantes para a plataforma. Nesta terça-feira (12/2), o canal transmite a estreia de “The Handmaid’s Tale”, que ganhou subtítulo nacional – “O Conto da Aia”. O mais curioso é que o episódio inaugural será exibido sem intervalos comerciais, como num canal pago premium. Ele vai ao ar após o “Jornal da Globo”. A 1º temporada, que venceu o Emmy de Melhor Série de Drama, já está disponível no Globoplay para assinantes – e também já foi exibida na TV paga pelo canal Paramount. Baseada no livro de Margaret Atwood, traduzido no Brasil justamente como “O Conto da Aia”, a trama de “The Handmaid’s Tale” se passa num futuro distópico, após desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda levar à adoção de medidas drásticas, mergulhando a sociedade americana numa nova ordem conservadora, comandada apenas por homens. Com a fertilidade em queda, as mulheres que ainda conseguem ter filhos são transformadas em escravas sexuais, com o único propósito de gerar filhos. Elizabeth Moss (da série “Mad Men”) venceu o Emmy de Melhor Atriz pelo papel de June, rebatizada de Offred por seus captores. Como uma das últimas mulheres férteis, ela é forçada à servidão sexual para cumprir seu papel no repopulamento do planeta, sendo obrigada a se submeter a um poderoso político, sua esposa cruel e outros tipos perigosos, lidando com todos com um único objetivo em mente: encontrar a filha que lhe tiraram. Para isso, conta com a ajuda de sua melhor amiga, vivida por Samira Wiley (série “Orange Is the New Black”), que está passando pelo mesmo tipo de treinamento e que serve como conexão de June com uma vida anterior a todo essa humilhação. O ator Joseph Fiennes (“Ressurreição”) também tem destaque como o Comandante Fred Waterford, um dos fundadores da sociedade distópica. E o elenco ainda inclui Max Minghella (“Amaldiçoado”), Yvonne Strahovski (série “Chuck”), Ever Carradine (série “Major Crimes”), Madeline Brewer (série “Hemlock Grove”), Ann Dowd (série “The Leftovers”) e Alexis Bledel (série “Gilmore Girls”). As duas últimas também foram premiadas com o Emmy, respectivamente como Melhor Atriz Coadjuvante e Melhor Atriz Convidada de Série de Drama. Atualmente, a série se prepara para entrar em sua 3ª temporada na plataforma americana Hulu, com estreia marcada para 5 de junho. Veja abaixo o trailer nacional da tensa temporada inaugural.

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  • Série

    Elle Fanning será a imperatriz Catarina, a Grande, em minissérie

    11 de fevereiro de 2019 /

    A plataforma Hulu anunciou a produção de “The Great”, série de época estrelada por Elle Fanning (“Mulheres do Século 20”) no papel da imperatriz russa Catarina, a Grande, que reinou 1762 e 1796. A trama vai se centrar na ascensão ao trono de Catarina II e sua relação conflituosa com o marido, o czar Pedro III, imperador da Rússia, que será vivido por Nicholas Hoult (“Mad Max: Estrada da Fúria”). Criada por Tony McNamara, que concorre ao Oscar 2019 como roteirista de “A Favorita”, a produção representa o primeiro papel significativo de Fanning numa série e um retorno ao formato para Hoult, que ganhou projeção a partir de “Skins”, em 2007. Curiosamente, a série vai enfrentar concorrência de uma produção similar. A HBO está produzindo “Catherine the Great”, uma minissérie sobre o final do reinado da imperatriz, que será estrelada por Helen Mirren (“A Rainha”). Ainda não há previsão para a estreia.

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  • Série

    Rodrigo Santoro vai estrelar nova série de ação em streaming

    11 de fevereiro de 2019 /

    A plataforma de streaming Hulu encomendou a produção da série de ação “Reprisal”, que será estrelada pelo brasileiro Rodrigo Santoro (“Westworld”) e a atriz Abigail Spencer (de “Timeless”). Descrita como uma “história de vingança hiper-cinética”, “Reprisal” é centrada no personagem de Spencer, uma femme fatale que é atacada e deixada para morrer. Depois de sobreviver, no entanto, ela vai à desforra contra a gangue responsável pela violência. Santoro vai interpretar Joel Kelly, um membro antigo da gangue, The Banished Brawlers, que é praticamente o líder de fato do grupo, mas também passou por uma mudança recente em suas prioridades e sua luta agora é para manter a paz. O papel não impede que Santoro retorne a “Westworld”, onde ele vive o pistoleiro Hector Escaton. O personagem (alerta de spoiler) foi morto em uma batalha no final da 2ª temporada do programa da HBO, mas os anfitriões (como são chamados os robôs na produção) costumam ser ressuscitados. O elenco também inclui Mena Massoud (o Aladdin da nova versão live-action), Madison Davenport (“Objetos Cortantes”), Rhys Wakefield (“Uma Noite de Crime”), David Dastmalchian (“Homem-Formiga”) e W. Earl Brown (“Deadwood”). A série foi criada por Josh Corbin (roteirista de “StartUp”, série da plataforma Sony Crackle) e tem produção do A+E Studios e da Littlefield Company. Não há previsão de estreia, mas a expectativa é que fique pronta para ir ao ar ainda em 2019.

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  • Série

    Catch-22: Minissérie de George Clooney ganha primeiro trailer

    11 de fevereiro de 2019 /

    A plataforma Hulu divulgou o primeiro trailer da minissérie “Catch-22”, produzida, dirigida e estrelada por George Clooney. A prévia mostra o clima maníaco da trama, que se passa num acampamento militar em tempo de guerra. O papel de Clooney é pequeno, ainda que permita ao ator chamar atenção com tiques exagerados. A produção marca seu retorno às séries, 20 anos após sua saída de “ER/Plantão Médico” em 1999, mas seu maior envolvimento se dá atrás das câmeras. A minissérie de seis episódios é baseada no romance pacifista “Ardil-22”, lançado em 1961 por Joseph Heller e já transformado num filme cultuadíssimo de 1970 por Mike Nichols. A adaptação foi criada pelo roteirista Luke Davies (“Lion”) e pelo cineasta David Michôd (“The Rover – A Caçada”). Passada durante a 2ª Guerra Mundial, a trama satírica gira em torno da inconformidade de um piloto americano com o fato de a Força Aérea sempre aumentar o número de missões exigidas antes que ele possa voltar para casa. Ele descobre que a única forma de evitar essas missões é declarando insanidade, mas o único modo de provar insanidade é se propondo a aceitar as missões perigosas. Esse dilema impossível é batizado de Ardil-22. O elenco também destaca Hugh Laurie (série “House”), Kyle Chandler (série “Bloodline”) e Christopher Abbott (“Ao Cair da Noite”), que vive o protagonista. A estreia vai acontecer em 17 de maio.

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  • Série

    Martin Scorsese e Leonardo DiCaprio farão minissérie sobre o primeiro serial killer dos EUA

    11 de fevereiro de 2019 /

    A plataforma de streaming Hulu anunciou a produção de uma minissérie de uma dupla de peso: Martin Scorsese e Leonardo DiCaprio. Trata-se de “The Devil in the White City”, sobre aquele que é considerado o primeiro serial killer da história dos EUA. “The Devil in the White City” é um projeto de longa data da dupla. DiCaprio comprou os direitos da história em 2010, planejando estrelar um filme dirigido por Scorsese. Agora, eles participarão da série apenas como produtores. Trata-se de uma adaptação do romance homônimo de Erik Larson sobre o serial killer Dr. H.H. Holmes, que usou uma feira de tecnologia no final do século 19 para fazer inúmeras vítimas. O livro narra a trama a partir do ponto de vista de dois homens: Daniel H. Burnham, consagrado arquiteto e urbanista que teve de superar diversos obstáculos para a construção do espaço onde foi realizada a Feira Mundial de Chicago, e H.H. Holmes, que usava seu charme para atrair vítimas em potencial para seu hotel nas proximidades da exposição, onde construiu câmaras de gás e crematórios para esconder seus corpos – local que ficou conhecido como “castelo de horrores”. O serial killer confessou o assassinato de 27 pessoas quando foi preso e executado, em 1894.

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  • Série

    Hulu anuncia quatro séries animadas adultas da Marvel, do pato Howard à cantora Cristal

    11 de fevereiro de 2019 /

    A plataforma de streaming Hulu anunciou a expansão da sua parceria com a Marvel, iniciada com a série “Fugitivos” (Runaways), que está a caminho de sua 3ª temporada. A ideia é similar ao projeto que lançou as séries da editora na Netflix, com a produção simultânea de quatro atrações diferentes, que depois se cruzarão em uma minissérie, dando origem a um novo “supergrupo” de heróis. O detalhe é que as produções serão animadas. E o novo supergrupo foi batizado com o antônimo de The Defenders (Os Defensores), a minissérie da Netflix. Os heróis se chamarão The Offenders (Os Ofensores). O principal destaque é a produção de uma série animada de “Howard, o Pato” (Howard the Duck), um pato antropomórfico que fuma charutos e trabalha como detetive, criado por Steve Gerber e Val Mayerik em 1973, uma década antes das “Tartarugas Ninja”, com quem compartilha algumas coincidências – como a melhor amiga gostosa. O personagem já teve até filme, “Howard, o Super-Herói”, um fracasso clamoroso de 1986, e apareceu na franquia “Guardiões da Galáxia”. O cineasta Kevin Smith (“O Balcoinista”) vai conduzir a nova série de Howard, que pretende incorporar o humor ácido que tornou o pato falante tão popular nos quadrinhos. “Tigra & Dazzler Show” é outra série sobre personagens que também tiveram revista própria no passado distante da Marvel. Vai mostrar a heroína-cantora pop Cristal e sua amiga Tigresa vivendo em Los Angeles, com produção da comediante Chelsea Handler (que até 2017 tinha o seu próprio talk show na Netflix). Nem todas são estreladas por heróis. “M.O.D.O.K.” traz o clássico vilão da I.M.A. (espécie de H.I.D.R.A. tecnológica) de cabeça enorme, que luta para manter sua organização criminosa e sua família unidas em um momento difícil, e terá o comediante Patton Oswalt (“Agents of SHIELD”) como showrunner. Por fim, a quarta série é “Hit-Monkey”, que acompanha um macaco que se torna assassino profissional após aprender as habilidades necessárias para o trabalho com um dos melhores mercenários do mundo – entre eles, Deadpool, com quem o símio contracenou em sua primeira aparição nos quadrinhos em 2010. É escrita por Josh Gordon e Will Speck (“A Última Ressaca do Ano”). As quatro séries se juntarão em “The Offenders”, após finalizarem suas primeiras temporadas. Nenhum dos projetos tem data de estreia definida, por enquanto.

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  • Etc,  Série

    Plano da Disney para séries adultas da Fox pode salvar Demolidor, Luke Cage e Punho de Ferro

    6 de fevereiro de 2019 /

    O CEO da Disney, Bob Iger, adiantou parte da estratégia que pretende adotar com a aquisição da Fox e o lançamento do serviço de streaming Disney+ (Disney Plus), durante teleconferência para investidores do mercado financeiro. Em particular, como pretende aproveitar o material que não é exatamente “de família” em seus planos de competir com a Netflix. Iger revelou que pretende operar três plataformas de streaming simultâneas, que poderão ser assinadas juntas (num pacote com descontos) ou individualmente. Uma delas é o serviço da ESPN, que já funciona nos Estados Unidos, oferecendo conteúdo esportivo. As outras duas são a anunciada Disney+ (Disney Plus), que trará séries e filmes para toda a família, e a incorporação da Hulu, que será focada no público mais adulto. Com a compra da Fox, a Disney passará a controlar a Hulu, assumindo 60% de suas ações – 30% ainda pertencem à Comcast, dona da NBCUniversal, e 10% são da Warner. A ideia é usar a plataforma, que ganhou projeção com o sucesso de “The Handmaid’s Tale”, como destino prioritário das séries do canal pago FX, como “The Americans” e “American Crime Story”. “Vemos o FX desenvolvendo e produzindo conteúdo para o streaming do Hulu – talvez não para a Disney+ (Disney Plus), porque não é o tipo de programação de um ambiente de família. Mas a ideia é que o FX produza mais e traga seus conteúdos para o Hulu, enquanto expandimos [o serviço]”, detalhou Iger. Assim, a ideia é que a Disney opere e ofereça as três plataformas para seus assinantes. “Pensamos que atenderíamos melhor ao consumidor separando as três. No fim, nossa meta é ter uma única plataforma tecnológica, para que as pessoas possam criar uma única conta para assinar os três serviços, com o mesmo cartão e a mesma senha”, detalhou Iger, explicando que a empresa criará descontos para quem quiser assinar as três plataformas, ou duas delas. A inclusão do Hulu no pacote pode sinalizar a intenção da Disney de resgatar as séries adultas da Marvel, canceladas pela Netflix (“Demolidor”, “Luke Cage” e “Punho de Ferro”). Sem o perfil do Disney+ (Disney Plus) pelo excesso de violência e situações adultas, a empresa poderia cumprir a promessa da Marvel de continuar as séries, programando-as para o Hulu. A plataforma, por sinal, já exibe uma série da Marvel: “Runaways” (ou “Fugitivos”, exibida aqui pela Sony). Como o contrato da Netflix impede que os personagens apareçam em outra emissora antes de se completarem dois anos de seu cancelamento, o timing da conclusão do negócio da compra da Fox – que dá o controle do FX e do Hulu para a Disney – converge com essa possibilidade. Qualquer projeto que comece a ser produzido agora só iria mesmo ao ar em 2020. Iger prometeu dar todos os detalhes do lançamento da Disney+ (Disney Plus) e seu pacote de streaming na próxima teleconferência com investidores, programada para abril.

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  • Filme

    Série de terror Light as a Feather é renovada para a 2ª temporada

    5 de fevereiro de 2019 /

    A plataforma Hulu renovou a série de terror adolescente “Light as a Feather” para sua 2ª temporada. A atração é baseada no best-seller homônimo de Zoe Aarsen e gira em torno de um jogo inocente de levitação, que envolve a rima “Leve como uma pluma, rígida como um tábua”. Cinco adolescentes que resolvem fazer a brincadeira sobrenatural se veem amaldiçoadas e começam a morrer, forçando as sobreviventes a descobrir por que viraram alvo – e se a força do mal que as está caçando é uma delas. A 2ª temporada vai continuar a história seguindo a principal sobrevivente. Criada por R. Lee Fleming Jr. (roteirista do filme “Ela é Demais” e da série “The Lying Game”), a série foi originalmente estrelada por Liana Liberato (“Se Eu Ficar”), Haley Ramm (“Chasing Life”), Ajiona Alexus (“13 Reasons Why”), Peyton List (“Jessie”) e Brianne Tju (“Scream”) como o quinteto central, além de Dylan Sprayberry (“Teen Wolf”), Jordan Rodrigues (“The Fosters”) e Dorian Brown Pham (“Casual”).

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  • Série

    Comercial de The Handmaid’s Tale introduz vingança de June

    4 de fevereiro de 2019 /

    A plataforma Hulu divulgou o comercial da 3ª temporada de “The Handmaid’s Tale”. Exibido na TV americana durante o intervalo do Super Bowl, o vídeo começa como uma propaganda fascista do regime de Gilead, até June/Offred (Elizabeth Moss) decidir que é hora dessa narrativa mudar. Sua determinação é acompanhada por cenas de explosão, incêndio e desespero dos poderosos. É interessante reparar que a narração do comercial utiliza um texto famoso da campanha para a reeleição de Ronald Reagan em 1984. Compare abaixo. Baseada no livro de Margaret Atwood, traduzido no Brasil como “O Conto da Aia” e já filmado em 1990 como “A Decadência de uma Espécie”, a trama de “The Handmaid’s Tale” se passa num futuro distópico, após desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda levar a sociedade a explorar as mulheres férteis como propriedade do estado. A trama foi adaptada por Bruce Miller (de “The 100”) e já deixou para trás a história do livro, adentrando território inédito na 2ª temporada para continuar acompanhando a trajetória de sua protagonista. A data de estreia dos novos episódios ainda não foi divulgada. As duas primeiras temporadas foram exibidas no Brasil pelo canal pago Paramount e estão sendo disponibilizadas também pela Globoplay.

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  • Série

    The Handmaid’s Tale: Teaser da 3ª temporada revela destino de Offred

    1 de fevereiro de 2019 /

    A plataforma Hulu divulgou o primeiro teaser da 3ª temporada de “The Handmaid’s Tale”. Visando criar expectativa para o trailer completo, que será lançado no domingo na TV americana, durante o intervalo do Super Bowl, o vídeo revela uma grande reviravolta da trama, mostrando o destino de June/Offred (Elizabeth Moss). A prévia registra a personagem sem os trajes vermelhos de aia, assumindo novo vestuário, de cor cinza, como uma Martha – nome dado às criadas responsáveis por afazeres domésticos no mundo opressivo de Gilead. No final da temporada passada, June ficou com o destino em aberto, após entregar sua filha recém-nascida nas mãos de Emily (Alexis Bledel). Mas, em vez de se juntar à amiga em fuga de Gilead, ela toma a decisão de ficar naquele lugar opressivo para resgatar sua outra filha, a pequena Hannah (Jordana Blake). O trailer deve explicar se o novo vestuário de June é um disfarce para realizar seu objetivo ou uma nova punição, por ter “raptado” sua filha da casa do comandante Waterford (Joseph Fiennes). Baseada no livro de Margaret Atwood, traduzido no Brasil como “O Conto da Aia” e já filmado em 1990 como “A Decadência de uma Espécie”, a trama de “The Handmaid’s Tale” se passa num futuro distópico, após desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda levar a sociedade a explorar as mulheres férteis como propriedade do estado. A trama foi adaptada por Bruce Miller (de “The 100”) e já deixou para trás a história do livro, adentrando território inédito na 2ª temporada para continuar acompanhando a trajetória de sua protagonista. A data de estreia dos novos episódios ainda não foi divulgada. As duas primeiras temporadas foram exibidas no Brasil pelo canal pago Paramount e estão sendo disponibilizadas também pela Globoplay. #SBLIII pic.twitter.com/1hDBz2Giyn — The Handmaid's Tale (@HandmaidsOnHulu) February 1, 2019

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    The First: Primeira série estrelada por Sean Penn é cancelada na 1ª temporada

    19 de janeiro de 2019 /

    O serviço de streaming Hulu cancelou “The First” após sua 1ª temporada ter encontrado dificuldades para decolar entre o público e a crítica. A série foi a primeira estrelada pelo ator Sean Penn, vencedor de dois Oscars de Melhor Ator (por “Sobre Meninos e Lobos” e “Milk”). Ele interpretava um astronauta convidado a comandar a primeira missão humana a Marte, mas se encontrava dividido entre aceitar um lugar na História ou se fazer presente no momento em que sua filha problemática mais precisava do seu apoio. Desenvolvida por Beau Willimon, criador do sucesso da Netflix “House of Cards”, “The First” foi considerada uma decepção por ser uma série sobre viagem a Marte que passou a maior parte de seus episódios na Terra, focando nas famílias dos astronautas e na equipe da Nasa que trabalha na missão. Penn decidiu estrelar sua primeira série após o fracasso de seu mais recente filme como diretor, “The Last Face”, que recebeu ridículos 5% de aprovação no Rotten Tomatoes, e da disputa judicial entre o produtor Mel Gibson e o estúdio Voltage que impediu o lançamento de seu mais recente trabalho como ator, “The Professor and the Madman”. Acabou fazendo uma série sem final e com 65% de aprovação, bem abaixo da média dos principais lançamentos de 2018. Além dele, o elenco destacava Natascha McElhone (da série “Designated Survivor”), LisaGay Hamilton (“House of Cards”), Oded Fehr (“Covert Affairs”), James Ransone (“A Entidade”), Melissa George (“Grey’s Anatomy”), Hannah Ware (“Hitman: Agente 47”), Anna Jacoby-Heron (“Finding Carter”), Keiko Agena (“13 Reasons Why”), Annie Parisse (“Friends from College”) e a brasileira Fernanda Andrade (“Filha do Mal”). Com um orçamento cinematográfico de US$ 56,4 milhões, “The First” foi realizado em coprodução com o Channel 4 britânico e estreou em 14 de setembro. Assim como a Netflix, o Hulu não revela dados de audiência, mas o preço elevado da atração necessitaria de um bom retorno de público.

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    PEN15: Série adolescente estrelada por mulheres adultas ganha trailer incômodo

    18 de janeiro de 2019 /

    A plataforma Hulu divulgou o pôster e o trailer completo de “PEN15”, uma nova série de comédia sobre as dificuldades da adolescência, produzida pela trupe The Lonely Island (Andy Samberg, Akiva Schaffer e Jorma Taccone). A produção se diferencia de similares por uma peculiaridade. As protagonistas são mulheres adultas, que revivem eventos traumáticos da juventude como se tivessem idade de crianças. Imagine “Chaves” como uma série sobre a descoberta da sexualidade. Mas com um problema: os coadjuvantes das adultas são realmente menores de idade, o que pode se mostrar incômodo em situações de (quase) beijos, por exemplo. A série se passa no ano 2000 e traz Maya Erskine (de “Insecure” e “Man Seeking Woman”) e Anna Konkle (“Rosewood”) como duas amigas de 13 anos que enfrentam ansiedades e constrangimentos da vida na Sétima Série. As duas atrizes tem bem mais de 20 anos de idade – mais de 30 no caso de Maya Erskine – , e isto é aparente nas cenas adiantadas, o que resulta em cenas bizarras. Além de estrelar, as duas criaram a série, baseando-se em suas próprias experiências juvenis. E, sim, “PEN15” é uma forma juvenil de escrever “penis”. A série estreia em 8 de fevereiro nos Estados Unidos.

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